Antes eu já tinha contado como a Cristina me traiu quando foi numa festa e acabou sendo usada por três caras. Bom, a história de hoje é parecida. Vocês vão entender o porquê.
Aquele dia era um sábado, umas cinco da tarde, e a Cristina se preparava pra ir numa festa, enquanto eu tava vendo TV. Tava nessa quando a Cristina me chamou pra subir no quarto. Achei que era pra ajudar a descer alguma caixa ou algo assim, mas não. Quando entrei, dei de cara com a Cristina enrolada numa toalha, o guarda-roupa aberto e ela tirando roupa.
— Me ajuda a escolher um vestido. Tá frio e não quero ir muito pelada, mas também quero mostrar um pouco as pernas. Tipo… a gente nunca sabe se vai encontrar um amante bom, então deixa eu te avisar: se eu trombar com algo interessante… não vou deixar passar, hein… então é capaz de eu não voltar.
— Mas Cristina, a gente transou ontem à noite. Não me diz que já quer mais…
— Nem vem reclamar… heee… porque foi você que começou isso. Então agora não vem com essa de que não quer mais…
A Cristina tinha razão. Fui eu que comecei essa merda. Então não falei mais nada e continuei ajudando ela a escolher o vestido. Não queria que fosse muito puta, então mostrei um tailleur cinza. O que eu gostei naquele vestido era que a saia ia quase até o meio da coxa, e ainda tinha umas aberturas nas laterais, o que fazia as pernas dela aparecerem bem. E de trás era bem justinho, marcando a bunda dela direitinho. Ela pegou o vestido, olhou por uns segundos e disse que sim.
Assim que vi que ela tava satisfeita, voltei pra sala e sentei de novo na frente da TV. Uma hora depois, a Cristina desceu. O vestido tinha ficado melhor do que eu imaginava. A saia ia até o meio da coxa, ela não tinha colocado meia, e cada vez que andava, as aberturas nas laterais davam uma visão incrível das pernas dela. E de trás, a bunda dela marcava perfeitamente. Em cima, ela tinha vestiu uma blusa branca e tinha soltado o cabelo, passou na minha frente e entrou na cozinha, depois se aproximou de mim e disse:
- Já vou, corno… não me espera acordado… heeee… te deixei um jantar na geladeira.
Me deu um beijo e, sem dizer mais nada, saiu de casa. Eu fiquei no meu sofá até quase duas da manhã, não sabia se ia pra cama ou esperava ela. Sabia bem que Cristina ia sair com alguma coisa, e além disso, a ideia de que ela podia estar dando pra alguém não me deixava dormir. Tava nessa quando meu celular começou a tocar. Peguei rápido e vi que era uma mensagem de Cristina. Abri e dizia o seguinte:
“- Já tô indo pra casa, vou com uns amigos, pra você ver que não me esqueci de você. Vou dar pra eles na sala de casa, pra você ouvir tudo -”
Sabia disso. Quando Cristina queria uma coisa, ela fazia, e pra transar ela era foda. Então decidi pegar uma câmera que sempre deixo pronta pra essas ocasiões, escondi entre uns livros e apaguei as luzes. Agora só faltava ela chegar. Morria de curiosidade: quantos amigos ela ia trazer? Como conheceu eles? Como era possível que ela quisesse dar pra uns desconhecidos? Como convenceram ela? Tava nessa quando ouvi um carro parar na frente de casa. Liguei a câmera rápido e fui pro quarto, fechei a porta e esperei. Não demoraram pra entrar. Cheguei o mais perto que pude da porta tentando saber quantos eram, e consegui distinguir duas vozes de homem e a da Cristina. As vozes pareciam de caras jovens, e a Cristina parecia meio bêbada, a voz dela tava lenta, mas não parava de rir. Ouvi eles colocarem música e começarem a conversar.
Só conseguia ouvir risadas, dança e outros comentários, e depois de um tempo, os gemidos da Cristina começaram. De vez em quando ouvia ela dar uns gritinhos, alguns pareciam de dor e outros de prazer, e até ouvi darem uns tapas na bunda dela. Enfim, depois disso... Fiquei dormido por várias horas.
Na manhã seguinte, fui acordado pela Cristina. Ela estava com uma olheira enorme, o cabelo todo bagunçado. Não estava usando saia e muito menos calcinha, então dava pra ver perfeitamente como tinha ficado. A bunda dela estava vermelha e cheia de manchas de porra seca, assim como as pernas. A blusa dela estava desabotoada e também toda suja de porra. Ela entrou no quarto e, sem falar nada, foi direto pra cama.
Eu me espantei e desci rapidamente pra sala. O cheiro de cigarro estava forte e tinha umas garrafas vazias em cima da mesa. Peguei a câmera do esconderijo, conectei na televisão e coloquei a fita. Como eu tinha posicionado, pegava a sala inteira direitinho. Dava pra ver a Cristina entrando, seguida por dois caras jovens, uns 28 anos. Os três entraram e a Cristina mandou eles sentarem enquanto ela ia na cozinha pegar uns copos. Eles obedeceram e deixaram as garrafas em cima da mesa de centro. Na fita, dava pra ouvir os caras conversando baixinho, sabiam exatamente o que ela queria. Passaram uns segundos e a Cristina voltou, trazendo três copos e uns cinzeiros. Colocou tudo em cima da mesa e sentou do lado dos caras, começando a conversar animadamente. Nos minutos seguintes da fita, só dava pra ver eles rindo e bebendo, então resolvi adiantar a fita, até ver a Cristina se levantar, pegar um dos caras pela mão, puxar ele pra perto e começarem a dançar — ou pelo menos tentar, porque ela já estava bem bêbada. No começo, dava pra ver que o cara estava respeitando o espaço dela, mas num instante a Cristina segurou a mão dele e levou até a bunda dela, deixando ele apalpar. Quando o cara viu que a Cristina estava se deixando pegar, ele passou a outra mão e segurou a bunda dela, puxando ela o máximo que podia pra perto dele. Ela agarrou ele pelo pescoço e os dois começaram a dançar.
Enquanto isso, o outro cara continuava sentado no sofá. Na beirada do sofá com o copo na mão, observando o amigo pegar nas nádegas da Cristina. O cara tava se esbaldando. Primeiro, ele colocava as mãos na cintura dela e começava a descer devagar até chegar no meio da bunda dela, e aí começava a esfregar devagar, fazendo círculos, sem deixar nenhum cantinho sem acariciar, e depois subia de novo até a cintura e recomeçava.
Dava pra ver que a Cristina tava levando uma boa amassada na bunda. E ela, felizona. O cara ficou nessa por vários minutos até que se afastou e falou pro amigo que era a vez dele. O outro cara levantou e não perdeu tempo: assim que ficou de frente pra Cristina, segurou a cintura dela com uma mão e enfiou a outra por baixo da saia dela, puxando ela pra perto. Cristina não fez nada ao sentir aquela mão debaixo da saia. Pelo contrário, começou a rebolar mais gostoso, como se tivesse adorando aquela apalpada. Dava pra ver a mão se movendo em círculos por baixo da saia dela, e não era só isso — a saia já tinha subido bastante e mostrava que a Cristina não tava de calcinha. O filho da puta tava pegando na bunda dela sem nada atrapalhando. Mas não satisfeito, ele enfiou a outra mão por baixo da saia e começou a acariciar a outra nádega. Dava pra ver a saia da Cristina subindo com o movimento das mãos dele, a ponto de, em alguns momentos, ficar tudo à mostra. Até que a música acabou e a Cristina se separou do cara e disse que ia no banheiro.
Assim que a Cristina saiu, os dois caras começaram a conversar baixinho.
— Caralho, mano... a puta não tá de calcinha... essa tá prontinha pra foder... só falta dar mais cachaça pra ela.
E dizendo isso, pegaram o copo da Cristina, jogaram o que sobrou numa planta, colocaram um gelo e encheram de rum até a metade. Depois, botaram um pouco de refresco., e deixaram no mesmo lugar e eles também se serviram,
cristina demorou um pouco pra sair do banheiro, então adiantei uns segundos até ela aparecer de novo., ela tava bem bêbada., mas mesmo assim, pegou o copo dela e disse saúde., os caras claro devolveram o brinde, depois como conseguiu se aproximou do sofá e sentou, pude ver que a saia subiu tanto que deixava ver uma parte da buceta dela,
os caras ficaram de olho arregalado vendo o show que a cristina tava dando., mas mesmo assim acharam que não era suficiente, queriam ver ela quase desmaiar de bêbada, então aproximaram o copo dela pra dar mais um gole., cristina claro não recusou e tomou quase um quarto do copo de uma vez só., os caras começaram a perguntar umas merdas sobre mulheres., e cristina respondia igual, com um monte de besteira., e de novo cristina se levantou e foi pro banheiro., e assim que fechou a porta um dos caras pegou o copo dela, se ajoelhou do lado do sofá, puxou a ponta da pica e começou a passar na borda do copo.,
deu pra ouvir o outro rindo e falando.,
- hahaha.. Caralho, que ideia boa, vamos acostumar essa puta ao gosto das nossas picas, assim ela não vai sentir….
O cara passou várias vezes a ponta do pau na boca do copo., e depois passou pro outro que fez a mesma coisa e depois colocou de volta na mesa., depois os caras começaram a conversar entre si,
- agora quando ela sair do banheiro., a gente coloca música de novo, quero dar mais uma apalpada na puta., e olha só, não é que ela tem uma raba bem gostosa., agora a gente vai usar ela direito,
Esses caras eram uns verdadeiros filhos da puta., não fazia ideia de como a cristina tinha conhecido eles., mas o tesão que eu tava sentindo naquele momento era enorme, e a cristina tinha pedido por isso.,
Cristina saiu do banheiro e sentou., os caras rapidamente aproximaram o copo dela e praticamente colocaram na boca dela e cristina começou a beber. Até esvaziar o copo, enquanto eles riam de forma lasciva. Um dos caras levantou e colocou a música, e o que estava com a Cristina a pegou pelo braço, levantou e segurou pela cintura. Cristina, mesmo completamente bêbada, agarrou ele pelo pescoço de novo e começaram a se mover devagar. Deram algumas voltas em círculo, e o que segurava ela pela cintura começou a levar a Cristina em direção ao sofá, até que deixou a bunda dela na cara do outro, que imediatamente segurou a saia dela por baixo e, lentamente, começou a levantar até deixar as nádegas dela à mostra.
Esperaram alguns segundos e, ao ver que Cristina não fazia nada, o que estava sentado começou a acariciar ela de novo. Colocou as duas mãos na bunda de Cristina e começou a acariciar, mas agora fazia isso de forma mais descarada, já não tinha saia atrapalhando. Então, por vários minutos, o cara ficou acariciando ela, amassando e apertando a bunda dela, e dava até pra ver que deu uns beijos em cada glúteo, até que finalmente o que segurava ela a deixou cair no sofá. Cristina já estava quase dormindo, só tentou se endireitar procurando o copo, mas não conseguiu nem chegar na mesinha de centro e desabou de novo no sofá. A saia de um lado estava quase toda pra cima, deixando a perna dela quase completamente à mostra, momento que os caras aproveitaram pra começar a acariciar as pernas dela. Cristina só balbuciava e tentava se defender, mas isso não impediu os caras de continuarem acariciando ela; pelo contrário, os dois já tinham colocado as mãos nas coxas dela e, lentamente, começaram a levantar a saia sem parar de acariciar.
Naquele momento, não sabia se parava a fita, já tinha visto demais, mas era tanto tesão que deixei a fita continuar.
Depois de vários minutos apalpando ela, os dois caras conversaram baixinho e um deles a pegou pela cintura e, de um puxão, a carregou. Virando ela completamente, deixando Cristina de bruços e de quatro sobre os assentos do sofá, esperaram uns segundos pra ver o que ela ia fazer, mas como não teve resistência, um deles se ajoelhou atrás dela e, de um puxão, levantou a saia dela. Agora sim, a bunda de Cristina estava completamente exposta. O cara tirou a jaqueta, esfregou as mãos e eu consegui ouvir ele falando pro amigo:
- Essas putas têm que ser aproveitadas devagar… hahahaha…
Depois, ele colocou as duas mãos na bunda de Cristina e começou a acariciar devagar, em movimentos circulares, subindo e descendo, tomando cuidado pra não deixar nenhum espaço sem carinho. Subia e descia sem parar um segundo, acariciando ela toda: começava pelos quadris e descia a mão até chegar no cu dela, começando a enfiar o dedo. Enquanto isso, Cristina só mexia um pouco a cabeça, não conseguia nem reagir. Então o cara continuou com as carícias, mas agora enfiou a mão entre as pernas de Cristina e falou pro amigo:
- Então vamos foder ela, mas deixa eu acariciar um pouco a bucetinha dela.
E dizendo isso, começou a mexer a mão, esfregando a buceta de Cristina. Ela, ao sentir as carícias, começou a gemer um pouco e a mexer os quadris.
Ela não acreditava. Cristina, apesar de estar bêbada, estava se excitando com as carícias daquele cara, que, ao ver que ela respondia daquele jeito, soltou uma gargalhada e continuou acariciando ela, mas agora com mais força, fazendo ela gemer cada vez mais. De repente, ele parou, tirou a mão e levou até a cintura, desabotoou a calça e abaixou, deixando o pau dele aparecer, e começou a massagear ele. Depois, com uma mão se apoiou nas costas de Cristina e com a outra guiou o pau até a buceta dela e, com um empurrão, enfiou tudo de uma vez. Cristina só levantou um pouco a cabeça ao se sentir invadida.
- Hahaha… isso aí – riu o cara. Assim que a teve bem empalada, segurou com as duas mãos Quadris da Cristina e começou a se mover pra frente e pra trás, metendo forte nela. Cristina tinha conseguido soltar as mãos e tentou se endireitar, mas o cara segurou as duas mãos dela na hora e puxou pra trás, deixando ela imobilizada, e continuou com as estocadas fortes.
Ele tava metendo tão forte que dava pra ouvir direitinho a pélvis dele batendo na bunda da Cristina. A cada estocada que ele dava, Cristina não oferecia resistência, então o cara soltou uma das mãos dela e começou a bater na bunda dela. Dava duas ou três estocadas, parava um pouco e dava umas palmadas, e depois continuava metendo. Depois de uns minutos assim, o cara se encostou o máximo que pôde na Cristina, segurou ela pela bunda e começou a soltar vários gemidos.
Tinha terminado e gozado dentro da Cristina. O cara se contorceu umas duas vezes e depois saiu de trás dela, mas não sem antes dar duas palmadas fortes.
O outro cara já tava pronto. Tinha tirado a jaqueta e já tava com o pau de fora. Na hora, ele tomou o lugar atrás da Cristina, deu dois beliscões fortes em cada nádega dela, depois pegou o pau e começou a passar nas nádegas dela. Cristina já não oferecia resistência nenhuma, só virava a cabeça de um lado pro outro de vez em quando e soltava um gemido. Mesmo assim, o cara pegou os braços dela e levou pra trás das costas, depois pegou o pau, colocou entre as pernas da Cristina e, com uma estocada forte, meteu. Cristina começou a gemer ao se sentir invadida de novo, mas isso já não importava mais. O cara começou a meter nela com força.
Nessa altura, eu já tava me masturbando. Saber que horas antes eles tinham comido minha esposa no mesmo lugar onde eu tava me deixava com muito tesão. Esses caras realmente aproveitaram a Cristina.
O cara continuava entrando e saindo dela, agarrava a bunda dela, beliscava, dava palmadas e tentava apalpar o máximo que podia. Ele tava, o cara parecia bem agitado e num momento ele parou, pensei que tinha acabado, mas não era bem assim. Ele virou pra olhar pro amigo, que tava fumando um cigarro enquanto observava, falou alguma coisa e os dois riram. Depois, sem tirar a pica, ele pegou as nádegas da Cristina, separou elas e cuspiu no cu dela.
Não sabia o que vinha, se o cara ia meter nela ou se queria enfiar o dedo.
Assim que cuspiu, ele levou o dedo ao ânus da Cristina e começou a esfregar, pra depois enfiar quase inteiro. Dessa vez, a Cristina gemeu mais alto e tentou se levantar, mas ele empurrou ela pra baixo e, sem tirar o dedo, começou a foder ela de novo.
Agora a Cristina tava sendo fodida e ainda tinha o cu penetrado, a putinha tava com os dois buracos cheios.
O cara continuou fodendo ela sem tirar o dedo do cu da Cristina, pelo contrário, começou a girar ele em círculos, tentando enfiar mais fundo. A Cristina já não reagia, então o cara aproveitou e continuou girando o dedo cada vez mais forte, sem parar de foder ela. De repente, o cara tirou a pica, esfregou ela rápido e começou a gozar. Cinco jorros enormes de porra espirraram por todas as nádegas da Cristina. Depois, ele relaxou, tirou um pedaço de papel da bolsa, limpou o dedo e enfiou o papel entre as nádegas dela. Levantou, arrumou a calça e voltou pro sofá.
Depois, os dois caras serviram mais uma dose. A Cristina continuava na mesma posição, o sono tinha vencido ela. Passaram alguns minutos enquanto eles terminavam os copos.
Mas eles queriam curtir a Cristina um pouco mais. Um deles olhou pro relógio e falou alguma coisa pro outro, que concordou com a cabeça. De novo, um deles ficou atrás da Cristina, tirou a pica de novo, mas agora só tavam se masturbando e gozaram nela de novo. O outro cara fez a mesma coisa. A Cristina já tava completamente dormindo, não sentiu a segunda carga de porra. Depois, os dois se vestiram e saíram. da casa, não se deram ao trabalho de arrumar a saia dela, então me deixaram assim.
Avancei a fita vários minutos e Cristina continuava do mesmo jeito até o relógio marcar 7 da manhã, minuto em que dava pra ver que ela começava a se mexer. Parei a fita e vi Cristina se endireitar, olhar pra todos os lados e começar a se tocar. Aí percebeu que tinha as nádegas cheias de porra. Levantou, deu um gole no copo dela e começou a andar. Cambaleou um pouco e subiu as escadas, passando a mão na bunda.
Parecia que ela não tava nem aí por ter sido comida por dois caras. Ela tá virando uma puta tremenda.
Depois conto mais outras histórias. Saudações e até logo…
Aquele dia era um sábado, umas cinco da tarde, e a Cristina se preparava pra ir numa festa, enquanto eu tava vendo TV. Tava nessa quando a Cristina me chamou pra subir no quarto. Achei que era pra ajudar a descer alguma caixa ou algo assim, mas não. Quando entrei, dei de cara com a Cristina enrolada numa toalha, o guarda-roupa aberto e ela tirando roupa.
— Me ajuda a escolher um vestido. Tá frio e não quero ir muito pelada, mas também quero mostrar um pouco as pernas. Tipo… a gente nunca sabe se vai encontrar um amante bom, então deixa eu te avisar: se eu trombar com algo interessante… não vou deixar passar, hein… então é capaz de eu não voltar.
— Mas Cristina, a gente transou ontem à noite. Não me diz que já quer mais…
— Nem vem reclamar… heee… porque foi você que começou isso. Então agora não vem com essa de que não quer mais…
A Cristina tinha razão. Fui eu que comecei essa merda. Então não falei mais nada e continuei ajudando ela a escolher o vestido. Não queria que fosse muito puta, então mostrei um tailleur cinza. O que eu gostei naquele vestido era que a saia ia quase até o meio da coxa, e ainda tinha umas aberturas nas laterais, o que fazia as pernas dela aparecerem bem. E de trás era bem justinho, marcando a bunda dela direitinho. Ela pegou o vestido, olhou por uns segundos e disse que sim.
Assim que vi que ela tava satisfeita, voltei pra sala e sentei de novo na frente da TV. Uma hora depois, a Cristina desceu. O vestido tinha ficado melhor do que eu imaginava. A saia ia até o meio da coxa, ela não tinha colocado meia, e cada vez que andava, as aberturas nas laterais davam uma visão incrível das pernas dela. E de trás, a bunda dela marcava perfeitamente. Em cima, ela tinha vestiu uma blusa branca e tinha soltado o cabelo, passou na minha frente e entrou na cozinha, depois se aproximou de mim e disse:
- Já vou, corno… não me espera acordado… heeee… te deixei um jantar na geladeira.
Me deu um beijo e, sem dizer mais nada, saiu de casa. Eu fiquei no meu sofá até quase duas da manhã, não sabia se ia pra cama ou esperava ela. Sabia bem que Cristina ia sair com alguma coisa, e além disso, a ideia de que ela podia estar dando pra alguém não me deixava dormir. Tava nessa quando meu celular começou a tocar. Peguei rápido e vi que era uma mensagem de Cristina. Abri e dizia o seguinte:
“- Já tô indo pra casa, vou com uns amigos, pra você ver que não me esqueci de você. Vou dar pra eles na sala de casa, pra você ouvir tudo -”
Sabia disso. Quando Cristina queria uma coisa, ela fazia, e pra transar ela era foda. Então decidi pegar uma câmera que sempre deixo pronta pra essas ocasiões, escondi entre uns livros e apaguei as luzes. Agora só faltava ela chegar. Morria de curiosidade: quantos amigos ela ia trazer? Como conheceu eles? Como era possível que ela quisesse dar pra uns desconhecidos? Como convenceram ela? Tava nessa quando ouvi um carro parar na frente de casa. Liguei a câmera rápido e fui pro quarto, fechei a porta e esperei. Não demoraram pra entrar. Cheguei o mais perto que pude da porta tentando saber quantos eram, e consegui distinguir duas vozes de homem e a da Cristina. As vozes pareciam de caras jovens, e a Cristina parecia meio bêbada, a voz dela tava lenta, mas não parava de rir. Ouvi eles colocarem música e começarem a conversar.
Só conseguia ouvir risadas, dança e outros comentários, e depois de um tempo, os gemidos da Cristina começaram. De vez em quando ouvia ela dar uns gritinhos, alguns pareciam de dor e outros de prazer, e até ouvi darem uns tapas na bunda dela. Enfim, depois disso... Fiquei dormido por várias horas.
Na manhã seguinte, fui acordado pela Cristina. Ela estava com uma olheira enorme, o cabelo todo bagunçado. Não estava usando saia e muito menos calcinha, então dava pra ver perfeitamente como tinha ficado. A bunda dela estava vermelha e cheia de manchas de porra seca, assim como as pernas. A blusa dela estava desabotoada e também toda suja de porra. Ela entrou no quarto e, sem falar nada, foi direto pra cama.
Eu me espantei e desci rapidamente pra sala. O cheiro de cigarro estava forte e tinha umas garrafas vazias em cima da mesa. Peguei a câmera do esconderijo, conectei na televisão e coloquei a fita. Como eu tinha posicionado, pegava a sala inteira direitinho. Dava pra ver a Cristina entrando, seguida por dois caras jovens, uns 28 anos. Os três entraram e a Cristina mandou eles sentarem enquanto ela ia na cozinha pegar uns copos. Eles obedeceram e deixaram as garrafas em cima da mesa de centro. Na fita, dava pra ouvir os caras conversando baixinho, sabiam exatamente o que ela queria. Passaram uns segundos e a Cristina voltou, trazendo três copos e uns cinzeiros. Colocou tudo em cima da mesa e sentou do lado dos caras, começando a conversar animadamente. Nos minutos seguintes da fita, só dava pra ver eles rindo e bebendo, então resolvi adiantar a fita, até ver a Cristina se levantar, pegar um dos caras pela mão, puxar ele pra perto e começarem a dançar — ou pelo menos tentar, porque ela já estava bem bêbada. No começo, dava pra ver que o cara estava respeitando o espaço dela, mas num instante a Cristina segurou a mão dele e levou até a bunda dela, deixando ele apalpar. Quando o cara viu que a Cristina estava se deixando pegar, ele passou a outra mão e segurou a bunda dela, puxando ela o máximo que podia pra perto dele. Ela agarrou ele pelo pescoço e os dois começaram a dançar.
Enquanto isso, o outro cara continuava sentado no sofá. Na beirada do sofá com o copo na mão, observando o amigo pegar nas nádegas da Cristina. O cara tava se esbaldando. Primeiro, ele colocava as mãos na cintura dela e começava a descer devagar até chegar no meio da bunda dela, e aí começava a esfregar devagar, fazendo círculos, sem deixar nenhum cantinho sem acariciar, e depois subia de novo até a cintura e recomeçava.
Dava pra ver que a Cristina tava levando uma boa amassada na bunda. E ela, felizona. O cara ficou nessa por vários minutos até que se afastou e falou pro amigo que era a vez dele. O outro cara levantou e não perdeu tempo: assim que ficou de frente pra Cristina, segurou a cintura dela com uma mão e enfiou a outra por baixo da saia dela, puxando ela pra perto. Cristina não fez nada ao sentir aquela mão debaixo da saia. Pelo contrário, começou a rebolar mais gostoso, como se tivesse adorando aquela apalpada. Dava pra ver a mão se movendo em círculos por baixo da saia dela, e não era só isso — a saia já tinha subido bastante e mostrava que a Cristina não tava de calcinha. O filho da puta tava pegando na bunda dela sem nada atrapalhando. Mas não satisfeito, ele enfiou a outra mão por baixo da saia e começou a acariciar a outra nádega. Dava pra ver a saia da Cristina subindo com o movimento das mãos dele, a ponto de, em alguns momentos, ficar tudo à mostra. Até que a música acabou e a Cristina se separou do cara e disse que ia no banheiro.
Assim que a Cristina saiu, os dois caras começaram a conversar baixinho.
— Caralho, mano... a puta não tá de calcinha... essa tá prontinha pra foder... só falta dar mais cachaça pra ela.
E dizendo isso, pegaram o copo da Cristina, jogaram o que sobrou numa planta, colocaram um gelo e encheram de rum até a metade. Depois, botaram um pouco de refresco., e deixaram no mesmo lugar e eles também se serviram,
cristina demorou um pouco pra sair do banheiro, então adiantei uns segundos até ela aparecer de novo., ela tava bem bêbada., mas mesmo assim, pegou o copo dela e disse saúde., os caras claro devolveram o brinde, depois como conseguiu se aproximou do sofá e sentou, pude ver que a saia subiu tanto que deixava ver uma parte da buceta dela,
os caras ficaram de olho arregalado vendo o show que a cristina tava dando., mas mesmo assim acharam que não era suficiente, queriam ver ela quase desmaiar de bêbada, então aproximaram o copo dela pra dar mais um gole., cristina claro não recusou e tomou quase um quarto do copo de uma vez só., os caras começaram a perguntar umas merdas sobre mulheres., e cristina respondia igual, com um monte de besteira., e de novo cristina se levantou e foi pro banheiro., e assim que fechou a porta um dos caras pegou o copo dela, se ajoelhou do lado do sofá, puxou a ponta da pica e começou a passar na borda do copo.,
deu pra ouvir o outro rindo e falando.,
- hahaha.. Caralho, que ideia boa, vamos acostumar essa puta ao gosto das nossas picas, assim ela não vai sentir….
O cara passou várias vezes a ponta do pau na boca do copo., e depois passou pro outro que fez a mesma coisa e depois colocou de volta na mesa., depois os caras começaram a conversar entre si,
- agora quando ela sair do banheiro., a gente coloca música de novo, quero dar mais uma apalpada na puta., e olha só, não é que ela tem uma raba bem gostosa., agora a gente vai usar ela direito,
Esses caras eram uns verdadeiros filhos da puta., não fazia ideia de como a cristina tinha conhecido eles., mas o tesão que eu tava sentindo naquele momento era enorme, e a cristina tinha pedido por isso.,
Cristina saiu do banheiro e sentou., os caras rapidamente aproximaram o copo dela e praticamente colocaram na boca dela e cristina começou a beber. Até esvaziar o copo, enquanto eles riam de forma lasciva. Um dos caras levantou e colocou a música, e o que estava com a Cristina a pegou pelo braço, levantou e segurou pela cintura. Cristina, mesmo completamente bêbada, agarrou ele pelo pescoço de novo e começaram a se mover devagar. Deram algumas voltas em círculo, e o que segurava ela pela cintura começou a levar a Cristina em direção ao sofá, até que deixou a bunda dela na cara do outro, que imediatamente segurou a saia dela por baixo e, lentamente, começou a levantar até deixar as nádegas dela à mostra.
Esperaram alguns segundos e, ao ver que Cristina não fazia nada, o que estava sentado começou a acariciar ela de novo. Colocou as duas mãos na bunda de Cristina e começou a acariciar, mas agora fazia isso de forma mais descarada, já não tinha saia atrapalhando. Então, por vários minutos, o cara ficou acariciando ela, amassando e apertando a bunda dela, e dava até pra ver que deu uns beijos em cada glúteo, até que finalmente o que segurava ela a deixou cair no sofá. Cristina já estava quase dormindo, só tentou se endireitar procurando o copo, mas não conseguiu nem chegar na mesinha de centro e desabou de novo no sofá. A saia de um lado estava quase toda pra cima, deixando a perna dela quase completamente à mostra, momento que os caras aproveitaram pra começar a acariciar as pernas dela. Cristina só balbuciava e tentava se defender, mas isso não impediu os caras de continuarem acariciando ela; pelo contrário, os dois já tinham colocado as mãos nas coxas dela e, lentamente, começaram a levantar a saia sem parar de acariciar.
Naquele momento, não sabia se parava a fita, já tinha visto demais, mas era tanto tesão que deixei a fita continuar.
Depois de vários minutos apalpando ela, os dois caras conversaram baixinho e um deles a pegou pela cintura e, de um puxão, a carregou. Virando ela completamente, deixando Cristina de bruços e de quatro sobre os assentos do sofá, esperaram uns segundos pra ver o que ela ia fazer, mas como não teve resistência, um deles se ajoelhou atrás dela e, de um puxão, levantou a saia dela. Agora sim, a bunda de Cristina estava completamente exposta. O cara tirou a jaqueta, esfregou as mãos e eu consegui ouvir ele falando pro amigo:
- Essas putas têm que ser aproveitadas devagar… hahahaha…
Depois, ele colocou as duas mãos na bunda de Cristina e começou a acariciar devagar, em movimentos circulares, subindo e descendo, tomando cuidado pra não deixar nenhum espaço sem carinho. Subia e descia sem parar um segundo, acariciando ela toda: começava pelos quadris e descia a mão até chegar no cu dela, começando a enfiar o dedo. Enquanto isso, Cristina só mexia um pouco a cabeça, não conseguia nem reagir. Então o cara continuou com as carícias, mas agora enfiou a mão entre as pernas de Cristina e falou pro amigo:
- Então vamos foder ela, mas deixa eu acariciar um pouco a bucetinha dela.
E dizendo isso, começou a mexer a mão, esfregando a buceta de Cristina. Ela, ao sentir as carícias, começou a gemer um pouco e a mexer os quadris.
Ela não acreditava. Cristina, apesar de estar bêbada, estava se excitando com as carícias daquele cara, que, ao ver que ela respondia daquele jeito, soltou uma gargalhada e continuou acariciando ela, mas agora com mais força, fazendo ela gemer cada vez mais. De repente, ele parou, tirou a mão e levou até a cintura, desabotoou a calça e abaixou, deixando o pau dele aparecer, e começou a massagear ele. Depois, com uma mão se apoiou nas costas de Cristina e com a outra guiou o pau até a buceta dela e, com um empurrão, enfiou tudo de uma vez. Cristina só levantou um pouco a cabeça ao se sentir invadida.
- Hahaha… isso aí – riu o cara. Assim que a teve bem empalada, segurou com as duas mãos Quadris da Cristina e começou a se mover pra frente e pra trás, metendo forte nela. Cristina tinha conseguido soltar as mãos e tentou se endireitar, mas o cara segurou as duas mãos dela na hora e puxou pra trás, deixando ela imobilizada, e continuou com as estocadas fortes.
Ele tava metendo tão forte que dava pra ouvir direitinho a pélvis dele batendo na bunda da Cristina. A cada estocada que ele dava, Cristina não oferecia resistência, então o cara soltou uma das mãos dela e começou a bater na bunda dela. Dava duas ou três estocadas, parava um pouco e dava umas palmadas, e depois continuava metendo. Depois de uns minutos assim, o cara se encostou o máximo que pôde na Cristina, segurou ela pela bunda e começou a soltar vários gemidos.
Tinha terminado e gozado dentro da Cristina. O cara se contorceu umas duas vezes e depois saiu de trás dela, mas não sem antes dar duas palmadas fortes.
O outro cara já tava pronto. Tinha tirado a jaqueta e já tava com o pau de fora. Na hora, ele tomou o lugar atrás da Cristina, deu dois beliscões fortes em cada nádega dela, depois pegou o pau e começou a passar nas nádegas dela. Cristina já não oferecia resistência nenhuma, só virava a cabeça de um lado pro outro de vez em quando e soltava um gemido. Mesmo assim, o cara pegou os braços dela e levou pra trás das costas, depois pegou o pau, colocou entre as pernas da Cristina e, com uma estocada forte, meteu. Cristina começou a gemer ao se sentir invadida de novo, mas isso já não importava mais. O cara começou a meter nela com força.
Nessa altura, eu já tava me masturbando. Saber que horas antes eles tinham comido minha esposa no mesmo lugar onde eu tava me deixava com muito tesão. Esses caras realmente aproveitaram a Cristina.
O cara continuava entrando e saindo dela, agarrava a bunda dela, beliscava, dava palmadas e tentava apalpar o máximo que podia. Ele tava, o cara parecia bem agitado e num momento ele parou, pensei que tinha acabado, mas não era bem assim. Ele virou pra olhar pro amigo, que tava fumando um cigarro enquanto observava, falou alguma coisa e os dois riram. Depois, sem tirar a pica, ele pegou as nádegas da Cristina, separou elas e cuspiu no cu dela.
Não sabia o que vinha, se o cara ia meter nela ou se queria enfiar o dedo.
Assim que cuspiu, ele levou o dedo ao ânus da Cristina e começou a esfregar, pra depois enfiar quase inteiro. Dessa vez, a Cristina gemeu mais alto e tentou se levantar, mas ele empurrou ela pra baixo e, sem tirar o dedo, começou a foder ela de novo.
Agora a Cristina tava sendo fodida e ainda tinha o cu penetrado, a putinha tava com os dois buracos cheios.
O cara continuou fodendo ela sem tirar o dedo do cu da Cristina, pelo contrário, começou a girar ele em círculos, tentando enfiar mais fundo. A Cristina já não reagia, então o cara aproveitou e continuou girando o dedo cada vez mais forte, sem parar de foder ela. De repente, o cara tirou a pica, esfregou ela rápido e começou a gozar. Cinco jorros enormes de porra espirraram por todas as nádegas da Cristina. Depois, ele relaxou, tirou um pedaço de papel da bolsa, limpou o dedo e enfiou o papel entre as nádegas dela. Levantou, arrumou a calça e voltou pro sofá.
Depois, os dois caras serviram mais uma dose. A Cristina continuava na mesma posição, o sono tinha vencido ela. Passaram alguns minutos enquanto eles terminavam os copos.
Mas eles queriam curtir a Cristina um pouco mais. Um deles olhou pro relógio e falou alguma coisa pro outro, que concordou com a cabeça. De novo, um deles ficou atrás da Cristina, tirou a pica de novo, mas agora só tavam se masturbando e gozaram nela de novo. O outro cara fez a mesma coisa. A Cristina já tava completamente dormindo, não sentiu a segunda carga de porra. Depois, os dois se vestiram e saíram. da casa, não se deram ao trabalho de arrumar a saia dela, então me deixaram assim.
Avancei a fita vários minutos e Cristina continuava do mesmo jeito até o relógio marcar 7 da manhã, minuto em que dava pra ver que ela começava a se mexer. Parei a fita e vi Cristina se endireitar, olhar pra todos os lados e começar a se tocar. Aí percebeu que tinha as nádegas cheias de porra. Levantou, deu um gole no copo dela e começou a andar. Cambaleou um pouco e subiu as escadas, passando a mão na bunda.
Parecia que ela não tava nem aí por ter sido comida por dois caras. Ela tá virando uma puta tremenda.
Depois conto mais outras histórias. Saudações e até logo…
2 comentários - Minha esposa Cristina, bêbada e fodida por dois caras