Minha mãe virou minha mulher (19) (+18)

CONTINUA AS HISTÓRIAS ANTERIORES1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-1-para-18.html
2 http://www.poringa.net/posts/relatos/2461664/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-2-para-18.html
3 http://www.poringa.net/posts/relatos/2464293/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-3-para-18.html
4 http://www.poringa.net/posts/relatos/2465770/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-4-para-18.html
5 http://www.poringa.net/posts/relatos/2466746/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-5-para-18.html
6 http://www.poringa.net/posts/relatos/2469607/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-6-para-18.html
7 http://www.poringa.net/posts/relatos/2472629/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-7-para-18.html
8 http://www.poringa.net/posts/relatos/2475301/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-8-para-18.html
9 http://www.poringa.net/posts/relatos/2479502/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-9-para-18.html
10 http://www.poringa.net/posts/relatos/2483800/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-10-para-18.html
11 http://www.poringa.net/posts/relatos/2493449/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-11-para-18.html
12 http://www.poringa.net/posts/relatos/2498486/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-12-para-18.html
13 http://www.poringa.net/posts/relatos/2503286/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-13-para-18.html
14 http://www.poringa.net/posts/relatos/2556970/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-14-para-18.html
15 http://www.poringa.net/posts/relatos/2587198/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-15-para-18.html
16 http://www.poringa.net/posts/relatos/2818394/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-16-para-18.html
17 http://www.poringa.net/posts/relatos/2834715/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-17-para-18.html
18 http://www.poringa.net/posts/relatos/2834718/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-18-para-18.htmlMinha mãe continua se prostituindo por mim, eu vendo os serviços dela pra meu próprio lucro. Meu avô e eu comemos a Anna, e minha mãe encontra um macho que arrebenta ela, me surpreendendo.Minha mãe continuou pagando minha moto parcelado. O pai da Sara ia cobrando dela, comendo minha mãe à vontade. Também não era tão caro pra ela.

— Nada mal, filho. É um homem decente, não me custa muito, não tem perversões estranhas. Eu me divirto.

Eu sempre a acompanhava nos encontros com ele e ia buscá-la depois. Me excitava pegá-la logo depois de ter prestado o serviço de puta pagadora, saber que há pouco tempo aquela pele macia tinha estado nas mãos de outro, amassada e babada. Me dava tesão saber que ela tinha acabado de dar. Nada menos que minha mãe.

— Você se diverte, hein? Fica excitada dando pra ele. — Ela me olhou, divertida — Você sempre fica com tesão com uma rola dentro, puta.

— Fico excitada porque faço isso por você, sendo uma prostituta pro meu filho. Ele não é um amante especialmente bom, mas me faz gozar.

Eu adorava conversar com ela, o jeito dela falar sobre isso com tanta naturalidade, como se estivéssemos comentando coisas de família ou dos estudos.

— Ele tem uma obsessão enorme pelos meus peitos, hoje me pediu pra dar de mamar pra ele como um bebê. Disse: "igual você dava de mamar pros seus filhos".

— Hummm, que excitante. De qualquer forma, todo cara adora seus peitos, você é famosa por eles. Grandes e túrgidos, bem cheios. Você gostou?

— Gostei, pra que mentir? Não costumo ter muitos pudores quando decido ficar com um cara, mesmo sendo assim, como prostituta.

— MINHA PROSTITUTA, mãe. A peituda da minha mãe, isso vem de longe.

— Sim, os peitos cresceram de repente num verão, quando voltei pra escola no ano seguinte, foi a grande surpresa, todas as meninas quase não tinham e eu já usava sutiã. Foi uma briga em casa, minha mãe queria que eu usasse sutiã de algodão, e eu queria os de mulher, os que valorizam os peitos. Meu pai me apoiou. Os meninos ficavam loucos pra ver e apalpar.

— E você deixava apalpar…

— É que me dava muita importância, me sentia uma deusa, uma rainha. Ter peitos me dava poder. Os caras faziam o que eu mandava. Claro que tinha que ceder de vez em quando, pra eles também era uma descoberta. E as minhas amigas morriam de inveja. E descobri que me dava muito prazer. A gente já começava a se masturbar.

- Porra, mãe, você já tava apontando pra putaria... pra quem você deixava encostar?

- hahaha, nessa idade não se pode dizer isso, era descobrir sensações e eu não tinha frescura, isso é verdade. Descobri que com meus peitos conseguia que me pagassem tudo, os caras sempre me davam presentes, me convidavam pra tudo. Deixava quase todo mundo apalpar.

- Em troca de deixar se esfregar.

- Às vezes só de ver. "Mostra os peitos, Cata, te pago um sorvete", claro que depois não se contentaram só em ver. Eu me divertia.

- Que vadiazinha. E deixava eles apalparem.

- hahaha, sim, o que eles não sabiam é que eu gostava mais do que eles. Me excitava muito e depois eu me masturbava.

- Eles apalpavam muito?

- O tempo que eu levava pra comer o sorvete. Eu me encostava numa parede, desafivelava a camisa ou levantava a camiseta, e tirava os peitos pra fora do sutiã. Eles não sabiam direito como fazer, eu me divertia. Tinham carta livre enquanto eu terminava o sorvete.

- Foi assim que eles cresceram. Eles não queriam foder?

- Ah, que nada, a gente ainda não sabia muito. Aprendi depois.

- Com seu pai.

- Uff, coitado, ele ficava mortificado. Eu era a princesinha dele, mas ele não conseguia deixar de ver que eu tava me tornando mulher. Adorei descobrir que ele me olhava, e tentei provocar ele. Me excitava e me divertia. Gostava de mostrar os peitos pra ele, com qualquer desculpa ou descuido. E me atraía muito o pauzão dele, tinha muita curiosidade de saber como ele funcionava, eu espiava ele pra ver.

Uma loucura, conseguia deixar o pau dele duro enquanto eu ia descobrindo a vida dele.

- Entre seu avô e esse cara, de tanto chupar, vão conseguir que eu volte a ter gozo. Estive outro dia no ginecologista e ele disse que detectou atividade nas glândulas. Porra, mãe, que loucura, você mama tanto assim nele?

- Você já viu seu avô, e esse aqui ganha dele. Deixa meus mamilos irritados. Ele gosta que eu mostre um peito, vestida, e dê de mamar no sofá, que eu enfie o peito na boca dele com minha mão, "como você fazia com seus filhos", e ele vai devagar, e depois o outro, ufffff. Além disso, ele gosta de me fazer ordenhar de quatro. Depois ele me fode. Às vezes nem quer que eu chupe ele.

- Você fica excitada.

- Muito, comecei a fazer isso com meu pai, quando era adolescente. Você não sabe o que foi pra mim, meu pai era um ídolo, eu adorava ele como um deus, e ele gostar de mim foi um grande reforço pra mim. Ele ficava atormentado, me evitava, mas eu procurava qualquer situação pra enfiar meus peitos na boca dele. Coitado, ele resistia o quanto podia, eu me sentia poderosa fazendo meu pai cair nos meus encantos. Foi uma temporada memorável.

- Até ele te foder.

- Coitado. Eu que fodi ele. Não foi o primeiro, mas foi o primeiro homem de verdade, e meu primeiro orgasmo bestial, você sabe o pau que ele tem. Igual você.

- Você me deixou com tesão, mãe.

- Ummmm, meu filho perverso. Como você fica com tesão fácil.

Quando cheguei em casa, meu pai já tinha chegado, então tive que baixar minha excitação com um banho de água fria, mas nem assim. A imagem da minha mãe recém-fodida e dando de mamar pro pai da Sara me perseguia. Então fui pra cozinha, minha mãe estava fazendo coisas, meu pai via TV na sala.

- Tô com o pau duro, puta.

- Pelo amor de Deus, filho, seu pai está na sala.

- Cala a boca, puta, abaixa a calcinha e se apoia. Sem frescura, ele acabou de levar chifre, lembra que você acabou de ser fodida, gostosa.

- Filho... é perigoso... - virei ela e abaixei a calcinha violentamente - por favor...

- Puta, eu gosto de você quando acabou de ser fodida - tirei o pau duro da braguilha

- Por favor... filho... aahhhh - Enfiei de uma vez, ela abafou um gemido. A proximidade do meu pai me excitava.

- Toma, sua puta, você tem a buceta mais fodida de Barcelona, vagabunda. vou te engravidar quase na frente do teu marido, puta, tu é a Promíscua mais fácil de foder do mundo inteiro – eu bombava forte nela, e falei sozinho em voz alta – Deus, porra, como eu adoro foder minha amadíssima mãe…

- Aahhhh…

- Toma porra – eu tava tão excitado que gozei na hora – uuuuuuaaauuuuuu, minha mamãe querida… minha peituda favorita… minha putona…

Tirei ela e deixei do jeito que tava, na posição obscena que um filho nunca deveria ver a mãe, a saia levantada e a calcinha abaixada, a buceta escorrendo porra, dei um tapa na bunda dela,

- Assim que eu gosto, vadia, cheia do meu esperma. Isso sim é uma mãe.

E fui pra sala guardando a pica na braguilha, já de boa.

- Que papai, que mentiras eles contam hoje…

Ouvi minha mãe indo pro banheiro.

Uns dias depois, a Anna me ligou.

- Oi gostosa, como vai a vida no campo?

- Ufa, sempre a mesma coisa, mas bem, eu gosto. Tô vindo da ginecologista.

- Tá bem?

- Tô grávida. Grávida de você, Roger, vou ter um bebê.

- Porra! Que massa! Notícia foda. Seu marido sabe?

- Ainda não, quis que o pai soubesse primeiro.

- Tem certeza que é meu?

- Claro, idiota, meu marido não consegue há meses e seu avô gozou me dando no cu, só pode ser seu. Sabia que sua porra abundante ia me engravidar, a ginecologista disse que eu sou muito fértil. Aliás, manda lembranças pra sua mãe e pro seu avô, adorei.

- Ummm você é um anjo. Tá se sentindo bem?

- Ótima. Tô feliz de ser mãe, finalmente aqui, na vila, todo mundo vai nos parabenizar e meu marido vai se sentir orgulhoso e muito macho por ter engravidado a esposa. E tô muito feliz de fazer de você um pai, mesmo que ninguém mais saiba. – ela fez uma pausa – Uma das suas putas vai te fazer papai. Como você se sente com isso?

- Adoro, ummm, papai. Adoraria comemorar bem com você.

- Vamos ver quando dá. Hoje vou contar pro meu marido que vamos ser pais. Já te ligo quando puder.

Demoramos pra nos ver, não era fácil Perder o rastro num povoado da vigilância.

Meu avô e eu tínhamos comido ela, tínhamos aberto perspectivas novas que ela nunca teria no povoado, além de abrir o cu dela. Naquela sessão que expliquei no capítulo 17, antes da minha mãe, comemos a Anna, melhor dizendo, fizemos da Anna a puta que ela queria ser, porque minha mãe decidiu dar preferência pra Anna.

Ela tinha se colocado atrás dela, de frente pro pai dela.

- Olha pai, que fêmea jovem – Anna se deixava fazer. Minha mãe baixou as alças do vestidinho dela e deixou os peitos dela no ar, Anna instintivamente se cobriu parcialmente com as mãos – olha pai que peitinhos bons, jovens e firmes – minha mãe beijou suavemente Anna na orelha e suavemente baixou as mãos dela pra deixar os seios descobertos expostos pro meu avô – você vai querer que meu pai curta eles, Anna? Faz tempo que ele não tem uma mulher jovem como você. Eu queria dar de presente uma puta jovem e macia pra ele.

- Hum, Catalina, que vergonha… mas que tesão, nunca me vi assim, oferecida pra um homem…- ela olhou pro pau ereto dele – e pelado…ufa…com esse pauzão duro e enorme…meu deus…não sei se devo…

- Se você já teve esse rabo dentro da boca, já é uma puta, deixa ele curtir você, vai ver como ele curte de verdade, não igual seu marido.

- Ufff Catalina…sou uma puta, seu filho me come e eu chupei o pau do seu pai…- minha mãe terminou de baixar o vestido dela e depois tirou a calcinha fio dental, deixando ela pelada.

- Pai, essa putinha é sua, come ela, mete bem os chifres no marido dela – ela me olhou e sorriu, acariciou os peitinhos dela, oferecendo eles pro meu avô – é uma puta do seu neto, um presentinho – virou o rosto de Anna e beijou os lábios dela – fode com meu pai, pra você saber o que é um pau gostoso grosso, pra você saber o que é foder com um macho maduro.

Meu avô se aproximou dela, e abraçou ela, os dois pelados, o pau duro dele contra a barriga dela, com ternura beijou a boca dela. Anna me olhou, e eu concordei sorrindo. As mãos do meu avô, Ávida de peito jovem, elas passavam a mão. Anna não parava de me olhar, no olhar dela eu percebia o tesão que sentia ao me ver entregue pela minha mãe ao meu avô. A mãozinha dela acariciava o pau do meu avô e esfregava de propósito contra a barriga dela, talvez já estivesse grávida de mim, talvez estivesse pensando na possibilidade de ser meu avô quem a engravidasse.

- Obrigado pelo presente, você é uma preciosidade, pequena - ele beijou ela, puta merda, comeu a boca dela, Anna fechou os olhos - vou te fazer minha... hum... vamos passar um bom tempo, gostosa.

Nem preciso dizer que foi um puta espetáculo. Ele empurrou ela de leve pra cama e esticou ela, deixando os joelhos pra fora, os pés no chão. Se agachou na frente.

- Abre essas coxas, gostosa, quero ver essa bucetinha - ela abriu os joelhos, mas não muito - Hummm, você é meio tímida, hein? Transa com poucos... me fala, puta.

- Ufff, só com meu marido... e uma vez ou outra com o neto dele...

- Hummm, então quase vou estrear uma candidata a puta... - ele abriu os joelhos dela bem mais - vou comer essa bucetinha de candidata, seu marido come sua xota, gostosa?

- Ufff, não, bom, uma vez ou outra... a gente não faz oral - dava pra ver que ela tava estranha, com um desconhecido abrindo as pernas dela e falando putaria na maior naturalidade - e-ele não gosta, diz.

- Hummm, então seu corno não sabe o gosto da sua boceta. Me fala, gostosa, quer que eu coma? Hummm, tá apetitosa - falando pra mim - essa mina precisa de uma boa trepada ou duas. Me fala, gostosa.

- Uffffff... não sei... uu... é... - meu avô deu uma lambida lenta, do cu até o clitóris - aaaaaaaaaaa... uffff... s-sim... - ele ficou chupando um pouco o clitóris, não deixou ela fechar as pernas - uuaaaa!!

- Sim o quê, preciosa? - ele parou - me fala o que você não fala pro seu marido. Quero ouvir, senão não continuo...

- Uffff... que sim, que coma minha xota, pelo amor de deus... siim - meu avô lambeu os lábios e o clitóris dela de novo - aaaaaah...

- Mais, me fala o que você sente, continua, puta adúltera - agora meu avô chupava ela todo o xereca, eu enfiava a língua, ela se revirava, louca de tesão – fala, porquinha
- Oooooh sim, sim…que gostoso…aaaaah…deus…incrível…tá comendo meu…p-potorro… siiiim… uuuuuuuffff…meu marido…nunca… aaaaaah…me abre as pernas…que putaria…deusss siiiiiiiiii…aaaaahh nunca…me comeram assim…oohhh tô gozando…tô gozandooooo…aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahh – ela mexia o púbis contra a boca do meu avô, possuída de prazer e luxúria, gozando gostoso.
- Boa, muito boa vadia – meu avô se afastou – obrigado, neto, por essa vadia, me divirto pra caralho.
Minha mãe e eu olhávamos divertidos e excitados. Anna ofegava se recuperando.
- Gostou, hein? Que chifrudo que é seu maridinho – ele subiu em cima dela, no peito dela, e bateu na cara dela com o pau – seu marido te dá porrada de pau, porca?
- Uuff, não, nunca – meu avô passava o pau na cara dela – ele é muito carinhoso…ummm…que pau…
- Ele nem coloca os ovos na sua boca, com certeza, chupa eles pra mim, gostosa, assim, ummmmm gostei de você, porca…neto…
- Fala, vô.
- Ela é uma garota linda e eu adoro, tem jeito de vadia, mas precisa ser ensinada. Adoro. Ummmmmm siiiim, que delícia você chupando meus ovos, putinha. Seu marido tem os ovos grandes?
- ummm… n-não…os do meu marido não têm nem metade dos seus…
- Ummm por isso você chupa tão bem, hein, putona?...gosta dos grandões…que nem o pau – ele passava a piroca na cara dela – você vai lembrar do meu pau quando estiver com seu maridinho…fala, vadia, porrada de pau na sua cara de adúltera safada…
- Ummmm sim, gosto dos seus ovos enormes e do seu pau enorme…sim…porrada de pau na minha cara…ufff nunca tomei porrada de pau…
- Assim que eu gosto, sem timidez. Isso é porque você era uma senhora decente, agora é uma putona. Quer que eu te coma com meu pau enorme? Que eu monte em você como a vadia que você é? Fala, porca.
- S-sim, sou uma putona e porca…me come com seu pau enorme…me monta como uma vadia…
- Ummmm Você gosta de ser vadia, hein?
Minha mãe me batia uma punheta enquanto olhava pra eles. Meu avô deslizou pra baixo e se meteu entre as pernas dela.

- Vou foder sua puta, neto.

Minha mãe agarrou a pica do meu avô – enfia, pai – e direcionou a pica pra buceta da Anna, que se escarrapachou toda – Anna, você vai ver como meu pai fode bem.

- Porraaa, que bucetinha apertada – disse meu avô empurrando – tô gostando.

- AAAAAAAAAAAiii...meu Deus...que grossa!!!!! – Anna sentia bem meu avô entrando – uff...augghhhh, Deus, Deuss... – ele tinha entrado só até a metade. Minha mãe fez ele tirar – oooh, ufffff,...que pica grande ele tem.

- Isso se chama pauzão, Anna. Cê gosta, hein, puta? – disse minha mãe. Então minha mãe apoiou o rosto na barriga da Anna e a boca dela ficou perto da buceta dela – pai, me dá de comer sua vara – ufffff que excitante foi. Meu avô enfiou a rola na boca da minha mãe – ummmmmm, tem gosto de buceta.

Meu avô tava no sétimo céu.

- Chupa pica, filha, porraaa, que boquinha você tem, chupa, chupa, que pedaço de gostosa!, toma pica...agora a bucetinha dessa puta casada...toma rola, linda...- Agora ele enfiou sem consideração até o saco – toma vara, vadiazinha...seu marido não tem uma assim, hein, porca?

- AAAAAAAAgfff...Deus...siim – ele bombava – aaaaaaaaafffg...que grossa, Deuss...que p-p...pauzão!!...a do meu marido não tem nem metade...aaaaaayyyy...siiiiiiiii...me enche todaaaa...

- Você vai voltar pra ele com a buceta larga de puta...porraaa...que apertadinha...toma, toma, toma, sua vagabunda...ufff...gostei da sua xereca...agora na boquinha da minha neném...chupa pica do papai, pequena...- o filho da puta alternava buceta e boca, as duas encantadas. Meu avô então agarrou os tornozelos da Anna e passou pelos ombros dele – Agora você vai saber o que é um macho e o que é ser fodida como uma puta.

Ele enfiou a rola nessa posição até o saco e começou a bombear com violência.

- AAAAAAAAAAAAAAAA...Deuss...AAAAAAAAAAAhh...tô sendo fodida como uma puta...

- Gosto de usar sua buceta pro meu prazer, puta fodida.

- Ufffff...vou gozar correr…como nunca… - A Anna tava quase – não tira de mim, por favor – ela me olhou – Roger, amor, eu tô fodendo com teu avô… e como ele fode bem… que pauzão… vou gozar com teu avô… siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii… oooooooooooooooohhh… - vimos um orgasmo do caralho… não acabava nunca e meu avô bombando ela enquanto minha mãe apertava os peitos dela. Ela ficou toda mole, ofegando como se tivesse sem ar.

Meu avô tirou a pica e deitou do lado. Minha mãe foi rápida chupar ele. Eu fui e beijei a Anna.

- Roger… foi o orgasmo mais foda que já tive… eu fui bem? teu avô gozou?

- Hummm Anna, você tava linda e uma puta muito gostosa, não, ele não gozou.

- Uff, falei um monte de putaria… e… e… você sabe por que tô falando. Prefiro que seja teu, embora eu ache que já me engravidou

- Tenho esperma pra você, sua vadiazinha.

- Ele deixou minha buceta arrombada… - ela reparou na minha pica dura – hummm… sou uma puta… me fode, nunca fui fodida por dois homens… queria ser tão puta quanto sua mãe… me come… me dá tesão…

- Hummm, essa é minha puta – subi em cima dela, igual meu avô, coloquei as pernas dela nos meus ombros – toma pica, porquinha – até o talo.

- Aaaaaaaaaaah… deus que delícia… duas picas seguidas… dois pauzões… que puta eu sou… gosto de grossas… me fode Roger, deus simmmmm… oooh Roger… que grande… siiiim… fui fodida por dois homens… uuuauuuuuuu siiiim

Minha mãe continuava chupando a pica do meu avô e os dois olhavam.

- Vô, você deixou a boceta dela igual um bebedouro de pato, com o apertadinho que essa puta tem.

- Ela é uma puta, toda recatada que se faz, mas curte mais um pau grosso do que criança curte doce. Diz, puta, cê gosta de foder com pica grande, hein?

- Ooohhh siiiim… eu gosto de foder… com homem de verdade… sou puta… uma puta… Oooooh siiiim continua siiiim… - eu bombava com vontade - aaaaaaaaaaaahhh pelo amor de deus que delícia…

- VADIA ENGOLE PAU

- Aaaaaaaaaaaaahh… siiiim

- CASADA SAFADA, PORCA INFIEL – meu avô se levantou – bota ela de 4 Patas, neto, vou meter nela como a puta que ela é.

Claro, eu fiz isso, meu avô enfiou de uma vez.

— Toma, pica, puta, uuauuuu indecente… tô metendo nessa puta, sim ou não, sua puta?

— AAAAAaaaaaaaahhh.sisisisi…puta…uuuuuuh…muito puta…

Eu me deitei de barriga pra cima.

— Passa a puta pra cá, vô, que vou empalar ela — dito e feito, em nada ela tava montada no meu pau e ela mexendo a buceta igual uma louca. Puxei ela pra perto e chupei os peitos dela, meu avô se posicionou atrás.

— Segura a puta que vou comer o cu dela, neto.

— Aaaah não… não… o cu nãooo — seguramos ela e meu avô encostou o pau no cu dela.

— Puta, fodida e dada pelo cu, usada, ouviu, USADA — ele empurrou e, com o pau lubrificado como tava, entrou, eu senti no meu pau.

— AAAAAAAAAAAAyyyyyy…

— Grita, gostosa, toma pau, deus, que cu apertado, que prazer você me dá… — ele enfiava cada vez mais fundo — devagarzinho, vai ver como você gosta de ter duas picas…

— Aaaaaahhh… ufffff… tá rasgando meu cu… uuuuuh… meu deus… fodida por dois homens… ao mesmo tempo… meu deus… aaaaahh… nunca… nunca… oooooohh… deussss… que grossos…

— Aproveita, Anna, você é uma deusa do sexo, uma verdadeira mulher… — beijei ela com suavidade — você é a rainha das putas, a melhor…

— Ooooohh siiiiim… ufffffff… eu gosto… fodida e dada pelo cu… com dois paus enormes… ummmm… sou uma deusa… aguento os dois… ummmmm… SOU PUTA… SIIIIIM…

— Vou esvaziar minhas bolas no seu cu, puta, ele é bem apertadinho e não aguento mais, porca… fala

— Oooh siiiiiiim… enche meu cu de porra… siiiiiim… sinto prazer de puta… tá doendo… aaaaah… siiiim… deus… me fode, Roger… aaaaaaaaaahhhh

— Toma porra, puta, você é uma puta fogosa dada pelo cu, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii tomaaaaaa uauuuuuuu

— Arfggggggsiiiim… pelo amor de deus… me excita, me excita… deus, como eu sinto seu pau, Roger… me enche de porra… sou uma fogosa… vou gozar… uuuuuuuh

— Quer minha porra, puta?

— AAAAAAAAAAaaaa siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii bem dentro… siiiiiii… me engravida… seu avô tá me comendo pelo cu… siiiii… me vem… tô gozando… me dá seu leite pelo amor de deus… aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh- ela gozou como nunca.

- Toma leite, putinha gostosa…toooooooooooooomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Acabamos os três ofegando que nem cachorros.

- Na minha vida… nunca tinha tido… orgasmos assim. – ela falava entrecortado, ofegante – eu amo…- sorriu – uffff… nunca pensei… que diria uma coisa dessas… eu amo… ser uma puta.

Meu avô acariciou os peitos dela e beijou ela com carinho

- Você é uma preciosidade, pequena, obrigado por me deixar aproveitar seu corpo, doeu muito a enrabada?

- Doeu – ela acariciou a rola mole do meu avô e as bolas – foi uma experiência excitante e fabulosa… gostei de ter levado no cu… e me sinto orgulhosa de o senhor ter gozado comigo…

A verdade é que entre o primeiro dia e esse ela tinha engravidado, segundo ela, e eu acreditei. E agora me dava tesão saber que eu ia ter ela sabendo que tava grávida de mim, mas não pude vê-la até algumas semanas depois, e já dava pra notar uma barriguinha crescendo e os peitinhos dela tinham aumentado.

Mas já vou contando mais coisas da Anna.

Enquanto isso, o pai da Sara me fez uma proposta.

"Ele tinha um rapaz mecânico, vendia motos mas também preparava e consertava, que substituía ele quando precisava se ausentar, mas dessa vez ele tinha que ir pra Itália uma semana inteira, se desse certo ele poderia importar motos de lá por um preço bom.

Ele me propôs que eu fosse de manhã na loja dele e, como eu entendia de motos, poderia fazer de vendedor ou pelo menos atender temporariamente possíveis clientes e assim ele não precisaria fechar nem a oficina nem a loja.

Eu disse que queria uma porcentagem das vendas e ele se surpreendeu.

- Buceta, você pensa mesmo em vender, só de atender os clientes, pegar os dados e informar eles já pode ser suficiente e quando eu voltar, eu ligo pra eles.

- Insisto, porque vou vender várias motos.

- Kkkk, assim que eu gosto, otimista. Fechado.

A verdade é que Eu tinha um plano perverso, que era levar minha mãe comigo pra loja, de certeza que ia conseguir clientes. Mas não falei nada pra ela.

E foi assim que fizemos. Trabalhei uns dias antes dela ir embora pra me atualizar dos detalhes e conhecer o mecânico, um cara de uns 22 anos, simpático, aberto, bem moreno — depois me disse que o pai era do norte da África e ele tinha os genes de lá. Era muito tarado, sempre comentava coisas das clientes ou das mulheres que entravam.

A gente se entendeu bem rápido. A oficina era ao lado da loja, com uma porta de correr que isolava uma área da outra, e tinha entrada pra rua pelos dois lados. Assim, eu podia abrir só um dos negócios ou os dois.

No primeiro dia, fui sozinho, mas minha mãe chegou mais tarde. Apresentei ela pro Oscar, o mecânico, que ficou de boca aberta.

Quando minha mãe tirou a jaquetinha que tava usando, revelou um vestido de alcinha leve e decotado, sem sutiã, mais curto do que o razoável, e saltos altos. Bem arrumada e maquiada, uma senhora muito gostosa.

Vi que ele tava devorando ela com os olhos. "Isso é bom", pensei. Mas ainda não tava convencido sobre essa ideia de trazer minha mãe pra lá — não parecia normal. E é óbvio que não era nada normal, então eu tinha que conquistar ele.

— Sua mãe é muito gata, cara. É coroa, mas tá muito bem — sabendo dos comentários que ele fazia das outras minas, com minha mãe ele foi mais contido, mas eu sabia o que ele tava pensando.

— Valeu. É, sou filho dela, mas não sou cego, e sei que os caras curtem, com esse par de peitos que ela tem.

— Porra, sim. Não se ofende, mas ela é de dar água na boca.

— Haha, é verdade.

— Mas ela vai ficar aqui com você?

— Sim, pensei que ela pode me ajudar. E ela topou.

— Mas o chefe não me falou nada, só disse que você viria.

— Bom, foi algo que pensei depois. Acho que não te incomoda, né?

— Não, não me incomoda nada, mas se o chefe não souber... sei lá, cara, eu teria que comentar com ele, você sabe como ele é. E na real, eu sou o responsável.
- Vai, cara, prefiro que não, não quero que depois ele venha encher o saco por causa das comissões. Ele não precisa ficar sabendo, acho que ela pode atrair mais clientes, é só ficar por aqui, se virem ela da rua, com certeza vão entrar mais. Você mesmo disse, ela é gostosa.
- Porra, não sei, não tô tranquilo, depois o chefe vai cair matando em cima de mim.
- Pussy, não seja assim, Oscar. Você vai ver como vai ficar melhor com ela por aqui, alegra a vista, e ela é muito simpática.
- É, isso é verdade. Mas não sei… bom, vamos ver no que dá.

Na loja tinha um quartinho que servia de escritório, com uma mesa, cadeiras, o normal pra fechar um negócio com papelada e tal. Num canto tinha um sofá grande, suponho que pra tirar um cochilo ou fechar algum negócio “especial”, como eu pensava em fazer com a ajuda da minha mãe. Também tinha uma geladeirinha e um armário-bar.

Da mesa dava pra vigiar a loja através de uma janela fixa de vidro, mas que tinha uma persiana de lâminas pra fechar a vista. O cara tinha uma estrutura boa.

Contei pra minha mãe sobre o mecânico.
- A gente tem que fazer o Oscar ser cúmplice e não ficar de saco cheio com você aqui, não quero que ele vá contar pro chefe.
- E o que você quer que eu faça?
- Sei lá, por enquanto conversa, se deixa ver, ele te acha gostosa pelo jeito que te olha, sabe, faz ele querer que você fique aqui, vou improvisando.
- Tá bom, do jeito que você mandar, filho.
- Vamos pra oficina e conversamos com ele, fica perto, deixa ele ver bem o seu decote, se interessa pelo trabalho dele, sabe, não se segura. Ele vai se esquentar sozinho.

Isso me dava um tesão do caralho. Fiquei na loja mas com a porta de separação aberta. Ouvi eles conversando, o tom da minha mãe, cordial, ele também. Às vezes minha mãe usava um tom sedutor, de gata. Eu adorava imaginá-la inclinada mostrando as tetas lindas dela, olhando a moto ou qualquer coisa que o Oscar estivesse fazendo. Aos poucos, a conversa ficava mais animada, riam, reconheci aquela risada suave da minha Mãe, sedutora, com certeza o Oscar tava falando algo legal dela.

Tudo ia bem. Fui até a oficina. O Oscar tinha uma moto pendurada com correntes e tava montando o motor nela. O galpão era bem montado, tinha uns trilhos e umas roldanas com correntes pra pendurar motos e motores e não precisar trabalhar no chão, embora também tivesse motos que eram trabalhadas no chão. Pensei no sexy que ela ficaria pendurada ali. Minha mãe tava do lado dele, perto demais pra só estar olhando. O Oscar tava usando um macacão de alças sem camiseta, mecânico raiz, vi que a braguilha dele tava inchada. Pensei que devia ter um belo pau, pelo tamanho do volume que marcava. O decote da minha mãe tava fazendo efeito.

Minha mãe tocou no braço dele.

— Cê tá muito musculoso, Oscar, que braço — ela sabia como elogiar a vaidade masculina.

— Bom, dona, é o tipo de serviço — dava pra ver que ele tava encantado.

— Vejo que vocês tão se divertindo — falei — buff, não entra cliente — me aproximei da minha mãe.

— É muito cedo — disse o Oscar — eles costumam vir mais tarde.

— Tenho uma mãe maravilhosa, né, Oscar? — abracei ela pela cintura, tentando levantar o vestido dela o máximo possível pra mostrar a coxa e dei um beijo na bochecha dela. Pensei que enquanto ela estivesse com ele, ele iria esquecendo a parada do chefe. O Oscar olhou bem pra coxa que eu mantinha exposta, e desviou o olhar, nos encarou e minha mãe sorriu pra ele. Experiente como era, ela olhou pro volume dele, de propósito pra ele perceber que ela tava olhando, sem vergonha.

Um jogo que eu adorava. O Oscar percebeu na hora. Não falou nada.

— Bom, vou deixar ela com você um pouco, vou dar uma olhada nuns panfletos — pisquei pro Oscar — te aviso se vier cliente, mãe.

— Ok, filho, adoro ficar aqui com o Oscar enquanto ele trabalha, ele é muito simpático e gostoso.

— Hahaha, mãe, cuidado que ele é um mulherengo — só pra falar algo.

— Qual nada, qual nada — reclamou o Oscar — quem me dera.

— Mas cê é bem bonitão — disse minha mãe, tocou no braço dele. E muito forte, do jeito que a gente gosta, as mulheres.
Fui embora pensando que estava tudo bem.
Me distraí olhando uns documentos de motos, interessante, de repente percebi que a conversa tinha morrido. Me aproximei com cuidado da oficina, mal se ouvia, de vez em quando o Oscar falava alguma coisa, minha mãe também, mas baixinho. Espiei com cautela.

Minha mãe estava sentada numa moto, uma vespa antiga que eles tinham de enfeite, brilhante mas sem uso, inclinada sobre o guidão, como se fosse pilotar, a saia bem pra cima. O Oscar explicava alguma coisa sobre os comandos, mas olhava descaradamente pra buceta dela, devia estar vendo um bom pedaço, e as coxas.

Claro, minha mãe não se fazia de rogada e mantinha a posição e o olhar, então o Oscar sabia que ela estava se mostrando de propósito e que tava gostando. Falavam alto mas baixo, ele se aproximava, falava perto, pra ver melhor os peitos dela, e minha mãe não se afastava. Pensei que ela já tinha seduzido ele, que tava no ponto. Também pensei que minha mãe não tava fazendo aquilo só pra me agradar, tive certeza de que ela queria dar pra ele.

Fiquei na dúvida entre continuar olhando, excitado, pra ver se ele comia ela ali mesmo, ou interromper, também não era pra ele foder ela logo de cara. Queria manter uma certa tensão, mas a ideia de ver ela sendo comida me excitava. Tava na dúvida, com o pau endurecendo, quando ouvi a campainha da porta, um cliente. Fui rápido e chamei minha mãe, da loja.

Acabava de entrar um cara de uns 40 anos, corpulento, de jeans e camisa xadrez.

— Senhora, pode vir aqui, por favor? — ufa, pela campainha.

Informação sobre as máquinas, isso e aquilo, enfim, não vou me alongar.

Minha mãe veio como se nada tivesse acontecido, sorrindo. O cara se surpreendeu e passou os olhos no corpo dela. Ela tava esplêndida, claro. Falei pro cara que ela era a mulher do chefe.

— Oi, tudo bem? Interessado em alguma coisa? O que podemos oferecer? Tudo está para satisfazer o cliente – ela parou na frente dele, bem perto.

- Sim, vejo que vocês têm um material interessante – ele olhou nos olhos dela e depois pro decote – precisaria saber quais são as condições.

- Tenho certeza que tudo pode ser acertado – falei – o senhor só precisa decidir o que quer e as condições com certeza vão agradar. Já expliquei as características das máquinas. A senhora vai acertar as condições com o senhor.

- Gostei dessa, o modelo mais potente, mas o preço é meio salgado.

- O senhor precisa de uma máquina potente, pra combinar com o senhor – minha mãe se apoiou na moto – uma moto pequena ia desmerecer, o senhor é muito másculo.

- Hahaha, isso é bom – ele falou comigo em particular – a mulher do chefe pode entrar no negócio?

- Bom, não sei, mas ela tá morrendo de vontade de vender. O marido deixou ela no comando da loja essa semana e ela quer mostrar que é capaz. Eu, talvez, pudesse convencê-la. Ela é uma gostosa, hein?

- Ela é uma delícia e dá pra ver que é uma putinha, mostrando tudo. Você que conhece ela, se eu tentar, vai fazer escândalo?

- Ah, que nada, isso é a última coisa que ela faria. Acho que se o senhor comprar a moto, até consegue comer ela. Acho que o marido não dá conta.

- Bom, não sei, senhora – nos aproximamos dela – gostei, mas... o preço...

- Podemos dar algum extra, né, senhora? – me virei pra ele – não perca essa oportunidade, senhor, vai levar um produto bom. E a moto é foda. Vai ver que imagem boa vai fazer. Sobe aí, senhora, pro senhor ter uma ideia.

Minha mãe se ajeitou pra subir na moto, obviamente mostrando a calcinha, meio transparente, de um jeito que a gente via a buceta lisinha dela. Sentada de pernas abertas e inclinada, mostrava a perna inteira e um bom pedaço dos peitos.

- O que achou? – falei – imagem muito boa.

- Sim, imagem excelente – ele se aproximou – a moto e a motoqueira.

- O senhor é muito gentil, obrigada pelo elogio – minha mãe sorriu pra ele – se anime, Cara, a gente vai te fazer um bom negócio, se atreve a dar o passo. O banco é super confortável.

- É de couro – falei – com um toque único.

O cara passou a mão no banco, roçando de leve a bunda da minha mãe. Vendo que ela não reagiu mal, repetiu. Me olhou e piscou um olho.

- Vamos ver quão confortável é… – sentou atrás da minha mãe – hum, sim, é muito confortável… também é importante que o acompanhante vá bem – minha mãe se inclinou pra trás, se encostando mais nele. A cara dele ficou bem perto do ombro nu dela e o volume dele colado na bunda da minha mãe.

- Não pense mais, senhor – falei, e também pisquei um olho – é do melhor que o senhor pode montar, é potente mas vai bem macia.

- Nunca montei uma assim, mas parece que é daquelas que puxam bem.

- Pode crer, senhor. Vai ver como pura maravilha. Né, senhora?

- Claro. Maravilha, vai ficar totalmente satisfeito. – o cara colocou as mãos na cintura da minha mãe – pode conferir tudo o que quiser antes de decidir, vai ver que tudo é de primeira.

- Tudo?

- Claro que sim, vai ver que tudo é de primeiríssima.

- Até a patroa?

- Hahaha, a patroa é a melhor – disse minha mãe – não acha?

- Vamos ver – acariciou as coxas nuas dela – hum, realmente macia, sim – subiu as mãos até os peitos – e realmente potente.

- Se o senhor já decidiu, a gente pode ir pro escritório e fechar a venda – o cara amassava os peitos dela por cima do vestido.

- Acho que já decidi, sim. Compro a moto, mas queria testar melhor o material, senhora, tem umas coisas que ainda faltam conferir.

- Tudo o que o senhor quiser, cavalheiro.

O cara desceu da moto e passou a mão na bunda dela. Piscou o olho pra mim. Minha mãe também desceu, com o espetáculo de sempre, e foram pro escritório. Nunca me acostumei a achar normal ver minha mãe andando com um cara apalpando a bunda dela. Eu também fui fazer os papéis da venda, minha mãe sentou no sofá. Esperando, cruzou as pernas, descuidadamente deixando à mostra toda a pele das coxas. Ajeitou bem o decote pra deixar os peitos bem à vista. A gente ficou olhando pra ela.

— Quando acabar, espero aqui pra tomar um drink. E você, o que tá olhando, garoto? — a gostosa fazendo bem o papel. — Vai logo com esses papéis.

Assim que tudo ficou em ordem, saí do escritório.

— Senhora, precisa de alguma coisa…

— Prepara uns gintônicas pra gente antes de ir.

O cara, divertido, sentou do lado dela e colocou a mão na coxa dela. Enquanto eu preparava as bebidas, o cara puxou a alça do vestido dela e mostrou um peito, ela tapou.

— Vai, garoto, isso não é pra você. Ah, e bico calado com meu marido ou te corto — admirei minha mãe.

— Claro que não, senhora. Não é da minha conta enquanto me pagarem.

Quando saí, ouvi o cara falando pra ela:

— Você vai gozar como nunca, gostosa — metido a besta.

Não consegui ver porque ele fechou a persiana da janela, mas ouvi eles. Ouvi umas quatro coisas. Palavrões, "seu marido é um corno manso", "puta", e outras delicadezas, e também quando gozaram, claro, minha mãe também.

O cara saiu meio despenteado.

— Porra, mano, que gostosa que é sua chefe, como ela chupa pau e como ela fode, a mulher. Me deu uma limpeza no sabre daquelas, mano. — fez o gesto obsceno com a mão de chupar um pau. — Seu chefe deve ter uns chifres enormes. Que mulher safada que ela é.

"Filho da puta", pensei, mas fiquei muito excitado. Minha mãe tinha conseguido uma boa grana pra mim, fodendo com um desconhecido.

— Depois de amanhã ela vai estar matriculada e pronta, senhor. Fico feliz que tenha gostado da chefe.

— Uma puta gostosa, você devia comer ela, uma fera. E que peitões, porra.

— Ufa, eu não posso, senhor, é a chefe.

— Hahahaha, beleza, até a próxima.

Vi que Oscar tava olhando da oficina, pelo jeito que me olhou, vi que ele desconfiava de algo. Enfim, a gente vê, pensei.

Entrei no escritório, minha mãe já tinha se vestido e tava como se nada tivesse acontecido. Pegou com cuidado um camisinha e enrolou. no papel.

- Vou no banheiro, filho, depois a gente fala – ela foi pro banheiro da oficina, passou na frente do Oscar sem dizer nada.

Saiu toda banhadinha e renovada. Fresca como se nada tivesse acontecido. Fez um gesto carinhoso pro Oscar ao passar. Ele segurou ela por um momento, não sei o que disse, mas ela riu.

- Vou pra casa, amor, que já tá tarde e seu pai precisa chegar pra almoçar.

- Mas... e aí, como foi?

- Ah... bem, como sempre, você me conhece.

- Você gostou, Promíscua, ouvi você gozando.

- Claro, filho, uma foda é uma foda. E ganhei dinheiro pra você, suas putinhas gostosas.

Ela foi embora.

Oscar veio da oficina.

- Sua mãe é uma mulher sem igual, cara. Ela vai voltar?

- Pode ser que sim, amanhã talvez.

- Tomara que ela possa vir, cara. E não vou contar nada pro chefe. Pode fazer o que quiser. Mas tomara que ela venha. Gosto de conversar com ela enquanto trabalho, sabe.

- Não te garanto, vou falar com ela – já tinha ele na mão – cê curte minha mãe?

- Porra, cara, é muito diferente trabalhar lá quando ela tá.

Fechamos a loja e fui almoçar. Meu pai tava muito interessado em como tinha ido na venda das motos. Falei que já tinha vendido uma, ele me parabenizou.

- Querida, tomara que nosso filho tenha talento pra comerciante – ele disse pra minha mãe.

- Bom, faço o que posso, hehe, a verdade é que o cara tava muito empolgado, não foi difícil.

- Não tira o mérito, filho – disse minha mãe – com certeza você deu um jeito de convencer ele. Você tem muitos recursos.

Meu pai confirmou. E completou:

- Você tá linda demais hoje, Lina – ele disse pra minha mãe – cada dia mais gostosa – passou a mão na bunda dela.

- Bobo – ela disse, e se inclinou pra beijar ele – você que me enxerga bem, meu amor – minha mãe amava ele loucamente, e sempre com muito carinho.

Você não sabe como sua mulher se mantém gostosa, pensei, na base de gozadas, a gente mantém a buceta dela tão fodida quanto precisa, mas só você dá o carinho que ela precisa. Qualquer um serve pra dar uma foda, dá até vertigem pensar na Uma quantidade imensa de homens que sua esposa recebeu entre as coxas, tão fácil quanto é, mas só com você ela é completamente feliz. Senti uma ponta de inveja, nunca poderia ser como ele. Não tinha certeza se conseguiria fazer uma mulher feliz, dar prazer sim, mas fazê-la feliz...

Enfim, não acho que naquele momento eu pensasse muito nisso, são mais reflexões de agora.

À tarde voltei cedo para pegá-la sozinha.

Ela estava lendo no sofá, linda, de pernas cruzadas, como tantas e tantas vezes a tinha visto desde criança ao chegar em casa, uma imagem que me era muito familiar. Como sempre, me aproximei por trás e ela me ofereceu a boca, deixando a cabeça cair para trás, num gesto sensual que também era familiar, mas era exatamente como fazia com o marido. Beijei-a intensamente e deslizei minha mão até o peito dela, sem sutiã, amassei sua teta macia e belisquei o bico. Ela gemeu com a língua dentro da minha boca, puxei o bico, Deus, o bico da minha mãe, que grosso. Não precisamos dizer nada, fui pela frente, ela tirou minha pica pela braguilha e começou a me chupar. Agarrei seu cabelo, que tesão doentio ver minha mãe assim, agarrada na minha pica. Tacitamente de acordo, nenhum de nós falava, quando eu estava bem duro, tirei de sua boquinha materna.

Ela levantou a saia do vestido e abriu as coxas. Vi sua buceta nua, quase toda raspada, com os lábios externos grossos, carnudos, não estava de calcinha, sinal inequívoco de que me esperava. Pensei que essa era a visão que o cliente tivera horas antes, minha mãe oferecendo sua buceta imensa para ele foder. Sempre pensava na quantidade de caras que tinham visto aquilo antes de meter nela. Passei as pernas dela pelos meus ombros e enfiei a pica dentro, sua buceta grande estava molhada. Como sempre, gemeu de prazer.

Ela me beijou de língua, procurou minha língua, ficamos assim um bom tempo nos curtindo sem dizer nada, finalmente deitada ao comprido no sofá e eu por cima, bombando ela com minha pica e nos comendo. boca, como amantes, até que ela gemeu daquele jeito que anunciava o orgasmo dela, acelerei o ritmo e gozamos os dois, nos olhando de perto, olhos meio fechados. Ainda ficamos um tempinho ofegando, nos beijando. Foi uma forma de ter minha mãe diferente, tive um orgasmo muito forte.

- Uffa, mãe – sussurrei

- Ssssssh – ela sussurrou. Me beijou de novo. Queria ficar quieta e em silêncio. Diferente de outras vezes.

Continuei entre as coxas dela, mas meu pau já estava fora, ela me acariciava e me beijava. Finalmente:

- Sai de cima, amor. Hoje você fez amor comigo, mais do que me foder, mas me encheu de porra do mesmo jeito. Te amo muito.

Fui ao banheiro com ela. Tava impactado com o que ela tinha dito.

Entramos na banheira. Ela me ensaboou e eu ensaboei ela, mas sem sexo, com ternura.

- Como você é linda, mãe – beijei as costas dela e abracei, senti um impulso de carinho filial – te amo.

- Ummm, meu filho – ela se virou e me beijou o rosto várias vezes – meu pequeno precioso. Que homenzarrão gostoso você tá se tornando – me acariciava como mãe – que lindo foi fazer amor com você.

Um episódio difícil de explicar e entender. Não durou muito. Acho que felizmente, mas me trouxe muito tesão pra relação.

- Me fez muito bem, amor, depois de ter fodido com aquele cara.

- Por quê? Foi desagradável?

- Psst, não. Insosso, um ejaculador precoce. Encheu minha boca de porra logo de cara – já estávamos de novo como antes.

- Você engoliu a porra dele?

- Era o que eu queria, a primeira coisa que ele perguntou “Ei, você chupa?” “Depende, não todo mundo, por exemplo, meu marido, não” “Vai me chupar?” “Sim, se você quiser, eu chupo” “Porra, sim, tia, chupa meu pau”. Eles alucinam. Não tão acostumados. E quando mais surtou foi quando eu tava chupando “Porra, tô surtando, você tá chupando meu pau, que forte, ei, você engole a porra, é engolidora?” “Não, só algumas vezes” “Porra, tia, você engoliria meu Porra? Sempre sonhei com isso, por favor, tia, engole tudo" "Bom, se você quer tanto assim, goza na minha boca, vou engolir seu leite" "Siim, vou gozar na sua boca"

- E o marido?
- Já percebi o que excita eles: botar chifre nos outros, comer a mulher dos outros é o máximo. E olha que ainda se sentem mais machos. "Cê gosta do meu pau, hein, mais do que do seu corno?" "Sim, muito mais que do meu marido, você é muito mais macho". E chamar a esposa dos outros de puta.

- Uffa, mãe, e o que mais?
- Ele gozou quase na hora, tava cheio, me surpreendeu, de repente tava jorrando porra na minha boca. "Toma, tia, toma leite, engole", igual todos. Era a primeira vez que uma mulher engolia o gozo dele.

- Tinha gosto bom?
- Normal, eu gosto do sabor de porra. Depois ele me comeu. Fez eu chupar de novo até ele ficar duro e meter no meu xereca. Dava muito tesão nele foder a mulher dos outros. Ele disse que era a primeira vez que comia uma casada e que isso excitava ele pra caralho.

- E você gozou, Promíscua.
- Sim, de tanto chupar o pau dele e engolir a porra, fiquei com tesão. Você sabe que me excita muito ser penetrada e ter os peitos chupados. Não passa de uma transa com um desconhecido, mas é uma transa.

- Das centenas que você já deu. Mãe, que puta você é, como eu te amo.
- Kkkk, e eu disse pra ele que meu marido não me faz gozar igual ele. Ele foi embora pensando que era o cara mais macho de todos, kkkkk.

Eu beijei ela. Minha puta. A melhor.

Na hora do jantar, ela tava ainda mais gostosa. Meu pai olhava pra ela com vontade. Naquela noite, eu ouvi eles fodendo. Minha mãe era incrível, três homens num dia. E pronto.

No dia seguinte, ela veio de manhã na loja de motos. Veio com uma saia preta curta e uma jaquetinha cinza pérola. Quando tirou, tava com uma blusa justa, justa demais, branca, os botões prestes a estourar e sem sutiã, deixando ver a pele do peito entre os botões, marcando o bico. Insultantemente sexy. Porra, mãe, hoje tu tá arrasadora.

- Vamos ver se a gente vende alguma coisa hoje – ela me disse – Ah, e não tô de calcinha, achei que seria melhor.

- Assim dá pra ver que tu é mais fácil de foder, mãe.

- Não é que eu seja fácil, é que eu gosto de foder pra você.

- Tu gosta de foder. Ponto final. É uma putona.

- Kkkk, sim, eu gosto. Mas não faria se não fosse por você.

Eu já tinha atendido vários clientes, sem sorte. Oscar olhava pros peitos dela devorando ela com os olhos, mas dava pra ver que a exuberância da minha mãe o intimidava um pouco. Ela plantou dois beijos nele, roçando com o peito.

Foram conversando, bom, quem mais falava era minha mãe, Oscar só tinha olhos, mas tava visivelmente acuado pela exuberância da mulher.

Oscar começou a mexer na moto que tava pendurada e minha mãe parecia interessada no que ele fazia, ficou do outro lado pra ficarem de frente um pro outro. Eu tinha uma visão lateral, ou seja, via os dois de perfil. Conversavam.

A campainha tocou. Clientes. Ia avisar minha mãe, mas eram duas garotas jovens. Queriam motos, pra ver se o pai comprava de aniversário. Dei informações, fiz elas subirem nas motos, tive um belo espetáculo de pernas e calcinhas. Elas foram embora, mas voltariam, disseram.

Voltei pro meu posto de observação. Bem na hora. Minha mãe falava com aquele tom sedutor que sabia usar, mas, aparentemente, Oscar tava entretido com a moto, embora desse umas olhadas nos peitos dela de vez em quando. Não se atrevia. A blusa da minha mãe tinha um ou dois botões a mais desabotoados, generosidade da parte dela, já cobria pouco, mal as aréolas e os mamilos, mas deixava ver bem os peitos magníficos e redondos de melão.

De fora, dava pra ver uma gata que claramente tava se oferecendo. Reparei que Oscar marcava um belo volume.

Minha mãe colocou a mão no braço dele, elogiando a musculatura, e no ombro, com certeza a vaidade do Oscar tava sendo muito agradecida.

Oscar de vez em quando virava o olhar pra porta de separação, obviamente Tava preocupado de que eu visse ela com ninguém menos que minha mãe.

Aí minha mãe foi até uma mesa cheia de ferramentas e trecos, claramente de trabalho com as peças, mexeu em algumas enquanto falava e se virou, apoiando as mãos pra trás. Os peitos ainda se destacaram mais, não sei como os poucos botões que sobravam não voaram. Oscar foi até ela também falando baixinho. Quando chegou perto, olhou diretamente pros peitos dela.

Oscar e ela falavam baixinho. Eu tava intrigado, o que podia ser?

Minha mãe olhou nos olhos dele, depois concordou com a cabeça, Oscar desabotoou outro botão, e mais um. Deus, tava me deixando durasso, minha mãe com as mãos pra trás, deixou Oscar descobrir totalmente os melões dela. Eu via perfeitamente os bicos duros.

Continuavam conversando, naquela posição, agora Oscar com as mãos nos bolsos. Que porra eles tavam falando com minha mãe mostrando os peitos nus?

Ele olhava pra aqueles peitos espetaculares, sem mover um músculo.

Conversavam, claramente sobre os peitos da minha mãe, me pareceu. Um bom tempo, tava ficando puto de ver eles batendo papo com os peitos nus da minha mãe ali, com os bicos duros e grossos como pitões, pedindo uma mordida aos berros.

Depois de um tempo, Oscar levou a mão pro bico grosso, que acariciou fascinado, sem parar de falar, e sem que minha mãe mexesse as mãos de trás. Minha mãe concordou de novo e Oscar pesou o peito dela, conferindo peso, textura e toque.

Conhecendo ela, sabia que tava adorando.

Levantou a outra mão e fez o mesmo no outro peito, amassando os dois. Vi minha mãe concordar. Oscar agarrou os dois bicos com os dedos, beliscando, brincando com eles, puxou pra frente, depois pra cima, pros lados, não acho que causava dor forte, mas era óbvio que ele tava fascinado com o jogo e o movimento das tetas.

Ela perguntou algo e ele concordou. Minha mãe começou a mexer o torso, fazendo os peitos dançarem. peitos, que ele olhava hipnotizado aquele balanço de tetas que minha mãe sabia fazer tão bem.

Algo disse minha mãe pra ele e ele concordou.

Então minha mãe passou a mão direita na nuca dele, aproximou o rosto dele do peito dela, e ofereceu com a mão esquerda, o mamilo e uma parte da teta desapareceram na boca de Oscar, dando de mamar, brincando com a teta dela na boca de Oscar, se ordenhando pra ele, que cada vez mamava com mais vontade. Eu queria ouvir o que minha mãe ia dizendo. Percebi o prazer que ela sentia dando teta. Oscar sugava como um sedento e minha mãe gemia de gosto.

Minha mãe deu a outra, apertando ele contra ela, esmagando a tetona dela na boca e no rosto de Oscar, que devia chupar bem ou morder, pelos gritinhos que ela dava. Oscar agarrou a teta dela com as duas mãos, excitadíssimo, apertando e devorando com ansiedade. E depois com a outra teta. Minha mãe, com as mãos pra trás, deixava ele fazer.

Ela meteu a mão no pacote dele, por iniciativa própria, e ouvi uma exclamação dela. Não era difícil deduzir que o tamanho tinha surpreendido ela. Oscar parou com as tetas, conversaram. Ele parecia nervoso.

Oscar abaixou a braguilha e minha mãe, com as tetas de fora, enfiou a mãozinha dela dentro. O que ele tirou pra fora era bestial. Um pau enorme, muito maior que o meu ou o do meu avô, ainda mole era enorme, comprido e grosso. Minha mãe segurava com a mãozinha dela, pequena comparada com aquele cacetão.

Minha mãe disse algo pra ele e se agachou, Deus, como ela adora mamar pau, pensei.

Ela passou o pau no rosto dela, lambeu com a língua, olhava pra Oscar e sorria, ele estava alucinado, parado, em silêncio. Claro, ela teve que abrir bem a boca pra caber, uma barbaridade de pau, que aos poucos foi ficando mais duro e maior, mal cabia a cabeça dentro. Ela brincou com ele, dava batidinhas no rosto dela, coisa que Oscar adorava. Depois pegou a teta e bateu o pauzão nas tetas que tanto fascinavam Oscar, esfregando o cacetão com Os mamilos. Incrível o tamanho que ele pegou, achei que devia ter uns 25 ou 27 cm. Um belo pedaço maior que o meu.

Minha mãe tava adorando chupar aquele pedaço de pauzão, a saia dela toda arregaçada, mostrando obscenamente pro Oscar a buceta que tava morrendo de vontade de ser penetrada. Oscar gemia, encantado com a carícia bucal da puta peituda que ele tinha pra ele. Minha mãe parou, olhou pra ele e falou alguma coisa. Ele concordou e começou a mexer o quadril, fodendo a boca dela. Durou pouco, logo vi o Oscar se tensão e minha mãe recebendo esperma, com certeza uns bons jorros de leite porque tava saindo da boca dela, ou simplesmente porque com tanta rola não cabia tudo.

O Oscar bufava de prazer, minha mãe tirou a rola da boca e mostrou pra ele a própria porra enchendo a boca dela. Ainda deu umas duas esguichadas que eu vi perfeitamente caindo dentro da boca aberta dela, ela saboreou e, finalmente, engoliu tudo. Continuou chupando ele por um bom tempo, até deixar bem limpinho. Minha mãe, comedora de rola e engolidora de leite. Minha mãe, limpadora de sabres.

Ela se levantou e ergueu a saia, obscena e promíscua, falou alguma coisa pra ele, ele colocou a mão na buceta dela, ela pegou a mão dele e eu soube que tava ensinando ele a acariciar bem a buceta dela. Deus, que puta, minha mãe com os peitos de fora, as pernas abertas e curtindo a siririca de um rapaz da oficina. Eu soube que ele tava enfiando um ou alguns dedos, pelo movimento da mão, minha mãe gemia alto.

A rola do Oscar era impressionante, ainda mole, balançando. Pensei que ia furar a buceta até de uma puta como ela. Ela acariciava ele, gulosa, fazendo ele parecer ainda mais monstruoso, quase não dava conta, mas ela tava decidida a saber como era, cada vez com a respiração mais ofegante.

Ela se deixou cair pra trás na mesa, ficando numa posição promíscua e obscena, as pernas bem abertas, oferecendo a bocetona, com Oscar fodendo ela com os dedos, a outra mão do Oscar... amassando uma tetona dela. Tive a sensação de que ela gozava.

Ela falou algo bem rápido pro Oscar, ele concordou.

Ela sentou numa mesa de trabalho, com a saia arregaçada e as pernas abertas, e eu soube que tinha pedido pra ele foder ela. Ainda molhadinha, ela colocou a piroca na entrada da buceta e sussurrou, não ouvi, mas devia ser algo tipo "empurra" ou "me fode". Pensei que não ia caber tanta pica. Oscar era inexperiente, mas a pica entrou na minha mãe.

De novo, pensei, outro filho da puta na buceta dela. Oscar tava fodendo minha mãe segurando ela pelas tetas.

Ela fez ele parar, com certeza tava dizendo "Sua pica é grande demais, entra devagar", porque Oscar suavizou o movimento, empurrava mas devagar. Minha mãe fez ele tirar várias vezes, com certeza não aguentava ela, mas voltava a meter.

Até que eu vi que sim, que ele tinha conseguido meter até o talo. Minha mãe ofegava, toda largada, de pernas abertas, com as tetonas pra fora, realmente fodida, uma coroa gostosa com um novinho que tinha a vara enfiada dentro dela. Com certeza, nunca tinha visto ela assim, gemendo que nem uma puta, enquanto o filho da puta do Oscar fodava ela com a pica enorme dele. Agora sim ele tava duro de novo, tirava e metia inteira de novo, ela suava e gritava a cada vez, agarrava a bunda dele pra puxar ele mais pra perto, acho que teve vários orgasmos assim. Pensei que meu pai realmente não conhecia aquela mulher, suspirando com 27 cm de pica. O filho da puta continuou por muito tempo, fodendo e fodendo, cada vez mais violentamente, minha mãe quase nem se mexia, recebia pica de pernas abertas.

Ele falou algo pra ela, ela concordou. Eles se separaram e ela se apoiou na mesa, entregando a raba pra ele e abrindo bem as pernas, pra ele montar ela do jeito que quisesse. Oscar levantou a saia dela, encaixou a pica na entrada e meteu com força, fazendo ela gritar de novo. Eu via eles de perfil, via perfeitamente a pica enorme do Oscar entrando e saindo da minha mãe, que se mexia que nem uma boneca com as investidas violentas do Oscar, agarrando ela pela quadris.

As tetas dela balançavam igual doidas, Oscar empurrava com tanta violência que minha mãe caía em cima da mesa de trabalho, apertando e varrendo as ferramentas e os ferrolhos com as tetas nuas, sem se importar com nada, só se deixando montar, pensei que os bicos sensíveis iam se machucar, mas ela só empurrava pra trás pra Oscar penetrar mais fundo. A cara de Oscar mostrava o puta prazer que ele tava sentindo ao foder minha mãe. Não parava de dar estocadas fundas, ela gritava,

Ele falou algo e ela disse que não, e mais alguma coisa, com certeza ele ia gozar e ela tava pedindo pra não gozar dentro. Aí Oscar tirou o pau dela devagar da buceta, caralho, parecia que nunca ia sair inteiro, e ela se levantou, vi que tava com dificuldade de ficar em pé, provavelmente por causa dos orgasmos que teve e das porradas enormes que o macho deu nela, tão fundo, ela se agachou mas cambaleou e acabou de joelhos, vi as tetas dela vermelhas, Oscar esfregou o pauzão nas tetas e nos bicos e gozou nelas. Uma porrada de leite.

Mesmo mole, era enorme. Vi o quão puta minha mãe era de verdade. Ela meteu o pau na boca, com as tetas cobertas de porra, aos pés de um mecânico com um pauzão.

Finalmente ela se levantou, cambaleando, Oscar guardou o pau, minha mãe falou algo, ele beijou ela. Por fim, se separaram, ela escondeu os peitos e arrumou a roupa. Foi pro banheiro tropeçando,

Eu voltei pro escritório, duro igual um garanhão, tinha visto outra faceta da minha amada mãe, uma mulher safada que adora macho de pau grande.

Com ciúmes e duro. Muito duro. Ela entrou no escritório e se jogou no sofá.

- Filho, tô moída.

- Como assim? – resolvi fingir que não sabia de nada. Sentei do lado dela.

- Moída literalmente. Seu amigo Oscar… nem sei como te dizer… quase me dá vergonha… nunca me aconteceu isso… ele moeu minha buceta. Não consigo nem fechar as pernas – ela tava sentada escancarada mesmo, sem pudor. mostrando a buceta que, sem dúvida, tinha acabado de ser fodida, dilatada, os lábios inchados dessa vez não eram suficientes pra esconder a abertura da buceta, realmente um bocetão. - Já foderam minha mãe de novo. Você é uma putona. O que ele fez com você? - Nada especial e tudo ao mesmo tempo. Você tem razão, foderam minha mãe. Mas… é especial. É que seu amigo tem um… pedaço de pau imenso… meus deus… um garanhão com pau demais - - Parece que qualquer um pode foder minha mãe - eu sentia ciúmes e ao mesmo tempo muito tesão. - Que jeito de foder, meu filho… muito mais comprida e grossa que a sua, a maior que já enfiaram em mim.

4 comentários - Minha mãe virou minha mulher (19) (+18)

Muy buen post amigo pero no pude leer el 14, 15, 16 y 18 ¿Cómo puedo tenerlos Gracias
Pero esto que mierda es? Me huele a que es una fantasia de mal gusto.