Minha tia madura gostosa III.

Bem, antes de começar essa nova história, queria agradecer pelo apoio que estão dando à série, e para avisar que estou com vontade de começar uma nova série que publicaria todas as quartas-feiras, mas isso vai depender do apoio que derem a esse relato 😉.

Depois da noite do churrasco e dos amigos dos meus tios, passaram-se vários dias, nos quais tive pequenos encontros com minha tia. Não tinha como pegá-la sozinha, além disso, desde cedo havia gente de fora circulando pela casa. Estavam Rafael, o marido da Susana, e Luis, o marido da Nani, que chegavam cedo, iam almoçar em casa e voltavam rapidinho. Eles eram advogados e, pelo que percebi, estavam avaliando algum negócio do meu tio. Algo que tinham oferecido para ele comprar ou participar, não estava muito claro. Mas estavam com uma pilha de papéis, fazendo mil e uma ligações, etc.

Numa oportunidade que tive na piscina, perguntei para minha tia:

— Como vão seus "aproximamentos" com a Natalia e a Susana?

— Com a Natalia, vão, devagar mas vão. E com a Susana é mais difícil, porque ela fica em casa cuidando dos pirralhos (ela tinha 2, e nem eram tão pequenos assim). Se você tivesse escolhido outra, quase certeza que estaríamos mais perto.

— Puff, que notícia ruim.

— Não se preocupa, que tenho um plano em mente.

— Qual, se pode saber?

— Provavelmente, se o que ouvi continuar igual, esses três vão embora para Barcelona. Os filhos da Susana vão viajar por duas semanas a partir de sexta, não sei para onde. E como estão trabalhando o dia todo, vou convidar a Nani e a Susana para almoçar aqui na sexta.

— A coisa tá ficando melhor. Isso é bom. E o da Natalia?

— Passinho a passinho.

Estávamos no meio da conversa e quando as coisas estavam ficando interessantes, a Natalia apareceu dizendo que o Manuel estava chamando minha tia.

Na quinta, minha tia e a Natalia foram fazer uma compra no supermercado, tudo pensando no fim de semana principalmente. Meu tio me disse para acompanhá-las, mas o olhar que minha tia me deu foi de que não era uma boa ideia, então disse que não me Estava com vontade. À noite, ela me contou que tudo já estava em andamento, que Susana chegaria cedo depois de deixar as crianças na estação de Chamartín. O que minha tia pretendia, eu não sabia, mas não demoraria muito para descobrir.

Na sexta-feira bem cedo, do meu quarto ouvi meu tio falando com minha tia, dizendo que em mais ou menos uma hora estaria de volta. Abri a porta do meu quarto para chamar minha tia, quando a ouço dizendo para a Natalia que hoje ela se dedicasse totalmente à área da piscina coberta, academia... e às varandas externas. Que o resto da casa estava bem.

Pensei o que pensei e me deitei novamente na cama, tirei a calça ficando completamente pelado. Já que sabia que minha tia viria. Não me enganei quando vejo a porta se abrir, mas fiquei pasmo, porque vejo que ela traz muitas coisas nas mãos.

— Se prepara, que eu te disse que ia te depilar e assim faremos. Você vai ver como fica bonitinha depois e, se já está grande, vai parecer ainda maior.

— Que mania é essa que você pegou.

— Você não gosta que eu fique sem pelinhos?

— Gosto, mas...

— Nada de mas nem nada.

Ela foi ao banheiro do quarto e depois de um tempo saiu com um recipiente com água quente. Sentou-se na beirada da cama e começou. Pegou uma tesourinha e começou a cortar toda a mata que eu tinha, até deixar os pelos minúsculos. Depois, com uma máquina diferente das que eu uso, começou a tirar tudo, fazia cócegas e a sensibilidade fez com que o pau quase crescesse. Ardeu um pouco. Depois, ela se dedicou às bolas, mas ali usou umas tiras, que, na verdade, em alguns momentos doeu. Quando terminou tudo, passou uma toalhinha úmida por todos os lados. Depois, tirou um pote de um óleo que tinha um cheiro forte de baunilha. Passando suavemente por todos os lugares, isso fez com que agora eu não conseguisse me segurar e ele cresceu, cresceu e cresceu até o máximo.

— Assim que eu gosto, sempre bem duro, ardendo como fica com você, nunca vi nada igual.

— Já se Ficou satisfeito?

- Ainda não.

Então ela começou a acelerar o ritmo da mão, e me disse...

- Não resista, ou posso deixar você no meio do caminho, porque a Susana pode chegar a qualquer momento. Mas me avise quando estiver quase gozar, porque hoje não "tomei café da manhã" direito. (Ela disse com uma cara de tesão)

- Estou quase lá.

Ela enfiou até a garganta e deixou lá, com um movimento bem suave, como nunca tinha feito antes. Comecei a jorrar, vários jatos entraram na garganta dela, depois ela lambeu tudo direitinho e disse...

- De onde você tira tanto leite?

Bom, vai se levantando, te espero lá embaixo, não deu tempo pra mais nada. Entrei no chuveiro, fiz a barba, coloquei a sunga e desci. Para tomar café e dar um mergulho, já que minha tia também iria e imaginei que a Susana também.

Quando cheguei na cozinha, encontrei a Susana já lá. No outro dia à noite eu a vi voluptuosa, mas hoje ela estava... explosiva. Minha tia percebeu meu olhar e sorriu. E como estava atrás dela, fazia sinais obscenos para me provocar. Eu aguentei o tesão como pude. Depois de um tempo, saímos para a piscina. O primeiro a entrar na água fui eu, pouco depois a Susana entrou e quando minha tia ia entrar, ela disse que já vinha, que a gente tinha deixado as toalhas dentro.

Sem eu esperar, a Susana começou a falar comigo.

- Ei, Carlos, desde o outro dia você me deixou muito intrigada.

- Por quê?

- Porque você me disse que o melhor era o meu olhar, que dizia muito. O que é que supostamente meus olhos dizem?

- Hahaha, mas você esqueceu de acrescentar que eu também disse que não contaria para não me meter em problemas.

- Você não terá nenhum problema, porque o que você me disser ficará entre você e eu.

- Deixa eu pensar.

Nisso, minha tia chegou. Ela perguntou do que a gente estava falando, e a Susana disse que era sobre exercícios para perder uns quilinhos.

Meu tio chegou com os que faltavam, incluindo a Nani, que assim que nos viu na água, disse que a gente era uns "porcos" porque não esperamos por ela. Depois de um tempo, ela saiu de biquíni e se... Ele também entrou.

Depois de um bom tempo, todos saímos da piscina juntos. Como minha tia só pegou três toalhas, eu cedi a minha. Enquanto elas se deitavam nas espreguiçadeiras, eu fiquei em pé um tempo para me secar. Não sei se foi por causa dos óculos escuros, mas notei o olhar da Nani fixo no meu pacote, mas a Susana não fez nenhum gesto.

Depois de um tempo, eu disse que ia me trocar. Minha tia se levantou para ver como estava a comida. Entramos juntos e, quando ninguém podia nos ouvir, ela disse...

- Depois de comer, diga que vai descansar um pouco, ou use a desculpa que quiser, e vá para a sala de estar e tranque a porta.

- O que você está pensando?

- Como os homens vão ficar na varanda da refeição bebendo e conversando, eu vou levar as duas mulheres para a outra varanda, que está meio aberta e você pode ouvir. E você vai ver.

Me troquei, coloquei uma sunga maior e uma camiseta. Elas não estavam, a primeira que apareceu foi minha tia e preparou bebida para todos. Mas os homens disseram que mais tarde. Então eu ficaria com elas. Depois desceu a Susana e minha tia tinha ido buscar gelo. Assim que me viu sozinho, ela perguntou...

- Já pensou no assunto?

- Sim, e como confio que vai ficar entre nós, quando achar oportuno vou te contar, prometo.

- Poxa, isso é enrolação.

- Não, de verdade, vou te contar bem em breve, com certeza. Quando você menos esperar, ou quando eu vir aquele olhar de novo.

Com as três mulheres e eu, minha tia serviu sangria preparada por ela, bem geladinha. Eu fiquei sentado entre a Susana e minha tia, com a Nani na frente. Provei a sangria e, caralho, minha tia exagerou na dose. Decidi, sem pensar muito, roçar minha perna na da Susana, para ver o que acontecia. Ela não fez nada, nem tirou a perna, mas não seguiu o toque, como se nada tivesse acontecido.

Depois de um tempinho, ela parecia um pouco mais solta, não tão fechada em si mesma. A sangria deixou as três mais alegres, nunca bebidas nem nada do tipo. Nos reunimos todos e começamos a comer, a mesa era... Retangular e estreita, me coube, ou melhor, eu procurei, ficar de frente para a Susana. Vai e vem, ela voltou a ter aquele olhar da outra noite, quando percebi sorri, ela notou, ficou um pouco corada e desviou o olhar. Depois olhou de novo e eu peguei ela outra vez, dessa vez ela segurou o olhar por mais tempo e sorriu levemente.

Quando terminamos de comer, eu automaticamente disse que estava com uma leve dor de cabeça, que os deixaria sozinhos um pouco e fui para onde minha tia tinha me dito. Uns dez minutos depois ouvi as mulheres chegarem, trazendo uma garrafa de licor de ervas e três taças.

Ficaram conversando sobre tudo um pouco. Até que minha tia deu um giro de 180º na conversa.

LÚCIA - Eu sei de alguém que hoje não vai dormir. Hahaha

NANI - Hahaha, é verdade que vocês ficaram sozinhos os pombinhos.

SUSANA - Se estão falando de mim… estão enganadas.

LÚCIA - Sim, sim. Olha a santinha.

SUSANA - Sério que não. (Disse com voz envergonhada)

LÚCIA - Não acredito. Rafael é o único dos maridos que na idade dele se conserva muito bem. Você é uma mentirosinha.

Eu, de onde estava, via como a Susana tomava mais umas duas taças, que minha tia habilmente tinha enchido.

SUSANA - Juro que não estou mentindo. O Rafa é… é… muito tranquilo, muito mole. Pede permissão pra tudo. Parece que está na frente de um juiz.

NANI - Pois não imaginava ele assim, o via mais másculo. Com uma cara assim de meio "depravadinho".

SUSANA - "Depravadinho"? Quem me dera. (Isso último escapou, deu pra ver que foi espontâneo)

LÚCIA - É um clássico?

SUSANA - Como assim um clássico?

NANI - É, mulher, tipo missionário ou igual coelho, rapidinho e dormir.

Fez-se um silêncio sepulcral. Até que timidamente, mas mais solta.

SUSANA - Mais ou menos.

NANI - Não me diga que com esse rabão que você tem…

SUSANA - Não, ele é muito escrupuloso.

LÚCIA - Nem comem o que têm pra comer.

SUSANA - Não (Respondeu de forma seca)

NANI - E você não quer experimentar outras coisas?

SUSANA - Quero, eu falo pra ele mas… ele parecem putarias. Tipo falar enquanto...

LUCIA - Você vai ficar se tocando o dia todo. Como eu faço desde o acidente do Manuel. A diferença é que eu comprei uns brinquedinhos. Você tem?

SUSANA - Quer que eu pague caro no divórcio?

NANI - Por isso que você tava olhando o rabo do seu "sobrinho"

SUSANA - Isso é mentira.

NANI - Mentira? Se fosse um pouco mais você ficava vesga, eu vi. E não tem problema, eu também olhei aquele pacotão, o que eu daria pra calça de banho dele cair e tirar a prova.

LUCIA - Que putas vocês são, ele só tem 18 anos.

NANI - Se eu tivesse um sobrinho daqueles em casa... uuufff só de pensar...

SUSANA - Como você pode falar uma coisa dessas?

NANI - Com o corpo que ele tem, ele te empurra na parede, não tem cara de ser mole não, né? Lúcia.

LUCIA - E eu sei lá, ele é forte, malha pra caralho, levanta muito peso, mas... maduro pra saber como ele é... nesse assunto.

NANI - Aposto que a santinha aí, só de ver ele já molhou a calcinha, Kkkkk.

SUSANA - Você passa dos limites.

NANI - Ele abria bem esse rabão que você tem, com certeza. Kkkk

SUSANA - Vocês realmente já fizeram por aí.

NANI - Olha, linda, quem quer meter tem que chupar primeiro e se não chupa, não mete. E pelo bum bum eu sinto muito melhor, principalmente se for pau normal. Mas eu não reclamaria de pegar uma XXL, que são raras.

SUSANA - Quem te ouvir vai pensar que você trai o Luís.

NANI - Kkkk, tô nem aí pro que pensam e pra você saber, sim, eu como quem eu quiser. É isso que você tá perdendo com seus 40 anos. Nunca ficou tentada?

SUSANA - Não vou responder.

NANI - Não precisa.

LUCIA - Não fica vermelha, nem tem vergonha, cada uma é como é. Eu me adaptei por enquanto, mas antes o Manuel era raro o dia que não me dava um bum bum. Mas a Nani tem razão, que desperdício, todos os maridos falam, que seu rabo é... tipo seus peitos que são dois melões, você sempre fala que quer operar pra diminuir e todo mundo diz que seria crime. SUSANA - De novo exagerando pra me deixar corada. NANI – A Lúcia não tá mentindo, ela não ficou com outros homens, mas e... com uma mulher? SUSANA - Isso é uma sacanagem e antinatural. Eu nunca faria isso. LÚCIA - Talvez o que ela precise é de um "castigo" básico. Não respondi, mas minha tia me contou depois que ela ficou toda vermelha e dava pra ver que estava nervosa. Já eram quase seis horas, então saí de novo pronto pra tomar banho, antes de sair me toquei um pouco, mas só um pouquinho, pra ficar mais evidente. Cheguei perto delas e perguntei se alguma vinha tomar banho. As três conversavam comigo, dava pra ver que a Nani olhava pro pacote e não tava nem aí, a Susana era muito mais discreta. Elas se aproximaram da piscina mas não foram tomar banho de novo. Enquanto estávamos lá, apareceram os três homens, pra dizer que no dia seguinte iriam pra Barcelona por pelo menos dois ou três dias. Minha tia disse que tomassem conta do Manuel. Meu tio olhou pra ela com cara de raiva. E a Susana disse que não achava muita graça em ficar na casa sozinha, já que os filhos não estavam. Mas minha tia, rápida como um raio, como se estivesse esperando por isso, disse pra ela vir junto, que assim não ficaria sozinha. Todos a encorajaram e no final ela disse um seco TÁ BOM. Nani disse que tédio, vocês aqui e eu sozinha com meus filhos. Minha tia disse por mim vem também, ou dá um escapada durante o dia, o que quiser, eles já não são crianças pequenas. Eu nem sabia quantos ela tinha nem a idade. Já sabe que aqui temos espaço. E assim ficou combinado. Depois que eles foram embora minha tia me disse... - Carlos, pode vir me ajudar a pegar as malas, que estão no porão e como você é alto não precisa da escada. - Vou contigo. Quando estávamos no porão, meu tio no escritório e a Natália na cozinha, minha tia me beijou ardentemente, levou minha mão até a virilha dela e disse... - Olha como eu tô (tava encharcada) - E isso? - Só de pensar como vamos foder aquela puta... - Não temos muitos dias, digamos. - Você tem que meter nela você no saco e quando tiver a situação controlada… aí eu entro também.

- Vamos ver, você só tem que fazer o que eu mandar e não perguntar, deixa comigo.

Ela ficou me olhando e concordou. Eu sabia que meu tio ia embora cedo. Então me levantei cedo, desci para levar as malas dele pro carro que veio buscá-lo pra ele não pegar peso e me despedir. Quando ele ia embora me disse… “cuida bem das mulheres, principalmente da sua tia”, não se preocupe, farei isso sim.

Assim que ele foi embora, voltei pro meu quarto e deitei um pouco pra organizar meus pensamentos, minhas ideias. Nisso a porta se abriu, minha tia entrou e deixou cair o vestido que chegava aos tornozelos, ficando totalmente pelada. Ela se aproximou com cara de quem tá com tesão, eu levantei, dei um beijinho bem pequeno nela e disse…

- Veste a roupa, que agora não é hora.

- Como? Passei a noite toda esperando por esse momento.

- Não, agora não, repito.

- Você não pode me deixar assim, pelo menos me dá meu leitinho. (Disse com voz melosa)

- Vou te dar quando você merecer, assim vai se esforçar mais. Ah, ia me esquecendo, você tem que tentar fazer com que a Natalia não fique no meio.

Ela foi embora contrariada e eu fiquei ardendo, se ela ficasse mais um minuto… eu não teria me aguentado.

Eu estava entre nervoso e impaciente. Pra saber o que ia acontecer. Quando desci encontrei minha tia conversando com a Natalia, a única coisa que consegui ouvir foi a Natalia agradecendo com muita alegria. Perguntei pra minha tia e ela disse…

- Ela vai embora três dias depois do almoço.

- Muito bem.

- Agora preciso que quando ela for pra piscina você saia de cena, se quiser observar, mas sem a Natalia perceber.

Por volta das 11 da manhã minha tia foi de biquíni pra piscina. Ela nadou um pouco e foi pra espreguiçadeira. Ela olhou pra casa, me viu e sorriu. O tempo passava e nada acontecia, até que a Natalia apareceu por lá e minha tia chamou ela, dava pra ouvir bem a conversa, que foi assim.

- Natalia, por favor, você pode avisar a minha Sobrinho, pode me dar uma massagem? Tive uma noite péssima e estou toda dolorida.

- Se não me engano, ele está no quarto dormindo, tomou uma aspirina. Quer que eu o acorde?

- Não, deixa ele, eu aguento.

- Não quero parecer atrevida, mas se quiser, eu mesma faço a massagem.

- Não, não, mulher, isso não é trabalho seu, não, deixa pra lá.

- Sério, não me importo. Olha, vou começar e se não fizer bem, paro.

Mal disse isso, pegou o frasco de óleo e começou a massagear suas costas. Minha tia soltou a parte de cima do biquíni para facilitar. De onde eu estava, o que via era o mais normal possível, comecei a ficar entediado, não via ninguém tomando iniciativa, e também não conseguia ver a expressão da minha tia.

Depois de um bom tempo, foi para os pés, panturrilhas e coxas. O que me chamou a atenção foi que, conforme subia para a parte superior das pernas, ela mordeu o lábio inferior. Natalia, com uma voz diferente, mais nervosa, disse...

- Senhora, se abrir um pouquinho as pernas, posso massagear melhor.

- Assim está bom? (abrindo um pouco as pernas) Ou... melhor assim? (abrindo bem)

- Assim melhor.

Da posição de Natalia, ela teria uma visão completa, e se minha tia não tivesse tomado banho, daria para ver se estava molhada ou não. Os movimentos dela eu não conseguia ver, mas percebia que minha tia se mexia um pouco. Nesse momento, a campainha tocou. Devia ser Susana. Vi Natalia se aproximar do ouvido da minha tia, sussurrar algo que não consegui ouvir e ir atender.

Era Susana mesmo. Ouvi o portão grande abrindo para ela entrar com o carro. Desci, dizendo que tinha ouvido o portão. Cumprimentei-a com dois beijos bem descarados nas bochechas. Ela ficou um pouco sem reação, mas logo minha tia chegou, cumprimentando-a com sua alegria de sempre. Ela trouxe apenas uma mala, mas parecia mais um baú, e ainda por cima a casa dela era logo ali — por isso imagino que tenha vindo de carro.

Subimos os três, e Natalia, que estava toda corada, se... Entrou. Uma vez no andar de cima, minha tia foi para um quarto, eu deixei a mala e minha tia disse para ela se trocar e descer, Susana disse, arrumo as coisas da mala e desço.

Quando saímos, agarrei minha tia pela mão e a levei para o meu quarto. Disse para ela me contar...

- Bom, a massagem nas costas, no pescoço, estava boa, mas não tirava minhas dúvidas. Mas a das pernas, deixou tudo claro pra mim.

- O que deixou claro?

- Que se a Susana não tivesse chegado, ele teria feito de tudo comigo.

- Tá certa?

- Certa não, certíssima. Essa daí já tá "na situação".

- Que pena a gente ter se adiantado e falado pra ela ir embora por uns dias, porque se com a Susana não conseguirmos nada, com a Natalia... uma pena.

E aí... O que ele te disse no ouvido? E o que você disse pra ele?

- Que era uma pena não poder gozar. Mas que esperava ter feito bem.

Respondi que ele estava no caminho certo e que sim, era uma pena. Mas que outra hora seria.

- Quando a senhora quiser e a hora que for.

- Por isso te digo que essa daí tá mais do que disposta, já te falei, burra eu não sou.

Me aproximei da minha tia e dei um beijo bem molhado, brincamos com as línguas e aproveitei para tocá-la com meus dedos na sua bucetinha, que estava totalmente encharcada.

- Ele te deixou bem quente.

- Quente, com tesão, no cio...

- Quem diria.

- Já te disse que sou bissexual e ultimamente tô muito safada. Me comportei direitinho, me dá leitinho?

- Ainda não, você tem que se comportar não bem, mas muito "mal". Então vamos lá ver sua amiga.

Saímos do quarto e ela foi para a cozinha. Eu fui para a academia, fazer minha rotina diária, assim as deixava sozinhas e de onde eu estava poderia ver sem ser visto. Estava fazendo os exercícios quando vejo as duas saindo, de biquíni e levando duas taças de vinho bem cheias. Elas ficam conversando um pouco e vejo que se dirigem para onde eu estou.

Elas entram e conversam comigo sobre os exercícios. Enquanto faço, vou explicando. Minha tia, eu sei que está... uma cachorra perdida, e ainda dá pra ver pelos mamilos antes, eles estão bem durinhos. A Susana tá de biquíni, mais que chamativo, principalmente a parte de cima, que parece duas numerações menor. Vejo aquele olhar de novo. Se não fosse minha tia, seria o momento ideal pra entrar nela. Ela se vira pra procurar um lugar pra sentar, e eu aproveito pra fazer um sinal pra minha tia, pra que ela vá embora. Minha tia entende e diz que antes de ir, a Natalia precisa falar com ela, que a desculpemos porque ela já vem.

Susana, do jeito que tá sentada, dá pra ver ainda melhor, com a pose que ela faz. Não quero perder a oportunidade e decido sondar as possibilidades...

- Te dei minha promessa de que te diria sobre seu olhar e cumpro. No outro dia, no almoço, ele apareceu, por exemplo, desde que você entrou aqui, você tem ele.

- Tenho o mesmo olhar de sempre.

- Você sabe, assim como eu, que não é assim, mas se você quer me tratar como idiota, então não vamos falar mais, você tem razão.

- Não, não quero te tratar como idiota, de verdade.

- Então deve ser que você tem que dizer que não e por isso, quando eu disse que hoje você tinha aquele olhar, você ficou vermelha que nem um tomate.

Mas o melhor é que os únicos que sabemos o motivo somos você e eu. Porque não pense que só acontece com você, comigo também acontece.

- O quê?

- Você quer ouvir a verdade ou quer que eu também me engane?

- É que não sei... não te entendo... me diz sua verdade... talvez assim eu entenda.

- Pois bem simples, desde o outro dia que te vi, percebi que você me excita muito e hoje, assim, ainda mais.

- Você deve estar confundido, é muito jovem, eu muito velha pra você... devem ser coisas de criança. (Ela me disse com voz trêmula, nervosa, mas eu sabia que excitada)

- Não estou confundido e aqui a idade não tem nada a ver. Com certeza com você, mesmo que te dê vergonha, aconteceu a mesma coisa.

- HA, imaginações suas.

- Nem HA nem HO, você mesma se entregou.

- Eu? Em quê? (Mais nervosa ainda)

- Pois bem simples, quando você percebeu que você estava ficando excitada, cruzou os braços para não mostrar seus mamilos.

- Como pode ser tão atrevido, descarado e sem vergonha. Sua tia não gostaria nada disso se descobrisse. É melhor eu ir para casa. Vou dar uma desculpa para sua tia e pronto.

- Lembro que você me garantiu que ficaria entre nós dois, mas você que sabe. Mas no que concordamos é que eu sou… atrevido, descarado, sem vergonha e muito mais, isso eu garanto, mas não minto. É fácil, descruze os braços e se eu estiver errado, engulo tudo o que disse. (Quando terminei de falar isso já estava de pé com a toalha secando o suor)

- É melhor você ir embora.

- Eu estou fazendo meus exercícios, só vou embora quando terminar.

Ela continuava com os braços cruzados e decidi arriscar. Me aproximei, agarrei e separei… Com voz segura e firme, disse para ela ficar de pé, ela fez sem reclamar, eu não estava errado, ela tinha mamilos bonitos, marcavam bastante, ela me olhava com uma cara estranha, não saberia descrever como.

- Viu como eu não estava errado. E de ir embora, nada. Me ouviu?

- Sim

- Sim… o quê?

- Que não vou embora.

- Perfeito. Além disso minha mãe sempre dizia… “se um não quer, dois não brigam”. Pois no sexo é igual.

- Me desculpe se duvidei de você, se menti, são coisas que não dá para evitar. Mas só peço que a gente tenha uma boa convivência.

Minha tia chegou e perguntou se íamos para a piscina, os dois dissemos que sim. Como Susana saiu rápido como um foguete, disse para minha tia que na piscina entrasse na água e da beirada perguntasse o que estava acontecendo.

Pouco depois de estarmos juntos, minha tia entrou na água e como eu havia dito, da beirada da piscina começou a conversa.

LÚCIA - O que está acontecendo? Vocês estão muito sérios.

EU - É que sua amiga não gosta de mim.

LÚCIA - Não acredito.

SUSANA - Que nada, que nada… (disse abrindo os olhos ao máximo e com cara de alucinada)

LÚCIA - Já estava estranhando.

EU - Fazendo exercício, dei vários estiramentos, não aqueci bom, hoje eu pedi o óleo relaxante e ela me deu um NÃO que me deixou sem reação. (Ela e eu sabíamos que era mentira, mas não sabíamos onde aquilo ia dar)

LÚCIA - Não se preocupa, eu saio e te dou.

SUSANA - Não, não. Lúcia, eu que dou, é que eu não tinha me tocado, como se eu me importasse. (Disse me olhando com cara fechada)

Ela começou a me dar a massagem, no início dava pra ver o mau humor, mas aos poucos eu percebi que ela estava gostando. Aí eu disse que, já que estava ali, minhas pernas agradeceriam. Ela foi pra elas, e eu estava ficando com muito tesão. As mãos dela não subiam muito, mas eu indicava pra ela fazer. No começo ela foi tímida, depois foi pegando gosto e minha ereção estava total. Se eu me virasse, ela ia ver alguma coisa.

- Se você faz assim com todo mundo, você deve ser a bomba.

- Cala a boca, pra Lúcia não ouvir. (Ela disse baixinho)

- Mas é verdade.

- Você fala isso pra agradar, mas não acredito.

- Se eu me virasse, você acreditaria.

- Sério, Carlos, não seja safado, você já me comprometeu bastante hoje. Eu me comporto bem com você, não seja ruim.

- Eu não sou ruim, sou pior. Hahaha

Ela disse "pronto" e foi pra sua espreguiçadeira. Eu, rindo, disse que ela tinha se "traído" de novo, ela virou de bruços, mas eu vi um sorriso.

Depois de todo mundo tomar banho várias vezes, na hora do almoço fomos nos trocar nos nossos quartos. Quando entramos, Natália queria falar com minha tia, Susana e eu subimos pro quarto, e quando chegamos no andar de cima eu disse...

- Se precisar de ajuda pra ensaboar as costas ou outra coisa, estou à sua inteira disposição.

- HA, não precisa, eu me viro sozinha.

- Bom, eu tenho dificuldade, eu sim agradeceria uma ajuda.

- Hahaha e a gente chama sua tia pra aplaudir. (Disse sorrindo)

Uma vez no meu quarto, me troquei e entrei no chuveiro, e com a água caindo vi minha tia nua entrar também e, antes que eu dissesse algo, ela falou...

- Só vim pra saber como foi tudo. Me lembra uma "amiga", dois tapas e ela vai estar pedindo "guerra".

-Mas tem um probleminha.

-Qual?

-Natalia não vai embora, diz que as amigas não têm folga e que pra ficar sozinha ela fica.

-Pfff, pfff... então a única solução é que o que acontecer tem que ser neste andar. Que é o que a Natalia não pisa a não ser de manhã.

-É o que eu tinha pensado.

-Sim, mas para o que eu tinha em mente, precisávamos da sauna. Mas pensando bem, não acredito nessa da Natalia. Essa ficou com vontade e por isso ficou. Bom, deixa eu pensar.

Nós acabamos de tomar banho juntos e ela voltou para o seu quarto pela varanda. Eu comecei a bolar outro plano, mas a verdade é que a coisa tinha se complicado, porque no que eu tinha planejado inicialmente participávamos só nós dois. Não dava pra adiar, já estava o anzol lançado e ela tinha mordido, se eu deixasse passar, talvez a noite fizesse ela mudar de ideia.

Lá em cima tinha uma sala grande com um bom aparelho de som, poltronas etc... uma sala superconfortável. Com a ajuda da Lúcia daria certo. Fui ao quarto da minha tia e contei o novo plano de forma improvisada, ela não estava muito convencida mas disse que por tentar... e se não der certo, ela disse colando a boca morbidamente no meu ouvido... "a gente se fode de tanto transar, você e eu". Nos beijamos... e antes de eu ir embora, minha tia me disse...

-Há um mês me contam isso e eu não acredito.

-O quê?

-Eu com meu sobrino seduzindo uma amiga minha pra comer ela.

-É que você nunca gostou da sua amiga?

-Desde que a conheci, mas ela sempre foi tão rígida com relações sexuais e mais ainda com mulheres, que ainda não tenho muito claro.

-Virei de costas rindo e fazendo um gesto com a mão, fui embora.

Comemos na varanda na mesa quadrada pequena, a comida foi divertida, rimos, falamos de tudo em geral, mas tudo num tom brincalhão. Eu que estava de chinelo, tirei um e levei meu pé até a Susana, ela quando percebeu, me olhou fixamente, acho que minha tia se... Ela percebeu e fingiu que não entendeu.

Susana me olhava e fazia sinais com os olhos. Como se dissesse… para com isso. Lucia perguntou se tinha algo errado, ela disse que não. Passei de roçar seu pé, seu tornozelo a subir meu pé mais alto, ela automaticamente fechou as pernas, mas eu continuei forçando até conseguir levar mais para cima, mas não onde eu queria.

Com a outra perna fiz um sinal para minha tia tocando seu pé. Ela entendeu e se levantou para ir ao banheiro. Assim que ela saiu…

— Você tá louco ou o quê? Se a Lucia perceber, vai virar um caos. Como eu disse antes, eu não quero nada com nada e muito menos com você. Não vê que me compromete?

— É fácil… deixa eu fazer e ninguém vai perceber.

— Já te disse que NÃO!

— Vou contar pra minha tia que a gente se beijou essa manhã.

— Você não teria coragem.

— Você decide: se você se comportar… eu não falo nada.

— Conte o que quiser pra Lucia, ela não vai acreditar em você.

— É fácil tirar a dúvida, ver se ela acredita na amiga ou no seu sobrinho e afilhado “inocente”.

Minha tia chegou e sentou de novo. Voltamos à conversa e em certo momento voltei à carga. Dessa vez ela posicionou melhor as pernas, dificultando meu avanço.

— Tia… (disse com voz hesitante)

— Fala.

— Se eu te contar uma coisa muito delicada, fica entre a gente e ninguém fica sabendo.

— Claro, fala.

Susana estava expectante, voltei a mexer minha perna e dessa vez não encontrei nenhum obstáculo.

— Bom, deixa eu pensar bem no que vou dizer.

— Como você quiser.

Agora minha perna subia onde eu queria, meu dedo agia livre e placidamente pela entreperna da Susana. Pouco a pouco eu ia notando a umidade no meu dedo, ela estava sem saber o que fazer, mas não parecia muito incomodada. Quando mais entregue eu a notei, apesar da pose fingida de desgosto, tirei meu pé e parei. Dessa vez o rosto dela era de surpresa, sem entender.

Terminada a comida, minha tia se levantou para pegar um licor de ervas, que tomava sempre depois de comer. Quando ficamos sozinhos, Susana me agradeceu por ter parado, que ficou feliz em ver que eu tinha entendido percebeu que não estava bem. Eu não fiz nenhum comentário, apenas fixei meus olhos nos dela e sorri.

Quando minha tia quis servir um copinho do licor, Susana rapidamente colocou a mão sobre a taça, recusando. Minha tia disse que era o licor que ela gostava, mas ela recusou de novo gentilmente, dizendo que não, que logo sobe à cabeça.

Elas ficaram conversando e eu fui para meu quarto ler um pouco. Passadas umas duas horas, desci para a piscina. Quando cheguei, vi as duas cochilando tomando sol. Não disse nada, mergulhei de cabeça na piscina e com o barulho as duas acordaram. Susana reclamou de ter cochilado, porque à noite depois fica difícil dormir.

Minha tia foi até a casa buscar bebida, estava com sede. Logo voltou com sangria, copos... Natalia a acompanhava, ajudando a trazer tudo. Susana, assim que as viu, repetiu que não queria nada alcoólico, que no máximo um refrigerante. Natalia disse que já trazia e foi buscar.

Estava claro que minha tia não estava conseguindo deixar Susana alegrinha com álcool. Logicamente, isso dificultaria as coisas no início, porque ela teria mais dificuldade para se soltar.

Eu, vendo tudo da água, só pensei que as coisas estavam dando muito errado para o meu gosto. Mas como sempre, pensei que quanto mais obstáculos e dificuldade, depois fica melhor. Então saí da piscina e fui me trocar. Às oito e meia desci de novo, bem arrumado num estilo verão. Quando as duas me viram, ficaram surpresas, perguntando em uníssono...

— Você vai jantar fora?

EU — Não. Se não me convidarem, janto aqui, hahaha.

SUSANA — É que você está tão arrumado?

EU — Sim, porque quero que hoje a gente jante de um jeito glamouroso e depois música lá em cima, que já selecionei e preparei. Mas é a música do tio, não tem muita opção.

As duas riram.

LÚCIA — Acho uma boa ideia, senão a gente janta e fica com sono.

SUSANA — Eu acho... parece bom, mas você pode acabar se entediando com essas duas velhas.

EU – Velhas… vocês?

LÚCIA – Ei, essa de velha fala por você.

EU – Então não vamos discutir, se vocês estão de acordo, noite de festa.

SUSANA – Bom, eu não tenho roupa adequada aqui.

LÚCIA – Eu te empresto.

SUSANA – Quem me dera ter o seu manequim. Hahaha.

EU – Bom, ir e voltar da sua casa são 5 minutos. Se quiser, até te acompanho.

SUSANA – Não, não precisa. Vou e volto num instante.

Ela não pensou duas vezes, vestiu o blusão e foi para casa. Aproveitei para contar minhas últimas ideias para minha tia.

– Olha, tudo isso que você me conta é muito bom. Mas tenha em mente que o que a Susana precisa é de um macho de verdade, um macho dominante, e é isso que você tem que fazer desde o começo, o duplo D: dominar e domar. Te explico para que você entenda que…

– Que ela passa pelo mesmo que você passava. Lúcia, eu sei o que estou fazendo. Fiz errado com você?

– Não. (Ela ficou um pouco corada.) Mas se você ver que a coisa não está saindo como planejamos, pisa no freio, porque eu não quero nenhuma merda.

– Não se preocupe, vamos tirar a dúvida em pouco tempo.

Susana voltou e foram para seus quartos. Eu ajudei a Natália a preparar tudo, assim ela não precisaria ficar no meio. A primeira a descer foi minha tia, estava espetacular. Ela usava uma calça que parecia uma saia, bem fina, com aberturas nas laterais, e em cima uma blusa também bem fina, tudo preto, e a blusa era tão fina que dava para ver que ela não estava usando sutiã.

Fiquei olhando para ela embasbacado, assim como a Natália. Minha tia percebeu e deu para ver que ela adorou. Aproveitou para dizer à Natália que ela podia ir, que ela cuidaria de tudo. Natália disse à minha tia que, se precisasse de algo, ela com certeza estaria acordada, e disse de um jeito que soou "diferente".

Quando ficamos sozinhos, eu disse à minha tia…

– Você está de dar vontade de foder agora mesmo.

– Bom, se quer que eu seja sincera, eu não me importaria, porque já estou com muita necessidade.

– Como será que sua… Amiga? Tipo freirinha?

- Se ela fizer como sempre, com certeza não vai vir de freira, porque ela adora ser o centro das atenções, esquentar, ser olhada... então se for ela, vai vir com algo que faça suas duas joias brilharem, que são a bunda e os peitos.

- Tomara que você não esteja enganado.

Dizendo isso, ela apareceu. E como minha tia tinha razão. Ela veio com uma saia curta, não minissaia, preta assim como as meias, uma blusa justa e com botões que se ela respirasse mais fundo, poderia arrancar meu olho, o que fazia o decote ser animal. A blusa da mesma cor e também era toda transparente, mas ao contrário da minha tia, ela usava sutiã, que pelo que dava pra ver com as transparências, mal dava conta de segurar aquelas tetas.

- Nunca vi ninguém em quem o luto caísse tão bem, assim como em vocês. Dêem uma voltinha pra eu ver.

As duas sorriram. Deram uma volta e que bundões... Fiz as duas sentarem à mesa, peguei a garrafa do balde de vinho para servi-las, servi minha tia e quando fui servir a Susana, ela disse que só um pouquinho, nesse momento e como a saia estava levantada, percebi que ela usava meias e não calcinhas, isso já me deixou muito excitado.

O jantar foi tranquilo, risadas, comentários de duplo sentido, mais risadas, mas sem pressionar a Susana. Ela não bebeu nem o pouco vinho que coloquei. Um tempinho depois de terminar o jantar, minha tia sugeriu irmos lá pra cima, eu pedi que me dessem cinco minutos e subissem.

Subi primeiro, para ajustar a luz do jeito que eu queria e acender as velas que tinha preparado. Quando elas chegaram, só elogios por parte das duas, por tudo estar tão bem arrumado. Como sabia o que cada uma gostava de beber, as recebi com duas taças preparadas, elas aceitaram e disseram que era um gesto muito legal.

Nos sentamos e rapidamente minha tia perguntou...

LÚCIA - Susana, faz quanto tempo que você não dança?

SUSANA - Hahaha, já perdi a conta do tempo que faz.

LÚCIA - Carlos, pois como bom anfitrião você tem que dançar com a gente. SUSANA - Não o coloque nesse compromisso.

EU - Nenhum compromisso, estou encantado em dançar com duas belezas.

LÚCIA - Bom, a música está tocando. O que está esperando?

Me levantei e estendi a mão para minha tia, como estava preparado, ela me disse que primeiro a convidada. Então me dirigi a Susana e, com alguma hesitação, ela se levantou. Com os saltos que usava, parecia mais alta. Assim que nos abraçamos para dançar, ela mantinha distância, tinha os braços estrategicamente posicionados para que eu não pudesse apertá-la. Tudo seria uma questão de esperar. Troquei de parceira várias vezes, enquanto dançava com minha tia, observei que a taça dela estava quase intacta. Fiz o sinal para minha tia de que a noite "começava".

Voltei a dançar com Susana, dava para notar que ela estava mais confiante, consegui apertá-la contra mim, ela aguentou o tranco. Com meus movimentos, comecei a ter uma ereção, ela percebeu porque ficou visível como se quisesse ir embora ou fazer algo. Já tinha uma boa ereção, ela estava agarrada, mas não fazia nada, não sabia se era por causa da minha tia. Fiz um sinal para minha tia e ela se levantou dizendo que ia ao banheiro.

Quando se ouviu a porta fechar, ela fez menção de querer se soltar, mas me deu a impressão de que era com pouca convicção. Dizendo-me que aquilo não estava certo, minha tia, o marido dela, blá, blá, blá... Aproximei minha boca do ouvido dela e com voz firme disse...

- CALA A BOCA AGORA.

Passei uma das minhas mãos da cintura dela para aquele bumbum soberbo, ela ao notar quis se soltar, não pensei duas vezes, dei uma boa palmada nela, ela ficou me olhando e quando vi que ia dizer algo, dei outra com a mesma intensidade. Ela me olhava de um jeito "estranho".

- Me escuta bem. Eu não sou o "maridinho" que você tem por marido. Sabe quem eu sou?

- Não, quem. (Com voz muito suave)

- Sou quem vai te foder, quem vai te dar o que ninguém te deu e você está precisando muito, mas principalmente quem vai estrear essa bunda, que me deixa louco. (Dando outra palmada na bunda dela)

Está bem para você?

Ela já se movia no meu ritmo, bem colada na minha pica. Mas não dizia nada, então... que dei nela de novo e disse para ela me responder.

- Sim, disse bem, bem baixinho.

- Como? Dei outro tapa nela.

Ela me olhou e disse SIM. Beijei ela na boca e ela correspondeu, um pouco tímida. Para logo me perguntar rapidamente... E a Lúcia?

A Lúcia já está com os olhos fechando e com o que bebeu, vai dormir a qualquer momento.

Minha tia entrou, fiz outro sinal para ela, e ela, já meio bêbada, disse que ia dormir porque estava caindo, que tinha exagerado na bebida hoje. Foi para o quarto dela. Assim que ela foi, sentados ali, comecei a passar a mão na Susana. Ela estava úmida, mas não encharcada como eu gosto, estava claro que aquele não era o melhor lugar. Apaguei as velas, peguei ela pela mão e fiz ela me acompanhar. A cara dela era uma mistura de expectativa, tesão, safadeza, vergonha...

Quando chegamos na porta do meu quarto, ela sussurrou que ali não, melhor no dela. Dei outro tapa nela e ela calou a boca. Uma vez dentro, quase implorando, ela pediu para eu trancar a porta. Fiz isso e ela ficou mais tranquila, mas mudou de cara de novo quando viu a janela aberta. Mas eu disse que não ia fechar, que gostava do ar fresco.

Sem dar mais tempo para nada, beijei ela de novo, dessa vez ela participou totalmente. Abaixei o zíper que tinha atrás da saia dela, sentindo ela cair, e depois arrebentei os botões da blusa. Esperava que ela ficasse puta, mas pelo contrário, me beijou com mais vontade.

Me afastei dela para, com a pouca luz que tinha, ver ela direito. Era "TOTAL", a lingerie dela era demais para mim. Sentei na beirada da cama, chamei ela para perto, quando chegou, fiz ela virar de costas e me dediquei a beijar aquela bunda que eu tanto queria. Mordiscava ela, ouvia os suspiros, ela ia perdendo o medo.

Fui tirando a calcinha dela aos poucos, sem parar de lamber a bunda dela. Uma vez fora, por trás, fui tocando ela com minhas mãos, ela já estava ficando mais molhadinha. Tocava em todos os lugares e quando meus dedos se aproximavam do clitóris dela, ela ficava louca de tesão. Mas não era o momento. Desabotoei seu sutiã e a fiz se virar. Para passar o dia todo chupando e lambendo. Ela quase não tinha auréola, mas o mamilo era enorme, exagerado.

Comecei a mamar como um bebê. A respiração dela acelerou e ela acariciou minha cabeça. Tentou pegar no meu pau e não deixei. Virei-a de bruços bruscamente, aproximei-me do seu ouvido e disse...

- Você me deixou muito excitado e foi muito má, quando alguém se comporta mal, merece castigo. Não é? (sussurrei no seu ouvido)

- Siiim, disse ela submissamente.

Dei palmadas mais leves e ela empinou mais a bunda. Quando ia parar, tive a sensação de que se continuasse, ela ia gozar. Agachei e com minha língua comecei a brincar no seu bum, assim que a ponta da minha língua tocou seu ânus, ela começou a falar sem parar.

- Caaaralho, que gostoso. Que delícia. Continua, continua.

Eu continuei sem dizer nada, estava muito ocupado. Ela se contorcia ao máximo. Fiz ela se virar e depois de passar minha língua por todos os lugares, até ela ficar fora de si. Fui onde os dois queríamos e comecei o que poderia ser a primeira vez que alguém chupava sua bucetinha.

O clitóris dela estava super sensível, então para ela não gozar tão rápido, dava uma lambida e parava. Até que em uma delas ela agarrou minha cabeça, pressionando contra ela e abrindo mais as pernas, sentindo como ela gozava, gritava e gemía.

- Juro, nunca tive um orgasmo assim. Obrigada, obrigada... (Me beijando sem parar)

- Fico feliz, mas a noite ainda não acabou. Você vai me obedecer em tudo. Vai curtir como nunca.

- Siiim, siiim... (Dizia, me tocando por cima da calça)

Tirei toda minha roupa e ela disse que não sabia se aquilo ia caber nela. Com certeza vai caber de todos os jeitos. Aproximei meu pau da boca dela, ela o chupava desajeitadamente, era verdade que ela era nova nessas coisas, fui dizendo como fazer.

Ela, com cara de inocente, perguntou se eu ia enfiar nela. Achei graça da sua cara e do jeito que falou, a fiz se virar, colocando sua cabeça na ao lado dos pés da cama, assim ela não poderia ver a janela. Ela queria se posicionar como eu dissesse, mas a deixei como estava, de barriga para cima, aproximei meu pau dos lábios da buceta, brincando com a ponta por ali sem enfiar. Ela só olhava e dizia por favor…

Perguntei se ela tomava algo para não engravidar, e ela me disse que tinha um DIU. Enquanto notava que agora ela estava super molhada, continuei sem enfiar totalmente, até que vi minha tia aparecer. Ela estava em pé completamente nua, mas esperava meu sinal para se aproximar.

Fui enfiando devagar, suavemente. Ela só dizia…

— Minha nossa, minha nossa. Que delícia, como eu sinto. Que quente ela está.

— Viu como cabia, já está toda dentro.

— Siiim?

E dei duas empurradas para ela sentir, me abaixei e a beijei, para que não se mexesse e não descobrisse minha tia. Como continuei fodendo devagar…

— Se quiser pode me empurrar mais forte, como antes. (Dizia com voz sensual)

— O que foi, a putinha quer mais forte?

— SIIIIM. Pode me ARREBENTARRRRR.

— Vai deixar eu arrebentar esse cuzão que você tem?

— Tudo é seu, só seu. Mas… ME FODE, PORRA.

Foi quando me levantei, coloquei as pernas dela sobre meu peito. E comecei a foder mais forte, mas não no máximo. Ela dizia que nessa posição sentia mais. AAAAHHHHHHHH, me dá mais, preciso mais.

Minha tia se aproximou acariciando sua cabeça. Susana olhou, não sabia o que fazer, olhava para um e para outra.

— Desculpa, Lúcia, desculpa. (Custava a falar)

— Não tem nada para perdoar, aproveita, que já está na hora, você merece.

— Vocês planejaram isso juntos?

— Sim

— Que filhos da puta que vocês são, mas que maravilhosos filhos da puta. (Dizia mais gemendo do que com voz normal)

— Ele fode bem?

— AHHHH, JÁ TE DIIIIGO.

— Me dá um beijo?

— Isso não.

Parei praticamente, só um movimento bem suave.

— Não, não, não… não para, continua.

— Sempre tive vontade de você, muita vontade. (Dizia no ouvido dela e tocando um mamilo)

Susana a… Agarrei ela pela cabeça e comecei a chupar sua buceta. Ao vê-la daquele jeito, comecei a meter com mais força. Minha tia se aproximou com a boca para mamar seu mamilo, e quando ela percebeu, começou a gritar para não pararmos, que estava gostoso, gozando de novo de forma desesperada.

Deitei na cama e disse para a Lúcia ensiná-la a chupar um pau. Minha tia começou e ia explicando como fazer, depois a Susana continuou, assim uma e outra, vê-las era excitante. Minha tia disse: "Agora você sozinha". Ela se posicionou atrás dela e chupava tudo, a Susana no final se rendeu e dava todas as facilidades.

Eu estava prestes a gozar, avisei para não parar, minha tia se aproximou dela, dizendo para não deixar escapar nada, ela tirou a boca e disse que não sabia se ele ia gostar, a Lúcia deu uma chupada na bunda dela mais forte que a minha. Ela chupava uma vez e outra, dizendo: "Engole tudo". Ela não parava, eu gozei como um desesperado, sentia a Susana chupando, sugando, engolindo tudo. Quando terminei, a Lúcia beijou sua buceta, elas se abraçaram. Minha tia se posicionou em cima dela fazendo um 69. Ela no início ficou um pouco tímida, mas a Lúcia colocou na boca dela e pude ver como ela lambia como uma verdadeira putinha.

Me afastei um pouco para vê-las, era digno de ver, enquanto me masturbava sozinho. Só de observá-las já tinha novamente uma ereção incrível. Ouvi a Susana gemer mais profundamente, dava para ver que a Lúcia estava fazendo muito bem, porque ela gozou de novo, como nas vezes anteriores com uns espasmos e movimentos alucinantes.

— Aproxima, Carlos, que eu deixei o cuzinho dela preparado para você.

— Primeiro vou te foder para você gozar.

— NÃO, primeiro ela, e enquanto você arregaça ela, eu termino de chupar sua buceta.

— Vocês vão me matar. Nunca gozei tantas vezes.

— Você tem um dos seus "brinquedinhos"?

— Siiiiim!

— Senta em cima. (Comigo já deitado na cama)

— Ahhhh, ohhhh, que gostoso! (Ela dizia enquanto sentava no meu pau)

— Começa, Lúcia.

— Você gosta, né? (Enfiando um consolo anal nela)

— Siiiiim!

— Passa bastante lubrificante no cuzinho.

— Já está, agora Sua disposição.

Mudamos de posição, minha tia passou bem a pica em mim. E ela se deitou na cama com as pernas bem abertas, Susana de quatro no meio das pernas dela. E eu atrás dela enfiando a pica devagar. Lúcia se aproximou, acariciou o rosto dela, a animou, a beijou. Ela se abaixou e ficou por baixo, acariciando e lambendo o clitóris dela. Isso fez com que ela relaxasse e a pica entrasse melhor. Quando estava toda dentro, parei, dizendo para ela marcar o ritmo.

Enquanto Lúcia chupava ela, ela foi se mexendo cada vez mais. Comecei a me mexer também, ela não reclamou, acompanhou o ritmo, até que disse…

— Está doendo um pouco, está ardendo, mas… que DELÍCIA, mais rápido, mais rápido.

Ela tinha o cu tão apertado, que prensava a minha pica de um jeito que parecia que ia arrancar ela. Ela gozou quase uivando e quando gozou, me pediu para tirar, que por essa vez estava bom. Fiz devagar e ela só disse… UUUFFFFF QUE EXAGERO.

Fui ao banheiro me lavar para voltar de novo. Quando voltei vi Susana deitada de barriga para cima e Lúcia sentada na boca dela, com uma cara de viciada total. Me aproximei, fiquei em pé na cama e Lúcia agarrou na minha pica. Ela pediu para eu gozar com ela e encher bem a boca dela. Fiquei me masturbando até que ela me avisou, enfiei a pica e gozamos como bestas os dois juntos.

Ficamos os três deitados, abraçados e dormimos.

7 comentários - Minha tia madura gostosa III.

Muuuuy bueno, no pongo 10 puntos solo xq le faltaron fotos de tu tia y susana desnudas.
Que flor de relato! Con ansias espero la siguiente entrega. saludos
Reumma
Excelente relato como todos los anteriores. Espero los proximos. Me gusta la idea de la serie.
Excelente tus relatos los he leídos todos y cada vez que leo uno me dan más ganas de ser el protagonista... sigue con esta saga que está muy buena.... van mis 10
Excelente relato cada vez mejor. Espero ansioso el proximo +10