Tudo começou no verão, fui pra casa do meu tio que morava no campo, tinha piscina, era um dos motivos pelos quais eu amava ir pro campo ficar e fugir do calor da cidade. Na cidade, um dos filhos dele estuda, o que tem mais contato comigo, mas eu só conhecia a irmã de vista. Ela mora na cidade e nas férias de verão todo mundo se junta no campo.
Quando cheguei, vi que ia passar uns 10 dias bem relaxado, a única coisa que me incomodava um pouco era não saber como a mina me via. Mas sabia que com meu primo ia me divertir, porque somos bons parceiros.
No começo, ela era indiferente pra mim, tava pouco me lixando, eu só tava ali pela piscina. Uma tarde depois do almoço, me joguei na piscina, que por sorte era meio afastada da casa onde todo mundo tava, então dava pra fazer barulho sem incomodar se alguém tivesse tirando um cochilo, por exemplo. Entrei na água, nadando de um lado pro outro, e num momento escuto alguém me perguntar.
Paula – A água tá fria?
Eu – Não, mas a primeira impressão é que tá fria, depois você acostuma.
Paula – Ahhh, então vou entrar pra refrescar um pouco, o sol tá muito forte.
Na hora pensei: bom, parece que minha prima tá se soltando, não é tão chata quanto parecia. Fiquei olhando como ela ia saindo, e ela tinha uma bunda linda, caderas bem marcadas, pernas bronzeadas e firmes. Foi aí que pensei: caralho, ela é gostosa pra caralho. Daqui a pouco ela volta com um biquíni vestido e entrou na água, ficou só dois minutos e disse…
Paula – Aaai, tá muito fria essa água, você mentiu pra mim, Lucas.
Eu – Não é pra tanto, espera um pouco que você acostuma.
Paula – Na verdade é o vento que me faz sentir frio.
Eu – hahaha, você é fresca.
Paula – Bom, melhor eu sair, vou pegar um sol, você continua, não se preocupa.
Foi nesse momento que ela me deixou louco, saiu da piscina e eu olhei pra bunda dela com o biquíni vestido, realmente me explodiu a cabeça. Ela tinha uma bunda incrível, firme e grande, linda demais! Naquele momento, pensei em um monte de coisas, mas me fiz de besta, afinal era minha prima. Além disso, ela tinha me ignorado desde que cheguei, e eu, com meu orgulho, também a ignorei. Como já tinha dito antes, eu estava lá por causa da piscina. Ela ficou só um tempinho tomando sol e foi embora. Enquanto se afastava, eu olhava praquela bunda gostosa que ela tinha. Depois, meu primo chegou, tomamos uma cerveja e eu me esqueci dela. No mesmo dia, à noite, entrei no banheiro e ouvi ela falando por trás. Paula – Se você vai tomar banho, acho que usei toda a água quente, hehe. Eu – Sem problema, aguento água fria, não sou fresco. Paula – Ah, que bom então. Se você está falando de mim, não sou nada fresca, só estava com frio esta tarde. A conversa parou por aí, e ela passou pelo corredor até o quarto dela, com um shortinho bem apertado e uma regata. Não consegui evitar de olhar pra bunda dela enquanto ela ia embora. Depois, fui tomar banho e vi que ela tinha deixado o biquíni no banheiro, claro, ela tinha acabado de se lavar. Naquela hora, o tesão bateu na hora. Peguei o biquíni, cheirei tudo o que pude, enquanto imaginava a bunda dela, dura e empinada, e meu pau começou a endurecer. Fiquei muito excitado, me deixei levar e comecei a bater uma. Naquele momento, a excitação não me deixava pensar direito, e o que me deu na cabeça foi gozar tudo no biquíni dela, bem onde ela encostava a buceta. Acabei lá até a última gota. Na hora, me senti envergonhado e só pensava em como limpar aquilo. Peguei papel higiênico, sequei o máximo que pude e deixei tudo como estava. Tomei banho e saí. A partir daí, comecei a pensar nela o tempo todo. Ficava olhando, estava começando a gostar muito da minha própria prima. Um desses dias, ela entrou no banho, e eu tentei espiar pelo buraco da fechadura da porta do banheiro, mas não consegui ver nada por causa da cortina do chuveiro. Fiquei esperando até parar de ouvir a água caindo para olhar quando ela saísse do banho. Assim que ouvi ela fechar o registro do chuveiro, olhei. pelo buraco, pra minha sorte ela tava toda coberta com a toalha, azar o meu, nisso vou pro meu quarto e vejo ela passando pelo corredor, isso me deu uma ideia, ir espiar pelo buraco da fechadura do quarto dela, fui lá e olhei pelo pequeno orifício da chave e ela tava lá, vi como ficou completamente nua, finalmente pude ver aquela bunda nua, mesmo a posição sendo desconfortável, consegui alimentar mais o tesão e matar a vontade de olhar pra ela pelo menos de costas porque ela ficou de costas pra porta o tempo todo e se vestiu assim, rápido voltei pro meu quarto. E fiquei pensando nela e na bunda dela até dormir.
Até então eu só tinha sido um voyeur, e nada mais que isso, um dia meu primo me convida pra ir pra cidade numa balada, com uns amigos dele, eu na verdade não tava muito afim de ir e fingi um mal-estar pra escapar e não ficar mal dizendo que não queria ir, naquela noite meus tios também, que não ligavam pra gente, saíram sem me avisar nada, só foram embora, enfim, a parada é que eu tava sozinho com minha prima em casa, e mil coisas passaram pela minha cabeça, tava pensando sentado lá fora quando ela chega.
Paula – Bom, parece que a solidão tomou conta da gente.
Eu – É, a verdade é que a noite não tá pra terminar assim.
Paula – Passou sua dor de barriga?
Eu – Pra ser sincero, nunca tive dor de barriga, só queria ficar pra te fazer companhia. (Acho que esse foi o primeiro tiro, pra sondar)
Paula – Bom, pelo menos alguém se lembra de mim, nessa casa.
Eu – Não quer tomar alguma coisa?
Paula – Na verdade, não seria ruim.
Na hora entrei em casa e peguei uma vodka, abri uma lata de pêssego, bati tudo no liquidificador e coloquei gelo, sabia que aquele drink ia agradar ela e além de ser gostoso tem um teor alcoólico altíssimo.
Paula – O que você trouxe? Demorou uma eternidade.
Eu – Sentiu minha falta? (larguei a segunda isca)
Paula – Haha Só um pouco, que cor bonita que isso tem, deixa eu ver.
Eu – Prova, vai gostar com certeza, é um suco tropical. (apelei pra (inocência da minha prima)
Paula – mmm que gostoso esse vodka com pêssego, perdão, suco tropical kkkk
Eu – Ufa, me descobriu!
Paula – Você não é bom em mentir.
Isso acabou fazendo a gente beber quase a garrafa inteira entre nós dois, eu percebi que ela tinha uma certa simpatia, acho que a bebida fez o que eu queria, naquele momento pensei é agora ou nunca, tirei toda a artilharia pra começar meu plano, estávamos sozinhos em casa, ela meio alta e animada com os drinks, eu ia embora em dois dias e não ia vê-la de novo por pelo menos um ano, com sorte.
Eu – Paula, você malha?
Paula – um pouco, por quê?
Eu – é que tá na cara, foi pergunta idiota a minha.
Paula – na cara, mas não de um primo kkkk.
Acho que ali ela me deu abertura pra me soltar de vez.
Eu – sim, na cara de qualquer homem.
Paula – sim, mesmo que não pareça, pra minha azar.
Eu – isso eu não acredito.
Paula – por que você diz isso?
Eu – eu, se não fosse seu primo, não sabe como eu te pegaria.
Paula – kkkk, tem certeza? E por que não assim? Você se contenta em só olhar agora?
Me senti meio perseguido, pensei que ela tinha descoberto que eu a espiava.
Eu – não é que eu me contente, é que é um freio pra mim. Kkkk
Paula – freios são pra carros, aqui se você não frear ninguém vai se machucar.
Eu – então teria que testar.
Paula – só que às vezes o primeiro passo é o mais difícil.
Eu não sabia, ou melhor, não tinha certeza se ela só tava se fazendo de descolada por causa da bebida ou se realmente tava me apressando pra eu chegar nela, como eu disse antes, era agora ou nunca e tava ali, se eu tivesse errado ia foder tudo, mas não importava muito, eu ia embora no dia seguinte, isso sim, nunca mais poderia voltar naquela casa. Nisso ela se aproxima de mim e sussurra no meu ouvido.
Paula – Essa semana eu percebi como você me olhava, como você cravou seus olhos em mim desde aquele dia na piscina, não precisa mais fingir.
Eu fiquei gelado, me senti um idiota, mas do jeito que ela falou, tava me dando a entender que era recíproco, ou seja, ela gostava.
Eu – É que eu não conseguia evitar, e não é só isso.
Paula – e o que mais falta?
Aí eu me joguei nela e beijei ela, simples assim, acho que foi instintivo, mas tava lá, ela não desviou dos meus lábios, pelo contrário, me puxou pelo braço na nuca e me beijava forte, senti a boca dela molhada, era o prazer do proibido, naquele beijo meu pau começou a endurecer e ficar duro, tão duro que incomodava na calça. Agarrei ela e levantamos das cadeiras onde estávamos sentados, e apoiei meu pau nela enquanto continuávamos nos beijando, e desci devagar a mão pelas costas dela até tocar as bundinhas firmes dela, ela tava de shortinho bem apertado, o mesmo que eu vi ela passar naquele dia no corredor. Devagar comecei a apalpar a bunda dela e enfiar a mão por dentro do short, até rodeá-la e meter a mão na frente e sentir os pelinhos na minha mão, os pelos da buceta dela eram uma delícia, nessa altura meu pau pedia pra ser liberado aos gritos, desabotoei o short dela e puxei pra baixo.
Aí fiz ela sentar na cadeira e comecei a chupar a buceta dela, meu nível de excitação tava no limite, já não aguentava mais, abaixei minha calça e liberei meu pau, bem duro e ereto, a cabeça toda molhada, e enquanto ela soltava os primeiros gemidos de prazer, que me deixavam ainda mais excitado, falei:
Eu – cê gosta, putinha? Gosta que eu chupe sua buceta?
Paula – sim, meu amor, continua!!!
Eu – não vou parar até você gozar na minha boca!
Paula – mmmmmm sim, meu amor, toda sua!
Eu e minha excitação não aguentávamos mais, sem tocar no meu pau senti que o que tava vindo era impossível de parar, e começou a jorrar porra do meu pau, caía sozinha, eu tava gozando só de tão excitado que tava. Continuei chupando a buceta da Paula pra ganhar tempo e ela ficar dura de novo, até que ela gozou na minha boca com aquela buceta bem quente e molhada, rosadinha e com pelos no monte de vênus que me deixavam louco. Consegui recuperar a ereção rápido, e comecei introduzindo meu pau cada vez mais fundo na buceta molhada dela, devagar, aproveitando cada centímetro que entrava, sentia tanto prazer e contemplava a cara de tesão dela e aquele cheiro de pele e sexo que dava pra sentir, devagar consegui meter o pau todo, e ela pediu pra eu meter mais rápido, comecei a bombar e tentei aguentar o máximo que podia, toda vez que sentia que ia gozar tirava o pau e perguntava…
Eu – cê gosta, putinha?
Paula – Sim, adoro, mete não tira por favor!!
As respostas dela me deixavam mais e mais excitado, sentia que tinha muito mais pra dar, mas a excitação e o tesão que tomavam minha cabeça não deu pra aguentar, dei umas duas bombadas e senti que ia gozar e na real era o que eu queria, tirei o pau e a porra começou a jorrar, espalhando por toda a barriga linda e macia dela…
Naquele momento não falamos nada, só ficamos em silêncio, ela se limpou e foi embora, eu não sabia como agir, tava com vergonha mas tava tranquilo porque ela tava na mesma situação que eu e ia guardar o segredo, depois disso ela não voltou mais pra fora e fiquei sozinho por umas 2 horas, e percebi que ela tinha ido dormir, não sei se com culpa ou o quê, o fato é que não trocamos uma palavra sobre o que aconteceu, e eu só pensava se ia rolar de novo.
No dia seguinte ela agiu com indiferença, aí entendi que não devia mencionar nunca mais o que aconteceu, o que posso dizer é que a putaria com minha prima foi das mais gostosas, nunca vou esquecer isso e claro que se puder repetir, vou fazer de novo.
Quando cheguei, vi que ia passar uns 10 dias bem relaxado, a única coisa que me incomodava um pouco era não saber como a mina me via. Mas sabia que com meu primo ia me divertir, porque somos bons parceiros.
No começo, ela era indiferente pra mim, tava pouco me lixando, eu só tava ali pela piscina. Uma tarde depois do almoço, me joguei na piscina, que por sorte era meio afastada da casa onde todo mundo tava, então dava pra fazer barulho sem incomodar se alguém tivesse tirando um cochilo, por exemplo. Entrei na água, nadando de um lado pro outro, e num momento escuto alguém me perguntar.
Paula – A água tá fria?
Eu – Não, mas a primeira impressão é que tá fria, depois você acostuma.
Paula – Ahhh, então vou entrar pra refrescar um pouco, o sol tá muito forte.
Na hora pensei: bom, parece que minha prima tá se soltando, não é tão chata quanto parecia. Fiquei olhando como ela ia saindo, e ela tinha uma bunda linda, caderas bem marcadas, pernas bronzeadas e firmes. Foi aí que pensei: caralho, ela é gostosa pra caralho. Daqui a pouco ela volta com um biquíni vestido e entrou na água, ficou só dois minutos e disse…
Paula – Aaai, tá muito fria essa água, você mentiu pra mim, Lucas.
Eu – Não é pra tanto, espera um pouco que você acostuma.
Paula – Na verdade é o vento que me faz sentir frio.
Eu – hahaha, você é fresca.
Paula – Bom, melhor eu sair, vou pegar um sol, você continua, não se preocupa.
Foi nesse momento que ela me deixou louco, saiu da piscina e eu olhei pra bunda dela com o biquíni vestido, realmente me explodiu a cabeça. Ela tinha uma bunda incrível, firme e grande, linda demais! Naquele momento, pensei em um monte de coisas, mas me fiz de besta, afinal era minha prima. Além disso, ela tinha me ignorado desde que cheguei, e eu, com meu orgulho, também a ignorei. Como já tinha dito antes, eu estava lá por causa da piscina. Ela ficou só um tempinho tomando sol e foi embora. Enquanto se afastava, eu olhava praquela bunda gostosa que ela tinha. Depois, meu primo chegou, tomamos uma cerveja e eu me esqueci dela. No mesmo dia, à noite, entrei no banheiro e ouvi ela falando por trás. Paula – Se você vai tomar banho, acho que usei toda a água quente, hehe. Eu – Sem problema, aguento água fria, não sou fresco. Paula – Ah, que bom então. Se você está falando de mim, não sou nada fresca, só estava com frio esta tarde. A conversa parou por aí, e ela passou pelo corredor até o quarto dela, com um shortinho bem apertado e uma regata. Não consegui evitar de olhar pra bunda dela enquanto ela ia embora. Depois, fui tomar banho e vi que ela tinha deixado o biquíni no banheiro, claro, ela tinha acabado de se lavar. Naquela hora, o tesão bateu na hora. Peguei o biquíni, cheirei tudo o que pude, enquanto imaginava a bunda dela, dura e empinada, e meu pau começou a endurecer. Fiquei muito excitado, me deixei levar e comecei a bater uma. Naquele momento, a excitação não me deixava pensar direito, e o que me deu na cabeça foi gozar tudo no biquíni dela, bem onde ela encostava a buceta. Acabei lá até a última gota. Na hora, me senti envergonhado e só pensava em como limpar aquilo. Peguei papel higiênico, sequei o máximo que pude e deixei tudo como estava. Tomei banho e saí. A partir daí, comecei a pensar nela o tempo todo. Ficava olhando, estava começando a gostar muito da minha própria prima. Um desses dias, ela entrou no banho, e eu tentei espiar pelo buraco da fechadura da porta do banheiro, mas não consegui ver nada por causa da cortina do chuveiro. Fiquei esperando até parar de ouvir a água caindo para olhar quando ela saísse do banho. Assim que ouvi ela fechar o registro do chuveiro, olhei. pelo buraco, pra minha sorte ela tava toda coberta com a toalha, azar o meu, nisso vou pro meu quarto e vejo ela passando pelo corredor, isso me deu uma ideia, ir espiar pelo buraco da fechadura do quarto dela, fui lá e olhei pelo pequeno orifício da chave e ela tava lá, vi como ficou completamente nua, finalmente pude ver aquela bunda nua, mesmo a posição sendo desconfortável, consegui alimentar mais o tesão e matar a vontade de olhar pra ela pelo menos de costas porque ela ficou de costas pra porta o tempo todo e se vestiu assim, rápido voltei pro meu quarto. E fiquei pensando nela e na bunda dela até dormir.
Até então eu só tinha sido um voyeur, e nada mais que isso, um dia meu primo me convida pra ir pra cidade numa balada, com uns amigos dele, eu na verdade não tava muito afim de ir e fingi um mal-estar pra escapar e não ficar mal dizendo que não queria ir, naquela noite meus tios também, que não ligavam pra gente, saíram sem me avisar nada, só foram embora, enfim, a parada é que eu tava sozinho com minha prima em casa, e mil coisas passaram pela minha cabeça, tava pensando sentado lá fora quando ela chega.
Paula – Bom, parece que a solidão tomou conta da gente.
Eu – É, a verdade é que a noite não tá pra terminar assim.
Paula – Passou sua dor de barriga?
Eu – Pra ser sincero, nunca tive dor de barriga, só queria ficar pra te fazer companhia. (Acho que esse foi o primeiro tiro, pra sondar)
Paula – Bom, pelo menos alguém se lembra de mim, nessa casa.
Eu – Não quer tomar alguma coisa?
Paula – Na verdade, não seria ruim.
Na hora entrei em casa e peguei uma vodka, abri uma lata de pêssego, bati tudo no liquidificador e coloquei gelo, sabia que aquele drink ia agradar ela e além de ser gostoso tem um teor alcoólico altíssimo.
Paula – O que você trouxe? Demorou uma eternidade.
Eu – Sentiu minha falta? (larguei a segunda isca)
Paula – Haha Só um pouco, que cor bonita que isso tem, deixa eu ver.
Eu – Prova, vai gostar com certeza, é um suco tropical. (apelei pra (inocência da minha prima)
Paula – mmm que gostoso esse vodka com pêssego, perdão, suco tropical kkkk
Eu – Ufa, me descobriu!
Paula – Você não é bom em mentir.
Isso acabou fazendo a gente beber quase a garrafa inteira entre nós dois, eu percebi que ela tinha uma certa simpatia, acho que a bebida fez o que eu queria, naquele momento pensei é agora ou nunca, tirei toda a artilharia pra começar meu plano, estávamos sozinhos em casa, ela meio alta e animada com os drinks, eu ia embora em dois dias e não ia vê-la de novo por pelo menos um ano, com sorte.
Eu – Paula, você malha?
Paula – um pouco, por quê?
Eu – é que tá na cara, foi pergunta idiota a minha.
Paula – na cara, mas não de um primo kkkk.
Acho que ali ela me deu abertura pra me soltar de vez.
Eu – sim, na cara de qualquer homem.
Paula – sim, mesmo que não pareça, pra minha azar.
Eu – isso eu não acredito.
Paula – por que você diz isso?
Eu – eu, se não fosse seu primo, não sabe como eu te pegaria.
Paula – kkkk, tem certeza? E por que não assim? Você se contenta em só olhar agora?
Me senti meio perseguido, pensei que ela tinha descoberto que eu a espiava.
Eu – não é que eu me contente, é que é um freio pra mim. Kkkk
Paula – freios são pra carros, aqui se você não frear ninguém vai se machucar.
Eu – então teria que testar.
Paula – só que às vezes o primeiro passo é o mais difícil.
Eu não sabia, ou melhor, não tinha certeza se ela só tava se fazendo de descolada por causa da bebida ou se realmente tava me apressando pra eu chegar nela, como eu disse antes, era agora ou nunca e tava ali, se eu tivesse errado ia foder tudo, mas não importava muito, eu ia embora no dia seguinte, isso sim, nunca mais poderia voltar naquela casa. Nisso ela se aproxima de mim e sussurra no meu ouvido.
Paula – Essa semana eu percebi como você me olhava, como você cravou seus olhos em mim desde aquele dia na piscina, não precisa mais fingir.
Eu fiquei gelado, me senti um idiota, mas do jeito que ela falou, tava me dando a entender que era recíproco, ou seja, ela gostava.
Eu – É que eu não conseguia evitar, e não é só isso.
Paula – e o que mais falta?
Aí eu me joguei nela e beijei ela, simples assim, acho que foi instintivo, mas tava lá, ela não desviou dos meus lábios, pelo contrário, me puxou pelo braço na nuca e me beijava forte, senti a boca dela molhada, era o prazer do proibido, naquele beijo meu pau começou a endurecer e ficar duro, tão duro que incomodava na calça. Agarrei ela e levantamos das cadeiras onde estávamos sentados, e apoiei meu pau nela enquanto continuávamos nos beijando, e desci devagar a mão pelas costas dela até tocar as bundinhas firmes dela, ela tava de shortinho bem apertado, o mesmo que eu vi ela passar naquele dia no corredor. Devagar comecei a apalpar a bunda dela e enfiar a mão por dentro do short, até rodeá-la e meter a mão na frente e sentir os pelinhos na minha mão, os pelos da buceta dela eram uma delícia, nessa altura meu pau pedia pra ser liberado aos gritos, desabotoei o short dela e puxei pra baixo.
Aí fiz ela sentar na cadeira e comecei a chupar a buceta dela, meu nível de excitação tava no limite, já não aguentava mais, abaixei minha calça e liberei meu pau, bem duro e ereto, a cabeça toda molhada, e enquanto ela soltava os primeiros gemidos de prazer, que me deixavam ainda mais excitado, falei:
Eu – cê gosta, putinha? Gosta que eu chupe sua buceta?
Paula – sim, meu amor, continua!!!
Eu – não vou parar até você gozar na minha boca!
Paula – mmmmmm sim, meu amor, toda sua!
Eu e minha excitação não aguentávamos mais, sem tocar no meu pau senti que o que tava vindo era impossível de parar, e começou a jorrar porra do meu pau, caía sozinha, eu tava gozando só de tão excitado que tava. Continuei chupando a buceta da Paula pra ganhar tempo e ela ficar dura de novo, até que ela gozou na minha boca com aquela buceta bem quente e molhada, rosadinha e com pelos no monte de vênus que me deixavam louco. Consegui recuperar a ereção rápido, e comecei introduzindo meu pau cada vez mais fundo na buceta molhada dela, devagar, aproveitando cada centímetro que entrava, sentia tanto prazer e contemplava a cara de tesão dela e aquele cheiro de pele e sexo que dava pra sentir, devagar consegui meter o pau todo, e ela pediu pra eu meter mais rápido, comecei a bombar e tentei aguentar o máximo que podia, toda vez que sentia que ia gozar tirava o pau e perguntava…
Eu – cê gosta, putinha?
Paula – Sim, adoro, mete não tira por favor!!
As respostas dela me deixavam mais e mais excitado, sentia que tinha muito mais pra dar, mas a excitação e o tesão que tomavam minha cabeça não deu pra aguentar, dei umas duas bombadas e senti que ia gozar e na real era o que eu queria, tirei o pau e a porra começou a jorrar, espalhando por toda a barriga linda e macia dela…
Naquele momento não falamos nada, só ficamos em silêncio, ela se limpou e foi embora, eu não sabia como agir, tava com vergonha mas tava tranquilo porque ela tava na mesma situação que eu e ia guardar o segredo, depois disso ela não voltou mais pra fora e fiquei sozinho por umas 2 horas, e percebi que ela tinha ido dormir, não sei se com culpa ou o quê, o fato é que não trocamos uma palavra sobre o que aconteceu, e eu só pensava se ia rolar de novo.
No dia seguinte ela agiu com indiferença, aí entendi que não devia mencionar nunca mais o que aconteceu, o que posso dizer é que a putaria com minha prima foi das mais gostosas, nunca vou esquecer isso e claro que se puder repetir, vou fazer de novo.
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