Minha mãe virou minha mulher (19) (+18)

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18 http://www.poringa.net/posts/relatos/2834718/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-18-para-18.htmlMinha mãe continua fazendo programa pra mim, eu vendo os serviços dela em meu benefício. Meu avô e eu comemos a Anna, e minha mãe encontra um macho que arrebenta ela, me surpreendendo.Minha mãe continuou pagando minha moto parcelado. O pai da Sara ia cobrando dela enquanto comia minha mãe gostoso. Também não era tão caro pra ela.

- Nada mal, filho. É um homem decente, não me custa muito, não tem perversões estranhas. Eu me divirto.

Eu sempre a acompanhava nos encontros com ele e ia buscá-la depois. Me excitava pegá-la logo depois de ter prestado o serviço de puta pagadora, saber que há pouco tempo aquela pele macia tinha estado nas mãos de outro, amassada e babada. Me dava tesão saber que ela tinha acabado de ser fodida. Nada menos que minha mãe.

- Você se diverte, hein? Fica excitada transando com ele. – ela me olhou, divertida – você sempre fica excitada com uma rola dentro, puta.

- Fico excitada porque faço isso por você, fazendo de prostituta pro meu filho. Ele não é um amante especialmente bom, mas me faz gozar.

Adorava conversar com ela, o jeito dela falar sobre isso com tanta naturalidade, como se estivéssemos comentando coisas de família ou dos estudos.

- Ele tem uma obsessão enorme pelos meus peitos, hoje me pediu pra amamentar ele como um bebê. Disse: "igual você dava de mamar pros seus filhos".

- Ummm, que excitante. De qualquer forma, todos os caras adoram seus peitos, você é famosa por eles. Grandes e durinhos, bem cheios. Você gostou?

- Gostei, pra que mentir. Não costumo ter muitos problemas quando decido ficar com um cara, mesmo sendo assim, de prostituta.

- MINHA PROSTITUTA, mãe. A peituda da minha mãe, isso vem de longe.

- Sim, os peitos cresceram de repente num verão, quando voltei pra escola no ano seguinte, foi a grande surpresa, todas as meninas quase não tinham e eu já usava sutiã. Foi uma briga em casa, minha mãe queria que eu usasse sutiã de algodão, e eu queria os de mulher, os que realçam os peitos. Meu pai me apoiou. Os meninos ficavam loucos pra ver e apalpar.

- E você deixava apalpar...

- É que me dava muita importância, me sentia uma deusa, uma rainha. Ter peitos me dava poder. Os caras faziam o que eu mandava. Claro que tinha que ceder de vez em quando, pra eles também era uma descoberta. E as minhas amigas morriam de inveja. E descobri que me dava muito prazer. A gente já começava a se masturbar.

- Porra, mãe, você já tava apontando pra puta… pra quem você deixava te tocar?

- hahaha, nessa idade não se pode dizer isso, era descobrir sensações e eu não tinha frescura, isso é verdade. Descobri que com meus peitos conseguia que me pagassem tudo, os caras sempre me davam presentes, me convidavam pra tudo. Deixava quase todo mundo apalpar.

- Em troca de deixar te pegar.

- Às vezes só de ver. “Mostra os peitos, Cata, te pago um sorvete”, claro que depois não se contentaram mais só em ver. Eu me divertia.

- Que piranha. E deixava eles apalparem.

- hahaha, sim, o que eles não sabiam é que eu gostava mais do que eles. Me excitava muito e depois eu me masturbava.

- Eles apalpavam muito?

- O tempo que eu levava pra comer o sorvete. Eu me encostava numa parede, desabotoava a blusa ou levantava a camiseta, e tirava os peitos pra fora do sutiã. Eles não sabiam direito como fazer, eu me divertia. Tinham carta livre enquanto eu terminava o sorvete.

- Foi assim que eles cresceram. Eles não queriam foder?

- Ah, que nada, a gente ainda não sabia muita coisa. Aprendi depois.

- Com seu pai.

- Ufff, coitado, ele ficava mortificado. Eu era a princesinha dele, mas ele não conseguia deixar de ver que eu tava me tornando mulher. Adorei descobrir que ele me olhava, e tentei provocar ele. Me excitava e me divertia. Gostava de mostrar os peitos pra ele, com qualquer desculpa ou descuido. E me atraía muito o pauzão dele, tinha muita curiosidade de saber como funcionava, ficava espiando ele pra ver.

Uma loucura, eu conseguia deixar o pau dele duro enquanto ia descobrindo a vida dele.

- Entre seu avô e esse cara, de tanto me chupar, vão conseguir que eu volte a ter gozo. Estive outro dia no ginecologista e ele disse que detectou atividade nas glândulas. Porra, mãe, que loucura, ele mama tanto assim?

- Você já viu seu avô, e esse aqui ganha dele. Deixa meus mamilos irritados. Ele gosta que eu tire uma teta, vestida, e dê de mamar no sofá, que eu coloque a teta na boca dele com a minha mão, "como fazia com seus filhos", e ele vai devagar e depois a outra, ufffff. Além disso, ele gosta de fazer eu ser ordenhada de quatro. Depois ele me fode. Às vezes nem quer que eu chupe ele.

- Você fica excitada.

- Muito, comecei a fazer isso com meu pai, na adolescência. Você não sabe o que foi pra mim, meu pai era um ídolo pra mim, eu adorava ele como um deus, e ele gostar de mim foi um grande reforço. Ele ficava atormentado, me evitava, mas eu procurava qualquer situação pra enfiar minhas tetas na boca dele. Coitado, ele resistia o quanto podia, eu me sentia poderosa fazendo meu pai cair nos meus encantos. Foi uma temporada memorável.

- Até ele te foder.

- Coitado. Eu que fodi ele. Não foi o primeiro, mas foi o primeiro homem feito e direito, e meu primeiro orgasmo bestial, você sabe o pau que ele tem. Igual você.

- Você me deixou com tesão, mãe.

- Ummmm, meu filho perverso. Como você fica excitado fácil.

Quando cheguei em casa, meu pai já tinha chegado, então tive que diminuir meu tesão com um banho de água fria, mas nem assim. A imagem da minha mãe recém-fodida e amamentando o pai da Sara me perseguia. Então fui pra cozinha, minha mãe estava fazendo coisas, meu pai via TV na sala.

- Tô com o pau duro, puta.

- Pelo amor de Deus, filho, seu pai está na sala.

- Cala a boca, puta, abaixa a calcinha e se apoia. Sem frescura, ele acabou de levar chifre, lembra que você acabou de ser fodida, gostosa.

- Filho... é perigoso... - virei ela e baixei a calcinha violentamente - por favor...

- Puta, eu gosto de você quando acabou de ser fodida - tirei o pau duro da braguilha.

- Por favor... filho... aahhhh - Enfiei de uma vez, ela abafou um gemido. A proximidade do meu pai me excitava.

- Toma, sua puta, você tem a buceta mais fodida de Barcelona, vagabunda. Vou te engravidar quase na frente do seu marido, vagabunda, você é a puta mais fácil de foder do mundo inteiro – eu bombava forte nela, e falei alto comigo mesmo – Deus, porra, como eu adoro foder minha amadíssima mãe…

- Aahhhh…

- Toma porra – eu estava tão excitado que gozei na hora – uuuuuuaaauuuuuu, minha mamãe querida… minha peituda favorita… minha putinha…

Tirei ela e deixei do jeito que estava, naquela posição obscena que um filho nunca deveria ver a mãe, saia levantada e calcinha abaixada, a buceta escorrendo esperma, dei um tapa na bunda dela,

- Assim que eu gosto, puta, cheia do meu leite. Isso sim é uma mãe.

E fui pra sala guardando a pica na calça, já de boa.

- Que papai, que mentiras eles contam hoje…

Ouvi minha mãe indo pro banheiro.

Dias depois, a Anna me ligou.

- Oi gostosa, como vai a vida no campo?

- Bah, a mesma coisa, mas bem, eu gosto. Tô vindo da ginecologista.

- Tá bem?

- Tô grávida. Grávida de você, Roger, vou ter um bebê.

- Caralho! Que massa! Notícia foda. Seu marido sabe?

- Ainda não, quis que o pai soubesse primeiro.

- Tem certeza que é meu?

- Claro, idiota, meu marido não consegue há meses e seu avô gozou me dando no cu, só pode ser seu. Sabia que sua porra abundante ia me engravidar, a ginecologista disse que eu era muito fértil. Aliás, manda um abraço pra sua mãe e seu avô, adorei.

- Ummm você é um anjo. Tá se sentindo bem?

- Ótima. Tô feliz de ser mãe, finalmente aqui na cidade, todo mundo vai nos parabenizar e meu marido vai se sentir orgulhoso e muito macho por ter engravidado a esposa. E tô muito feliz de fazer você ser pai, mesmo que ninguém mais saiba. – ela fez uma pausa – Uma das suas putas vai te fazer papai. Como você se sente com isso?

- Adoro, ummm, papai. Adoraria comemorar bem com você.

- A gente vê quando dá. Hoje vou contar pro meu marido que vamos ser pais. Te ligo quando puder.

Demoramos pra nos ver, não era fácil. Se perder num povoado da vigilância.

Meu avô e eu tínhamos comido ela, tínhamos aberto perspectivas novas que ela nunca teria na vila, além de abrir o cu dela. Naquela sessão que expliquei no capítulo 17, antes da minha mãe, nós comemos a Anna, melhor dizendo, fizemos da Anna a puta que ela queria ser, porque minha mãe decidiu dar preferência pra Anna.

Ela tinha se colocado atrás dela, de frente pro pai dela.

- Olha pai, que fêmea jovem - Anna se deixava fazer. Minha mãe baixou as alças do vestidinho dela e deixou os peitos dela no ar, Anna instintivamente se cobriu parcialmente com as mãos - olha pai que peitinhos bons, jovens e firmes - minha mãe beijou suavemente a Anna na orelha e suavemente baixou as mãos dela pra deixar os seios descobertos expostos pro meu avô - você vai querer que meu pai curta eles, Anna? Faz tempo que ele não tem uma mulher jovem como você. Eu queria dar de presente uma puta jovem e macia pra ele.

- Hum, Catalina, que vergonha... mas que tesão, nunca me vi assim, oferecida pra um homem... - ela olhou pro pau duro dele - e pelado... ufa... com esse pauzão duro e enorme... meu deus... não sei se devo...

- Se você já teve esse rabo dentro da boca, já é uma puta, deixa ele curtir você, vai ver como ele curte de verdade, não igual seu marido.

- Uffa Catalina... sou uma puta, seu filho me come e eu chupei o pau do seu pai... - minha mãe terminou de baixar o vestido dela e depois tirou a calcinha fio dental, deixando ela pelada.

- Pai, essa putinha é sua, come ela, mete bem os chifres no marido dela - ela me olhou e sorriu, acariciou os peitinhos dela, oferecendo eles pro meu avô - é uma puta do seu neto, um presentinho - virou o rosto da Anna e beijou os lábios dela - fode com meu pai, pra você saber o que é um pau gostoso grosso, pra você saber o que é foder com um macho maduro.

Meu avô se aproximou dela, e abraçou ela, os dois pelados, o pau duro dele contra a barriga dela, com ternura beijou a boca dela. Anna me olhou, e eu concordei sorrindo. As mãos do meu avô, ávidas de peito jovem, passavam a mão. Anna não parava de me olhar, no olhar dela percebi o tesão que sentia ao me ver entregue pela minha mãe ao meu avô. A mãozinha dela acariciava o pau do meu avô e esfregava de propósito na barriga dela, talvez já estivesse grávida de mim, talvez estivesse pensando na possibilidade de ser meu avô quem a engravidasse.

- Obrigado pelo presente, você é uma belezinha, pequena - ele beijou ela, puta merda, comeu a boca dela, Anna fechou os olhos - vou te fazer minha... hum... vamos passar um bom tempo, gostosa.

Nem preciso dizer que foi um puta espetáculo. Ele empurrou ela de leve pra cama e esticou ela, deixando os joelhos pra fora, os pés no chão. Ele se agachou na frente.

- Abre essas coxas, gostosa, deixa eu ver essa bucetinha - ela abriu os joelhos, mas não muito - Hummm, você é meio tímida, hein? Transa com poucos... me fala, puta.

- Ufff, só com meu marido... e uma vez ou outra com o neto dele...

- Hummm, então quase vou estrear uma candidata a puta... - ele abriu os joelhos dela bem mais - vou comer essa bucetinha de candidata, seu marido come sua buceta, gostosa?

- Ufff, não, bom, de vez em quando... a gente não faz sexo oral - dava pra ver que ela tava estranha, com um desconhecido abrindo as pernas dela e falando putaria naturalmente - e-ele não gosta, diz.

- Hummm, então seu corno não sabe o gosto da sua xota. Me fala, gostosa, você quer que eu coma ela? Hummm, tá apetitosa - falando pra mim - essa mina precisa de uma boa trepada ou duas. Me fala, gostosa.

- Uffffff... não sei... uu... é... - meu avô deu uma lambida lenta do cu até o clitóris dela - aaaaaaaaaaa... uffff... s-sim... - ele ficou um tempo chupando o clitóris, não deixou ela fechar as pernas - uuaaaa!!

- Sim o quê, linda - ele parou - me fala o que você não fala pro seu marido. Quero ouvir, senão não continuo...

- Uffff... que sim, que coma minha buceta, pelo amor de deus... siim - meu avô lambeu os lábios e o clitóris dela de novo - aaaaaah...

- Mais, me fala o que você sente, continua, puta adúltera - agora meu avô chupava ela todo o xereca, eu enfiava a língua, ela se revirava, louca de tesão – fala, porquinha

- Oooooh sim, sim…que gostoso…aaaaah…deus…incrível…ele come a minha…p-ppreca… siiiii… uuuuuuuffff…meu marido…nunca… aaaaaah…me abre as pernas…que putaria…deusss siiiiiiiiii…aaaaahh nunca…me comeram assim…oohhh vou gozar…vou gozaaaaar…aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahh – ela movia o púbis contra a boca do meu avô, possessa de prazer e lascívia, gozando gostoso.

- Boa, muito boa puta – meu avô se afastou – obrigado, neto, por essa puta, me divirto pra caralho.

Minha mãe e eu olhávamos divertidos e excitados. Anna ofegava, se recuperando.

- Gostou, hein? Que chifrudo que é o seu maridinho – ele subiu em cima dela, sobre o peito, e bateu na cara dela com o pau – seu marido te dá porrada de pau, porca?

- Uff, não, nunca – meu avô passava o pau no rosto dela – ele é muito carinhoso…ummm…que pau…

- Ele nem coloca os ovos na sua boca, com certeza, chupa eles pra mim, gatinha, assim, ummmm gostei de você, porca…neto…

- Fala, vô.

- Ela é uma garota linda e eu adoro, tem jeito de puta, mas precisa ser ensinada. Adoro. Ummmmmm siiiiiii, como você chupa bem minhas bolas, vagabunda. Seu marido tem elas grandes?

- ummm… n-não…as do meu marido não são nem metade das suas…

- Ummm por isso você chupa tão bem, hein, putona?...gosta delas grandonas…que nem o pau – ele passava o pauzão no rosto dela – você vai lembrar do meu pau quando estiver com seu maridinho…fala, puta, porrada de pau na sua cara de adúltera safada…

- Ummmm sim, gosto das suas bolas enormes e do seu pau enorme…sim…porrada de pau na minha cara…ufff nunca me deram porrada de pau…

- Assim que eu gosto, sem timidez. Isso é porque você era uma senhora decente, agora é uma putona. Quer que eu te coma com meu pau enorme? Que te monte como a puta que você é? Fala, porca.

- S-sim, sou uma putona e porca…me come com seu pau enorme…me monte como uma puta…

- Ummmm Você gosta de ser puta, hein?

Minha mãe me batia uma punheta enquanto olhava pra eles. Meu avô Ele deslizou para baixo e se meteu entre as pernas dela.
- Vou foder sua puta, neto.

Minha mãe agarrou o pau do meu avô – enfia, pai – e direcionou o pau pra buceta da Anna, que se escarrapachou de vez – Anna, você vai ver como meu pai fode bem.

- Porraaaa, que bucetinha apertada – disse meu avô empurrando – tô gostando.

- AAAAAAAAAAAiii...meu Deus...que grossa!!!!! – Anna sentia bem o meu avô entrando – uff...augghhhh, Deus, Deuss... – ele tinha entrado nela só até a metade. Minha mãe fez ele tirar – oooh, ufffff,...que pauzão ele tem.

- Isso se chama pirocão, Anna. Cê gosta, hein, puta? – disse minha mãe. Então minha mãe apoiou o rosto na barriga da Anna e a boca dela ficou perto da buceta dela – pai, me dá de comer tua rola – ufffff que tesão foi. Meu avô enfiou a vara na boca da minha mãe – ummmmmm, tem gosto de buceta.

Meu avô tava no sétimo céu.

- Chupa pau, filha, porraaaa, que boquinha você tem, chupa, chupa, que pedaço de gostosa!, toma pau...agora a bucetinha dessa puta casada...toma rola, linda...- Agora ele enfiou sem dó até o saco – toma pirocada, vadiazinha...teu marido não tem um assim, né, porca?

- AAAAAAAAgfff...Deus...siiim – ele bombava – aaaaaaaaafffg...que grosso, Deuss...que p-p...pirocão!!...o do meu marido não tem nem metade...aaaaaayyyy...siiiiiiiii...me enche todaaaa...

- Você vai voltar pra ele com a buceta larga de puta...porraaaa...que apertadinha...toma, toma, toma, sua vagabunda...ufff...tô gostando da sua xereca...agora na boquinha da minha neném...chupa pau do papai, pequena...- o safado alternava buceta e boca, as duas encantadas. Meu avô então agarrou os tornozelos da Anna e passou por cima dos ombros dele – Agora você vai saber o que é um homem e o que é ser fodida como uma puta.

Ele enfiou a rola nessa posição até o saco e começou a bombear com violência.

- AAAAAAAAAAAAAAAA...Deusss...AAAAAAAAAAAhh...tô sendo fodida como uma puta...

- Eu gosto de usar sua buceta pro meu prazer, puta fodida.

- Ufffff...vou gozar... correr…como nunca…
–A Anna tava quase gozando – não tira de dentro, por favor – ela me olhou – Roger, amor, eu tô fodendo com teu avô…e como ele fode bem…que pauzão…vou gozar com teu avô…siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…ooooooooooooooooohhh…
–Vimos um orgasmo do caralho…não acabava nunca e meu avô bombando ela enquanto minha mãe apertava os peitos dela. Ela ficou toda mole, ofegando como se faltasse ar.

Meu avô tirou a pica e deitou do lado. Minha mãe foi rápida chupar ele. Eu fui e beijei a Anna.

–Roger…foi o orgasmo mais foda que já tive…eu fui bem? Teu avô gozou?

–Ummm Anna, você tava linda e uma puta gostosa, não, ele não gozou.

–Uff, falei um monte de putaria…e…e você sabe por que tô falando. Prefiro que seja teu, mas acho que já me engravidou.

–Tenho esperma pra você, vadiazinha.

–Ele deixou minha buceta arrebentada…– ela reparou na minha pica dura – ummm…sou uma puta…me fode, nunca fui fodida por dois homens…queria ser tão puta quanto tua mãe…me come…me dá tesão…

–Ummm, essa é minha puta – subi em cima dela, igual meu avô, coloquei as pernas dela nos meus ombros – toma pica, porquinha – até o talo.

–AAaaaaaaaaaaah…deus que delícia…duas picas seguidas…dois pauzões…que puta sou…gosto de grossas…me fode Roger, deusss siiiiii…oooooh Roger…que grande…siiiii…fui fodida por dois homens…uuuauuuuuuu siiiii

Minha mãe continuava chupando a pica do meu avô e os dois olhavam.

–Vô, você deixou a boceta dela igual um bebedouro de pato, sendo que essa puta tem um cuzinho tão apertado.

–Ela é uma puta, tão recatada que se faz, mas curte mais um pau grosso do que criança curte doce. Diz, puta, cê gosta de foder com pica grande, né?

–Ooohhh siiiii…eu gosto de foder…com homem de verdade…sou puta…uma puta…Oooooh siiiii continua siiii…– eu bombava com gosto – aaaaaaaaaaaahhh por deusss que delícia…

–VADIA ENGOLE PICA

–Aaaaaaaaaaaaahh…siiii

–CASADA SAFADA, PORCA INFIEL – meu avô se levantou – bota ela de 4 Patas, neto, vou meter nela como a puta que ela é.

Claro, eu fiz isso, meu avô enfiou de uma vez.

- Toma, pica, puta, uuauuuu indecente... tô metendo nessa puta, sim ou não, sua puta?

- AAAAAaaaaaaaahhh.sisisisi...puta...uuuuuuh...muito puta...

Eu me deitei de barriga pra cima.

- Passa a puta pra cá, vô, que vou empalar ela – dito e feito, em segundos ela tava montada no meu pau e mexendo a buceta igual uma louca. Puxei ela pra perto e chupei os peitos dela, meu avô se posicionou atrás.

- Segura a puta que vou meter no cu dela, neto.

- Aaaah não... não... o cu nãooo – seguramos ela e meu avô encostou o pau no cu dela.

- Puta, fodida e dada pelo cu, usada, ouviu, USADA – ele empurrou e, com o pau lubrificado como tava, entrou, eu senti no meu pau.

- AAAAAAAAAAAAyyyyyy...

- Grita, gostosa, toma pau, deus, que cu apertado, que gostoso você é... – ele enfiava cada vez mais fundo – devagar, vai ver como você gosta de ter duas rolas...

- Aaaaaahhh... ufffff... tô rasgando meu cu... uuuuuh... meu deus... fodida por dois homens... ao mesmo tempo... meu deus... aaaaahh... nunca... nunca... oooooohh... deussss... que grossas...

- Aproveita, Anna, você é uma deusa do sexo, uma verdadeira mulher... – beijei ela devagar – você é a rainha das putas, a melhor...

- Ooooohh siiiiim... ufffffff... eu gosto... fodida e dada pelo cu... com dois paus enormes... ummmm... sou uma deusa... dou conta dos dois... ummmmm... SOU PUTA... SIIIIIM...

- Vou esvaziar minhas bolas no seu cu, puta, ele é apertadinho e não aguento mais, porca... fala

- OOoh siiiiiiim... enche meu cu de porra... siiiiiim... sinto prazer de puta... tá doendo... aaaaah... siiiim... deus... me fode, Roger... aaaaaaaaaahhhh

- Toma porra, puta, você é uma puta fogosa dada pelo cu, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii tomaaaaaa uauuuuuuu

- Arfggggggsiiiim... pelo amor de deus... me excita, me excita... deus, como sinto seu pau, Roger... me enche de porra... sou uma fogosa... vou gozar... uuuuuuuh

- Quer minha porra, puta?

- AAAAAAAAAAaaaa siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii bem dentro... siiiiiii... me engravida... seu avô me fode pelo cu... siiiii... me vem… tô gozando… me dá seu leite pelo amor de deus… aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh- ela gozou como nunca.

- Toma leite, putinha gostosa…toooooooooooooomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Acabamos os três ofegando igual cachorro.

- Na minha vida… eu nunca tinha tido… orgasmos assim. – ela falava entrecortado, ofegante – eu amei…- sorriu – uffff… nunca pensei… que ia falar uma coisa assim… eu amo… ser uma puta.

Meu avô acariciou os peitos dela e beijou ela com carinho

- Você é uma preciosidade, pequena, obrigado por me deixar aproveitar seu corpo, doeu muito a enrabada?

- Doeu – ela acariciou o pau dormido e as bolas do meu avô – foi uma experiência excitante e fabulosa… gostei de ter levado no cu… e me sinto orgulhosa que o senhor gozou comigo…

A verdade é que entre o primeiro dia e esse ela tinha engravidado, segundo ela, e eu acreditei. E agora me dava tesão saber que eu tinha ela com um barrigão meu, mas não pude vê-la até algumas semanas depois, e já dava pra notar uma barriguinha crescendo e os peitinhos dela tinham aumentado.

Mas já vou contando mais coisas da Anna.

Enquanto isso, o pai da Sara me fez uma proposta.

"Ele tinha um rapaz mecânico, vendia motos mas também preparava e consertava, que substituía ele quando precisava se ausentar, mas dessa vez ele tinha que ir pra Itália uma semana inteira, se desse certo ele poderia importar motos de lá por um bom preço.

Ele me propôs que eu fosse de manhã na loja dele e, como eu entendia de motos, poderia fazer de vendedor ou pelo menos atender temporariamente possíveis clientes e assim ele não precisaria fechar nem a oficina nem a loja.

Eu disse que queria uma porcentagem das vendas e ele se surpreendeu.

- Buceta, você pensa mesmo em vender, só de atender os clientes, pegar os dados e informar eles já pode ser suficiente e quando eu voltar, eu ligo pra eles.

- Insisto, porque vou vender várias motos.

- Kkkk, assim que eu gosto, otimista. Fechado.

A verdade é que Eu tinha um plano perverso: levar minha mãe comigo pra loja, de certeza que ia conseguir clientes. Mas não falei nada pra ela.

E foi assim que fizemos. Trabalhei uns dias antes dela ir embora pra me atualizar dos detalhes e conhecer o mecânico, um moleque de uns 22 anos, simpático, aberto, bem moreno – depois me disse que o pai era do norte da África e ele tinha os genes de lá. Era muito tarado, sempre comentando sobre as clientes ou as mulheres que entravam.

A gente se entendeu rápido. A oficina era ao lado da loja, com uma porta de correr que isolava uma área da outra, e tinha porta pra rua nos dois lados. Assim, dava pra abrir só um dos negócios ou os dois.

No primeiro dia, fui sozinho, mas minha mãe chegou mais tarde. Apresentei ela pro Oscar, o mecânico, que ficou de boca aberta.

Quando minha mãe tirou a jaquetinha que tava usando, revelou um vestido de alcinha leve e decotado, sem sutiã, mais curto do que o razoável, e saltos altos. Bem arrumada e maquiada, uma senhora muito gostosa.

Vi que ele tava comendo ela com os olhos – isso é bom, pensei. Mas ainda não tava convencido dessa ideia de levar minha mãe pra lá, não parecia normal. É óbvio que não era nada normal, então eu tinha que conquistar ele.

– Sua mãe é muito gata, cara. É coroa, mas tá muito bem – sabendo dos comentários que ele fazia sobre as outras minas, com minha mãe ele foi mais contido, mas eu sabia o que ele tava pensando.

– Valeu. É, sou filho, mas não sou cego, e sei que os caras curtem ela, com esse par de peitos que ela tem.

– Porra, sim. Não leva a mal, mas ela é de cair o cu da bunda.

– Haha, é.

– Mas ela vai ficar aqui com você?

– Sim, pensei que ela pode me ajudar. E ela topou.

– Mas o chefe não me falou nada, só disse que você viria.

– Bom, é que pensei nisso depois. Acho que não te incomoda, né?

– Não, não incomoda nada, mas se o chefe não souber… sei lá, cara, eu teria que comentar, você sabe como ele é, e na real eu sou o responsável.
- Vai, tio, prefiro que não, não vá depois ficar discutindo comigo sobre as comissões. Ele não precisa ficar sabendo, acho que ela pode atrair mais clientes, é só ficar por aqui, se virem ela da rua, com certeza vão entrar mais. Você mesmo disse, ela é gostosa.
- Porra, não sei, não tô tranquilo, depois o chefe vai encher meu saco.
- Pussy, não seja assim, Oscar. Vai ver como você vai ficar melhor com ela por aqui, alegra a vista, e ela é muito simpática.
- É, isso é verdade. Mas não sei… bom, vamos ver o que acontece.

Na loja tinha um quartinho que servia de escritório, com uma mesa, cadeiras, o normal pra fechar um negócio com papéis e tal. Num canto tinha um sofá grande, suponho que pra tirar um cochilo ou fechar algum acordo “especial”, como eu pensava em fazer com a ajuda da minha mãe. Também uma geladeirinha e um armário-bar.

Da mesa dava pra vigiar a loja através de uma janela fixa com vidro, mas que tinha uma persiana de lâminas pra poder fechar a vista. O cara tinha um esquema bem montado.

Contei pra minha mãe sobre o mecânico.
- Tem que fazer o Oscar ser cúmplice e não ficar de saco cheio com você aqui, não quero que ele vá contar pro chefe.
- E o que você quer que eu faça?
- Sei lá, por enquanto conversa, se deixa ver, ele gosta de você pelo jeito que te olha, já sabe, faz ele querer que você fique aqui, vou improvisando.
- Tá bom, como você mandar, filho.
- Vamos pra oficina e conversamos com ele, fica perto, deixa ele ver bem o seu decote, se interessa pelo trabalho dele, já sabe, não se segura. Ele vai se esquentar sozinho.

Me dava um tesão danado. Fiquei na loja mas com a porta de separação aberta. Ouvi eles conversando, o tom da minha mãe, cordial, ele também. Às vezes minha mãe usava um tom sedutor, de gata. Gostava de imaginá-la inclinada mostrando as tetas lindas dela, olhando a moto ou qualquer coisa que o Oscar estivesse fazendo. Aos poucos, a conversa ficava mais animada, riam, reconheci aquela risada suave da minha Mãe, sedutora, com certeza Oscar estava dizendo algo agradável sobre ela.

Tudo ia bem. Fui até a oficina. Oscar tinha uma moto pendurada por correntes e estava montando o motor. O galpão era bem montado, tinha uns trilhos e umas roldanas com correntes para pendurar motos e motores, sem precisar trabalhar no chão, embora também tivesse motos sendo trabalhadas no chão. Pensei no sexy que ela ficaria pendurada ali. Minha mãe estava ao lado dele, perto demais pra só estar olhando. Oscar usava um macacão de alças sem camiseta, mecânico total, vi que a braguilha dele estava inchada. Pensei que devia ter um belo pau, pelo tamanho do volume que marcava. O decote da minha mãe estava fazendo efeito.

Minha mãe tocou o braço dele.

— Você é bem trincado, Oscar, que músculos — sabia como elogiar a vaidade masculina.

— Bom, senhora, é o tipo de trabalho — dava pra ver que ele estava adorando.

— Vejo que vocês estão se divertindo — falei — buff, não entra cliente — me aproximei da minha mãe.

— É muito cedo — disse Oscar — eles costumam vir mais tarde.

— Tenho uma mãe maravilhosa, hein, Oscar? — abracei ela pela cintura, tentando levantar o vestido dela o máximo possível pra mostrar a coxa e dei um beijo na bochecha dela. Pensei que enquanto ela estivesse com ele, ele iria esquecendo a história do chefe. Oscar olhou bem pra coxa que eu mantinha exposta, e desviou o olhar, nos encarou e minha mãe sorriu pra ele. Experiente como era, olhou pro pacote dele, de propósito pra ele perceber que ela tava olhando, sem vergonha.

Um jogo que eu adorava. Oscar percebeu perfeitamente. Não disse nada.

— Bom, vou deixar ela com você um pouco, vou dar uma olhada nuns panfletos — pisquei um olho pra Oscar — te aviso se vier cliente, mãe.

— Ok, filho, adoro ficar aqui com o Oscar enquanto ele trabalha, ele é muito simpático e gostoso.

— Hahaha, mãe, cuidado que ele é um pegador — só pra falar algo.

— Qual é, qual é — reclamou Oscar — quem me dera.

— Mas você é bem bonitão — disse minha mãe, tocou o braço dele. e muito forte, do jeito que a gente, mulher, gosta.

Fui embora pensando que tava tudo bem.

Me distraí olhando uns documentos de moto, interessante, de repente percebi que a conversa tinha morrido. Me aproximei com cuidado da oficina, mal se ouvia, de vez em quando o Oscar falava alguma coisa, minha mãe também, mas baixinho. Espiei com cautela.

Minha mãe tava sentada numa moto, uma vespa antiga que eles tinham de enfeite, brilhando mas sem uso, inclinada sobre o guidão, como se fosse pilotar, a saia bem pra cima. Oscar explicava alguma coisa sobre os comandos, mas olhava descaradamente pras tetas dela, devia ver um bom pedaço, e as coxas.

Claro, minha mãe não se fazia de rogada e mantinha a posição e o olhar, então o Oscar sabia que ela tava se mostrando de propósito e que tava gostando. Falavam alto, mas baixo, ele se aproximava, falava perto, pra ver melhor as tetas, e minha mãe não recuava. Pensei que ela já tinha seduzido ele, tava no ponto. Também pensei que minha mãe não tava fazendo só pra me agradar, tive certeza que ela queria dar pra ele.

Fiquei na dúvida entre continuar olhando, excitado, pra ver se ele comia ela ali mesmo, ou interromper. Também não era questão de deixar ele comer ela logo de cara. Queria manter uma certa tensão, mas a ideia de ver como ele fodia ela me excitava. Tava na dúvida, com o pau endurecendo, quando ouvi a campainha da porta, um cliente. Fui rápido e chamei minha mãe, da loja.

Tinha acabado de entrar um cara de uns 40 anos, corpulento, de jeans e camisa xadrez.

— Senhora, pode vir aqui, por favor? — ufa, pela campainha.

Informação sobre as máquinas, isso e aquilo, enfim, não vou me alongar.

Minha mãe veio como se nada, sorrindo. O cara se surpreendeu e passou os olhos no corpo dela. Tava esplêndida, claro. Falei pro cara que ela era a mulher do chefe.

— Oi, tudo bem? Interessado em alguma coisa? o que podemos oferecer? Tudo está para satisfazer o cliente – ela se plantou na frente dele, bem perto.

- Sim, vejo que vocês têm um material interessante – ele olhou nos olhos dela e depois pro decote – precisaria saber quais são as condições.

- Tenho certeza que tudo pode ser resolvido – eu disse – o senhor só precisa decidir o que quer e as condições com certeza vão agradar. Já expliquei as características das máquinas. A senhora vai acertar as condições com o senhor.

- Gostei dessa, o modelo mais potente, mas o preço é um pouco salgado.

- O senhor precisa de uma máquina potente, pra combinar com o senhor – minha mãe se apoiou na moto – uma moto pequena ia te diminuir, o senhor é muito másculo.

- Hahaha, isso é bom – ele se virou pra mim em particular – a mulher do chefe pode entrar no negócio?

- Bom, não sei, mas ela tá morrendo de vontade de vender. O marido deixou ela no comando da loja essa semana e ela quer provar que tem valor. Eu, talvez, pudesse convencê-la, ela é uma gostosa, hein?

- Ela é uma delícia e dá pra ver que é uma putinha, mostrando tudo. Você que conhece ela, se eu tentar, vai dar escândalo?

- Ué, que nada, isso é a última coisa que ela faria. Acho que se comprar a moto, até dá pra comer ela. Acho que o marido não dá conta.

- Bom, não sei, senhora – nos aproximamos dela – gostei, mas… o preço…

- Podemos dar algum extra, né, senhora? – me virei pra ele – não perca essa oportunidade, senhor, vai levar um produto bom. E a moto é foda. Vai ver a boa imagem que vai fazer. Sobe, senhora, pro senhor ter uma ideia.

Minha mãe se ajeitou pra subir na moto, obviamente mostrando a calcinha, meio transparente, de um jeito que a gente via a buceta dela sem pelo. Sentada de pernas abertas e inclinada, mostrava a perna toda e um bom pedaço dos peitos.

- O que achou? – eu disse – ótima imagem.

- Sim, imagem excelente – ele se aproximou – a moto e a motoqueira.

- O senhor é muito gentil, obrigada pelo elogio – minha mãe sorriu pra ele – se anima, Cara, vamos fazer um bom negócio pra você, se liga e dá o passo. O banco é super confortável.

- É de couro – falei – com um toque único.

O cara passou a mão no banco, roçando de leve a bunda da minha mãe. Vendo que ela não reagiu mal, repetiu. Me olhou e piscou um olho.

- Vamos ver quão confortável é… – sentou atrás da minha mãe – hum, sim, é bem confortável… também é importante que a acompanhante vá bem – minha mãe se inclinou pra trás, colando mais nele. A cara dele ficou bem perto do ombro nu dela e o volume dele grudado na bunda da minha mãe.

- Não pense duas vezes, senhor – falei, e também piscou um olho pra ele – é uma das melhores que o senhor pode montar, é potente mas vai bem macia.

- Nunca montei uma assim, mas parece que é daquelas que puxam bem.

- Pode crer, senhor. Vai ver como puxa de maravilha. Né, senhora?

- Claro. Maravilha, o senhor vai ficar totalmente satisfeito. – o cara colocou as mãos na cintura da minha mãe – pode conferir tudo o que quiser antes de decidir, vai ver que é tudo de primeira.

- Tudo?

- Lógico que sim, vai ver que é tudo de primeiríssima.

- Até a patroa?

- Hahaha, a patroa é o melhor – disse minha mãe – não acha?

- Vamos ver – acariciou as coxas nuas dela – hum, realmente macia, sim – subiu as mãos até os peitos – e realmente potente.

- Se o senhor já decidiu, podemos ir pro escritório e fechar a venda – o cara amassava os peitos dela por cima do vestido.

- Acho que já decidi, sim. Compro a moto, mas queria testar melhor o material, senhora, tem umas coisas que ainda faltam conferir.

- Tudo o que o senhor quiser, cavalheiro.

O cara desceu da moto e passou a mão na bunda dela. Piscou o olho pra mim. Minha mãe também desceu, dando o show de sempre, e foram pro escritório. Nunca me acostumei a achar normal ver minha mãe andando com um cara apalpando a bunda dela. Eu também fui fazer os papéis da venda, minha mãe sentou no sofá. Esperando, cruzou as pernas, descuidadamente deixando à mostra toda a pele das coxas. Ajeitou bem o decote pra deixar os peitos bem à vista. Ficamos olhando pra ela.

— Quando acabar, espero ele aqui pra tomar um drink. E você, o que tá olhando, garoto? — a gostosa fazendo bem o papel — Vamos, termina logo esses papéis.

Assim que ficou tudo em ordem, saí do escritório.

— Senhora, precisa de alguma coisa…

— Prepara uns gintonics pra gente antes de ir.

O cara, divertido, sentou do lado dela e colocou a mão na coxa dela. Enquanto eu preparava as bebidas, o cara puxou a alça do vestido dela e descobriu um peito, ela tapou.

— Vamos, garoto, isso não é pra você. Ah, e bico calado com meu marido, ou te corto fora — admirei minha mãe.

— Claro que não, senhora. Não é da minha conta, desde que me paguem.

Quando saí, ouvi o cara dizendo:

— Você vai gozar como nunca, gostosa — metido.

Não consegui ver porque ele fechou a persiana da janela, mas ouvi eles. Ouvi umas quatro coisas. Palavrões, "seu marido é um corno manso", "puta", e outras finezas, e também quando gozaram, claro, minha mãe também.

O cara saiu meio despenteado.

— Porra, cara, que gostosa que é sua chefe, como ela chupa pau e como ela fode, véi. Ela me deu uma limpeza no sabre da porra, cara. — fez o gesto obsceno com a mão de chupar um pau — Seu chefe deve ter uns chifres enormes. Que mulher safada que ela é.

"Filho da puta", pensei, mas fiquei muito excitado. Minha mãe tinha conseguido uma boa grana pra mim, fodendo com um desconhecido.

— Depois de amanhã ela tá matriculada e pronta, senhor. Fico feliz que tenha gostado da chefe.

— Uma puta de uma mulher, você devia comer ela, uma fera. E que peitões, porra.

— Ufa, eu não posso, senhor, é a chefe.

— Hahahaha, beleza, até a próxima.

Vi que Oscar tava olhando da oficina, pelo jeito que me olhou, vi que ele desconfiava de algo. Enfim, vamos ver, pensei.

Entrei no escritório, minha mãe já tinha se vestido e tava como se nada tivesse acontecido. Recolheu com cuidado um camisinha e a embrulhou. no papel.

- Vou no banheiro, filho, depois a gente conversa – foi pro banheiro da oficina, passou na frente do Oscar sem falar nada.

Saiu toda banhadinha e renovada. Fresca como se nada tivesse acontecido. Fez um gesto carinhoso pro Oscar ao passar. Ele a segurou por um momento, não sei o que disse pra ela, mas ela riu.

- Vou pra casa, amor, que tá ficando tarde e seu pai precisa almoçar.

- Mas... como foi?

- Ah... bem, como sempre, você me conhece.

- Você gostou, Promíscua, ouvi você gozando.

- Claro, filho, uma foda é uma foda. E ganhei dinheiro pra você, putinhas gostosas.

Ela foi embora.

Oscar veio da oficina.

- Sua mãe é uma mulher sem igual, cara. Ela vai voltar?

- Pode ser que sim, amanhã talvez.

- Tomara que ela possa vir, cara. E não vou contar nada pro chefe. Pode fazer o que quiser. Mas tomara que ela venha. Gosto de conversar com ela enquanto trabalho, sabe.

- Não te garanto, vou falar com ela. – já tinha ele na mão – Você gosta da minha mãe?

- Porra, cara, é muito diferente trabalhar lá quando ela está.

Fechamos a loja e fui almoçar. Meu pai tava muito interessado em como tinha ido na venda de motos. Falei que já tinha vendido uma, ele me parabenizou.

- Amor, tomara que nosso filho tenha jeito pra comerciante – falou pra minha mãe.

- Bom, faço o que posso, hehe, a verdade é que o cara tava muito motivado, não foi difícil.

- Não tira seu mérito, filho – disse minha mãe – com certeza você deu um jeito de convencê-lo. Você tem muitos recursos.

Meu pai confirmou. E completou:

- Você tá lindíssima hoje, Lina – falou pra minha mãe – cada dia mais gostosa – passou a mão na bunda dela.

- Bobo – ela disse, e se inclinou pra beijá-lo – você que me enxerga bem, meu bem – minha mãe amava ele loucamente, e sempre com muito carinho.

Você não sabe como sua mulher se mantém gostosa, pensei, na base de gozadas, a gente mantém a buceta dela tão fodida quanto precisa, mas só você dá o carinho que ela precisa. Qualquer um serve pra dar uma foda, dá até vertigem pensar nisso. Uma quantidade imensa de homens que sua esposa recebeu entre as coxas, tão fácil quanto é, mas só com você ela é completamente feliz. Senti uma ponta de inveja, nunca poderia ser como ele. Não tinha certeza se conseguiria fazer uma mulher feliz, dar prazer sim, mas fazê-la feliz…

Enfim, não acho que naquele momento eu pensasse muito nisso, são mais reflexões de agora.

À tarde voltei cedo para pegá-la sozinha.

Ela estava lendo no sofá, linda, de pernas cruzadas, como tantas e tantas vezes a tinha visto desde criança ao chegar em casa, uma imagem que me era muito familiar. Como sempre, me aproximei por trás e ela me ofereceu a boca, deixando a cabeça cair para trás, num gesto sensual que também era familiar, mas era exatamente como fazia com o marido. Beijei-a intensamente e deslizei minha mão até o peito dela, sem sutiã, amassei sua teta macia e belisquei o bico enorme. Ela gemeu com a língua dentro da minha boca, puxei o mamilo, Deus, o mamilo da minha mãe, que grosso. Não precisamos dizer nada, fui na frente, ela tirou minha pica pela braguilha e começou a me chupar. Agarrei seu cabelo, que tesão doentio ver minha mãe assim, agarrada na minha pica. Tacitamente de acordo, nenhum de nós falava, quando eu estava bem duro, tirei de sua boquinha materna.

Ela levantou a saia do vestido e abriu as coxas. Vi sua buceta nua, quase toda raspada, com os lábios externos grossos, carnudos, não estava de calcinha, sinal inequívoco de que me esperava. Pensei que aquela era a visão que o cliente tinha tido horas antes, minha mãe oferecendo sua buceta imensa para ele foder. Sempre pensava na quantidade de caras que tinham visto aquilo antes de meter. Passei as pernas dela pelos meus ombros e enfiei a pica dentro, sua buceta grande estava molhada. Como sempre, gemeu de prazer.

Ela me beijou de língua, procurou minha língua, ficamos assim um bom tempo nos curtindo sem dizer nada, finalmente deitada no sofá e eu por cima, bombando ela com minha pica e nos comendo a boca. boca, como amantes, até que ela gemeu daquele jeito que anunciava o orgasmo dela, acelerei o ritmo e gozamos os dois, nos olhando de perto, olhos meio fechados. Ainda ficamos um tempinho ofegantes, nos beijando. Foi uma forma de ter minha mãe diferente, tive um orgasmo muito forte.

- Uff, mãe – sussurrei

- Ssssssh – ela sussurrou. Me beijou de novo. Queria ficar quieta e em silêncio. Diferente de outras vezes.

Continuei entre as coxas dela, mas meu pau já estava fora, ela me acariciava e me beijava. Finalmente:

- Sai de cima, querido. Hoje você me fez amor, mais do que me foder, mas me encheu de porra do mesmo jeito. Te amo muito.

Fui ao banheiro com ela. Tava impactado com o que ela tinha dito.

Entramos na banheira. Ela me ensaboou e eu ensaboei ela, mas sem sexo, com ternura.

- Como você é linda, mãe – beijei as costas dela e abracei, senti um impulso de carinho filial – te amo.

- Ummm, meu menino – ela se virou e me beijou o rosto várias vezes – meu pequeno precioso. Que homenzarrão gostoso você tá se tornando – me acariciava como mãe – que lindo foi fazer amor com você.

Um episódio difícil de explicar e entender. Não durou muito. Acho que felizmente, mas me trouxe muito tesão pra relação.

- Me fez muito bem, querido, depois de ter fodido com aquele cara.

- Por quê? Foi desagradável?

- Psst, não. Insosso, um ejaculador precoce. Encheu minha boca de porra logo de cara – já estávamos de novo como antes.

- Você engoliu a porra dele?

- Era o que eu queria, a primeira coisa que ele perguntou “Ei, você chupa?” “Depende, não todo mundo, por exemplo, meu marido, não” “Vai me chupar?” “Sim, se você quiser eu te chupo” “Porra, sim, tia, chupa meu pau”. Eles alucinam. Não tão acostumados. E o mais louco foi quando eu tava chupando “Porra, tô alucinando, você tá chupando meu pau, que forte, ei, você engole a porra, é engolidora?” “Não, só algumas vezes” “Porra, tia, você engoliria meu Porra? Sempre sonhei com isso, por favor, tia, engole tudo" "Bom, se você quer tanto assim, goza na minha boca, vou engolir seu leite" "Siim, vou gozar na sua boca"

- E o marido?
- Já vi que o que excita eles é botar chifre nos outros, comer a mulher dos outros é o máximo. E olha que ainda se sentem mais machos. "Cê gosta do meu pau, hein, mais que do seu corno?" "Sim, muito mais que do meu marido, você é muito mais macho". E chamar a esposa dos outros de puta.

- Uff, mãe, e mais o quê?
- Ele gozou quase na hora, tava cheio, me surpreendeu, do nada tava soltando jato de porra na minha boca. "Toma, tia, toma leite, engole tudo", igual todo mundo. Era a primeira vez que uma mulher engolia o leite dele.

- Tinha gosto bom?
- Normal, eu gosto do gosto de sêmen. Depois ele me comeu. Fez eu chupar de novo até ele ficar duro e meter na minha buceta. Ele tinha muito tesão em foder a mulher dos outros. Me disse que era a primeira vez que comia uma casada e que isso excitava ele pra caralho.

- E você gozou, Promíscua.
- Sim, de tanto chupar o pau dele e engolir o leite, fiquei com tesão. Você sabe que me excita muito ser penetrada e ter os peitos chupados. Não passa de uma transa com um desconhecido, mas é uma transa.

- Das centenas que você já deu. Mãe, que puta você é, como eu te amo.
- Kkkk, e eu falei pra ele que meu marido não me faz gozar igual ele. Ele foi embora pensando que era o cara mais macho de todos, kkkkk.

Eu beijei ela. Minha puta. A melhor.

Na hora do jantar ela tava ainda mais gostosa. Meu pai olhava pra ela com vontade. Naquela noite eu ouvi eles fodendo. Minha mãe era incrível, três homens num dia. E pronto.

No dia seguinte ela veio de manhã na loja de motos. Veio com uma saia preta curta e uma jaqueta cinza pérola. Quando tirou, tava com uma blusa justa, apertada demais, branca, os botões prestes a estourar e sem sutiã, deixando ver a pele do peito entre os botões, marcando o bico. Insultantemente gostosa. Porra, mãe, hoje você tá arrasadora.
- Vamos ver se a gente vende alguma coisa hoje – ela me disse – Ah, e não tô de calcinha, achei que seria melhor.
- Assim dá pra ver que você é mais fácil de foder, mãe.
- Não é que eu seja fácil, é que eu gosto de foder pra você.
- Você gosta de foder. Ponto. Você é uma putona.
- Kkkk, sim, eu gosto. Mas não faria se não fosse por você.

Eu já tinha atendido vários clientes, sem sorte. Oscar olhava pras tetas dela, devorando ela com os olhos, mas dava pra ver que a exuberância da minha mãe intimidava ele um pouco. Ela plantou dois beijos nele, roçando com a teta.

Foram conversando, bom, quem mais falava era minha mãe, Oscar só tinha olhos, mas tava visivelmente acuado pela exuberância da mulher.

Oscar começou a mexer na moto que tava pendurada e minha mãe parecia interessada no que ele fazia, ficou do outro lado pra ficarem de frente um pro outro. Eu tinha uma visão lateral, então via os dois de perfil. Tavam conversando.

A porta tocou. Clientes. Ia avisar minha mãe, mas eram duas garotas jovens. Queriam motos, pra ver se o pai comprava de aniversário. Dei informações, fiz elas subirem nas motos, tive um belo show de pernas e calcinhas. Elas foram embora, mas iam voltar, disseram.

Voltei pro meu posto de observação. Na hora certa. Minha mãe falava com aquele tom sedutor que ela sabia usar, mas, aparentemente, Oscar tava entretido com a moto, embora jogasse olhares pras tetas dela direto. Não se atrevia. A blusa da minha mãe tinha um ou dois botões a mais desabotoados, generosidade da parte dela, já cobria pouco, mal as aréolas e os bicos, mas deixava ver bem as tetas magníficas e redondas dela, tipo melão.

De fora, dava pra ver uma mulher que claramente tava se oferecendo. Percebi que Oscar tava marcando um belo volume.

Minha mãe colocou a mão no braço dele, elogiando a musculatura, e no ombro, com certeza a vaidade do Oscar tava sendo muito agradecida.

Oscar de vez em quando virava o olhar pra porta de separação, obviamente tava preocupado se eu ia ser visto com nada menos que minha mãe.

Aí minha mãe foi até uma mesa cheia de ferramentas e peças de metal, claramente de trabalho com as peças, mexeu em algumas enquanto falava e se virou, apoiando as mãos nas costas. Os peitos ainda ficaram mais salientes, não sei como os poucos botões que sobravam não estouraram. Oscar foi até ela também falando baixinho. Quando chegou perto, olhava diretamente para o peito dela.

Oscar falava baixinho. Eu tava intrigado, o que podia ser?

Minha mãe olhou nos olhos dele, depois concordou com a cabeça, Oscar desabotoou outro botão, e mais um. Meu Deus, tava me deixando de pau duro, minha mãe com as mãos atrás das costas deixou Oscar descobrir completamente os melões dela. Eu via perfeitamente os bicos duros.

Continuavam conversando, nessa posição, agora Oscar com as mãos nos bolsos. Que porra eles tavam falando com minha mãe mostrando os peitos nus?

Ele olhava pra aquelas tetas espetaculares, sem mover um músculo.

Falavam, claramente sobre os peitos da minha mãe, me pareceu. Um bom tempo, eu tava ficando puto vendo eles conversarem com as tetas nuas da minha mãe ali, com os bicos duros e grossos como pitões, pedindo uma mordida.

Depois de um tempo, Oscar levou a mão pro bico grosso, acariciou fascinado, sem parar de falar, e sem que minha mãe tirasse as mãos de trás. Minha mãe concordou de novo e Oscar pesou a teta, avaliando peso, textura e toque.

Conhecendo ela, sabia que tava adorando.

Levantou a outra mão e fez o mesmo na outra teta, amassando as duas. Vi minha mãe concordar. Oscar agarrou os dois bicos com os dedos, beliscando, brincando com eles, puxou pra frente, depois pra cima, pros lados, não acho que tava doendo muito, mas era óbvio que ele tava fascinado com o jogo e o movimento das tetas.

Ela perguntou algo e ele concordou. Minha mãe começou a mexer o torso, fazendo os peitos dançarem. peitos, que ele olhava hipnotizado aquele balanço de tetas que minha mãe sabia fazer tão bem.

Algo disse minha mãe pra ele e ele concordou.

Então minha mãe passou a mão direita na nuca dele, aproximou o rosto dele do peito dela, e ofereceu com a mão esquerda, o mamilo e um pedaço da teta desapareceram na boca do Oscar, dando de mamar, brincando com a teta dela na boca do Oscar, se ordenhando pra ele, que cada vez mamava com mais vontade. Eu queria ouvir o que minha mãe ia dizendo. Percebi o prazer que ela sentia dando teta. Oscar sugava como um sedento e minha mãe gemia de gosto.

Minha mãe deu a outra, apertando ele contra ela, esmagando a tetona dela na boca e no rosto do Oscar, que devia chupar bem ou morder pelos gritinhos que ela dava. Oscar agarrou a teta dela com as duas mãos, excitadíssimo, apertando e devorando com ansiedade. E depois com a outra teta. Minha mãe, com as mãos pra trás, deixava ele fazer.

Ela meteu a mão no pacote dele, por iniciativa própria, e ouvi uma exclamação dela. Não era difícil deduzir que o tamanho tinha surpreendido ela. Oscar parou das tetas, conversaram. Parecia nervoso.

Oscar abaixou a braguilha e minha mãe, com as tetas de fora, enfiou a mãozinha dela dentro. O que ele tirou pra fora era bestial. Uma pica enorme, muito maior que a minha ou a do meu avô, ainda meia-bomba era enorme, comprida e grossa. Minha mãe segurava com a mãozinha dela, pequena comparada com aquela piroca.

Minha mãe disse algo pra ele e se agachou, Deus, como ela adora mamar pica, pensei.

Ela passou a pica no rosto, lambeu com a língua, olhava pro Oscar e sorria, ele estava alucinado, parado, em silêncio. Claro, ela teve que abrir bem a boca pra caber, uma barbaridade de pica, que aos poucos foi ficando mais dura e maior, mal cabia a cabeça dentro. Ela brincou com ela, dava tapinhas no próprio rosto, coisa que o Oscar adorava. Depois pegou a teta e deu batidas de pica nas tetas que tanto fascinavam o Oscar, esfregando a piroca com Os mamilos. Incrível o tamanho que ganhou, pensei que devia ter uns 25 ou 27 cm. Um belo pedaço a mais que o meu.

Minha mãe tava adorando chupar aquele pedaço de pauzão, a saia dela toda arregaçada, mostrava obscenamente pro Oscar a buceta que tava morrendo de vontade de ser penetrada. Oscar gemia, encantado com a carícia bucal da puta peituda que ele tinha pra ele. Minha mãe parou, olhou pra ele, e falou alguma coisa. Ele concordou e começou a mexer o quadril, fodendo a boca dela. Durou pouco, logo vi o Oscar se tensão e minha mãe recebendo esperma, com certeza uns bons gozões porque tava vazando da boca dela, ou simplesmente porque com tanta rola não cabia tudo.

Oscar bufava de prazer, minha mãe tirou a rola da boca e mostrou pro Oscar a própria porra enchendo a boca dela. Ainda deu umas duas esguichadas que eu vi perfeitamente caindo dentro da boca aberta dela, ela saboreou e, finalmente, engoliu tudo. Continuou chupando ele por um bom tempo, até deixar bem limpinho. Minha mãe, comedora de rola e engolidora de leite. Minha mãe, limpadora de sabres.

Ela se levantou e ergueu a saia, obscena e promíscua, falou alguma coisa pra ele, ele colocou a mão na buceta dela, ela pegou a mão dele e eu soube que tava ensinando ele a esfregar direitinho a buceta dela. Deus, que puta, minha mãe com os peitos de fora, as pernas abertas e aproveitando a esfregação de buceta de um rapaz da oficina. Eu soube que ele tava enfiando um ou dois dedos, pelo movimento da mão, minha mãe gemia alto.

A rola do Oscar era impressionante, ainda mole, balançando. Pensei que ia furar a buceta até de uma puta como ela. Ela acariciava ele, gulosa, fazendo ele parecer ainda mais monstruoso, quase não conseguia segurar, mas ela tava decidida a saber como era, cada vez com a respiração mais ofegante.

Ela se deixou cair pra trás na mesa, ficando numa posição promíscua e obscena, as pernas bem abertas, oferecendo a bocetona, com Oscar fodendo ela com os dedos, a outra mão do Oscar... amassando uma tetona dela. Tive a sensação de que ela gozava.

Ela falou algo bem rápido pro Oscar, ele concordou.

Sentou numa mesa de trabalho, com a saia arregaçada e as pernas abertas, e eu soube que tinha pedido pra ele foder ela. Ainda molhadinha, encaixou a piroca na entrada da buceta e sussurrou, não ouvi, mas devia ser algo tipo "empurra" ou "me fode", pensei que não ia caber tanta rola. Oscar era inexperiente, mas a rola entrou na minha mãe.

De novo, pensei, outro filho da puta na buceta dela. Oscar tava fodendo minha mãe segurando ela pelos peitos.

Ela mandou ele parar, com certeza tava dizendo "Sua rola é grande demais, vai entrando devagar", porque Oscar suavizou o movimento, empurrava mas devagar. Minha mãe fez ele tirar várias vezes, com certeza não aguentava, mas voltava a meter.

Até que eu vi que sim, que ele tinha conseguido meter até o talo. Minha mãe ofegava, toda largada, de pernas abertas, com os peitões de fora, realmente fodida, uma coroa gostosa com um novinho que tinha a vara enfiada dentro dela. Com certeza, nunca tinha visto ela assim, gemendo que nem uma puta, enquanto o filho da puta do Oscar fodava ela com a pica enorme dele. Agora sim ele tava duro de novo, tirava e metia inteira de novo, ela suava e gritava a cada vez, agarrava a bunda dele pra puxar ele mais pra perto, acho que teve vários orgasmos assim. Pensei que meu pai realmente não conhecia aquela mulher, suspirando com 27 cm de rola. O filho da puta continuou por muito tempo, fodendo e fodendo, cada vez mais violento, minha mãe quase nem se mexia, só recebia pica de pernas abertas.

Ele falou algo pra ela, ela concordou. Se separaram e ela se apoiou na mesa, oferecendo a raba e abrindo bem as pernas, pra ele montar do jeito que quisesse. Oscar levantou a saia dela, encaixou a rola na entrada e meteu com força, fazendo ela gritar de novo. Eu via eles de perfil, via perfeitamente a pica enorme do Oscar entrando e saindo da minha mãe, que se mexia que nem uma boneca com as investidas violentas do Oscar, segurando ela pela Quadris.
Os peitos dela balançavam igual doidas, Oscar empurrava com tanta violência que minha mãe caía em cima da mesa de trabalho, apertando e varrendo as ferramentas e os ferrolhos com os peitos nus, sem se importar com nada, só se deixando montar. Pensei que os bicos sensíveis iam se machucar, mas ela só empurrava pra trás pra Oscar penetrar mais fundo. A cara de Oscar mostrava o puta prazer que ele tava sentindo ao foder minha mãe. Não parava de meter fundo, ela gritava.

Ele falou alguma coisa e ela disse que não, e mais umas palavras, com certeza ele ia gozar e ela tava pedindo pra não gozar dentro. Aí Oscar tirou o pau devagar da buceta dela, caralho, parecia que nunca ia sair inteiro, e ela se levantou. Vi que ela tava com dificuldade de ficar em pé, provavelmente por causa dos orgasmos que teve e das porradas enormes que o macho tinha dado nela, tão fundo. Ela se agachou, mas cambaleou e acabou de joelhos. Vi os peitos dela vermelhos. Oscar esfregou o pauzão nos peitos e nos bicos e gozou neles. Uma porrada de leite.

Mesmo mole, era enorme. Vi o quão puta minha mãe era de verdade. Ela meteu o pau na boca, com os peitos cobertos de porra, aos pés de um mecânico com um pauzão.

Finalmente ela se levantou, cambaleando. Oscar guardou o pau. Minha mãe falou alguma coisa pra ele, ele beijou ela. Por fim, se separaram. Ela escondeu os peitos e arrumou a roupa. Foi pro banheiro tropeçando.

Eu me mandei pro escritório, duro igual um garanhão. Tinha visto outra faceta da minha amada mãe: uma mulher safada que adora macho de pau grande.

Com ciúmes e duro. Muito duro. Ela entrou no escritório e se jogou no sofá.

— Filho, tô destruída.

— Como assim? — resolvi fingir que não sabia de nada. Sentei do lado dela.

— Destruída, literalmente. Seu amigo Oscar... nem sei como te dizer... quase me dá vergonha... nunca me aconteceu isso... ele destruiu minha buceta. Não consigo nem fechar as pernas — ela realmente estava sentada, indecentemente aberta. mostrando a buceta que, sem dúvida, tinha acabado de ser fodida, dilatada, os lábios inchados dessa vez não eram suficientes pra esconder a abertura da buceta, realmente um bocetão.

- Já foderam minha mãe de novo, porra. Você é uma putona. O que ele fez com você?

- Nada especial e tudo ao mesmo tempo. Você tem razão, foderam sua mãe. Mas… é especial. É que seu amigo tem um… pedaço de pau imenso… meu deus… um garanhão com pau demais.

- Parece que qualquer um pode foder minha mãe - eu sentia ciúmes e ao mesmo tempo muito tesão.

- Que jeito de foder, filho… muito mais comprida e grossa que a sua, a maior que já enfiaram em mim.

4 comentários - Minha mãe virou minha mulher (19) (+18)

Muy buen post amigo pero no pude leer el 14, 15, 16 y 18 ¿Cómo puedo tenerlos Gracias
Pero esto que mierda es? Me huele a que es una fantasia de mal gusto.