Olá, essa é minha primeira história, já faz um tempo que pensava em escrever. Me chamam de Ezequiel (vai ser um dos nomes escolhidos pelas participantes, já que é ou era o nome dos parceiros delas), tenho 26 anos. Isso aconteceu há 3 anos, tenho 1,73 de altura, pesava 75 kg, era um cara magro, com um equipamento normal, um pouco cabeçudo quando queria.
Quando entrei na faculdade, você conhece muita gente, às vezes depois de tantos contatos e conversas você acaba ficando com um grupo reduzido de novos amigos, mas mesmo assim esse grupo ia mudando com o tempo.
Minha amiga, companheira nessa história, se chamaria Flor, por razões óbvias.é uma morena de uns 1,65, gordinha, com uns peitões gostosos e firmes, não muito moles, bicos rosados escuros, e uma raba enorme em formato de coração.Só que é de usar roupa meio solta.
Os acontecimentos foram os seguintes: a Flor parou de ir às aulas, se dedicou a trabalhar como secretária. Ela morava com a mãe até conseguir um duplex nos bairros novos. Um dia a gente se cruzou no ônibus, ela me convidou pra uma resenha com os amigos que temos em comum. Aceitei de boa porque ia rolar uma gostosa do caralho que tenho como amiga, já era hora de criar coragem e ir chegando nela nem que fosse na base da insistência. Combinamos hora e local. Chegando no horário marcado, me encontrei com a Flor na casa dela. Ela tava usando uma regata branca que marcava o contorno dos peitos, e uma calça comprida de ginástica que mostrava aquela bunda imensurável. Compramos umas bebidas. Conversa vai, conversa vem, ela me mostra uns projetos de construção (ela é estudante de engenharia civil). Nisso, enquanto a gente tava batendo papo, ela me pede uma massagem no pescoço, sentando de um jeito que o encosto da cadeira ficava na frente, apoiando a cabeça. Durante a massagem, ela começa a se ajeitar, esticando a raba pra borda da cadeira. Nessa hora, ela começa a suspirar mais fundo. Aí, nesse clima, ela me confessa:
—Tô toda molhada desde que você chegou, os caras não vão vir porque nunca convidei eles.Ela se levanta, entra no quarto vermelho dela por causa da situação, depois de alguns minutos volta só com um roupão, sem nada por baixo. E se senta de novo no sofá pra eu continuar massageando. E ela me diz:Tudo isso já estava planejado, preciso que me comam. Preciso disso, me fode.Respondi:vou pensar, perdemos um tempo valioso conversando, vou pensarEu, desde o começo, não agi por respeito à nossa amizade, mas nunca imaginei uma putinha no cio enjaulada. Continuei com as massagens, tirei o roupão dela, vi a cadeira encharcada com os sucos da buceta dela, e meu idiota querendo rasgar a cueca. Comecei a beijar as costas dela, e ela gemia mais, pedindo "por favor" com voz de menina faminta. Nisso, puxei a cadeira toda molhada, apoiei ela de bruços na mesa, abri as bandas do rabo dela, mostrando o cu e a buceta bem à mostra. Comecei a chupar como se fosse uma laranja. Quanto mais eu chupava, mais ela se molhava.SE MIJAVA DE GOZOdepois ela se contorcia com a pica na mão ao redor do cu, ela falou STOP por aí não, e eu acariciava os lábios da buceta dela, a cada roçada ela empurrava a raba pra trás pra eu enfiar, e eu ficava só no amasso.filho da puta, me fode.- grita Ela se vira, me empurra e senta na cadeira que já estava molhada por ela. Começa a engolir toda a pica na boca, ela de cócoras me chupando a pica, e eu com o dedão do pé direito, pra ser mais exato, acariciando o cu dela. Nisso, começa a jorrar uma porrada de porra. A puta sedenta.não goza, me fode— me dizia com voz triste.
Continuei chupando, em minutos meu pau floresceu. Ela não perdeu tempo, sentou em cima de mim, pulando de um jeito que o pau entrava e saía como dono da casa. Eu tava chegando na minha segunda gozada do dia. Já não aguentava mais de tanto me mexer, e de tanto que me mexiam, quando falei que ia gozar, ela se ajoelhou e tomou gota por gota daquele néctar.
Quando terminamos, deitamos na cama dela. E suspirando, me perguntou se eu podia dormir com ela. Eu me posicionei de conchinha, quando sinto baterem na porta, e ela me disse que podia ser o irmão chegando pra acompanhar ela dormir, porque era um dos primeiros dias dela morando no apê novo, tava com medo de ficar sozinha.Me pede pra sair pela janela dos fundos, claro, chega teu irmão e eu saindo correndo por lá... pois é, o irmão era ele. História chinesa.
Quando entrei na faculdade, você conhece muita gente, às vezes depois de tantos contatos e conversas você acaba ficando com um grupo reduzido de novos amigos, mas mesmo assim esse grupo ia mudando com o tempo.
Minha amiga, companheira nessa história, se chamaria Flor, por razões óbvias.é uma morena de uns 1,65, gordinha, com uns peitões gostosos e firmes, não muito moles, bicos rosados escuros, e uma raba enorme em formato de coração.Só que é de usar roupa meio solta.
Os acontecimentos foram os seguintes: a Flor parou de ir às aulas, se dedicou a trabalhar como secretária. Ela morava com a mãe até conseguir um duplex nos bairros novos. Um dia a gente se cruzou no ônibus, ela me convidou pra uma resenha com os amigos que temos em comum. Aceitei de boa porque ia rolar uma gostosa do caralho que tenho como amiga, já era hora de criar coragem e ir chegando nela nem que fosse na base da insistência. Combinamos hora e local. Chegando no horário marcado, me encontrei com a Flor na casa dela. Ela tava usando uma regata branca que marcava o contorno dos peitos, e uma calça comprida de ginástica que mostrava aquela bunda imensurável. Compramos umas bebidas. Conversa vai, conversa vem, ela me mostra uns projetos de construção (ela é estudante de engenharia civil). Nisso, enquanto a gente tava batendo papo, ela me pede uma massagem no pescoço, sentando de um jeito que o encosto da cadeira ficava na frente, apoiando a cabeça. Durante a massagem, ela começa a se ajeitar, esticando a raba pra borda da cadeira. Nessa hora, ela começa a suspirar mais fundo. Aí, nesse clima, ela me confessa:
—Tô toda molhada desde que você chegou, os caras não vão vir porque nunca convidei eles.Ela se levanta, entra no quarto vermelho dela por causa da situação, depois de alguns minutos volta só com um roupão, sem nada por baixo. E se senta de novo no sofá pra eu continuar massageando. E ela me diz:Tudo isso já estava planejado, preciso que me comam. Preciso disso, me fode.Respondi:vou pensar, perdemos um tempo valioso conversando, vou pensarEu, desde o começo, não agi por respeito à nossa amizade, mas nunca imaginei uma putinha no cio enjaulada. Continuei com as massagens, tirei o roupão dela, vi a cadeira encharcada com os sucos da buceta dela, e meu idiota querendo rasgar a cueca. Comecei a beijar as costas dela, e ela gemia mais, pedindo "por favor" com voz de menina faminta. Nisso, puxei a cadeira toda molhada, apoiei ela de bruços na mesa, abri as bandas do rabo dela, mostrando o cu e a buceta bem à mostra. Comecei a chupar como se fosse uma laranja. Quanto mais eu chupava, mais ela se molhava.SE MIJAVA DE GOZOdepois ela se contorcia com a pica na mão ao redor do cu, ela falou STOP por aí não, e eu acariciava os lábios da buceta dela, a cada roçada ela empurrava a raba pra trás pra eu enfiar, e eu ficava só no amasso.filho da puta, me fode.- grita Ela se vira, me empurra e senta na cadeira que já estava molhada por ela. Começa a engolir toda a pica na boca, ela de cócoras me chupando a pica, e eu com o dedão do pé direito, pra ser mais exato, acariciando o cu dela. Nisso, começa a jorrar uma porrada de porra. A puta sedenta.não goza, me fode— me dizia com voz triste.
Continuei chupando, em minutos meu pau floresceu. Ela não perdeu tempo, sentou em cima de mim, pulando de um jeito que o pau entrava e saía como dono da casa. Eu tava chegando na minha segunda gozada do dia. Já não aguentava mais de tanto me mexer, e de tanto que me mexiam, quando falei que ia gozar, ela se ajoelhou e tomou gota por gota daquele néctar.
Quando terminamos, deitamos na cama dela. E suspirando, me perguntou se eu podia dormir com ela. Eu me posicionei de conchinha, quando sinto baterem na porta, e ela me disse que podia ser o irmão chegando pra acompanhar ela dormir, porque era um dos primeiros dias dela morando no apê novo, tava com medo de ficar sozinha.Me pede pra sair pela janela dos fundos, claro, chega teu irmão e eu saindo correndo por lá... pois é, o irmão era ele. História chinesa.
3 comentários - Colega Gostosa da Facul