Outra vez que a Cristina se transformou numa puta foi há algumas semanas. Naquela ocasião eu não estava presente, mas ela se encarregou de me deixar por dentro e, com luxo de detalhes, me contou como foi comida por quatro homens.
Aquele dia era um sábado, por volta do meio-dia, e eu ainda estava de pijama sentado na sala vendo televisão. A Cristina ainda não tinha acordado — acho que a ressaca estava tão forte que ela ainda estava pegando no sono. Mesmo com muita vontade de saber como tinha sido a saída dela na noite anterior, decidi não acordá-la. Os minutos passavam e eu ficava tentando imaginar onde ela tinha ido e com quem tinha estado. Até que, por volta do meio-dia, finalmente ouvi a porta do quarto abrindo e os passos dela descendo as escadas. O rosto ainda estava marcado, com olheiras, e ela só estava usando o roupão. Ela veio até onde eu estava e disse:
— Tem café? Tô com uma ressaca da porra.
— Na cozinha, Cristina, mas já deve estar frio.
Ela nem ligou muito, deu meia-volta e entrou na cozinha. Depois de alguns minutos, voltou para a sala e sentou do meu lado.
— Bom, Cristina, agora você vai me contar onde você estava ontem.
— Fui com minha amiga ver um jogo de futebol.
— Futebol? Mas você nem gosta de futebol!
— Do futebol, não… mas dos jogadores, sim…
Quando ouvi isso, minha mente começou a imaginar mil coisas. Com certeza ela tinha sido comida por todos do time, ou da torcida, sei lá. Mas, como sempre acontece comigo, comecei a ficar de pau duro. Não consigo evitar imaginar ela se comportando como uma putinha safada. Então decidi tirar a dúvida e perguntei:
— Vamos lá, Cristina, me explica isso direito…
— O que você quer que eu explique? Que eu dei para quatro caras? É isso que você quer ouvir, né?… hahahaha, você é um corno total!
— Quatro homens? Mas você é mesmo uma puta de marca maior, Cristina!!!
— Tá bom, como quiser. Mas pra você ver que sou uma mulher direita, vou te contar como foi, porque sei que é isso que o que você quer,
Infelizmente a Cristina tinha razão, então não me restou outra opção a não ser ficar quieto e ouvir o relato dela,
- Olha, corno, ontem por volta das 11 da manhã minha amiga Gisel me ligou. Ela disse que me convidava para uma festa que iam fazer na casa do namorado dela, mas que antes iam assistir a uma partida de futebol. Ela disse que era um jogo de futebol... como ela disse... futebol de várzea... isso... foi assim que ela falou e que não ia ser num estádio convencional... ia ser num campinho... digamos improvisado, num campo esportivo que fica em frente à casa do namorado dela. Eu disse que sim e que a gente ia se encontrar na casa dela. Então, daqui eu fui direto pra casa dela, onde o namorado dela passou pra nos buscar. Devo ressaltar que quando o namorado dela passou pela gente, ele veio com cinco caras do time dele que estavam... hmm... todos uns exemplares excelentes, todos eram morenos, com pernas e braços bem definidos, uns malvados feios, fortes e sem vergonha... jijijijiji...
- Esses caras foram os que te comeram..??
- Calma, corno... deixa eu continuar te contando
A Cristina sabia muito bem que era isso que eu gostava e me tinha bem agarrado com isso, então não me restou outra a não ser continuar ouvindo o relato,
- Como eu estava dizendo, o namorado da minha amiga passou pela gente no carro dele... é um semi-compacto, então como você pode imaginar, a gente veio meio apertada. Ela foi na frente com o namorado e eu fui atrás com os outros quatro. Devo esclarecer que desde que eu entrei, eles se viraram pra eu não caber direito, então acabei sentada no colo de um deles. E como eu te disse há pouco, eles eram uns gatos, então imediatamente começaram a puxar assunto comigo,
- A puxar assunto ou a te apalpar..???
- Hahahaha... calma, querido, não se desespere...
- Tá bom, Cristina, vamos lá, continua me contando
- Bom, eu vinha sentada no colo de um deles e acho que a Gisel disse pra eles que eu era uma mulher de mente aberta, então não demorou muito pra começarem a fazer as perguntas de praxe, tipo se era casada...?? se tinha filhos...?? se tinha namorado, marido ou amante...?? eu respondia que era solteira, que não tinha nenhum compromisso, pensei que se algum deles quisesse algo comigo, era melhor deixar as coisas claras de uma vez, então me declarei solteira.
— Estranho seria se você não fizesse isso, Cristina.
Bom, a partir daquele momento a conversa começou a fluir e pude notar que o que me tinha sentada nas pernas aproveitava o movimento do carro para tentar aproximar minha bunda do pau dele, mas como estávamos tão apertados foi impossível e ele só se conformou em segurar meus quadris. Eu podia sentir as mãos grandes dele me segurando com força na cintura e, a cada solavanco do carro, ele aproveitava para me apertar. A verdade é que senti muito... muito... gostoso... mas enfim. No final, durante todo o trajeto, o cara não soltou meus quadris de jeito nenhum, até chegarmos na casa do namorado da minha amiga. Era um prédio meio antigo de uns cinco andares e em frente tinha uma quadra sobre um canteiro. Entramos no apartamento e minha amiga me perguntou se eu podia servir algo para os caras beberem, que eu podia pegar o que quisesse da geladeira, que ela e o namorado precisavam conversar a sós. Eu respondi que sim, e depois ela foi se trancar com o namorado, ficando eu sozinha com os quatro caras, que entravam e saíam do apartamento, descendo as coisas deles para o jogo. Entrei na cozinha, abri a geladeira e peguei duas caixas de seis cervejas, peguei uns limões e voltei para a sala, deixando tudo em cima da mesa. Disse para os caras que tinha cerveja, eles só responderam com um "obrigado". Eu peguei uma e fui olhar pela janela, de frente para a quadra. Fiquei assim, distraída, por uns cinco minutos olhando pela janela e, quando me virei, adivinha o que eu vi?
— O que você viu, Cristina?
Os quatro caras já estavam pelados atrás de mim e eu não tinha percebido! Ou seja... peladinhos atrás de mim... No começo, levei um susto, já que, como eu estava te dizendo... Os quatro estavam muito gostosos, então lentamente comecei a olhar cada um deles, um por um. Os quatro tinham uns paus enormes e uns ovões gigantes, vou te dizer que fazia anos que não via coisas assim, e eles perceberam na hora que eu fiquei boquiaberta. Então um deles tomou a palavra e me perguntou se estava tudo bem. Eu só respondi que sim, que estava tudo bem, e saí rapidamente do quarto e fui sentar na sala para esperar minha amiga. Depois de alguns minutos, os quatro saíram daquele quarto e um se aproximou de mim e disse:
— Espero que você fique o jogo inteiro, Cristina. Vai ficar muito bom.
E sem dizer mais nada, saíram do apartamento. Poucos minutos depois, saíram minha amiga e o namorado dela.
— E você não disse nada…?
— Mmmhhh… não. Não achei boa ideia, não queria provocar alguma confusão.
Então as duas saímos do apartamento e fomos para as quadras. Poucos minutos depois, o jogo começou e tudo transcorria normal, mas adivinha…?
— O quê, Cristina…?
— Que eu não conseguia tirar da cabeça a imagem daqueles quatro pauszões. Se você tivesse visto… tipo… estavam enormes mesmo… e para ser sincera, já estava começando a ficar molhada, e além disso o calor estava no auge e os caras correndo e suando… esquece. Então, para tentar acalmar um pouco minha tesão, disse para minha amiga que ia subir no apartamento pegar outra cerveja. Ela me deu as chaves e desci aquelas arquibancadas, atravessei a rua e entrei no prédio de novo. Cheguei no apartamento e entrei. Sabia que não tinha ninguém, então com toda calma abri a geladeira, peguei outra cerveja, mas não desci. Fiquei parada na janela, queria lembrar ao máximo aqueles segundos… queria imaginar de novo aqueles paus enormes…! É que eu os tinha tido tão perto…! Me apaixonei por aqueles paus, querido…! Tão grandes, tão… tão grossos que pareciam… mmhhhh… eram uma delícia.
— Acredito que você se apaixonou por aqueles paus. E depois, o que aconteceu? Cristina ficou me olhando e disse:
- Eu continuo depois de tomar banho
E então deu um pulo do sofá e subiu as escadas, me deixando sentado e com uma ereção
Continua...........
Aquele dia era um sábado, por volta do meio-dia, e eu ainda estava de pijama sentado na sala vendo televisão. A Cristina ainda não tinha acordado — acho que a ressaca estava tão forte que ela ainda estava pegando no sono. Mesmo com muita vontade de saber como tinha sido a saída dela na noite anterior, decidi não acordá-la. Os minutos passavam e eu ficava tentando imaginar onde ela tinha ido e com quem tinha estado. Até que, por volta do meio-dia, finalmente ouvi a porta do quarto abrindo e os passos dela descendo as escadas. O rosto ainda estava marcado, com olheiras, e ela só estava usando o roupão. Ela veio até onde eu estava e disse:
— Tem café? Tô com uma ressaca da porra.
— Na cozinha, Cristina, mas já deve estar frio.
Ela nem ligou muito, deu meia-volta e entrou na cozinha. Depois de alguns minutos, voltou para a sala e sentou do meu lado.
— Bom, Cristina, agora você vai me contar onde você estava ontem.
— Fui com minha amiga ver um jogo de futebol.
— Futebol? Mas você nem gosta de futebol!
— Do futebol, não… mas dos jogadores, sim…
Quando ouvi isso, minha mente começou a imaginar mil coisas. Com certeza ela tinha sido comida por todos do time, ou da torcida, sei lá. Mas, como sempre acontece comigo, comecei a ficar de pau duro. Não consigo evitar imaginar ela se comportando como uma putinha safada. Então decidi tirar a dúvida e perguntei:
— Vamos lá, Cristina, me explica isso direito…
— O que você quer que eu explique? Que eu dei para quatro caras? É isso que você quer ouvir, né?… hahahaha, você é um corno total!
— Quatro homens? Mas você é mesmo uma puta de marca maior, Cristina!!!
— Tá bom, como quiser. Mas pra você ver que sou uma mulher direita, vou te contar como foi, porque sei que é isso que o que você quer,
Infelizmente a Cristina tinha razão, então não me restou outra opção a não ser ficar quieto e ouvir o relato dela,
- Olha, corno, ontem por volta das 11 da manhã minha amiga Gisel me ligou. Ela disse que me convidava para uma festa que iam fazer na casa do namorado dela, mas que antes iam assistir a uma partida de futebol. Ela disse que era um jogo de futebol... como ela disse... futebol de várzea... isso... foi assim que ela falou e que não ia ser num estádio convencional... ia ser num campinho... digamos improvisado, num campo esportivo que fica em frente à casa do namorado dela. Eu disse que sim e que a gente ia se encontrar na casa dela. Então, daqui eu fui direto pra casa dela, onde o namorado dela passou pra nos buscar. Devo ressaltar que quando o namorado dela passou pela gente, ele veio com cinco caras do time dele que estavam... hmm... todos uns exemplares excelentes, todos eram morenos, com pernas e braços bem definidos, uns malvados feios, fortes e sem vergonha... jijijijiji...
- Esses caras foram os que te comeram..??
- Calma, corno... deixa eu continuar te contando
A Cristina sabia muito bem que era isso que eu gostava e me tinha bem agarrado com isso, então não me restou outra a não ser continuar ouvindo o relato,
- Como eu estava dizendo, o namorado da minha amiga passou pela gente no carro dele... é um semi-compacto, então como você pode imaginar, a gente veio meio apertada. Ela foi na frente com o namorado e eu fui atrás com os outros quatro. Devo esclarecer que desde que eu entrei, eles se viraram pra eu não caber direito, então acabei sentada no colo de um deles. E como eu te disse há pouco, eles eram uns gatos, então imediatamente começaram a puxar assunto comigo,
- A puxar assunto ou a te apalpar..???
- Hahahaha... calma, querido, não se desespere...
- Tá bom, Cristina, vamos lá, continua me contando
- Bom, eu vinha sentada no colo de um deles e acho que a Gisel disse pra eles que eu era uma mulher de mente aberta, então não demorou muito pra começarem a fazer as perguntas de praxe, tipo se era casada...?? se tinha filhos...?? se tinha namorado, marido ou amante...?? eu respondia que era solteira, que não tinha nenhum compromisso, pensei que se algum deles quisesse algo comigo, era melhor deixar as coisas claras de uma vez, então me declarei solteira.
— Estranho seria se você não fizesse isso, Cristina.
Bom, a partir daquele momento a conversa começou a fluir e pude notar que o que me tinha sentada nas pernas aproveitava o movimento do carro para tentar aproximar minha bunda do pau dele, mas como estávamos tão apertados foi impossível e ele só se conformou em segurar meus quadris. Eu podia sentir as mãos grandes dele me segurando com força na cintura e, a cada solavanco do carro, ele aproveitava para me apertar. A verdade é que senti muito... muito... gostoso... mas enfim. No final, durante todo o trajeto, o cara não soltou meus quadris de jeito nenhum, até chegarmos na casa do namorado da minha amiga. Era um prédio meio antigo de uns cinco andares e em frente tinha uma quadra sobre um canteiro. Entramos no apartamento e minha amiga me perguntou se eu podia servir algo para os caras beberem, que eu podia pegar o que quisesse da geladeira, que ela e o namorado precisavam conversar a sós. Eu respondi que sim, e depois ela foi se trancar com o namorado, ficando eu sozinha com os quatro caras, que entravam e saíam do apartamento, descendo as coisas deles para o jogo. Entrei na cozinha, abri a geladeira e peguei duas caixas de seis cervejas, peguei uns limões e voltei para a sala, deixando tudo em cima da mesa. Disse para os caras que tinha cerveja, eles só responderam com um "obrigado". Eu peguei uma e fui olhar pela janela, de frente para a quadra. Fiquei assim, distraída, por uns cinco minutos olhando pela janela e, quando me virei, adivinha o que eu vi?
— O que você viu, Cristina?
Os quatro caras já estavam pelados atrás de mim e eu não tinha percebido! Ou seja... peladinhos atrás de mim... No começo, levei um susto, já que, como eu estava te dizendo... Os quatro estavam muito gostosos, então lentamente comecei a olhar cada um deles, um por um. Os quatro tinham uns paus enormes e uns ovões gigantes, vou te dizer que fazia anos que não via coisas assim, e eles perceberam na hora que eu fiquei boquiaberta. Então um deles tomou a palavra e me perguntou se estava tudo bem. Eu só respondi que sim, que estava tudo bem, e saí rapidamente do quarto e fui sentar na sala para esperar minha amiga. Depois de alguns minutos, os quatro saíram daquele quarto e um se aproximou de mim e disse:
— Espero que você fique o jogo inteiro, Cristina. Vai ficar muito bom.
E sem dizer mais nada, saíram do apartamento. Poucos minutos depois, saíram minha amiga e o namorado dela.
— E você não disse nada…?
— Mmmhhh… não. Não achei boa ideia, não queria provocar alguma confusão.
Então as duas saímos do apartamento e fomos para as quadras. Poucos minutos depois, o jogo começou e tudo transcorria normal, mas adivinha…?
— O quê, Cristina…?
— Que eu não conseguia tirar da cabeça a imagem daqueles quatro pauszões. Se você tivesse visto… tipo… estavam enormes mesmo… e para ser sincera, já estava começando a ficar molhada, e além disso o calor estava no auge e os caras correndo e suando… esquece. Então, para tentar acalmar um pouco minha tesão, disse para minha amiga que ia subir no apartamento pegar outra cerveja. Ela me deu as chaves e desci aquelas arquibancadas, atravessei a rua e entrei no prédio de novo. Cheguei no apartamento e entrei. Sabia que não tinha ninguém, então com toda calma abri a geladeira, peguei outra cerveja, mas não desci. Fiquei parada na janela, queria lembrar ao máximo aqueles segundos… queria imaginar de novo aqueles paus enormes…! É que eu os tinha tido tão perto…! Me apaixonei por aqueles paus, querido…! Tão grandes, tão… tão grossos que pareciam… mmhhhh… eram uma delícia.
— Acredito que você se apaixonou por aqueles paus. E depois, o que aconteceu? Cristina ficou me olhando e disse:
- Eu continuo depois de tomar banho
E então deu um pulo do sofá e subiu as escadas, me deixando sentado e com uma ereção
Continua...........
2 comentários - minha esposa cristina, os jogadores comeram ela