Bom, há muitos anos atrás (ou nem tanto...) eu tinha um amigo, daqueles que a gente chama de "má influência" hehe, que adorava comer toda mulher que passasse na frente dele, sem distinção de raça, forma, caráter... ou até estado civil.
Um dia, por essas coisas da vida, bateu na cabeça dele (como qualquer pessoa normal...) fazer um menage com uma amiga que ele tinha, então me chamou pra ser o terceiro e eu topei na hora.
Essa amiga do meu amigo (que nessa história vou chamar de parceiro, otário, FDP, etc.) era uma mulher na casa dos trinta e poucos, que limpava a casa dele, branquela corada, um pouco gordinha (embora depois eu tenha descoberto que tinha um corpão), meu parceiro não passava dos trinta, e eu era uns cinco anos mais novo que ele.
Aí ele me passa as regras: não fazer nada até eles mandarem, e depois "meter sem parar... porque ela tava doida por isso..."
Combinamos de nos encontrar no dia marcado, e esperamos ela chegar pra limpar. Ele me diz que tá tudo certo. Foi como qualquer outro dia normal: ela chega, cumprimenta com sorriso, lava umas roupas, arruma a cama, etc., enquanto eu já tava babando de tesão imaginando o que viria, mas também meio nervoso...
Ela termina os serviços e depois de um tempo, enquanto eu ainda tava sentado feito um bobo, meu parceiro apaga as luzes, troca a estação de rádio (ou coloca um disco, sei lá) e aumenta o volume. Eu continuo lá sentadinho, feito um verdadeiro otário (seguindo as regras, claro).
Eles se agarraram como dois amantes, como se eu não estivesse ali, com uma musiquinha do Alejandro Sanz (ou algum desses cantores) de fundo, foram pra cama. Eu me aproximei pra ver enquanto eles se amassavam na cama de casal. Ela diz: — Chama teu amigo. — Deixa ele esperar — responde meu parceiro com aquele sorrisinho safado de FDP... e aí me chamam pra cama... Ela já estava de lingerie, eu começo a tirar a roupa, deito sem encostar em nada, e a gente monta um sanduíche. De conchinha, ela beijava ele e empurrava a bunda toda no meu pau, me masturbando com uma mão, e depois de um tempo virava e me beijava. mi.
Assim, com a thong de lado, a gente deu uma trepada, se ela tocava minhas costas, eu colocava, quando ela virava, ele colocava, enquanto não parava de falar -que gostoso-...
Depois de meia hora ou um pouco mais, meu parceiro, como bom pirata, começa a ficar paranóico, levanta da cama e fala -continuem vocês tranquilos- enquanto espia pela janela entre as cortinas... ele tava namorando e me contava que às vezes ela aparecia de surpresa, então eu tento convencê-lo enquanto continuo passando a mão na Roxi... mas não, a ponto de ele ligar pra ela e depois falar com um colega sobre um assunto, momento em que perguntavam se ele tava vendo um pornô, porque eu continuava metendo jeje e dava pra ouvir tudo.
Enquanto eu procurava a buceta dela pra meter de novo, ela faz sinal com a mão e grita baixinho -vai embora..., vai emboraaa- Vendo que ele não voltava, continuei sozinho, bombeei ela de lado, acariciando ela toda, enfiando dedos na boca dela, até gozar, mas a situação me dava tanto tesão, me excitava tanto, que continuo, como sempre digo, o sexo, e mais com pessoas acima de certa idade (ela tinha seus anos como falei...) é algo a dois (ou mais) mas como uma dança, então em nenhum momento mandei ela explicitamente ficar em tal posição.
Simplesmente sugeria com minhas mãos (ou ela sugeria pra mim) e ela se ajeitava, primeiro de quatro, ela por cima cavalgando me olhando, de costas, sempre repetindo aquela frase -que gostoso, que gostoso papai que delícia- a lembrança mais nítida que tenho é quando passou de cavalgar de costas pra mim, a dar sentadas na piroca, se abaixou apoiada nos pés, eu via como entrava toda molhada e podia ver o contorno daqueles lábios da buceta abraçando o tronco da minha piroca, a raba e as costas dela que ficavam vermelhas pela agitação, enquanto ajeitava a raba do cabelo com as mãos.
Cada sentada que ela dava e sons de agitação se ouviam entre a conversa que meu amigo tinha com o colega, então ele desliga. caliente (caliente por baixo). Nisso, eu já tava com ela em cima de novo, lambendo a boca e o rosto dela toda, quando do nada chega meu amigo por trás e enfia de uma vez — ah sim, sua puta xxxx — ele fala, eu sinto que ele forçava pra meter na pussy, e eu digo — mano, tô aqui, porra! — rindo, mas ele força um pouco e entra junto com a minha que já tava dentro, nunca vi a cara de uma mulher gozando tanto, começamos a acertar o ritmo juntos, porque tava apertado, ela toda vermelha de tesão, a gente meteu por um bom tempo, e nessa posição, até que meu amigo começou a se excitar de novo, aí gozamos os dois na boca dela...
Como se fosse mais um dia normal de trampo pra ela, terminou tudo, se higienizou, trocaram umas palavras entre eles, e foi embora. Eu vi ela outras vezes, mas nunca falamos sobre o assunto.
Por questões da vida, já não vejo tanto o otário do meu amigo, mas às vezes a gente fala em fazer outro ménage assim, ele me contou que ainda cruza com a roxi de vez em quando e dá uma sacudida nela...
Eu, por minha vez, fiquei com vontade de continuar fazendo ménage, participar de alguma orgia/festa swinger ou algo do tipo, já fiz MHM várias vezes, mas o HMH tem algo que me agrada mais, talvez porque o centro de tudo é ela, a mulher, e não eu, eu gosto de ser só mais um... são, digamos, fantasias, mas que vão se realizar...
Um dia, por essas coisas da vida, bateu na cabeça dele (como qualquer pessoa normal...) fazer um menage com uma amiga que ele tinha, então me chamou pra ser o terceiro e eu topei na hora.
Essa amiga do meu amigo (que nessa história vou chamar de parceiro, otário, FDP, etc.) era uma mulher na casa dos trinta e poucos, que limpava a casa dele, branquela corada, um pouco gordinha (embora depois eu tenha descoberto que tinha um corpão), meu parceiro não passava dos trinta, e eu era uns cinco anos mais novo que ele.
Aí ele me passa as regras: não fazer nada até eles mandarem, e depois "meter sem parar... porque ela tava doida por isso..."
Combinamos de nos encontrar no dia marcado, e esperamos ela chegar pra limpar. Ele me diz que tá tudo certo. Foi como qualquer outro dia normal: ela chega, cumprimenta com sorriso, lava umas roupas, arruma a cama, etc., enquanto eu já tava babando de tesão imaginando o que viria, mas também meio nervoso...
Ela termina os serviços e depois de um tempo, enquanto eu ainda tava sentado feito um bobo, meu parceiro apaga as luzes, troca a estação de rádio (ou coloca um disco, sei lá) e aumenta o volume. Eu continuo lá sentadinho, feito um verdadeiro otário (seguindo as regras, claro).
Eles se agarraram como dois amantes, como se eu não estivesse ali, com uma musiquinha do Alejandro Sanz (ou algum desses cantores) de fundo, foram pra cama. Eu me aproximei pra ver enquanto eles se amassavam na cama de casal. Ela diz: — Chama teu amigo. — Deixa ele esperar — responde meu parceiro com aquele sorrisinho safado de FDP... e aí me chamam pra cama... Ela já estava de lingerie, eu começo a tirar a roupa, deito sem encostar em nada, e a gente monta um sanduíche. De conchinha, ela beijava ele e empurrava a bunda toda no meu pau, me masturbando com uma mão, e depois de um tempo virava e me beijava. mi.
Assim, com a thong de lado, a gente deu uma trepada, se ela tocava minhas costas, eu colocava, quando ela virava, ele colocava, enquanto não parava de falar -que gostoso-...
Depois de meia hora ou um pouco mais, meu parceiro, como bom pirata, começa a ficar paranóico, levanta da cama e fala -continuem vocês tranquilos- enquanto espia pela janela entre as cortinas... ele tava namorando e me contava que às vezes ela aparecia de surpresa, então eu tento convencê-lo enquanto continuo passando a mão na Roxi... mas não, a ponto de ele ligar pra ela e depois falar com um colega sobre um assunto, momento em que perguntavam se ele tava vendo um pornô, porque eu continuava metendo jeje e dava pra ouvir tudo.
Enquanto eu procurava a buceta dela pra meter de novo, ela faz sinal com a mão e grita baixinho -vai embora..., vai emboraaa- Vendo que ele não voltava, continuei sozinho, bombeei ela de lado, acariciando ela toda, enfiando dedos na boca dela, até gozar, mas a situação me dava tanto tesão, me excitava tanto, que continuo, como sempre digo, o sexo, e mais com pessoas acima de certa idade (ela tinha seus anos como falei...) é algo a dois (ou mais) mas como uma dança, então em nenhum momento mandei ela explicitamente ficar em tal posição.
Simplesmente sugeria com minhas mãos (ou ela sugeria pra mim) e ela se ajeitava, primeiro de quatro, ela por cima cavalgando me olhando, de costas, sempre repetindo aquela frase -que gostoso, que gostoso papai que delícia- a lembrança mais nítida que tenho é quando passou de cavalgar de costas pra mim, a dar sentadas na piroca, se abaixou apoiada nos pés, eu via como entrava toda molhada e podia ver o contorno daqueles lábios da buceta abraçando o tronco da minha piroca, a raba e as costas dela que ficavam vermelhas pela agitação, enquanto ajeitava a raba do cabelo com as mãos.
Cada sentada que ela dava e sons de agitação se ouviam entre a conversa que meu amigo tinha com o colega, então ele desliga. caliente (caliente por baixo). Nisso, eu já tava com ela em cima de novo, lambendo a boca e o rosto dela toda, quando do nada chega meu amigo por trás e enfia de uma vez — ah sim, sua puta xxxx — ele fala, eu sinto que ele forçava pra meter na pussy, e eu digo — mano, tô aqui, porra! — rindo, mas ele força um pouco e entra junto com a minha que já tava dentro, nunca vi a cara de uma mulher gozando tanto, começamos a acertar o ritmo juntos, porque tava apertado, ela toda vermelha de tesão, a gente meteu por um bom tempo, e nessa posição, até que meu amigo começou a se excitar de novo, aí gozamos os dois na boca dela...
Como se fosse mais um dia normal de trampo pra ela, terminou tudo, se higienizou, trocaram umas palavras entre eles, e foi embora. Eu vi ela outras vezes, mas nunca falamos sobre o assunto.
Por questões da vida, já não vejo tanto o otário do meu amigo, mas às vezes a gente fala em fazer outro ménage assim, ele me contou que ainda cruza com a roxi de vez em quando e dá uma sacudida nela...
Eu, por minha vez, fiquei com vontade de continuar fazendo ménage, participar de alguma orgia/festa swinger ou algo do tipo, já fiz MHM várias vezes, mas o HMH tem algo que me agrada mais, talvez porque o centro de tudo é ela, a mulher, e não eu, eu gosto de ser só mais um... são, digamos, fantasias, mas que vão se realizar...
3 comentários - Minha história; Meu amigo, a amiga/empregada dele, e eu.