CONTINUA AS HISTÓRIAS ANTERIORES1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-1-para-18.html
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18 http://www.poringa.net/posts/relatos/2834718/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-18-para-18.htmlMinha mãe continua se prostituindo por mim, vendo os serviços dela em meu benefício. Meu avô e eu fodemos a Anna, e minha mãe encontra um macho que arrebenta ela, me surpreendendo.Minha mãe continuou pagando minha moto parcelado. O pai da Sara ia cobrando dela comendo minha mãe à vontade. Também não era tão caro pra ela.
- Nada mal, filho. É um homem decente, não me custa muito, não tem perversões estranhas. Eu me divirto.
Eu sempre a acompanhava nos encontros com ele e ia buscá-la depois. Me excitava pegá-la logo depois de ter prestado o serviço de puta pagadora, saber que há pouco aquela pele macia tinha estado nas mãos de outro, amassada e babada. Me dava tesão saber que ela tinha acabado de dar. Nada menos que minha mãe.
- Você se diverte, hein? Fica excitada dando pra ele. – ela me olhou, divertida – você sempre fica com tesão com uma rola dentro, puta.
- Fico excitada porque faço isso por você, fazendo de prostituta pro meu filho. Ele não é um amante especialmente bom, mas me faz gozar.
Adorava conversar com ela, o jeito dela falar sobre isso com tanta naturalidade, como se estivéssemos comentando coisas de família ou dos estudos.
- Ele tem uma obsessão enorme com meus peitos, hoje me pediu pra amamentar ele como um bebê. Disse "como você dava de mamar pros seus filhos".
- Hummm, que excitante. De qualquer forma, todo homem adora seus peitos, você é famosa por eles. Grandes e durinhos, bem cheios. Você gostou?
- Gostei, pra que mentir. Não costumo ter muitos pudores quando decido ficar com um cara, mesmo sendo assim, de prostituta.
- MINHA PROSTITUTA, mãe. A peituda da minha mãe, isso vem de longe.
- Sim, os peitos cresceram de repente num verão, quando voltei pra escola no ano seguinte, foi a grande surpresa, todas as meninas quase não tinham nada e eu já usava sutiã. Foi uma briga em casa, minha mãe queria que eu usasse sutiã de algodão, e eu queria os de mulher, os que realçam os peitos. Meu pai me apoiou. Os caras ficavam loucos pra ver e apalpar.
- E você deixava apalpar...
- É que me sentia muito importante, me sentia uma deusa, uma rainha. Ter peitos me dava poder. Os caras faziam tudo que eu mandava. Claro que tinha que ceder de vez em quando, pra eles também era uma descoberta. E as minhas amigas morriam de inveja. E descobri que me dava muito prazer. A gente já começava a se masturbar.
- Porra, mãe, você já tava puxando pra puta… pra quem você deixava encostar?
- hahaha, nessa idade não dá pra falar isso, era descobrir sensações e eu não tinha frescura, isso é verdade. Descobri que com meus peitos conseguia que me pagassem tudo, os caras sempre me davam presentes, me convidavam pra tudo. Deixava quase todo mundo apalpar.
- Em troca de deixar pegar.
- Às vezes só de ver. “Mostra os peitos, Cata, te pago um sorvete”, claro que depois não se contentaram mais só em ver. Eu me divertia.
- Que piranha. E deixava eles apalparem.
- hahaha, sim, o que eles não sabiam é que eu gostava mais do que eles. Me excitava pra caralho e depois eu me masturbava.
- Eles apalpavam muito?
- O tempo que eu levava pra comer o sorvete. Eu me encostava na parede, desabotoava a camisa ou levantava a camiseta, e tirava os peitos pra fora do sutiã. Eles não sabiam direito como fazer, eu achava engraçado. Tinham carta livre enquanto eu tivesse sorvete.
- Foi assim que eles cresceram. Eles não queriam foder?
- Ah, que nada, a gente ainda não sabia quase nada. Aprendi depois.
- Com o seu pai.
- Uff, coitado, ele ficava mortificado. Eu era a princesinha dele, mas ele não conseguia deixar de ver que eu tava me tornando mulher. Adorei descobrir que ele me olhava, e tentei provocar ele. Me excitava e me divertia. Gostava de mostrar os peitos pra ele, com qualquer desculpa ou descuido. E me atraía muito o pauzão dele, tinha muita curiosidade de saber como funcionava, ficava espiando ele pra ver.
Uma loucura, eu conseguia deixar o pau dele duro enquanto ia descobrindo a vida dele.
- Entre o seu avô e esse cara, de tanto me chupar, vão conseguir que eu volte a ter gozo. Outro dia fui no ginecologista e ele disse que detectou atividade nas glândulas. Porra, mamãe, que loucura, ele mama tanto assim em você?
- Você já viu seu avô, e esse aqui ganha dele. Deixa meus mamilos irritados. Ele gosta que eu tire uma teta, vestida, e dê de mamar no sofá, que eu coloque a teta na boca dele com minha mão, "igual fazia com seus filhos", e ele vai devagar, e depois a outra, ufffff. Além disso, ele gosta de fazer eu ser ordenhada de quatro. Depois ele me fode. Às vezes nem quer que eu chupe ele.
- Você fica excitada.
- Muito, comecei a fazer isso com meu pai, quando era adolescente. Você não sabe o que foi pra mim, meu pai era um ídolo, eu adorava ele como um deus, e ele gostar de mim foi uma grande afirmação. Ele ficava atormentado, me evitava, mas eu buscava qualquer situação pra enfiar minhas tetas na boca dele. Coitado, resistia o quanto podia, me sentia poderosa fazendo meu pai cair nos meus encantos. Foi uma época memorável.
- Até ele te foder.
- Coitado. Fui eu que fodi ele. Não foi o primeiro, mas foi o primeiro homem de verdade, e meu primeiro orgasmo do caralho, você sabe o pau que ele tem. Igual você.
- Você me deixou com tesão, mamãe.
- Ummmm, meu filho pervertido. Como você fica excitado fácil.
Quando cheguei em casa, meu pai já tinha chegado, então tive que aliviar meu tesão com um banho frio, mas nem assim. A imagem da minha mãe recém-fodida e dando de mamar pro pai da Sara me perseguia. Então fui pra cozinha, minha mãe tava mexendo nas coisas, meu pai via TV na sala.
- Tô com o pau duro, puta.
- Pelo amor de Deus, filho, seu pai tá na sala.
- Cala a boca, puta, abaixa a calcinha e se apoia. Sem frescura, ele acabou de levar chifre, lembra que você acabou de ser fodida, gostosa.
- Filho... é perigoso... - virei ela e baixei a calcinha violentamente - por favor...
- Puta, gosto de você quando acabou de ser fodida - tirei o pau duro da braguilha
- Por favor... filho... aahhhh - Enfiei de uma vez, ela abafou um gemido. A proximidade do meu pai me excitava.
- Toma, sua puta, tem a buceta mais fodida de Barcelona, vagabunda. Vou te engravidar quase na frente do seu marido, puta, você é a Promíscua mais fácil de foder do mundo inteiro – eu bombava forte nela, e falei sozinho em voz alta – Deus, porra, como eu adoro foder minha amadíssima mãe…
- Aahhhh…
- Toma porra – eu tava tão excitado que gozei na hora – uuuuuuaaauuuuuu, minha mamãe querida… minha peituda favorita… minha putona…
Tirei ela e deixei do jeito que tava, na posição obscena que um filho nunca deveria ver a mãe, a saia levantada e a calcinha abaixada, a buceta escorrendo esperma, dei um tapa na bunda dela,
- Assim que eu gosto, vagabunda, cheia do meu leite. Isso sim é uma mãe.
E fui pra sala guardando a pica na calça, já tranquilo.
- Que papai, que mentiras eles contam hoje…
Ouvi minha mãe indo pro banheiro.
Poucos dias depois, a Anna me ligou.
- Oi gostosa, como vai a vida no campo?
- Ufa, a mesma coisa, mas bem, eu gosto. Tô vindo da ginecologista.
- Tá bem?
- Tô grávida. Grávida de você, Roger, vou ter um bebê.
- Caralho! Que massa! Notícia foda. Seu marido sabe?
- Ainda não, quis que o pai soubesse primeiro.
- Tem certeza que é meu?
- Claro, idiota, meu marido não consegue há meses e seu avô gozou me comendo pelo cu, só pode ser seu. Sabia que sua porra abundante ia me engravidar, a ginecologista disse que eu sou muito fértil. Aliás, manda um abraço pra sua mãe e pro seu avô, adorei.
- Ummm você é um anjo. Tá se sentindo bem?
- Ótima. Tô feliz de ser mãe, finalmente aqui na cidade, todo mundo vai nos parabenizar e meu marido vai se sentir orgulhoso e muito macho por ter engravidado a esposa. E tô muito feliz de fazer de você um pai, mesmo que ninguém mais saiba. – ela fez uma pausa – Uma das suas putas vai te fazer papai. Como você se sente com isso?
- Adoro, ummm, papai. Adoraria comemorar bem com você.
- A gente vê quando der. Hoje vou contar pro meu marido que vamos ser pais. Te ligo quando puder.
Demoramos pra nos ver, não era fácil Perder-se numa cidadezinha longe da vigilância.
Meu avô e eu tínhamos comido ela, tínhamos aberto perspectivas novas que ela nunca teria na cidade, além de abrir o cu dela. Naquela sessão que expliquei no capítulo 17, antes da minha mãe, nós comemos a Anna, melhor dizendo, fizemos da Anna a puta que ela queria ser, porque minha mãe decidiu dar preferência pra Anna.
Ela tinha se colocado atrás dela, de frente pro pai dela.
- Olha papai, que fêmea jovem – Anna se deixava fazer. Minha mãe baixou as alças do vestidinho dela e deixou os peitos dela no ar, Anna instintivamente se cobriu parcialmente com as mãos – olha papai que peitinhos bons, jovens e firmes – minha mãe beijou suavemente a orelha da Anna e com cuidado baixou as mãos dela pra deixar os seios descobertos expostos pro meu avô – você vai querer que meu pai curta eles, Anna? Faz tempo que ele não tem uma mulher jovem como você. Eu queria dar de presente uma puta jovem e macia pra ele.
- Hum, Catalina, que vergonha… mas que tesão, nunca me vi assim, oferecida pra um homem…- ela olhou pro pau duro dele – e pelado…ai…com esse pauzão duro e enorme…meu deus…não sei se devo…
- Se você já teve esse rabo dentro da boca, já é uma puta, deixa ele curtir você, vai ver como ele curte de verdade, não igual seu marido.
- Uffa Catalina…sou uma puta, seu filho me come e eu chupei o pau do seu pai…- minha mãe terminou de baixar o vestido dela e depois tirou a calcinha fio dental, deixando ela pelada.
- Papai, essa putinha é sua, come ela, mete bem os chifres no marido dela – ela me olhou e sorriu, acariciou os peitinhos dela, oferecendo eles pro meu avô – é uma puta do seu neto, um presentinho – virou o rosto da Anna e beijou os lábios dela – fode com meu pai, pra você saber o que é um bom pau grosso, pra você saber o que é foder com um macho maduro.
Meu avô se aproximou dela, e abraçou ela, os dois pelados, o pau duro dele contra a barriga dela, com ternura beijou a boca dela. Anna olhou pra mim, e eu concordei sorrindo. As mãos do meu avô, ávidas de peito jovem, elas passavam a mão. Anna não parava de me olhar, no olhar dela percebi o tesão que sentia ao me ver entregue pela minha mãe ao meu avô. A mãozinha dela acariciava o pau do meu avô e esfregava de propósito na barriga dela, talvez já estivesse grávida de mim, talvez estivesse pensando na possibilidade de ser meu avô quem a engravidasse.
- Obrigado pelo presente, você é uma belezinha, pequena - ele beijou ela, puta merda, comeu a boca dela, Anna fechou os olhos - vou te fazer minha... hum... vamos passar um bom tempo, gostosa.
Nem preciso dizer que foi um puta espetáculo. Ele empurrou ela devagar para a cama e esticou ela, deixando os joelhos dela para fora, os pés no chão. Ele se agachou na frente.
- Abre essas coxas, gostosa, quero ver essa bucetinha - ela abriu as pernas, mas não muito - Hummm, você é meio tímida, hein? Transa com poucos... me fala, putinha.
- Ufff, só com meu marido... e uma vez ou outra com o neto dele...
- Hummm, então quase vou estrear uma candidata a putinha... - ele abriu as pernas dela bem mais - vou comer essa bucetinha de candidata, seu marido te come o pussy, gostosa?
- Ufff, não, bom, de vez em quando... a gente não faz sexo oral - dava pra ver que ela estava estranha, com um desconhecido abrindo as pernas dela e falando putaria na maior naturalidade - e-ele não gosta, diz.
- Hummm, então seu corno não sabe o gosto da sua xereca. Me fala, gostosa, você quer que eu coma ela? Hummm, tá apetitosa - ele falou pra mim - essa mina precisa de uma boa trepada ou duas. Me fala, gostosa.
- Uffffff... não sei... uu... é... - meu avô deu uma lambida lenta, do cu até o clitóris - aaaaaaaaaaa... uffff... s-sim... - ele ficou um tempo chupando o clitóris, não deixou ela fechar as pernas - uuaaaa!!
- Sim o quê, linda - ele parou - me fala o que você não fala pro seu marido. Quero ouvir, senão não continuo...
- Uffff... que sim, que me coma o pussy, pelo amor de deus... siim - meu avô lambeu os lábios e o clitóris dela de novo - aaaaaah...
- Mais, me fala o que você sente, continua, putinha adúltera - agora meu avô chupava ela todo o cuzinho, eu enfiava a língua, ela se revirava, louca de tesão – fala, porquinha
- Oooooh sim, sim…que gostoso…aaaaah…deus…incrível…ele come meu…p-potorro… siiiim… uuuuuuuffff…meu marido…nunca… aaaaaah…me abre as pernas…que putaria…deusss siiiiiiiiii…aaaaahh nunca…me comeram assim…oohhh to gozando…to gozandooooo…aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahh – ela esfregava a buceta na boca do meu avô, possuída de prazer e luxúria, gozando gostoso.
- Boa, muito boa vagabunda – meu avô se afastou – obrigado, neto, por essa puta, me diverti pra caralho.
Minha mãe e eu olhávamos divertidos e excitados. Anna ofegava, se recuperando.
- Gostou, hein? Que chifrudo é teu maridinho – ele subiu em cima dela, no peito dela, e bateu na cara dela com o pau – teu marido te dá porrada de pau, porca?
- Uuff, não, nunca – meu avô passava o pau na cara dela – ele é muito carinhoso…ummm…que pau…
- Ele nem coloca os ovos na tua boca, com certeza, chupa eles pra mim, gostosa, assim, ummmm gostei de você, porca…neto…
- Fala, vô.
- Ela é uma garota linda e eu adoro, tem talento pra puta, mas precisa ser ensinada. Adoro. Ummmmmm siiiim, que delícia chupar meus ovos, vagabunda. Teu marido tem os ovos grandes?
- ummm… n-não…os do meu marido não são nem metade dos seus…
- Ummm por isso você chupa tão bem, hein, putinha?...gosta dos grandões…que nem o pau – ele passava o pauzão na cara dela – você vai lembrar do meu pau quando estiver com teu maridinho…fala, puta, porrada de pau na tua cara de adúltera safada…
- Ummmm sim, gosto dos seus ovos enormes e do seu pau enorme…sim…porrada de pau na minha cara…ufff nunca tomei porrada de pau…
- Assim que eu gosto, sem timidez. Isso é porque você era uma senhora decente, agora é uma putinha. Quer que eu te coma com meu pau enorme? Que eu monte em você como a puta que você é? Fala, porca.
- S-sim, sou uma putinha e porca…me come com seu pau enorme…me monta como uma puta…
- Ummmm Você gosta de ser puta, hein?
Minha mãe batia uma pra mim enquanto olhava pra eles. Meu avô Ele deslizou para baixo e se meteu entre as pernas dela.
- Vou foder sua puta, neto.
Minha mãe agarrou o pau do meu avô – enfia, pai – e guiou o pau dele pra buceta da Anna, que se escarrapachou toda – Anna, você vai ver como meu pai fode bem.
- Porraaaa, que bucetinha apertada – disse meu avô empurrando – tô gostando.
- AAAAAAAAAAAiii...meu Deus...que grossa!!!!! – Anna sentia meu avô entrando fundo – uff...augghhhh, Deus, Deuss... – ele tinha entrado só até a metade. Minha mãe fez ele tirar – oooh, ufffff,...que pauzão ele tem.
- Isso se chama pirocão, Anna. Cê gosta, hein, puta? – disse minha mãe. Então minha mãe apoiou o rosto na barriga da Anna e a boca dela ficou perto da buceta dela – pai, me dá de comer essa vara – ufffff, que tesão foi aquilo. Meu avô enfiou a rola na boca da minha mãe – ummmmmm, tem gosto de buceta.
Meu avô tava no sétimo céu.
- Chupa o pau, filha, porraaaa, que boquinha você tem, chupa, chupa, que puta gostosa!, toma pau...agora a bucetinha dessa puta casada...toma rola, linda...- Agora ele enfiou sem dó até o talo – toma pirocada, vadiazinha...teu marido não tem um assim, né, porca?
- AAAAAAAAgfff...Deus...siiim – ele bombava – aaaaaaaaafffg...que grosso, Deuss...que p-p...pirocão!!...o do meu marido não tem nem metade...aaaaaayyyy...siiiiiiiii...me enche todaaaa...
- Você vai voltar pra ele com a buceta largada de puta...porraaaa...que apertadinha...toma, toma, toma, sua vagabunda...ufff...tô gostando da sua xereca...agora na boquinha da minha neném...chupa o pau do papai, pequena...- o filho da puta alternava buceta e boca, as duas doidas de tesão. Meu avô então agarrou a Anna pelos tornozelos e passou por cima dos ombros dele – Agora você vai saber o que é um homem de verdade e o que é ser fodida como uma puta.
Ele enfiou a rola nessa posição até o talo e começou a bombear com violência.
- AAAAAAAAAAAAAAAAhhhh...Deussss...AAAAAAAAAAAhh...tô sendo fodida como uma puta...
- Eu gosto de usar sua buceta pro meu prazer, sua puta fodida.
- Ufffff...vou gozar... correr…como nunca…
– Anna estava prestes – não tira de mim, por favor – ela me olhou – Roger, querido, eu tô dando pro teu avô… e como ele fode bem… que pauzão… vou gozar com teu avô… siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii… oooooooooooooooohhh…
– vimos um orgasmo do caralho… não acabava nunca e meu avô bombando ela enquanto minha mãe apertava os peitos dela. Ela ficou toda mole, ofegando como se faltasse ar.
Meu avô tirou a pica dele e se deitou ao lado. Minha mãe foi rápida pra chupar ele. Eu fui e beijei a Anna.
– Roger… foi o orgasmo mais foda que já tive… eu fui bem? teu avô gozou?
– Ummm Anna, você esteve linda e uma puta muito gostosa, não, ele não gozou.
– Uff, falei um monte de sacanagem… e… e… você sabe por que tô te falando isso. Prefiro que seja teu, mas acho que já me engravidou.
– Tenho esperma pra você, sua vadiazinha.
– Ele deixou minha buceta toda arrombada… – ela reparou na minha pica dura – ummm… sou uma puta… me fode, nunca fui comida por dois homens… queria ser tão puta quanto sua mãe… me come… me dá tesão…
– Ummm, essa é minha puta – subi em cima dela, igual meu avô, coloquei as pernas dela nos meus ombros – toma pica, porquinha – até o talo.
– AAaaaaaaaaaaah… deus, que delícia… duas picas seguidas… dois pauzões… que puta que eu sou… adoro grossas… me fode Roger, deusss siiiiii… ooooh Roger… que grande… siiiiii… fui comida por dois homens… uuauuuuuuu siiiii
Minha mãe continuava chupando a pica do meu avô e os dois olhando.
– Vô, você deixou a boceta dela igual um bebedouro de pato, sendo que essa puta tem uma tão apertadinha.
– Ela é uma puta, tão recatada que se faz, mas curte mais um pau grosso do que criança curte doce. Diz, puta, cê gosta de foder com pica grande, hein?
– Ooohhh siiiii… adoro foder… com homem de verdade… sou puta… uma puta… Oooooh siiiii continua siiii… – eu bombava com gosto – aaaaaaaaaaaahhh por deusss que delícia…
– VAGABUNDA ENGOLE PICA
– Aaaaaaaaaaaaahh… siiiii
– CASADA SAFADA, PORCA INFIEL – meu avô se levantou – fica de 4 Patas, neto, vou meter nela como a puta que ela é.
Claro, eu fiz isso, meu avô enfiou de uma vez.
- Toma, pica, puta, uuauuuu indecente... tô metendo nessa puta, sim ou não, sua puta?
- AAAAAaaaaaaaahhh.sisisisi... puta... uuuuuuh... muito puta...
Eu me deitei de barriga pra cima.
- Passa a puta pra cá, vô, que vou empalar ela – dito e feito, em nada ela tava montada no meu pau e ela mexendo a buceta igual uma louca. Puxei ela pra perto e chupei os peitos dela, meu avô se posicionou atrás.
- Segura a puta que vou comer o cu dela, neto.
- Aaaah não... não... o cu não – seguramos ela e meu avô encostou o pau no cu dela.
- Puta, fodida e dada pelo cu, usada, ouviu, USADA – ele empurrou e, lubrificada como tava a pica, entrou, eu senti no meu pau.
- AAAAAAAAAAAAiyyyy...
- Grita, gostosa, toma pica, deus, que cu apertado, que prazer você me dá... – ele enfiava cada vez mais fundo – devagarzinho, vai ver como você gosta de ter dois paus...
- Aaaaaahhh... ufffff... tá rasgando meu cu... uuuuh... meu deus... fodida por dois homens... ao mesmo tempo... meu deus... aaaaahh... nunca... nunca... oooooohh... deussss... que grossos...
- Aproveita, Anna, você é uma deusa do sexo, uma verdadeira mulher... – beijei ela com suavidade – você é a rainha das putas, a melhor...
- Ooooohh siiiiim... ufffffff... eu gosto... fodida e dada pelo cu... com dois paus enormes... ummmm... sou uma deusa... aguento os dois... ummmmm... SOU PUTA... SIIIIIM...
- Vou descarregar minhas bolas no seu cu, puta, ele é bem apertadinho e não aguento mais, porca... me diz
- Oooh siiiiiim... enche meu cu de porra... siiiiiim... sinto prazer de puta... tá doendo... aaaaah... siiiii... deus... me fode, Roger... aaaaaaaaaahhhh
- Toma porra, puta, você é uma puta fogosa dada pelo cu, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii tomaaaaaa uauuuuuuu
- Arfggggggsiiiim... pelo amor de deus... me excita, me excita... deus, como eu sinto seu pau, Roger... me enche de porra... sou uma fogosa... vou gozar... uuuuuuuh
- Quer minha porra, puta?
- AAAAAAAAAAaaaa siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii bem dentro... siiiiiii... me engravida... seu avô me come pelo cu... siiiii... me vem… tá vindo… me dá seu gozo pelo amor de deus… aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh- ela gozou como nunca.
- Toma gozo sua putinha gostosa…toooooooooooooomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Acabamos os três ofegando como cachorros.
- Na minha vida… eu nunca tinha tido… orgasmos assim. – ela falava entrecortado, ofegante – eu amo isso…- sorriu – uffff… nunca pensei… que diria uma coisa dessas… eu amo… ser uma puta.
Meu avô acariciou os peitos dela e beijou ela com carinho
- Você é uma preciosidade, pequena, obrigado por me deixar aproveitar seu corpo, doeu muito a enrabada?
- Doeu – ela acariciou o pau dormido e as bolas do meu avô – foi uma experiência excitante e fabulosa… gostei de ter levado no cu… e me sinto orgulhosa de o senhor ter gozado comigo…
A verdade é que entre o primeiro dia e esse ela tinha engravidado, segundo ela, e eu acreditei. E agora me dava tesão poder ter ela sabendo que estava carregando um filho meu, mas não pude vê-la até algumas semanas depois, e já dava pra notar uma barriguinha crescendo e os peitinhos dela tinham aumentado.
Mas já vou contando mais coisas da Anna.
Enquanto isso, o pai da Sara me fez uma proposta.
"Ele tinha um rapaz mecânico, vendia motos mas também preparava e consertava, que o substituía quando precisava se ausentar, mas dessa vez ele tinha que ir pra Itália uma semana inteira, se desse certo ele poderia importar motos de lá por um preço bom.
Ele me propôs que eu fosse de manhã na loja dele e, como eu entendia de motos, poderia vender ou pelo menos atender temporariamente possíveis clientes e assim ele não precisaria fechar nem a oficina nem a loja.
Eu disse que queria uma porcentagem das vendas e ele se surpreendeu.
- Buceta, você pensa em vender mesmo, só de atender os clientes, pegar os dados e informar eles já pode ser suficiente e quando eu voltar, eu ligo pra eles.
- Insisto, porque vou vender várias motos.
- Kkkk, assim que eu gosto, otimista. Fechado.
A verdade é que Eu tinha um plano perverso: levar minha mãe comigo pra loja, de certeza que ia conseguir clientes. Mas não contei pra ela.
E foi assim que fizemos. Trabalhei uns dias antes dela ir embora pra me atualizar dos detalhes e conhecer o mecânico, um cara de uns 22 anos, simpático, aberto, bem moreno – depois me disse que o pai era do norte da África e ele tinha os genes de lá. Era muito tarado, sempre comentando sobre as clientes ou as mulheres que entravam.
Nos entendemos super bem rápido. A oficina era ao lado da loja, com uma porta de correr que isolava uma área da outra e tinha entrada pra rua pelos dois lados. Assim, dava pra abrir só um dos negócios ou os dois.
No primeiro dia, fui sozinho, mas minha mãe chegou mais tarde. Apresentei ela pro Oscar, o mecânico, que ficou de boca aberta.
Quando minha mãe tirou a jaquetinha que tava usando, revelou um vestido de alcinha leve e decotado, sem sutiã, mais curto do que o razoável e salto alto. Bem arrumada e maquiada, uma senhora muito gostosa.
Vi que ele tava devorando ela com os olhos. "Isso é bom", pensei. Mas ainda não tava convencido dessa ideia de levar minha mãe pra lá, não parecia normal. É óbvio que não era nada normal, então eu tinha que conquistar ele.
— Sua mãe é muito gata, cara. É coroa, mas tá muito bem — sabendo dos comentários que ele fazia sobre as outras minas, com minha mãe ele foi mais contido, mas eu sabia o que ele tava pensando.
— Valeu. É, sou filho dela, mas não sou cego e sei que os caras curtem, com esse par de peitos que ela tem.
— Porra, sim. Não se ofende, mas ela é de dar água na boca.
— Haha, é.
— Mas ela vai ficar aqui com você?
— Sim, pensei que ela pode me ajudar. E ela topou.
— Mas o chefe não me falou nada, só disse que você viria.
— Bom, foi algo que pensei depois. Acho que não te incomoda, né?
— Não, não me incomoda nada, mas se o chefe não souber... sei lá, cara, teria que comentar com ele, você sabe como ele é, e na real eu sou o responsável.
- Vai, tio, prefiro que não, não vá depois ficar discutindo comigo sobre as comissões. Ele não precisa ficar sabendo, acho que ela pode atrair mais clientes, é só ficar por aqui, se virem ela da rua, com certeza vão entrar mais. Você mesmo disse, ela é gostosa.
- Porra, não sei, não tô tranquilo, depois o chefe vai encher meu saco.
- Pussy, não seja assim, Oscar. Vai ver como você vai ficar melhor com ela por aqui, vai alegrar a vista, e ela é muito simpática.
- É, isso é verdade. Mas não sei... bom, vamos ver no que dá.
Na loja tinha um quartinho que servia de escritório, com uma mesa, cadeiras, o normal pra fechar um negócio com papéis e tal. Num canto tinha um sofá grande, acho que pra tirar um cochilo ou fechar algum negócio "especial", como eu pensava em fazer com a ajuda da minha mãe. Também tinha uma geladeirinha e um armário-bar.
Da mesa dava pra vigiar a loja através de uma janela fixa com vidro, mas que tinha uma persiana de lâminas pra fechar a vista. O cara tinha um esquema bem montado.
Contei pra minha mãe sobre o mecânico.
- A gente tem que fazer o Oscar ser cúmplice e não ficar de saco cheio com você aqui, não quero que ele vá contar pro chefe.
- E o que você quer que eu faça?
- Sei lá, por enquanto conversa, se deixa ver, ele gosta de você pelo jeito que te olha, já sabe, faz ele querer que você fique aqui, vou improvisando.
- Tá bom, como você mandar, filho.
- Vamos pra oficina e conversamos com ele, fica perto, deixa ele ver bem o seu decote, se interessa pelo trabalho dele, já sabe, não se economiza. Ele vai se esquentar sozinho.
Me dava um tesão danado. Fiquei na loja, mas com a porta de separação aberta. Ouvi eles conversando, o tom da minha mãe, cordial, ele também. Às vezes minha mãe usava um tom sedutor, de gata. Gostava de imaginá-la inclinada mostrando as tetas lindas dela, olhando a moto ou qualquer coisa que o Oscar estivesse fazendo. Aos poucos, a conversa ficava mais animada, riam, reconheci aquela risada suave da minha Mãe, sedutora, com certeza Oscar estava dizendo algo agradável sobre ela.
Tudo ia bem. Fui até a oficina. Oscar tinha uma moto pendurada por correntes e estava montando o motor. O galpão era bem montado, tinha uns trilhos e umas roldanas com correntes para pendurar motos e motores, pra não ter que trabalhar no chão, embora também tivesse motos que eram trabalhadas no chão. Pensei no sexy que ela ficaria pendurada ali. Minha mãe estava ao lado dele, perto demais pra só estar olhando. Oscar estava usando um macacão de alças sem camiseta, mecânico total, vi que a braguilha dele estava inchada. Pensei que devia ter um pauzão, pelo tamanho do volume que marcava. O decote da minha mãe estava fazendo efeito.
Minha mãe tocou o braço dele.
- Você é bem trincado, Oscar, que músculos – ela sabia como elogiar a vaidade masculina.
- Bom, senhora, é o tipo de trabalho – dava pra ver que ele estava encantado.
- Vejo que vocês estão se divertindo – falei – buff, não entra cliente – me aproximei da minha mãe.
- É muito cedo – disse Oscar – eles costumam vir mais tarde.
- Tenho uma mãe maravilhosa, hein, Oscar? – abracei ela pela cintura, tentando levantar o vestido dela o máximo possível pra mostrar a coxa e dei um beijo na bochecha dela. Pensei que enquanto ela estivesse com ele, ele iria esquecendo a parada do chefe. Oscar olhou bem pra coxa que eu mantinha exposta, e desviou o olhar, nos encarou e minha mãe sorriu pra ele. Experiente como era, ela olhou pro volume dele, de propósito pra ele perceber que ela tava olhando, sem vergonha.
Um jogo que eu adorava. Oscar percebeu perfeitamente. Não disse nada.
- Bom, vou deixar ela com você um pouco, vou dar uma olhada nuns panfletos – pisquei um olho pro Oscar – te aviso se vier cliente, mãe.
- Ok, filho, gosto de ficar aqui com o Oscar enquanto ele trabalha, ele é muito simpático e gostoso.
- Hahaha, mãe, cuidado que ele é um mulherengo – só pra falar algo.
- Qual nada, qual nada – reclamou Oscar – quem me dera.
- Mas você é bem bonitão – disse minha mãe, tocou o braço dele – e muito forte, do jeito que a gente, mulher, gosta.
Fui embora pensando que tava tudo bem.
Me distraí olhando uns documentos de moto, interessante, de repente percebi que a conversa tinha morrido. Me aproximei com cuidado da oficina, mal se ouvia, de vez em quando o Oscar falava alguma coisa, minha mãe também, mas baixinho. Espiei com cautela.
Minha mãe tava sentada numa moto, uma vespa antiga que eles tinham de enfeite, brilhando mas sem uso, inclinada sobre o guidão, como se fosse pilotar, a saia bem pra cima. O Oscar explicava alguma coisa sobre os comandos, mas olhava descarado pras tetas dela, devia estar vendo um bom pedaço, e as coxas.
Claro, minha mãe não se fazia de rogada e mantinha a pose e o olhar, então o Oscar sabia que ela tava se mostrando de propósito e que tava gostando. Falavam alto mas baixo, ele se aproximava, falava perto, pra ver melhor as tetas, e minha mãe não recuava. Pensei que ela já tinha seduzido ele, tava no ponto. Também pensei que minha mãe não tava agindo só pra me agradar, fiquei convencido de que ela queria mesmo dar pra ele.
Fiquei na dúvida entre continuar olhando, excitado, pra ver se ele comia ela ali mesmo, ou interromper, também não era pra ele meter a primeira vez. Queria manter uma certa tensão, mas a ideia de ver ela sendo fodida me excitava. Tava hesitando, com a pica endurecendo, quando ouvi a campainha da porta, um cliente. Fui rápido e chamei minha mãe, da loja.
Acabava de entrar um cara de uns 40 anos, corpulento, de jeans e camisa xadrez.
— Senhora, pode vir aqui, por favor? — ufa, pela campainha.
Informação sobre as máquinas, isso e aquilo, enfim, não vou me alongar.
Minha mãe veio como se nada, sorrindo. O cara se surpreendeu e passou os olhos no corpo dela. Tava esplêndida, claro. Falei pro cara que ela era a mulher do chefe.
— Oi, tudo bem? Interessado em alguma coisa? o que podemos oferecer? Tudo está para satisfazer o cliente – ela parou na frente dele, bem perto.
- Sim, vejo que vocês têm um material interessante – ele olhou nos olhos dela e depois pro decote – precisaria saber quais são as condições.
- Tenho certeza que tudo pode ser resolvido – eu disse – o senhor só precisa decidir o que quer e as condições com certeza vão agradar. Já expliquei as características das máquinas. A senhora vai acertar as condições.
- Gostei dessa, o modelo mais potente, mas o preço é um pouco salgado.
- O senhor precisa de uma máquina potente, pra combinar com o senhor – minha mãe se apoiou na moto – uma moto pequena ia desmerecer, o senhor é muito másculo.
- Hahaha, isso é bom – ele falou comigo em particular – a mulher do chefe pode entrar no negócio?
- Bom, não sei, mas ela tá morrendo de vontade de vender. O marido deixou ela no comando da loja essa semana e ela quer provar que é capaz. Eu, talvez, pudesse convencê-la, ela é uma gostosa, hein?
- Ela é uma delícia e dá pra ver que é uma putinha, mostrando tudo. Você que conhece ela, se eu tentar, vai dar escândalo?
- Ah, que nada, isso é a última coisa que ela faria. Acho que se comprar a moto, até dá pra comer ela. Acho que o marido não dá conta.
- Bom, não sei, senhora – nos aproximamos dela – gostei, mas... o preço...
- Podemos dar algum extra, né, senhora? – me virei pra ele – não perca essa oportunidade, senhor, vai levar um produto bom. E a moto é foda. Vai ver que imagem boa vai fazer. Sobe aí, senhora, pro senhor ter uma ideia.
Minha mãe se ajeitou pra subir na moto, obviamente mostrando a calcinha, meio transparente, de um jeito que a gente via a buceta sem pelo. Montada de pernas abertas e inclinada, mostrava a perna inteira e um bom pedaço dos peitos.
- O que achou? – falei – imagem muito boa.
- Sim, imagem excelente – ele se aproximou – a moto e a motoqueira.
- O senhor é muito gentil, obrigada pelo elogio – minha mãe sorriu pra ele – se anima aí, Cara, a gente vai fazer um bom negócio, ousa dar o passo. O banco é superconfortável.
- É de couro – falei – com um toque único.
O cara passou a mão no banco, roçando de leve a bunda da minha mãe. Vendo que ela não reagiu mal, repetiu. Me olhou e piscou o olho.
- Vamos ver quão confortável é… – sentou atrás da minha mãe – hum, sim, é bem confortável… também é importante que a acompanhante vá bem – minha mãe se inclinou pra trás, colando mais nele. A cara dele ficou bem perto do ombro dela e o pacote dele grudado na bunda da minha mãe.
- Não pense mais, senhor – falei, e também piscou o olho – é do melhor que o senhor pode montar, é potente mas vai bem macio.
- Nunca montei uma assim, mas parece que é daquelas que puxam bem.
- Pode crer, senhor. Vai ver como pura maravilha. Né, senhora?
- Claro. Maravilha, vai ficar totalmente satisfeito. – o cara colocou as mãos na cintura da minha mãe – pode conferir tudo o que quiser antes de decidir, vai ver que tudo é de primeira.
- Tudo?
- Claro que sim, vai ver que tudo é de primeiríssima.
- Até a chefa?
- Kkkk, a chefa é a melhor – disse minha mãe – não acha?
- Vamos ver – acariciou as coxas nuas dela – hum, realmente macia, sim – subiu as mãos até os peitos – e realmente potente.
- Se já decidiu, podemos ir pro escritório e fechar a venda – o cara amassava os peitos dela por cima do vestido.
- Acho que já decidi, sim. Compro a moto, mas queria testar mais a fundo o material, senhora, tem umas coisas que ainda faltam conferir.
- Tudo o que o senhor quiser, cavalheiro.
O cara desceu da moto e passou a mão na bunda dela. Piscou o olho pra mim. Minha mãe também desceu, com o espetáculo de sempre, e foram pro escritório. Nunca me acostumei a achar normal ver minha mãe andando com um cara apalpando a bunda dela. Eu também fui fazer os papéis da venda, minha mãe sentou no sofá. Esperando, cruzou as pernas, descuidadamente deixando à mostra toda a pele das coxas. Ajeitou bem o decote pra deixar os peitos bem à vista. Ficamos olhando pra ela.
— Quando acabar, espero ele aqui pra tomar um drink. E você, o que tá olhando, garoto? — a gostosa fazendo bem o papel — Vamos, termina logo esses papéis.
Assim que ficou tudo em ordem, saí do escritório.
— Senhora, precisa de alguma coisa…
— Prepara uns gintonics pra gente antes de ir.
O cara, divertido, sentou do lado dela e colocou a mão na coxa dela. Enquanto eu preparava as bebidas, ele puxou a alça do vestido dela pra baixo e mostrou um peito, ela tapou.
— Vamos, garoto, isso não é pra você. Ah, e bico calado com meu marido ou te corto — admirei minha mãe.
— Claro que não, senhora. Não é da minha conta enquanto me pagarem.
Quando saí, ouvi o cara dizendo pra ela:
— Você vai gozar como nunca, gostosa — metido.
Não consegui ver porque ele fechou a persiana da janela, mas ouvi eles. Ouvi umas quatro coisas. Palavrões, "seu marido é um corno", "puta", e outras delicadezas, e também quando gozaram, claro, minha mãe também.
O cara saiu meio despenteado.
— Porra, mano, que gostosa que é sua chefe, como ela chupa pica e como ela fode, hein. Me deu uma limpeza no sabre daquelas, mano. — fez o gesto obsceno com a mão de chupar uma pica — Seu chefe deve ter uns chifres do caralho. Que mulher safada que ela é.
"Filho da puta", pensei, mas fiquei muito excitado. Minha mãe tinha conseguido uma boa grana pra mim, fodendo com um desconhecido.
— Depois de amanhã ela tá matriculada e pronta, senhor. Fico feliz que tenha gostado da chefe.
— Uma puta gostosa, devia comer ela, uma fera. E que peitões, porra.
— Ah, eu não posso, senhor, é a chefe.
— Kkkkk, beleza, até a próxima.
Vi que Oscar tava olhando da oficina, pelo jeito que me olhou, vi que ele desconfiava de algo. Enfim, vamos ver, pensei.
Entrei no escritório, minha mãe já tinha se vestido e tava como se nada tivesse acontecido. Recolheu com cuidado um camisinha e embrulhou. no papel.
- Vou no banheiro, filho, depois a gente conversa – foi pro banheiro da oficina, passou na frente do Oscar sem dizer nada.
Saiu toda banhadinha e renovada. Fresca como se nada tivesse acontecido. Fez um gesto carinhoso pro Oscar ao passar. Ele segurou ela um momento, não sei o que disse, mas ela riu.
- Vou pra casa, amor, que tá ficando tarde e seu pai precisa almoçar.
- Mas… como foi?
- Ah… bem, como sempre, você me conhece.
- Você gostou, Promíscua, ouvi você gozando.
- Claro, filho, uma foda é uma foda. E ganhei dinheiro pra você, putinhas gostosas.
Ela foi embora.
Oscar veio da oficina.
- Sua mãe é uma mulher sem igual, cara. Ela vai voltar?
- Pode ser que sim, amanhã talvez.
- Tomara que ela possa vir, cara. E não vou falar nada pro chefe. Pode fazer o que quiser. Mas tomara que ela venha. Gosto de conversar com ela enquanto trabalho, sabe.
- Não te garanto, vou falar com ela. – já tinha ele na mão – cê curte minha mãe?
- Porra, cara, é muito diferente trabalhar lá quando ela tá.
Fechamos a loja e fui almoçar. Meu pai tava muito interessado em como tinha ido na venda de motos. Falei que já tinha vendido uma, ele me parabenizou.
- Amor, tomara que nosso filho tenha jeito pra comerciante – ele falou pra minha mãe.
- Bom, faço o que posso, hehe, verdade é que o cara tava muito motivado, não foi difícil.
- Não tira seu mérito, filho – disse minha mãe – com certeza você deu um jeito de convencer ele. Você tem muitos recursos.
Meu pai confirmou. E completou:
- Você tá lindíssima hoje, Lina – falou pra minha mãe – cada dia mais gostosa – passou a mão na bunda dela.
- Bobo – ela disse, e se inclinou pra beijar ele – você que me vê bem, meu bem – minha mãe amava ele loucamente, e sempre com muito carinho.
Você não sabe como sua mulher se mantém gostosa, pensei, na base de gozadas, a gente mantém a buceta dela tão fodida quanto precisa, mas só você dá o carinho que ela precisa. Qualquer um serve pra dar uma foda, dá vertigem pensar na Uma quantidade imensa de homens que sua esposa recebeu entre as coxas, tão fácil quanto é, mas só com você ela é completamente feliz. Senti uma ponta de inveja, nunca poderia ser como ele. Não tinha certeza se conseguiria fazer uma mulher feliz, dar prazer sim, mas fazê-la feliz…
Bom, não acho que naquele momento eu pensasse muito nisso, são mais reflexões de agora.
À tarde voltei cedo pra pegá-la sozinha.
Ela estava lendo no sofá, linda, de pernas cruzadas, como tantas e tantas vezes eu a via desde criança quando chegava em casa, uma imagem que me era muito familiar. Como sempre, me aproximei por trás e ela me ofereceu a boca, deixando a cabeça cair pra trás, num gesto sensual que também era familiar, mas era exatamente como fazia com o marido. Beijei-a intensamente e deslizei minha mão até o peito dela, sem sutiã, amassei sua teta macia e apertei o bico. Ela gemeu com a língua dentro da minha boca, puxei o mamilo, puta merda, o mamilo da minha mãe, que grosso. Não precisamos dizer nada, fui na frente, ela tirou minha pica pela braguilha e começou a me chupar. Agarrei o cabelo dela, que tesão doentio ver minha mãe assim, agarrada na minha pica. Em silêncio, combinado, nenhum dos dois falava, quando eu tava bem duro, tirei da boquinha materna dela.
Ela levantou a saia do vestido e abriu as coxas. Vi a buceta dela nua, quase toda raspada, com os lábios externos grossos, carnudos, não tava de calcinha, sinal claro de que me esperava. Pensei que era aquela visão que o cliente tinha tido horas antes, minha mãe oferecendo a bucetona dela pra ele foder. Sempre pensava na quantidade de caras que tinham visto aquilo antes de meter. Passei as pernas dela pelos meus ombros e enfiei a pica dentro, a bucetona dela tava molhada. Como sempre, gemeu de prazer.
Ela me beijou de língua, procurou minha língua, ficamos assim um bom tempo nos curtindo sem dizer nada, até que ela se deitou de comprido no sofá e eu por cima, bombando ela com minha pica e nos comendo de boca. boca, como amantes, até que ela gemeu daquele jeito que anunciava o orgasmo dela, acelerei o ritmo e gozamos os dois, nos olhando de perto, com os olhos meio fechados. Ainda ficamos mais um tempinho ofegantes, nos beijando. Foi uma forma de ter minha mãe diferente, tive um orgasmo muito forte.
- Ufff, mãe – sussurrei
- Ssssssh – ela sussurrou. Me beijou de novo. Queria ficar quieta e em silêncio. Diferente de outras vezes.
Continuei entre as coxas dela, mas meu pau já estava fora, ela me acariciava e me beijava. Finalmente:
- Sai de cima, querido. Hoje você me fez amor, mais do que me fodeu, mas me encheu de porra do mesmo jeito. Te amo muito.
Fui ao banheiro com ela. Tava impactado com o que ela tinha dito.
Entramos na banheira. Ela me ensaboou e eu ensaboei ela, mas sem sexo, com ternura.
- Como você é linda, mãe – beijei as costas dela e abracei, senti um impulso de carinho filial – te amo.
- Ummm, meu menino – ela se virou e me beijou o rosto várias vezes – meu pequeno precioso. Que homenzarrão gostoso você tá se tornando – me acariciava como mãe – que lindo foi fazer amor com você.
Um episódio difícil de explicar e entender. Não durou muito. Acho que felizmente, mas me trouxe muito tesão pra relação.
- Me fez muito bem, querido, depois de ter fodido com aquele cara.
- Por quê? Foi desagradável?
- Psst, não. Insosso, um ejaculador precoce. Encheu minha boca de porra logo de cara – já estávamos de novo como antes.
- Você engoliu a porra dele?
- Era o que ele queria, a primeira coisa que perguntou “Ei, você chupa?” “Depende, não todo mundo, por exemplo, meu marido, não” “Vai me chupar?” “Sim, se você quiser, eu chupo” “Porra, sim, tia, chupa meu pau”. Eles alucinam. Não tão acostumados. E o mais doido foi quando eu tava chupando “Porra, tô alucinando, você tá chupando meu pau, que forte, ei, você engole a porra, é engolidora?” “Não, só algumas vezes” “Porra, tia, você engoliria meu Porra? Sempre sonhei com isso, por favor, tia, engole ele” “Bom, se você quer tanto assim, goza na minha boca, vou engolir seu leite” “Siim, vou gozar na sua boca”
- E o marido?
- Já vi que o que excita eles é cornoar outro, comer a mulher dos outros é o máximo. E olha que ainda se sentem mais machos. “Você gosta da minha pica, hein, mais que a do seu corno?” “Sim, muito mais que a do meu marido, você é muito mais macho”. E chamar a esposa dos outros de puta.
- Uff, mãe, e mais o quê?
- Ele gozou quase na hora, tava carregado, me pegou de surpresa, de repente tava jorrando porra na minha boca. “Toma, tia, toma leite, engole”, igual todos. Era a primeira vez que uma mulher engolia o gozo dele.
- Tinha gosto bom?
- Normal, eu gosto do sabor de porra. Depois ele me comeu. Fez eu chupar de novo até ele ficar duro e meter no meu xibiu. Dava muito tesão foder a mulher dos outros. Ele disse que era a primeira vez que comia uma casada e que isso excitava ele pra caralho.
- E você gozou, Promíscua.
- Sim, de tanto chupar a pica dele e engolir a porra, fiquei com tesão. Você sabe que me excita muito ser penetrada e ter as tetas chupadas. Não passa de uma transa com um desconhecido, mas é uma transa.
- Das centenas que você já deu. Mãe, que puta você é, como eu te amo.
- Kkkk, e eu disse pra ele que meu marido não me faz gozar igual ele. Ele foi embora pensando que era o macho mais foda de todos, kkkkk.
Eu beijei ela. Minha puta. A melhor.
Na hora do jantar, ela tava ainda mais gostosa. Meu pai olhava pra ela com vontade. Naquela noite, eu ouvi eles fodendo. Minha mãe era incrível, três homens num dia. E pronto.
No dia seguinte, ela veio de manhã na loja de motos. Veio com uma saia preta curta e uma jaqueta cinza pérola. Quando tirou, tava com uma blusa justa, apertada demais, branca, os botões prestes a estourar e sem sutiã, deixando ver a pele dos peitos entre os botões, marcando o bico. Insultantemente sexy. Porra, mamãe, você tá arrasadora hoje.
- Vamos ver se a gente vende alguma coisa hoje – ela me disse – Ah, e não tô de calcinha, achei que seria melhor.
- Assim dá pra ver que você é mais fácil de foder, mamãe.
- Não é que eu seja fácil, é que eu gosto de foder pra você.
- Você gosta de foder. Ponto final. Você é uma putona.
- Kkkk, sim, eu gosto. Mas não faria se não fosse por você.
Eu já tinha atendido vários clientes, sem sorte. Oscar olhava pros peitos dela, devorando ela com os olhos, mas dava pra ver que a exuberância da minha mãe o intimidava um pouco. Ela plantou dois beijos nele, roçando o peito.
Foram conversando, bom, quem mais falava era minha mãe, Oscar só tinha olhos, mas tava visivelmente intimidado pela exuberância da mulher.
Oscar começou a mexer na moto que tava pendurada e minha mãe parecia interessada no que ele fazia, ficou do outro lado pra ficarem de frente um pro outro. Eu tinha uma visão lateral, ou seja, via os dois de perfil. Conversavam.
A porta tocou. Clientes. Ia avisar minha mãe, mas eram duas garotas jovens. Queriam motos, pra ver se o pai comprava de aniversário. Passei as informações, fiz elas subirem nas motos, tive um belo espetáculo de pernas e calcinhas. Elas foram embora, mas iam voltar, disseram.
Voltei pro meu posto de observação. Bem na hora. Minha mãe falava naquele tom sedutor que sabia usar, mas, aparentemente, Oscar tava entretido com a moto, embora jogasse olhares pros peitos dela direto. Não se atrevia. A blusa da minha mãe tinha um ou dois botões a mais desabotoados, generosidade da parte dela, já cobria pouco, mal as aréolas e os bicos, mas deixava ver bem os peitos magníficos e redondos dela, tipo melão.
De fora, dava pra ver uma gata que claramente tava se oferecendo. Percebi que Oscar tava marcando um belo volume.
Minha mãe colocou a mão no braço dele, elogiando a musculatura, e no ombro, com certeza a vaidade do Oscar tava sendo muito agradecida.
Oscar de vez em quando virava o olhar pra porta de separação, obviamente tava preocupado se eu ia ser visto com nada menos que a minha mãe.
Aí minha mãe foi até uma mesa cheia de ferramentas e trecos, claramente de trabalho com as peças, mexeu em algumas enquanto falava e se virou, se apoiando e colocando as mãos pra trás. Os peitos ainda se destacaram mais, não sei como os poucos botões que sobravam não voaram. Oscar foi até ela também falando baixinho. Quando chegou perto, olhou diretamente pro peito dela.
Oscar tava falando baixinho. Eu tava intrigado, o que será que era?
Minha mãe olhou nos olhos dele, depois concordou com a cabeça, Oscar desabotoou outro botão, e mais um. Caralho, tava me deixando de pau duro, minha mãe com as mãos pra trás, deixou Oscar descobrir totalmente os melões dela. Eu via perfeitamente os bicos duros.
Continuaram conversando, naquela posição, agora Oscar com as mãos nos bolsos. Que porra eles tavam conversando com a minha mãe mostrando os peitos nus?
Ele olhava pra aquelas tetas espetaculares, sem mover um músculo.
Conversavam, claramente sobre os peitos da minha mãe, me pareceu. Por um bom tempo, fiquei puto vendo eles papearem com as tetas nuas da minha mãe ali, com os bicos duros e grossos como pitões, pedindo uma mordida aos berros.
Depois de um tempo, Oscar levou a mão até o bico grosso, que acariciou fascinado, sem parar de falar, e sem que minha mãe tirasse as mãos de trás. Minha mãe concordou de novo e Oscar pesou a teta, conferindo peso, textura e toque.
Conhecendo ela, sabia que tava adorando.
Levantou a outra mão e fez a mesma coisa na outra teta, amassando as duas. Vi minha mãe concordar. Oscar agarrou os dois bicos com os dedos, beliscando, brincando com eles, puxou pra frente, depois pra cima, pros lados, não acho que tava causando dor forte, mas era óbvio que ele tava fascinado pelo jogo e pelo movimento das tetas.
Ela perguntou algo e ele concordou. Minha mãe começou a mexer o torso, fazendo os peitos dançarem. peitos, que ele olhava hipnotizado aquele balanço de tetas que minha mãe sabia fazer tão bem.
Algo minha mãe disse pra ele e ele concordou.
Então minha mãe passou a mão direita pela nuca dele, aproximou o rosto dele do peito dela, e ofereceu com a mão esquerda, o mamilo e uma parte da teta desapareceram na boca de Oscar, dando de mamar, brincando com a teta dela na boca de Oscar, se ordenhando pra ele, que cada vez mamava com mais vontade. Eu queria ouvir o que minha mãe ia dizendo. Percebi o prazer que ela sentia dando teta. Oscar sugava como um sedento e minha mãe gemia de gosto.
Minha mãe deu a outra, apertando ele contra ela, esmagando a tetona dela na boca e no rosto de Oscar, que devia chupar bem ou morder pelos gritinhos que ela dava. Oscar agarrou a teta dela com as duas mãos, excitadíssimo, apertando e devorando com ansiedade. E depois com a outra teta. Minha mãe, com as mãos pra trás, deixava ele fazer.
Ela meteu a mão no volume dele, por iniciativa própria, e ouvi uma exclamação dela. Não era difícil deduzir que o tamanho tinha surpreendido ela. Oscar parou com as tetas, conversaram. Parecia nervoso.
Oscar abaixou a braguilha e minha mãe, com as tetas de fora, enfiou a mãozinha dela dentro. O que ele tirou pra fora era bestial. Uma pica enorme, muito maior que a minha ou a do meu avô, ainda meia-bomba já era enorme, comprida e grossa. Minha mãe segurava com a mãozinha dela, pequena comparada com aquela piroca.
Minha mãe disse algo pra ele e se agachou, deus, como ela adora mamar pica, pensei.
Ela passou a pica no rosto, lambeu com a língua, olhava pra Oscar e sorria, ele estava alucinado, parado, em silêncio. Claro, ela teve que abrir bem a boca pra caber, uma barbaridade de pica, que aos poucos foi ficando mais dura e maior, mal cabia a cabeça dentro. Ela brincou com ela, dava tapinhas no próprio rosto, coisa que Oscar adorava. Depois pegou a teta e bateu a pica nas tetas que tanto fascinavam Oscar, esfregando a piroca com Os mamilos. Incrível o tamanho que ele tinha, pensei que devia ter uns 25 ou 27 cm. Um belo pedaço maior que o meu.
Minha mãe tava adorando chupar aquele pedaço de pauzão, a saia dela toda arregaçada, mostrando obscenamente pro Oscar a buceta que tava morrendo de vontade de ser penetrada. Oscar gemia, todo feliz com a chupada que a puta peituda tava dando pra ele. Minha mãe parou, olhou pra ele e falou alguma coisa. Ele concordou e começou a mexer o quadril, metendo na boca dela. Não durou muito, logo vi Oscar se tensão e minha mãe recebendo porra, com certeza uns bons jatos de leite porque tava escorrendo da boca dela, ou simplesmente porque com tanta rola não cabia tudo.
Oscar bufava de prazer, minha mãe tirou a rola da boca e mostrou pra ele a própria porra enchendo a boca dela. Ainda deu mais uns dois esguichos que eu vi perfeitamente caindo dentro da boca aberta dela. Ela saboreou e, finalmente, engoliu tudo. Continuou chupando ele por um bom tempo, até deixar bem limpinho. Minha mãe, comedora de rola e engolidora de leite. Minha mãe, limpadora de paus.
Ela se levantou e ergueu a saia, obscena e promíscua, falou alguma coisa pra ele. Ele colocou a mão na buceta dela, ela pegou a mão dele e eu soube que tava ensinando ele a esfregar direitinho a boceta dela. Deus, que puta. Minha mãe com os peitos de fora, as pernas abertas, curtindo a siririca de um moleque da oficina. Eu sabia que ele tava enfiando um ou dois dedos, pelo movimento da mão. Minha mãe gemia alto.
A rola do Oscar ainda tava durona, balançando. Pensei que ia furar a buceta até de uma puta como ela. Ela acariciava ele, toda gulosa, fazendo ele parecer ainda mais monstruoso. Quase não conseguia segurar, mas ela tava decidida a descobrir como era, cada vez com a respiração mais ofegante.
Ela se jogou pra trás na mesa, ficando numa posição promíscua e obscena, as pernas bem abertas, oferecendo aquela bocetona, com Oscar enfiando os dedos nela. A outra mão do Oscar... amassando uma tetona dela. Tive a sensação de que ela gozava.
Disse algo bem rápido pro Oscar, ele concordou.
Sentou numa mesa de trabalho, com a saia arregaçada e as pernas abertas, e eu soube que tinha pedido pra ele foder ela. Ainda melada, encaixou o pauzão na entrada da buceta e sussurrou, não ouvi mas devia ser algo tipo "empurra" ou "me fode", pensei que não caberia tanta rola. Oscar era inexperiente, mas a rola entrou na minha mãe.
De novo, pensei, outro filho da puta na buceta dela. Oscar fodendo minha mãe segurando ela pelos peitos.
Mandou ele parar, com certeza tava dizendo "Você tem o pau grande demais, vai entrando devagar", porque Oscar suavizou o movimento, empurrava mas devagar. Minha mãe fez ele tirar várias vezes, com certeza não aguentava ele, mas voltava a meter.
Até que vi que sim, que tinha conseguido meter até o saco. Minha mãe ofegava, toda mole, escarrapachada, com os peitões de fora, realmente fodida, uma coroa gostosa com um novinho que tinha o pauzão dentro dela. Com certeza, não tinha visto ela assim, gemendo que nem uma puta, enquanto o filho da puta do Oscar fodava ela com aquele pica enorme, agora sim tava duro de novo, tirava e metia inteiro de novo, ela suava e gritava a cada vez, agarrava a bunda dele pra puxar mais pra perto, acho que teve vários orgasmos assim. Pensei que meu pai realmente não conhecia aquela mulher, suspirando com 27 cm de rola. O filho da puta continuou por muito tempo, fodendo e fodendo, cada vez mais violentamente, minha mãe quase nem se mexia, só recebia pica escarrapachada.
Ele falou algo pra ela, ela concordou. Se separaram e ela se apoiou na mesa, entregando a raba e abrindo bem as pernas, pra ele montar do jeito que quisesse. Oscar levantou a saia dela, encaixou a rola na entrada e enfiou, fazendo ela gritar de novo. Eu via eles de perfil, via perfeitamente o pauzão do Oscar entrando e saindo da minha mãe, que se mexia que nem uma boneca com as investidas violentas do Oscar, segurando ela pela Quadris.
Os peitos dela balançavam igual doidas, Oscar empurrava com tanta violência que minha mãe caía em cima da mesa de trabalho, apertando e varrendo as ferramentas e os metais com os peitos nus, sem se importar com nada, só se deixando montar. Pensei que os bicos sensíveis iam se machucar, mas ela só empurrava pra trás pra Oscar meter mais fundo. A cara de Oscar mostrava o puta prazer que ele tava sentindo ao foder minha mãe. Ele não parava de dar estocadas fundas, ela gritava.
Ele falou algo e ela disse que não, e mais umas coisas, com certeza ele ia gozar e ela tava pedindo pra não gozar dentro. Aí Oscar tirou o pau dela devagar da buceta, caralho, parecia que nunca ia sair inteiro, e ela se levantou, vi que ela tava com dificuldade de ficar em pé, provavelmente por causa dos orgasmos que teve e das porradas enormes que o macho deu nela, tão fundo. Ela se agachou, mas cambaleou e acabou de joelhos, vi os peitos dela vermelhos, Oscar esfregou o pauzão nos peitos e nos bicos e gozou neles. Uma porrada de leite.
Mesmo mole, era grandão. Vi o quanto minha mãe era uma puta de verdade. Ela meteu o pau na boca, com os peitos cobertos de porra, aos pés de um mecânico com um pauzão.
Finalmente ela se levantou, cambaleando, Oscar guardou o pau, minha mãe falou algo, ele beijou ela. Por fim, se separaram, ela guardou os peitos e ajeitou a roupa. Foi pro banheiro tropeçando.
Eu me mandei pro escritório, duro que nem um garanhão, tinha visto outra faceta da minha amada mãe, uma mulher safada que adora macho de pau grande.
Com ciúme e duro. Muito duro. Ela entrou no escritório e se jogou no sofá.
— Filho, tô destruída.
— Como assim? — resolvi fingir que não sabia de nada. Sentei do lado dela.
— Destruída literalmente. Seu amigo Oscar… nem sei como te falar… tô quase com vergonha… isso quase nunca aconteceu comigo… ele destruiu minha buceta. Não consigo nem fechar as pernas — ela tava sentada de pernas abertas, sem nenhum pudor. mostrando a buceta que, sem dúvida, tinha acabado de ser fodida, dilatada, os lábios inchados dessa vez não eram suficientes pra esconder a abertura da buceta, realmente um bocetão. - Já fodiram minha mãe de novo, porra. Você é uma putona. O que ele fez com você? - Nada especial e tudo ao mesmo tempo. Você tem razão, fodiram minha mãe. Mas… é especial. É que seu amigo tem um… pedaço de pau imenso… meus Deus… um garanhão com pau demais. - Parece que qualquer um pode foder minha mãe - eu sentia ciúme e ao mesmo tempo muito tesão. - Que jeito de foder, filho… muito mais comprida e grossa que a sua, a maior que já enfiaram em mim.
2 http://www.poringa.net/posts/relatos/2461664/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-2-para-18.html
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18 http://www.poringa.net/posts/relatos/2834718/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-18-para-18.htmlMinha mãe continua se prostituindo por mim, vendo os serviços dela em meu benefício. Meu avô e eu fodemos a Anna, e minha mãe encontra um macho que arrebenta ela, me surpreendendo.Minha mãe continuou pagando minha moto parcelado. O pai da Sara ia cobrando dela comendo minha mãe à vontade. Também não era tão caro pra ela.
- Nada mal, filho. É um homem decente, não me custa muito, não tem perversões estranhas. Eu me divirto.
Eu sempre a acompanhava nos encontros com ele e ia buscá-la depois. Me excitava pegá-la logo depois de ter prestado o serviço de puta pagadora, saber que há pouco aquela pele macia tinha estado nas mãos de outro, amassada e babada. Me dava tesão saber que ela tinha acabado de dar. Nada menos que minha mãe.
- Você se diverte, hein? Fica excitada dando pra ele. – ela me olhou, divertida – você sempre fica com tesão com uma rola dentro, puta.
- Fico excitada porque faço isso por você, fazendo de prostituta pro meu filho. Ele não é um amante especialmente bom, mas me faz gozar.
Adorava conversar com ela, o jeito dela falar sobre isso com tanta naturalidade, como se estivéssemos comentando coisas de família ou dos estudos.
- Ele tem uma obsessão enorme com meus peitos, hoje me pediu pra amamentar ele como um bebê. Disse "como você dava de mamar pros seus filhos".
- Hummm, que excitante. De qualquer forma, todo homem adora seus peitos, você é famosa por eles. Grandes e durinhos, bem cheios. Você gostou?
- Gostei, pra que mentir. Não costumo ter muitos pudores quando decido ficar com um cara, mesmo sendo assim, de prostituta.
- MINHA PROSTITUTA, mãe. A peituda da minha mãe, isso vem de longe.
- Sim, os peitos cresceram de repente num verão, quando voltei pra escola no ano seguinte, foi a grande surpresa, todas as meninas quase não tinham nada e eu já usava sutiã. Foi uma briga em casa, minha mãe queria que eu usasse sutiã de algodão, e eu queria os de mulher, os que realçam os peitos. Meu pai me apoiou. Os caras ficavam loucos pra ver e apalpar.
- E você deixava apalpar...
- É que me sentia muito importante, me sentia uma deusa, uma rainha. Ter peitos me dava poder. Os caras faziam tudo que eu mandava. Claro que tinha que ceder de vez em quando, pra eles também era uma descoberta. E as minhas amigas morriam de inveja. E descobri que me dava muito prazer. A gente já começava a se masturbar.
- Porra, mãe, você já tava puxando pra puta… pra quem você deixava encostar?
- hahaha, nessa idade não dá pra falar isso, era descobrir sensações e eu não tinha frescura, isso é verdade. Descobri que com meus peitos conseguia que me pagassem tudo, os caras sempre me davam presentes, me convidavam pra tudo. Deixava quase todo mundo apalpar.
- Em troca de deixar pegar.
- Às vezes só de ver. “Mostra os peitos, Cata, te pago um sorvete”, claro que depois não se contentaram mais só em ver. Eu me divertia.
- Que piranha. E deixava eles apalparem.
- hahaha, sim, o que eles não sabiam é que eu gostava mais do que eles. Me excitava pra caralho e depois eu me masturbava.
- Eles apalpavam muito?
- O tempo que eu levava pra comer o sorvete. Eu me encostava na parede, desabotoava a camisa ou levantava a camiseta, e tirava os peitos pra fora do sutiã. Eles não sabiam direito como fazer, eu achava engraçado. Tinham carta livre enquanto eu tivesse sorvete.
- Foi assim que eles cresceram. Eles não queriam foder?
- Ah, que nada, a gente ainda não sabia quase nada. Aprendi depois.
- Com o seu pai.
- Uff, coitado, ele ficava mortificado. Eu era a princesinha dele, mas ele não conseguia deixar de ver que eu tava me tornando mulher. Adorei descobrir que ele me olhava, e tentei provocar ele. Me excitava e me divertia. Gostava de mostrar os peitos pra ele, com qualquer desculpa ou descuido. E me atraía muito o pauzão dele, tinha muita curiosidade de saber como funcionava, ficava espiando ele pra ver.
Uma loucura, eu conseguia deixar o pau dele duro enquanto ia descobrindo a vida dele.
- Entre o seu avô e esse cara, de tanto me chupar, vão conseguir que eu volte a ter gozo. Outro dia fui no ginecologista e ele disse que detectou atividade nas glândulas. Porra, mamãe, que loucura, ele mama tanto assim em você?
- Você já viu seu avô, e esse aqui ganha dele. Deixa meus mamilos irritados. Ele gosta que eu tire uma teta, vestida, e dê de mamar no sofá, que eu coloque a teta na boca dele com minha mão, "igual fazia com seus filhos", e ele vai devagar, e depois a outra, ufffff. Além disso, ele gosta de fazer eu ser ordenhada de quatro. Depois ele me fode. Às vezes nem quer que eu chupe ele.
- Você fica excitada.
- Muito, comecei a fazer isso com meu pai, quando era adolescente. Você não sabe o que foi pra mim, meu pai era um ídolo, eu adorava ele como um deus, e ele gostar de mim foi uma grande afirmação. Ele ficava atormentado, me evitava, mas eu buscava qualquer situação pra enfiar minhas tetas na boca dele. Coitado, resistia o quanto podia, me sentia poderosa fazendo meu pai cair nos meus encantos. Foi uma época memorável.
- Até ele te foder.
- Coitado. Fui eu que fodi ele. Não foi o primeiro, mas foi o primeiro homem de verdade, e meu primeiro orgasmo do caralho, você sabe o pau que ele tem. Igual você.
- Você me deixou com tesão, mamãe.
- Ummmm, meu filho pervertido. Como você fica excitado fácil.
Quando cheguei em casa, meu pai já tinha chegado, então tive que aliviar meu tesão com um banho frio, mas nem assim. A imagem da minha mãe recém-fodida e dando de mamar pro pai da Sara me perseguia. Então fui pra cozinha, minha mãe tava mexendo nas coisas, meu pai via TV na sala.
- Tô com o pau duro, puta.
- Pelo amor de Deus, filho, seu pai tá na sala.
- Cala a boca, puta, abaixa a calcinha e se apoia. Sem frescura, ele acabou de levar chifre, lembra que você acabou de ser fodida, gostosa.
- Filho... é perigoso... - virei ela e baixei a calcinha violentamente - por favor...
- Puta, gosto de você quando acabou de ser fodida - tirei o pau duro da braguilha
- Por favor... filho... aahhhh - Enfiei de uma vez, ela abafou um gemido. A proximidade do meu pai me excitava.
- Toma, sua puta, tem a buceta mais fodida de Barcelona, vagabunda. Vou te engravidar quase na frente do seu marido, puta, você é a Promíscua mais fácil de foder do mundo inteiro – eu bombava forte nela, e falei sozinho em voz alta – Deus, porra, como eu adoro foder minha amadíssima mãe…
- Aahhhh…
- Toma porra – eu tava tão excitado que gozei na hora – uuuuuuaaauuuuuu, minha mamãe querida… minha peituda favorita… minha putona…
Tirei ela e deixei do jeito que tava, na posição obscena que um filho nunca deveria ver a mãe, a saia levantada e a calcinha abaixada, a buceta escorrendo esperma, dei um tapa na bunda dela,
- Assim que eu gosto, vagabunda, cheia do meu leite. Isso sim é uma mãe.
E fui pra sala guardando a pica na calça, já tranquilo.
- Que papai, que mentiras eles contam hoje…
Ouvi minha mãe indo pro banheiro.
Poucos dias depois, a Anna me ligou.
- Oi gostosa, como vai a vida no campo?
- Ufa, a mesma coisa, mas bem, eu gosto. Tô vindo da ginecologista.
- Tá bem?
- Tô grávida. Grávida de você, Roger, vou ter um bebê.
- Caralho! Que massa! Notícia foda. Seu marido sabe?
- Ainda não, quis que o pai soubesse primeiro.
- Tem certeza que é meu?
- Claro, idiota, meu marido não consegue há meses e seu avô gozou me comendo pelo cu, só pode ser seu. Sabia que sua porra abundante ia me engravidar, a ginecologista disse que eu sou muito fértil. Aliás, manda um abraço pra sua mãe e pro seu avô, adorei.
- Ummm você é um anjo. Tá se sentindo bem?
- Ótima. Tô feliz de ser mãe, finalmente aqui na cidade, todo mundo vai nos parabenizar e meu marido vai se sentir orgulhoso e muito macho por ter engravidado a esposa. E tô muito feliz de fazer de você um pai, mesmo que ninguém mais saiba. – ela fez uma pausa – Uma das suas putas vai te fazer papai. Como você se sente com isso?
- Adoro, ummm, papai. Adoraria comemorar bem com você.
- A gente vê quando der. Hoje vou contar pro meu marido que vamos ser pais. Te ligo quando puder.
Demoramos pra nos ver, não era fácil Perder-se numa cidadezinha longe da vigilância.
Meu avô e eu tínhamos comido ela, tínhamos aberto perspectivas novas que ela nunca teria na cidade, além de abrir o cu dela. Naquela sessão que expliquei no capítulo 17, antes da minha mãe, nós comemos a Anna, melhor dizendo, fizemos da Anna a puta que ela queria ser, porque minha mãe decidiu dar preferência pra Anna.
Ela tinha se colocado atrás dela, de frente pro pai dela.
- Olha papai, que fêmea jovem – Anna se deixava fazer. Minha mãe baixou as alças do vestidinho dela e deixou os peitos dela no ar, Anna instintivamente se cobriu parcialmente com as mãos – olha papai que peitinhos bons, jovens e firmes – minha mãe beijou suavemente a orelha da Anna e com cuidado baixou as mãos dela pra deixar os seios descobertos expostos pro meu avô – você vai querer que meu pai curta eles, Anna? Faz tempo que ele não tem uma mulher jovem como você. Eu queria dar de presente uma puta jovem e macia pra ele.
- Hum, Catalina, que vergonha… mas que tesão, nunca me vi assim, oferecida pra um homem…- ela olhou pro pau duro dele – e pelado…ai…com esse pauzão duro e enorme…meu deus…não sei se devo…
- Se você já teve esse rabo dentro da boca, já é uma puta, deixa ele curtir você, vai ver como ele curte de verdade, não igual seu marido.
- Uffa Catalina…sou uma puta, seu filho me come e eu chupei o pau do seu pai…- minha mãe terminou de baixar o vestido dela e depois tirou a calcinha fio dental, deixando ela pelada.
- Papai, essa putinha é sua, come ela, mete bem os chifres no marido dela – ela me olhou e sorriu, acariciou os peitinhos dela, oferecendo eles pro meu avô – é uma puta do seu neto, um presentinho – virou o rosto da Anna e beijou os lábios dela – fode com meu pai, pra você saber o que é um bom pau grosso, pra você saber o que é foder com um macho maduro.
Meu avô se aproximou dela, e abraçou ela, os dois pelados, o pau duro dele contra a barriga dela, com ternura beijou a boca dela. Anna olhou pra mim, e eu concordei sorrindo. As mãos do meu avô, ávidas de peito jovem, elas passavam a mão. Anna não parava de me olhar, no olhar dela percebi o tesão que sentia ao me ver entregue pela minha mãe ao meu avô. A mãozinha dela acariciava o pau do meu avô e esfregava de propósito na barriga dela, talvez já estivesse grávida de mim, talvez estivesse pensando na possibilidade de ser meu avô quem a engravidasse.
- Obrigado pelo presente, você é uma belezinha, pequena - ele beijou ela, puta merda, comeu a boca dela, Anna fechou os olhos - vou te fazer minha... hum... vamos passar um bom tempo, gostosa.
Nem preciso dizer que foi um puta espetáculo. Ele empurrou ela devagar para a cama e esticou ela, deixando os joelhos dela para fora, os pés no chão. Ele se agachou na frente.
- Abre essas coxas, gostosa, quero ver essa bucetinha - ela abriu as pernas, mas não muito - Hummm, você é meio tímida, hein? Transa com poucos... me fala, putinha.
- Ufff, só com meu marido... e uma vez ou outra com o neto dele...
- Hummm, então quase vou estrear uma candidata a putinha... - ele abriu as pernas dela bem mais - vou comer essa bucetinha de candidata, seu marido te come o pussy, gostosa?
- Ufff, não, bom, de vez em quando... a gente não faz sexo oral - dava pra ver que ela estava estranha, com um desconhecido abrindo as pernas dela e falando putaria na maior naturalidade - e-ele não gosta, diz.
- Hummm, então seu corno não sabe o gosto da sua xereca. Me fala, gostosa, você quer que eu coma ela? Hummm, tá apetitosa - ele falou pra mim - essa mina precisa de uma boa trepada ou duas. Me fala, gostosa.
- Uffffff... não sei... uu... é... - meu avô deu uma lambida lenta, do cu até o clitóris - aaaaaaaaaaa... uffff... s-sim... - ele ficou um tempo chupando o clitóris, não deixou ela fechar as pernas - uuaaaa!!
- Sim o quê, linda - ele parou - me fala o que você não fala pro seu marido. Quero ouvir, senão não continuo...
- Uffff... que sim, que me coma o pussy, pelo amor de deus... siim - meu avô lambeu os lábios e o clitóris dela de novo - aaaaaah...
- Mais, me fala o que você sente, continua, putinha adúltera - agora meu avô chupava ela todo o cuzinho, eu enfiava a língua, ela se revirava, louca de tesão – fala, porquinha
- Oooooh sim, sim…que gostoso…aaaaah…deus…incrível…ele come meu…p-potorro… siiiim… uuuuuuuffff…meu marido…nunca… aaaaaah…me abre as pernas…que putaria…deusss siiiiiiiiii…aaaaahh nunca…me comeram assim…oohhh to gozando…to gozandooooo…aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahh – ela esfregava a buceta na boca do meu avô, possuída de prazer e luxúria, gozando gostoso.
- Boa, muito boa vagabunda – meu avô se afastou – obrigado, neto, por essa puta, me diverti pra caralho.
Minha mãe e eu olhávamos divertidos e excitados. Anna ofegava, se recuperando.
- Gostou, hein? Que chifrudo é teu maridinho – ele subiu em cima dela, no peito dela, e bateu na cara dela com o pau – teu marido te dá porrada de pau, porca?
- Uuff, não, nunca – meu avô passava o pau na cara dela – ele é muito carinhoso…ummm…que pau…
- Ele nem coloca os ovos na tua boca, com certeza, chupa eles pra mim, gostosa, assim, ummmm gostei de você, porca…neto…
- Fala, vô.
- Ela é uma garota linda e eu adoro, tem talento pra puta, mas precisa ser ensinada. Adoro. Ummmmmm siiiim, que delícia chupar meus ovos, vagabunda. Teu marido tem os ovos grandes?
- ummm… n-não…os do meu marido não são nem metade dos seus…
- Ummm por isso você chupa tão bem, hein, putinha?...gosta dos grandões…que nem o pau – ele passava o pauzão na cara dela – você vai lembrar do meu pau quando estiver com teu maridinho…fala, puta, porrada de pau na tua cara de adúltera safada…
- Ummmm sim, gosto dos seus ovos enormes e do seu pau enorme…sim…porrada de pau na minha cara…ufff nunca tomei porrada de pau…
- Assim que eu gosto, sem timidez. Isso é porque você era uma senhora decente, agora é uma putinha. Quer que eu te coma com meu pau enorme? Que eu monte em você como a puta que você é? Fala, porca.
- S-sim, sou uma putinha e porca…me come com seu pau enorme…me monta como uma puta…
- Ummmm Você gosta de ser puta, hein?
Minha mãe batia uma pra mim enquanto olhava pra eles. Meu avô Ele deslizou para baixo e se meteu entre as pernas dela.
- Vou foder sua puta, neto.
Minha mãe agarrou o pau do meu avô – enfia, pai – e guiou o pau dele pra buceta da Anna, que se escarrapachou toda – Anna, você vai ver como meu pai fode bem.
- Porraaaa, que bucetinha apertada – disse meu avô empurrando – tô gostando.
- AAAAAAAAAAAiii...meu Deus...que grossa!!!!! – Anna sentia meu avô entrando fundo – uff...augghhhh, Deus, Deuss... – ele tinha entrado só até a metade. Minha mãe fez ele tirar – oooh, ufffff,...que pauzão ele tem.
- Isso se chama pirocão, Anna. Cê gosta, hein, puta? – disse minha mãe. Então minha mãe apoiou o rosto na barriga da Anna e a boca dela ficou perto da buceta dela – pai, me dá de comer essa vara – ufffff, que tesão foi aquilo. Meu avô enfiou a rola na boca da minha mãe – ummmmmm, tem gosto de buceta.
Meu avô tava no sétimo céu.
- Chupa o pau, filha, porraaaa, que boquinha você tem, chupa, chupa, que puta gostosa!, toma pau...agora a bucetinha dessa puta casada...toma rola, linda...- Agora ele enfiou sem dó até o talo – toma pirocada, vadiazinha...teu marido não tem um assim, né, porca?
- AAAAAAAAgfff...Deus...siiim – ele bombava – aaaaaaaaafffg...que grosso, Deuss...que p-p...pirocão!!...o do meu marido não tem nem metade...aaaaaayyyy...siiiiiiiii...me enche todaaaa...
- Você vai voltar pra ele com a buceta largada de puta...porraaaa...que apertadinha...toma, toma, toma, sua vagabunda...ufff...tô gostando da sua xereca...agora na boquinha da minha neném...chupa o pau do papai, pequena...- o filho da puta alternava buceta e boca, as duas doidas de tesão. Meu avô então agarrou a Anna pelos tornozelos e passou por cima dos ombros dele – Agora você vai saber o que é um homem de verdade e o que é ser fodida como uma puta.
Ele enfiou a rola nessa posição até o talo e começou a bombear com violência.
- AAAAAAAAAAAAAAAAhhhh...Deussss...AAAAAAAAAAAhh...tô sendo fodida como uma puta...
- Eu gosto de usar sua buceta pro meu prazer, sua puta fodida.
- Ufffff...vou gozar... correr…como nunca…
– Anna estava prestes – não tira de mim, por favor – ela me olhou – Roger, querido, eu tô dando pro teu avô… e como ele fode bem… que pauzão… vou gozar com teu avô… siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii… oooooooooooooooohhh…
– vimos um orgasmo do caralho… não acabava nunca e meu avô bombando ela enquanto minha mãe apertava os peitos dela. Ela ficou toda mole, ofegando como se faltasse ar.
Meu avô tirou a pica dele e se deitou ao lado. Minha mãe foi rápida pra chupar ele. Eu fui e beijei a Anna.
– Roger… foi o orgasmo mais foda que já tive… eu fui bem? teu avô gozou?
– Ummm Anna, você esteve linda e uma puta muito gostosa, não, ele não gozou.
– Uff, falei um monte de sacanagem… e… e… você sabe por que tô te falando isso. Prefiro que seja teu, mas acho que já me engravidou.
– Tenho esperma pra você, sua vadiazinha.
– Ele deixou minha buceta toda arrombada… – ela reparou na minha pica dura – ummm… sou uma puta… me fode, nunca fui comida por dois homens… queria ser tão puta quanto sua mãe… me come… me dá tesão…
– Ummm, essa é minha puta – subi em cima dela, igual meu avô, coloquei as pernas dela nos meus ombros – toma pica, porquinha – até o talo.
– AAaaaaaaaaaaah… deus, que delícia… duas picas seguidas… dois pauzões… que puta que eu sou… adoro grossas… me fode Roger, deusss siiiiii… ooooh Roger… que grande… siiiiii… fui comida por dois homens… uuauuuuuuu siiiii
Minha mãe continuava chupando a pica do meu avô e os dois olhando.
– Vô, você deixou a boceta dela igual um bebedouro de pato, sendo que essa puta tem uma tão apertadinha.
– Ela é uma puta, tão recatada que se faz, mas curte mais um pau grosso do que criança curte doce. Diz, puta, cê gosta de foder com pica grande, hein?
– Ooohhh siiiii… adoro foder… com homem de verdade… sou puta… uma puta… Oooooh siiiii continua siiii… – eu bombava com gosto – aaaaaaaaaaaahhh por deusss que delícia…
– VAGABUNDA ENGOLE PICA
– Aaaaaaaaaaaaahh… siiiii
– CASADA SAFADA, PORCA INFIEL – meu avô se levantou – fica de 4 Patas, neto, vou meter nela como a puta que ela é.
Claro, eu fiz isso, meu avô enfiou de uma vez.
- Toma, pica, puta, uuauuuu indecente... tô metendo nessa puta, sim ou não, sua puta?
- AAAAAaaaaaaaahhh.sisisisi... puta... uuuuuuh... muito puta...
Eu me deitei de barriga pra cima.
- Passa a puta pra cá, vô, que vou empalar ela – dito e feito, em nada ela tava montada no meu pau e ela mexendo a buceta igual uma louca. Puxei ela pra perto e chupei os peitos dela, meu avô se posicionou atrás.
- Segura a puta que vou comer o cu dela, neto.
- Aaaah não... não... o cu não – seguramos ela e meu avô encostou o pau no cu dela.
- Puta, fodida e dada pelo cu, usada, ouviu, USADA – ele empurrou e, lubrificada como tava a pica, entrou, eu senti no meu pau.
- AAAAAAAAAAAAiyyyy...
- Grita, gostosa, toma pica, deus, que cu apertado, que prazer você me dá... – ele enfiava cada vez mais fundo – devagarzinho, vai ver como você gosta de ter dois paus...
- Aaaaaahhh... ufffff... tá rasgando meu cu... uuuuh... meu deus... fodida por dois homens... ao mesmo tempo... meu deus... aaaaahh... nunca... nunca... oooooohh... deussss... que grossos...
- Aproveita, Anna, você é uma deusa do sexo, uma verdadeira mulher... – beijei ela com suavidade – você é a rainha das putas, a melhor...
- Ooooohh siiiiim... ufffffff... eu gosto... fodida e dada pelo cu... com dois paus enormes... ummmm... sou uma deusa... aguento os dois... ummmmm... SOU PUTA... SIIIIIM...
- Vou descarregar minhas bolas no seu cu, puta, ele é bem apertadinho e não aguento mais, porca... me diz
- Oooh siiiiiim... enche meu cu de porra... siiiiiim... sinto prazer de puta... tá doendo... aaaaah... siiiii... deus... me fode, Roger... aaaaaaaaaahhhh
- Toma porra, puta, você é uma puta fogosa dada pelo cu, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii tomaaaaaa uauuuuuuu
- Arfggggggsiiiim... pelo amor de deus... me excita, me excita... deus, como eu sinto seu pau, Roger... me enche de porra... sou uma fogosa... vou gozar... uuuuuuuh
- Quer minha porra, puta?
- AAAAAAAAAAaaaa siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii bem dentro... siiiiiii... me engravida... seu avô me come pelo cu... siiiii... me vem… tá vindo… me dá seu gozo pelo amor de deus… aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh- ela gozou como nunca.
- Toma gozo sua putinha gostosa…toooooooooooooomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Acabamos os três ofegando como cachorros.
- Na minha vida… eu nunca tinha tido… orgasmos assim. – ela falava entrecortado, ofegante – eu amo isso…- sorriu – uffff… nunca pensei… que diria uma coisa dessas… eu amo… ser uma puta.
Meu avô acariciou os peitos dela e beijou ela com carinho
- Você é uma preciosidade, pequena, obrigado por me deixar aproveitar seu corpo, doeu muito a enrabada?
- Doeu – ela acariciou o pau dormido e as bolas do meu avô – foi uma experiência excitante e fabulosa… gostei de ter levado no cu… e me sinto orgulhosa de o senhor ter gozado comigo…
A verdade é que entre o primeiro dia e esse ela tinha engravidado, segundo ela, e eu acreditei. E agora me dava tesão poder ter ela sabendo que estava carregando um filho meu, mas não pude vê-la até algumas semanas depois, e já dava pra notar uma barriguinha crescendo e os peitinhos dela tinham aumentado.
Mas já vou contando mais coisas da Anna.
Enquanto isso, o pai da Sara me fez uma proposta.
"Ele tinha um rapaz mecânico, vendia motos mas também preparava e consertava, que o substituía quando precisava se ausentar, mas dessa vez ele tinha que ir pra Itália uma semana inteira, se desse certo ele poderia importar motos de lá por um preço bom.
Ele me propôs que eu fosse de manhã na loja dele e, como eu entendia de motos, poderia vender ou pelo menos atender temporariamente possíveis clientes e assim ele não precisaria fechar nem a oficina nem a loja.
Eu disse que queria uma porcentagem das vendas e ele se surpreendeu.
- Buceta, você pensa em vender mesmo, só de atender os clientes, pegar os dados e informar eles já pode ser suficiente e quando eu voltar, eu ligo pra eles.
- Insisto, porque vou vender várias motos.
- Kkkk, assim que eu gosto, otimista. Fechado.
A verdade é que Eu tinha um plano perverso: levar minha mãe comigo pra loja, de certeza que ia conseguir clientes. Mas não contei pra ela.
E foi assim que fizemos. Trabalhei uns dias antes dela ir embora pra me atualizar dos detalhes e conhecer o mecânico, um cara de uns 22 anos, simpático, aberto, bem moreno – depois me disse que o pai era do norte da África e ele tinha os genes de lá. Era muito tarado, sempre comentando sobre as clientes ou as mulheres que entravam.
Nos entendemos super bem rápido. A oficina era ao lado da loja, com uma porta de correr que isolava uma área da outra e tinha entrada pra rua pelos dois lados. Assim, dava pra abrir só um dos negócios ou os dois.
No primeiro dia, fui sozinho, mas minha mãe chegou mais tarde. Apresentei ela pro Oscar, o mecânico, que ficou de boca aberta.
Quando minha mãe tirou a jaquetinha que tava usando, revelou um vestido de alcinha leve e decotado, sem sutiã, mais curto do que o razoável e salto alto. Bem arrumada e maquiada, uma senhora muito gostosa.
Vi que ele tava devorando ela com os olhos. "Isso é bom", pensei. Mas ainda não tava convencido dessa ideia de levar minha mãe pra lá, não parecia normal. É óbvio que não era nada normal, então eu tinha que conquistar ele.
— Sua mãe é muito gata, cara. É coroa, mas tá muito bem — sabendo dos comentários que ele fazia sobre as outras minas, com minha mãe ele foi mais contido, mas eu sabia o que ele tava pensando.
— Valeu. É, sou filho dela, mas não sou cego e sei que os caras curtem, com esse par de peitos que ela tem.
— Porra, sim. Não se ofende, mas ela é de dar água na boca.
— Haha, é.
— Mas ela vai ficar aqui com você?
— Sim, pensei que ela pode me ajudar. E ela topou.
— Mas o chefe não me falou nada, só disse que você viria.
— Bom, foi algo que pensei depois. Acho que não te incomoda, né?
— Não, não me incomoda nada, mas se o chefe não souber... sei lá, cara, teria que comentar com ele, você sabe como ele é, e na real eu sou o responsável.
- Vai, tio, prefiro que não, não vá depois ficar discutindo comigo sobre as comissões. Ele não precisa ficar sabendo, acho que ela pode atrair mais clientes, é só ficar por aqui, se virem ela da rua, com certeza vão entrar mais. Você mesmo disse, ela é gostosa.
- Porra, não sei, não tô tranquilo, depois o chefe vai encher meu saco.
- Pussy, não seja assim, Oscar. Vai ver como você vai ficar melhor com ela por aqui, vai alegrar a vista, e ela é muito simpática.
- É, isso é verdade. Mas não sei... bom, vamos ver no que dá.
Na loja tinha um quartinho que servia de escritório, com uma mesa, cadeiras, o normal pra fechar um negócio com papéis e tal. Num canto tinha um sofá grande, acho que pra tirar um cochilo ou fechar algum negócio "especial", como eu pensava em fazer com a ajuda da minha mãe. Também tinha uma geladeirinha e um armário-bar.
Da mesa dava pra vigiar a loja através de uma janela fixa com vidro, mas que tinha uma persiana de lâminas pra fechar a vista. O cara tinha um esquema bem montado.
Contei pra minha mãe sobre o mecânico.
- A gente tem que fazer o Oscar ser cúmplice e não ficar de saco cheio com você aqui, não quero que ele vá contar pro chefe.
- E o que você quer que eu faça?
- Sei lá, por enquanto conversa, se deixa ver, ele gosta de você pelo jeito que te olha, já sabe, faz ele querer que você fique aqui, vou improvisando.
- Tá bom, como você mandar, filho.
- Vamos pra oficina e conversamos com ele, fica perto, deixa ele ver bem o seu decote, se interessa pelo trabalho dele, já sabe, não se economiza. Ele vai se esquentar sozinho.
Me dava um tesão danado. Fiquei na loja, mas com a porta de separação aberta. Ouvi eles conversando, o tom da minha mãe, cordial, ele também. Às vezes minha mãe usava um tom sedutor, de gata. Gostava de imaginá-la inclinada mostrando as tetas lindas dela, olhando a moto ou qualquer coisa que o Oscar estivesse fazendo. Aos poucos, a conversa ficava mais animada, riam, reconheci aquela risada suave da minha Mãe, sedutora, com certeza Oscar estava dizendo algo agradável sobre ela.
Tudo ia bem. Fui até a oficina. Oscar tinha uma moto pendurada por correntes e estava montando o motor. O galpão era bem montado, tinha uns trilhos e umas roldanas com correntes para pendurar motos e motores, pra não ter que trabalhar no chão, embora também tivesse motos que eram trabalhadas no chão. Pensei no sexy que ela ficaria pendurada ali. Minha mãe estava ao lado dele, perto demais pra só estar olhando. Oscar estava usando um macacão de alças sem camiseta, mecânico total, vi que a braguilha dele estava inchada. Pensei que devia ter um pauzão, pelo tamanho do volume que marcava. O decote da minha mãe estava fazendo efeito.
Minha mãe tocou o braço dele.
- Você é bem trincado, Oscar, que músculos – ela sabia como elogiar a vaidade masculina.
- Bom, senhora, é o tipo de trabalho – dava pra ver que ele estava encantado.
- Vejo que vocês estão se divertindo – falei – buff, não entra cliente – me aproximei da minha mãe.
- É muito cedo – disse Oscar – eles costumam vir mais tarde.
- Tenho uma mãe maravilhosa, hein, Oscar? – abracei ela pela cintura, tentando levantar o vestido dela o máximo possível pra mostrar a coxa e dei um beijo na bochecha dela. Pensei que enquanto ela estivesse com ele, ele iria esquecendo a parada do chefe. Oscar olhou bem pra coxa que eu mantinha exposta, e desviou o olhar, nos encarou e minha mãe sorriu pra ele. Experiente como era, ela olhou pro volume dele, de propósito pra ele perceber que ela tava olhando, sem vergonha.
Um jogo que eu adorava. Oscar percebeu perfeitamente. Não disse nada.
- Bom, vou deixar ela com você um pouco, vou dar uma olhada nuns panfletos – pisquei um olho pro Oscar – te aviso se vier cliente, mãe.
- Ok, filho, gosto de ficar aqui com o Oscar enquanto ele trabalha, ele é muito simpático e gostoso.
- Hahaha, mãe, cuidado que ele é um mulherengo – só pra falar algo.
- Qual nada, qual nada – reclamou Oscar – quem me dera.
- Mas você é bem bonitão – disse minha mãe, tocou o braço dele – e muito forte, do jeito que a gente, mulher, gosta.
Fui embora pensando que tava tudo bem.
Me distraí olhando uns documentos de moto, interessante, de repente percebi que a conversa tinha morrido. Me aproximei com cuidado da oficina, mal se ouvia, de vez em quando o Oscar falava alguma coisa, minha mãe também, mas baixinho. Espiei com cautela.
Minha mãe tava sentada numa moto, uma vespa antiga que eles tinham de enfeite, brilhando mas sem uso, inclinada sobre o guidão, como se fosse pilotar, a saia bem pra cima. O Oscar explicava alguma coisa sobre os comandos, mas olhava descarado pras tetas dela, devia estar vendo um bom pedaço, e as coxas.
Claro, minha mãe não se fazia de rogada e mantinha a pose e o olhar, então o Oscar sabia que ela tava se mostrando de propósito e que tava gostando. Falavam alto mas baixo, ele se aproximava, falava perto, pra ver melhor as tetas, e minha mãe não recuava. Pensei que ela já tinha seduzido ele, tava no ponto. Também pensei que minha mãe não tava agindo só pra me agradar, fiquei convencido de que ela queria mesmo dar pra ele.
Fiquei na dúvida entre continuar olhando, excitado, pra ver se ele comia ela ali mesmo, ou interromper, também não era pra ele meter a primeira vez. Queria manter uma certa tensão, mas a ideia de ver ela sendo fodida me excitava. Tava hesitando, com a pica endurecendo, quando ouvi a campainha da porta, um cliente. Fui rápido e chamei minha mãe, da loja.
Acabava de entrar um cara de uns 40 anos, corpulento, de jeans e camisa xadrez.
— Senhora, pode vir aqui, por favor? — ufa, pela campainha.
Informação sobre as máquinas, isso e aquilo, enfim, não vou me alongar.
Minha mãe veio como se nada, sorrindo. O cara se surpreendeu e passou os olhos no corpo dela. Tava esplêndida, claro. Falei pro cara que ela era a mulher do chefe.
— Oi, tudo bem? Interessado em alguma coisa? o que podemos oferecer? Tudo está para satisfazer o cliente – ela parou na frente dele, bem perto.
- Sim, vejo que vocês têm um material interessante – ele olhou nos olhos dela e depois pro decote – precisaria saber quais são as condições.
- Tenho certeza que tudo pode ser resolvido – eu disse – o senhor só precisa decidir o que quer e as condições com certeza vão agradar. Já expliquei as características das máquinas. A senhora vai acertar as condições.
- Gostei dessa, o modelo mais potente, mas o preço é um pouco salgado.
- O senhor precisa de uma máquina potente, pra combinar com o senhor – minha mãe se apoiou na moto – uma moto pequena ia desmerecer, o senhor é muito másculo.
- Hahaha, isso é bom – ele falou comigo em particular – a mulher do chefe pode entrar no negócio?
- Bom, não sei, mas ela tá morrendo de vontade de vender. O marido deixou ela no comando da loja essa semana e ela quer provar que é capaz. Eu, talvez, pudesse convencê-la, ela é uma gostosa, hein?
- Ela é uma delícia e dá pra ver que é uma putinha, mostrando tudo. Você que conhece ela, se eu tentar, vai dar escândalo?
- Ah, que nada, isso é a última coisa que ela faria. Acho que se comprar a moto, até dá pra comer ela. Acho que o marido não dá conta.
- Bom, não sei, senhora – nos aproximamos dela – gostei, mas... o preço...
- Podemos dar algum extra, né, senhora? – me virei pra ele – não perca essa oportunidade, senhor, vai levar um produto bom. E a moto é foda. Vai ver que imagem boa vai fazer. Sobe aí, senhora, pro senhor ter uma ideia.
Minha mãe se ajeitou pra subir na moto, obviamente mostrando a calcinha, meio transparente, de um jeito que a gente via a buceta sem pelo. Montada de pernas abertas e inclinada, mostrava a perna inteira e um bom pedaço dos peitos.
- O que achou? – falei – imagem muito boa.
- Sim, imagem excelente – ele se aproximou – a moto e a motoqueira.
- O senhor é muito gentil, obrigada pelo elogio – minha mãe sorriu pra ele – se anima aí, Cara, a gente vai fazer um bom negócio, ousa dar o passo. O banco é superconfortável.
- É de couro – falei – com um toque único.
O cara passou a mão no banco, roçando de leve a bunda da minha mãe. Vendo que ela não reagiu mal, repetiu. Me olhou e piscou o olho.
- Vamos ver quão confortável é… – sentou atrás da minha mãe – hum, sim, é bem confortável… também é importante que a acompanhante vá bem – minha mãe se inclinou pra trás, colando mais nele. A cara dele ficou bem perto do ombro dela e o pacote dele grudado na bunda da minha mãe.
- Não pense mais, senhor – falei, e também piscou o olho – é do melhor que o senhor pode montar, é potente mas vai bem macio.
- Nunca montei uma assim, mas parece que é daquelas que puxam bem.
- Pode crer, senhor. Vai ver como pura maravilha. Né, senhora?
- Claro. Maravilha, vai ficar totalmente satisfeito. – o cara colocou as mãos na cintura da minha mãe – pode conferir tudo o que quiser antes de decidir, vai ver que tudo é de primeira.
- Tudo?
- Claro que sim, vai ver que tudo é de primeiríssima.
- Até a chefa?
- Kkkk, a chefa é a melhor – disse minha mãe – não acha?
- Vamos ver – acariciou as coxas nuas dela – hum, realmente macia, sim – subiu as mãos até os peitos – e realmente potente.
- Se já decidiu, podemos ir pro escritório e fechar a venda – o cara amassava os peitos dela por cima do vestido.
- Acho que já decidi, sim. Compro a moto, mas queria testar mais a fundo o material, senhora, tem umas coisas que ainda faltam conferir.
- Tudo o que o senhor quiser, cavalheiro.
O cara desceu da moto e passou a mão na bunda dela. Piscou o olho pra mim. Minha mãe também desceu, com o espetáculo de sempre, e foram pro escritório. Nunca me acostumei a achar normal ver minha mãe andando com um cara apalpando a bunda dela. Eu também fui fazer os papéis da venda, minha mãe sentou no sofá. Esperando, cruzou as pernas, descuidadamente deixando à mostra toda a pele das coxas. Ajeitou bem o decote pra deixar os peitos bem à vista. Ficamos olhando pra ela.
— Quando acabar, espero ele aqui pra tomar um drink. E você, o que tá olhando, garoto? — a gostosa fazendo bem o papel — Vamos, termina logo esses papéis.
Assim que ficou tudo em ordem, saí do escritório.
— Senhora, precisa de alguma coisa…
— Prepara uns gintonics pra gente antes de ir.
O cara, divertido, sentou do lado dela e colocou a mão na coxa dela. Enquanto eu preparava as bebidas, ele puxou a alça do vestido dela pra baixo e mostrou um peito, ela tapou.
— Vamos, garoto, isso não é pra você. Ah, e bico calado com meu marido ou te corto — admirei minha mãe.
— Claro que não, senhora. Não é da minha conta enquanto me pagarem.
Quando saí, ouvi o cara dizendo pra ela:
— Você vai gozar como nunca, gostosa — metido.
Não consegui ver porque ele fechou a persiana da janela, mas ouvi eles. Ouvi umas quatro coisas. Palavrões, "seu marido é um corno", "puta", e outras delicadezas, e também quando gozaram, claro, minha mãe também.
O cara saiu meio despenteado.
— Porra, mano, que gostosa que é sua chefe, como ela chupa pica e como ela fode, hein. Me deu uma limpeza no sabre daquelas, mano. — fez o gesto obsceno com a mão de chupar uma pica — Seu chefe deve ter uns chifres do caralho. Que mulher safada que ela é.
"Filho da puta", pensei, mas fiquei muito excitado. Minha mãe tinha conseguido uma boa grana pra mim, fodendo com um desconhecido.
— Depois de amanhã ela tá matriculada e pronta, senhor. Fico feliz que tenha gostado da chefe.
— Uma puta gostosa, devia comer ela, uma fera. E que peitões, porra.
— Ah, eu não posso, senhor, é a chefe.
— Kkkkk, beleza, até a próxima.
Vi que Oscar tava olhando da oficina, pelo jeito que me olhou, vi que ele desconfiava de algo. Enfim, vamos ver, pensei.
Entrei no escritório, minha mãe já tinha se vestido e tava como se nada tivesse acontecido. Recolheu com cuidado um camisinha e embrulhou. no papel.
- Vou no banheiro, filho, depois a gente conversa – foi pro banheiro da oficina, passou na frente do Oscar sem dizer nada.
Saiu toda banhadinha e renovada. Fresca como se nada tivesse acontecido. Fez um gesto carinhoso pro Oscar ao passar. Ele segurou ela um momento, não sei o que disse, mas ela riu.
- Vou pra casa, amor, que tá ficando tarde e seu pai precisa almoçar.
- Mas… como foi?
- Ah… bem, como sempre, você me conhece.
- Você gostou, Promíscua, ouvi você gozando.
- Claro, filho, uma foda é uma foda. E ganhei dinheiro pra você, putinhas gostosas.
Ela foi embora.
Oscar veio da oficina.
- Sua mãe é uma mulher sem igual, cara. Ela vai voltar?
- Pode ser que sim, amanhã talvez.
- Tomara que ela possa vir, cara. E não vou falar nada pro chefe. Pode fazer o que quiser. Mas tomara que ela venha. Gosto de conversar com ela enquanto trabalho, sabe.
- Não te garanto, vou falar com ela. – já tinha ele na mão – cê curte minha mãe?
- Porra, cara, é muito diferente trabalhar lá quando ela tá.
Fechamos a loja e fui almoçar. Meu pai tava muito interessado em como tinha ido na venda de motos. Falei que já tinha vendido uma, ele me parabenizou.
- Amor, tomara que nosso filho tenha jeito pra comerciante – ele falou pra minha mãe.
- Bom, faço o que posso, hehe, verdade é que o cara tava muito motivado, não foi difícil.
- Não tira seu mérito, filho – disse minha mãe – com certeza você deu um jeito de convencer ele. Você tem muitos recursos.
Meu pai confirmou. E completou:
- Você tá lindíssima hoje, Lina – falou pra minha mãe – cada dia mais gostosa – passou a mão na bunda dela.
- Bobo – ela disse, e se inclinou pra beijar ele – você que me vê bem, meu bem – minha mãe amava ele loucamente, e sempre com muito carinho.
Você não sabe como sua mulher se mantém gostosa, pensei, na base de gozadas, a gente mantém a buceta dela tão fodida quanto precisa, mas só você dá o carinho que ela precisa. Qualquer um serve pra dar uma foda, dá vertigem pensar na Uma quantidade imensa de homens que sua esposa recebeu entre as coxas, tão fácil quanto é, mas só com você ela é completamente feliz. Senti uma ponta de inveja, nunca poderia ser como ele. Não tinha certeza se conseguiria fazer uma mulher feliz, dar prazer sim, mas fazê-la feliz…
Bom, não acho que naquele momento eu pensasse muito nisso, são mais reflexões de agora.
À tarde voltei cedo pra pegá-la sozinha.
Ela estava lendo no sofá, linda, de pernas cruzadas, como tantas e tantas vezes eu a via desde criança quando chegava em casa, uma imagem que me era muito familiar. Como sempre, me aproximei por trás e ela me ofereceu a boca, deixando a cabeça cair pra trás, num gesto sensual que também era familiar, mas era exatamente como fazia com o marido. Beijei-a intensamente e deslizei minha mão até o peito dela, sem sutiã, amassei sua teta macia e apertei o bico. Ela gemeu com a língua dentro da minha boca, puxei o mamilo, puta merda, o mamilo da minha mãe, que grosso. Não precisamos dizer nada, fui na frente, ela tirou minha pica pela braguilha e começou a me chupar. Agarrei o cabelo dela, que tesão doentio ver minha mãe assim, agarrada na minha pica. Em silêncio, combinado, nenhum dos dois falava, quando eu tava bem duro, tirei da boquinha materna dela.
Ela levantou a saia do vestido e abriu as coxas. Vi a buceta dela nua, quase toda raspada, com os lábios externos grossos, carnudos, não tava de calcinha, sinal claro de que me esperava. Pensei que era aquela visão que o cliente tinha tido horas antes, minha mãe oferecendo a bucetona dela pra ele foder. Sempre pensava na quantidade de caras que tinham visto aquilo antes de meter. Passei as pernas dela pelos meus ombros e enfiei a pica dentro, a bucetona dela tava molhada. Como sempre, gemeu de prazer.
Ela me beijou de língua, procurou minha língua, ficamos assim um bom tempo nos curtindo sem dizer nada, até que ela se deitou de comprido no sofá e eu por cima, bombando ela com minha pica e nos comendo de boca. boca, como amantes, até que ela gemeu daquele jeito que anunciava o orgasmo dela, acelerei o ritmo e gozamos os dois, nos olhando de perto, com os olhos meio fechados. Ainda ficamos mais um tempinho ofegantes, nos beijando. Foi uma forma de ter minha mãe diferente, tive um orgasmo muito forte.
- Ufff, mãe – sussurrei
- Ssssssh – ela sussurrou. Me beijou de novo. Queria ficar quieta e em silêncio. Diferente de outras vezes.
Continuei entre as coxas dela, mas meu pau já estava fora, ela me acariciava e me beijava. Finalmente:
- Sai de cima, querido. Hoje você me fez amor, mais do que me fodeu, mas me encheu de porra do mesmo jeito. Te amo muito.
Fui ao banheiro com ela. Tava impactado com o que ela tinha dito.
Entramos na banheira. Ela me ensaboou e eu ensaboei ela, mas sem sexo, com ternura.
- Como você é linda, mãe – beijei as costas dela e abracei, senti um impulso de carinho filial – te amo.
- Ummm, meu menino – ela se virou e me beijou o rosto várias vezes – meu pequeno precioso. Que homenzarrão gostoso você tá se tornando – me acariciava como mãe – que lindo foi fazer amor com você.
Um episódio difícil de explicar e entender. Não durou muito. Acho que felizmente, mas me trouxe muito tesão pra relação.
- Me fez muito bem, querido, depois de ter fodido com aquele cara.
- Por quê? Foi desagradável?
- Psst, não. Insosso, um ejaculador precoce. Encheu minha boca de porra logo de cara – já estávamos de novo como antes.
- Você engoliu a porra dele?
- Era o que ele queria, a primeira coisa que perguntou “Ei, você chupa?” “Depende, não todo mundo, por exemplo, meu marido, não” “Vai me chupar?” “Sim, se você quiser, eu chupo” “Porra, sim, tia, chupa meu pau”. Eles alucinam. Não tão acostumados. E o mais doido foi quando eu tava chupando “Porra, tô alucinando, você tá chupando meu pau, que forte, ei, você engole a porra, é engolidora?” “Não, só algumas vezes” “Porra, tia, você engoliria meu Porra? Sempre sonhei com isso, por favor, tia, engole ele” “Bom, se você quer tanto assim, goza na minha boca, vou engolir seu leite” “Siim, vou gozar na sua boca”
- E o marido?
- Já vi que o que excita eles é cornoar outro, comer a mulher dos outros é o máximo. E olha que ainda se sentem mais machos. “Você gosta da minha pica, hein, mais que a do seu corno?” “Sim, muito mais que a do meu marido, você é muito mais macho”. E chamar a esposa dos outros de puta.
- Uff, mãe, e mais o quê?
- Ele gozou quase na hora, tava carregado, me pegou de surpresa, de repente tava jorrando porra na minha boca. “Toma, tia, toma leite, engole”, igual todos. Era a primeira vez que uma mulher engolia o gozo dele.
- Tinha gosto bom?
- Normal, eu gosto do sabor de porra. Depois ele me comeu. Fez eu chupar de novo até ele ficar duro e meter no meu xibiu. Dava muito tesão foder a mulher dos outros. Ele disse que era a primeira vez que comia uma casada e que isso excitava ele pra caralho.
- E você gozou, Promíscua.
- Sim, de tanto chupar a pica dele e engolir a porra, fiquei com tesão. Você sabe que me excita muito ser penetrada e ter as tetas chupadas. Não passa de uma transa com um desconhecido, mas é uma transa.
- Das centenas que você já deu. Mãe, que puta você é, como eu te amo.
- Kkkk, e eu disse pra ele que meu marido não me faz gozar igual ele. Ele foi embora pensando que era o macho mais foda de todos, kkkkk.
Eu beijei ela. Minha puta. A melhor.
Na hora do jantar, ela tava ainda mais gostosa. Meu pai olhava pra ela com vontade. Naquela noite, eu ouvi eles fodendo. Minha mãe era incrível, três homens num dia. E pronto.
No dia seguinte, ela veio de manhã na loja de motos. Veio com uma saia preta curta e uma jaqueta cinza pérola. Quando tirou, tava com uma blusa justa, apertada demais, branca, os botões prestes a estourar e sem sutiã, deixando ver a pele dos peitos entre os botões, marcando o bico. Insultantemente sexy. Porra, mamãe, você tá arrasadora hoje.
- Vamos ver se a gente vende alguma coisa hoje – ela me disse – Ah, e não tô de calcinha, achei que seria melhor.
- Assim dá pra ver que você é mais fácil de foder, mamãe.
- Não é que eu seja fácil, é que eu gosto de foder pra você.
- Você gosta de foder. Ponto final. Você é uma putona.
- Kkkk, sim, eu gosto. Mas não faria se não fosse por você.
Eu já tinha atendido vários clientes, sem sorte. Oscar olhava pros peitos dela, devorando ela com os olhos, mas dava pra ver que a exuberância da minha mãe o intimidava um pouco. Ela plantou dois beijos nele, roçando o peito.
Foram conversando, bom, quem mais falava era minha mãe, Oscar só tinha olhos, mas tava visivelmente intimidado pela exuberância da mulher.
Oscar começou a mexer na moto que tava pendurada e minha mãe parecia interessada no que ele fazia, ficou do outro lado pra ficarem de frente um pro outro. Eu tinha uma visão lateral, ou seja, via os dois de perfil. Conversavam.
A porta tocou. Clientes. Ia avisar minha mãe, mas eram duas garotas jovens. Queriam motos, pra ver se o pai comprava de aniversário. Passei as informações, fiz elas subirem nas motos, tive um belo espetáculo de pernas e calcinhas. Elas foram embora, mas iam voltar, disseram.
Voltei pro meu posto de observação. Bem na hora. Minha mãe falava naquele tom sedutor que sabia usar, mas, aparentemente, Oscar tava entretido com a moto, embora jogasse olhares pros peitos dela direto. Não se atrevia. A blusa da minha mãe tinha um ou dois botões a mais desabotoados, generosidade da parte dela, já cobria pouco, mal as aréolas e os bicos, mas deixava ver bem os peitos magníficos e redondos dela, tipo melão.
De fora, dava pra ver uma gata que claramente tava se oferecendo. Percebi que Oscar tava marcando um belo volume.
Minha mãe colocou a mão no braço dele, elogiando a musculatura, e no ombro, com certeza a vaidade do Oscar tava sendo muito agradecida.
Oscar de vez em quando virava o olhar pra porta de separação, obviamente tava preocupado se eu ia ser visto com nada menos que a minha mãe.
Aí minha mãe foi até uma mesa cheia de ferramentas e trecos, claramente de trabalho com as peças, mexeu em algumas enquanto falava e se virou, se apoiando e colocando as mãos pra trás. Os peitos ainda se destacaram mais, não sei como os poucos botões que sobravam não voaram. Oscar foi até ela também falando baixinho. Quando chegou perto, olhou diretamente pro peito dela.
Oscar tava falando baixinho. Eu tava intrigado, o que será que era?
Minha mãe olhou nos olhos dele, depois concordou com a cabeça, Oscar desabotoou outro botão, e mais um. Caralho, tava me deixando de pau duro, minha mãe com as mãos pra trás, deixou Oscar descobrir totalmente os melões dela. Eu via perfeitamente os bicos duros.
Continuaram conversando, naquela posição, agora Oscar com as mãos nos bolsos. Que porra eles tavam conversando com a minha mãe mostrando os peitos nus?
Ele olhava pra aquelas tetas espetaculares, sem mover um músculo.
Conversavam, claramente sobre os peitos da minha mãe, me pareceu. Por um bom tempo, fiquei puto vendo eles papearem com as tetas nuas da minha mãe ali, com os bicos duros e grossos como pitões, pedindo uma mordida aos berros.
Depois de um tempo, Oscar levou a mão até o bico grosso, que acariciou fascinado, sem parar de falar, e sem que minha mãe tirasse as mãos de trás. Minha mãe concordou de novo e Oscar pesou a teta, conferindo peso, textura e toque.
Conhecendo ela, sabia que tava adorando.
Levantou a outra mão e fez a mesma coisa na outra teta, amassando as duas. Vi minha mãe concordar. Oscar agarrou os dois bicos com os dedos, beliscando, brincando com eles, puxou pra frente, depois pra cima, pros lados, não acho que tava causando dor forte, mas era óbvio que ele tava fascinado pelo jogo e pelo movimento das tetas.
Ela perguntou algo e ele concordou. Minha mãe começou a mexer o torso, fazendo os peitos dançarem. peitos, que ele olhava hipnotizado aquele balanço de tetas que minha mãe sabia fazer tão bem.
Algo minha mãe disse pra ele e ele concordou.
Então minha mãe passou a mão direita pela nuca dele, aproximou o rosto dele do peito dela, e ofereceu com a mão esquerda, o mamilo e uma parte da teta desapareceram na boca de Oscar, dando de mamar, brincando com a teta dela na boca de Oscar, se ordenhando pra ele, que cada vez mamava com mais vontade. Eu queria ouvir o que minha mãe ia dizendo. Percebi o prazer que ela sentia dando teta. Oscar sugava como um sedento e minha mãe gemia de gosto.
Minha mãe deu a outra, apertando ele contra ela, esmagando a tetona dela na boca e no rosto de Oscar, que devia chupar bem ou morder pelos gritinhos que ela dava. Oscar agarrou a teta dela com as duas mãos, excitadíssimo, apertando e devorando com ansiedade. E depois com a outra teta. Minha mãe, com as mãos pra trás, deixava ele fazer.
Ela meteu a mão no volume dele, por iniciativa própria, e ouvi uma exclamação dela. Não era difícil deduzir que o tamanho tinha surpreendido ela. Oscar parou com as tetas, conversaram. Parecia nervoso.
Oscar abaixou a braguilha e minha mãe, com as tetas de fora, enfiou a mãozinha dela dentro. O que ele tirou pra fora era bestial. Uma pica enorme, muito maior que a minha ou a do meu avô, ainda meia-bomba já era enorme, comprida e grossa. Minha mãe segurava com a mãozinha dela, pequena comparada com aquela piroca.
Minha mãe disse algo pra ele e se agachou, deus, como ela adora mamar pica, pensei.
Ela passou a pica no rosto, lambeu com a língua, olhava pra Oscar e sorria, ele estava alucinado, parado, em silêncio. Claro, ela teve que abrir bem a boca pra caber, uma barbaridade de pica, que aos poucos foi ficando mais dura e maior, mal cabia a cabeça dentro. Ela brincou com ela, dava tapinhas no próprio rosto, coisa que Oscar adorava. Depois pegou a teta e bateu a pica nas tetas que tanto fascinavam Oscar, esfregando a piroca com Os mamilos. Incrível o tamanho que ele tinha, pensei que devia ter uns 25 ou 27 cm. Um belo pedaço maior que o meu.
Minha mãe tava adorando chupar aquele pedaço de pauzão, a saia dela toda arregaçada, mostrando obscenamente pro Oscar a buceta que tava morrendo de vontade de ser penetrada. Oscar gemia, todo feliz com a chupada que a puta peituda tava dando pra ele. Minha mãe parou, olhou pra ele e falou alguma coisa. Ele concordou e começou a mexer o quadril, metendo na boca dela. Não durou muito, logo vi Oscar se tensão e minha mãe recebendo porra, com certeza uns bons jatos de leite porque tava escorrendo da boca dela, ou simplesmente porque com tanta rola não cabia tudo.
Oscar bufava de prazer, minha mãe tirou a rola da boca e mostrou pra ele a própria porra enchendo a boca dela. Ainda deu mais uns dois esguichos que eu vi perfeitamente caindo dentro da boca aberta dela. Ela saboreou e, finalmente, engoliu tudo. Continuou chupando ele por um bom tempo, até deixar bem limpinho. Minha mãe, comedora de rola e engolidora de leite. Minha mãe, limpadora de paus.
Ela se levantou e ergueu a saia, obscena e promíscua, falou alguma coisa pra ele. Ele colocou a mão na buceta dela, ela pegou a mão dele e eu soube que tava ensinando ele a esfregar direitinho a boceta dela. Deus, que puta. Minha mãe com os peitos de fora, as pernas abertas, curtindo a siririca de um moleque da oficina. Eu sabia que ele tava enfiando um ou dois dedos, pelo movimento da mão. Minha mãe gemia alto.
A rola do Oscar ainda tava durona, balançando. Pensei que ia furar a buceta até de uma puta como ela. Ela acariciava ele, toda gulosa, fazendo ele parecer ainda mais monstruoso. Quase não conseguia segurar, mas ela tava decidida a descobrir como era, cada vez com a respiração mais ofegante.
Ela se jogou pra trás na mesa, ficando numa posição promíscua e obscena, as pernas bem abertas, oferecendo aquela bocetona, com Oscar enfiando os dedos nela. A outra mão do Oscar... amassando uma tetona dela. Tive a sensação de que ela gozava.
Disse algo bem rápido pro Oscar, ele concordou.
Sentou numa mesa de trabalho, com a saia arregaçada e as pernas abertas, e eu soube que tinha pedido pra ele foder ela. Ainda melada, encaixou o pauzão na entrada da buceta e sussurrou, não ouvi mas devia ser algo tipo "empurra" ou "me fode", pensei que não caberia tanta rola. Oscar era inexperiente, mas a rola entrou na minha mãe.
De novo, pensei, outro filho da puta na buceta dela. Oscar fodendo minha mãe segurando ela pelos peitos.
Mandou ele parar, com certeza tava dizendo "Você tem o pau grande demais, vai entrando devagar", porque Oscar suavizou o movimento, empurrava mas devagar. Minha mãe fez ele tirar várias vezes, com certeza não aguentava ele, mas voltava a meter.
Até que vi que sim, que tinha conseguido meter até o saco. Minha mãe ofegava, toda mole, escarrapachada, com os peitões de fora, realmente fodida, uma coroa gostosa com um novinho que tinha o pauzão dentro dela. Com certeza, não tinha visto ela assim, gemendo que nem uma puta, enquanto o filho da puta do Oscar fodava ela com aquele pica enorme, agora sim tava duro de novo, tirava e metia inteiro de novo, ela suava e gritava a cada vez, agarrava a bunda dele pra puxar mais pra perto, acho que teve vários orgasmos assim. Pensei que meu pai realmente não conhecia aquela mulher, suspirando com 27 cm de rola. O filho da puta continuou por muito tempo, fodendo e fodendo, cada vez mais violentamente, minha mãe quase nem se mexia, só recebia pica escarrapachada.
Ele falou algo pra ela, ela concordou. Se separaram e ela se apoiou na mesa, entregando a raba e abrindo bem as pernas, pra ele montar do jeito que quisesse. Oscar levantou a saia dela, encaixou a rola na entrada e enfiou, fazendo ela gritar de novo. Eu via eles de perfil, via perfeitamente o pauzão do Oscar entrando e saindo da minha mãe, que se mexia que nem uma boneca com as investidas violentas do Oscar, segurando ela pela Quadris.
Os peitos dela balançavam igual doidas, Oscar empurrava com tanta violência que minha mãe caía em cima da mesa de trabalho, apertando e varrendo as ferramentas e os metais com os peitos nus, sem se importar com nada, só se deixando montar. Pensei que os bicos sensíveis iam se machucar, mas ela só empurrava pra trás pra Oscar meter mais fundo. A cara de Oscar mostrava o puta prazer que ele tava sentindo ao foder minha mãe. Ele não parava de dar estocadas fundas, ela gritava.
Ele falou algo e ela disse que não, e mais umas coisas, com certeza ele ia gozar e ela tava pedindo pra não gozar dentro. Aí Oscar tirou o pau dela devagar da buceta, caralho, parecia que nunca ia sair inteiro, e ela se levantou, vi que ela tava com dificuldade de ficar em pé, provavelmente por causa dos orgasmos que teve e das porradas enormes que o macho deu nela, tão fundo. Ela se agachou, mas cambaleou e acabou de joelhos, vi os peitos dela vermelhos, Oscar esfregou o pauzão nos peitos e nos bicos e gozou neles. Uma porrada de leite.
Mesmo mole, era grandão. Vi o quanto minha mãe era uma puta de verdade. Ela meteu o pau na boca, com os peitos cobertos de porra, aos pés de um mecânico com um pauzão.
Finalmente ela se levantou, cambaleando, Oscar guardou o pau, minha mãe falou algo, ele beijou ela. Por fim, se separaram, ela guardou os peitos e ajeitou a roupa. Foi pro banheiro tropeçando.
Eu me mandei pro escritório, duro que nem um garanhão, tinha visto outra faceta da minha amada mãe, uma mulher safada que adora macho de pau grande.
Com ciúme e duro. Muito duro. Ela entrou no escritório e se jogou no sofá.
— Filho, tô destruída.
— Como assim? — resolvi fingir que não sabia de nada. Sentei do lado dela.
— Destruída literalmente. Seu amigo Oscar… nem sei como te falar… tô quase com vergonha… isso quase nunca aconteceu comigo… ele destruiu minha buceta. Não consigo nem fechar as pernas — ela tava sentada de pernas abertas, sem nenhum pudor. mostrando a buceta que, sem dúvida, tinha acabado de ser fodida, dilatada, os lábios inchados dessa vez não eram suficientes pra esconder a abertura da buceta, realmente um bocetão. - Já fodiram minha mãe de novo, porra. Você é uma putona. O que ele fez com você? - Nada especial e tudo ao mesmo tempo. Você tem razão, fodiram minha mãe. Mas… é especial. É que seu amigo tem um… pedaço de pau imenso… meus Deus… um garanhão com pau demais. - Parece que qualquer um pode foder minha mãe - eu sentia ciúme e ao mesmo tempo muito tesão. - Que jeito de foder, filho… muito mais comprida e grossa que a sua, a maior que já enfiaram em mim.
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