Oi!! Aqui estou de novo, deixando a continuação e quero agradecer todo o apoio como sempre, hehe. Aliás, galera, comentem, por favor 🙂 é a coisa mais gostosa, ler os comentários de vocês! Curtam!http://www.poringa.net/posts/relatos/2828169/Hermanos-sin-tabu.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2830339/Hermanos-sin-tabu--cap-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2834116/Hermanos-sin-tabu--capitulo-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2840245/Hermanos-sin-tabu-cap-4.htmlMinha mãe foi buscar outra garrafa de vinho, e no tempo que ela demorou, nós três começamos a conversar sobre o que estava acontecendo e se queríamos ir além com essa espécie de loucura, porque era isso: uma loucura! Todas estávamos com tesão, especialmente minha irmã gêmea, na qual tínhamos enfiado o dildo inteiro na buceta. A inocente Estefy, com sua pele totalmente branca, agora estava bem vermelha e suava um pouco, então ligamos o ar-condicionado do quarto. Lorena, tranquila como sempre, não via maldade no que estávamos fazendo. Quanto a mim… bem, custava a acreditar no que acontecia, e de certa forma queria parar e ao mesmo tempo não queria.
—Então, paramos ou não? — perguntei finalmente.
—Eu digo que levemos isso até o final, ou seja, até seu pai e irmão voltarem — disse Lorena.
—Eu não tenho problemas em continuar brincando — manifestou Ángela, e Estefy, bem, como estava dando pequenos beijinhos no dildo como se fosse seu brinquedo, eu já sabia sua resposta.
—De acordo, continuaremos, mas temos que combinar com a mamãe que o que acontecer não deve sair daqui, tá bom?
Todas aceitamos, e até entre nós fizemos a promessa de não contar para mais ninguém. Minha mãe chegou um tempinho depois com uma nova garrafa de vinho e mais três taças. Serviu uma para cada uma e tomamos em pequenos goles. Estefy, que não era muito fã de álcool, deixou sua bebida de lado.
—E bem — começou minha mãe —, continuamos brincando? De quem era a vez de girar?
—Minha — se apressou Ángela e girou a garrafa. Dessa vez apontou para mamãe.
—Desafio.
—Acho que a essa altura não tem sentido perguntar — comentei.
—Te desafio a… masturbar a Andrea.
Minha cara ficou ardendo só de imaginar minha própria mãe fazendo isso comigo. Por outro lado, eu estava com muito tesão e, com a decisão de continuar e que tudo ficasse em segredo, não consegui resistir. Minha mãe se posicionou atrás de mim rapidamente e eu tirei meus shorts e meu fio-dental. Como se isso não bastasse, ela me tirou o camisão, de modo que num instante eu estava completamente nua diante delas.
—Tudo bem, lá vou eu. Não tenha vergonha, querida, sou sua mãe.
—Vergonha? Quem falou em vergonha?
Ela me deu um beijo no pescoço. Senti um delicioso arrepio quando sua língua percorreu a pele da minha garganta. Aos poucos, sua mão esquerda começou a descer do meu ombro, contornando meus seios, indo em direção à barriga até finalmente chegar à minha entrada apertada. No momento em que seus dedos se abriram caminho entre meus lábios, deixei de ser sua filha para me tornar um mero ser que estava ardendo por dentro. Ela comprovou minha virgindade e se surpreendeu. Todas, na verdade.
—Você está tão molhadinha… minha linda neném, como você está quente por dentro.
Seus dedos se moviam em círculos por toda a minha buceta. Fechei os olhos e arquei as costas para trás enquanto ela aumentava a velocidade. Sem que eu pudesse fazer nada para detê-la, sua boca cobriu a minha e trocamos uma série de beijos de língua tão ardentes que me senti na puta glória, e tudo graças à minha mãe, que estava me masturbando.
—Pronto, pronto —ouvi Ângela dizer e abri os olhos. Estefy, com as perninhas abertas, passava ternamente o dildo entre sua vagina, como se contemplasse a possibilidade de enfiá-lo. Ângela e Lorena olhavam com um sorriso provocante bem entre minhas pernas. Era estranho ver Ângela, aliás, que se parecia tanto comigo e com aquele olhar perverso, perdi toda a timidez. Mova minha mão até agarrar a da minha mãe e indiquei o ritmo que ela deveria seguir.
—Ah… mamãezinha… —exclamei entre gemidos. Ela me beijou mais uma vez, e a ponta de sua língua percorreu meus lábios. Ela me masturbava com mais velocidade, mais intensidade, de diferentes maneiras e eu gemida e me sentia calma como uma garotinha em seus braços, uma menina morta de prazer pela mão de sua mãe.
Tive um orgasmo delicioso.
—Isso foi excitante —Estefy ainda estava suando um pouco, apesar do ar-condicionado. Lorena e Ângela estavam se beijando quando terminamos. Agora era a vez da minha mãe girar. Ela ia fazer isso quando o telefone tocou e ela atendeu. Era meu pai, avisando que já estava voltando com algumas compras para o café da manhã no dia seguinte.
—Temos tempo para mais uma rodada. Vamos ver… Lorena. Eu te desafio a… fazer o que quiser com a Estefy, porque a garota já está pronta pra ferver.
—O que eu quiser? Isso soa bem.
Sem dar tempo para a Estefy protestar, Lorena rastejou até a garota.
—O que você vai fazer comigo?
—O que você quiser, meu amor. Só precisa me dizer. Você está completamente pelada, então você manda.
—Eu quero que… você chupe meus peitos.
—Quais?
—Idiota!
Todas nós rimos porque a Estefy ficava irritada quando falávamos sobre suas curvas pequenas, em comparação com as nossas, claro. Lorena deu um beijo carinhoso em seus lábios e, com muito cuidado, tocou os seios da minha irmã mais nova. Ela se acomodou com as costas na cama e deixou a namorada da outra irmã deslizar a língua por todo seu busto.
Olhei para a Angela para ver sua reação. Ela não sorria, mas também não parecia chateada. Era como se não se importasse de ver a namorada saboreando os peitos da irmã mais nova. Senti a mão da minha mãe na minha perna e, mesmo sem ser um desafio para mim, abri um pouco as coxas para deixar sua mão se perder entre os lábios molhados da minha buceta. Ela começou a me masturbar com a mesma intensidade de antes, só que dessa vez não fechei os olhos, porque queria ver a Lorena apertando e massageando os peitinhos da Estefy. Ela não parava em um e já ia para o outro. Enquanto isso, minha irmã mais nova tentava enfiar o dildo inteiro na boca, o que era difícil pelo tamanho.
Angela finalmente decidiu agir e se aproximou lentamente da Estefy. Elas trocaram um olhar e, em poucos segundos, a língua da minha irmã gêmea também deslizava pelos seios da outra. A garota estava no paraíso e abriu suas perninhas para mim, mostrando sua bocetinha rosa e apertada. Naquele momento, desejei ser homem para poder penetrá-la e ouvir seus gemidos de dor, já que alguém tão esbelta como ela, e virgem ainda por cima, certamente apertaria tanto que me faria gozar em dois tempos.
De repente, ouvimos a porta da frente abrir. Paramos nossa festinha imediatamente. Nos vestimos e saímos do quarto como se nada tivesse acontecido, embora eu tivesse certeza de que novas dinâmicas haviam se formado entre as mulheres da casa — e eu não estava nada enganada.
À meia-noite aconteceu outra coisa, pois acordei com uma sede enorme e fui até a cozinha pegar um copo d'água. Ao voltar e me deitar novamente, já havia alguém na minha cama. Tive que segurar um gritinho de susto, pois com a escuridão não conseguia ver nada.
— Sou eu — sussurrou Estefy —. Não consegui dormir, não depois do que aconteceu com a garrafa.
— E o que você quer que eu faça? Porra, você está pelada?
— Sim.
Ter minha irmã mais nova nua na mesma cama que a minha era algo… estranho e excitante ao mesmo tempo. A pele da Estefy, ou melhor, ela inteira, estava ardendo como se tivesse febre, embora eu soubesse que era de outro tipo. Engoli seco quando ela montou em mim. A verdade é que nós nunca havíamos nos intimado como duas lésbicas. Eu a masturbava e só, mas pela intensidade dos lábios dela quando me beijou, soube que naquele momento minha adorada irmãzinha queria mais. Acariciei suas pernas e coloquei minhas mãos em seus quadris. Deixei que seu beijo se aprofundasse o quanto ela quisesse, especialmente quando sua língua e a minha entraram numa deliciosa troca de saliva.
— Dá pra fazer menos barulho? — perguntou Lorena, na outra cama —. Tô tentando dormir.
— Desculpa. Estefy, acho que a gente devia parar.
— Mas eu quero…
— Falei para parar. Vai dormir. Também tô com sono.
Quem em sã consciência deixa uma garota tão excitada quanto a Estefy? Bom, aparentemente, eu. Estefy fez beicinho. Mordeu minha bochecha e voltou para sua cama. Tentei dormir de novo, embora tenha sido… Impossível. Tinha tanta coisa na cabeça: o que aconteceu com meu pai, o incesto, a Estefy. Era como se essa viagem estivesse causando algo em todos nós, deixando o lado mais ardente de cada um aflorar.
Resultado: não dormi nada. Já estava de madrugada, então decidi sair e dar uma volta na areia antes do sol nascer completamente. Para minha surpresa, meu pai já estava no pátio, contemplando o mar na sua cadeira. Soprava uma brisa fresca que levantou o camisola que eu usava, mas por sorte eu estava com uma calcinha de renda bonita.
— Madrugando? — perguntei e dei um beijo na cabeça dele.
— Oi, filha. O que você faz acordada nessa hora?
— Pensei em ver o amanhecer. Olha, pai, sobre o que aconteceu no píer…
— Espero que você não tenha contado pra ninguém. Olha… eu sei que foi errado, mas eu…
— Não foi errado, só foi algo intenso que tá me dando voltas na cabeça. Vocês nos criaram liberais, mas ninguém nunca mencionou que a gente poderia ter até esse tipo de intimidade.
— Quer dizer que você e a Estefy não…?
— Sim, mas somos irmãs. Você é meu pai.
— Entendi. Então… você se arrepende?
— Não — eu ri. — Foi… gostoso.
— Gostoso? Haha! Devia dizer que foi intenso. Eu também gostei. Você chupa bem.
Ouvir isso do seu pai é estranho, mas como filha, é ainda mais estranho.
— Quer ir ver o amanhecer em outro lugar?
— Aonde, pai?
— Me segue.
Subimos no carro. O camisola subiu um pouco e mostrou bastante as minhas pernas. Meu pai percebeu e, durante todo o trajeto, tinha as mãos inocentes sobre minhas coxas, me acariciando de leve. Claro que eu já tava sentindo as intenções dele e ria disfarçada. Queria contar que ontem à noite minha mãe me deu a melhor punheta da minha vida, e que me senti tão conectada a ela por ela conseguir me fazer sentir tão bem, e que também tava começando a sentir algo diferente por ele.
Papai me levou até um lugar afastado e estacionou perto de uma palmeira. Descemos e caminhamos um pouco de mãos dadas. antes de pararmos numa praia tão tranquila e bem de frente pro sol, que já começava a aparecer. Ele estendeu uma toalha e nos sentamos.
— Então vai ser um lindo amanhecer — falei, esperando que ele fizesse o que quer que estivesse planejando.
Não foi assim. Por alguns minutos ficamos em silêncio, vendo o sol nascer acima do horizonte.
— Vamos nadar um pouco, filha?
— Não trouxe maiô.
— Bom… podemos tirar a roupa — sugeriu com muito cuidado. Eu pensei duas vezes porque naturalmente senti um pouco de resistência com a ideia de ficar sem roupa na frente do meu próprio pai. Claro que… não foi tanta, e no fundo, eu esperava que algo acontecesse.
— Tá bom.
Mal disse isso, meu pai tirou a camisa e o shorts. Seu pauzão não estava ereto, mas deu pra ver as veias inchando com o sangue. Eu fiquei corada e desviei o olhar. Tirei o vestido e também a calcinha. A brisa soprou e arrepiou minha pele. Voltei a olhar pro meu pai e ele, sorridente, mexeu o quadril e o pênis balançou de um jeito engraçado.
— Bom, vamos nos molhar um pouco.
— E se alguém nos ver?
— Aqui ninguém vem. Fica tranquila, filha.
De mãos dadas, caminhamos até a água, que estava entre fria e morna. As ondas quase não quebravam na areia. Entramos alguns metros porque o nível era baixo.
— E então, Andrea? Como é se banhar pelada com seu pai?
— Bom… estranho, mas gostoso — falei com uma risada boba.
— Olha. O sol já está nascendo mais rápido.
Ficamos um do lado do outro vendo a manhã chegar. Era tão lindo e ao mesmo tempo um espetáculo cheio de romance. Não percebi quando a mão do meu pai, debaixo d’água, tocou uma das minhas nádegas. Eu ri e olhei pra ele com um certo ar de provocação. Foi aí que percebi que ele era um homem muito atraente, um maduro de verdade, e nada como os meninos bobos que davam em cima de mim na escola.
— O que você tá tocando?
— Só tô verificando como você cresceu.
Tá bom, tá bom. A sensação era incrível. ter uma mão grande tocando minha bunda.
—Vamos para a areia —sugeri, quando uma força estranha me moveu.
De mãos dadas voltamos para a praia e nos sentamos nus, já que seria estúpido vestir roupas.
—Vou te chupar um pouco, mas não conta pra mamãe, tá bom?
—Tá…
Mal terminei de falar, o pau dele começou a crescer. Me ajoelhei diante do meu próprio pai, de modo que o pênis dele ficou bem na altura da minha cabeça. Eu sabia que o frio fazia o membro dos homens mudar um pouco de tamanho, e embora ele estivesse passando pela mesma coisa, a verdade é que não fazia muita diferença. Limpei a garganta, coloquei as mãos sobre minhas perninhas e me aproximei cuidadosamente da cabeça do pau. Toquei com a ponta da língua, e depois fui dando pequenos beijinhos por todo o tronco até a base. Ele era só meu. Era meu pai, quem me deu a vida, e agora eu ia dar um pouco de prazer a ele, e eu também iria aproveitar. Com muito cuidado, peguei o pau dele entre minhas mãos, abri a boca e comecei a chupar suavemente, tentando enfiar tudo o que coubesse, molhando com minha saliva e sentindo o gosto do sal da água do mar. Era como comer um delicioso bife de carne com um sabor muito bom.
Chupei devagar no começo, e aos poucos fui aumentando a intensidade. Movia meu pescoço para frente e para trás, para frente e para trás. Tirava o membro só para poder respirar e imediatamente voltava ao meu trabalho. Com uma mão, brincava com as bolas dele, pesando, apertando, e quando cansava de chupar, levantava o pênis e lambia os testículos, que estavam sem um único pelo. Que meu pai depilasse as bolas me agradava, porque podia apreciar toda aquela área em plenitude.
—Ah… espera, vamos fazer outra coisa.
—O quê? —perguntei.
Ele se deitou na toalha, o pau apontando para o céu.
—Ehm… pai, por mais que eu goste de chupar você, não vou sentar.
—Não é isso. Me dá seu bumbum.
—Ah, bom —me acalmei. Papai só queria comer minha bucetinha, tão bonzinho ele.
Me acomodei com ele em um 69, e quando suas mãos abriram minhas nádegas e ele enterrou a boca na minha buceta, comecei a rir. A barba dele fazia cócegas. Que felicidade eu sentia. Voltei ao meu trabalho, masturbando ele e depois chupando e chupando. Para uma mulher, ter um pau grande é um desafio, porque você quer engolir tudo e o desgraçado nem sempre deixa. Não acontece só com paus compridos, mas também com os grossos. Molhei toda a glande com saliva e enfiei o mais fundo que pude. Nos pornôs eu via as atrizes fazendo com facilidade, mas eu não consegui, então decidi chupar como uma boa menina e não tentar quebrar recordes nem nada do tipo.
—É bom que você ainda seja virgem —disse meu pai, abrindo mais minhas nádegas como se quisesse me quebrar. Sua barba pontuda dava uma sensação deliciosa na minha xota, e muitas cócegas. Ele me deu palmadas, beliscou e mordeu. Meu clitóris pequeno estava no paraíso, e eu estava tão molhada que imaginei a boca do meu pai cheia dos meus fluidos.
Masturbei ele com mais força e velocidade. Deus! Eu realmente queria cavalgar nele e deixar ele me arrombar. Não seria uma má ideia, né? Ia sugerir isso, mas fiquei com um pouco de medo. Por enquanto, eu preferia só isso.
Chupei por mais um tempo. Pensei na minha mãe e em como ela devorava tudo isso, e senti inveja. Por outro lado, também pensei no Alec e se ele teria herdado esses atributos.
—Vou gozar —disse meu pai e chupou minha buceta com mais força que antes, enfiando a língua o máximo que podia.
—Eu também, pai.
Nós dois sabíamos o que fazer, e redobramos os esforços. Vai soar ridículo, mas justo quando eu sentia uma descarga de prazer lá embaixo, minha boca encheu de porra quente e doce. Que delícia! O pau do meu próprio pai jorrando gozo na minha garganta, me criando como uma garotinha de novo foi tão excitante que eu não queria que acabasse. Ele gozou e gozou uma mistura deliciosa que, no final, quando saiu a última gota, me deixou com ainda mais vontade.
Seu pau começou a diminuir naturalmente. Mamei mais alguns minutos e depois me acomodei em cima dele, para ver seu rosto.
— Eu te adoro, filha.
— E eu a você, gostoso.
Me sentia como uma menina de dez anos ao lado dele. O amava tanto, tanto quanto uma filha pode amar seu pai, e agora estava certa de que queria repetir muitas coisas com ele. Dei um beijo em sua boca e então entreguei meus seios para que ele brincasse com eles por um tempo, enquanto eu observava o lindo amanhecer.
*****
Pronto! Haha, essa Andrea fica naquela de querer, mas não querer. Bom, ela foi educada de forma liberal em relação ao sexo, mas como ela diz, uma coisa é seus pais darem permissão e outra é ter intimidade com eles, embora no final das contas a tesura sempre vença e uma mamada matinal não faz mal 🙂
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http://www.poringa.net/posts/relatos/2840245/Hermanos-sin-tabu-cap-4.htmlMinha mãe foi buscar outra garrafa de vinho, e no tempo que ela demorou, nós três começamos a conversar sobre o que estava acontecendo e se queríamos ir além com essa espécie de loucura, porque era isso: uma loucura! Todas estávamos com tesão, especialmente minha irmã gêmea, na qual tínhamos enfiado o dildo inteiro na buceta. A inocente Estefy, com sua pele totalmente branca, agora estava bem vermelha e suava um pouco, então ligamos o ar-condicionado do quarto. Lorena, tranquila como sempre, não via maldade no que estávamos fazendo. Quanto a mim… bem, custava a acreditar no que acontecia, e de certa forma queria parar e ao mesmo tempo não queria.
—Então, paramos ou não? — perguntei finalmente.
—Eu digo que levemos isso até o final, ou seja, até seu pai e irmão voltarem — disse Lorena.
—Eu não tenho problemas em continuar brincando — manifestou Ángela, e Estefy, bem, como estava dando pequenos beijinhos no dildo como se fosse seu brinquedo, eu já sabia sua resposta.
—De acordo, continuaremos, mas temos que combinar com a mamãe que o que acontecer não deve sair daqui, tá bom?
Todas aceitamos, e até entre nós fizemos a promessa de não contar para mais ninguém. Minha mãe chegou um tempinho depois com uma nova garrafa de vinho e mais três taças. Serviu uma para cada uma e tomamos em pequenos goles. Estefy, que não era muito fã de álcool, deixou sua bebida de lado.
—E bem — começou minha mãe —, continuamos brincando? De quem era a vez de girar?
—Minha — se apressou Ángela e girou a garrafa. Dessa vez apontou para mamãe.
—Desafio.
—Acho que a essa altura não tem sentido perguntar — comentei.
—Te desafio a… masturbar a Andrea.
Minha cara ficou ardendo só de imaginar minha própria mãe fazendo isso comigo. Por outro lado, eu estava com muito tesão e, com a decisão de continuar e que tudo ficasse em segredo, não consegui resistir. Minha mãe se posicionou atrás de mim rapidamente e eu tirei meus shorts e meu fio-dental. Como se isso não bastasse, ela me tirou o camisão, de modo que num instante eu estava completamente nua diante delas.
—Tudo bem, lá vou eu. Não tenha vergonha, querida, sou sua mãe.
—Vergonha? Quem falou em vergonha?
Ela me deu um beijo no pescoço. Senti um delicioso arrepio quando sua língua percorreu a pele da minha garganta. Aos poucos, sua mão esquerda começou a descer do meu ombro, contornando meus seios, indo em direção à barriga até finalmente chegar à minha entrada apertada. No momento em que seus dedos se abriram caminho entre meus lábios, deixei de ser sua filha para me tornar um mero ser que estava ardendo por dentro. Ela comprovou minha virgindade e se surpreendeu. Todas, na verdade.
—Você está tão molhadinha… minha linda neném, como você está quente por dentro.
Seus dedos se moviam em círculos por toda a minha buceta. Fechei os olhos e arquei as costas para trás enquanto ela aumentava a velocidade. Sem que eu pudesse fazer nada para detê-la, sua boca cobriu a minha e trocamos uma série de beijos de língua tão ardentes que me senti na puta glória, e tudo graças à minha mãe, que estava me masturbando.
—Pronto, pronto —ouvi Ângela dizer e abri os olhos. Estefy, com as perninhas abertas, passava ternamente o dildo entre sua vagina, como se contemplasse a possibilidade de enfiá-lo. Ângela e Lorena olhavam com um sorriso provocante bem entre minhas pernas. Era estranho ver Ângela, aliás, que se parecia tanto comigo e com aquele olhar perverso, perdi toda a timidez. Mova minha mão até agarrar a da minha mãe e indiquei o ritmo que ela deveria seguir.
—Ah… mamãezinha… —exclamei entre gemidos. Ela me beijou mais uma vez, e a ponta de sua língua percorreu meus lábios. Ela me masturbava com mais velocidade, mais intensidade, de diferentes maneiras e eu gemida e me sentia calma como uma garotinha em seus braços, uma menina morta de prazer pela mão de sua mãe.
Tive um orgasmo delicioso.
—Isso foi excitante —Estefy ainda estava suando um pouco, apesar do ar-condicionado. Lorena e Ângela estavam se beijando quando terminamos. Agora era a vez da minha mãe girar. Ela ia fazer isso quando o telefone tocou e ela atendeu. Era meu pai, avisando que já estava voltando com algumas compras para o café da manhã no dia seguinte.
—Temos tempo para mais uma rodada. Vamos ver… Lorena. Eu te desafio a… fazer o que quiser com a Estefy, porque a garota já está pronta pra ferver.
—O que eu quiser? Isso soa bem.
Sem dar tempo para a Estefy protestar, Lorena rastejou até a garota.
—O que você vai fazer comigo?
—O que você quiser, meu amor. Só precisa me dizer. Você está completamente pelada, então você manda.
—Eu quero que… você chupe meus peitos.
—Quais?
—Idiota!
Todas nós rimos porque a Estefy ficava irritada quando falávamos sobre suas curvas pequenas, em comparação com as nossas, claro. Lorena deu um beijo carinhoso em seus lábios e, com muito cuidado, tocou os seios da minha irmã mais nova. Ela se acomodou com as costas na cama e deixou a namorada da outra irmã deslizar a língua por todo seu busto.
Olhei para a Angela para ver sua reação. Ela não sorria, mas também não parecia chateada. Era como se não se importasse de ver a namorada saboreando os peitos da irmã mais nova. Senti a mão da minha mãe na minha perna e, mesmo sem ser um desafio para mim, abri um pouco as coxas para deixar sua mão se perder entre os lábios molhados da minha buceta. Ela começou a me masturbar com a mesma intensidade de antes, só que dessa vez não fechei os olhos, porque queria ver a Lorena apertando e massageando os peitinhos da Estefy. Ela não parava em um e já ia para o outro. Enquanto isso, minha irmã mais nova tentava enfiar o dildo inteiro na boca, o que era difícil pelo tamanho.
Angela finalmente decidiu agir e se aproximou lentamente da Estefy. Elas trocaram um olhar e, em poucos segundos, a língua da minha irmã gêmea também deslizava pelos seios da outra. A garota estava no paraíso e abriu suas perninhas para mim, mostrando sua bocetinha rosa e apertada. Naquele momento, desejei ser homem para poder penetrá-la e ouvir seus gemidos de dor, já que alguém tão esbelta como ela, e virgem ainda por cima, certamente apertaria tanto que me faria gozar em dois tempos.
De repente, ouvimos a porta da frente abrir. Paramos nossa festinha imediatamente. Nos vestimos e saímos do quarto como se nada tivesse acontecido, embora eu tivesse certeza de que novas dinâmicas haviam se formado entre as mulheres da casa — e eu não estava nada enganada.
À meia-noite aconteceu outra coisa, pois acordei com uma sede enorme e fui até a cozinha pegar um copo d'água. Ao voltar e me deitar novamente, já havia alguém na minha cama. Tive que segurar um gritinho de susto, pois com a escuridão não conseguia ver nada.
— Sou eu — sussurrou Estefy —. Não consegui dormir, não depois do que aconteceu com a garrafa.
— E o que você quer que eu faça? Porra, você está pelada?
— Sim.
Ter minha irmã mais nova nua na mesma cama que a minha era algo… estranho e excitante ao mesmo tempo. A pele da Estefy, ou melhor, ela inteira, estava ardendo como se tivesse febre, embora eu soubesse que era de outro tipo. Engoli seco quando ela montou em mim. A verdade é que nós nunca havíamos nos intimado como duas lésbicas. Eu a masturbava e só, mas pela intensidade dos lábios dela quando me beijou, soube que naquele momento minha adorada irmãzinha queria mais. Acariciei suas pernas e coloquei minhas mãos em seus quadris. Deixei que seu beijo se aprofundasse o quanto ela quisesse, especialmente quando sua língua e a minha entraram numa deliciosa troca de saliva.
— Dá pra fazer menos barulho? — perguntou Lorena, na outra cama —. Tô tentando dormir.
— Desculpa. Estefy, acho que a gente devia parar.
— Mas eu quero…
— Falei para parar. Vai dormir. Também tô com sono.
Quem em sã consciência deixa uma garota tão excitada quanto a Estefy? Bom, aparentemente, eu. Estefy fez beicinho. Mordeu minha bochecha e voltou para sua cama. Tentei dormir de novo, embora tenha sido… Impossível. Tinha tanta coisa na cabeça: o que aconteceu com meu pai, o incesto, a Estefy. Era como se essa viagem estivesse causando algo em todos nós, deixando o lado mais ardente de cada um aflorar.
Resultado: não dormi nada. Já estava de madrugada, então decidi sair e dar uma volta na areia antes do sol nascer completamente. Para minha surpresa, meu pai já estava no pátio, contemplando o mar na sua cadeira. Soprava uma brisa fresca que levantou o camisola que eu usava, mas por sorte eu estava com uma calcinha de renda bonita.
— Madrugando? — perguntei e dei um beijo na cabeça dele.
— Oi, filha. O que você faz acordada nessa hora?
— Pensei em ver o amanhecer. Olha, pai, sobre o que aconteceu no píer…
— Espero que você não tenha contado pra ninguém. Olha… eu sei que foi errado, mas eu…
— Não foi errado, só foi algo intenso que tá me dando voltas na cabeça. Vocês nos criaram liberais, mas ninguém nunca mencionou que a gente poderia ter até esse tipo de intimidade.
— Quer dizer que você e a Estefy não…?
— Sim, mas somos irmãs. Você é meu pai.
— Entendi. Então… você se arrepende?
— Não — eu ri. — Foi… gostoso.
— Gostoso? Haha! Devia dizer que foi intenso. Eu também gostei. Você chupa bem.
Ouvir isso do seu pai é estranho, mas como filha, é ainda mais estranho.
— Quer ir ver o amanhecer em outro lugar?
— Aonde, pai?
— Me segue.
Subimos no carro. O camisola subiu um pouco e mostrou bastante as minhas pernas. Meu pai percebeu e, durante todo o trajeto, tinha as mãos inocentes sobre minhas coxas, me acariciando de leve. Claro que eu já tava sentindo as intenções dele e ria disfarçada. Queria contar que ontem à noite minha mãe me deu a melhor punheta da minha vida, e que me senti tão conectada a ela por ela conseguir me fazer sentir tão bem, e que também tava começando a sentir algo diferente por ele.
Papai me levou até um lugar afastado e estacionou perto de uma palmeira. Descemos e caminhamos um pouco de mãos dadas. antes de pararmos numa praia tão tranquila e bem de frente pro sol, que já começava a aparecer. Ele estendeu uma toalha e nos sentamos.
— Então vai ser um lindo amanhecer — falei, esperando que ele fizesse o que quer que estivesse planejando.
Não foi assim. Por alguns minutos ficamos em silêncio, vendo o sol nascer acima do horizonte.
— Vamos nadar um pouco, filha?
— Não trouxe maiô.
— Bom… podemos tirar a roupa — sugeriu com muito cuidado. Eu pensei duas vezes porque naturalmente senti um pouco de resistência com a ideia de ficar sem roupa na frente do meu próprio pai. Claro que… não foi tanta, e no fundo, eu esperava que algo acontecesse.
— Tá bom.
Mal disse isso, meu pai tirou a camisa e o shorts. Seu pauzão não estava ereto, mas deu pra ver as veias inchando com o sangue. Eu fiquei corada e desviei o olhar. Tirei o vestido e também a calcinha. A brisa soprou e arrepiou minha pele. Voltei a olhar pro meu pai e ele, sorridente, mexeu o quadril e o pênis balançou de um jeito engraçado.
— Bom, vamos nos molhar um pouco.
— E se alguém nos ver?
— Aqui ninguém vem. Fica tranquila, filha.
De mãos dadas, caminhamos até a água, que estava entre fria e morna. As ondas quase não quebravam na areia. Entramos alguns metros porque o nível era baixo.
— E então, Andrea? Como é se banhar pelada com seu pai?
— Bom… estranho, mas gostoso — falei com uma risada boba.
— Olha. O sol já está nascendo mais rápido.
Ficamos um do lado do outro vendo a manhã chegar. Era tão lindo e ao mesmo tempo um espetáculo cheio de romance. Não percebi quando a mão do meu pai, debaixo d’água, tocou uma das minhas nádegas. Eu ri e olhei pra ele com um certo ar de provocação. Foi aí que percebi que ele era um homem muito atraente, um maduro de verdade, e nada como os meninos bobos que davam em cima de mim na escola.
— O que você tá tocando?
— Só tô verificando como você cresceu.
Tá bom, tá bom. A sensação era incrível. ter uma mão grande tocando minha bunda.
—Vamos para a areia —sugeri, quando uma força estranha me moveu.
De mãos dadas voltamos para a praia e nos sentamos nus, já que seria estúpido vestir roupas.
—Vou te chupar um pouco, mas não conta pra mamãe, tá bom?
—Tá…
Mal terminei de falar, o pau dele começou a crescer. Me ajoelhei diante do meu próprio pai, de modo que o pênis dele ficou bem na altura da minha cabeça. Eu sabia que o frio fazia o membro dos homens mudar um pouco de tamanho, e embora ele estivesse passando pela mesma coisa, a verdade é que não fazia muita diferença. Limpei a garganta, coloquei as mãos sobre minhas perninhas e me aproximei cuidadosamente da cabeça do pau. Toquei com a ponta da língua, e depois fui dando pequenos beijinhos por todo o tronco até a base. Ele era só meu. Era meu pai, quem me deu a vida, e agora eu ia dar um pouco de prazer a ele, e eu também iria aproveitar. Com muito cuidado, peguei o pau dele entre minhas mãos, abri a boca e comecei a chupar suavemente, tentando enfiar tudo o que coubesse, molhando com minha saliva e sentindo o gosto do sal da água do mar. Era como comer um delicioso bife de carne com um sabor muito bom.
Chupei devagar no começo, e aos poucos fui aumentando a intensidade. Movia meu pescoço para frente e para trás, para frente e para trás. Tirava o membro só para poder respirar e imediatamente voltava ao meu trabalho. Com uma mão, brincava com as bolas dele, pesando, apertando, e quando cansava de chupar, levantava o pênis e lambia os testículos, que estavam sem um único pelo. Que meu pai depilasse as bolas me agradava, porque podia apreciar toda aquela área em plenitude.
—Ah… espera, vamos fazer outra coisa.
—O quê? —perguntei.
Ele se deitou na toalha, o pau apontando para o céu.
—Ehm… pai, por mais que eu goste de chupar você, não vou sentar.
—Não é isso. Me dá seu bumbum.
—Ah, bom —me acalmei. Papai só queria comer minha bucetinha, tão bonzinho ele.
Me acomodei com ele em um 69, e quando suas mãos abriram minhas nádegas e ele enterrou a boca na minha buceta, comecei a rir. A barba dele fazia cócegas. Que felicidade eu sentia. Voltei ao meu trabalho, masturbando ele e depois chupando e chupando. Para uma mulher, ter um pau grande é um desafio, porque você quer engolir tudo e o desgraçado nem sempre deixa. Não acontece só com paus compridos, mas também com os grossos. Molhei toda a glande com saliva e enfiei o mais fundo que pude. Nos pornôs eu via as atrizes fazendo com facilidade, mas eu não consegui, então decidi chupar como uma boa menina e não tentar quebrar recordes nem nada do tipo.
—É bom que você ainda seja virgem —disse meu pai, abrindo mais minhas nádegas como se quisesse me quebrar. Sua barba pontuda dava uma sensação deliciosa na minha xota, e muitas cócegas. Ele me deu palmadas, beliscou e mordeu. Meu clitóris pequeno estava no paraíso, e eu estava tão molhada que imaginei a boca do meu pai cheia dos meus fluidos.
Masturbei ele com mais força e velocidade. Deus! Eu realmente queria cavalgar nele e deixar ele me arrombar. Não seria uma má ideia, né? Ia sugerir isso, mas fiquei com um pouco de medo. Por enquanto, eu preferia só isso.
Chupei por mais um tempo. Pensei na minha mãe e em como ela devorava tudo isso, e senti inveja. Por outro lado, também pensei no Alec e se ele teria herdado esses atributos.
—Vou gozar —disse meu pai e chupou minha buceta com mais força que antes, enfiando a língua o máximo que podia.
—Eu também, pai.
Nós dois sabíamos o que fazer, e redobramos os esforços. Vai soar ridículo, mas justo quando eu sentia uma descarga de prazer lá embaixo, minha boca encheu de porra quente e doce. Que delícia! O pau do meu próprio pai jorrando gozo na minha garganta, me criando como uma garotinha de novo foi tão excitante que eu não queria que acabasse. Ele gozou e gozou uma mistura deliciosa que, no final, quando saiu a última gota, me deixou com ainda mais vontade.
Seu pau começou a diminuir naturalmente. Mamei mais alguns minutos e depois me acomodei em cima dele, para ver seu rosto.
— Eu te adoro, filha.
— E eu a você, gostoso.
Me sentia como uma menina de dez anos ao lado dele. O amava tanto, tanto quanto uma filha pode amar seu pai, e agora estava certa de que queria repetir muitas coisas com ele. Dei um beijo em sua boca e então entreguei meus seios para que ele brincasse com eles por um tempo, enquanto eu observava o lindo amanhecer.
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Pronto! Haha, essa Andrea fica naquela de querer, mas não querer. Bom, ela foi educada de forma liberal em relação ao sexo, mas como ela diz, uma coisa é seus pais darem permissão e outra é ter intimidade com eles, embora no final das contas a tesura sempre vença e uma mamada matinal não faz mal 🙂
Saudações! E lembrem-se de deixar um comentário 😉
13 comentários - Hermanos sin tabú cap 5
Besos.
gracias!