Sou uma mina de 21 anos já, tô começando a faculdade de Relações Internacionais. Me considero uma garota bem gostosa, que consegue fazer os caras fazerem tudo por mim, mas isso não vem ao caso hoje.
Um dia, um amigo me chamou pra ir numa palestra sobre umas paradas de computador num hotel no centro de Heredia, e resolvi ir pra dar uma olhada.
Lá, de noite, teve um jantar, e depois uma apresentação de projetos que uns alunos tinham feito. O jantar foi bem legal, mas as apresentações me pareceram um saco.
Meu amigo tava sentado do meu lado, e eu tentava puxar conversa com ele, mas ele não me dava bola — parecia que tava mesmo interessado no que falavam.
Do outro lado, tinha um outro cara, que não parava de olhar pra minhas pernas. Eu sorri pra ele e resolvi puxar papo. Parece que ele também achava as apresentações um tédio, e me disse que eu era bem mais divertida.
Uma risadinha aqui, um segredinho ali, até que ele colocou a mão no meu joelho. Olhei pra ele como se tivesse passado dos limites, e ele tirou na hora. Sorri, peguei a mão dele e coloquei de volta na minha coxa.
Ele não acreditava, dava pra ver na cara dele a excitação na hora. Falei pra ele ser discreto, porque eu tinha vindo com outro cara, embora ele parecesse não ligar. Depois de um tempo massageando minhas coxas de cima a baixo, ele me pediu, por favor, pra irmos pra um quarto. Que ele pagava tudo. Fiquei na dúvida por um tempo, ele disse que até me pagaria pra ir. Dei risada, falei pro meu amigo que já ia embora, que era muito tarde e aquilo tava chato. Sem se importar, ele me deu tchau com um beijo na bochecha.
Fiquei meio puta com a atitude dele — afinal, se queria ter algo comigo um dia, não ia conseguir assim. Me despedi e fui pras escadas. O outro cara foi disfarçadamente atrás de mim.
Já nas escadas, começamos a nos beijar desesperadamente. Ele enfiava a língua na minha garganta, e eu fazia o mesmo. Quando ele colocou a mão por baixo da minha saia, perguntei: "E aí, cadê o dinheiro? Quarto... Lá, o que eu queria. Os olhos dele brilharam e ele desceu até a recepção pedir uma chave, enquanto eu esperava na sacada.
Depois de um momento, ele me pegou pela mão e me levou até o quarto.
"Você tem proteção?" perguntei, e ele tirou uma camisinha do bolso na hora.
Relaxei e começamos a nos beijar. Ele tirou minha roupa, enquanto massageava intensamente meus peitos. Beijava, apertava, tocava — isso sempre me esquenta.
Ele pediu pra eu descer e fazer sexo oral nele. Sorri, deitei ele na cama e tirei a calça e a cueca. Aquele pau delicioso saltou aos meus olhos, já querendo na minha boca.
Passei minha língua por todo o membro dele, descia até lamber as bolas e subia até a cabeça do pau. Enfiava tudo na minha boca, saboreava e lambia por completo.
Ele pediu pra eu chupar debaixo dos testículos, que isso excitava ele pra caralho, e pra mim também é excitante, então lambi tudo o que ele mandou. Ele levantava a perna pra eu chupar mais e apertava minha cabeça pra eu descer ainda mais. Me deu na telha lamber a circunferência do cu dele. Com um gemido, ele pediu mais, então a ponta da minha língua chegou no centro do cu dele, foi quando vi que ele ia gozar.
Subi e enfiei o pau dele na minha boca, engoli tudo o que ele deu e chupei até deixar limpinho.
Ele disse que ninguém nunca tinha feito aquilo com ele, que achou incrível, e isso me encheu de orgulho pra caralho, além de me excitar.
Ele pediu pra fazer o mesmo em mim, e eu disse que claro. Me deitei de quatro na cama, deixando minha bunda pro ar. Ele se aproximou e passou a língua inteira entre minhas nádegas, por todo o cu, até chegar na minha buceta que aparecia. Soltei um gemido do gostoso que tava.
Ele separou minhas nádegas e disse: "Mas essa bunda não é virgem." Eu ri, "Claro que não, o que você esperava?" Rimos juntos e ele pediu pra deixar ele me penetrar por trás. Não pensei muito, adoro isso, mas pedi três coisas:
1. Com camisinha.
2. Chupar primeiro.
3. Dilatar com até três dedos antes. Aceitou e começou a me lamber toda, não só minha bunda, me chupou cada centímetro do meu corpo, me virava, chupava meus peitos, meu clitóris, enfiava a língua na minha buceta, voltava pro meu cu.
Depois começou enfiando um dedo, enquanto brincava com a língua. Em pouco tempo já tinha os três dedos lá dentro e eu gritava de prazer. Se ajeitou atrás de mim e começou a me penetrar por trás. Brincava com meu clitóris enquanto me metia, era uma delícia. Vi que não colocou a camisinha, mas já não me importava, só queria sentir tudo.
Quando senti que ele ia gozar, falei pra ele nem pensar em tirar... Queria sentir aquele jato de porra dentro de mim. Me segurou pela cintura e com movimentos violentos se despejou tudo no fundo do meu cu.
Aí caímos, exaustos, toda dolorida, mas satisfeita. Dói pra caralho, mas eu adoro.
Abracei ele, com meus peitos encaixados no peito dele. Enquanto beijava ele, falei que ainda tinha uma camisinha ali. Peguei o pau dele e comecei a masturbar, queria levantar de novo, mas nada... Parece que não aguentava mais. Aí lembrei o quanto ele tinha gostado de eu lamber ele. Desci devagar passando minha língua pelo corpo dele. Cheguei no pau mole dele, mas continuei descendo. Comecei a chupar e lamber o cu dele, na hora o pau já tava duro, mas não totalmente ereto, faltava algo mais. Perguntei se ele queria mais alguma coisa, que eu queria que ele me metesse por frente.
Ele pegou o celular, navegou num site pornô e pediu pra eu escolher um vídeo pra ver enquanto transávamos.
Eu já tinha navegado em sites pornô antes, mas não sabia o que procurar. Tentava lembrar o que meus ex-namorados gostavam, e tinha que ser um vídeo bom pra deixar ele bem duro.
Achei um de um par de sapatonas se lambendo o cu. Achei perfeito. O vídeo não tinha avançado muito, quando o pau dele já não aguentava mais ficar duro. Coloquei a camisinha com a boca, do jeito mais sexy que sabia. Deitei e com o celular na minha testa, começamos a transar. Forte pra caralho.
Foi incrível, eu nem conseguia gritar, porque tava sem ar. Múltiplos orgasmos era pouco, foi a melhor sensação em muito tempo. Ele me perfurava com uma vontade que me deixava louca.
Quando ele gozou, tirou o pau e encheu meu peito de porra, que eu tentei provar. Queria aquilo na minha boca.
A gente deitou, completamente satisfeitos, eu tava toda melada de esperma na cara, peito e bunda. Ele foi primeiro pro banheiro se lavar.
Eu deitada na cama com as pernas bem abertas, doía tudo, mas eu adorava.
Apaguei de tão satisfeita.
Quando acordei no dia seguinte, ele já tinha ido embora, e deixou uma nota de 100 dólares na mesa de cabeceira. Fiquei puta, porque não fiz aquilo por dinheiro, não queria ser uma puta, mas pra quem ia reclamar?
Quando me vesti, descobri que ele tinha levado minha calcinha, e que nunca soube o nome dele, nem nada.
Provavelmente tirou fotos minhas enquanto eu dormia toda aberta, ou fez alguma outra coisa comigo, nunca vou saber. Nunca mais ouvi falar dele.
Um dia, um amigo me chamou pra ir numa palestra sobre umas paradas de computador num hotel no centro de Heredia, e resolvi ir pra dar uma olhada.
Lá, de noite, teve um jantar, e depois uma apresentação de projetos que uns alunos tinham feito. O jantar foi bem legal, mas as apresentações me pareceram um saco.
Meu amigo tava sentado do meu lado, e eu tentava puxar conversa com ele, mas ele não me dava bola — parecia que tava mesmo interessado no que falavam.
Do outro lado, tinha um outro cara, que não parava de olhar pra minhas pernas. Eu sorri pra ele e resolvi puxar papo. Parece que ele também achava as apresentações um tédio, e me disse que eu era bem mais divertida.
Uma risadinha aqui, um segredinho ali, até que ele colocou a mão no meu joelho. Olhei pra ele como se tivesse passado dos limites, e ele tirou na hora. Sorri, peguei a mão dele e coloquei de volta na minha coxa.
Ele não acreditava, dava pra ver na cara dele a excitação na hora. Falei pra ele ser discreto, porque eu tinha vindo com outro cara, embora ele parecesse não ligar. Depois de um tempo massageando minhas coxas de cima a baixo, ele me pediu, por favor, pra irmos pra um quarto. Que ele pagava tudo. Fiquei na dúvida por um tempo, ele disse que até me pagaria pra ir. Dei risada, falei pro meu amigo que já ia embora, que era muito tarde e aquilo tava chato. Sem se importar, ele me deu tchau com um beijo na bochecha.
Fiquei meio puta com a atitude dele — afinal, se queria ter algo comigo um dia, não ia conseguir assim. Me despedi e fui pras escadas. O outro cara foi disfarçadamente atrás de mim.
Já nas escadas, começamos a nos beijar desesperadamente. Ele enfiava a língua na minha garganta, e eu fazia o mesmo. Quando ele colocou a mão por baixo da minha saia, perguntei: "E aí, cadê o dinheiro? Quarto... Lá, o que eu queria. Os olhos dele brilharam e ele desceu até a recepção pedir uma chave, enquanto eu esperava na sacada.
Depois de um momento, ele me pegou pela mão e me levou até o quarto.
"Você tem proteção?" perguntei, e ele tirou uma camisinha do bolso na hora.
Relaxei e começamos a nos beijar. Ele tirou minha roupa, enquanto massageava intensamente meus peitos. Beijava, apertava, tocava — isso sempre me esquenta.
Ele pediu pra eu descer e fazer sexo oral nele. Sorri, deitei ele na cama e tirei a calça e a cueca. Aquele pau delicioso saltou aos meus olhos, já querendo na minha boca.
Passei minha língua por todo o membro dele, descia até lamber as bolas e subia até a cabeça do pau. Enfiava tudo na minha boca, saboreava e lambia por completo.
Ele pediu pra eu chupar debaixo dos testículos, que isso excitava ele pra caralho, e pra mim também é excitante, então lambi tudo o que ele mandou. Ele levantava a perna pra eu chupar mais e apertava minha cabeça pra eu descer ainda mais. Me deu na telha lamber a circunferência do cu dele. Com um gemido, ele pediu mais, então a ponta da minha língua chegou no centro do cu dele, foi quando vi que ele ia gozar.
Subi e enfiei o pau dele na minha boca, engoli tudo o que ele deu e chupei até deixar limpinho.
Ele disse que ninguém nunca tinha feito aquilo com ele, que achou incrível, e isso me encheu de orgulho pra caralho, além de me excitar.
Ele pediu pra fazer o mesmo em mim, e eu disse que claro. Me deitei de quatro na cama, deixando minha bunda pro ar. Ele se aproximou e passou a língua inteira entre minhas nádegas, por todo o cu, até chegar na minha buceta que aparecia. Soltei um gemido do gostoso que tava.
Ele separou minhas nádegas e disse: "Mas essa bunda não é virgem." Eu ri, "Claro que não, o que você esperava?" Rimos juntos e ele pediu pra deixar ele me penetrar por trás. Não pensei muito, adoro isso, mas pedi três coisas:
1. Com camisinha.
2. Chupar primeiro.
3. Dilatar com até três dedos antes. Aceitou e começou a me lamber toda, não só minha bunda, me chupou cada centímetro do meu corpo, me virava, chupava meus peitos, meu clitóris, enfiava a língua na minha buceta, voltava pro meu cu.
Depois começou enfiando um dedo, enquanto brincava com a língua. Em pouco tempo já tinha os três dedos lá dentro e eu gritava de prazer. Se ajeitou atrás de mim e começou a me penetrar por trás. Brincava com meu clitóris enquanto me metia, era uma delícia. Vi que não colocou a camisinha, mas já não me importava, só queria sentir tudo.
Quando senti que ele ia gozar, falei pra ele nem pensar em tirar... Queria sentir aquele jato de porra dentro de mim. Me segurou pela cintura e com movimentos violentos se despejou tudo no fundo do meu cu.
Aí caímos, exaustos, toda dolorida, mas satisfeita. Dói pra caralho, mas eu adoro.
Abracei ele, com meus peitos encaixados no peito dele. Enquanto beijava ele, falei que ainda tinha uma camisinha ali. Peguei o pau dele e comecei a masturbar, queria levantar de novo, mas nada... Parece que não aguentava mais. Aí lembrei o quanto ele tinha gostado de eu lamber ele. Desci devagar passando minha língua pelo corpo dele. Cheguei no pau mole dele, mas continuei descendo. Comecei a chupar e lamber o cu dele, na hora o pau já tava duro, mas não totalmente ereto, faltava algo mais. Perguntei se ele queria mais alguma coisa, que eu queria que ele me metesse por frente.
Ele pegou o celular, navegou num site pornô e pediu pra eu escolher um vídeo pra ver enquanto transávamos.
Eu já tinha navegado em sites pornô antes, mas não sabia o que procurar. Tentava lembrar o que meus ex-namorados gostavam, e tinha que ser um vídeo bom pra deixar ele bem duro.
Achei um de um par de sapatonas se lambendo o cu. Achei perfeito. O vídeo não tinha avançado muito, quando o pau dele já não aguentava mais ficar duro. Coloquei a camisinha com a boca, do jeito mais sexy que sabia. Deitei e com o celular na minha testa, começamos a transar. Forte pra caralho.
Foi incrível, eu nem conseguia gritar, porque tava sem ar. Múltiplos orgasmos era pouco, foi a melhor sensação em muito tempo. Ele me perfurava com uma vontade que me deixava louca.
Quando ele gozou, tirou o pau e encheu meu peito de porra, que eu tentei provar. Queria aquilo na minha boca.
A gente deitou, completamente satisfeitos, eu tava toda melada de esperma na cara, peito e bunda. Ele foi primeiro pro banheiro se lavar.
Eu deitada na cama com as pernas bem abertas, doía tudo, mas eu adorava.
Apaguei de tão satisfeita.
Quando acordei no dia seguinte, ele já tinha ido embora, e deixou uma nota de 100 dólares na mesa de cabeceira. Fiquei puta, porque não fiz aquilo por dinheiro, não queria ser uma puta, mas pra quem ia reclamar?
Quando me vesti, descobri que ele tinha levado minha calcinha, e que nunca soube o nome dele, nem nada.
Provavelmente tirou fotos minhas enquanto eu dormia toda aberta, ou fez alguma outra coisa comigo, nunca vou saber. Nunca mais ouvi falar dele.
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