Tenho 34 anos, casada, tenho um filho e um marido maravilhosos. A intimidade com meu marido sempre foi incrível, já fizemos umas safadezinhas juntos, mas nunca envolvendo outras pessoas, só nós dois. O único cara com quem dividi a cama foi meu marido. Na hora do sexo, a gente brinca com muitas fantasias, uma delas é pegar um ônibus lotado, eu vestindo uma minissaia bem curta e uma fio dental por baixo, ir em pé, meu marido a alguns metros de distância, e um estranho se aproximar de mim. Sabe como é, aquele clássico encostão, e ele começar a me apalpar enquanto meu marido olha e filma discretamente.
Uns meses atrás, fui pra capital do estado visitar uma amiga. Foram dois dias, levei meu filho. Aproveitando que ele saiu pra passear com minha amiga, liguei pro meu marido pelo Skype. A gente conversou, ficou com tesão e teve cyber sex, falando das nossas fantasias, inclusive a do ônibus. Aí a gente desligou porque ele tinha coisas pra fazer, e eu fiquei toda excitada. A ideia passou pela minha cabeça, mas eu me dizia que não devia fazer sozinha, porque a gente tinha combinado que tudo que fantasiávamos faríamos sempre juntos.
Saí da casa da minha amiga de jeans e uma regata branca, fui até o ponto de ônibus com a intenção de ir pra casa da irmã dela. Vi uma butique com roupas lindas, pensei: "Vou comprar uma blusa pra usar hoje à noite". Aí vi uma minissaia vermelha muito bonita, bem curtinha, plissada, daquelas bem soltinhas. Amo vermelho porque minha pele é morena e acho que fica muito bom em mim. Só vou provar, pensei na hora. Experimentei, ficou maravilhosa. Comprei com a ideia de usar pra posar pro meu marido quando voltasse. Também comprei uma fio dental vermelha do mesmo tom. Ao sair da loja, quis avisar minha amiga que tava indo pra lá, mas percebi que tinha deixado o celular na casa dela. Volto e, ao entrar no quarto, a ideia me volta. Ainda estava molhada, pensando naquela fantasia. Tiro a roupa que estava usando, coloco minha calcinha fio-dental nova e a minissaia, um tênis, e me olho no espelho. Fico ainda mais excitada. Pego minha bolsa, saio do quarto rumo ao ponto de ônibus. Sinto milhares de olhares em mim. Sinto uma mistura de medo, vergonha e excitação. Meu coração batia a mil. Chego no ponto, um cara tenta puxar conversa, mas não entro no jogo. Não era minha intenção. "Se ele entrar no mesmo ônibus que eu, volto pra casa", pensei. O ônibus chega. Felizmente, ele não subiu. Mas outras 8 ou 9 pessoas que esperavam ali entraram. Os homens me deixaram subir primeiro. Tenho certeza de que queriam apreciar como eu subia os degraus do ônibus. Pago o motorista, que me despia com o olhar. Tinha pouco espaço, sem lugares disponíveis, um pouco apertado. Só encontrei espaço no meio da multidão. A gente avançava e mais gente subia, mais apertado ficava. Na frente, de costas pra mim, uma mulher meio robusta. À direita, um garoto de uns 15 anos. À esquerda, um cara de uns 20 e poucos anos. Atrás de mim, alguém se encostava e colava a virilha na minha bunda. Definitivamente, um homem. Meu medo crescia e minha excitação aumentava. O cara da esquerda esfregava a mão na minha coxa. Quem estava atrás, senti que aumentava o tesão de estar ali, se encostava mais em mim. Senti as mãos dele nas minhas pernas, uma em cada. Subiu e desceu algumas vezes, acariciando-as. Reagi de um jeito que até hoje não acredito: joguei meu corpo pra trás. Senti que o cara ficou muito excitado. Ele se atreveu a colocar as mãos na minha cintura e me puxou mais pra perto dele. Senti o tecido fino da calça dele e, por baixo, o volume muito duro. Ele passeava pelo fio da minha calcinha fio-dental. Se atreveu e colocou uma das mãos por baixo da minha saia, acariciando meus glúteos. Com o pé, ele abriu um pouco minha perna direita. Tento fechar de novo, mas ele não deixa. Fico excitada com o jogo. Aceitei. E ele enfiou a mão num movimento rápido, afastando minha calcinha fio-dental e enfiando o dedo. Na minha buceta, dei um pequeno pulinho, quase gozei, ele mete e tira bem devagar umas 4 vezes, aí o ônibus para, e do jeito que dá eu saio dali, já tinha ido longe demais. Desço pra esperar um ônibus que me leve de volta pro hotel, mas decido pegar um táxi. Isso era uma fantasia que, se fosse pra rolar, seria com nós dois juntos. Me sinto mal por ter traído meu marido, ninguém nunca tinha me tocado antes, só ele, mas foi uma experiência que ainda me excita lembrar, ainda mais quando penso que nunca vi o rosto de quem fez isso comigo. Meu marido não sabe, não sei se um dia vou contar. Obrigada a todos pela paciência e por tirarem um tempo pra ler minha confissão. Deixem seus comentários.
Uns meses atrás, fui pra capital do estado visitar uma amiga. Foram dois dias, levei meu filho. Aproveitando que ele saiu pra passear com minha amiga, liguei pro meu marido pelo Skype. A gente conversou, ficou com tesão e teve cyber sex, falando das nossas fantasias, inclusive a do ônibus. Aí a gente desligou porque ele tinha coisas pra fazer, e eu fiquei toda excitada. A ideia passou pela minha cabeça, mas eu me dizia que não devia fazer sozinha, porque a gente tinha combinado que tudo que fantasiávamos faríamos sempre juntos.
Saí da casa da minha amiga de jeans e uma regata branca, fui até o ponto de ônibus com a intenção de ir pra casa da irmã dela. Vi uma butique com roupas lindas, pensei: "Vou comprar uma blusa pra usar hoje à noite". Aí vi uma minissaia vermelha muito bonita, bem curtinha, plissada, daquelas bem soltinhas. Amo vermelho porque minha pele é morena e acho que fica muito bom em mim. Só vou provar, pensei na hora. Experimentei, ficou maravilhosa. Comprei com a ideia de usar pra posar pro meu marido quando voltasse. Também comprei uma fio dental vermelha do mesmo tom. Ao sair da loja, quis avisar minha amiga que tava indo pra lá, mas percebi que tinha deixado o celular na casa dela. Volto e, ao entrar no quarto, a ideia me volta. Ainda estava molhada, pensando naquela fantasia. Tiro a roupa que estava usando, coloco minha calcinha fio-dental nova e a minissaia, um tênis, e me olho no espelho. Fico ainda mais excitada. Pego minha bolsa, saio do quarto rumo ao ponto de ônibus. Sinto milhares de olhares em mim. Sinto uma mistura de medo, vergonha e excitação. Meu coração batia a mil. Chego no ponto, um cara tenta puxar conversa, mas não entro no jogo. Não era minha intenção. "Se ele entrar no mesmo ônibus que eu, volto pra casa", pensei. O ônibus chega. Felizmente, ele não subiu. Mas outras 8 ou 9 pessoas que esperavam ali entraram. Os homens me deixaram subir primeiro. Tenho certeza de que queriam apreciar como eu subia os degraus do ônibus. Pago o motorista, que me despia com o olhar. Tinha pouco espaço, sem lugares disponíveis, um pouco apertado. Só encontrei espaço no meio da multidão. A gente avançava e mais gente subia, mais apertado ficava. Na frente, de costas pra mim, uma mulher meio robusta. À direita, um garoto de uns 15 anos. À esquerda, um cara de uns 20 e poucos anos. Atrás de mim, alguém se encostava e colava a virilha na minha bunda. Definitivamente, um homem. Meu medo crescia e minha excitação aumentava. O cara da esquerda esfregava a mão na minha coxa. Quem estava atrás, senti que aumentava o tesão de estar ali, se encostava mais em mim. Senti as mãos dele nas minhas pernas, uma em cada. Subiu e desceu algumas vezes, acariciando-as. Reagi de um jeito que até hoje não acredito: joguei meu corpo pra trás. Senti que o cara ficou muito excitado. Ele se atreveu a colocar as mãos na minha cintura e me puxou mais pra perto dele. Senti o tecido fino da calça dele e, por baixo, o volume muito duro. Ele passeava pelo fio da minha calcinha fio-dental. Se atreveu e colocou uma das mãos por baixo da minha saia, acariciando meus glúteos. Com o pé, ele abriu um pouco minha perna direita. Tento fechar de novo, mas ele não deixa. Fico excitada com o jogo. Aceitei. E ele enfiou a mão num movimento rápido, afastando minha calcinha fio-dental e enfiando o dedo. Na minha buceta, dei um pequeno pulinho, quase gozei, ele mete e tira bem devagar umas 4 vezes, aí o ônibus para, e do jeito que dá eu saio dali, já tinha ido longe demais. Desço pra esperar um ônibus que me leve de volta pro hotel, mas decido pegar um táxi. Isso era uma fantasia que, se fosse pra rolar, seria com nós dois juntos. Me sinto mal por ter traído meu marido, ninguém nunca tinha me tocado antes, só ele, mas foi uma experiência que ainda me excita lembrar, ainda mais quando penso que nunca vi o rosto de quem fez isso comigo. Meu marido não sabe, não sei se um dia vou contar. Obrigada a todos pela paciência e por tirarem um tempo pra ler minha confissão. Deixem seus comentários.
12 comentários - me deje tocar en el bus , fantasia que tenia
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