Depois de transar com meu marido, troquei de roupa e fui para a entrevista como tinha dito. Usei uma saia nem curta nem longa, mas justa, com uma blusa que, por ser apertada, marcava mais meus peitos. A verdade é que eu estava bem excitada depois do sexo com meu esposo, então, mesmo ele tendo avisado que meus peitos estavam muito marcados, não me incomodei. Pelo contrário, disse: "Vou desabotoar o primeiro botão, assim não fica tão apertado", mas deixava ver um pouco do sutiã. Não marcava tanto quanto antes, mas ficava muito sexy assim.
Saí para o bar do amigo do meu marido e, pela rua, sentia os olhares dos homens, o que me deixava desconfortável e excitada ao mesmo tempo. Cheguei no lugar e lá estava o Carlos, amigo do meu marido. Assim que me viu, me olhou com aquele olhar e não perdeu tempo para me dizer como eu estava gostosa. Nos dirigimos para o escritório dele para conversar um pouco sobre o trabalho, e eu fui na frente. Sabendo que ele estava olhando minha bunda, comecei a rebolá-la mais. Sabia que o cara estava com tesão em mim e não ligava de eu ser a esposa do amigo dele. E, pra ser sincera, a situação me excitava, e pensei em me fazer de sexy, mas sem passar dos limites.
Enquanto caminhava, me animei a desabotoar outro botão, o que deixava meus peitos mais à vista. Não tenho peitos grandes, mas com o sutiã ficava bem sensual.
Nos sentamos e, ao cruzar as pernas, deixei ver um pouco da renda das meias. Deixei passar a situação porque, se me arrumasse, ficaria pior. O cara não tirava o olho dos meus seios – claro, estavam bem visíveis com dois botões a menos, e eu, de vez em quando, fazia um movimento para dar uma visão melhor. Esse jogo me deixava com tesão. Conversamos sobre o trabalho, ele me perguntou sobre minha filha e outras coisas, e aceitei experimentar para ver se gostava do trabalho, já que teria que atender o bar.
Ele me perguntou se podia ficar agora para começar algumas horas, e eu disse que não tinha problema.
Como teria que ficar atrás do balcão, o Carlos disse que era melhor eu trabalhar sem... meias para não rasgarem, juro que eu ficava toda derretida sabendo que ele queria me ver as pernas sem meia, então eu disse que tudo bem e ele falou que eu podia ir ao banheiro para tirá-las, eu disse que não precisava porque eram aquelas que vão até a metade da perna, então continuei com o jogo e pensei em tirar na frente dele mesmo, afinal havia confiança. O cara fez uma cara, eu me virei deixando minha bunda virada pra ele e, empinando bastante, tirei primeiro uma meia e depois a outra. Assim que me viu, ele disse: "Que pernas lindas você tem, e ainda por cima é mãe e muito sexy", ele falou. Respondi com um sorriso bem de puta, comecei o turno de trabalho e de vez em quando o Carlos ficava do outro lado do balcão. Eu percebi depois que atrás de mim tinha um espelho e ele tinha uma visão melhor da minha bunda. O tarado ficava lá pra me ver melhor o rabo, então eu desafiava e empinava mais a bunda quando ele estava na minha frente. E claro, numa hora eu não percebi e, por estar de saia, apareceu um pouquinho da minha bunda, mas isso me deixou mais excitada, juro.
Continuamos trabalhando e ele não perdia oportunidade: quando passava do meu lado, pra tocar minha cintura quando pedia licença ou passava bem colado atrás de mim. Não importava que eu fosse a mulher do amigo dele. Então, numa vez que ele ia passar, eu finji que não vi e joguei meu corpo pra trás, deixando ele encostar toda a pica dele—desculpa a palavra—na minha bunda. O cara ficou surpreso, ainda mais porque não me afastei rápido. Sabia que tinha passado do limite, mas gostei de sentir aquilo duro na minha bunda por cima da saia. O Carlos é um mulato grande e de boa aparência, nunca pensei em transar com ele, sou fiel, mas esse jogo de provocá-lo estava me deixando com tesão também. Então eu disse: "Desculpa, não te vi", e ele me respondeu: "Sem problema", e com suas mãos grandes me agarrou pela cintura e foi pra cozinha. Esse jogo estava ficando perigoso porque eu estava muito excitada. Continuei trabalhando e o cara não perdia uma chance de olhar meus peitos quando eu me abaixava ou a... Bunda. Em uma, eu estava lavando uns copos e molhei toda a camisa, então coloquei uma camiseta do local, era branca e meio justa. Por ter o sutiã molhado, tive que colocá-la sem ele, e não têm ideia de como marcava meus mamilos, e ainda por cima eu já estava meio excitada, pior. Ao me ver assim com a camiseta, ele diz: "Que sorte tem meu amigo com a mulher que tem, você é mãe e tem um corpo bárbaro". Eu, que já estava à flor da pele, parei na frente dele e disse: "Você acha? Muito obrigada", e dei meia volta, deixando que visse todo meu corpo e a bunda que marcava com a saia. Sabia que isso podia terminar mal, mas continuei com esse jogo que já me tinha a mil. O cara não perdeu a oportunidade de me elogiar de volta e dizer o quão linda e sensual eu era. Por sorte não tinha gente e pudemos conversar sem problemas. Voltei a agradecer o elogio.
Eu me sentia mais sensual com aquela camiseta, acho que ele percebeu que eu provocava de propósito, e eram constantes os olhares para minha bunda ou passar atrás de mim e roçar minha cintura. Acho que ele estava me testando até onde eu ia, e eu, na verdade, estava muito excitada, e meus mamilos me entregavam. Já estava quase no fim do expediente e combinamos que, para experimentar, eu iria de quarta a sexta, assim eu me organizava com minha filha e, na verdade, eu queria ver se gostava do trabalho. Antes de ir, pensei em dar uma boa visão da minha bunda e, como tinha que pegar uma garrafa que estava muito alta, pedi que segurasse a escada. Acho que essa situação me deixou completamente excitada, saber que ele estava olhando mal a minha bunda me deixava muito tarada. Mal podia esperar para chegar em casa e transar com meu marido pensando em todas essas situações. Ao descer, ele aproveitou para me segurar pela cintura e me apoiar, e eu digo: "Olha só se seu amigo descobre que você apoiou a esposa dele", e ele ri. Fui para casa e tive que ir com a camiseta, as coisas que me diziam na rua... Sabia que minha filha não estava e na única... O que eu pensava era em transar com meu marido. Cheguei e, por sorte, ele estava em casa. Então, eu o cumprimentei bem efusiva e ele me perguntou o que tinha acontecido com minha blusa. Eu contei e, com um tom de gata, disse: "Sua esposa tá muito putinha, né?" E ele respondeu: "Você tá muito sexy". Com um sorriso, ele completou: "Você deve ter deixado o Carlos maluco". E eu, por dentro, só pensava nas situações do dia.
Tirei a camiseta, deixando meus peitos à vista do meu marido. Meus mamilos estavam bem durinhos e empinados. Me virei de lado e tirei a saia, ficando só de calcinha fio-dental. Dava pra sentir meu marido me encostando, e isso me excitava demais sentir o pau dele pressionando minha bunda. Me virei e comecei a chupar ele. Passei minha língua por todo o pau dele, de baixo pra cima, e enfiei tudo na boca. Tava tipo uma louca, ainda mais pensando no que tinha acontecido hoje. Chupei por uns cinco minutos — adorava sentir ele na minha boca.
Quando já tava bem duro, apoiei minhas mãos na parede e falei: "Me come contra a parede". Ele puxou minha calcinha pro lado, e o prazer que senti quando ele me enfiou foi animal. Enquanto ele me comia, apertava meus mamilos — eu amava. Me virei e subi nele. Por ser alto, ele me segurou pela bunda e me fodeu de pé. Adoro assim.
Depois, deitamos no chão e ele começou a me comer de quatro. Eu já tinha gozado umas duas vezes, tava no máximo. Meu marido fica muito excitado quando me fode de quatro, ainda mais se eu empino a bunda. Ele continuou metendo até dizer que ia gozar, e eu falei: "Goza nas minhas costas toda". Amei sentir a porra dele escorrendo na minha coluna.
Foi um dia muito quente, tanto no trabalho de manhã quanto em casa. Realmente, hoje me senti muito ousada e putinha pela forma como agi, mas é que eu tava com muito tesão. Espero que tenham gostado. Mando beijos e deixem pontinhos.
Saí para o bar do amigo do meu marido e, pela rua, sentia os olhares dos homens, o que me deixava desconfortável e excitada ao mesmo tempo. Cheguei no lugar e lá estava o Carlos, amigo do meu marido. Assim que me viu, me olhou com aquele olhar e não perdeu tempo para me dizer como eu estava gostosa. Nos dirigimos para o escritório dele para conversar um pouco sobre o trabalho, e eu fui na frente. Sabendo que ele estava olhando minha bunda, comecei a rebolá-la mais. Sabia que o cara estava com tesão em mim e não ligava de eu ser a esposa do amigo dele. E, pra ser sincera, a situação me excitava, e pensei em me fazer de sexy, mas sem passar dos limites.
Enquanto caminhava, me animei a desabotoar outro botão, o que deixava meus peitos mais à vista. Não tenho peitos grandes, mas com o sutiã ficava bem sensual.
Nos sentamos e, ao cruzar as pernas, deixei ver um pouco da renda das meias. Deixei passar a situação porque, se me arrumasse, ficaria pior. O cara não tirava o olho dos meus seios – claro, estavam bem visíveis com dois botões a menos, e eu, de vez em quando, fazia um movimento para dar uma visão melhor. Esse jogo me deixava com tesão. Conversamos sobre o trabalho, ele me perguntou sobre minha filha e outras coisas, e aceitei experimentar para ver se gostava do trabalho, já que teria que atender o bar.
Ele me perguntou se podia ficar agora para começar algumas horas, e eu disse que não tinha problema.
Como teria que ficar atrás do balcão, o Carlos disse que era melhor eu trabalhar sem... meias para não rasgarem, juro que eu ficava toda derretida sabendo que ele queria me ver as pernas sem meia, então eu disse que tudo bem e ele falou que eu podia ir ao banheiro para tirá-las, eu disse que não precisava porque eram aquelas que vão até a metade da perna, então continuei com o jogo e pensei em tirar na frente dele mesmo, afinal havia confiança. O cara fez uma cara, eu me virei deixando minha bunda virada pra ele e, empinando bastante, tirei primeiro uma meia e depois a outra. Assim que me viu, ele disse: "Que pernas lindas você tem, e ainda por cima é mãe e muito sexy", ele falou. Respondi com um sorriso bem de puta, comecei o turno de trabalho e de vez em quando o Carlos ficava do outro lado do balcão. Eu percebi depois que atrás de mim tinha um espelho e ele tinha uma visão melhor da minha bunda. O tarado ficava lá pra me ver melhor o rabo, então eu desafiava e empinava mais a bunda quando ele estava na minha frente. E claro, numa hora eu não percebi e, por estar de saia, apareceu um pouquinho da minha bunda, mas isso me deixou mais excitada, juro.
Continuamos trabalhando e ele não perdia oportunidade: quando passava do meu lado, pra tocar minha cintura quando pedia licença ou passava bem colado atrás de mim. Não importava que eu fosse a mulher do amigo dele. Então, numa vez que ele ia passar, eu finji que não vi e joguei meu corpo pra trás, deixando ele encostar toda a pica dele—desculpa a palavra—na minha bunda. O cara ficou surpreso, ainda mais porque não me afastei rápido. Sabia que tinha passado do limite, mas gostei de sentir aquilo duro na minha bunda por cima da saia. O Carlos é um mulato grande e de boa aparência, nunca pensei em transar com ele, sou fiel, mas esse jogo de provocá-lo estava me deixando com tesão também. Então eu disse: "Desculpa, não te vi", e ele me respondeu: "Sem problema", e com suas mãos grandes me agarrou pela cintura e foi pra cozinha. Esse jogo estava ficando perigoso porque eu estava muito excitada. Continuei trabalhando e o cara não perdia uma chance de olhar meus peitos quando eu me abaixava ou a... Bunda. Em uma, eu estava lavando uns copos e molhei toda a camisa, então coloquei uma camiseta do local, era branca e meio justa. Por ter o sutiã molhado, tive que colocá-la sem ele, e não têm ideia de como marcava meus mamilos, e ainda por cima eu já estava meio excitada, pior. Ao me ver assim com a camiseta, ele diz: "Que sorte tem meu amigo com a mulher que tem, você é mãe e tem um corpo bárbaro". Eu, que já estava à flor da pele, parei na frente dele e disse: "Você acha? Muito obrigada", e dei meia volta, deixando que visse todo meu corpo e a bunda que marcava com a saia. Sabia que isso podia terminar mal, mas continuei com esse jogo que já me tinha a mil. O cara não perdeu a oportunidade de me elogiar de volta e dizer o quão linda e sensual eu era. Por sorte não tinha gente e pudemos conversar sem problemas. Voltei a agradecer o elogio.
Eu me sentia mais sensual com aquela camiseta, acho que ele percebeu que eu provocava de propósito, e eram constantes os olhares para minha bunda ou passar atrás de mim e roçar minha cintura. Acho que ele estava me testando até onde eu ia, e eu, na verdade, estava muito excitada, e meus mamilos me entregavam. Já estava quase no fim do expediente e combinamos que, para experimentar, eu iria de quarta a sexta, assim eu me organizava com minha filha e, na verdade, eu queria ver se gostava do trabalho. Antes de ir, pensei em dar uma boa visão da minha bunda e, como tinha que pegar uma garrafa que estava muito alta, pedi que segurasse a escada. Acho que essa situação me deixou completamente excitada, saber que ele estava olhando mal a minha bunda me deixava muito tarada. Mal podia esperar para chegar em casa e transar com meu marido pensando em todas essas situações. Ao descer, ele aproveitou para me segurar pela cintura e me apoiar, e eu digo: "Olha só se seu amigo descobre que você apoiou a esposa dele", e ele ri. Fui para casa e tive que ir com a camiseta, as coisas que me diziam na rua... Sabia que minha filha não estava e na única... O que eu pensava era em transar com meu marido. Cheguei e, por sorte, ele estava em casa. Então, eu o cumprimentei bem efusiva e ele me perguntou o que tinha acontecido com minha blusa. Eu contei e, com um tom de gata, disse: "Sua esposa tá muito putinha, né?" E ele respondeu: "Você tá muito sexy". Com um sorriso, ele completou: "Você deve ter deixado o Carlos maluco". E eu, por dentro, só pensava nas situações do dia.
Tirei a camiseta, deixando meus peitos à vista do meu marido. Meus mamilos estavam bem durinhos e empinados. Me virei de lado e tirei a saia, ficando só de calcinha fio-dental. Dava pra sentir meu marido me encostando, e isso me excitava demais sentir o pau dele pressionando minha bunda. Me virei e comecei a chupar ele. Passei minha língua por todo o pau dele, de baixo pra cima, e enfiei tudo na boca. Tava tipo uma louca, ainda mais pensando no que tinha acontecido hoje. Chupei por uns cinco minutos — adorava sentir ele na minha boca.
Quando já tava bem duro, apoiei minhas mãos na parede e falei: "Me come contra a parede". Ele puxou minha calcinha pro lado, e o prazer que senti quando ele me enfiou foi animal. Enquanto ele me comia, apertava meus mamilos — eu amava. Me virei e subi nele. Por ser alto, ele me segurou pela bunda e me fodeu de pé. Adoro assim.
Depois, deitamos no chão e ele começou a me comer de quatro. Eu já tinha gozado umas duas vezes, tava no máximo. Meu marido fica muito excitado quando me fode de quatro, ainda mais se eu empino a bunda. Ele continuou metendo até dizer que ia gozar, e eu falei: "Goza nas minhas costas toda". Amei sentir a porra dele escorrendo na minha coluna.
Foi um dia muito quente, tanto no trabalho de manhã quanto em casa. Realmente, hoje me senti muito ousada e putinha pela forma como agi, mas é que eu tava com muito tesão. Espero que tenham gostado. Mando beijos e deixem pontinhos.
9 comentários - entrevista segunda parte
Según lo leía creía que esta vez caías en la tentación.
Va punto para la fiel