Coloco o despertador pras 7h15 e vamos levantar, tomamos café e às oito a kombi passava pra buscar os guris; depois que foram, tomei banho, separei a roupa, abri a gaveta das calcinhas e escolhi uma fio dental preta, sem sutiã vesti um vestido preto curto, pensando que ainda faltava um tempinho pra ir pra oficina e fiquei deitada na cama de pernas abertas, inconscientemente tava muito excitada, talvez meio nervosa, não pensei mais e pulei de uma vez, fui no banheiro me higienizei bem e me preparei pra sair, como não me maquio, meu rosto é bem natural, só me penteie e me curti no espelho.
Fui andando, eram 8h50, o sol já tava forte, a oficina ficava só umas quinze quadras de casa, no semáforo da rua Corrientes parou um maluco de um caminhão de entrega pra me dizer “mamãe, que gostosa você tá, te levo onde quiser, meu amor!”, isso foi o que me deu confiança, e pensei comigo “vai fundo Lauri, aconteça o que acontecer, ninguém vai ficar sabendo disso, além disso a ideia me agrada.. e não preciso aguentar a treta da moto com meu parceiro”.
Quando cheguei na oficina me surpreendeu uma placa escrita num pedaço de metal que dizia “fechado por luto”, passou um monte de coisa na minha cabeça, e agora o que faço com a moto? esses caras sumiram, até senti uma espécie de alívio que não durou muito porque o portão se abriu e o Carlos falou “vai, entra rápido que vou fechar”, pulei pra dentro, entre risadas nervosas ouvi o barulho do portão fechando, era como o gongo dos chineses que dava início a uma cerimônia; fomos pra trás onde tinha um escritório com um banco de carro velho servindo de sofá num dos lados onde o Maurício tava largado.
Quando me viu entrar, levantou, sorrindo se aproximou e me deu um beijo na boca, dizendo, tava certo que você ia vir, apostei com o Carlos e ganhei sua bunda; agora você faz uns favores pra gente e a gente arruma a moto pro sábado, fechado??, senão você vai embora. A moto já!! — disse Maurício, num tom meio alto pra caralho.
É... respondi timidamente, o que eu tenho que fazer? perguntei. Você só deixa rolar, a gente te guia, falou Maurício. Nisso, perguntei de novo: por que vocês tão fechados por luto? Morreu alguém querido? As risadas foram em uníssono, e o Carlos, de trás, com a cuia na mão, disse: “Toda vez que a gente tá de enterro, não atendemos. É um sinal pros nossos amigos não encherem o saco. Vamos te enterrar nós, que tal?”. Entre medo e vergonha, concordei com a cabeça.
Maurício perguntou: não te ouvimos, tá bom pra você? Os dois me olharam.
Beleza, falei, mas vocês não me dão alternativa, e meio irritada perguntei: o que eu tenho que fazer agora?
Maurício disse: vamos tomar uns mates, porque de manhã a cerveja não rola. Voltamos à época dos fenícios, do escambo, lembra? Queremos te ver sem o vestido. Tira ele, mas primeiro mostra a raba... Devagar, me virei olhando pra porta de entrada e levantei o vestido, marcando a raba de lado. A calcinha, ao andar, tava perdida entre meus glúteos.
Ahhh, disse Carlos, que buceta que essa mulher tem, e começaram os aplausos. No rádio, tocava uma cumbia, e me pediram pra rebolar. Só com a tanga preta, eu tava desprotegida dos olhares deles, e aos poucos foram se aproximando. Maurício foi o primeiro a me tocar na frente, quase ao mesmo tempo que Carlos, por trás, se abraçou nos meus peitos. As duas mãos de Maurício estavam na frente e atrás ao mesmo tempo, me tocando por baixo da calcinha enquanto a gente se beijava. Ele me penetrava com os dedos, fiquei muito excitada e estiquei as mãos pra frente e pra trás, e encontrei dois membros duros por baixo dos macacões. Pareciam grandes através do tecido. Enquanto me beijavam, fui desabotoando os zíperes até chegar no volume ereto. Nenhum dos dois usava cueca, o que me deixou ainda mais com tesão. Num momento, a gente se beijava os três, meus peitos, minha raba e minha buceta estavam ocupadas. Eu, com um pau em cada mão, não me... Não me restava outra opção senão me ajoelhar… enquanto eu descia, eles também baixavam as calças até os joelhos, deixando expostos os sexos dos caras. E como eles mesmos diziam, "você tem umas ferramentas boas pra trabalhar", eram realmente umas picas lindas, bem inchadas, duras e meio úmidas de tesão, mas pareciam limpas.
Sem hesitar, comecei o ritual da língua de cima pra baixo, pelos ovos e pelo tronco, até conseguir a maior dureza. Depois, um pouco dentro da minha boca, assim várias vezes, uma vez pra cada um. Depois tentei colocar as duas juntas na boca, mas era difícil. Então, fiz meu primeiro garganta profunda no Maurício, que tinha uma menor. Depois de engolir quase toda, a do Carlos me deu ânsia. Parece que ele gostou, porque me agarrou pela nuca e enfiou até o fundo da minha garganta. Assim passamos mais um tempo, um pouco com cada um, enquanto eu pensava: "tomara que gozem logo, porque esses dois vão me acabar". Parece que eles aguentavam bem. Já estávamos há um bom tempo nessa, e minhas mandíbulas começavam a ficar travadas, e eles queriam mais. Eu masturbava forte, chupava, fazia garganta profunda, e nada. Num momento, o Carlos me fez levantar, me deitou de costas no banco, tirou minha calcinha, abriu minhas pernas e começou a beijar minha buceta, brincando no meu clitóris com a língua. O Maurício se ajeitou por cima de mim, prendendo meus braços com o corpo dele, e colocou o pau na minha boca de um jeito que eu não tinha opção de engolir tudo quando ele se mexia. Ele disse: "primeiro vou comer bem sua boca, depois vou te comer pelo cu". "Ai", eu disse, "não, a bunda não", mas já era tarde…
O Carlos estava fazendo um bom trabalho lá embaixo, percorria da minha buceta até o cu com a língua, me penetrava e saía, deixando restos de saliva no caminho. Brincava com os dedos grossos no meu sexo e chegou a meter dois ou três dedos juntos, enquanto me estimulava o clitóris, dois dedos na frente e um atrás, ritmicamente. Nessa altura, eu já tinha gozado três vezes, e eles… Perceberam... Num instante, Maurício se levantou de cima de mim e mandou o Carlos trocar de posição. O Carlos foi pro banco, me colocaram de quatro, deixando o pau do Carlos na altura da minha boca, com a raba empinada pra cima, onde o Maurício tava pronto pra me penetrar. Depois de tanta chupada, eu tava toda lubrificada e dilatada, então foi fácil ele me penetrar no começo. Depois, ele mostrou uma camisinha lubrificada, brincou um pouco com meu cu aberto e, devagar, meteu tudo até o fundo, ficou parado lá segurando minha cintura. Ele abria bem minhas nádegas, de um jeito que as bolas dele tocavam meu buraquinho, entrava e saía devagar. No começo doía, depois eu fazia força pra trás, era dor e prazer, uma coisa estranha, talvez pela minha excitação. Enquanto o pau do Carlos me penetrava a boca, ele com uma mão me tocava a buceta por entre minhas pernas, foi uma sensação gostosa. Já o Maurício tinha entrado no ritmo, metia até o fundo, ficava lá dentro, eu com uma vontade de ir ao banheiro, e aí tirava até a portinha e voltava a me penetrar fundo. Assim por um tempo, até que começou a doer de verdade, provavelmente por falta de lubrificação. Aí criei coragem e falei: "Mete na minha boca, meu amor..." (era um jeito de fazer eles gozarem). Então os dois se levantaram, me sentaram no banco velho, cada um na altura do meu rosto, seguravam minhas mãos enquanto colocavam o pau na minha boca, um de cada vez, os dois juntos, garganta funda. Aí comecei a perceber que eles tavam no limite de gozar. Soltaram minhas mãos, eu peguei um pau com cada mão e segurei perto da minha boca, massageando com a língua. Eles começaram a se masturbar enquanto pediam pra eu abrir bem a boca, eu também me tocava, até que finalmente gozaram quase juntos, gritos, não sei de quem. Foi uma cachoeira de porra na minha boca, na minha cara e nos meus peitos, um olho ardia cheio de cum. Depois fui limpando eles até não deixar nada. rastro nos sexos deles e lentamente começaram a baixar a dureza dos membros e caíram sentados um de cada lado meu no banco, eu no meio tocando eles… a gente tinha se divertido pra caralho.
Carlos levantou pra preparar uns mates, Maurício ficou olhando pro teto, me dizendo: "acho que começamos a tirar a puta que você tinha guardada, você tá mal cuidada, menina, tava precisando de um sacode, me parece" (era verdade, com meu marido passavam semanas sem ele fazer nada comigo). Já era quase meio-dia, eu tava tipo Cinderela, tinha que ir preparar o almoço.
Tomei uns mates de calcinha com os caras, já tínhamos um pouco de confiança. Eles me disseram que fazia tempo que não tinham um sexo assim, me tocavam e eu também tocava neles; não me senti mal. Depois me vesti, dei um beijo na boca deles e saímos. Antes de abrir o portão, vi que a moto tava do mesmo jeito, perguntei: "o que vai fazer? Não vão me deixar na mão, eu cumpri minha parte?"
Maurício me disse: "fica tranquila, a gente vai cumprir nossa palavra. Você vem amanhã de manhã cear uns mates pra gente… talvez a gente acelere o trampo, consiga as peças e faça ela completa pra você" (não sei se foi sério ou com duplo sentido). Não tinha chance, faltava pouco pro sábado e eu não queria problema com meu parceiro. Por outro lado, Carlos, do lado da moto, indicava os detalhes pra recuperar e que iam trabalhar duro pra deixar ela em condições. Tava tudo dito, quinta-feira quente vinha aí.
O caminho de volta pra casa foi bem lento, o calor, doíam minhas pernas e a bunda. Literalmente, eu tinha ficado como uma flor e tinha uma sensação de ter corrido uma maratona… vontade de ir ao banheiro, me sentia suja, suada, sei lá, não era a melhor imagem minha naqueles momentos. Na real, foram quase três horas.
Quando cheguei em casa, preparei rápido uns hambúrgueres e os meninos chegaram. A gente conversou um pouco, surgiu o assunto da moto e eu contei que a avó tinha me emprestado dinheiro pra pagar o conserto, mas que era segredo. que ninguém precisava saber, nem a avó, e os meninos, num gesto de cumplicidade, me garantiram que ninguém nunca ficaria sabendo se tudo desse certo. como era bom ter uma "coroa" que se arriscava por eles.. deixei tudo pra eles lavarem a louça e deixarem a cozinha em ordem, depois tomei um banho e fui tirar um cochilo como nunca, até o pequeno me perguntou: "cê tá bem?"
o calor me mata, falei.. por dentro, ainda sentia o calor dos corpos colados em mim, os membros deles ardendo, a penetração funda na minha boca e na minha bunda, a cachoeira de porra que derramaram no meu corpo. tentei me tocar entre as pernas, minha buceta ainda tava fervendo.
pensando na quinta de manhã e preparando uns mates pros rapazes, dormi até as seis da tarde; curiosamente, quando acordei, o primeiro pensamento foi: amanhã de manhã vou ter que completar outra parte do pagamento, o que será que vão me pedir dessa vez?
continua…
Fui andando, eram 8h50, o sol já tava forte, a oficina ficava só umas quinze quadras de casa, no semáforo da rua Corrientes parou um maluco de um caminhão de entrega pra me dizer “mamãe, que gostosa você tá, te levo onde quiser, meu amor!”, isso foi o que me deu confiança, e pensei comigo “vai fundo Lauri, aconteça o que acontecer, ninguém vai ficar sabendo disso, além disso a ideia me agrada.. e não preciso aguentar a treta da moto com meu parceiro”.
Quando cheguei na oficina me surpreendeu uma placa escrita num pedaço de metal que dizia “fechado por luto”, passou um monte de coisa na minha cabeça, e agora o que faço com a moto? esses caras sumiram, até senti uma espécie de alívio que não durou muito porque o portão se abriu e o Carlos falou “vai, entra rápido que vou fechar”, pulei pra dentro, entre risadas nervosas ouvi o barulho do portão fechando, era como o gongo dos chineses que dava início a uma cerimônia; fomos pra trás onde tinha um escritório com um banco de carro velho servindo de sofá num dos lados onde o Maurício tava largado.
Quando me viu entrar, levantou, sorrindo se aproximou e me deu um beijo na boca, dizendo, tava certo que você ia vir, apostei com o Carlos e ganhei sua bunda; agora você faz uns favores pra gente e a gente arruma a moto pro sábado, fechado??, senão você vai embora. A moto já!! — disse Maurício, num tom meio alto pra caralho.
É... respondi timidamente, o que eu tenho que fazer? perguntei. Você só deixa rolar, a gente te guia, falou Maurício. Nisso, perguntei de novo: por que vocês tão fechados por luto? Morreu alguém querido? As risadas foram em uníssono, e o Carlos, de trás, com a cuia na mão, disse: “Toda vez que a gente tá de enterro, não atendemos. É um sinal pros nossos amigos não encherem o saco. Vamos te enterrar nós, que tal?”. Entre medo e vergonha, concordei com a cabeça.
Maurício perguntou: não te ouvimos, tá bom pra você? Os dois me olharam.
Beleza, falei, mas vocês não me dão alternativa, e meio irritada perguntei: o que eu tenho que fazer agora?
Maurício disse: vamos tomar uns mates, porque de manhã a cerveja não rola. Voltamos à época dos fenícios, do escambo, lembra? Queremos te ver sem o vestido. Tira ele, mas primeiro mostra a raba... Devagar, me virei olhando pra porta de entrada e levantei o vestido, marcando a raba de lado. A calcinha, ao andar, tava perdida entre meus glúteos.
Ahhh, disse Carlos, que buceta que essa mulher tem, e começaram os aplausos. No rádio, tocava uma cumbia, e me pediram pra rebolar. Só com a tanga preta, eu tava desprotegida dos olhares deles, e aos poucos foram se aproximando. Maurício foi o primeiro a me tocar na frente, quase ao mesmo tempo que Carlos, por trás, se abraçou nos meus peitos. As duas mãos de Maurício estavam na frente e atrás ao mesmo tempo, me tocando por baixo da calcinha enquanto a gente se beijava. Ele me penetrava com os dedos, fiquei muito excitada e estiquei as mãos pra frente e pra trás, e encontrei dois membros duros por baixo dos macacões. Pareciam grandes através do tecido. Enquanto me beijavam, fui desabotoando os zíperes até chegar no volume ereto. Nenhum dos dois usava cueca, o que me deixou ainda mais com tesão. Num momento, a gente se beijava os três, meus peitos, minha raba e minha buceta estavam ocupadas. Eu, com um pau em cada mão, não me... Não me restava outra opção senão me ajoelhar… enquanto eu descia, eles também baixavam as calças até os joelhos, deixando expostos os sexos dos caras. E como eles mesmos diziam, "você tem umas ferramentas boas pra trabalhar", eram realmente umas picas lindas, bem inchadas, duras e meio úmidas de tesão, mas pareciam limpas.
Sem hesitar, comecei o ritual da língua de cima pra baixo, pelos ovos e pelo tronco, até conseguir a maior dureza. Depois, um pouco dentro da minha boca, assim várias vezes, uma vez pra cada um. Depois tentei colocar as duas juntas na boca, mas era difícil. Então, fiz meu primeiro garganta profunda no Maurício, que tinha uma menor. Depois de engolir quase toda, a do Carlos me deu ânsia. Parece que ele gostou, porque me agarrou pela nuca e enfiou até o fundo da minha garganta. Assim passamos mais um tempo, um pouco com cada um, enquanto eu pensava: "tomara que gozem logo, porque esses dois vão me acabar". Parece que eles aguentavam bem. Já estávamos há um bom tempo nessa, e minhas mandíbulas começavam a ficar travadas, e eles queriam mais. Eu masturbava forte, chupava, fazia garganta profunda, e nada. Num momento, o Carlos me fez levantar, me deitou de costas no banco, tirou minha calcinha, abriu minhas pernas e começou a beijar minha buceta, brincando no meu clitóris com a língua. O Maurício se ajeitou por cima de mim, prendendo meus braços com o corpo dele, e colocou o pau na minha boca de um jeito que eu não tinha opção de engolir tudo quando ele se mexia. Ele disse: "primeiro vou comer bem sua boca, depois vou te comer pelo cu". "Ai", eu disse, "não, a bunda não", mas já era tarde…
O Carlos estava fazendo um bom trabalho lá embaixo, percorria da minha buceta até o cu com a língua, me penetrava e saía, deixando restos de saliva no caminho. Brincava com os dedos grossos no meu sexo e chegou a meter dois ou três dedos juntos, enquanto me estimulava o clitóris, dois dedos na frente e um atrás, ritmicamente. Nessa altura, eu já tinha gozado três vezes, e eles… Perceberam... Num instante, Maurício se levantou de cima de mim e mandou o Carlos trocar de posição. O Carlos foi pro banco, me colocaram de quatro, deixando o pau do Carlos na altura da minha boca, com a raba empinada pra cima, onde o Maurício tava pronto pra me penetrar. Depois de tanta chupada, eu tava toda lubrificada e dilatada, então foi fácil ele me penetrar no começo. Depois, ele mostrou uma camisinha lubrificada, brincou um pouco com meu cu aberto e, devagar, meteu tudo até o fundo, ficou parado lá segurando minha cintura. Ele abria bem minhas nádegas, de um jeito que as bolas dele tocavam meu buraquinho, entrava e saía devagar. No começo doía, depois eu fazia força pra trás, era dor e prazer, uma coisa estranha, talvez pela minha excitação. Enquanto o pau do Carlos me penetrava a boca, ele com uma mão me tocava a buceta por entre minhas pernas, foi uma sensação gostosa. Já o Maurício tinha entrado no ritmo, metia até o fundo, ficava lá dentro, eu com uma vontade de ir ao banheiro, e aí tirava até a portinha e voltava a me penetrar fundo. Assim por um tempo, até que começou a doer de verdade, provavelmente por falta de lubrificação. Aí criei coragem e falei: "Mete na minha boca, meu amor..." (era um jeito de fazer eles gozarem). Então os dois se levantaram, me sentaram no banco velho, cada um na altura do meu rosto, seguravam minhas mãos enquanto colocavam o pau na minha boca, um de cada vez, os dois juntos, garganta funda. Aí comecei a perceber que eles tavam no limite de gozar. Soltaram minhas mãos, eu peguei um pau com cada mão e segurei perto da minha boca, massageando com a língua. Eles começaram a se masturbar enquanto pediam pra eu abrir bem a boca, eu também me tocava, até que finalmente gozaram quase juntos, gritos, não sei de quem. Foi uma cachoeira de porra na minha boca, na minha cara e nos meus peitos, um olho ardia cheio de cum. Depois fui limpando eles até não deixar nada. rastro nos sexos deles e lentamente começaram a baixar a dureza dos membros e caíram sentados um de cada lado meu no banco, eu no meio tocando eles… a gente tinha se divertido pra caralho.
Carlos levantou pra preparar uns mates, Maurício ficou olhando pro teto, me dizendo: "acho que começamos a tirar a puta que você tinha guardada, você tá mal cuidada, menina, tava precisando de um sacode, me parece" (era verdade, com meu marido passavam semanas sem ele fazer nada comigo). Já era quase meio-dia, eu tava tipo Cinderela, tinha que ir preparar o almoço.
Tomei uns mates de calcinha com os caras, já tínhamos um pouco de confiança. Eles me disseram que fazia tempo que não tinham um sexo assim, me tocavam e eu também tocava neles; não me senti mal. Depois me vesti, dei um beijo na boca deles e saímos. Antes de abrir o portão, vi que a moto tava do mesmo jeito, perguntei: "o que vai fazer? Não vão me deixar na mão, eu cumpri minha parte?"
Maurício me disse: "fica tranquila, a gente vai cumprir nossa palavra. Você vem amanhã de manhã cear uns mates pra gente… talvez a gente acelere o trampo, consiga as peças e faça ela completa pra você" (não sei se foi sério ou com duplo sentido). Não tinha chance, faltava pouco pro sábado e eu não queria problema com meu parceiro. Por outro lado, Carlos, do lado da moto, indicava os detalhes pra recuperar e que iam trabalhar duro pra deixar ela em condições. Tava tudo dito, quinta-feira quente vinha aí.
O caminho de volta pra casa foi bem lento, o calor, doíam minhas pernas e a bunda. Literalmente, eu tinha ficado como uma flor e tinha uma sensação de ter corrido uma maratona… vontade de ir ao banheiro, me sentia suja, suada, sei lá, não era a melhor imagem minha naqueles momentos. Na real, foram quase três horas.
Quando cheguei em casa, preparei rápido uns hambúrgueres e os meninos chegaram. A gente conversou um pouco, surgiu o assunto da moto e eu contei que a avó tinha me emprestado dinheiro pra pagar o conserto, mas que era segredo. que ninguém precisava saber, nem a avó, e os meninos, num gesto de cumplicidade, me garantiram que ninguém nunca ficaria sabendo se tudo desse certo. como era bom ter uma "coroa" que se arriscava por eles.. deixei tudo pra eles lavarem a louça e deixarem a cozinha em ordem, depois tomei um banho e fui tirar um cochilo como nunca, até o pequeno me perguntou: "cê tá bem?"
o calor me mata, falei.. por dentro, ainda sentia o calor dos corpos colados em mim, os membros deles ardendo, a penetração funda na minha boca e na minha bunda, a cachoeira de porra que derramaram no meu corpo. tentei me tocar entre as pernas, minha buceta ainda tava fervendo.
pensando na quinta de manhã e preparando uns mates pros rapazes, dormi até as seis da tarde; curiosamente, quando acordei, o primeiro pensamento foi: amanhã de manhã vou ter que completar outra parte do pagamento, o que será que vão me pedir dessa vez?
continua…
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