continuando o relato...
Ainda tava rodando na minha cabeça a última conversa telefônica que tive com a santinha, umas 10 da noite, tentando convencer ela a passar aqui no meu apê e dormir comigo. Obviamente, o cara já tava instalado com ela, então ela disse que não podia, que tava preparando uma prova muito difícil e pesada (claro, devia tar massageando a pica dura do filho da puta naquele momento). Ofereci ir buscá-la, prometi não tocar nela e deixar ela estudar, aquelas coisas típicas de apaixonado, que só me bastava saber que ela tava do meu lado, e outras besteiras comuns de otário punheteiro, etc etc. Ela, como a safada que era, uma a uma devolvia minhas bolas, e disse: “Tuti (era assim que ela me chamava, fazendo o papel de amante fiel e carinhosa, e eu, como bom idiota, chamava ela de mommy, sim, escrevia bilhetinhos de love com y e falava assim na intimidade, um baita punheteiro... o macho que nunca fez isso que levante a mão), te prometo que no fim de semana serei toda sua” (que filha da puta, depois de trepar com o cara até se esgotar é que ia me dar atenção, a mina tinha agenda).
Mil pensamentos giravam na minha cabeça, você começa a calcular quando aconteceu, o que fez de errado, quando deu motivo, que porra fez pra ela te chifrar... e aí as fichas começam a cair, fazia três meses que eu notava ela diferente, menos sexo, não sei explicar direito, não sei se muitos já passaram por isso, quando a gostosa te trai várias vezes, a pele delas entrega quando tão trepando... mas naquele momento, cara, eu relevava porque a vontade de meter era maior, mas tinha notado sim que quando eu chupava o cuzinho dela, ela demorava pra ficar molhada como antes, que antes era um geiser de fluidos que encharcava minha boca... notava ela distraída, como se pensasse em outra coisa... eram menos as noites que ela dormia comigo no meu apê, saía com as amigas duas ou três vezes por semana (isso ela me contava), já não era só quarta-feira das meninas. Mas eu, otário confiante, sabia que a Santa era linda, fiel e cumpridora… só pra esclarecer, essa experiência me serviu pra todos os relacionamentos que tive depois, porque as atitudes são sempre iguais em todos os infiéis, especialmente nas mulheres quando misturam sentimentos, o que acontece na maioria dos casos.
Ficava pensando em silêncio, olhando o fundo da xícara: “e daqui a um mês vou ficar noivo dessa puta”… dando um anel pra ela. Ia me custar os olhos da cara…” na frente dos meus pais e dos dela, mais os parentes (sim, eu sei, sou um romântico otário, que acreditou em todos os filmes americanos de amor, o tipo que se ajoelha, que chora, era assim que eu era, era minha fantasia, o que vocês querem que eu faça?). Mas como eu disse, a segunda coisa clara era me vingar… o problema era… como? Daqui a um mês a gente ia ficar noivo e ainda era aniversário dela… a data seria boa… dar um pé na bunda dela no aniversário… contar tudo que eu sabia e tchau… mas seria rápido demais pra ela e eu ia ficar com a raiva da chifrada, tinha que humilhar ela pra doer também… mas de novo: como? O que doeria o suficiente pra ela se sentir humilhada? E pensando, pensando… me veio uma ideia que ia me dar prazer e cumprir o objetivo de humilhar ela: eu ia comer a Mariela e tirar fotos ou alguma prova… claro que ainda não sabia o nível de putaria que essa “amiga” tinha.
Com o tempo apertando, botei a mão na massa… o mais difícil foi manter a aparência diante da santinha da Nati, tenho que admitir que sou um filho da puta de sangue frio, apesar da dor que eu sentia por dentro, o plano de vingança me esfriou e me impediu de fazer algo que me entregasse antes de realizá-lo, reconheço que sou metódico e disciplinado nisso… um cara estruturado com um plano… hahaha (essa habilidade de lidar com as situações me serviu na vida profissional, já comi mais de um pilantra).
O primeiro passo: seduzir a Mariela, comer ela e conseguir provas. E nisso botei a mão na massa, lembrem que o tempo tava curto. Numa quinta-feira, por volta das... Tarde, uns dias depois que minha santa namorada terminou comigo pela enésima vez com a desculpa do estudo, óbvio que eu tava numa esquina vendo os movimentos do prédio da minha mina. E adivinha? Umas 20, 30 pessoas, quem cai? Quem ia ser? O tal do Flaco Bull... e quem desce pra abrir a porta? Pois é, minha “estudiosa namoradinha”, especialista em chupar pica naquela altura, ou sempre foi, e me fazia de otário, kkkk.
Aí botei o plano em ação, me fazendo de desesperado e fui pro apê da Mariela. Chamei no interfone, por sorte ela tava, e sozinha, parecia que não tinha macho aquela noite. Escutei a voz sensual dela, vou avisar: era meio rouca, de bandida, mas com um tom agudo na medida, mostrando a feminilidade dela sem dúvida... Ouvir ela gozar era algo que eu descobriria depois, e era um áudio de glória e prazer pros ouvidos de quem enfiasse a pica enquanto ela cavalgava... Juro que dava vontade de gozar só de ouvir ela. “Oi, quem é?” ela disse. “Desculpa, Mariela, sou eu: J.” “Ah, oi, o que você quer? São quase dez da noite.” “É, desculpa, mas queria falar com você”, falei com tom de desespero. “É sobre a Nati...”
Isso foi o suficiente pra ouvir a merda do barulho, empurrar e a porta do prédio abrir. Peguei o elevador até o quinto andar e na porta C bati... Ela abriu, essa mina, só com uma camiseta branca grande, que dava pra ver duas coisas: os peitos soltos sem sutiã, com os bicos duros que pareciam querer te penetrar, e uma calcinha fio dental preta de renda que rachava a Terra. Minhas bolas encheram e minha pica começou a pressionar a calça, pedindo passagem... Não dava pra ser mais gostosa essa puta. Ela me viu totalmente paralisado pela visão do corpo dela, e com meio sorriso falou: “Vamos, entra ou quer ficar de plantão na entrada, kkkk?” riu a sem-vergonha. Mas bem que ela deu uma olhada no volume que tinha formado... E podia ser minha excitação, mas juro que vi ela passar a língua no canto dos lábios... Mas não posso afirmar, porque eu já tava louco de tesão só de ver ela e pelo plano. que eu tinha pra ela… então pode ser parte da minha alucinação do momento.
“Quer um café?” ela me disse. “Falei, aceito”, e eu me animei. Antes que ela se levantasse pra cozinha, falei: “Desculpa, mas melhor a gente tomar algo mais forte, porque tem uma coisa que preciso te contar e me sentiria melhor, preciso de um gole que arranhe”. Ela, nessa de velha festeira, ficou pensativa, como analisando o que seria que eu tinha. Foi até uma estante e gritou que tinha um pouco de álcool: “Quer um rum, vodka ou uísque?” ela ofereceu, completando: “É o que tenho, bebê”. Terminou de um jeito que me deixou pensando se essa puta já não me tinha como alvo há um tempão… com certeza as conversas de sexo não eram por acaso, nem as visitas ao meu apê com minha namorada várias vezes, ou os roçados em certas ocasiões, ou os descuidos que deixavam ver os peitos dela… mas antes eu levava na boa, como se ela fosse uma pessoa liberal e, por isso, distraída, mente aberta (minto, na real eu pensava que essa puta não consegue ficar sem se exibir, hahaha).
Serviu duas taças, dizendo: “Pelo visto é coisa séria, então vou te acompanhar nas penas”… sim, e espero que você possa me ajudar… aí me soltei com a história dos últimos quatro meses, claro, acrescentando que a Nati era bem pacata e que mais de uma vez me deixava insatisfeito, mas que com o amor eu achava que tudo ia dar certo… Comecei a servir outra dose, claro, controlando o que bebia, não era um grande bebedor naquela época.
Conforme os tragos faziam efeito na puta gostosa, as confissões e o álcool soltaram a língua da filha da puta da Mariela, que não perdeu oportunidade de perguntar sobre coisas de sexo, coisa que adorei, me alongando explicando posições, as coisas que ela não me dava. Aproveitei pra dizer que chupando a pica era só um 4, a Nati, que por questões religiosas não se soltava nada e era bem reprimida na intimidade. E a Mariela disse algo que me surpreendeu: “Pô, mais de uma vez falei pra ela que era uma provocadora”. pau… mas que se cagava de medo de puxar a bombilla kkkk”, vendo minha cara a putinha se calou, mas insisti pra ela me contar, “bom, ela disse, mas isso fica entre a gente, né?” “claro, respondi”
“…Olha J., eu gosto de você, você é um maluco gente boa, tem um coração bom, mas sua namorada é uma piranha que você nem imagina” ela adora esquentar os caras e deixar eles de pau duro” eu não saía do meu espanto e ela continuou “ela adorava nos baladas se esfregar nos caras que dançava ou deixar passar a mão na bunda e deixar eles cheios de tesão na pista” eu não podia acreditar no que ouvia, minha santa namorada. A mãe dos meus filhos, era uma gostosa de dar medo..
“Vou te contar mais, mais de uma vez ela me fez ficar molhada quando me contava como você comia ela e chupava a buceta dela e como ela adorava te negar o cu” “acho que ela sabia disso e adorava me deixar assim” te falei J. que sua namoradinha é uma esquentadora de pau, esse é o tesão dela. Mais à vontade e por causa do álcool nela mais forte, contei a traição… tudo que sabia.. e chorei fazendo um papel que teria me rendido o Oscar kkkk… ela não se abalou e disse, “não devia te contar, mas você é um cara legal e ela é minha ‘amiga’” “(sim, como todas as mulheres até aparecer uma pica que elas disputam kkkk)” “… mas sim, é verdade, há um mês encontrei ela com um cara de agronomia que conhecemos numa saída há 4 meses…” achei que ela ia só fazer o que sempre fazia, esquentava eles e largava” mas dessa vez foi diferente, vi o cara enfiando a língua nela no meio da pista e tenho certeza que ele bateu uma pra ela num canto ou meteu nela” desde aí começou tudo, por isso, faz uns dois meses e meio, você sabe que tenho a chave dela, e achando que o apê ia estar vazio, vou com um cara transar e quando entro vejo sua namoradinha pelada sendo comida pelo cara…” Não sabia onde me enfiar, ela pediu obviamente pra não contar isso e tive que ir embora, mas longe de o cara ir, ele comeu ela a noite toda.
Já nada me afetava, mas fingi que só tava sabendo daquela garota era minha namoradinha, fiz o chorão, ela se levantou e me abraçou… e juro que senti os peitos dela bem duros furando meu peito com os mamilos… ai que prazer… vendo que eu não largava, ela também não, sinto os lábios dela me darem um beijo na testa… e devo dizer que não foi habilidade minha, mas sim que ela já queria me comer há um tempão… levantei a cabeça e rocei os lábios dela com os meus, e ela, longe de se afastar, os abriu, e aí foi o desbunde…
Com certeza o álcool, a intimidade e o que descobri depois é que a Mariela estava de olho em mim desde o primeiro dia que me viu com a Nati… só que nunca tinha rolado e no fim achava que eu era muito otário kkkk isso me serviu de lição, não tem descuido involuntário nem roçada distraída, nem olhar casual etc… agora aprendi bem…
Quando me dei conta, ela já estava afrouxando o cinto do meu jeans e tirando meu pau… tenho que admitir que a Mariela era super experiente em chupar pica, passava a língua desde as bolas até a cabeça do pau… enchia o pau de saliva e eu gozava pra caralho… enfiava meus 18 cm de carne até a garganta, mais de uma vez eu segurava a cabeça dela e enfiava até ela engasgar, e quase gozei na boca dela… puxei aquela boca carnuda de mamadora profissional pra trás, levantei ela e num puxão tirei a camiseta, mostrando aqueles peitos lindos de 110, me dediquei a chupar aquelas tetonas e juro, aqueles mamilos pareciam parafuso de roda de caminhão, que prazer chupá-los e ver a cara de puta que a Mariela fazia. Com uma mão meti dentro da calcinha fio dental e rocei a racha que já estava escorrendo sucos, a cara dela tinha expressão de puta safada, só vi isso em alguns pornôs pesados europeus, aquela cara vai me acompanhar pelo resto dos meus dias…
Ela, sozinha de tanto tesão, num tapa tirou a calcinha fio dental e me fez sentar na cadeira… sem avisar, enfiou meu pau de uma vez só me olhando nos olhos e enlaçando meu pescoço com os braços… a sensação dessa buceta suculenta… descendo pelo meu pau, me fez elevar aos céus… que delícia, sentir o chacoalhar dos sucos saindo produto das investidas que essa filha da puta me dava…. Aproveitei pra agarrar as nádegas dela com minhas mãos e, de maneira safada, meter um dedo no cu dela… só ouvi um gemido suave e a voz poderosa dela dizendo continua, continua, não goza ainda, por favor……..mmmmmmmmmmmmmm que gostoso, me come J mmmmmmmmmmmmm sim, me come J, faz comigo o que a puta da sua namorada não deixa mmmmmmmmmmmmmmm siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii e ela soltou um forte ahhhhhhhhhhhhhhhhhh
E sem que uma palavra fosse dita, senti um jorro descendo pelo meu pau e pelas minhas pernas, a puta fechava as pernas e me apertava forte.. Os sucos saíam como uma fonte… ela teve um orgasmo explosivo delicioso, aproveitei o estado dela pra levantá-la, tirei minha camiseta e minha calça, fiz ela se apoiar na mesa e comecei a meter por trás, a buceta pulsava e escorria sucos, o ambiente tinha ficado cheiro de sexo, ufffffffff que gostosa essa puta, enquanto ela só gritava DESENCAIXADA …siiiiiiiiiiiii mais, mais, vai, me dá mais bebê, mas devagar, que não aguento mais, filho da puta ……..ahhhhhhh siiiiiiiiiiiiiii siiiiiiii… mais e, novamente, com quase um grito agudo, ela gozou aggggggggghhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhgggggggggggg.
Os gritos devem ter acordado os vizinhos hahaha, com certeza…. Eu já não conseguia me controlar, o tesão de comer uma mulher tão gostosa e saber que era parte da minha vingança que estava dando certo, senti como nunca descarregando quatro jorros longos, nunca tinha gozado daquele jeito… uuuuuuuuuuuuuuuffffffffffffffffffffff mmmmmmmmmmmmmmm não sei como traduzir a língua que essa filha da puta me fez gozar, parecia um pré-histórico grunhindo de prazer, meu pau duro e a porra saindo, Mariela se abaixou e começou a chupar como se estivesse possuída, por favor, que língua de sabre, não conseguia ficar de pé diante de uma mamada daquelas, só sei que me mexi e me deixei cair na cadeira de novo… e ela nem um nem dois, enfiei a pica dessa vez de costas pra mim... assim montei na pica ainda meio dura e se tocando a buceta com dois dedos, gozou pela terceira vez... sentindo quando saiu do pau molhado os peidos que soltava pela buceta... resultado da velocidade da cavalgada, se jogou no chão, abriu as pernas pra arejar aquela buceta deliciosa com uns pelinhos ralos que davam um toque especial àquela gruta gostosa e segurando a cabeça como tentando se acalmar... me olhou.
E me disse: "fazia tempo que não gozava assim... que puta foda gostosa você me deu... quero mais... a trouxa da sua namorada não sabe o que perde, ah e pra sua informação o cara tem a pica menor hahaha" dizia a filha da puta sabendo que ia inflar meu ego. Agora tinha que satisfazer de novo essa puta insaciável e com certeza já podia encaixá-la nos meus planos de vingança...
Mas isso fica pra continuação
Fim da Segunda Parte
Ainda tava rodando na minha cabeça a última conversa telefônica que tive com a santinha, umas 10 da noite, tentando convencer ela a passar aqui no meu apê e dormir comigo. Obviamente, o cara já tava instalado com ela, então ela disse que não podia, que tava preparando uma prova muito difícil e pesada (claro, devia tar massageando a pica dura do filho da puta naquele momento). Ofereci ir buscá-la, prometi não tocar nela e deixar ela estudar, aquelas coisas típicas de apaixonado, que só me bastava saber que ela tava do meu lado, e outras besteiras comuns de otário punheteiro, etc etc. Ela, como a safada que era, uma a uma devolvia minhas bolas, e disse: “Tuti (era assim que ela me chamava, fazendo o papel de amante fiel e carinhosa, e eu, como bom idiota, chamava ela de mommy, sim, escrevia bilhetinhos de love com y e falava assim na intimidade, um baita punheteiro... o macho que nunca fez isso que levante a mão), te prometo que no fim de semana serei toda sua” (que filha da puta, depois de trepar com o cara até se esgotar é que ia me dar atenção, a mina tinha agenda).
Mil pensamentos giravam na minha cabeça, você começa a calcular quando aconteceu, o que fez de errado, quando deu motivo, que porra fez pra ela te chifrar... e aí as fichas começam a cair, fazia três meses que eu notava ela diferente, menos sexo, não sei explicar direito, não sei se muitos já passaram por isso, quando a gostosa te trai várias vezes, a pele delas entrega quando tão trepando... mas naquele momento, cara, eu relevava porque a vontade de meter era maior, mas tinha notado sim que quando eu chupava o cuzinho dela, ela demorava pra ficar molhada como antes, que antes era um geiser de fluidos que encharcava minha boca... notava ela distraída, como se pensasse em outra coisa... eram menos as noites que ela dormia comigo no meu apê, saía com as amigas duas ou três vezes por semana (isso ela me contava), já não era só quarta-feira das meninas. Mas eu, otário confiante, sabia que a Santa era linda, fiel e cumpridora… só pra esclarecer, essa experiência me serviu pra todos os relacionamentos que tive depois, porque as atitudes são sempre iguais em todos os infiéis, especialmente nas mulheres quando misturam sentimentos, o que acontece na maioria dos casos.
Ficava pensando em silêncio, olhando o fundo da xícara: “e daqui a um mês vou ficar noivo dessa puta”… dando um anel pra ela. Ia me custar os olhos da cara…” na frente dos meus pais e dos dela, mais os parentes (sim, eu sei, sou um romântico otário, que acreditou em todos os filmes americanos de amor, o tipo que se ajoelha, que chora, era assim que eu era, era minha fantasia, o que vocês querem que eu faça?). Mas como eu disse, a segunda coisa clara era me vingar… o problema era… como? Daqui a um mês a gente ia ficar noivo e ainda era aniversário dela… a data seria boa… dar um pé na bunda dela no aniversário… contar tudo que eu sabia e tchau… mas seria rápido demais pra ela e eu ia ficar com a raiva da chifrada, tinha que humilhar ela pra doer também… mas de novo: como? O que doeria o suficiente pra ela se sentir humilhada? E pensando, pensando… me veio uma ideia que ia me dar prazer e cumprir o objetivo de humilhar ela: eu ia comer a Mariela e tirar fotos ou alguma prova… claro que ainda não sabia o nível de putaria que essa “amiga” tinha.
Com o tempo apertando, botei a mão na massa… o mais difícil foi manter a aparência diante da santinha da Nati, tenho que admitir que sou um filho da puta de sangue frio, apesar da dor que eu sentia por dentro, o plano de vingança me esfriou e me impediu de fazer algo que me entregasse antes de realizá-lo, reconheço que sou metódico e disciplinado nisso… um cara estruturado com um plano… hahaha (essa habilidade de lidar com as situações me serviu na vida profissional, já comi mais de um pilantra).
O primeiro passo: seduzir a Mariela, comer ela e conseguir provas. E nisso botei a mão na massa, lembrem que o tempo tava curto. Numa quinta-feira, por volta das... Tarde, uns dias depois que minha santa namorada terminou comigo pela enésima vez com a desculpa do estudo, óbvio que eu tava numa esquina vendo os movimentos do prédio da minha mina. E adivinha? Umas 20, 30 pessoas, quem cai? Quem ia ser? O tal do Flaco Bull... e quem desce pra abrir a porta? Pois é, minha “estudiosa namoradinha”, especialista em chupar pica naquela altura, ou sempre foi, e me fazia de otário, kkkk.
Aí botei o plano em ação, me fazendo de desesperado e fui pro apê da Mariela. Chamei no interfone, por sorte ela tava, e sozinha, parecia que não tinha macho aquela noite. Escutei a voz sensual dela, vou avisar: era meio rouca, de bandida, mas com um tom agudo na medida, mostrando a feminilidade dela sem dúvida... Ouvir ela gozar era algo que eu descobriria depois, e era um áudio de glória e prazer pros ouvidos de quem enfiasse a pica enquanto ela cavalgava... Juro que dava vontade de gozar só de ouvir ela. “Oi, quem é?” ela disse. “Desculpa, Mariela, sou eu: J.” “Ah, oi, o que você quer? São quase dez da noite.” “É, desculpa, mas queria falar com você”, falei com tom de desespero. “É sobre a Nati...”
Isso foi o suficiente pra ouvir a merda do barulho, empurrar e a porta do prédio abrir. Peguei o elevador até o quinto andar e na porta C bati... Ela abriu, essa mina, só com uma camiseta branca grande, que dava pra ver duas coisas: os peitos soltos sem sutiã, com os bicos duros que pareciam querer te penetrar, e uma calcinha fio dental preta de renda que rachava a Terra. Minhas bolas encheram e minha pica começou a pressionar a calça, pedindo passagem... Não dava pra ser mais gostosa essa puta. Ela me viu totalmente paralisado pela visão do corpo dela, e com meio sorriso falou: “Vamos, entra ou quer ficar de plantão na entrada, kkkk?” riu a sem-vergonha. Mas bem que ela deu uma olhada no volume que tinha formado... E podia ser minha excitação, mas juro que vi ela passar a língua no canto dos lábios... Mas não posso afirmar, porque eu já tava louco de tesão só de ver ela e pelo plano. que eu tinha pra ela… então pode ser parte da minha alucinação do momento.
“Quer um café?” ela me disse. “Falei, aceito”, e eu me animei. Antes que ela se levantasse pra cozinha, falei: “Desculpa, mas melhor a gente tomar algo mais forte, porque tem uma coisa que preciso te contar e me sentiria melhor, preciso de um gole que arranhe”. Ela, nessa de velha festeira, ficou pensativa, como analisando o que seria que eu tinha. Foi até uma estante e gritou que tinha um pouco de álcool: “Quer um rum, vodka ou uísque?” ela ofereceu, completando: “É o que tenho, bebê”. Terminou de um jeito que me deixou pensando se essa puta já não me tinha como alvo há um tempão… com certeza as conversas de sexo não eram por acaso, nem as visitas ao meu apê com minha namorada várias vezes, ou os roçados em certas ocasiões, ou os descuidos que deixavam ver os peitos dela… mas antes eu levava na boa, como se ela fosse uma pessoa liberal e, por isso, distraída, mente aberta (minto, na real eu pensava que essa puta não consegue ficar sem se exibir, hahaha).
Serviu duas taças, dizendo: “Pelo visto é coisa séria, então vou te acompanhar nas penas”… sim, e espero que você possa me ajudar… aí me soltei com a história dos últimos quatro meses, claro, acrescentando que a Nati era bem pacata e que mais de uma vez me deixava insatisfeito, mas que com o amor eu achava que tudo ia dar certo… Comecei a servir outra dose, claro, controlando o que bebia, não era um grande bebedor naquela época.
Conforme os tragos faziam efeito na puta gostosa, as confissões e o álcool soltaram a língua da filha da puta da Mariela, que não perdeu oportunidade de perguntar sobre coisas de sexo, coisa que adorei, me alongando explicando posições, as coisas que ela não me dava. Aproveitei pra dizer que chupando a pica era só um 4, a Nati, que por questões religiosas não se soltava nada e era bem reprimida na intimidade. E a Mariela disse algo que me surpreendeu: “Pô, mais de uma vez falei pra ela que era uma provocadora”. pau… mas que se cagava de medo de puxar a bombilla kkkk”, vendo minha cara a putinha se calou, mas insisti pra ela me contar, “bom, ela disse, mas isso fica entre a gente, né?” “claro, respondi”
“…Olha J., eu gosto de você, você é um maluco gente boa, tem um coração bom, mas sua namorada é uma piranha que você nem imagina” ela adora esquentar os caras e deixar eles de pau duro” eu não saía do meu espanto e ela continuou “ela adorava nos baladas se esfregar nos caras que dançava ou deixar passar a mão na bunda e deixar eles cheios de tesão na pista” eu não podia acreditar no que ouvia, minha santa namorada. A mãe dos meus filhos, era uma gostosa de dar medo..
“Vou te contar mais, mais de uma vez ela me fez ficar molhada quando me contava como você comia ela e chupava a buceta dela e como ela adorava te negar o cu” “acho que ela sabia disso e adorava me deixar assim” te falei J. que sua namoradinha é uma esquentadora de pau, esse é o tesão dela. Mais à vontade e por causa do álcool nela mais forte, contei a traição… tudo que sabia.. e chorei fazendo um papel que teria me rendido o Oscar kkkk… ela não se abalou e disse, “não devia te contar, mas você é um cara legal e ela é minha ‘amiga’” “(sim, como todas as mulheres até aparecer uma pica que elas disputam kkkk)” “… mas sim, é verdade, há um mês encontrei ela com um cara de agronomia que conhecemos numa saída há 4 meses…” achei que ela ia só fazer o que sempre fazia, esquentava eles e largava” mas dessa vez foi diferente, vi o cara enfiando a língua nela no meio da pista e tenho certeza que ele bateu uma pra ela num canto ou meteu nela” desde aí começou tudo, por isso, faz uns dois meses e meio, você sabe que tenho a chave dela, e achando que o apê ia estar vazio, vou com um cara transar e quando entro vejo sua namoradinha pelada sendo comida pelo cara…” Não sabia onde me enfiar, ela pediu obviamente pra não contar isso e tive que ir embora, mas longe de o cara ir, ele comeu ela a noite toda.
Já nada me afetava, mas fingi que só tava sabendo daquela garota era minha namoradinha, fiz o chorão, ela se levantou e me abraçou… e juro que senti os peitos dela bem duros furando meu peito com os mamilos… ai que prazer… vendo que eu não largava, ela também não, sinto os lábios dela me darem um beijo na testa… e devo dizer que não foi habilidade minha, mas sim que ela já queria me comer há um tempão… levantei a cabeça e rocei os lábios dela com os meus, e ela, longe de se afastar, os abriu, e aí foi o desbunde…
Com certeza o álcool, a intimidade e o que descobri depois é que a Mariela estava de olho em mim desde o primeiro dia que me viu com a Nati… só que nunca tinha rolado e no fim achava que eu era muito otário kkkk isso me serviu de lição, não tem descuido involuntário nem roçada distraída, nem olhar casual etc… agora aprendi bem…
Quando me dei conta, ela já estava afrouxando o cinto do meu jeans e tirando meu pau… tenho que admitir que a Mariela era super experiente em chupar pica, passava a língua desde as bolas até a cabeça do pau… enchia o pau de saliva e eu gozava pra caralho… enfiava meus 18 cm de carne até a garganta, mais de uma vez eu segurava a cabeça dela e enfiava até ela engasgar, e quase gozei na boca dela… puxei aquela boca carnuda de mamadora profissional pra trás, levantei ela e num puxão tirei a camiseta, mostrando aqueles peitos lindos de 110, me dediquei a chupar aquelas tetonas e juro, aqueles mamilos pareciam parafuso de roda de caminhão, que prazer chupá-los e ver a cara de puta que a Mariela fazia. Com uma mão meti dentro da calcinha fio dental e rocei a racha que já estava escorrendo sucos, a cara dela tinha expressão de puta safada, só vi isso em alguns pornôs pesados europeus, aquela cara vai me acompanhar pelo resto dos meus dias…
Ela, sozinha de tanto tesão, num tapa tirou a calcinha fio dental e me fez sentar na cadeira… sem avisar, enfiou meu pau de uma vez só me olhando nos olhos e enlaçando meu pescoço com os braços… a sensação dessa buceta suculenta… descendo pelo meu pau, me fez elevar aos céus… que delícia, sentir o chacoalhar dos sucos saindo produto das investidas que essa filha da puta me dava…. Aproveitei pra agarrar as nádegas dela com minhas mãos e, de maneira safada, meter um dedo no cu dela… só ouvi um gemido suave e a voz poderosa dela dizendo continua, continua, não goza ainda, por favor……..mmmmmmmmmmmmmm que gostoso, me come J mmmmmmmmmmmmm sim, me come J, faz comigo o que a puta da sua namorada não deixa mmmmmmmmmmmmmmm siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii e ela soltou um forte ahhhhhhhhhhhhhhhhhh
E sem que uma palavra fosse dita, senti um jorro descendo pelo meu pau e pelas minhas pernas, a puta fechava as pernas e me apertava forte.. Os sucos saíam como uma fonte… ela teve um orgasmo explosivo delicioso, aproveitei o estado dela pra levantá-la, tirei minha camiseta e minha calça, fiz ela se apoiar na mesa e comecei a meter por trás, a buceta pulsava e escorria sucos, o ambiente tinha ficado cheiro de sexo, ufffffffff que gostosa essa puta, enquanto ela só gritava DESENCAIXADA …siiiiiiiiiiiii mais, mais, vai, me dá mais bebê, mas devagar, que não aguento mais, filho da puta ……..ahhhhhhh siiiiiiiiiiiiiii siiiiiiii… mais e, novamente, com quase um grito agudo, ela gozou aggggggggghhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhgggggggggggg.
Os gritos devem ter acordado os vizinhos hahaha, com certeza…. Eu já não conseguia me controlar, o tesão de comer uma mulher tão gostosa e saber que era parte da minha vingança que estava dando certo, senti como nunca descarregando quatro jorros longos, nunca tinha gozado daquele jeito… uuuuuuuuuuuuuuuffffffffffffffffffffff mmmmmmmmmmmmmmm não sei como traduzir a língua que essa filha da puta me fez gozar, parecia um pré-histórico grunhindo de prazer, meu pau duro e a porra saindo, Mariela se abaixou e começou a chupar como se estivesse possuída, por favor, que língua de sabre, não conseguia ficar de pé diante de uma mamada daquelas, só sei que me mexi e me deixei cair na cadeira de novo… e ela nem um nem dois, enfiei a pica dessa vez de costas pra mim... assim montei na pica ainda meio dura e se tocando a buceta com dois dedos, gozou pela terceira vez... sentindo quando saiu do pau molhado os peidos que soltava pela buceta... resultado da velocidade da cavalgada, se jogou no chão, abriu as pernas pra arejar aquela buceta deliciosa com uns pelinhos ralos que davam um toque especial àquela gruta gostosa e segurando a cabeça como tentando se acalmar... me olhou.
E me disse: "fazia tempo que não gozava assim... que puta foda gostosa você me deu... quero mais... a trouxa da sua namorada não sabe o que perde, ah e pra sua informação o cara tem a pica menor hahaha" dizia a filha da puta sabendo que ia inflar meu ego. Agora tinha que satisfazer de novo essa puta insaciável e com certeza já podia encaixá-la nos meus planos de vingança...
Mas isso fica pra continuação
Fim da Segunda Parte
15 comentários - Quem faz, paga… (2)
Espero a ver cómo sigue.... sino me encaro a tu amiguita...ja!!