Antes de mais nada, devo dizer que isso foi real. Mudei alguns nomes de quem estava envolvido, mas só isso. Não sou o super comedor nem tenho uma pica enorme, só aconteceu comigo e, como não posso contar pros meus amigos, é aqui que desabafo, porque pra mim foi inacreditável.
Chegou janeiro e, enquanto a gente planejava as férias, minha sogra nos convidou pra passar uns dias com eles numa casa que alugaram no balneário. Ela é divorciada e se juntou com um cara que a mima e faz tudo que ela quer. A mulher é fortíssima, 48 anos, cabelo loiro, peitos médios operados — porque, segundo minha namorada, ela não queria que caíssem, mas também não queria que ficasse na cara. Tem uma bunda muito gostosa, nem grande nem chata, principalmente porque não faz nada o dia inteiro: só vive pra academia, salão, spa, massagem, enfim, se cuida pra caralho.
Desde o dia que conheci ela, tive uma vontade doida de comer ela; vivia fantasiando com ela e batendo umas punhetas pensando nela. Mas fazia um tempo que eu me segurava, porque minha namorada me pegou um dia olhando pro decote dela e me encarou, dizendo que eu tava olhando pros peitos da mãe dela e que era melhor eu ficar com ela logo — típico chilique de mina insegura e ciumenta que sabe que a mãe é mais gostosa que ela.
Acontece que a gente chegou. Eles tinham alugado uma casa grande a duas quadras da praia. Também estavam convidadas as duas filhas dele: uma de quinze anos com o namorado e a irmã mais nova. Na minha cabeça, iam ser uns dias de rotina, tranquilos, de praia e sol, e com sorte eu ia conseguir dar uma trepada se a Laura não ficasse com vergonha por causa do barulho — ela já tinha me deixado na mão em outras férias quando meu sogro convidou a gente com a nova esposa.
Laura, minha namorada, é muito parecida com a mãe, mas mais cheinha, tem uma bunda maior e uns lábios carnudos que usa pra me chupar muito bem. Quando a gente começou a namorar, a gente trepava em todo canto, e no primeiro mês ela me deu a buceta — não era virgem, mas tinha pouco uso. Mas fazia um tempo que a rotina tava matando a gente, e eu já não via nem foto. Também tava a Marina, a mina de quinze anos com o namoradinho, ela é toda gostosa, tem uns peitos divinos e uma bunda empinada, é baixinha mas é armada até os dentes. Pra ela, o namoradinho e a irmã tinham dado um quartinho pequeno, enquanto pra gente deram um dos grandes com banheiro incluso.
Naquela noite fizemos um churrasco e ficamos até tarde todo mundo tomando uns vinhos e zoando, um clássico churrasquinho em família; no final da noite ficamos eu, minha sogra e minha mina tomando umas taças de vinho, todo mundo alegrão. Nessa hora, ela soltou a língua e contou que as coisas andavam mais ou menos com o parceiro. A Laura animou ela e deu um consolo, depois fomos dormir alegrões.
Quando fechamos a porta do quarto, comecei a passar a mão na bunda dela e quando ela virou, meti a mão no decote da blusa e tirei um peito pra fora, comecei a chupar um mamilo, ela tem eles grandes e vi que já ficou duro na hora. Ela logo pegou na minha pica, eu tava só de sunga, começou a me bater uma e desceu pra chupar, puxou a pele pra trás devagar e quando a cabecinha apareceu, começou a passar a língua nela enquanto me olhava. Fiquei duro na hora, ali mesmo na beira da cama me abaixei e tirei o short jeans que ela tava, puxei a calcinha fio dental e comecei a passar minha língua naquela buceta depilada que já ficou molhada na hora. Não aguentei mais e comecei a pincelar e depois a meter devagar, nem tinha começado a entrar a cabeça quando bateram na porta do quarto. Tomamos um cagasso do caralho, ela se levantou na hora e me deixou com a pica de fora, se arrumou numa velocidade incrível e atendeu quase sem me dar tempo de me cobrir ou ficar numa posição mais decente. Era minha sogra pra dizer que tinham deixado pasta de dente não sei onde e não sei o quê mais, acho que ela tirou a foto na hora mas além disso me viu de passagem enquanto eu me enfiava no banheiro com o sabre. desabado. Quando terminou a conversa, saí do banheiro com vontade de terminar o que começamos, mas a idiota da Laura disse que com o cagaço passou a vontade e que além disso o quarto da mãe era do lado do nosso e iam nos ouvir, então terminei a noite super tarado e ainda com a pica na garganta, pensei em bater uma punheta mas achei totalmente humilhante ter que terminar assim podendo encher ela de porra.
No outro dia às 7:00 acordei todo zumbi, tinha dormido mal, sonhando com tudo, transar mal ou não transar me causa isso! Percebi que todo mundo estava dormindo, que merda, eu ainda tinha o costume de acordar cedo pra ir trabalhar, então fui pra cozinha no térreo, preparei um café e um sanduíche e saí pro quintal pra espairecer na manhã de janeiro.
No fundo estavam a garagem, a churrasqueira e o lavanderia, ouvi barulho então me aproximei pensando no que poderia ser. Passei entre os carros e não vi nada, fui pela churrasqueira e estava como a gente tinha deixado de noite, então fui pro lavanderia, quando vi que o barulho vinha de lá abri a porta devagar pensando no que ia rolar, a primeira coisa que vi enquanto entrava foi minha sogra, vestida com o roupão, de costas pra mim encostada na máquina de lavar enquanto ela centrifugava, falei pra cumprimentar e ela se virou assustada, com uma cara de pânico terrível, logo notei que o roupão estava aberto, a primeira coisa que vi foi uma das tetas operadas dela com aqueles mamilos grandes e duros, ela estava com o cabelo preso e quando olhei mais pra baixo vi que estava usando uma calcinha fio dental branca que virava um triangulinho bem pequeno, pensei na puta que ela era e um calor começou a subir pela minha pica.
Ela me olhava e tapou a boca mas não se cobriu, me disse "shhhh, entra e fecha a porta", como eu não saía do espanto fiz o que ela pediu. Foi então que entendi tudo, a puta estava se apoiando na máquina de lavar porque Ela vibrava e estava se masturbando pra caralho, me pediu pelo amor de Deus que não contasse nada do que tinha visto, começou a chorar e me confessou que já fazia um tempo que as coisas estavam ruins com o namorado e que, desde que Laura e eu começamos, ela sempre me via como um excelente genro, mas que também sentia atração por mim, que tinha uns remorsos enormes porque eu era o namorado da filha dela, que fantasiava comigo, que tomara que ela tivesse a sorte da filha. Me confessou que na noite anterior tinha chegado a me ver semidespido e que sentiu uns ciúmes do caralho, sabia que aquilo era errado e ficou acordada, o marido quis pegar ela e ela sentiu nojo de ser tocada, e cedo, sem fazer barulho, começou a fazer tarefas pra se recompor e disfarçar. Foi aí que ela me abraçou e chorava rios no meu pescoço, o roupão dela estava todo aberto, então senti aqueles peitos colados no meu peito, sentia aqueles bicos através da camiseta, eu tava de pau duro, tava desde o momento em que ela se virou, fazia um tempão que não ficava tão ereto assim, tão duro que até doía porque puxava a pele. Passei meus braços pela cintura dela e por baixo do roupão e puxei ela bem pra perto de mim, aí virei a cabeça e comecei a beijar o pescoço dela, tudo rolou de um jeito natural pra caralho, ela correspondeu na hora e começamos a nos beijar com uma puta tesão, primeiro pensei e me estiquei e passei a chave na porta, quando virei a cabeça ela tinha tirado o roupão, estava só de biquíni, que agora parecia ainda menor. Tirei a camiseta e quando fui me aproximando, ela olhava pro meu volume que até me impressionava, esticou os braços e baixou meu short, devagar, a cabeça começou a aparecer, aí mesmo ela se abaixou, fez um biquinho e começou primeiro a beijar carinhosamente e depois cobriu com os lábios, terminou de baixar o short e se agarrou no tronco, começou a me masturbar enquanto chupava a cabeça. Eu peguei ela pela nuca e comecei a Me movi comendo ela pela boca, tirei e passei pelos lábios dela, a putinha tava adorando, sorria e se agarrava nos peitos.
Ela terminou de tirar meu short, quando fiquei livre, se aproximou pra me beijar na boca e aproveitei pra descer e chupar aqueles peitos que tanto me tiraram o sono, enquanto deslizava minha mão por baixo da biquíni dela, senti que ela tinha a buceta totalmente depilada, igual a filha, do jeito que imaginava. Com meus dedos encontrei aqueles lábios quentes, separei eles e comecei a massagear o clitóris, sentia eles babados, tava super lubrificada, me deu vontade de provar aqueles sucos, então me ajoelhei e, como um desesperado, puxei a biquíni dela de uma vez. Comecei a passar minha língua e meter por todas as dobras daquela buceta divina, ela enquanto isso gemia, mas se segurava, a máquina de lavar já tinha parado de fazer barulho fazia tempo.
Num momento, virei ela, ela entendeu na hora e se inclinou pra frente, me deixando ver aquele Booty dela. Apertei aquelas nádegas com minhas mãos enquanto enfiava o nariz e a língua em todos os lugares que podia, desesperado. Num momento, parei de brincar com elas e as separei pra ter uma visão daquele bum pra qual eu tinha dedicado várias punhetas e que agora via ao vivo e a cores. Era tipo um botãozinho, tava apertado e parecia um asterisco, comecei a lamber ele e, enquanto separava as nádegas pra tentar abrir, me dava muito tesão ver como aos poucos ia se separando, como se fosse um olho me encarando. Num momento, ela parou de gemer e disse: "-Por favor, me come agora, não aguento mais essa tesão, mete logo!!-"
Aí, de pé com ela inclinada, apoiei a cabeça da pica, separei os lábios e comecei a bombar devagar. No começo, parecia que custava a entrar, mesmo estando lubrificada, então ela disse: "-Devagar, que tá puxando um pouco-" Me segurou por um dos pulsos e foi me guiando pra aumentar a intensidade da estocada. No final, entrou toda e senti as nádegas dela. Grudado em mim, comecei a me sacudir com uma vontade danada, como se fosse a primeira vez que eu transasse com uma gostosa.
Ficamos bombando por uns minutos, já não aguentava mais, e quando pensei que ia gozar (não tinha conseguido na noite anterior), ela me fala: "— Vamos trocar, me pega de frente que por trás não chego tão fácil." A gente se jogou no chão em cima do colchão dela e peguei ela na posição do missionário. Logo ela virou e começou a me cavalgar como se estivesse possuída. Eu olhava como os peitos pulavam, os cuidados tinham dado resultado, estavam durinhos. Isso fez com que eu não aguentasse mais e, quase sem dizer nada, soltei o jato de porra. Enfiei bem fundo, pensei que nunca ia acabar de sair, parecia o primeiro orgasmo que eu tinha na vida. Enquanto isso, ela continuava se sacudindo igual uma louca, se esfregando e enfiando, já começava a doer quando ela gozou com um gritinho contido e terminou gemendo no meu ouvido.
Ela se jogou do meu lado, a gente se abraçou e continuou se beijando. A gente continuava super quente, ela começou a me punhetar de novo e meu pau respondeu em minutos. Falei pra ela ficar de quatro e comecei a comer ela de cachorrinho. Ainda tava escorrendo minha porra e fazia um barulho de chapinhar. Enquanto isso, salivei um dedo e comecei a massagear o cu dela. Foi assim que, de pouquinho em pouquinho, fui enfiando. Quando passei a unha, não aguentei mais e tirei o pau na hora e encostei. Comecei a pressionar com a cabeça toda escorregadia pra comer aquele cu que me deixava louco. Nesse momento, senti ela apertar e fechar o cu, e ela falou: "— Agora não, Javi. Faz muito tempo que não faço isso e precisa de mais tempo e carinho. Outra hora você vai ter."
Louco, com a cabeça a mil, voltei a comer ela pela buceta e gozei de novo na hora. Nisso, já tinha passado um bom tempo, então, assim que a gente se recuperou da segunda transa, ela fala: "— Deixa eu te limpar e vamos vestir rápido, com certeza o pessoal vai começar a acordar." Foi assim que, carinhosamente, ela me chupou e me secou com uma toalha que tinha. Combinamos de conversar quando estivéssemos sozinhos, nos beijamos, me vesti e saí com cuidado, olhando pra todo lado. Como não vi ninguém, subi o mais rápido que pude, fui pro quarto e, tentando não fazer barulho, entrei no banheiro pra tomar um banho. A marmota da Laura continuava sem se mexer. Enquanto estava debaixo d'água, não conseguia acreditar no que tinha acontecido comigo. Tudo parecia um sonho, mas era real. Imediatamente fiquei excitado de novo e me masturbei. Dessa vez demorei mais, mas no final gozei de novo no chuveiro. Não conseguia acreditar como aquela mulher me deixava com tesão.
Quando saí, a Laura estava acordando. Não percebeu nada, mas me disse: "Você é maluco, sempre acordando cedo, não muda nunca."
Esse foi o começo da história. Foram duas semanas no balneário. Mais pra frente, talvez eu continue escrevendo.
Chegou janeiro e, enquanto a gente planejava as férias, minha sogra nos convidou pra passar uns dias com eles numa casa que alugaram no balneário. Ela é divorciada e se juntou com um cara que a mima e faz tudo que ela quer. A mulher é fortíssima, 48 anos, cabelo loiro, peitos médios operados — porque, segundo minha namorada, ela não queria que caíssem, mas também não queria que ficasse na cara. Tem uma bunda muito gostosa, nem grande nem chata, principalmente porque não faz nada o dia inteiro: só vive pra academia, salão, spa, massagem, enfim, se cuida pra caralho.
Desde o dia que conheci ela, tive uma vontade doida de comer ela; vivia fantasiando com ela e batendo umas punhetas pensando nela. Mas fazia um tempo que eu me segurava, porque minha namorada me pegou um dia olhando pro decote dela e me encarou, dizendo que eu tava olhando pros peitos da mãe dela e que era melhor eu ficar com ela logo — típico chilique de mina insegura e ciumenta que sabe que a mãe é mais gostosa que ela.
Acontece que a gente chegou. Eles tinham alugado uma casa grande a duas quadras da praia. Também estavam convidadas as duas filhas dele: uma de quinze anos com o namorado e a irmã mais nova. Na minha cabeça, iam ser uns dias de rotina, tranquilos, de praia e sol, e com sorte eu ia conseguir dar uma trepada se a Laura não ficasse com vergonha por causa do barulho — ela já tinha me deixado na mão em outras férias quando meu sogro convidou a gente com a nova esposa.
Laura, minha namorada, é muito parecida com a mãe, mas mais cheinha, tem uma bunda maior e uns lábios carnudos que usa pra me chupar muito bem. Quando a gente começou a namorar, a gente trepava em todo canto, e no primeiro mês ela me deu a buceta — não era virgem, mas tinha pouco uso. Mas fazia um tempo que a rotina tava matando a gente, e eu já não via nem foto. Também tava a Marina, a mina de quinze anos com o namoradinho, ela é toda gostosa, tem uns peitos divinos e uma bunda empinada, é baixinha mas é armada até os dentes. Pra ela, o namoradinho e a irmã tinham dado um quartinho pequeno, enquanto pra gente deram um dos grandes com banheiro incluso.
Naquela noite fizemos um churrasco e ficamos até tarde todo mundo tomando uns vinhos e zoando, um clássico churrasquinho em família; no final da noite ficamos eu, minha sogra e minha mina tomando umas taças de vinho, todo mundo alegrão. Nessa hora, ela soltou a língua e contou que as coisas andavam mais ou menos com o parceiro. A Laura animou ela e deu um consolo, depois fomos dormir alegrões.
Quando fechamos a porta do quarto, comecei a passar a mão na bunda dela e quando ela virou, meti a mão no decote da blusa e tirei um peito pra fora, comecei a chupar um mamilo, ela tem eles grandes e vi que já ficou duro na hora. Ela logo pegou na minha pica, eu tava só de sunga, começou a me bater uma e desceu pra chupar, puxou a pele pra trás devagar e quando a cabecinha apareceu, começou a passar a língua nela enquanto me olhava. Fiquei duro na hora, ali mesmo na beira da cama me abaixei e tirei o short jeans que ela tava, puxei a calcinha fio dental e comecei a passar minha língua naquela buceta depilada que já ficou molhada na hora. Não aguentei mais e comecei a pincelar e depois a meter devagar, nem tinha começado a entrar a cabeça quando bateram na porta do quarto. Tomamos um cagasso do caralho, ela se levantou na hora e me deixou com a pica de fora, se arrumou numa velocidade incrível e atendeu quase sem me dar tempo de me cobrir ou ficar numa posição mais decente. Era minha sogra pra dizer que tinham deixado pasta de dente não sei onde e não sei o quê mais, acho que ela tirou a foto na hora mas além disso me viu de passagem enquanto eu me enfiava no banheiro com o sabre. desabado. Quando terminou a conversa, saí do banheiro com vontade de terminar o que começamos, mas a idiota da Laura disse que com o cagaço passou a vontade e que além disso o quarto da mãe era do lado do nosso e iam nos ouvir, então terminei a noite super tarado e ainda com a pica na garganta, pensei em bater uma punheta mas achei totalmente humilhante ter que terminar assim podendo encher ela de porra.
No outro dia às 7:00 acordei todo zumbi, tinha dormido mal, sonhando com tudo, transar mal ou não transar me causa isso! Percebi que todo mundo estava dormindo, que merda, eu ainda tinha o costume de acordar cedo pra ir trabalhar, então fui pra cozinha no térreo, preparei um café e um sanduíche e saí pro quintal pra espairecer na manhã de janeiro.
No fundo estavam a garagem, a churrasqueira e o lavanderia, ouvi barulho então me aproximei pensando no que poderia ser. Passei entre os carros e não vi nada, fui pela churrasqueira e estava como a gente tinha deixado de noite, então fui pro lavanderia, quando vi que o barulho vinha de lá abri a porta devagar pensando no que ia rolar, a primeira coisa que vi enquanto entrava foi minha sogra, vestida com o roupão, de costas pra mim encostada na máquina de lavar enquanto ela centrifugava, falei pra cumprimentar e ela se virou assustada, com uma cara de pânico terrível, logo notei que o roupão estava aberto, a primeira coisa que vi foi uma das tetas operadas dela com aqueles mamilos grandes e duros, ela estava com o cabelo preso e quando olhei mais pra baixo vi que estava usando uma calcinha fio dental branca que virava um triangulinho bem pequeno, pensei na puta que ela era e um calor começou a subir pela minha pica.
Ela me olhava e tapou a boca mas não se cobriu, me disse "shhhh, entra e fecha a porta", como eu não saía do espanto fiz o que ela pediu. Foi então que entendi tudo, a puta estava se apoiando na máquina de lavar porque Ela vibrava e estava se masturbando pra caralho, me pediu pelo amor de Deus que não contasse nada do que tinha visto, começou a chorar e me confessou que já fazia um tempo que as coisas estavam ruins com o namorado e que, desde que Laura e eu começamos, ela sempre me via como um excelente genro, mas que também sentia atração por mim, que tinha uns remorsos enormes porque eu era o namorado da filha dela, que fantasiava comigo, que tomara que ela tivesse a sorte da filha. Me confessou que na noite anterior tinha chegado a me ver semidespido e que sentiu uns ciúmes do caralho, sabia que aquilo era errado e ficou acordada, o marido quis pegar ela e ela sentiu nojo de ser tocada, e cedo, sem fazer barulho, começou a fazer tarefas pra se recompor e disfarçar. Foi aí que ela me abraçou e chorava rios no meu pescoço, o roupão dela estava todo aberto, então senti aqueles peitos colados no meu peito, sentia aqueles bicos através da camiseta, eu tava de pau duro, tava desde o momento em que ela se virou, fazia um tempão que não ficava tão ereto assim, tão duro que até doía porque puxava a pele. Passei meus braços pela cintura dela e por baixo do roupão e puxei ela bem pra perto de mim, aí virei a cabeça e comecei a beijar o pescoço dela, tudo rolou de um jeito natural pra caralho, ela correspondeu na hora e começamos a nos beijar com uma puta tesão, primeiro pensei e me estiquei e passei a chave na porta, quando virei a cabeça ela tinha tirado o roupão, estava só de biquíni, que agora parecia ainda menor. Tirei a camiseta e quando fui me aproximando, ela olhava pro meu volume que até me impressionava, esticou os braços e baixou meu short, devagar, a cabeça começou a aparecer, aí mesmo ela se abaixou, fez um biquinho e começou primeiro a beijar carinhosamente e depois cobriu com os lábios, terminou de baixar o short e se agarrou no tronco, começou a me masturbar enquanto chupava a cabeça. Eu peguei ela pela nuca e comecei a Me movi comendo ela pela boca, tirei e passei pelos lábios dela, a putinha tava adorando, sorria e se agarrava nos peitos.
Ela terminou de tirar meu short, quando fiquei livre, se aproximou pra me beijar na boca e aproveitei pra descer e chupar aqueles peitos que tanto me tiraram o sono, enquanto deslizava minha mão por baixo da biquíni dela, senti que ela tinha a buceta totalmente depilada, igual a filha, do jeito que imaginava. Com meus dedos encontrei aqueles lábios quentes, separei eles e comecei a massagear o clitóris, sentia eles babados, tava super lubrificada, me deu vontade de provar aqueles sucos, então me ajoelhei e, como um desesperado, puxei a biquíni dela de uma vez. Comecei a passar minha língua e meter por todas as dobras daquela buceta divina, ela enquanto isso gemia, mas se segurava, a máquina de lavar já tinha parado de fazer barulho fazia tempo.
Num momento, virei ela, ela entendeu na hora e se inclinou pra frente, me deixando ver aquele Booty dela. Apertei aquelas nádegas com minhas mãos enquanto enfiava o nariz e a língua em todos os lugares que podia, desesperado. Num momento, parei de brincar com elas e as separei pra ter uma visão daquele bum pra qual eu tinha dedicado várias punhetas e que agora via ao vivo e a cores. Era tipo um botãozinho, tava apertado e parecia um asterisco, comecei a lamber ele e, enquanto separava as nádegas pra tentar abrir, me dava muito tesão ver como aos poucos ia se separando, como se fosse um olho me encarando. Num momento, ela parou de gemer e disse: "-Por favor, me come agora, não aguento mais essa tesão, mete logo!!-"
Aí, de pé com ela inclinada, apoiei a cabeça da pica, separei os lábios e comecei a bombar devagar. No começo, parecia que custava a entrar, mesmo estando lubrificada, então ela disse: "-Devagar, que tá puxando um pouco-" Me segurou por um dos pulsos e foi me guiando pra aumentar a intensidade da estocada. No final, entrou toda e senti as nádegas dela. Grudado em mim, comecei a me sacudir com uma vontade danada, como se fosse a primeira vez que eu transasse com uma gostosa.
Ficamos bombando por uns minutos, já não aguentava mais, e quando pensei que ia gozar (não tinha conseguido na noite anterior), ela me fala: "— Vamos trocar, me pega de frente que por trás não chego tão fácil." A gente se jogou no chão em cima do colchão dela e peguei ela na posição do missionário. Logo ela virou e começou a me cavalgar como se estivesse possuída. Eu olhava como os peitos pulavam, os cuidados tinham dado resultado, estavam durinhos. Isso fez com que eu não aguentasse mais e, quase sem dizer nada, soltei o jato de porra. Enfiei bem fundo, pensei que nunca ia acabar de sair, parecia o primeiro orgasmo que eu tinha na vida. Enquanto isso, ela continuava se sacudindo igual uma louca, se esfregando e enfiando, já começava a doer quando ela gozou com um gritinho contido e terminou gemendo no meu ouvido.
Ela se jogou do meu lado, a gente se abraçou e continuou se beijando. A gente continuava super quente, ela começou a me punhetar de novo e meu pau respondeu em minutos. Falei pra ela ficar de quatro e comecei a comer ela de cachorrinho. Ainda tava escorrendo minha porra e fazia um barulho de chapinhar. Enquanto isso, salivei um dedo e comecei a massagear o cu dela. Foi assim que, de pouquinho em pouquinho, fui enfiando. Quando passei a unha, não aguentei mais e tirei o pau na hora e encostei. Comecei a pressionar com a cabeça toda escorregadia pra comer aquele cu que me deixava louco. Nesse momento, senti ela apertar e fechar o cu, e ela falou: "— Agora não, Javi. Faz muito tempo que não faço isso e precisa de mais tempo e carinho. Outra hora você vai ter."
Louco, com a cabeça a mil, voltei a comer ela pela buceta e gozei de novo na hora. Nisso, já tinha passado um bom tempo, então, assim que a gente se recuperou da segunda transa, ela fala: "— Deixa eu te limpar e vamos vestir rápido, com certeza o pessoal vai começar a acordar." Foi assim que, carinhosamente, ela me chupou e me secou com uma toalha que tinha. Combinamos de conversar quando estivéssemos sozinhos, nos beijamos, me vesti e saí com cuidado, olhando pra todo lado. Como não vi ninguém, subi o mais rápido que pude, fui pro quarto e, tentando não fazer barulho, entrei no banheiro pra tomar um banho. A marmota da Laura continuava sem se mexer. Enquanto estava debaixo d'água, não conseguia acreditar no que tinha acontecido comigo. Tudo parecia um sonho, mas era real. Imediatamente fiquei excitado de novo e me masturbei. Dessa vez demorei mais, mas no final gozei de novo no chuveiro. Não conseguia acreditar como aquela mulher me deixava com tesão.
Quando saí, a Laura estava acordando. Não percebeu nada, mas me disse: "Você é maluco, sempre acordando cedo, não muda nunca."
Esse foi o começo da história. Foram duas semanas no balneário. Mais pra frente, talvez eu continue escrevendo.
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