Olá, amigos e amigas do poringa.
Tô trazendo aqui mais um relato daqueles que nunca comentei com ninguém por vergonha. Só com algum amigo de confiança.
Faz mais de 20 anos atrás. Eu morava com meu avô num bairro tranquilo de Buenos Aires, onde a gente conhecia todos os vizinhos e costumava tomar mate na calçada. Um bairro ideal pra viver em família e ficar de boa.
Com o crescimento da criminalidade, que naquela época era algo impensável, essa paz e sossego acabaram. Todo dia acontecia alguma coisa que deixava os vizinhos bolados.
Uma noite, acordei com um grito de mulher que me fez pular da cama.
Peguei a espingarda do meu avô e acendi a luz do fundo.
Quando vejo dois caras pulando o muro pra rua. Gritei alto e dei um tiro pro alto.
Quando saí na rua, vejo minha vizinha correndo na minha direção.
Ela tava com uma camisola tipo uma camisa de seda preta com um laço na cintura e um conjunto vermelho por baixo, pelo que dava pra ver na transparência.
Ela é a Lorena, 49 anos, cabelo loiro tingido e curto, olhos cor de mel, um corpo lindo e umas pernas grossas mas firmes que sustentavam uma bunda redonda e grande. Peitos grandes e arredondados. Um corpo bem cuidado.
Ela é mulher do Beto, meu vizinho, que é motorista de ônibus de longa distância.
Acompanhei ela até a casa dela e, enquanto eu revistava o lugar, ela chamou a polícia, colocou a chaleira no fogo pra fazer um mate e foi se trocar.
A polícia chegou e não deu em nada. Olharam um pouco e foram embora.
Meu avô e eu fizemos companhia pra ela por um tempo, e ela tremia de medo até se acalmar com a nossa presença.
Meu avô se desculpou e foi embora, já que não tava acostumado a ficar acordado até tão tarde.
Eu me despedi dele e falei: "Vou ficar até ela ficar mais tranquila."
ELA: "Vai ficar comigo a noite toda se for por isso, hahahaha.
Tô morrendo de medo de ficar sozinha."
EU: "O que for preciso, vizinha", respondi.
ELA: "Me chama de Lore. Faz anos que a gente se conhece, garoto. hahaha .
vou me trocar, que tô morrendo de calor,
ela foi pro quarto dela, enquanto eu continuava com o mate.
enquanto eu tava distraído com o que tava fazendo. olho de novo pra Lorena com a camisola dela que era de matar. quase engoli a bomba.
ela se assustava com cada barulho, e me mandava ir ver. assim passamos boa parte da noite.
a cada barulho ela me abraçava e me pegava pela cintura, me acompanhando pra onde eu ia.
por sorte os barulhos pararam e com tudo fechado ela se acalmou um pouco e me ofereceu dormir no quarto do filho que já não morava mais lá.
me deitei com a pica dura de tanto ver ela e sentir os roços do corpo dela no meu.
quando eu tava quase dormindo.
os gatos brigando no telhado, assustou a Lorena de novo que correu pro quarto assustada. eu acalmei ela e ela se deitou comigo na cama pequena.
tremia igual uma folha e pedia desculpa por ser tão medrosa e pelo desconforto do momento.
eu não acreditava na sorte daquele dia. e poder estar consolando e abraçando aquela mulher que foi a maior fantasia da minha vida.
muitas vezes via ela tomando sol ou quando saía pra comprar. sempre me deixou louco.
o perfume de jasmim dela me fazia suspirar enquanto os dois estavam deitados na cama pequena.
ELA: tava confortável?
EU: posso dizer que tô no paraíso
ELA: como não entendo? como no paraíso?
EU: claro, nunca estive mais confortável na minha vida.
aqui deitado com você e sentindo seu perfume tão gostoso.
ela respondeu com um sorriso e apoiou a cabeça no meu peito.
meu coração batia a mil e ela percebia, assim como minha pica dura.
ELA: obrigada, você é muito fofo.
e começou a beijar meu peito e acariciar.
eu respondia com carícias suaves no cabelo dela e na cintura dela delicadamente.
ela levantou a cabeça e me olhando.
ELA: obrigada por me acompanhar e cuidar de mim, faz muito tempo que não tenho um homem de verdade do meu lado.
que me faça sentir tão bem.
você sabe como fazer uma mulher se sentir bem.
começou a me beijar, os beijos dela eram muito eróticos.
sentia a língua dela percorrer meu pescoço e descer bem devagar, e ficou um tempo brincando com meus mamilos enquanto a mão dela acariciava meu pau bem suave e docemente.
desceu cada vez mais enquanto me olhava com uma cara de puta incrível.
chegou até o elástico da minha cueca e, segurando com as duas mãos, disse: quero ver essa coisa enorme que senti com minhas mãos.
a cara de puta dela se transformou em cara de espanto ao ver meu pau ereto apontando para o rosto dela.
isso é enorme, caralho, nunca vi um pau tão grande assim.
não gostou??? (perguntei idiotamente)
ELA: não sei, tenho que provar e te falo.
percorreu desde minhas bolas até a ponta os 23 cm de pau. com a língua quente e molhada dela.
ELA: mmmmm que pica linda
depois disso como vou me contentar com o pintinho pequeno do meu marido.
mmmm que garrote gostoso, amor.
mmmmm chuik chuik chuik.
começou a chupar como uma louca.
dava grandes bocadas para conseguir enfiar o máximo que podia do meu pau na boca dela.
entre saliva e ânsias, conseguia avançar aos poucos.
enquanto me chupava o pau, virou o corpo para mim e colocou a buceta depiladinha na frente do meu rosto.
como um bebê na teta, me agarrei e chupei e brinquei com a buceta e o clitóris dela à vontade.
fazendo ela gemer de prazer.
meus dedos penetravam aquela buceta macia, apertadinha para receber meu pau grande e venoso.
ela se virou sem eu dizer nada e agarrou com as mãos meu pau e se posicionou para se empalar sozinha.
com uma cara de prazer inimaginável, começou a se deixar cair.
gemendo e aproveitando cada centímetro de pau que ia abrindo a buceta dela.
com um vai e vem de cintura, subindo e descendo, pegou o ritmo dela logo.
eu aproveitando loucamente, brincando com as nádegas dela, dando tapinhas que a faziam gemer um pouco mais.
e chupando aqueles peitos que eram a glória. total.
chupar os peitos dela e a penetração fazia ela gozar como uma louca.
minha vontade de gozar aumentou quando subi em cima dela e comecei a bombar bem forte por um bom tempo.
tirei meu pau e ela disse: não se preocupa com nada, pode gozar na minha buceta, que não dá nada, não sou uma garota e não corre risco comigo, bebê.
eu, todo sem noção, falei: quero te comer o cu, mami, isso tem que ser meu.
a resposta foi rápida e curta: com isso você não me pega nem bêbada.
eu ri e coloquei meu pau de novo naquela buceta já vermelha de tanto pau.
voltei a meter com tudo até gozar bem fundo nela.
eu gemia e ficava louco, foi a primeira vez que gozei numa buceta sem camisinha.
ela se virou e disse:
ELA: agora vem a melhor parte.
deita e relaxa.
eu limpo tudo, hmm, que gostoso.
bem limpinho com minha língua e boca.
você gostou de como deixei, bebê?
EU: incrível, mami, você é a melhor.
fiquei fascinado com o que ela fez.
enquanto se lambia, disse: se soubesse que era tão gostoso, teria engolido tudo. e continuou chupando meu pau por mais um tempo.
até que se levantou e foi se limpar, meu gozo escorrendo da buceta dela.
na manhã seguinte, me acordou com chimarrão e um boquete dos bons.
tudo começou de novo.
Não dava pra controlar meu gênio.
Implorava, porra, aquela bunda era minha obsessão.
ELA: Pela bunda não, bebê.
Só fiz uma vez e doeu pra caralho.
E seu pau não se compara com o do meu marido.
EU: Mas com ele você tentou, e comigo não.
Vai, gostosa, deixa eu enfiar um pouquinho.
ELA: Mmmm, tô com medo.
Mas vamos tentar.
Só que, se doer na minha posição, eu tiro.
Um pouco de saliva e umas chupadas gostosas na bunda deixaram ela bem lubrificada.
Ela parou na minha frente e colocou a raba na minha cara.
Pegou no pau e deu uma boa cuspida antes. Sentou bem devagar.
ELA: Não acredito que tô fazendo isso.
Mais vale que não doa, mano, senão te mato.
Mmmmm ai, mmm ai, que dor.
Deixa ele aí.
Mmm, que sensação estranha, dói mas quero enfiar tudo.
Mmm, a ardência vira prazer, mmm que gostoso.
Ha ha ha ha.
Foi assim o dia inteiro, e a gente transou o dia todo.
Fomos amantes por um bom tempo, e toda vez que o marido viajava, eu ficava cuidando dela e fodíamos como loucos. Ela se moldou ao meu gosto, e eu ao dela.
CONTINUA
FIM
PS: Espero que vocês gostem e que a foto apareça. Dessa gostosa incrível.
Tô trazendo aqui mais um relato daqueles que nunca comentei com ninguém por vergonha. Só com algum amigo de confiança.
Faz mais de 20 anos atrás. Eu morava com meu avô num bairro tranquilo de Buenos Aires, onde a gente conhecia todos os vizinhos e costumava tomar mate na calçada. Um bairro ideal pra viver em família e ficar de boa.
Com o crescimento da criminalidade, que naquela época era algo impensável, essa paz e sossego acabaram. Todo dia acontecia alguma coisa que deixava os vizinhos bolados.
Uma noite, acordei com um grito de mulher que me fez pular da cama.
Peguei a espingarda do meu avô e acendi a luz do fundo.
Quando vejo dois caras pulando o muro pra rua. Gritei alto e dei um tiro pro alto.
Quando saí na rua, vejo minha vizinha correndo na minha direção.
Ela tava com uma camisola tipo uma camisa de seda preta com um laço na cintura e um conjunto vermelho por baixo, pelo que dava pra ver na transparência.
Ela é a Lorena, 49 anos, cabelo loiro tingido e curto, olhos cor de mel, um corpo lindo e umas pernas grossas mas firmes que sustentavam uma bunda redonda e grande. Peitos grandes e arredondados. Um corpo bem cuidado.
Ela é mulher do Beto, meu vizinho, que é motorista de ônibus de longa distância.
Acompanhei ela até a casa dela e, enquanto eu revistava o lugar, ela chamou a polícia, colocou a chaleira no fogo pra fazer um mate e foi se trocar.
A polícia chegou e não deu em nada. Olharam um pouco e foram embora.
Meu avô e eu fizemos companhia pra ela por um tempo, e ela tremia de medo até se acalmar com a nossa presença.
Meu avô se desculpou e foi embora, já que não tava acostumado a ficar acordado até tão tarde.
Eu me despedi dele e falei: "Vou ficar até ela ficar mais tranquila."
ELA: "Vai ficar comigo a noite toda se for por isso, hahahaha.
Tô morrendo de medo de ficar sozinha."
EU: "O que for preciso, vizinha", respondi.
ELA: "Me chama de Lore. Faz anos que a gente se conhece, garoto. hahaha .
vou me trocar, que tô morrendo de calor,
ela foi pro quarto dela, enquanto eu continuava com o mate.
enquanto eu tava distraído com o que tava fazendo. olho de novo pra Lorena com a camisola dela que era de matar. quase engoli a bomba.
ela se assustava com cada barulho, e me mandava ir ver. assim passamos boa parte da noite.
a cada barulho ela me abraçava e me pegava pela cintura, me acompanhando pra onde eu ia.
por sorte os barulhos pararam e com tudo fechado ela se acalmou um pouco e me ofereceu dormir no quarto do filho que já não morava mais lá.
me deitei com a pica dura de tanto ver ela e sentir os roços do corpo dela no meu.
quando eu tava quase dormindo.
os gatos brigando no telhado, assustou a Lorena de novo que correu pro quarto assustada. eu acalmei ela e ela se deitou comigo na cama pequena.
tremia igual uma folha e pedia desculpa por ser tão medrosa e pelo desconforto do momento.
eu não acreditava na sorte daquele dia. e poder estar consolando e abraçando aquela mulher que foi a maior fantasia da minha vida.
muitas vezes via ela tomando sol ou quando saía pra comprar. sempre me deixou louco.
o perfume de jasmim dela me fazia suspirar enquanto os dois estavam deitados na cama pequena.
ELA: tava confortável?
EU: posso dizer que tô no paraíso
ELA: como não entendo? como no paraíso?
EU: claro, nunca estive mais confortável na minha vida.
aqui deitado com você e sentindo seu perfume tão gostoso.
ela respondeu com um sorriso e apoiou a cabeça no meu peito.
meu coração batia a mil e ela percebia, assim como minha pica dura.
ELA: obrigada, você é muito fofo.
e começou a beijar meu peito e acariciar.
eu respondia com carícias suaves no cabelo dela e na cintura dela delicadamente.
ela levantou a cabeça e me olhando.
ELA: obrigada por me acompanhar e cuidar de mim, faz muito tempo que não tenho um homem de verdade do meu lado.
que me faça sentir tão bem.
você sabe como fazer uma mulher se sentir bem.
começou a me beijar, os beijos dela eram muito eróticos.
sentia a língua dela percorrer meu pescoço e descer bem devagar, e ficou um tempo brincando com meus mamilos enquanto a mão dela acariciava meu pau bem suave e docemente.
desceu cada vez mais enquanto me olhava com uma cara de puta incrível.
chegou até o elástico da minha cueca e, segurando com as duas mãos, disse: quero ver essa coisa enorme que senti com minhas mãos.
a cara de puta dela se transformou em cara de espanto ao ver meu pau ereto apontando para o rosto dela.
isso é enorme, caralho, nunca vi um pau tão grande assim.
não gostou??? (perguntei idiotamente)
ELA: não sei, tenho que provar e te falo.
percorreu desde minhas bolas até a ponta os 23 cm de pau. com a língua quente e molhada dela.
ELA: mmmmm que pica linda
depois disso como vou me contentar com o pintinho pequeno do meu marido.
mmmm que garrote gostoso, amor.
mmmmm chuik chuik chuik.
começou a chupar como uma louca.
dava grandes bocadas para conseguir enfiar o máximo que podia do meu pau na boca dela.
entre saliva e ânsias, conseguia avançar aos poucos.
enquanto me chupava o pau, virou o corpo para mim e colocou a buceta depiladinha na frente do meu rosto.
como um bebê na teta, me agarrei e chupei e brinquei com a buceta e o clitóris dela à vontade.
fazendo ela gemer de prazer.
meus dedos penetravam aquela buceta macia, apertadinha para receber meu pau grande e venoso.
ela se virou sem eu dizer nada e agarrou com as mãos meu pau e se posicionou para se empalar sozinha.
com uma cara de prazer inimaginável, começou a se deixar cair.
gemendo e aproveitando cada centímetro de pau que ia abrindo a buceta dela.
com um vai e vem de cintura, subindo e descendo, pegou o ritmo dela logo.
eu aproveitando loucamente, brincando com as nádegas dela, dando tapinhas que a faziam gemer um pouco mais.
e chupando aqueles peitos que eram a glória. total.
chupar os peitos dela e a penetração fazia ela gozar como uma louca.
minha vontade de gozar aumentou quando subi em cima dela e comecei a bombar bem forte por um bom tempo.
tirei meu pau e ela disse: não se preocupa com nada, pode gozar na minha buceta, que não dá nada, não sou uma garota e não corre risco comigo, bebê.
eu, todo sem noção, falei: quero te comer o cu, mami, isso tem que ser meu.
a resposta foi rápida e curta: com isso você não me pega nem bêbada.
eu ri e coloquei meu pau de novo naquela buceta já vermelha de tanto pau.
voltei a meter com tudo até gozar bem fundo nela.
eu gemia e ficava louco, foi a primeira vez que gozei numa buceta sem camisinha.
ela se virou e disse:
ELA: agora vem a melhor parte.
deita e relaxa.
eu limpo tudo, hmm, que gostoso.
bem limpinho com minha língua e boca.
você gostou de como deixei, bebê?
EU: incrível, mami, você é a melhor.
fiquei fascinado com o que ela fez.
enquanto se lambia, disse: se soubesse que era tão gostoso, teria engolido tudo. e continuou chupando meu pau por mais um tempo.
até que se levantou e foi se limpar, meu gozo escorrendo da buceta dela.
na manhã seguinte, me acordou com chimarrão e um boquete dos bons.
tudo começou de novo.
Não dava pra controlar meu gênio. Implorava, porra, aquela bunda era minha obsessão.
ELA: Pela bunda não, bebê.
Só fiz uma vez e doeu pra caralho.
E seu pau não se compara com o do meu marido.
EU: Mas com ele você tentou, e comigo não.
Vai, gostosa, deixa eu enfiar um pouquinho.
ELA: Mmmm, tô com medo.
Mas vamos tentar.
Só que, se doer na minha posição, eu tiro.
Um pouco de saliva e umas chupadas gostosas na bunda deixaram ela bem lubrificada.
Ela parou na minha frente e colocou a raba na minha cara.
Pegou no pau e deu uma boa cuspida antes. Sentou bem devagar.
ELA: Não acredito que tô fazendo isso.
Mais vale que não doa, mano, senão te mato.
Mmmmm ai, mmm ai, que dor.
Deixa ele aí.
Mmm, que sensação estranha, dói mas quero enfiar tudo.
Mmm, a ardência vira prazer, mmm que gostoso.
Ha ha ha ha.
Foi assim o dia inteiro, e a gente transou o dia todo. Fomos amantes por um bom tempo, e toda vez que o marido viajava, eu ficava cuidando dela e fodíamos como loucos. Ela se moldou ao meu gosto, e eu ao dela.
CONTINUA
FIM
PS: Espero que vocês gostem e que a foto apareça. Dessa gostosa incrível.
12 comentários - Comendo a vizinha Lorena
liosas gracias no se porq no toma las fotos de mi pc
ellocoamor33 gracias
gracias por el consejo