Claudia é uma puta vingativa 74
Uma noite depois do jantar, a gente tava transando gostoso na cama, ela parou de se mexer e veio no meu ouvido.
— Liguei pro Jorge… meu ex… ele sempre enchia o saco com a história dos peitos… naquela época era menos comum e mais arriscado…
— Mas você tava puta com ele…
— Mas agora tô com tesão… a ideia me excita… acho que ele vai pirar de tesão… igual você pira… e vai ficar rendido pra mim… quero curtir aquele filho da puta… saborear ele… espremer a pica dele…
— Ele sabe que você teve outro filho…
— Óbvio… a primeira coisa que contei… pra ele sofrer… e depois de toda a conversa, senti ele excitado… ainda mais que ele vai casar com a noiva… falei que podia ser o presente de casamento dele…
— Que puta que você é…
— Sim, muito puta… mas sua agora… compartilhada, mas sua… cê gosta, meu amor?
— Não quero que você fique com ninguém…
— Que pena, meu bem…
— E por que você não diz não?
— Porque adoro dizer sim… quando me tratam bem… gosto de agradar os homens… satisfazer eles… curtir eles… que me deem todo o leite deles…
— Te amo, sua puta…
— E faz bem…
A gente transou quase a noite toda, parando pra se acariciar, eu gozei só uma vez. Depois dormimos. No sábado, o Jorge vinha em casa. A Lucía e o noivo jantavam com a gente, ela queria que o Jorge conhecesse ele, já que tava todo mundo junto.
A Claudia vestiu um vestido curto e decotado. Tava uma delícia, quando o noivo da Lucía chegou, tava morrendo de tesão, todo vermelho. Daí a pouco chegou o Jorge, quando viu a Claudia, o rosto dele acendeu. Mas como a Lucía e o noivo estavam lá, não falou nada. Foi conhecer o Nicolas. A Nerea tava na casa dos avós. O jantar foi tranquilo, depois de comer a Lucía foi embora com o noivo. O Jorge comentou que ele parecia meio bocó, que a filha dele merecia coisa melhor. Quando o Nicolas dormiu, a Claudia mandou ele sentar no sofá da sala e dançou erótico pra ele. No final da dança, pegou as alças do vestido e desceu devagar, sensual, soltando os peitos.
— Cê gosta…?
— Chega mais… — a Claudia andou devagar na direção dele. Ele, com a respiração acelerada. Fez ela se ajoelhar na frente dele e chupou ele como um desesperado, depois foi acomodando ela em cima dele no sofá e cravou o pau nela.
- Que duro você tá… é impressionante como você muda… mais puta impossível…
- Viu o que você tá perdendo…
Ele agarrou ela pelo cabelo, puxou a cabeça dela pra trás e mordeu forte o pescoço dela.
- Não tô perdendo nada, tô te comendo de novo… você é minha puta de presente de casamento… continuo te deixando louca, hein, puta… te esquento, hein… por isso me chamou…
- E eu te deixo duro pra caralho, hein… mais duro do que nunca, te sinto… - eu tossi e a Cláudia me olhou.
Não vamos falar assim… que meu marido tá aqui… o legítimo…
- Que puta gostosa a sua mulher… ela é de matar… você deve aproveitar bem ela, né…?
Aí colocou ela de quatro e a furou, agarrando forte nos peitos dela. – Que puta linda você é…
Por que eu me separei de uma puta como você…
- Porque você é um cagão… - ele tirou o pau da buceta dela e enfiou devagar no cu dela.
- Seu pau é o que eu mais gosto no cu… tem o tamanho exato pra me fazer gozar… e do jeito que você mexe… sinto que você percebe cada necessidade minha… ninguém se encaixa como você… - e virou a boca pra beijar ele.
- Com a minha futura vamos pra lua de mel… bem aqui… pra Gessell, você não daria uma escapada? Adoraria te comer na minha lua de mel…
- E a noiva…
- Um dia… quero te comer o dia inteiro… que você seja minha puta por um dia…
- Acho que não vou conseguir convencer meu marido… ele tá mais cuidadoso… me quer mais pra ele… fica egoísta…
- Mas sente como eu te como essa raba… você não gosta? - ela virou a boca de novo e beijou ele.
- Adoro como você me come o cu… você é meu rei… o rei da minha bunda…
- E venham os dois… descansam uns dias…
- E você vai me dar muito pau…
- Vou te encher de pau…
- Posso até ir… mas se eu for… vou te fazer um chupão no pescoço… vou te marcar como meu touro campeão… com certeza sua esposa não ia gostar…
- Você se preocupa em colocar esses peitões e essa rabuda ao meu alcance… o resto eu cuido… Depois foram pra cama, ela montou em mim e eu fiquei encantado olhando o movimento dos peitos dela.
— Que gostosa que você é, minha putinha… meu cuzinho…
— Você vai me viciar de novo… me fazer te desejar o dia inteiro… pensar igual uma colegial em você…
As palavras dele doíam fundo, me sentia estranho, saí do quarto e fechei a porta. Quando ele saiu, a Claudia me chamou pra entrar, ainda ofegante na cama, vi os peitões dela, vi ela escorrendo porra e montei nela, não consegui me segurar apesar da minha raiva.
— O cachorrinho tá bravo… sente o creme que a puta tem… é de outro cachorro… — eu só bombava bem forte, aguentando muito. — Esses peitos são uma fortuna… que lindo tê-los assim… entregues… me dá seu gozo… junta com o do Jorge… vai… me dá… vai… — meu pau cuspiu um monte de porra na buceta dela, o orgasmo dela se juntou ao meu.
Dormimos abraçados.
Claudia é uma puta vingativa 75
E numa terça, a Nerea na creche, a Lucía não tava, o Nicolás dormia. A Claudia tava com um vestidinho na cozinha, cheguei por trás, meti a mão por baixo, levantei um pouco o vestido dela, enfiei a mão dentro da calcinha dela e comecei a acariciar devagar, com a mão esquerda massageava os peitos dela, a direita brincava docemente com o botãozinho dela. Encostei ela na mesa, de frente pra mim, abaixei a roupa íntima dela beijando, enfiando língua enquanto começava a penetrar devagar.
— Que lindo você estar assim quentinho… adoro… que você queira me comer o tempo todo… tenho uma notícia pra você… mas à noite na caminha… com seu pau enterrado de novo dentro de mim… não goza agora… assim você fica bem durinho… — continuamos mais um tempo, ela teve uns dois orgasmos, tirei ele bem duro, ela soltou os peitos e se ajoelhou na minha frente, brincou um pouco prendendo ele entre os peitos dela, se levantou e me beijou um tempão. Bem na hora ouvimos a porta, a Lucía chegava com o namorado dela. O Carlos viu a Claudia com aquele vestido decotado e custava a disfarçar, olhar pro lado, mas tentava não fazer isso, estávamos eu e a Lucía É. Fui buscar a Nerea no jardim, a Claudia tinha que resolver uns trâmites. Ela deixou um bilhete na cozinha, dizendo que queria jantar e tinha a marca de um beijo dela com batom, "te amo", dizia.
Eu também folgava às terças, passei o dia brincando com os guris, nos divertimos pra caralho, fui no mercado e preparei o jantar que a Claudia pediu. Tava ansioso pra deitar, queria gozar dentro da Claudia, sentir que tava enchendo ela de porra, tava obcecado, queria possuir ela de algum jeito, mas sentia que ela escapava por todos os lados.
O jantar foi normal, o Carlos ficou, olhando pra Claudia tentando disfarçar, a cara vermelha como sempre, a Claudia tava com um decote da porra, a situação me dava uma graça. Depois de botar os guris pra dormir e toda a rotina, eu deitei primeiro. A Claudia veio pro quarto, fechou a porta e tirou o vestido devagar e sensual, um conjunto de lingerie branca rendada que ficava uma delícia nela. Ela veio até mim pra montar, ficou cavalgando um tempão e teve o primeiro orgasmo. Depois se deitou na cama pra eu montar nela.
— Vem, meu potro… monta na sua putinha… faz ela sentir esse pau bem duro… adoro quando você vem… — montei nela e fui penetrando devagar.
— O que você queria me contar…?
— O Jorge me ligou… ele casa semana que vem… quer repetir o presente dele…
— E o que você disse…?
— Ai, amorrrr… — falou com aquela voz de puta no cio — quando uma mulher provoca os males… e os males manifestam o desejo… tem que satisfazer eles… — comecei a bombar bem forte, queria pregar ela na cama, ela só gemia.
— Mas você é minha mulher…
— Também fui dele… quem fez a Lucía comigo…? Olha como você tá tesudo… que me come direto… imagina como ele deve estar…
— Que puta você é…
— Você gosta…?
— Gosto que você goze… mas não sei se quero que você veja ele…
— Sábado ele vem depois da despedida com os amigos… você vai me comer cheia de novo… da última vez você tava do caralho…
— Mas isso me angustia muito…
— Te receito um calmante… Além disso, deixo você me comer sem camisinha... pode sentir como minha buceta fica quente e cremosa... você adora, seu cachorro...
Nós mordemos as bocas um do outro e continuamos transando forte até gozar. De novo, gozei pra caralho e a Claudia também veio bem fundo, dava pra ver que ela tava superquente.
Na manhã seguinte, no café da manhã, a Claudia me disse:
— Fiquei pensando... no sábado você pode dar uma volta e eu te chamo quando ele estiver de saída... aí você abre a porta lá embaixo... não quero te humilhar... quero aproveitar a piroca do meu ex... sentir como essa piroca deliciosa dele me preenche bem... como ela me veste como uma luva... parece feita pros meus buracos... sentir como ele fica quente comigo... o desejo dele... sentir ele me dando a descarga dele... e depois sentir você me comendo... mais quente do que nunca... entre irritado, bravo e cheio de tesão... adoro como você fica e como me come... sentir você me penetrando quente... com uma gozada do Jorge dentro...
Minha piroca tava dura pra caralho, é difícil pensar no trabalho assim, pensei. Mas ainda assim sentia que a gente se sintonizava cada vez mais nos nossos desejos e o quanto nossos pensamentos estavam próximos.
Tudo era como ela dizia, eu não queria estar presente. Mas me angustiava e me excitava ao mesmo tempo encontrá-la na cama, totalmente nua, comida pelo ex, com as marcas que ele deixava nela, cheia da porra dele. Eu me sentia rendido aos pés dela, como se tivesse que me desculpar com ela.
Ela me deu um beijo na boca apertando meu volume e me tirou dos meus pensamentos. Ela ia levar a Nerea pra creche e também começar a adaptação do Nicolás.
Eu fui buscar a ambulância, o sol daquele fim de primavera batia no meu rosto, o ar estava carregado de oxigênio, ozônio ou sei lá o quê, mas me pareceu delicioso, veio a imagem da Claudia nua na cama de pernas abertas e eu tive outra ereção. Naquele dia eu trabalhava com o doc, o dono da ambulância, amigo da Claudia e também, por que não, amigo meu.
O doc me olhou e disse que eu tinha uma cara de felicidade. imensa que ficava feliz por mim. Dei um sorrisão pra ela e falei que a gente tava passando um momento incrível com a Claudia, ela ficou super feliz.
Claudia é uma puta vingativa 76
De terça a sábado a gente não se tocou de novo, Claudia queria que a nossa tensão subisse, pela primeira vez o Nicolás dormiu também com os avós. Quando os meninos foram embora, Claudia vestiu uma daquelas leggings que o cuzão dela devora e um top transparente sem sutiã, os bicos dos peitos dela estavam uma delícia, aparecendo na transparência, dava vontade de chupar ali mesmo. O Jorge tinha ido comemorar com os amigos e ia tentar dar um jeito de escapar o mais rápido possível. Jantamos com a Claudia, eu via os peitos dela na transparência do top e ficava louco.
— Que linda você se vestiu… como me excita te ver assim…
— Já sei que te excita… mas lembra que não me vesti pra você… não me faz falar… depois você fica angustiado… — ela exagerou a voz de puta e disse — enquanto o Jorge tiver me dando cock… você vai ficar angustiado… coitadinho… eu, toda fodida e entregue… e você com angústia… — ela se aproximou e me deu um beijo carinhoso nos lábios. — coitadinho…
Fomos ver TV no sofá, perto das duas da manhã a campainha tocou. Obviamente era o Jorge, tinha bebido um pouco, fui abrir pra ele e fui pro carro na garagem do prédio. Tentei dormir um pouco, cochilava de vez em quando, mas as palavras da Claudia ecoavam na minha cabeça com aquela voz de puta excitada: enquanto o Jorge tiver me dando cock… que tons de puta você usa, pensei. Acabei dormindo um pouco, perto das cinco e meia meu celular tocou. Claudia me disse.
— Já desce, Jorge… abre pra ele e sobe…
Abri pra ele e subi correndo pro apartamento. Entrei no quarto, Claudia estava de barriga pra cima, completamente nua, um lenço cobrindo o abajur dava uma luz bem fraca. Quando entrei e enquanto me despia, ela se acariciava a buceta. Me deitei sobre ela, fui penetrando devagar, a buceta dela estava quente e cheia. Claudia deu um gemido profundo.
— Duas vezes eu gozo…
— Esse filho de puta…
—Você não sabe como gozei na sua mulher… tava voando de tesão…
—Eu metia bem forte, tentando não gozar e dando duro.
—Nem tocou na minha bunda… me comeu assim o tempo todo… parece que o pau dele tava mais duro… talvez porque é maior…
—Olhei os peitos dela, todos mordiscados em volta dos mamilos. Comecei a chupá-los.
—Devagar, amor, ele me mordeu muito… tava muito quente… você vai ter que passar um creminho pra mim…
—Por que deixou ele te morder?
—Porque me fazia gozar igual uma porca…
—Eu metia mais forte a cada vez, ficava louco com tudo que ela dizia. Num momento me agitei muito e ela pediu pra eu descansar um pouco, cravado nela. Ficamos um tempo sem falar, depois ela continuou.
—Que lindo quando eles ficam tão excitados… se transformam… ele tá disposto a não casar se eu der algum sinal… falei que já tenho marido… amante eu quero…
—Eu a perfurava bem forte de novo. Me sentia ferver, queria fazer ela minha, mas cada vez ela escapava mais. Ela quis montar em mim, quando fez isso, a porra dele começou a sair mais. Escorria pelos lados do meu pau.
—Sente quanta porra saindo… parecia um adolescente cuspindo…
—Te encho bem, hein?
—É… você que me come sempre… me dá um monte… imagina ele… que me fode pouco, coitado…
—Que puta que você é… porca viciada…
—É, a porca ama seus males… gosta da porra que recebe…
—Coloquei ela de quatro, falei que queria fazer o cu dela.
—Vai, dá que hoje ele não esteve… a sua não me enche tanto… mas tudo bem… que vai ser… me dá mesmo assim…
Enfiei devagar, cada vez mais quente, que garota filha da puta, pensei. Agarrei forte os peitões dela. E perfurei cada vez mais forte.
—Enche meu cuzinho de porra, papai… me dá bem no fundo… você gosta da minha bunda…
—Você me encanta, sua puta luxuriosa…
—Aproveita que por enquanto sou sua… e bem seguido…
Depois ela quis deitar de barriga pra cima e eu voltei a penetrar ela pelo cu de frente, mas pelo cu. Chupava os peitos dela como um desesperado. Quando tava quase gozando, eu… Fui entre os peitos dela, bati uma punheta neles. Ela enfiava a cabeça na buceta toda vez que eu chegava perto. Num momento ela abriu a boca e falou que queria tudo na boca dela... sem desperdiçar nem uma gotinha... quando eu gozei, ela enfiou fundo e não desperdiçou nada, engoliu tudo que eu dava, queria encher a boca dela. Depois fomos nos acalmando, ficamos pelados na cama, nos acariciamos e beijamos muito, o sol tava começando a nascer. A Claudia falou que me amava. Ela foi me chupar mais um pouco mesmo eu não reagindo, ela colocou a buceta na minha cara e eu chupei ela por um bom tempo também. Ainda tinha resto do Jorge. Ela gozou de novo na minha cara, igual uma puta viciada. Depois dormimos. Lá pelas duas da tarde ouvimos a porta, a Lucía batia. Mãe, os avós tão no telefone, perguntando se vão almoçar ou não.
— Fala que a gente já sai, a Claudia respondeu.
Claudia é uma puta vingativa 77
E assim continuou, eu tava voando de tesão o tempo todo, cada dia mais tarado, querendo comer ela toda hora. Numa terça à tarde a Claudia entrou, tinha pintado o cabelo de loira. Que te digo, me impactou a conexão que a gente tinha, não tínhamos conversado, mas eu tava pensando ultimamente coisas tipo: você é tão puta... só falta ser uma loira pintada pra ser mais puta... e assim ela apareceu. Levei ela pro quarto, fechei a porta, os moleques brincavam na sala, joguei ela na cama, levantei o vestido dela, puxei a calcinha fio dental pro lado e penetrei ela.
— Tava pensando que a única coisa que faltava era pintar o cabelo... você é uma puta pintada... parece ainda mais fácil...
— É isso que eu quero... que vejam que sou fácil... não sei o que você vai fazer com esse ciúme...
— Te foder assim, puta, puta... — falei enquanto metia bem forte. Nessa hora a Nerea bateu na porta, com a vozinha dela falou: mamãe, quero fazer cocô. Nós dois sorrimos, nos separamos e ela levou a menina pro banheiro. Com a loira a gente passou transando igual uns loucos, além daquelas tetonas, ela ser loira me deixava mais quente ainda. Ela tinha depilado a buceta toda, não deixou nem um fio de cabelo, não queria que notasse a diferença. Nós dois estávamos no fogo, trepando feito coelhos, onde dava. Na sexta, eu tava num domicílio esperando o médico voltar e meu celular tocou.
- Oi, amor… essa noite tenho coisa pra te contar… vai se preparando, vai ficando quentinho… terça-feira vai rolar algo… um beijinho… e desligou.
No jantar, a gente trocava olhares, os dois no tesão, foi uma eternidade até os meninos dormirem, toda aquela rotina chata. Finalmente, deitei primeiro, daí a pouco a Claudia veio, se pelou e montou em mim. Ela se distraiu trepando até gozar pela primeira vez. Depois, se jogou em cima de mim. Me beijou um tempão, a gente se enchia de língua, tava muito quente e adorávamos brincar com nossas bocas. Aí, ela chegou perto do meu ouvido.
- Quando te liguei… tava engolindo a porra do Exe… - senti uma pontada nas bolas- ele voltou do interior… casou e tem uma filha… me viu loira e peituda e pirou… tranquei ele num consultório e chupei o pau dele até espremer… perguntei se ele queria vir terça de manhã… em casa… ele já arrumou tudo… trocou o turno com outro enfermeiro… - eu tava metendo cada vez mais forte, virei ela na cama e continuei. Ela gemia cada vez mais.
- Que puta loira você é…
- Sim, adoro ser fácil… provocar e gozar com o que provoco… então você leva os meninos na creche… e vai pra um café… quando ele acabar, te ligo…
- aaaa… filha da puta… aaa… sim aaaa… que puta gostosa… aaa… - e eu sentia que ia estourar. - A gente ficou se beijando e se acariciando, dissemos o quanto nos amávamos. Até terça, não transamos. Na terça, fui levar os meninos na creche. Depois, fui pra um café. Sentei na janela olhando a cidade, via o trânsito louco de uma terça de manhã, pensei em mim, quem me via achava que eu era um homem normal, mas eu me sentia um doente. Me imaginei entrando no apartamento e moendo o Exequiel na porrada, ele tinha que me dar esse gosto. Assim vou passando o tempo, minha pica dura no confinamento dela, perto das onze e meia meu celular tocou.
-Já vai embora… te espero na caminha… um beijinho…
Fui correndo pra casa, quando tava chegando vi ele saindo de lá, usei a palavra: buceta da sua mãe, pensei. Entrei no apartamento, a Cláudia me chamou da cama, me despi no quarto, fechei a porta e montei nela, pude ver toda a porra dele espalhada nos peitos dela, a Cláudia passava em volta dos mamilos.
-Chupa eles bem… vai… -meti a pica bem forte, igual um ferro, enquanto comecei a chupar os mamilos dela, a Cláudia gemia gostosa como poucas vezes.
-Sim, me come forte… vai, papai… me dá forte… olha como ele lambuzou meus peitos… gostou…
Encheu meus peitos de porra… senti que era grossa… e quanto ele me deu… viu… continuava duro quando ele foi embora… encheu meus peitos mas a pica dele ainda tava dura… queria sentir de novo dentro… mas pensei em você… queria que chupasse meus peitos assim… cê gosta, céu…?
-Você me excita, puta loira… porca viciada… como cê gosta de porra, puta…
-Sim, adoro, papai… não consigo evitar… sinto cheiro de pica e me desmancho… e gosto que eles fiquem quentes comigo… não vai ficar bravo, hein…?
-Porca viciada… filha da puta… -e mandei umas boas metidas, bem forte e fundo, queria pregar ela na cama, que nunca pudesse sair de debaixo de mim.
-Eu também te amo, cachorrinho… continua chupando… quero que você esteja aqui de novo quando me comerem…
-Tenho medo de estragar alguém…
-Você tem que pensar em mim… cê gosta que eu goze, não gosta…?
-Sim, minha puta, sim…
-Então… eu sou a única que pode te dar permissão pra bater em alguém… e ninguém que me faz gozar merece ser batido…
-Aaa… chegou, filha da puta, chegou…
-Sim, gozei, meu cachorrinho… me dá sua porra… aaa… que lindo, quanta porra cê dá pra sua mulherzinha…
A gente se beijou por um tempão, eu levantei, tomei um banho e fui buscar os pequenos na creche, quando voltei a Cláudia tava na cama, ainda nua, fechei a porta e fiquei acariciando ela por um bom tempo, se Acordou sorrindo pra mim.
Uma noite depois do jantar, a gente tava transando gostoso na cama, ela parou de se mexer e veio no meu ouvido.
— Liguei pro Jorge… meu ex… ele sempre enchia o saco com a história dos peitos… naquela época era menos comum e mais arriscado…
— Mas você tava puta com ele…
— Mas agora tô com tesão… a ideia me excita… acho que ele vai pirar de tesão… igual você pira… e vai ficar rendido pra mim… quero curtir aquele filho da puta… saborear ele… espremer a pica dele…
— Ele sabe que você teve outro filho…
— Óbvio… a primeira coisa que contei… pra ele sofrer… e depois de toda a conversa, senti ele excitado… ainda mais que ele vai casar com a noiva… falei que podia ser o presente de casamento dele…
— Que puta que você é…
— Sim, muito puta… mas sua agora… compartilhada, mas sua… cê gosta, meu amor?
— Não quero que você fique com ninguém…
— Que pena, meu bem…
— E por que você não diz não?
— Porque adoro dizer sim… quando me tratam bem… gosto de agradar os homens… satisfazer eles… curtir eles… que me deem todo o leite deles…
— Te amo, sua puta…
— E faz bem…
A gente transou quase a noite toda, parando pra se acariciar, eu gozei só uma vez. Depois dormimos. No sábado, o Jorge vinha em casa. A Lucía e o noivo jantavam com a gente, ela queria que o Jorge conhecesse ele, já que tava todo mundo junto.
A Claudia vestiu um vestido curto e decotado. Tava uma delícia, quando o noivo da Lucía chegou, tava morrendo de tesão, todo vermelho. Daí a pouco chegou o Jorge, quando viu a Claudia, o rosto dele acendeu. Mas como a Lucía e o noivo estavam lá, não falou nada. Foi conhecer o Nicolas. A Nerea tava na casa dos avós. O jantar foi tranquilo, depois de comer a Lucía foi embora com o noivo. O Jorge comentou que ele parecia meio bocó, que a filha dele merecia coisa melhor. Quando o Nicolas dormiu, a Claudia mandou ele sentar no sofá da sala e dançou erótico pra ele. No final da dança, pegou as alças do vestido e desceu devagar, sensual, soltando os peitos.
— Cê gosta…?
— Chega mais… — a Claudia andou devagar na direção dele. Ele, com a respiração acelerada. Fez ela se ajoelhar na frente dele e chupou ele como um desesperado, depois foi acomodando ela em cima dele no sofá e cravou o pau nela.
- Que duro você tá… é impressionante como você muda… mais puta impossível…
- Viu o que você tá perdendo…
Ele agarrou ela pelo cabelo, puxou a cabeça dela pra trás e mordeu forte o pescoço dela.
- Não tô perdendo nada, tô te comendo de novo… você é minha puta de presente de casamento… continuo te deixando louca, hein, puta… te esquento, hein… por isso me chamou…
- E eu te deixo duro pra caralho, hein… mais duro do que nunca, te sinto… - eu tossi e a Cláudia me olhou.
Não vamos falar assim… que meu marido tá aqui… o legítimo…
- Que puta gostosa a sua mulher… ela é de matar… você deve aproveitar bem ela, né…?
Aí colocou ela de quatro e a furou, agarrando forte nos peitos dela. – Que puta linda você é…
Por que eu me separei de uma puta como você…
- Porque você é um cagão… - ele tirou o pau da buceta dela e enfiou devagar no cu dela.
- Seu pau é o que eu mais gosto no cu… tem o tamanho exato pra me fazer gozar… e do jeito que você mexe… sinto que você percebe cada necessidade minha… ninguém se encaixa como você… - e virou a boca pra beijar ele.
- Com a minha futura vamos pra lua de mel… bem aqui… pra Gessell, você não daria uma escapada? Adoraria te comer na minha lua de mel…
- E a noiva…
- Um dia… quero te comer o dia inteiro… que você seja minha puta por um dia…
- Acho que não vou conseguir convencer meu marido… ele tá mais cuidadoso… me quer mais pra ele… fica egoísta…
- Mas sente como eu te como essa raba… você não gosta? - ela virou a boca de novo e beijou ele.
- Adoro como você me come o cu… você é meu rei… o rei da minha bunda…
- E venham os dois… descansam uns dias…
- E você vai me dar muito pau…
- Vou te encher de pau…
- Posso até ir… mas se eu for… vou te fazer um chupão no pescoço… vou te marcar como meu touro campeão… com certeza sua esposa não ia gostar…
- Você se preocupa em colocar esses peitões e essa rabuda ao meu alcance… o resto eu cuido… Depois foram pra cama, ela montou em mim e eu fiquei encantado olhando o movimento dos peitos dela.
— Que gostosa que você é, minha putinha… meu cuzinho…
— Você vai me viciar de novo… me fazer te desejar o dia inteiro… pensar igual uma colegial em você…
As palavras dele doíam fundo, me sentia estranho, saí do quarto e fechei a porta. Quando ele saiu, a Claudia me chamou pra entrar, ainda ofegante na cama, vi os peitões dela, vi ela escorrendo porra e montei nela, não consegui me segurar apesar da minha raiva.
— O cachorrinho tá bravo… sente o creme que a puta tem… é de outro cachorro… — eu só bombava bem forte, aguentando muito. — Esses peitos são uma fortuna… que lindo tê-los assim… entregues… me dá seu gozo… junta com o do Jorge… vai… me dá… vai… — meu pau cuspiu um monte de porra na buceta dela, o orgasmo dela se juntou ao meu.
Dormimos abraçados.
Claudia é uma puta vingativa 75
E numa terça, a Nerea na creche, a Lucía não tava, o Nicolás dormia. A Claudia tava com um vestidinho na cozinha, cheguei por trás, meti a mão por baixo, levantei um pouco o vestido dela, enfiei a mão dentro da calcinha dela e comecei a acariciar devagar, com a mão esquerda massageava os peitos dela, a direita brincava docemente com o botãozinho dela. Encostei ela na mesa, de frente pra mim, abaixei a roupa íntima dela beijando, enfiando língua enquanto começava a penetrar devagar.
— Que lindo você estar assim quentinho… adoro… que você queira me comer o tempo todo… tenho uma notícia pra você… mas à noite na caminha… com seu pau enterrado de novo dentro de mim… não goza agora… assim você fica bem durinho… — continuamos mais um tempo, ela teve uns dois orgasmos, tirei ele bem duro, ela soltou os peitos e se ajoelhou na minha frente, brincou um pouco prendendo ele entre os peitos dela, se levantou e me beijou um tempão. Bem na hora ouvimos a porta, a Lucía chegava com o namorado dela. O Carlos viu a Claudia com aquele vestido decotado e custava a disfarçar, olhar pro lado, mas tentava não fazer isso, estávamos eu e a Lucía É. Fui buscar a Nerea no jardim, a Claudia tinha que resolver uns trâmites. Ela deixou um bilhete na cozinha, dizendo que queria jantar e tinha a marca de um beijo dela com batom, "te amo", dizia.
Eu também folgava às terças, passei o dia brincando com os guris, nos divertimos pra caralho, fui no mercado e preparei o jantar que a Claudia pediu. Tava ansioso pra deitar, queria gozar dentro da Claudia, sentir que tava enchendo ela de porra, tava obcecado, queria possuir ela de algum jeito, mas sentia que ela escapava por todos os lados.
O jantar foi normal, o Carlos ficou, olhando pra Claudia tentando disfarçar, a cara vermelha como sempre, a Claudia tava com um decote da porra, a situação me dava uma graça. Depois de botar os guris pra dormir e toda a rotina, eu deitei primeiro. A Claudia veio pro quarto, fechou a porta e tirou o vestido devagar e sensual, um conjunto de lingerie branca rendada que ficava uma delícia nela. Ela veio até mim pra montar, ficou cavalgando um tempão e teve o primeiro orgasmo. Depois se deitou na cama pra eu montar nela.
— Vem, meu potro… monta na sua putinha… faz ela sentir esse pau bem duro… adoro quando você vem… — montei nela e fui penetrando devagar.
— O que você queria me contar…?
— O Jorge me ligou… ele casa semana que vem… quer repetir o presente dele…
— E o que você disse…?
— Ai, amorrrr… — falou com aquela voz de puta no cio — quando uma mulher provoca os males… e os males manifestam o desejo… tem que satisfazer eles… — comecei a bombar bem forte, queria pregar ela na cama, ela só gemia.
— Mas você é minha mulher…
— Também fui dele… quem fez a Lucía comigo…? Olha como você tá tesudo… que me come direto… imagina como ele deve estar…
— Que puta você é…
— Você gosta…?
— Gosto que você goze… mas não sei se quero que você veja ele…
— Sábado ele vem depois da despedida com os amigos… você vai me comer cheia de novo… da última vez você tava do caralho…
— Mas isso me angustia muito…
— Te receito um calmante… Além disso, deixo você me comer sem camisinha... pode sentir como minha buceta fica quente e cremosa... você adora, seu cachorro...
Nós mordemos as bocas um do outro e continuamos transando forte até gozar. De novo, gozei pra caralho e a Claudia também veio bem fundo, dava pra ver que ela tava superquente.
Na manhã seguinte, no café da manhã, a Claudia me disse:
— Fiquei pensando... no sábado você pode dar uma volta e eu te chamo quando ele estiver de saída... aí você abre a porta lá embaixo... não quero te humilhar... quero aproveitar a piroca do meu ex... sentir como essa piroca deliciosa dele me preenche bem... como ela me veste como uma luva... parece feita pros meus buracos... sentir como ele fica quente comigo... o desejo dele... sentir ele me dando a descarga dele... e depois sentir você me comendo... mais quente do que nunca... entre irritado, bravo e cheio de tesão... adoro como você fica e como me come... sentir você me penetrando quente... com uma gozada do Jorge dentro...
Minha piroca tava dura pra caralho, é difícil pensar no trabalho assim, pensei. Mas ainda assim sentia que a gente se sintonizava cada vez mais nos nossos desejos e o quanto nossos pensamentos estavam próximos.
Tudo era como ela dizia, eu não queria estar presente. Mas me angustiava e me excitava ao mesmo tempo encontrá-la na cama, totalmente nua, comida pelo ex, com as marcas que ele deixava nela, cheia da porra dele. Eu me sentia rendido aos pés dela, como se tivesse que me desculpar com ela.
Ela me deu um beijo na boca apertando meu volume e me tirou dos meus pensamentos. Ela ia levar a Nerea pra creche e também começar a adaptação do Nicolás.
Eu fui buscar a ambulância, o sol daquele fim de primavera batia no meu rosto, o ar estava carregado de oxigênio, ozônio ou sei lá o quê, mas me pareceu delicioso, veio a imagem da Claudia nua na cama de pernas abertas e eu tive outra ereção. Naquele dia eu trabalhava com o doc, o dono da ambulância, amigo da Claudia e também, por que não, amigo meu.
O doc me olhou e disse que eu tinha uma cara de felicidade. imensa que ficava feliz por mim. Dei um sorrisão pra ela e falei que a gente tava passando um momento incrível com a Claudia, ela ficou super feliz.
Claudia é uma puta vingativa 76
De terça a sábado a gente não se tocou de novo, Claudia queria que a nossa tensão subisse, pela primeira vez o Nicolás dormiu também com os avós. Quando os meninos foram embora, Claudia vestiu uma daquelas leggings que o cuzão dela devora e um top transparente sem sutiã, os bicos dos peitos dela estavam uma delícia, aparecendo na transparência, dava vontade de chupar ali mesmo. O Jorge tinha ido comemorar com os amigos e ia tentar dar um jeito de escapar o mais rápido possível. Jantamos com a Claudia, eu via os peitos dela na transparência do top e ficava louco.
— Que linda você se vestiu… como me excita te ver assim…
— Já sei que te excita… mas lembra que não me vesti pra você… não me faz falar… depois você fica angustiado… — ela exagerou a voz de puta e disse — enquanto o Jorge tiver me dando cock… você vai ficar angustiado… coitadinho… eu, toda fodida e entregue… e você com angústia… — ela se aproximou e me deu um beijo carinhoso nos lábios. — coitadinho…
Fomos ver TV no sofá, perto das duas da manhã a campainha tocou. Obviamente era o Jorge, tinha bebido um pouco, fui abrir pra ele e fui pro carro na garagem do prédio. Tentei dormir um pouco, cochilava de vez em quando, mas as palavras da Claudia ecoavam na minha cabeça com aquela voz de puta excitada: enquanto o Jorge tiver me dando cock… que tons de puta você usa, pensei. Acabei dormindo um pouco, perto das cinco e meia meu celular tocou. Claudia me disse.
— Já desce, Jorge… abre pra ele e sobe…
Abri pra ele e subi correndo pro apartamento. Entrei no quarto, Claudia estava de barriga pra cima, completamente nua, um lenço cobrindo o abajur dava uma luz bem fraca. Quando entrei e enquanto me despia, ela se acariciava a buceta. Me deitei sobre ela, fui penetrando devagar, a buceta dela estava quente e cheia. Claudia deu um gemido profundo.
— Duas vezes eu gozo…
— Esse filho de puta…
—Você não sabe como gozei na sua mulher… tava voando de tesão…
—Eu metia bem forte, tentando não gozar e dando duro.
—Nem tocou na minha bunda… me comeu assim o tempo todo… parece que o pau dele tava mais duro… talvez porque é maior…
—Olhei os peitos dela, todos mordiscados em volta dos mamilos. Comecei a chupá-los.
—Devagar, amor, ele me mordeu muito… tava muito quente… você vai ter que passar um creminho pra mim…
—Por que deixou ele te morder?
—Porque me fazia gozar igual uma porca…
—Eu metia mais forte a cada vez, ficava louco com tudo que ela dizia. Num momento me agitei muito e ela pediu pra eu descansar um pouco, cravado nela. Ficamos um tempo sem falar, depois ela continuou.
—Que lindo quando eles ficam tão excitados… se transformam… ele tá disposto a não casar se eu der algum sinal… falei que já tenho marido… amante eu quero…
—Eu a perfurava bem forte de novo. Me sentia ferver, queria fazer ela minha, mas cada vez ela escapava mais. Ela quis montar em mim, quando fez isso, a porra dele começou a sair mais. Escorria pelos lados do meu pau.
—Sente quanta porra saindo… parecia um adolescente cuspindo…
—Te encho bem, hein?
—É… você que me come sempre… me dá um monte… imagina ele… que me fode pouco, coitado…
—Que puta que você é… porca viciada…
—É, a porca ama seus males… gosta da porra que recebe…
—Coloquei ela de quatro, falei que queria fazer o cu dela.
—Vai, dá que hoje ele não esteve… a sua não me enche tanto… mas tudo bem… que vai ser… me dá mesmo assim…
Enfiei devagar, cada vez mais quente, que garota filha da puta, pensei. Agarrei forte os peitões dela. E perfurei cada vez mais forte.
—Enche meu cuzinho de porra, papai… me dá bem no fundo… você gosta da minha bunda…
—Você me encanta, sua puta luxuriosa…
—Aproveita que por enquanto sou sua… e bem seguido…
Depois ela quis deitar de barriga pra cima e eu voltei a penetrar ela pelo cu de frente, mas pelo cu. Chupava os peitos dela como um desesperado. Quando tava quase gozando, eu… Fui entre os peitos dela, bati uma punheta neles. Ela enfiava a cabeça na buceta toda vez que eu chegava perto. Num momento ela abriu a boca e falou que queria tudo na boca dela... sem desperdiçar nem uma gotinha... quando eu gozei, ela enfiou fundo e não desperdiçou nada, engoliu tudo que eu dava, queria encher a boca dela. Depois fomos nos acalmando, ficamos pelados na cama, nos acariciamos e beijamos muito, o sol tava começando a nascer. A Claudia falou que me amava. Ela foi me chupar mais um pouco mesmo eu não reagindo, ela colocou a buceta na minha cara e eu chupei ela por um bom tempo também. Ainda tinha resto do Jorge. Ela gozou de novo na minha cara, igual uma puta viciada. Depois dormimos. Lá pelas duas da tarde ouvimos a porta, a Lucía batia. Mãe, os avós tão no telefone, perguntando se vão almoçar ou não.
— Fala que a gente já sai, a Claudia respondeu.
Claudia é uma puta vingativa 77
E assim continuou, eu tava voando de tesão o tempo todo, cada dia mais tarado, querendo comer ela toda hora. Numa terça à tarde a Claudia entrou, tinha pintado o cabelo de loira. Que te digo, me impactou a conexão que a gente tinha, não tínhamos conversado, mas eu tava pensando ultimamente coisas tipo: você é tão puta... só falta ser uma loira pintada pra ser mais puta... e assim ela apareceu. Levei ela pro quarto, fechei a porta, os moleques brincavam na sala, joguei ela na cama, levantei o vestido dela, puxei a calcinha fio dental pro lado e penetrei ela.
— Tava pensando que a única coisa que faltava era pintar o cabelo... você é uma puta pintada... parece ainda mais fácil...
— É isso que eu quero... que vejam que sou fácil... não sei o que você vai fazer com esse ciúme...
— Te foder assim, puta, puta... — falei enquanto metia bem forte. Nessa hora a Nerea bateu na porta, com a vozinha dela falou: mamãe, quero fazer cocô. Nós dois sorrimos, nos separamos e ela levou a menina pro banheiro. Com a loira a gente passou transando igual uns loucos, além daquelas tetonas, ela ser loira me deixava mais quente ainda. Ela tinha depilado a buceta toda, não deixou nem um fio de cabelo, não queria que notasse a diferença. Nós dois estávamos no fogo, trepando feito coelhos, onde dava. Na sexta, eu tava num domicílio esperando o médico voltar e meu celular tocou.
- Oi, amor… essa noite tenho coisa pra te contar… vai se preparando, vai ficando quentinho… terça-feira vai rolar algo… um beijinho… e desligou.
No jantar, a gente trocava olhares, os dois no tesão, foi uma eternidade até os meninos dormirem, toda aquela rotina chata. Finalmente, deitei primeiro, daí a pouco a Claudia veio, se pelou e montou em mim. Ela se distraiu trepando até gozar pela primeira vez. Depois, se jogou em cima de mim. Me beijou um tempão, a gente se enchia de língua, tava muito quente e adorávamos brincar com nossas bocas. Aí, ela chegou perto do meu ouvido.
- Quando te liguei… tava engolindo a porra do Exe… - senti uma pontada nas bolas- ele voltou do interior… casou e tem uma filha… me viu loira e peituda e pirou… tranquei ele num consultório e chupei o pau dele até espremer… perguntei se ele queria vir terça de manhã… em casa… ele já arrumou tudo… trocou o turno com outro enfermeiro… - eu tava metendo cada vez mais forte, virei ela na cama e continuei. Ela gemia cada vez mais.
- Que puta loira você é…
- Sim, adoro ser fácil… provocar e gozar com o que provoco… então você leva os meninos na creche… e vai pra um café… quando ele acabar, te ligo…
- aaaa… filha da puta… aaa… sim aaaa… que puta gostosa… aaa… - e eu sentia que ia estourar. - A gente ficou se beijando e se acariciando, dissemos o quanto nos amávamos. Até terça, não transamos. Na terça, fui levar os meninos na creche. Depois, fui pra um café. Sentei na janela olhando a cidade, via o trânsito louco de uma terça de manhã, pensei em mim, quem me via achava que eu era um homem normal, mas eu me sentia um doente. Me imaginei entrando no apartamento e moendo o Exequiel na porrada, ele tinha que me dar esse gosto. Assim vou passando o tempo, minha pica dura no confinamento dela, perto das onze e meia meu celular tocou.
-Já vai embora… te espero na caminha… um beijinho…
Fui correndo pra casa, quando tava chegando vi ele saindo de lá, usei a palavra: buceta da sua mãe, pensei. Entrei no apartamento, a Cláudia me chamou da cama, me despi no quarto, fechei a porta e montei nela, pude ver toda a porra dele espalhada nos peitos dela, a Cláudia passava em volta dos mamilos.
-Chupa eles bem… vai… -meti a pica bem forte, igual um ferro, enquanto comecei a chupar os mamilos dela, a Cláudia gemia gostosa como poucas vezes.
-Sim, me come forte… vai, papai… me dá forte… olha como ele lambuzou meus peitos… gostou…
Encheu meus peitos de porra… senti que era grossa… e quanto ele me deu… viu… continuava duro quando ele foi embora… encheu meus peitos mas a pica dele ainda tava dura… queria sentir de novo dentro… mas pensei em você… queria que chupasse meus peitos assim… cê gosta, céu…?
-Você me excita, puta loira… porca viciada… como cê gosta de porra, puta…
-Sim, adoro, papai… não consigo evitar… sinto cheiro de pica e me desmancho… e gosto que eles fiquem quentes comigo… não vai ficar bravo, hein…?
-Porca viciada… filha da puta… -e mandei umas boas metidas, bem forte e fundo, queria pregar ela na cama, que nunca pudesse sair de debaixo de mim.
-Eu também te amo, cachorrinho… continua chupando… quero que você esteja aqui de novo quando me comerem…
-Tenho medo de estragar alguém…
-Você tem que pensar em mim… cê gosta que eu goze, não gosta…?
-Sim, minha puta, sim…
-Então… eu sou a única que pode te dar permissão pra bater em alguém… e ninguém que me faz gozar merece ser batido…
-Aaa… chegou, filha da puta, chegou…
-Sim, gozei, meu cachorrinho… me dá sua porra… aaa… que lindo, quanta porra cê dá pra sua mulherzinha…
A gente se beijou por um tempão, eu levantei, tomei um banho e fui buscar os pequenos na creche, quando voltei a Cláudia tava na cama, ainda nua, fechei a porta e fiquei acariciando ela por um bom tempo, se Acordou sorrindo pra mim.
3 comentários - Claudia vingativa... Caps 74 a 77
besos desde Colombia