Ver a pica preta do Tarlis me fez sentir como se tivesse alcançado a meta que eu tinha proposto. Então, decidi aproveitar ao máximo, deixando de lado tabus, preconceitos e vergonhas. Chupei como se minha vida dependesse disso. Claro, eu tinha sido tão descarada na minha aproximação com o Tarlis que ele já estava com a pica toda dura, e entre nós dois, juntamos naquele quarto todo o tesão do mundo. Enquanto ele se despia completamente e, depois de dois minutos do meu trabalho, tira a pica da minha boca, me põe de pé e me abraça me levantando (ele era bem mais alto que eu). Com meus pés a 15 centímetros do chão, eu os levo para a base das costas dele. Me entendendo perfeitamente o que eu queria, ele encaixa a pica na entrada da minha buceta para que eu, me deixando deslizar para baixo, sentisse o tronco dele deslizando totalmente dentro da minha caverna escorrendo. Enquanto eu subia e descia, ele foi andando devagar até o quarto. Ao chegar na cama e sem nos soltar daquele encaixe maravilhoso, o Tarlis foi me depositando nela sem parar de nos mover naquele mete-saca celestial. Eu queria que aqueles minutos durassem para sempre, mas a excitação foi demais. Ele, tirando a pica linda dele, começou a gozar nos meus peitos, e eu, ao ver aquela porra branca saindo daquela pica preta brilhante, senti que não tinha viajado em vão. Aquela era a imagem que nas minhas obsessões febris eu tinha recriado milhares de vezes… Uma pica preta cuspindo porra quente e branca nos meus peitos. Assim que o Tarlis terminou, ele precisava ir embora para não fazerem falta no trabalho dele, mas antes ele me disse o que se tornaria um costume nos nossos encontros… "limpa-lo" ("limpa ele"), trabalho que fiz com consciência para não sujar a calça daquele que, a partir dali e por duas semanas, foi meu dono. Se foi meu dono, porque eu vivia num vulcão desejando que ele voltasse pra minha cama, assim que ouvia a porta se fechar atrás dele. Depois dessa esplêndida pega, e toda vez que a gente se cruzava no lobby do hotel, uma piscada, um leve movimento de cabeça e eu sabia que tinha que subir correndo pro meu quarto, me despir completamente (assim ele pediu) e esperar até ele subir e bater na porta. Assim que eu abria, sabia que ele ia tirar o pau e eu, de joelhos, tinha que chupar até ele ficar pronto pra pular na minha cama. E aí a gente fazia aquela coreografia totalmente improvisada onde a gente se entendia tão bem e que me deu um prazer desgraçado naqueles dias.
E sim… minhas férias foram assim… praia, voltar, pegar com Tarlis, fazer compras, voltar, pegar com Tarlis, almoçar, voltar, pegar com Tarlis…. E sempre “limpa – lo”, o barulho da porta atrás dele. E meu desejo de ter ele de novo entre minhas pernas de novo. E sim… fui escrava dele, sem pedir o menor compromisso e me submetendo a todos os desejos dele.
E eu não tava nem aí, de ser a puta do Tarlis, como o pessoal do hotel fofocava. Era óbvio, e muito frequente ver os funcionários do hotel ou outros turistas hospedados cochichando entre dois ou três, me olhando, sorrindo. Ou então membros da equipe tentando, talvez, conseguir os mesmos “benefícios” que o Tarlis, passando e roçando a mão em mim ou encostando a barriga. Mas eu só tinha olhos pra ele… Ele foi, naqueles dias, dono absoluto da minha vontade, do meu corpo, e tudo que ele pensou em fazer, a gente fez. Minha buceta, meu cu, minha boca e todo o meu corpo foram dele e eu curti aquela submissão viciante onde eu adorava me sentir comandada pelo macho que me fazia tão feliz. E a gente fez no quarto, na cozinha, na sacada e no terraço. De todas as formas possíveis e imagináveis. Nada de amor, só sexo puro. E o sexo foi tão lindo, foi tanta paixão que nada me importava. Toda minha vergonha eu perdi em Búzios. E sinto que naquelas férias, se ele tivesse me pedido festejar com outros colegas, eu teria feito sem dúvidas, para fazer feliz aquele que foi meu dono durante aqueles dias.
E chegou o fim. E ele me prometeu que na noite antes de partir, íamos ter um passeio especial. E olha se não foi. Ele me pediu pra ir vestida com o mínimo indispensável. Uma camisa, uma saia curta (“saia muito curta”), chinelos, sem roupa íntima. Desde já, obediente a todas as ordens, sugestões ou pedidos dele, eu estava naquela noite na hora e no lugar proposto com a roupa indicada. Ele me levou pela mão, andamos algumas quadras, e num momento paramos a pedido dele num lugar totalmente solitário. Ele disse que ia vendar meus olhos, coisa que aceitei submissamente. Ele colocou a venda de um jeito que fazia uma pressão especial sobre meus ouvidos e colocou uns pedaços de algodão sobre eles e debaixo da venda, me impossibilitando tanto a visão quanto a audição. Continuei andando, obedientemente, guiada por ele. Ele começou a acariciar meu rosto, suavemente. Quando a gente fica privada de um ou mais sentidos, parece que se agarra desesperadamente à percepção daqueles sentidos que continuam ativos. Portanto, toda minha pele era uma terminação nervosa que me fazia tremer de prazer diante da menor brisa, diante do mais leve toque. Seguíamos andando e as mãos dele trataram em seguida de desabotoar minha camisa… um botão, ele começa a meter a mão nas minhas tetas, acariciando-as suavemente… dois botões, as duas mãos no meu peito… três botões… sem parar de andar, ele começa a chupá-las e a meter a mão em mim por todos os lados… levantando minha saia… nesse ponto estávamos pisando na areia… Ele tira minha camisa, levanta minha saia, as mãos dele agora são um vendaval sobre todo meu corpo confuso e excitado e, enquanto seguíamos andando, ele tira totalmente minha saia… eu totalmente exibida, sem ainda suspeitar onde estávamos, aceito cegamente o fato de me sentir exposta por ele… Chegamos a um ponto em que ele me para, tira a venda, caem os algodões dos meus ouvidos e me vejo diante do mar… nua. Atrás de mim, Tarlis, também nu, me abraça fazendo eu sentir a virilidade dele, me acaricia o corpo todo e, beijando meu pescoço, me promete uma noite inteira inesquecível… E JURO QUE FOI ASSIM…
E sim… minhas férias foram assim… praia, voltar, pegar com Tarlis, fazer compras, voltar, pegar com Tarlis, almoçar, voltar, pegar com Tarlis…. E sempre “limpa – lo”, o barulho da porta atrás dele. E meu desejo de ter ele de novo entre minhas pernas de novo. E sim… fui escrava dele, sem pedir o menor compromisso e me submetendo a todos os desejos dele.
E eu não tava nem aí, de ser a puta do Tarlis, como o pessoal do hotel fofocava. Era óbvio, e muito frequente ver os funcionários do hotel ou outros turistas hospedados cochichando entre dois ou três, me olhando, sorrindo. Ou então membros da equipe tentando, talvez, conseguir os mesmos “benefícios” que o Tarlis, passando e roçando a mão em mim ou encostando a barriga. Mas eu só tinha olhos pra ele… Ele foi, naqueles dias, dono absoluto da minha vontade, do meu corpo, e tudo que ele pensou em fazer, a gente fez. Minha buceta, meu cu, minha boca e todo o meu corpo foram dele e eu curti aquela submissão viciante onde eu adorava me sentir comandada pelo macho que me fazia tão feliz. E a gente fez no quarto, na cozinha, na sacada e no terraço. De todas as formas possíveis e imagináveis. Nada de amor, só sexo puro. E o sexo foi tão lindo, foi tanta paixão que nada me importava. Toda minha vergonha eu perdi em Búzios. E sinto que naquelas férias, se ele tivesse me pedido festejar com outros colegas, eu teria feito sem dúvidas, para fazer feliz aquele que foi meu dono durante aqueles dias.
E chegou o fim. E ele me prometeu que na noite antes de partir, íamos ter um passeio especial. E olha se não foi. Ele me pediu pra ir vestida com o mínimo indispensável. Uma camisa, uma saia curta (“saia muito curta”), chinelos, sem roupa íntima. Desde já, obediente a todas as ordens, sugestões ou pedidos dele, eu estava naquela noite na hora e no lugar proposto com a roupa indicada. Ele me levou pela mão, andamos algumas quadras, e num momento paramos a pedido dele num lugar totalmente solitário. Ele disse que ia vendar meus olhos, coisa que aceitei submissamente. Ele colocou a venda de um jeito que fazia uma pressão especial sobre meus ouvidos e colocou uns pedaços de algodão sobre eles e debaixo da venda, me impossibilitando tanto a visão quanto a audição. Continuei andando, obedientemente, guiada por ele. Ele começou a acariciar meu rosto, suavemente. Quando a gente fica privada de um ou mais sentidos, parece que se agarra desesperadamente à percepção daqueles sentidos que continuam ativos. Portanto, toda minha pele era uma terminação nervosa que me fazia tremer de prazer diante da menor brisa, diante do mais leve toque. Seguíamos andando e as mãos dele trataram em seguida de desabotoar minha camisa… um botão, ele começa a meter a mão nas minhas tetas, acariciando-as suavemente… dois botões, as duas mãos no meu peito… três botões… sem parar de andar, ele começa a chupá-las e a meter a mão em mim por todos os lados… levantando minha saia… nesse ponto estávamos pisando na areia… Ele tira minha camisa, levanta minha saia, as mãos dele agora são um vendaval sobre todo meu corpo confuso e excitado e, enquanto seguíamos andando, ele tira totalmente minha saia… eu totalmente exibida, sem ainda suspeitar onde estávamos, aceito cegamente o fato de me sentir exposta por ele… Chegamos a um ponto em que ele me para, tira a venda, caem os algodões dos meus ouvidos e me vejo diante do mar… nua. Atrás de mim, Tarlis, também nu, me abraça fazendo eu sentir a virilidade dele, me acaricia o corpo todo e, beijando meu pescoço, me promete uma noite inteira inesquecível… E JURO QUE FOI ASSIM…
21 comentários - Perdi minha vergonha em Búzios (2)
Aparte vivi situaciones similares, vendando los ojos, aumentando los otros sentidos...y es algo muy lindo....Algunas de esas exp. estan tambien escritas por aca. Beso.
gracias !
a la altura de la primera parte
y con la calentura vivida del anterior
gracias por compartirlo
me voy a ver la tercera
besos hermosa
van puntos