Claudia é uma vadia vingativa de 41 anos
Descemos no elevador, vieram uns moleques dos andares de cima, ficaram olhando a bunda da Claudia tentando disfarçar, mas dava pra ver que não conseguiam parar de olhar. Quando saímos do elevador, Claudia perguntou de que andar eles eram, disse que a gente era do 3 A e que foi um prazer conhecê-los. Quando saímos na rua, ela começou a andar sensual, rebolando aquele rabão. Ela me disse pra andar um pouco atrás pra ver se ainda chamava a atenção dos homens, se ainda gostavam dela. Alguns chegavam perto do ouvido dela ao cruzar pra dizer alguma coisa, alguns caminhoneiros buzinavam ou gritavam algo. Entramos juntos no açougue, ela foi pra parte dos frios. O açougueiro estava terminando de atender uma cliente.
— Oi, doutor… como vai… estavam descansando…
— É, aproveitamos uns dias… — falando baixinho pra mim, ela disse:
— Que linda a doutora está… moreninha… queria ver a marca do fio-dental…
Eu engoli seco. Sentia meu pau duro pelo tesão acumulado e me sentia um doente, Claudia conversava com a esposa do João mexendo a bunda disfarçadamente.
— Se quiser, eu levo o pedido aí, doutor… que acha?… queria ver a doutora… — eu estava com a boca pastosa, a garganta seca, olhava a bunda da Claudia e ficava louco.
— Sabe a vontade que tenho de comer a doutora… é uma mulher deliciosa… esse rabão dela me deixa maluco… que sorte a sua, doutor…
Fiz os pedidos do que precisava. Quando estava saindo, pedi as sacolas.
— Daqui a pouco levo lá, doutor… fique tranquilo… — saí sem dizer nada, sentia as pernas tremendo. Claudia me olhou.
— E as sacolas?
— Daqui a pouco o João traz… — ela se aproximou pra falar no meu ouvido, me agarrando pela cintura enquanto caminhávamos.
— Mas, amor… eu te disse pra tirar o DIU… — dizia com sua voz mais de vadia — viu como o pau dele explode? É um chuveirão… — eu estava de pau duro, quando chegamos em casa Claudia começou a me apertar, metia a língua até minha garganta, fazia com que Ele acariciou bem a sua bunda, mandou eu chupar os peitos dela, depois me fez chupar a boceta, ela estava encharcada.
- Sinto como estou molhada… não acredito que seja tão fácil… é perigoso, amor… por que você não desce para buscar as compras… - continuei chupando a boceta dela e logo depois tocou direto a campainha do apartamento, Claudia subiu a legging, queria que Juan a despiesse, eu fui abrir a porta, Juan me deu as sacolas e passou para dentro do apartamento.
Ele foi até Claudia, eles se beijaram enquanto se acariciavam, logo Claudia havia solto o pau dele e o chupava de joelhos na frente dele.
Ele a colocou de pé e baixou a legging dela devagar, ficou olhando a marca do fio-dental na sua bunda.
- Só com isso você tomou sol… te vejo na praia e eu morro… que gostosa linda…
Ele se sentou no sofá esperando que ela o cavalgasse, ela foi acomodando ele aos poucos.
- Olha que eu tirei o DIU… tem que ter cuidado…
Ele a enfiou bem forte contra ele, e começou a levantá-la e baixá-la bem duro naquele cacete, Claudia em algumas idas e vindas já estava gozando.
- Tenho as bolas cheias de porra, doutora… sabe onde vai terminar essa porra…
- Onde…
- Bem no fundo da sua boceta…
- Ai… e se você me encher…
- Oxalá te faça uma barriga… você é linda… o capricho de qualquer homem… que delícia de mulher… e essa raba que você tem… - dizia enquanto brincava com os dedos nela.
- E você não gostaria de meter na minha raba…
- Não, agora não… tem que aproveitar o convite…
- Mas você vai pensar que eu sou uma puta qualquer…
- Você é a mais puta… a bunda mais linda do bairro… a puta mais gostosa e fácil… - Claudia não parava de se sacudir, agora mordia o ombro dele. Estava descontrolada.
Ele se pôs de pé sem se desengatar e foi para o quarto, a jogou na cama e começou a perfurá-la com força, agora ele por cima. Eles mordiam as bocas como desesperados.
Depois ele saiu de Claudia e a colocou de quatro na cama.
- Adoro te perfurar e sentir essa raba. batendo contra meu púbis... que mulher preciosa... você nasceu para receber pau...
- Seu pau, meu macho... que rola enorme você tem... me faz de sua puta... me enche... você não queria me encher... e o que está esperando... - ele a agarrou bem forte pela cintura e começou a perfurá-la com força. - siiiim... Me dá todo esse pau... me faz de sua puta... sua gostosa... quero ser toda sua... me marca... enche minha barriga... - ele a agarrou mais forte e eu soube que ele estava gozando, olhava por trás e via as bolas pulsando, aquele movimento típico da descarga, era realmente muito o que ele estava liberando, eu via. Claudia deixou a cabeça cair no travesseiro, estava em um orgasmo profundo de novo, enquanto ele terminava de gozar, ele pegou seu cabelo e virou a cabeça dela para beijá-la e devorar sua boca. Ele caiu em cima dela e ficaram grudados até que seu pau saiu sozinho. Claudia se virou, se beijaram de novo e ele se desculpou porque tinha que voltar ao trabalho.
Quando Juan saiu, me aproximei de Claudia, ela me disse para deixá-la descansar um pouco, que fosse buscar Nerea na creche, que era muito tempo para o primeiro dia. Pensei que ia transar, saí com tesão e irritado, fui xingando, mas voava de tesão, quando voltei com a menina Claudia estava tomando banho, comecei a cozinhar e ela depois do almoço me disse que ia tomar um café com algumas amigas. Eu fiquei com tesão e ela me olhou divertida, se aproximou do meu ouvido e disse: ai, amor, a vida não é só para transar. Me deu um beijo e saiu rindo.
Claudia é uma puta vingativa 42
Nem preciso dizer que esperei a noite, precisava descarregar, depois de jantar e colocar a menina para dormir fui para o quarto e Claudia disse que já vinha. Quando entrou no quarto, ela estava com uma calcinha bem pequena, branca e nova, ficava deliciosa nela, sapatos brancos de salto alto, dançou sensual para mim. E depois ficou na altura das minhas bolas e começou a me chupar devagar.
- Quero que você jorre toda sua porra na minha cara... como se eu fosse uma puta puta e viciada... - ela se ajoelhou no Piso com as mãos para trás, expondo os seios por cima do sutiã, me levantei e enfiei meu pau na boca dela.
- Quero que você cuspa seu pau na minha cara… por eu ser tão vadia e tão fácil…
- Mas eu quero te comer e gozar na sua… use a palavra: buceta linda…
- Hoje já gozaram na minha buceta… já foi o suficiente por hoje… você fica com minha carinha ou dorme com suas bolinhas cheias… você escolhe…
- Filha de uma vadia…
- Sim, sou uma vadia fácil… mas não do meu marido… que é um corno boiola… - ela tinha começado a se masturbar devagar com a mão na… use a palavra: buceta - acho melhor você ficar com tesão… - ela parou de chupar, se levantou e me disse que me esperava no banheiro.
Quando fui ao banheiro, ela me fez entrar no chuveiro, abriu a água fria e ficou rindo
- Assim você tira esse tesão que parece um cachorro no cio… e saiu do banheiro rindo.
Quando fui ao quarto, ela tinha aquele maldito aparelho que usava antigamente. A chave de novo pendurada no peito dela -
- Vou colocar isso porque senão você não vai me deixar dormir em paz… se incomodar, me avisa…
- Mas você disse que não ia usar mais…
- Me dá pena como você pede as coisas… - ela colocou aquele cinto e por cima uma calcinha branca dela, fechou a porta do quarto para ninguém entrar. E tentei dormir.
Na manhã seguinte acordei irritado e com dor de cabeça, Claudia tirou o aparelho. E me deu uns beijos bem profundos. Ela estava muito quente. Essa tarde ela também não trabalhava, estava com vontade de ir ao cinema. No escuro do cinema a gente se beijava o tempo todo, dávamos pouca atenção ao filme. Quando saímos, caminhamos um pouco pelo shopping, ela tinha colocado sua legging branca com uma calcinha que ficava marcada na bunda e dava um contorno muito gostoso. Muitos devoravam ela com os olhos. Em um momento, ela se separou de mim e se aproximou de um guarda de segurança, ele a beijou na bochecha, os dois se olhavam sorrindo. Ela me chamou e me apresentou, tinha sido um namorado dela do ensino médio. Eu era o marido. Eles tinham um monte de lembranças, ele tinha se casado Ele também tinha duas meninas. Faltava meia hora para o turno acabar, Claudia disse que podíamos esperar por ele e tomar alguma coisa juntos, ele olhou pra ela meio estranho, não entendia muito bem o que estava rolando, mas disse que achava legal.
Demos uma volta e encontramos com ele, ficaram conversando um bom tempo. Claudia em um momento olhou pra ele.
— Olha, Marce… vou ser sincera… meu marido tá com um problema de impotência temporária… por causa de uma medicação que ele tá tomando… eu tô meio na noite ultimamente… — o olhar do cara era incrível. — Não sei se você tem um tempinho… se ainda me quer, claro… vou até o banheiro… pensa aí… — e se levantou e foi andando, balançando gostoso aquele rabão. O cara me olhou estranho. Eu disse que era verdade e que não queria que ela me traísse, por isso a gente tinha resolvido assim, ela tinha amantes ocasionais e a gente ia junto pra todo lugar. Saímos e pegamos um táxi até um hotel que a gente vai sempre. Mal entramos e já começaram a se pegar, logo o cara ficou pelado e Claudia só de calcinha chupando o pau dele com cuidado, um pau normal. Depois de um tempo foram pra cama, ele botou uma camisinha e Claudia montou nele, no começo não se beijavam e quando a tesão aumentou se beijaram como velhos amantes.
— Você sempre foi um monstro na cama… e agora seu rabão tá lindo…
— Você ainda me quer… eu me sinto feinha… — ele a colocou de quatro e começou a meter mais forte.
— Que rabão gostoso, você sempre teve uma bunda divina… — brincava com os dedos nela — e pelo que posso ver… você decidiu deixar fazerem…
— Sim, adorei… você tinha razão… eu amo no cu… — o pau do Marcelo saiu da sua buceta e lentamente desapareceu na sua bunda.
— Que encontro maravilhoso… quantas vezes sonhei em fazer esse rabão… que preciosidade de bunda você tem…
— E faz… aproveita… — Claudia virou a boca e se beijaram. Depois ele saiu da bunda e ela deitou de costas, ele montou nela e começou a meter bem fundo, forte e constante. Enquanto chupava os peitos dela à vontade.
— Que sorte te encontrar… Espero que a gente se veja mais, bunda grande...
Você lembra que ficava brava quando eu te chamava de bunda grande...
– Era pequena... agora eu adoro que você me chame assim... quer que eu seja sua bunda grande...
– Sim, adoro que você seja minha bunda grande... linda... – Ele começou a meter mais forte até cravar ela bem duro contra a cama enquanto as bocas se entrelaçavam. Ele ficou mais um tempinho e depois caiu ao lado dela na cama. Claudia foi até o pau dele, tirou a camisinha e limpou ele, começando a chupar. Tava murcho, não tava levantando, mas Claudia limpou ele feito um aspirador, depois se beijaram. Ele foi tomar banho e Claudia o acompanhou. Eu continuei sentado lá fora. Não tinha participado de nada.
Saímos os três e Claudia deu um beijo bem profundo na boca dele, pediu o telefone e garantiu que a gente ia ligar.
– Que tarde maravilhosa, amor... você vai me jogar sua porra na cara... sua puta fácil... vai castigar a bunda grande...
– Sim, puta... vou cuspir sua cara toda com minha porra... – Ele se aproximou e me agarrou pela cintura –
Em casa, eu mal podia esperar pra gente ir pra cama, ela se ajoelhou no chão e quando ela estava quase gozando, tirei da boca dela e jorrei vários jatos de porra na cara dela enquanto xingava, e ela acabou se masturbando, depois dormimos em silêncio.
Claudia é uma puta vingativa, 43 anos.
E assim chegamos ao sábado, quando cheguei de jogar futebol com meus amigos, Claudia tava toda sorridente, me disse que tinha ligado pro Jorge, o ex dela. Que a namorada dele tava viajando, que ele tava com vontade de sair pra dançar com a gente, ela disse que não podia decidir sozinha, que a neném era muito pequena e tinha que conversar comigo.
– Decide você, amor – ela disse – A Lucía não tem problema em cuidar da irmãzinha... chama o namorado dela pra casa e ficam juntos... além do mais, ela já dorme tranquila... vê o que você quer fazer... agora que não tenho mais o DIU... é meio perigoso, né... – E foi pra cozinha preparar o mate, peguei a Nerea no colo e fui cumprimentar a Lucía.
– Oi, papai... a mamãe me disse que vocês querem sair… aproveitem, eu não tenho problemas… – Que filha da puta, pensei –
– Mas sua irmã é muito novinha…
– Ai, pai… o que vai acontecer com ela… você não confia em mim…
Tomei uns mates em silêncio com a Claudia na cozinha, as meninas ficaram vendo TV no sofá. Nenhum dos dois dizia nada. A Claudia falou:
– O que será que esse cara quer, saindo com a gente… que eu apresente alguma amiga… ou vai achar que eu sou uma puta fácil… são todos iguais, vocês…
– E você gostaria de sair…
– Não começa a me enrolar… eu faço o que você mandar… se tem que chupar e comer uma boa pica… eu como… – e saiu sorrindo da cozinha –
Eu já sentia minha pica dura, bem dura, já tinha 80% do jogo perdido, pensei. Disse pra Claudia confirmar, estávamos no começo de dezembro, era uma noite linda com muito calorzinho, a Claudia vestiu um vestido bem curtinho com um fio-dental que se enfiava na bunda dela. Eu dirigi o carro dela, ela sentada ao meu lado, passamos pra buscá-lo na casa dele. Ele entrou no carro, beijou a Claudia na bochecha e me deu a mão.
– Que bonita está a senhora…
– Tava com vontade de me arrumar um pouco…
Dirigi até o lugar que me indicaram, a mão do Jorge começou a brincar com a perna da Claudia. Subia e descia cadenciosa e suavemente.
– Que pele linda você tem, puta… continua linda como sempre…
– Que bom que você gosta…
Uma vez na balada, fomos ao bar tomar alguma coisa, muitos caras olhavam pra Claudia, comiam as pernas dela com os olhos.
Depois de um tempo, eles saíram pra dançar. Dançaram um tempão, a Claudia se sacudia sensual e ele a segurava pela cintura, a acariciava e de vez em quando a beijava, depois foram pra um lugar mais escuro, me pareceu que ele meteu a mão na calça dela e vi a perna direita da Claudia se enrolando nele. Parecia que ele tinha penetrado nela, mas estavam parados, sem se mexer. Depois voltaram pra pista de novo.
Dançaram bastante e, depois de um tempo, a Claudia me disse que a gente ia embora, que íamos conhecer a Casa do Jorge...
No carro já foram se beijando e se apalpando no banco de trás, já na casa dele, nos sentamos num sofá enquanto Jorge servia algo pra beber e colocava música.
Depois dançavam de novo, Claudia falou:
— Sabe que a gente tem que ter cuidado... — ele olhou pra ela sem entender do que ela estava falando.
— Nada, bobo... que eu tirei o DIU... tem que ser cuidadoso... — ele só diminuiu a distância e começou a beijá-la mais apaixonadamente. Sentou no sofá e puxou ela pra cima dele, assim vestida como estava, puxou o thong dela e a enfiou nele.
— Que puta safada você é...
— É, eu adoro ser bem puta mesmo...
Se comiam na boca, os dois loucos de tesão.
— E já comeu seu amigo aquele, com certeza...
— Quem você diz... o açougueiro do pauzão...
— Que puta você é... já deu pra ele...
— Ele me encheu só uma vez... mas é mais novo que você... me inundou a buceta de porra...
Ele a enfiava no pau dele, dando bem forte. — Tenho que aproveitar... daqui a uns anos quem vai me querer...
Ele chupava os peitos dela, estava doido, muito excitado, misturado com raiva. Apertava a bunda dela com força e mordia os mamilos de vez em quando. Ela teve um orgasmo, se sacudia em cima dele, quando se acalmou um pouco ele a levou pra cama, se despiu, ela ainda vestida e agora montou em cima dela. A fodia bem forte enquanto cuspia na boca que Claudia abria pra engolir o que ele dava.
— Puta barata... vou encher sua barriga de porra... então tá procurando quem te encha, hein... puta fácil...
— É, você tinha razão... sou muito puta...
Ele dava cada vez com mais fúria e Claudia gemia cada vez mais alto
— Tomara que saia um pouco de porra ainda... Você já tá grandinho...
Ele agarrou o cabelo dela enquanto continuava cuspindo nela e a bombava cada vez mais forte.
Até que finalmente a enfiou bem forte, estava chegando e agora bufava como um condenado enquanto a xingava, a chamava de puta suja, cuzão barato e coisas do tipo, ficou grudado nela e se beijavam apaixonadamente na boca. Claudia me... Ele sinalizou quando ele saiu para que eu fosse chupar a buceta dele, fazia muito tempo que não fazia e me sentia estranho. Ele me agarrava pelo cabelo e enfiava minha cabeça contra a buceta dele.
- Senti a porra… viadinho de merda… aaaaa… aaaa…. Que pedaço de infeliz…
Jorge tinha ido ao banheiro e só pra mim ele dizia isso. Quando ele voltou, deitou-se e Claudia foi ao banheiro. Quando voltou, queria ir embora, disse que a menina estava com Lúcia e que tínhamos que ir porque era tarde, se beijaram um bom tempo e ele nos acompanhou até a porta. No carro, enquanto dirigia, Claudia levou minha mão até sua buceta, senti como estava cheia de porra.
- Tá sentindo como é gostoso… bem molhadinha… cheia de porra… que delícia, né, papi… você gostaria de meter um pouco… pra sentir…
Parei o carro numa rua escura e me ajustei para penetrá-la, estávamos muito desconfortáveis no carro. A buceta dela estava quentinha e cremosa.
- Tá gostoso, papi… viu quanta porra o cachorro me deu… só precisei esquentar ele um pouco… rendeu bastante, tá sentindo…
Depois me empurrou pelo peito para evitar que eu gozasse. Na porta de casa, ela limpou um pouco as pernas. Quando entramos, o namorado da menina olhou para ela sem acreditar, nunca a tinha visto arrumada daquele jeito.
- Como foi? - perguntou ele, enquanto continuava olhando as pernas de Claudia. Eu temia o que Claudia pudesse fazer, ela notava que ele estava excitado. Lúcia dormia no sofá e a menina estava no quarto. Claudia tirou o vestido ali na sala de jantar.
- Estou morta, vou tomar um banho… - e caminhou até o banheiro com sapatos e seu fio-dental enfiado na bunda, dando um close para o namorado da menina, enquanto caminhava desabotoava o sutiã. O cara engoliu em seco e não disse nada. Eu fui ao banheiro e fiquei bravo com Claudia, ela pediu desculpas, mas disse que eu sabia que ela ficava muito excitada depois dos nossos encontros.
- Mas é o namorado da menina… é um cara…
- Desculpa, amor… pra mim é só mais um homem… - ela disse enquanto lavava o cabelo.
Claudia é uma puta. Vingativa 44
Quando ela saiu do banho, envolvi ela numa toalha e levei pro quarto. Os meninos estavam no quarto da Lúcia. Ela caiu nua na cama, eu botei uma camisinha pra aguentar e montei nela.
- Que puta você é... como vai ficar nua na frente do namorado da menina...
- Você já sabe que eu sou uma puta... ele adorou olhar minha bunda, não foi... agora deve estar comendo a Lúcia... por que você não vai ver...
- Filha da puta... - e eu furava ela bem forte.
- No fim, só fiz um favor pra minha filha... viu que gostoso meu ex me comeu... temos que parar um pouco... não faz tanto tempo que eu menstruei... mas agora tem que parar... senão eu posso ficar grávida... - eu dava bem forte, tava louco de tesão. - O que você acha, amor... que a gente pare um pouco... tenta gozar muito... assim baixa seu tesão e a gente não faz loucuras por um tempo... siiiim... - ela disse, exagerando sua voz de puta. - Vou acabar grávida logo senão... sabe... por que você não vai ver o que a Lúcia tá fazendo...
- Filha da puta...
- O cara que ela tá comendo é bonito...
- Com ele, não, hein...
- Ele não tem pau, por acaso...
Eu comecei a gozar na camisinha e a Cláudia mordia minha boca, entre tesão, desespero e nervosismo.
A gente dormiu até eu ter que levantar porque a neném tava chorando.
Quando saí do quarto, achei que ouvi barulhos no quarto da Lúcia. Dei uma espiada e o namorado tava furando ela bem forte e igual, por sorte não me viram, saí sem fazer barulho. Depois de trocar e dar a mamadeira pra neném, voltei pro quarto. A Cláudia dormia tranquila e relaxada. Meu pau tava duro de novo. Na manhã seguinte, acordei amarrado e com a Cláudia montada em mim.
- Acordei e você tava com o pau bem duro... e não me aguentei... - ela me dizia suavemente no meu ouvido. - O que foi que você tá tão excitado...
- Nada...
- Sabe que a pior coisa que você pode fazer é ficar calado...
- Ouvi um barulho quando fui dar a mamadeira pra neném e o namorado da Lúcia tava comendo ela...
- Aaaa... que filho da puta... ficou com tesão...?
- E a menina é bonita também...
- Mas parece que você ficou um pouco mais excitado não… e agora o que vamos fazer…
-Nada que não volte a acontecer… você estava um pouco alegre e só…
-Tem razão… a menina não tem que sofrer… aaaa… que filho da puta… mas o que eu faço quando me sinto tão quente… adoro provocar…
-Não sei, amor… não sei…
Ele saiu de cima de mim e descansei mais um pouco. Ele soltou minhas mãos e eu fui tomar uns mates na cozinha, apareceu o Carlos, que é assim que se chama o namorado da menina. Tomamos uns mates em silêncio, as garotas dormindo. Depois de um tempo entrou a Cláudia, quase morri, ela estava com o biquíni que usou na praia, aquele fio dental enfiado no cu e em cima uma camiseta sem sutiã. Eu notava a dureza dos mamilos dela.
-Perdão… pensei que você estava sozinho, amor… -Carlos não disse nada, ofereci um mate pra Cláudia, ela tomou e saiu da cozinha balançando a bunda cadenciadamente. Continuamos tomando mate como se nada tivesse acontecido, Cláudia voltou pro quarto como se nada, veio vestida com uma calça larga e uma camiseta folgada e com sutiã.
Eu tinha certeza que ela tinha feito de propósito, esperei a hora da soneca pra sondar ela a respeito. Depois do almoço ela foi pro quarto antes, vestiu de novo a camiseta sem nada por baixo e o fio dental do biquíni, puxei pro lado e comecei a comer ela.
-Que tesão você fica…
-Você sabia que ele tava aí, né…
-sim, sabia e sabia que você ia me comer como tá me comendo agora… por que não me deixa dar uma saída… vou até o banheiro só… quando ele estiver no sofá… quer…
-não seja boba… é o namorado da menina…
-Pergunto alguma bobagem… me mostro um pouco e volto pra você me comer ainda mais quente… quer… cachorrão…
Eu saí de dentro dela. Espiei, a Lúcia estava no quarto e ele assistia TV no sofá. Cláudia saiu do quarto e passou pela cozinha, ele foi pra cozinha. Conversaram um pouco sobre nada enquanto Cláudia procurava coisas nas prateleiras e tal, se mostrando o tempo todo. Ele saiu primeiro, o volume dele dava pra ver debaixo da calça. Cláudia veio pro quarto e montou em mim agora. Transamos em silêncio, nenhum de nós falava nada, ficamos um tempão, eu chupava os peitos dela, mordia e no final gozei bem fundo na sua buceta. A gente tinha transado bastante nesses dias, então não foi muito o que deixei nela.
— Ai, amor... tô que nem uma puta... lembra que a gente tem que parar por uns dias... não quero que me encham tão cedo... qualquer otário já me deu porra... até você... — me beijou profundamente, se trocou e se levantou. Disse que me esperava, que íamos com a nenê para a praça. E foi o que fizemos.
Descemos no elevador, vieram uns moleques dos andares de cima, ficaram olhando a bunda da Claudia tentando disfarçar, mas dava pra ver que não conseguiam parar de olhar. Quando saímos do elevador, Claudia perguntou de que andar eles eram, disse que a gente era do 3 A e que foi um prazer conhecê-los. Quando saímos na rua, ela começou a andar sensual, rebolando aquele rabão. Ela me disse pra andar um pouco atrás pra ver se ainda chamava a atenção dos homens, se ainda gostavam dela. Alguns chegavam perto do ouvido dela ao cruzar pra dizer alguma coisa, alguns caminhoneiros buzinavam ou gritavam algo. Entramos juntos no açougue, ela foi pra parte dos frios. O açougueiro estava terminando de atender uma cliente.
— Oi, doutor… como vai… estavam descansando…
— É, aproveitamos uns dias… — falando baixinho pra mim, ela disse:
— Que linda a doutora está… moreninha… queria ver a marca do fio-dental…
Eu engoli seco. Sentia meu pau duro pelo tesão acumulado e me sentia um doente, Claudia conversava com a esposa do João mexendo a bunda disfarçadamente.
— Se quiser, eu levo o pedido aí, doutor… que acha?… queria ver a doutora… — eu estava com a boca pastosa, a garganta seca, olhava a bunda da Claudia e ficava louco.
— Sabe a vontade que tenho de comer a doutora… é uma mulher deliciosa… esse rabão dela me deixa maluco… que sorte a sua, doutor…
Fiz os pedidos do que precisava. Quando estava saindo, pedi as sacolas.
— Daqui a pouco levo lá, doutor… fique tranquilo… — saí sem dizer nada, sentia as pernas tremendo. Claudia me olhou.
— E as sacolas?
— Daqui a pouco o João traz… — ela se aproximou pra falar no meu ouvido, me agarrando pela cintura enquanto caminhávamos.
— Mas, amor… eu te disse pra tirar o DIU… — dizia com sua voz mais de vadia — viu como o pau dele explode? É um chuveirão… — eu estava de pau duro, quando chegamos em casa Claudia começou a me apertar, metia a língua até minha garganta, fazia com que Ele acariciou bem a sua bunda, mandou eu chupar os peitos dela, depois me fez chupar a boceta, ela estava encharcada.
- Sinto como estou molhada… não acredito que seja tão fácil… é perigoso, amor… por que você não desce para buscar as compras… - continuei chupando a boceta dela e logo depois tocou direto a campainha do apartamento, Claudia subiu a legging, queria que Juan a despiesse, eu fui abrir a porta, Juan me deu as sacolas e passou para dentro do apartamento.
Ele foi até Claudia, eles se beijaram enquanto se acariciavam, logo Claudia havia solto o pau dele e o chupava de joelhos na frente dele.
Ele a colocou de pé e baixou a legging dela devagar, ficou olhando a marca do fio-dental na sua bunda.
- Só com isso você tomou sol… te vejo na praia e eu morro… que gostosa linda…
Ele se sentou no sofá esperando que ela o cavalgasse, ela foi acomodando ele aos poucos.
- Olha que eu tirei o DIU… tem que ter cuidado…
Ele a enfiou bem forte contra ele, e começou a levantá-la e baixá-la bem duro naquele cacete, Claudia em algumas idas e vindas já estava gozando.
- Tenho as bolas cheias de porra, doutora… sabe onde vai terminar essa porra…
- Onde…
- Bem no fundo da sua boceta…
- Ai… e se você me encher…
- Oxalá te faça uma barriga… você é linda… o capricho de qualquer homem… que delícia de mulher… e essa raba que você tem… - dizia enquanto brincava com os dedos nela.
- E você não gostaria de meter na minha raba…
- Não, agora não… tem que aproveitar o convite…
- Mas você vai pensar que eu sou uma puta qualquer…
- Você é a mais puta… a bunda mais linda do bairro… a puta mais gostosa e fácil… - Claudia não parava de se sacudir, agora mordia o ombro dele. Estava descontrolada.
Ele se pôs de pé sem se desengatar e foi para o quarto, a jogou na cama e começou a perfurá-la com força, agora ele por cima. Eles mordiam as bocas como desesperados.
Depois ele saiu de Claudia e a colocou de quatro na cama.
- Adoro te perfurar e sentir essa raba. batendo contra meu púbis... que mulher preciosa... você nasceu para receber pau...
- Seu pau, meu macho... que rola enorme você tem... me faz de sua puta... me enche... você não queria me encher... e o que está esperando... - ele a agarrou bem forte pela cintura e começou a perfurá-la com força. - siiiim... Me dá todo esse pau... me faz de sua puta... sua gostosa... quero ser toda sua... me marca... enche minha barriga... - ele a agarrou mais forte e eu soube que ele estava gozando, olhava por trás e via as bolas pulsando, aquele movimento típico da descarga, era realmente muito o que ele estava liberando, eu via. Claudia deixou a cabeça cair no travesseiro, estava em um orgasmo profundo de novo, enquanto ele terminava de gozar, ele pegou seu cabelo e virou a cabeça dela para beijá-la e devorar sua boca. Ele caiu em cima dela e ficaram grudados até que seu pau saiu sozinho. Claudia se virou, se beijaram de novo e ele se desculpou porque tinha que voltar ao trabalho.
Quando Juan saiu, me aproximei de Claudia, ela me disse para deixá-la descansar um pouco, que fosse buscar Nerea na creche, que era muito tempo para o primeiro dia. Pensei que ia transar, saí com tesão e irritado, fui xingando, mas voava de tesão, quando voltei com a menina Claudia estava tomando banho, comecei a cozinhar e ela depois do almoço me disse que ia tomar um café com algumas amigas. Eu fiquei com tesão e ela me olhou divertida, se aproximou do meu ouvido e disse: ai, amor, a vida não é só para transar. Me deu um beijo e saiu rindo.
Claudia é uma puta vingativa 42
Nem preciso dizer que esperei a noite, precisava descarregar, depois de jantar e colocar a menina para dormir fui para o quarto e Claudia disse que já vinha. Quando entrou no quarto, ela estava com uma calcinha bem pequena, branca e nova, ficava deliciosa nela, sapatos brancos de salto alto, dançou sensual para mim. E depois ficou na altura das minhas bolas e começou a me chupar devagar.
- Quero que você jorre toda sua porra na minha cara... como se eu fosse uma puta puta e viciada... - ela se ajoelhou no Piso com as mãos para trás, expondo os seios por cima do sutiã, me levantei e enfiei meu pau na boca dela.
- Quero que você cuspa seu pau na minha cara… por eu ser tão vadia e tão fácil…
- Mas eu quero te comer e gozar na sua… use a palavra: buceta linda…
- Hoje já gozaram na minha buceta… já foi o suficiente por hoje… você fica com minha carinha ou dorme com suas bolinhas cheias… você escolhe…
- Filha de uma vadia…
- Sim, sou uma vadia fácil… mas não do meu marido… que é um corno boiola… - ela tinha começado a se masturbar devagar com a mão na… use a palavra: buceta - acho melhor você ficar com tesão… - ela parou de chupar, se levantou e me disse que me esperava no banheiro.
Quando fui ao banheiro, ela me fez entrar no chuveiro, abriu a água fria e ficou rindo
- Assim você tira esse tesão que parece um cachorro no cio… e saiu do banheiro rindo.
Quando fui ao quarto, ela tinha aquele maldito aparelho que usava antigamente. A chave de novo pendurada no peito dela -
- Vou colocar isso porque senão você não vai me deixar dormir em paz… se incomodar, me avisa…
- Mas você disse que não ia usar mais…
- Me dá pena como você pede as coisas… - ela colocou aquele cinto e por cima uma calcinha branca dela, fechou a porta do quarto para ninguém entrar. E tentei dormir.
Na manhã seguinte acordei irritado e com dor de cabeça, Claudia tirou o aparelho. E me deu uns beijos bem profundos. Ela estava muito quente. Essa tarde ela também não trabalhava, estava com vontade de ir ao cinema. No escuro do cinema a gente se beijava o tempo todo, dávamos pouca atenção ao filme. Quando saímos, caminhamos um pouco pelo shopping, ela tinha colocado sua legging branca com uma calcinha que ficava marcada na bunda e dava um contorno muito gostoso. Muitos devoravam ela com os olhos. Em um momento, ela se separou de mim e se aproximou de um guarda de segurança, ele a beijou na bochecha, os dois se olhavam sorrindo. Ela me chamou e me apresentou, tinha sido um namorado dela do ensino médio. Eu era o marido. Eles tinham um monte de lembranças, ele tinha se casado Ele também tinha duas meninas. Faltava meia hora para o turno acabar, Claudia disse que podíamos esperar por ele e tomar alguma coisa juntos, ele olhou pra ela meio estranho, não entendia muito bem o que estava rolando, mas disse que achava legal.
Demos uma volta e encontramos com ele, ficaram conversando um bom tempo. Claudia em um momento olhou pra ele.
— Olha, Marce… vou ser sincera… meu marido tá com um problema de impotência temporária… por causa de uma medicação que ele tá tomando… eu tô meio na noite ultimamente… — o olhar do cara era incrível. — Não sei se você tem um tempinho… se ainda me quer, claro… vou até o banheiro… pensa aí… — e se levantou e foi andando, balançando gostoso aquele rabão. O cara me olhou estranho. Eu disse que era verdade e que não queria que ela me traísse, por isso a gente tinha resolvido assim, ela tinha amantes ocasionais e a gente ia junto pra todo lugar. Saímos e pegamos um táxi até um hotel que a gente vai sempre. Mal entramos e já começaram a se pegar, logo o cara ficou pelado e Claudia só de calcinha chupando o pau dele com cuidado, um pau normal. Depois de um tempo foram pra cama, ele botou uma camisinha e Claudia montou nele, no começo não se beijavam e quando a tesão aumentou se beijaram como velhos amantes.
— Você sempre foi um monstro na cama… e agora seu rabão tá lindo…
— Você ainda me quer… eu me sinto feinha… — ele a colocou de quatro e começou a meter mais forte.
— Que rabão gostoso, você sempre teve uma bunda divina… — brincava com os dedos nela — e pelo que posso ver… você decidiu deixar fazerem…
— Sim, adorei… você tinha razão… eu amo no cu… — o pau do Marcelo saiu da sua buceta e lentamente desapareceu na sua bunda.
— Que encontro maravilhoso… quantas vezes sonhei em fazer esse rabão… que preciosidade de bunda você tem…
— E faz… aproveita… — Claudia virou a boca e se beijaram. Depois ele saiu da bunda e ela deitou de costas, ele montou nela e começou a meter bem fundo, forte e constante. Enquanto chupava os peitos dela à vontade.
— Que sorte te encontrar… Espero que a gente se veja mais, bunda grande...
Você lembra que ficava brava quando eu te chamava de bunda grande...
– Era pequena... agora eu adoro que você me chame assim... quer que eu seja sua bunda grande...
– Sim, adoro que você seja minha bunda grande... linda... – Ele começou a meter mais forte até cravar ela bem duro contra a cama enquanto as bocas se entrelaçavam. Ele ficou mais um tempinho e depois caiu ao lado dela na cama. Claudia foi até o pau dele, tirou a camisinha e limpou ele, começando a chupar. Tava murcho, não tava levantando, mas Claudia limpou ele feito um aspirador, depois se beijaram. Ele foi tomar banho e Claudia o acompanhou. Eu continuei sentado lá fora. Não tinha participado de nada.
Saímos os três e Claudia deu um beijo bem profundo na boca dele, pediu o telefone e garantiu que a gente ia ligar.
– Que tarde maravilhosa, amor... você vai me jogar sua porra na cara... sua puta fácil... vai castigar a bunda grande...
– Sim, puta... vou cuspir sua cara toda com minha porra... – Ele se aproximou e me agarrou pela cintura –
Em casa, eu mal podia esperar pra gente ir pra cama, ela se ajoelhou no chão e quando ela estava quase gozando, tirei da boca dela e jorrei vários jatos de porra na cara dela enquanto xingava, e ela acabou se masturbando, depois dormimos em silêncio.
Claudia é uma puta vingativa, 43 anos.
E assim chegamos ao sábado, quando cheguei de jogar futebol com meus amigos, Claudia tava toda sorridente, me disse que tinha ligado pro Jorge, o ex dela. Que a namorada dele tava viajando, que ele tava com vontade de sair pra dançar com a gente, ela disse que não podia decidir sozinha, que a neném era muito pequena e tinha que conversar comigo.
– Decide você, amor – ela disse – A Lucía não tem problema em cuidar da irmãzinha... chama o namorado dela pra casa e ficam juntos... além do mais, ela já dorme tranquila... vê o que você quer fazer... agora que não tenho mais o DIU... é meio perigoso, né... – E foi pra cozinha preparar o mate, peguei a Nerea no colo e fui cumprimentar a Lucía.
– Oi, papai... a mamãe me disse que vocês querem sair… aproveitem, eu não tenho problemas… – Que filha da puta, pensei –
– Mas sua irmã é muito novinha…
– Ai, pai… o que vai acontecer com ela… você não confia em mim…
Tomei uns mates em silêncio com a Claudia na cozinha, as meninas ficaram vendo TV no sofá. Nenhum dos dois dizia nada. A Claudia falou:
– O que será que esse cara quer, saindo com a gente… que eu apresente alguma amiga… ou vai achar que eu sou uma puta fácil… são todos iguais, vocês…
– E você gostaria de sair…
– Não começa a me enrolar… eu faço o que você mandar… se tem que chupar e comer uma boa pica… eu como… – e saiu sorrindo da cozinha –
Eu já sentia minha pica dura, bem dura, já tinha 80% do jogo perdido, pensei. Disse pra Claudia confirmar, estávamos no começo de dezembro, era uma noite linda com muito calorzinho, a Claudia vestiu um vestido bem curtinho com um fio-dental que se enfiava na bunda dela. Eu dirigi o carro dela, ela sentada ao meu lado, passamos pra buscá-lo na casa dele. Ele entrou no carro, beijou a Claudia na bochecha e me deu a mão.
– Que bonita está a senhora…
– Tava com vontade de me arrumar um pouco…
Dirigi até o lugar que me indicaram, a mão do Jorge começou a brincar com a perna da Claudia. Subia e descia cadenciosa e suavemente.
– Que pele linda você tem, puta… continua linda como sempre…
– Que bom que você gosta…
Uma vez na balada, fomos ao bar tomar alguma coisa, muitos caras olhavam pra Claudia, comiam as pernas dela com os olhos.
Depois de um tempo, eles saíram pra dançar. Dançaram um tempão, a Claudia se sacudia sensual e ele a segurava pela cintura, a acariciava e de vez em quando a beijava, depois foram pra um lugar mais escuro, me pareceu que ele meteu a mão na calça dela e vi a perna direita da Claudia se enrolando nele. Parecia que ele tinha penetrado nela, mas estavam parados, sem se mexer. Depois voltaram pra pista de novo.
Dançaram bastante e, depois de um tempo, a Claudia me disse que a gente ia embora, que íamos conhecer a Casa do Jorge...
No carro já foram se beijando e se apalpando no banco de trás, já na casa dele, nos sentamos num sofá enquanto Jorge servia algo pra beber e colocava música.
Depois dançavam de novo, Claudia falou:
— Sabe que a gente tem que ter cuidado... — ele olhou pra ela sem entender do que ela estava falando.
— Nada, bobo... que eu tirei o DIU... tem que ser cuidadoso... — ele só diminuiu a distância e começou a beijá-la mais apaixonadamente. Sentou no sofá e puxou ela pra cima dele, assim vestida como estava, puxou o thong dela e a enfiou nele.
— Que puta safada você é...
— É, eu adoro ser bem puta mesmo...
Se comiam na boca, os dois loucos de tesão.
— E já comeu seu amigo aquele, com certeza...
— Quem você diz... o açougueiro do pauzão...
— Que puta você é... já deu pra ele...
— Ele me encheu só uma vez... mas é mais novo que você... me inundou a buceta de porra...
Ele a enfiava no pau dele, dando bem forte. — Tenho que aproveitar... daqui a uns anos quem vai me querer...
Ele chupava os peitos dela, estava doido, muito excitado, misturado com raiva. Apertava a bunda dela com força e mordia os mamilos de vez em quando. Ela teve um orgasmo, se sacudia em cima dele, quando se acalmou um pouco ele a levou pra cama, se despiu, ela ainda vestida e agora montou em cima dela. A fodia bem forte enquanto cuspia na boca que Claudia abria pra engolir o que ele dava.
— Puta barata... vou encher sua barriga de porra... então tá procurando quem te encha, hein... puta fácil...
— É, você tinha razão... sou muito puta...
Ele dava cada vez com mais fúria e Claudia gemia cada vez mais alto
— Tomara que saia um pouco de porra ainda... Você já tá grandinho...
Ele agarrou o cabelo dela enquanto continuava cuspindo nela e a bombava cada vez mais forte.
Até que finalmente a enfiou bem forte, estava chegando e agora bufava como um condenado enquanto a xingava, a chamava de puta suja, cuzão barato e coisas do tipo, ficou grudado nela e se beijavam apaixonadamente na boca. Claudia me... Ele sinalizou quando ele saiu para que eu fosse chupar a buceta dele, fazia muito tempo que não fazia e me sentia estranho. Ele me agarrava pelo cabelo e enfiava minha cabeça contra a buceta dele.
- Senti a porra… viadinho de merda… aaaaa… aaaa…. Que pedaço de infeliz…
Jorge tinha ido ao banheiro e só pra mim ele dizia isso. Quando ele voltou, deitou-se e Claudia foi ao banheiro. Quando voltou, queria ir embora, disse que a menina estava com Lúcia e que tínhamos que ir porque era tarde, se beijaram um bom tempo e ele nos acompanhou até a porta. No carro, enquanto dirigia, Claudia levou minha mão até sua buceta, senti como estava cheia de porra.
- Tá sentindo como é gostoso… bem molhadinha… cheia de porra… que delícia, né, papi… você gostaria de meter um pouco… pra sentir…
Parei o carro numa rua escura e me ajustei para penetrá-la, estávamos muito desconfortáveis no carro. A buceta dela estava quentinha e cremosa.
- Tá gostoso, papi… viu quanta porra o cachorro me deu… só precisei esquentar ele um pouco… rendeu bastante, tá sentindo…
Depois me empurrou pelo peito para evitar que eu gozasse. Na porta de casa, ela limpou um pouco as pernas. Quando entramos, o namorado da menina olhou para ela sem acreditar, nunca a tinha visto arrumada daquele jeito.
- Como foi? - perguntou ele, enquanto continuava olhando as pernas de Claudia. Eu temia o que Claudia pudesse fazer, ela notava que ele estava excitado. Lúcia dormia no sofá e a menina estava no quarto. Claudia tirou o vestido ali na sala de jantar.
- Estou morta, vou tomar um banho… - e caminhou até o banheiro com sapatos e seu fio-dental enfiado na bunda, dando um close para o namorado da menina, enquanto caminhava desabotoava o sutiã. O cara engoliu em seco e não disse nada. Eu fui ao banheiro e fiquei bravo com Claudia, ela pediu desculpas, mas disse que eu sabia que ela ficava muito excitada depois dos nossos encontros.
- Mas é o namorado da menina… é um cara…
- Desculpa, amor… pra mim é só mais um homem… - ela disse enquanto lavava o cabelo.
Claudia é uma puta. Vingativa 44
Quando ela saiu do banho, envolvi ela numa toalha e levei pro quarto. Os meninos estavam no quarto da Lúcia. Ela caiu nua na cama, eu botei uma camisinha pra aguentar e montei nela.
- Que puta você é... como vai ficar nua na frente do namorado da menina...
- Você já sabe que eu sou uma puta... ele adorou olhar minha bunda, não foi... agora deve estar comendo a Lúcia... por que você não vai ver...
- Filha da puta... - e eu furava ela bem forte.
- No fim, só fiz um favor pra minha filha... viu que gostoso meu ex me comeu... temos que parar um pouco... não faz tanto tempo que eu menstruei... mas agora tem que parar... senão eu posso ficar grávida... - eu dava bem forte, tava louco de tesão. - O que você acha, amor... que a gente pare um pouco... tenta gozar muito... assim baixa seu tesão e a gente não faz loucuras por um tempo... siiiim... - ela disse, exagerando sua voz de puta. - Vou acabar grávida logo senão... sabe... por que você não vai ver o que a Lúcia tá fazendo...
- Filha da puta...
- O cara que ela tá comendo é bonito...
- Com ele, não, hein...
- Ele não tem pau, por acaso...
Eu comecei a gozar na camisinha e a Cláudia mordia minha boca, entre tesão, desespero e nervosismo.
A gente dormiu até eu ter que levantar porque a neném tava chorando.
Quando saí do quarto, achei que ouvi barulhos no quarto da Lúcia. Dei uma espiada e o namorado tava furando ela bem forte e igual, por sorte não me viram, saí sem fazer barulho. Depois de trocar e dar a mamadeira pra neném, voltei pro quarto. A Cláudia dormia tranquila e relaxada. Meu pau tava duro de novo. Na manhã seguinte, acordei amarrado e com a Cláudia montada em mim.
- Acordei e você tava com o pau bem duro... e não me aguentei... - ela me dizia suavemente no meu ouvido. - O que foi que você tá tão excitado...
- Nada...
- Sabe que a pior coisa que você pode fazer é ficar calado...
- Ouvi um barulho quando fui dar a mamadeira pra neném e o namorado da Lúcia tava comendo ela...
- Aaaa... que filho da puta... ficou com tesão...?
- E a menina é bonita também...
- Mas parece que você ficou um pouco mais excitado não… e agora o que vamos fazer…
-Nada que não volte a acontecer… você estava um pouco alegre e só…
-Tem razão… a menina não tem que sofrer… aaaa… que filho da puta… mas o que eu faço quando me sinto tão quente… adoro provocar…
-Não sei, amor… não sei…
Ele saiu de cima de mim e descansei mais um pouco. Ele soltou minhas mãos e eu fui tomar uns mates na cozinha, apareceu o Carlos, que é assim que se chama o namorado da menina. Tomamos uns mates em silêncio, as garotas dormindo. Depois de um tempo entrou a Cláudia, quase morri, ela estava com o biquíni que usou na praia, aquele fio dental enfiado no cu e em cima uma camiseta sem sutiã. Eu notava a dureza dos mamilos dela.
-Perdão… pensei que você estava sozinho, amor… -Carlos não disse nada, ofereci um mate pra Cláudia, ela tomou e saiu da cozinha balançando a bunda cadenciadamente. Continuamos tomando mate como se nada tivesse acontecido, Cláudia voltou pro quarto como se nada, veio vestida com uma calça larga e uma camiseta folgada e com sutiã.
Eu tinha certeza que ela tinha feito de propósito, esperei a hora da soneca pra sondar ela a respeito. Depois do almoço ela foi pro quarto antes, vestiu de novo a camiseta sem nada por baixo e o fio dental do biquíni, puxei pro lado e comecei a comer ela.
-Que tesão você fica…
-Você sabia que ele tava aí, né…
-sim, sabia e sabia que você ia me comer como tá me comendo agora… por que não me deixa dar uma saída… vou até o banheiro só… quando ele estiver no sofá… quer…
-não seja boba… é o namorado da menina…
-Pergunto alguma bobagem… me mostro um pouco e volto pra você me comer ainda mais quente… quer… cachorrão…
Eu saí de dentro dela. Espiei, a Lúcia estava no quarto e ele assistia TV no sofá. Cláudia saiu do quarto e passou pela cozinha, ele foi pra cozinha. Conversaram um pouco sobre nada enquanto Cláudia procurava coisas nas prateleiras e tal, se mostrando o tempo todo. Ele saiu primeiro, o volume dele dava pra ver debaixo da calça. Cláudia veio pro quarto e montou em mim agora. Transamos em silêncio, nenhum de nós falava nada, ficamos um tempão, eu chupava os peitos dela, mordia e no final gozei bem fundo na sua buceta. A gente tinha transado bastante nesses dias, então não foi muito o que deixei nela.
— Ai, amor... tô que nem uma puta... lembra que a gente tem que parar por uns dias... não quero que me encham tão cedo... qualquer otário já me deu porra... até você... — me beijou profundamente, se trocou e se levantou. Disse que me esperava, que íamos com a nenê para a praça. E foi o que fizemos.
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