Relacion Fraternal: Miradas II

Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2831053/Relacion-Faternal-Ojos-de-una-hermana-preocupada-I.htmlDa cama eu podia vê-la, na minha frente estava Maga, recém-levantada, com seu corpinho preto, que destacava seus seios de forma descomunal, e sua calcinha que cobria o suficiente.

Ela me encarava, um olhar que podia significar muito e muito pouco ao mesmo tempo. Me sorriu, se aproximou balançando os quadris e se inclinou, deixando assim seu rosto na frente do meu, e me deu um beijinho. Deu meia-volta, deixando sua bunda perfeita à vista e se afastou de mim. Era impossível não ficar maravilhado com aquele monumento de mulher.

Maga caminhava me olhando de esguelha, me dando um sorriso ou outro. Movendo seus quadris, fazendo sua bunda balançar de um lado para o outro, se aproximou da parede que estava em frente à cama, onde eu estava.

Apoiou as costas na parede, sem parar de me olhar levou o dedo indicador à boca e o mordeu lentamente, criando assim uma imagem muito sexy de seu rosto. Ela me encarava nos olhos, sem se mover dali. Cada minuto que passava me deixava mais excitado, ver minha irmã daquela forma era incrível, uma sensação única.

Maga empinou os seios deixando-os muito mais à vista. Que se antes já eram notáveis, agora muito mais. Definitivamente Maga sabia como esquentar um cara.

Sempre imaginei que ela fosse meio safada, mas não o suficiente para esquentar assim seu próprio irmão. Que por sinal não me incomodava nem um pouco.

Maga tirou o dedo da boca, arrumou o cabelo e se virou, apoiou as mãos e os seios contra a parede. Sua bunda ficou à vista novamente. Espiou por cima do ombro, me olhou nos olhos e me jogou um beijo. Eu já não aguentava mais, a tesão que eu sentia era incrível.

Sem pensar comecei a me tocar por cima do shorts. Ela me olhava de esguelha e sorria, pelo visto gostava do que eu estava fazendo. Maga se afastou levemente da parede. Moveu os quadris um pouco, levou as mãos até a parte de trás do corpinho. Com delicadeza foi desabotoando. Maga segurou a parte da frente com as mãos, impedindo assim que o sutiã caísse.

Ela ficou assim por um tempo, segurando o sutiã até que o deixou cair. O momento em que o sutiã caiu foi um dos melhores da minha vida. Tinha minha própria irmã mais velha completamente nua da cintura para cima. Mesmo que ela estivesse de costas, e eu não pudesse ver nada, o fato de saber que ela estava quase nua me deixava ainda mais excitado.

Maga começou a mover os quadris como se estivesse dançando, embora sem música ficasse um pouco mais erótico. Lentamente levou as mãos até os seios e começou a tocá-los. Do meu lugar, conseguia ouvir alguns gemidos que saíam de seus lábios lindos. Eu estava quase suando de tão excitado que estava.

Achei que nada mais poderia me surpreender, até que Maga tirou as mãos dos seios e as colocou nos quadris. Pegou a calcinha pelas duas pontas. Com uma delicadeza que só ela poderia ter, começou a baixá-la.

Eu já não aguentava mais, estava com muito tesão. Isso era incrível, não podia ser verdade que minha irmã estava se despindo na minha frente. Praticamente estava suando. Era demais, não queria que acabasse.

Cada vez mais devagar, estava prestes a ver a bunda nua da minha irmã e eu não conseguia acreditar. Em um momento, ela parou. A cabeça dela apareceu por cima do ombro, tudo começou a tremer, ela me olhou e disse:

— Mati, Mati. Acorda, neném.

Abri os olhos e lá estava ela. Com sua camiseta branca que usava de camisola.

— Mati, já está tarde. Além disso, o sol está batendo em você, vai fazer mal. Vai tomar banho.

Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Um sonho, tudo um sonho. Minha irmã estava ali, sentada, vestida. Sem saber o que tinha acontecido. Queria me matar, meu Deus.

— O que foi? Parece que você teve um pesadelo, dormiu bem?
— O que menos tive foi um pesadelo, obrigado por me deixar dormir aqui.
— Não foi nada.

Maga me deu um beijo na testa e saiu do quarto. Eu fiz o mesmo, fui até meu quarto e procurei alguma roupa para tava na hora de me trocar, o sol tinha me pegado um bom tempo e eu já estava todo suado.

Liguei o chuveiro do banheiro e me preparei para tomar banho. Fiquei divagando um bom tempo, curtindo o banho. De vez em quando vinha à minha cabeça aquele sonho. Não dei muita importância a respeito. Afinal de contas, tinha sido só um sonho.

Terminei meu banho depois de um tempo. Peguei a toalha que estava pendurada à minha esquerda, me cobri até a cintura com ela, e com outra toalha fui me secando. Uma vez seco, a única coisa que faltava era me trocar.

Estava prestes a me trocar quando alguém bateu na porta do banheiro.

— Já saiu?
— Sim, já saí, o que foi?
— Preciso ir e estou atrasada, preciso me maquiar. Posso entrar?
— Hmm, sim, pode entrar, sem problema.

Maga entrou no banheiro comigo. Ela já não estava mais com o camisola que usa para dormir. Quer dizer, o camisola que ela usa para sair do quarto. Agora estava com uma regata amarela, de alcinhas com decote em V, e um short branco que combinava com a regata. Ela estava muito gata naquele dia. Tudo ficava perfeito nela.

Eu me sentei sobre a privada, Maga entrou e se posicionou em frente ao espelho, dando as costas para mim. Fiquei olhando para ela, alternando entre o que ela fazia no rosto e sua bunda linda, enquanto esperava ela terminar.

— Aonde vai tão arrumada?
— Vou sair.
— Sim, imaginei, mas pra onde?
— Pra fora.
— Que engraçadinha, hein.

Maga começou a rir, largou o rímel e me olhou.

— Vou sair com a Mica, por que tantas perguntas?
— Sei lá, entrou tão rápido justo quando eu ia me trocar, fiquei curioso.

Maga deu uma risada e continuou se maquiando. Eu, enquanto isso, continuei curtindo a vista.

Maga terminou seu trabalho facial e saiu do banheiro, finalmente comecei a me trocar.

Quando saí do banheiro, Maga já tinha ido embora. A casa estava vazia, tranquila, quieta, me lembrava todas as manhãs quando eu acordava. Era uma sensação de paz.

Tinha a tarde toda só pra mim. Passei o dia maratonando séries, mais de 2 horas seguidas. Mas Cansado dessa porra, decidi colocar uma música. Procurei meu celular e meus fones e fui escutar. A curtição durou só uns 15 minutos, quando do nada apareceu o aviso de bateria fraca.

Com muita raiva, já que tinham acabado com minha diversão, procurei o carregador. Que misteriosamente tinha sumido. O desgraçado não tava em lugar nenhum. Procurei em tudo quanto é canto, na sala, na cozinha e no meu quarto, onde ele costumava ficar conectado o tempo todo.

O único lugar onde eu não tinha olhado era no quarto da Maga, ela provavelmente tinha usado o meu depois de não achar o dela. Decidi tentar a sorte e entrei no quarto dela.

A cama ainda estava bagunçada, tinha um monte de roupa jogada em cima. Provavelmente porque minha irmã tinha ficado procurando o que vestir. Mas o que mais dava pra notar, o que mais chamava atenção, era o cheiro, aquele aroma de mulher, a fragrância da beleza.

Me aproximei da escrivaninha, que ocupava uma boa parte da parede. Em cima da escrivaninha estava o PC da Maga, que ainda estava ligado, além de uma pilha de roupas. Procurei entre todas as coisas, na esperança de achar o maldito cargador. Tive sorte ao abrir a primeira gaveta e encontrar o bendito carregador com cabo e tudo.

Ao me virar bruscamente, com a intenção de voltar pra sala, sem perceber bati minha perna na cadeira que a Maga usava pra ficar no PC. Amaldiçoei a cadeira por uns segundos e tive a intenção de chutá-la, pra me vingar. Mas algo nela chamou muito minha atenção.

Em cima da cadeira tinha uma pilha de roupas, aparentemente sujas. No topo da pilha tinha uma camiseta, mas o que mais chamou minha atenção não foi a camiseta, e sim a peça que aparecia debaixo dela.

Fiquei olhando por alguns segundos até que a curiosidade falou mais alto, me aproximei da pilha de roupas e peguei a peça que tinha capturado toda minha atenção.

Tirei a tal peça e a surpresa que eu levei foi... incrível. Era a calcinha que a Maga tinha usado na hora de dormir. Fiquei chocado. Milhares de imagens me vieram à cabeça, desde a Maga usando essa beleza até o sonho que tive hoje de manhã. E pensar que o que eu tinha agora nas minhas mãos, há algumas horas estava enfiado na bunda da minha irmã. Já não aguentava mais de tesão.

Me senti excitado e sujo ao mesmo tempo. Desenrolei a calcinha para ver direitinho, não dava pra evitar, a vontade era terrível. Enquanto com uma mão desenrolava a calcinha, com a outra me tocava por cima da calça. Ao desenrolar, senti algo estranho nela, apalpei bem a parte de baixo da calcinha. Estava molhada. Minha própria irmã tinha molhado a calcinha e eu estava tocando nisso.

Sem pensar, levei a calcinha da Maga até o meu nariz. Dava pra sentir, o cheiro da buceta da Maga inundou meu nariz. Já não dava mais pra segurar, abaixei a calça na velocidade de um raio e comecei a fazer a melhor punheta da minha vida, usando a calcinha da minha irmã como estímulo.

A sensação era incrível, já não conseguia pensar com clareza, só a imagem da minha irmã estava na minha cabeça. Estava perto de gozar, preparei a calcinha pra poder terminar nela, quando ouvi a porta de casa abrindo.

Meu coração parou. Subi a calça o mais rápido que pude e saí voando do quarto da Maga. Graças a Deus cheguei são e salvo no meu quarto, a Maga não chegou a me ver saindo do quarto dela e já podia respirar em paz, não tinha com o que me preocupar.

Ou pelo menos era o que eu achava. Na pressa de sair do quarto, eu tinha trazido comigo a calcinha da Maga, se ela descobrisse que estava faltando... na verdade não quero nem imaginar o que aconteceria. E pra piorar também tinha deixado o carregador, é que eu não posso ser mais burro.

Escondi a calcinha dentro da fronha do meu travesseiro até poder devolver ao devido lugar. No pior momento, a porta se abriu.

— Ah, ainda tá aí. Achei que você tinha saído.
- N..não, fiquei aqui.
- O que foi? Parece que viu um fantasma.
- Hã? Não, tô bem. Tudo tranquilo.
- Bom, então te deixo em paz...

Maga fechou a porta e saiu. Pude respirar de novo — esses sustos do nada não iam me fazer bem.

De repente, a porta se abriu de novo.

- Você me faz um favor?
- Hã?... Sim, sim, fala.
- Preciso que você vá comprar umas coisas pra fazer a comida.
- O que precisa?
- Compra meia dúzia de ovos, algo pra beber e um sachê de leite condensado.
- Tá bom, vou me trocar e já vou.
- Valeu, depois te passo a grana.

Maga fechou a porta. Me troquei e saí pra pegar o dinheiro. Peguei a grana e a sacola de compras e saí de casa. No caminho pro mercado, fiquei pensando no que fazer com a porra na garrafa — tinha que achar um jeito de devolver sem ela perceber. Quando cheguei no supermercado, comprei tudo que ela tinha pedido e ainda guardei o troco que sobrou pra gastar comigo.

Quando cheguei em casa, já senti o cheiro da comida — Maga já tinha começado a cozinhar. Então fui direto pra cozinha pra entregar o que ela pediu.

- Aqui estão as co...

Fiquei mudo, não conseguia formar uma única palavra. Lá estava ela, cozinhando como qualquer pessoa. Mas tinha algo que me surpreendeu acima de tudo. Não era a comida, nem os ingredientes, nem nada disso — o que me chocou foi vê-la vestida, ou melhor, semivestida. Maga estava de costas pra mim e só usava um top e uma calcinha fio-dental, que sumia na linha do bumbum. As nádegas estavam completamente à vista. Fiquei quieto, apreciando a vista como nunca.

Maga percebeu que eu ainda estava ali, calado, e falou sem virar.

- O que foi, ainda tá aí??
- O.. o que você tá fazendo vestida assim? — falei, todo envergonhado.

Maga se virou, me encarando. Agora eu podia ver o peito dela — ela usava um top de renda, mais justo que o anterior. Ao ver aquilo, meu pau explodiu. da excitação. Eu não conseguia acreditar no que estava vendo.

- É que eu ia me trocar e colocar algo mais confortável. Mas lembrei que você já me viu assim, então não me importei muito. Por quê? Estou feia? Te incomoda?

Eu mal conseguia responder, olhando para aquele monumento de mulher.

- Não, não, fica perfeito em você.

Maga riu e continuou cozinhando, deixando eu ver novamente sua bunda perfeita. Quando consegui me libertar do feitiço que sua bunda me causava, fui para o quarto.

Eu já não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Há poucos dias eu tinha uma relação normal com minha irmã. Agora ela andava pela casa quase nua, o que não me incomodava, mas sim me excitava, e até cheguei ao ponto de roubar sua calcinha. Não conseguia acreditar, estava me tornando um completo pervertido e estava gostando.

Nesse momento, tinha uma mulher linda, seminu, fazendo minha comida. Era o sonho de todo homem, e minha irmã estava realizando para mim.

Não aguentava mais a excitação, procurei dentro do meu travesseiro e tirei meu maravilhoso tesouro. Levei ao nariz e inspirei. Ainda conservava sua linda fragrância. Sem conseguir evitar, meu pau ficou duro como pedra. Precisava aliviar as vontades que não pude antes.

Aproveitando que Maga ainda estava na cozinha, saí do meu quarto e fui ao banheiro. Com a calcinha na mão, abaixei minhas calças e sentei no vaso. Com uma mão peguei meu pau, que estava mais duro do que nunca, e o movi para cima e para baixo, querendo acabar com meu tesão de uma vez por todas. Enquanto isso, com a outra mão, aproximava a calcinha do meu nariz para poder sentir o cheiro.

Minha mente estava em branco, estava com muito tesão, só queria acabar com ele de uma vez por todas. Estava quase gozando, continuei mexendo meu pau como nunca. Sem pensar, coloquei a calcinha da Maga sobre meu pau e gozei nela.

Estava exausto, tinha que recuperar as forças. Descansei alguns segundos no vaso, até cair na real sobre o que tinha Eita. A calcinha dela estava toda manchada com meu sêmen, eu tinha feito uma cagada das grandes.

O que eu faço com isso agora? Puta merda, não posso devolver assim do nada. Tinha que lavar ou algo assim, a qualquer momento a Maga podia perceber que estava faltando. Entrei em desespero, subi minha calça e abri a torneira do banheiro. Mergulhei a calcinha na água, tirei todo o rastro do meu crime o mais rápido que pude. Ficou brilhando, agora não havia mais chance da Maga descobrir o que eu tinha feito, só restava esperar secar para poder devolver.

Saí do banheiro para escondêla de novo, mas quando cheguei no meu quarto a Maga já estava lá, agora usando um avental vermelho, que cobria a parte da frente do corpo dela. Fiquei atordoado e guardei a calcinha, molhada, no meu bolso para ela não ver.

— O qu... que você tá fazendo aqui??
— Hã? Qual é? Agora não posso entrar no seu quarto?
— Não não, desculpa, é que me surpreendeu te ver aqui
— Imagino. Eu vim avisar que a comida já vai ficar pronta.
— Beleza, já vou, valeu.

A Maga passou do meu lado, parou alguns passos atrás de mim, e disse:

— Pra mim você tá escondendo alguma coisa, hein, já vou descobrir.

Riu por uns segundos e seguiu pra cozinha.

Entrei no quarto e guardei a calcinha dentro da minha fronha de uma vez. Fiquei pensando, minha irmã estava desconfiada de algo, ainda tinha tempo para devolver, mas tinha que ser o mais rápido possível.

Chegou a hora de comer, me sentei à mesa até a Maga chegar. Ela já tinha tirado o avental e estava de novo como antes. Todo o torso dela à mostra, o que fazia ressaltar seus peitos, peitos grandes e lindos.

A Maga me deu meu prato, colocou na minha frente, fez o mesmo com o dela. Agora estamos os dois, sentados um de frente pro outro, prontos pra comer. Comecei a comer, sem tirar o olho da minha irmã. Ela parecia não perceber, já que estava com a vista fixa na televisão.

— Gosta tanto assim que fica olhando? ele tinha percebido. -Hã? Não sei do que você tá falando. -Qualé, guri, não vem de fazer de bobo. -Sério, não sei a que você se refere. -Eu te vi, Mati, já te vi olhando pros peitos e pra bunda e tudo. Fiquei calado, não sabia o que dizer, tava morrendo de vergonha. Dava pra sentir meu rosto todo quente, vermelho pelo que tava ouvindo da minha irmã. -Olha, também não sou cega, uma percebe. -..... -Ai, você ficou todo vermelho, calma, guri. Não é nada, não me incomoda. Tinha ouvido direito? Ela disse que não incomodava? Minha irmã acabou de me dizer que não se importava que eu olhasse. Não conseguia acreditar, devia ser outro sonho. -Co..como assim não te incomoda? -Não, guri, não me incomoda, aliás, eu gosto. - Ela me disse piscando o olho. E ainda por cima ela gostava. Me belisquei o braço debaixo da mesa pra ter certeza de que o que tava ouvindo não era só um mero sonho. -Achei que você ia me xingar, ou me matar ou sei lá... -Ai, que exagerado você é, guri. Você é meu irmão, não é pra tanto. Isso era incrível, esse tempo todo ela gostou que eu olhasse e eu nem sabia. -E me conta, gurizinho. O que é que você tanto fica olhando? Ao ouvir isso, a vergonha voltou. -O quê..? -O que você ouviu, me diz o que você olha. -Po..por que você pergunta isso? -Fiquei curiosa, sei lá. Não posso saber? -Não..não sei. -Como não sabe, você sabe sim, não vem de fazer de bobo, qualé. -Sério, não sei.... Tentei fazer ela parar de insistir pra não ter que responder, mas a Maga não deixava. -Bom, se vai ser assim, então vou colocar mais roupa. - Ela me disse com um tom de chantagem. Fiquei calado, fiz de conta como se não me importasse que ela fizesse isso, mas o fato é que me importava. Não queria deixar ela esconder um corpo daquele atrás da roupa. -Os...os peitos. -Como? Não ouvi? - A Maga tinha um sorriso, de sacana, que cobria todo o rosto. Ela tava tirando sarro de mim, e tava gostando. -Os peitos!! -Ah, os peitos... o que tem meus peitos?? -Que Eu tô olhando, é isso, não queria saber? Tô olhando seus peitos, feliz?

Soltando uma risadinha, ela piscou pra mim.

— Você é um grande safadinho, irmãozinho. E algo mais?
— ...não
— Mmmm... não minta pra mim, hein
— ...a bunda também...

A cara que minha irmã fez ao ouvir isso não tem descrição. Ela estava feliz, contente por poder tirar sarro do irmão.

— Você é um grande pervertido, irmãozinho. Mas mesmo assim te amo.
— Sim sim, eu também.

Continuamos comendo. De vez em quando eu ficava olhando os peitos da minha irmã, alternando entre ela e a televisão. Já ela só comia e assistia TV. Com um sorriso no rosto o tempo todo. Claramente gostava dos meus olhares.

Quando terminei de comer, levei meu prato e deixei na pia e voltei pro meu quarto. Enquanto Maga levantava a mesa e limpava tudo.

Deitei na minha cama, e pensei no que Maga tinha dito. Ela gostava que eu olhasse, e isso me encantava, cada vez tudo ficava melhor. Agora que sabia que não incomodava, não pensava em parar. De qualquer forma não ia deixar de fazer.

Fiquei vendo televisão, entediado e sem nada pra fazer. Pensava em sair e aproveitar mais um pouco do corpo da minha irmã, mas não queria parecer um assediador. Estava quase indo dormir, já que não aguentava mais o tédio, até que a porta se abriu e Maga entrou. Ainda estava só de calcinha, e estava linda.

— Ei, quer vir comigo assistir um filme?
— Sim sim, claro, já vou.

A proposta me surpreendeu. Eu estava morto de tédio, não pensava em recusar, além do mais assim ia poder passar mais tempo perto dela e do seu corpo perfeito.

Quando cheguei na sala, estava tudo escuro, só a luz da televisão iluminava o lugar. Tinha uma música de fundo que vinha também da TV, que mostrava o menu do filme que Maga tinha colocado. Sentei no sofá, à minha direita estava a caixa do filme, peguei e li a descrição.

— Espero que goste, comprei hoje — ela me disse. Minha irmã estava parada na entrada da sala, com um braço apoiado na parede e me encarando. Vê-la vestida daquela forma, com aquela pouca luz, tornava aquele momento muito excitante e erótico.

-...É... é... pelo que dá pra ver, tá muito gostosa. - falei, olhando pra ela, deixando o que disse ter duplo sentido.

- Bom, espero que você se divirta... e aproveite o filme.

Maga caminhou até mim, balançando os quadris de um jeito muito sensual, sentou ao meu lado e deu play.

O tempo foi passando e o filme avançando. Maga começou a se mexer, tentando ficar mais confortável, deitou no sofá colocando as pernas sobre as minhas. Inconscientemente, coloquei minha mão sobre elas e comecei a acariciar. Maga continuava assistindo ao filme e não dizia nada, então continuei.

Dava pra dizer que eu prestava mais atenção na minha irmã do que no filme. Como se fosse possível não fazer isso, com ela vestida daquele jeito. Continuei acariciando a parte inferior das pernas dela, poder sentir a maciez da sua pele era maravilhoso. Aos poucos e lentamente, fui subindo minha mão, aproximando cada vez mais das suas coxas. Maga continuava sem dizer nada, tomei como um bom sinal e prossegui.

Continuei acariciando suas coxas e olhando pra ela, apreciando a beleza do seu corpo. Enquanto a acariciava, pude tocar nas bordas do seu calcinha fio-dental. Ao sentir isso, fiquei gelado, estava indo longe demais, mas ela não dizia nada, aliás, parecia estar gostando. Precisava saber até onde podia ir com aquilo, tomei coragem e continuei subindo a mão.

Infelizmente, parece que Maga não gostou e começou a se levantar, até ficar sentada. Tirei minha mão das coxas dela e coloquei perto das minhas pernas.

- Uff, você não tá com calor??

Sim, eu estava com calor e definitivamente não era por causa do calor que fez hoje, não, o fato de tocar minha irmã tinha me deixado todo excitado. Pelo que parecia, ela também tinha ficado excitada, mesmo que hoje tivesse feito calor, a essa hora da noite já estava bem fresco.

- É, tô um pouco excitado, pra ser sincero.
- É, eu também. Estou me sentindo um pouco quente. Mas também não está para ligar o ar condicionado. Você não quer tirar o short?

Isso já era demais, agora ela estava me pedindo para tirar o short, eu ia ficar só de cueca. Não conseguia acreditar.

- Não... não sei... não dá.
- Não seja bobo, assim você não sente calor.
- É que eu fico com vergonha.
- Ah bom, tudo bem, eu só falei porque além disso assim estaríamos em condições iguais.

Não disse nada por um tempo, fiquei pensando sem saber se fazia. De certo modo, eu tinha vontade de tirar o short e deixar a Maga me ver.

- Se eu fizer, você não vai rir, né?
- Não vou rir, tranquilo.

Respirei fundo e me levantei do sofá. Maga continuava sentada e não tirava os olhos de mim por um segundo. Olhei para ela e ela sorriu. Peguei meu short pelos dois lados da minha cintura e desci até ficar só de cueca.

Maga ficou com os olhos arregalados, não tirava o olho da minha virilha, para ser mais exato, do volume que dava para ver marcado.

Tentei me acalmar, tentei me concentrar no filme, para que assim pudesse baixar minha ereção.

O filme estava prestes a terminar, meu pau continuava igual de duro. A atenção que eu tinha na minha irmã era maior do que na TV. Maga estava igual, desde que eu tinha baixado o short não tinha tirado o olho da minha virilha. Isso me deixava ainda mais excitado.

Finalmente o filme tinha acabado e eu podia voltar para o meu quarto, e assim descarregar as tensões. Maga acendeu a luz da sala, agora sim podia ver seu corpo perfeitamente. Ela desligou a TV e se levantou do sofá. Pude ver com clareza toda a sua bunda. Eu fiz o mesmo, peguei meu short e estava prestes a sair da sala.

- Você não vai me dar boa noite antes de dormir??

A voz de Maga chamou minha atenção. Me aproximei dela e dei um beijo na bochecha. Estava quase voltando quando Maga me agarrou e me puxou para perto dela, me envolvendo assim em um forte abraço.

Pude sentir os peitos dela pressionando no meu peito, era incrível. A única coisa que isso conseguia era aumentar minha excitação. Maga me prendeu com mais força, encaixando seus quadris nos meus, fazendo meu pau bater na sua buceta.

Por Deus, eu não queria que aquilo acabasse nunca, era a melhor sensação do mundo.

Infelizmente, o que é bom dura pouco. Maga me soltou depois de alguns segundos, e eu saí para o meu quarto sem dizer nada.

Fechei a porta, abaixei a cueca, me joguei na cama e comecei a me masturbar com a imagem da minha irmã. Com a lembrança das pernas dela e a sensação daquele abraço. Gozei em poucos segundos. Minha mão estava melada, e algumas gotas tinham caído sobre os lençóis.

Sem outra opção, já que precisava me lavar e limpar os lençóis, saí em direção ao banheiro. O corredor estava completamente escuro, não dava para ver nada, era um silêncio total.

No banheiro, lavei a mão e peguei um pouco de papel higiênico para limpar os lençóis.

Ao sair, tudo continuava igualmente quieto, exceto por uma coisa. Ao passar pelo quarto da Maga, consegui ouvir algo. Parei ali, encostei a orelha na porta para ouvir melhor. Mal dava para escutar alguma coisa.

A curiosidade falou mais alto e abri a porta lentamente, sem que ela percebesse. Ao abrir, ouvi os sons mais lindos e excitantes de todos. Maga estava se tocando, estava se masturbando.

-Ah...mmm...ai, sim, Deus...mmm...

Infelizmente, não conseguia ver nada, mas o fato de poder ouvir tudo já formava uma imagem na minha cabeça. Meu pau estava voltando aos poucos, sem nem perceber já tinha começado a me masturbar de novo. E agora, com os gemidos da Maga.

Não aguentava mais, estava quase gozando, quando ouvi a coisa mais incrível de todas.

-Ai, siiim...guy...como você me deixa com tesão...

Ouvir isso me deixou em choque, ela estava falando de mim. Minha irmã estava se masturbando pensando em mim. Não conseguia acreditar. Queria entrar no quarto e pular em cima dela, mas não podia, ela ainda era minha irmã.

Me afastei da porta e voltei para o meu quarto. Tinha muito no que pensar. Continua...

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Eu gostaria de saber se vocês querem que eu faça uma planta da casa, assim mais ou menos podem ver como ela é dividida. Se for o caso, me avisem nos comentários. 🙂
Espero que tenham gostado, ainda continua.

19 comentários - Relacion Fraternal: Miradas II

Te dejo 10! Y si ami me interesa la idea de los planos de la casa, seria un plus mas jaja
Gracias por este segundo capitulo, muy interesante!! Segui asi viejo 👍
Muy bueno te di mis 10. Continuaaa please 😀.
Tremendo. Te dejo 10. Espero que subas pronto la siguiente parte
Tremendo, si papa hace los planos hace todooo, pero no tardes mucho en subir la otra partee!!! Genio
Tavish +1
+10 😃 para cuando la tercera parte?
Hoy a la noche comiezo a escribir 😉
Falta mucho para la tercera parte?? Estamos todos muy ansiosos jaja:p
Para la semana que viene espero que ya este 😉
podrias poner algunas fotitos
@Misterelax algunas fotos ilustrativas de como es mas o menos tu hermana no tiene que ser una foto original sino una que mas o menos como ella para darnos una idea
@Elmacho25x9cm Jajaja es todo ficcion 😉 pero despues busco una foto ilustrativa. Igual forma siempre me gusto que ustedes mismo armen a la protaginistas como ustedes les guste
@Misterelax ya se pero una fotito bien colocada sumada a la historia que de por viene cardita de morbo le suma un morbo interezante ya se que es ficcion yo tambien tengo muchos relatos la mayoria ficticios pero era eso unas fotitos bien colada puede dar vuelta la cabeza a mas de uno
Quiero la Tercera parte!!!
Para cuando para cuando??
Ya estoy libre, me saque todos los estudios de encima. Y puedo escribir mas tranquilo. No desespereis
@Misterelax estoy ancioso de leerlooo