Irmãos sem tabu

Olá!! é um prazer estar de volta com vocês depois de um tempo. Vocês devem se lembrar de mim pela história "Minhas filhas e eu, uma família muito carinhosa" e, como sabem, eu sou fascinada por incesto, então, como prometi há um tempo, volto com uma história sexy e safada 🙂 esperando que vocês curtam. Assim como a anterior, será publicada semanalmente (ou, se eu terminar o capítulo no meio da semana, vou postar), então lembrem de me dizer o que estão achando. Aproveitem.

Ter uma irmã gêmea nem sempre é tão bom quanto muita gente imagina. Além do fato chato de sempre nos confundirem, tem outras coisas que não são bem o que parecem. No total, somos cinco pessoas na minha casa. Minha mãe é uma mulher que ainda se mantém jovem, porque ela acha que uma mulher deve tentar ser bonita em todos os aspectos da vida. Ela é bem liberal e nos criou assim desde pequenos. O nome dela é Alejandra, aliás, e com o cabelo liso e as tetas generosas, ela até causa inveja em nós.

O segundo é meu pai, um homem de quase 1,80m de altura, bem gostoso, já que é professor de educação física e daqueles que realmente trabalham, então dá pra imaginar como ele é bom. O que minha mãe mais gosta nele, e a gente também curte, é que ele sempre foi um cara muito atencioso com a família. E meio inocente e muito apegado a mim, ou melhor, eu sou mais chegada nele. O nome dele é Mauricio.

Minha irmã gêmea, Ângela, é exatamente igual a mim. Ela nem se deu ao trabalho de mudar coisas como a cor do cabelo ou a roupa. O motivo é que ela acha divertidas todas as situações que rolam por causa da confusão. Por outro lado, Ângela é meio piranha, na minha humilde opinião, porque a safadeza dela até incomoda nosso pai, do jeito que ela pede as coisas e como se esfrega nele quando quer tirar dinheiro e permissão pra sair. Um Detalhe da minha gêmea é que ela tem namorada. Sim, namorada. Ela tá nessa fase em que não decide se gosta de rola ou não, então por que não abraçar as duas possibilidades?

O próximo membro da minha família maluca é o Alec, nosso irmão mais velho. Atualmente ele tá morando num apartamento em outra cidade por causa dos estudos, então sentimos muita falta dele, principalmente eu, que era tão apegada a ele quanto ao meu pai, e desde pequena a gente sempre foi tipo melhores amigos. Ele é um cara gato, de aparência elegante e muito carinhoso. Amo ele.

A outra se chama Estefy, nossa irmã mais nova. Ela também é um anjo pros meus pais porque, como todo mundo diz, não importa quantos anos ela tenha, sempre vai ser a mimada da família e a princesa da casa. Infelizmente, a Estefy levou isso tão ao pé da letra que até hoje se comporta de um jeito meio infantil. Já não tem mais idade pra isso, mas fazer o quê? Minha mãe mima ela e até deixa ir pras festinhas com os coleguinhas da escola, enquanto eu tenho que me matar pra conseguir uma porra de um sim pra sair e me divertir.

E finalmente tem eu, a Andrea, a deslocada da casa, virgem, claro, porque tenho medo demais de deixar alguém arrebentar minha buceta. Sim, pode rir, mas ainda tô esperando o cara certo pra me tirar a virgindade, embora isso não signifique que eu nunca transei por trás. Sexo anal pra mim era uma bênção dos deuses, mesmo que eu não praticasse tão frequentemente quanto queria. Diferente da minha gêmea, eu não ia com o primeiro bonitão que aparecesse na minha frente; eu era bem seletiva, e isso não agradava muitos caras, mas fazer o quê? Era assim que eu era, com uma xota reservada e completamente limpa, igual a de um bebê. Graças a Deus, por genética da minha mãe, nenhuma de nós três era peluda.

A história que vou contar começa num dia das férias de verão, quando finalmente os cinco da Família, a gente passava a maior parte do tempo em casa. Meu pai, que era professor, também curtia as férias dos alunos dele, e minha mãe, que era diretora de uma escola, fazia o mesmo. Por um lado, era legal porque todo mundo ficava junto e se divertia, mas, por outro lado, era um tédio danado, e com o calor do verão, pior ainda. O ar-condicionado do quarto da Estefy tinha quebrado, então ela dormia comigo no meu beliche, enquanto a Ângela foi dormir na cama do meu irmão. Meus pais, donos da casa, aproveitavam a cama de casal deles, a TV de 40 polegadas e o próprio computador. Eles eram os reis. A gente, as pobres escravas.

— Andrea! — minha mãe me chamou naquela noite em que eu já estava me conformando que as coisas iam continuar chatas — Desce pra jantar!

A hora da comida era sagrada pra minha mãe, que adorava ver todo mundo junto.

— Vamos, Andrea — disse a Estefy, pulando do beliche.

Nossa irmã mais nova era a mais delicada de nós, mas nem por isso menos gostosa. Na verdade, ela tinha um corpo bem magrinho, com uma cinturinha marcada pela blusinha, e uns shortinhos bem curtos que só destacavam a bunda empinada dela.

— Já vou, já vou.

— Anda, boba — ela falou, e eu aproveitei pra dar um tapa na bunda dela de castigo — Ai! Idiota.

— Idiota é você.

A gente se dava bem, melhor do que com minha gêmea.

Na cozinha, todo mundo já estava reunido. Até a Lorena, namorada da Ângela, que meus pais adoravam, tinha vindo. Já falei. Eles são bem liberais com relação a sexo. Pelo que eu sabia, minha mãe transou com um primo quando ela ainda era uma menininha de onze anos. Isso era público pra gente, e quando ela contou... Bem, não nos surpreendeu muito. Afinal, já estávamos acostumadas a ouvir as histórias dela, que, segundo ela, contava pra gente não cometer os mesmos erros que ela.

A Lorena me cumprimentou. Com um sorriso provocante, como sempre, porque ele adorava tanto que a Ângela se parecesse comigo que até eu, às vezes, era alvo dos olhares safados dele. Sentei ao lado da Estefy e jantamos numa conversa animada sobre nossos planos para as férias. Surgiram ideias. Por exemplo, a Ângela queria ir esquiar, mas não tínhamos dinheiro suficiente pra uma viagem tão longe. A Estefy optou por ir pra praia, mas quando minha mãe disse que dessa vez ela teria que se bronzear, largou a ideia. Minha irmãzinha tinha a pele muito clara e não gostava de se queimar. Minha mãe queria ir pro interior ficar com nossa avó e meu pai, bom, ele ia com o que a maioria decidisse.

— E você, Andrea? Pra onde quer ir? — papai me perguntou.
— Bom, a ideia da Estefy me agradou. A praia parece legal.
— É, vamos pra praia — minha gêmea concordou —. Se ela não quer se queimar, paciência. Eu quero pegar um bronzeado e usar um biquíni bonito.
— Eu também quero um biquíni — disse a Estefy —. Acho que se todo mundo concordar, posso me sacrificar.
— E por que não perguntamos pro Alec? Pelo que sei, ele vem amanhã.

As três irmãs se entreolharam animadas.
— Ele vem?
— Sim. Era uma surpresa, mas já que é, falei. Então, Ângela, você vai ter que desocupar o quarto dele.
— Vou sim, mãe — a ideia não a empolgava muito. A Estefy e eu estávamos mais animadas pra rever nosso irmão.

Terminado o jantar, fui tomar banho na banheira. Era relaxante ficar na água fresca, totalmente nua e ensaboada. Fiquei pensando no meu irmão, e que finalmente íamos ficar todos juntos, pelo menos durante as férias. Já tava sentindo falta de conversar com alguém compreensivo como ele.

Nisso, meu pai entrou no banheiro. Eu me afundei na espuma pra ele não ver meus peitos e desviei o olhar quando ele tirou a rola pra mijar. Pelo visto, na nossa casa não sabiam o que era bater na porta, e embora não me incomodasse muito ele entrar sem avisar, tinha horas que eu precisava ficar sozinha.
— Você tá animada com a vinda do seu Irmão.
—Muito —finalmente consegui ver ele, e ele sorriu pra mim. Eu fiquei um pouco corada.
—Largo, pa-pi-to —disse Estefy num tom debochado. Ele tratava meu pai com mais intimidade do que a gente. Ele só riu e passou a mão na cabeça da minha irmã mais nova —posso tomar banho com você?
—Claro, entra.

Estefy tirou a roupa devagar e entrou na banheira comigo. Às vezes eu ficava me perguntando se ela não era filha de outro homem, porque com aqueles olhos verdes, as sardas delicadas e o nariz pequenino, não parecia com a gente. Até meu pai brincava com isso, e Estefy ficava puta da vida.

Assim que tocou a água, ela se acomodou entre minhas pernas, de um jeito que meus peitões encostavam nas costas dela. Isso era a única coisa que eu gostava nela: que era muito carinhosa comigo às vezes e dependia mais de mim do que da Ângela, que por ser só uns dois anos mais velha já se achava no direito de mandar em todo mundo. Só o Alec conseguia botar ela no lugar de vez em quando.

Senti o cheiro do cabelo de Estefy e dei um beijinho na cabeça dela. Minha irmã inclinou o pescoço, como quem diz que precisava de um pouco de amor de irmã, e eu, sorrindo, comecei a lamber a pele branquinha e delicada da garganta dela. Ela soltou uma risadinha e o corpo tremeu. Eu beijei devagar, com muito amor. Aos poucos, ela foi relaxando, até que começou a pegar nos próprios peitos e beliscar os biquinhos. Aí eu aproveitei pra fechar meus braços em volta da barriga dela e acariciar.

Estefy, diferente de Ângela e de mim, ainda não tinha transado com ninguém. Minha mãe não tava tão convencida disso, mas eu sim, porque era a irmã mais velha e amava ela, então ela me contava tudo. Claro que uma parte de mim ficava feliz que ninguém ainda tinha enfiado o pau na pobre Estefy, então enquanto o cara certo não aparecesse na vida dela, eu, como irmã mais velha, tinha toda a responsabilidade de dar um pouco de prazer pra ela quando ela pedisse.

—Tá gostando?
Estefy assentiu. Eu me virei pra beijar o outro lado do pescoço. Vi como ela movia as mãos até levá-las à sua delicada bucetinha. Ela começou a gemer baixinho enquanto eu dava mordidinhas na orelha dela e acariciava sua barriga.
—Assim. Deixa eu te mostrar.
Segurei a mão dela com a minha e guiei para que aprendesse como deveria se masturbar. Me surpreendia que, na idade dela, ainda estivesse descobrindo esse prazer magnífico. Minha mãe tinha nos mostrado, pra mim e pra Ângela, o gosto pela masturbação. Claro, como toda boa mãe que ensina às filhas sobre sexualidade sem tabus, ela foi bem explícita. E por explícita, posso dizer que até vimos partes dela muito encantadoras.
—Como vão as aulas? —perguntou minha gêmea, entrando de repente pra escovar os dentes.
Estefy olhou pra ela com um certo rigor.
—Bem —respondi, feliz.
—Cai fora, Ângela —rosnou Estefy —. A gente não interrompe vocês quando você tá aqui com a Lorena.
—Ah, a mini-sapatão —disse Lorena, provocando a Estefy como sempre. Era claro que a namorada da minha irmã adorava fazer ela ficar puta. Ela entrou e trancou a porta.
—Já tô perdendo a concentração.
—Saiam —pedi —, a Estefy já tava quase gozando.
As duas reviraram os olhos e, rindo, foram embora. Minha irmã se relaxou de novo.
—A gente pode fazer outra coisa, Andrea?
—Sim, amor.
Ela se virou pra mim. Apoiou as mãos nos meus ombros e se levantou um pouco, de um jeito que os peitos suculentos dela ficaram a só centímetros da minha boca. Eu segurei a cintura dela e, sorrindo, meti um dos biquinhos na boca.
—Não morde forte, que dói.
—Vou te deixar um chupão —pisquei pra ela —. Quer que sua irmã mais velha te deixe um?
—O que eu quero é que você me foda logo —ela riu docemente.
—Isso não vai rolar, Estefy. Mamãe aceitou que eu te ensinasse a se masturbar, mas não que te fodesse.
—Bu. Chupa meus peitos pelo menos.
Era nisso que eu tava. Estefy fechou os olhos com prazer visível enquanto eu saboreava aquele par delicioso de peitos firmes e branquinhos. Baixei o olhar e vi a linda bucetinha da minha Irmã e tentada a experimentar coisas novas, deslizei uma mão pela barriga dela até chegar na buceta dela. Isso fez com que ela se contorcesse e soltasse um gemido no meu ouvido.
— Ei, ei, calma aí — disse o pai entrando de novo pra escovar os dentes. A Estefy deu um gritinho e voltou pra dentro da água. Eu encerrei a sessão e saí pelada. O olhar que minha mãe me deu disse tudo.

Na verdade, quando a Ângela, o Alec e eu éramos crianças em casa, o nudismo era praticado como um estilo de vida. Meus pais tinham se juntado a um grupo de gente que conheceram numa praia de nudismo. Agora que não frequentavam mais, aquela lembrança já era coisa do passado, mas nem por isso a gente tinha vergonha de se mostrar.

Bom, eu era a que menos se importava de ser vista pelada. Tanto a Ângela quanto a Estefy eram mais reservadas nesse aspecto e já não se sentiam tão à vontade sem roupa na frente dos nossos pais.
— Durmam cedo — foi a única coisa que ele disse e saiu rapidinho, meio corado.

A Estefy saiu na hora. Tava corada, mas feliz, e me deu um beijo no pescoço e um apertão na bunda.
— Te vejo no quarto — ela se enrolou numa toalha e saiu.

Eu fiquei no banheiro escovando os dentes, imaginando que tipo de férias fantásticas a gente ia ter a partir de amanhã, quando nosso querido irmão voltasse pra casa.

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Bom! Essa foi tipo a introdução da história. Foi meio qualquer coisa, mas é só o começo. Quis postar logo pra saber o que vocês acham 🙂 Espero que tenham gostado e a gente se vê na próxima. Lembrem-se: muitas punhetas, um pouco de sêmen não faria mal, haha, e é um prazer estar de volta com vocês.

22 comentários - Irmãos sem tabu

dmn94rp +2
Volviste!!!! Genia esperaba tu vuelta +10 de una
jeje hola de nuevo y gracias por la bienvenida
me gustó espero la segunda parte +4
Gracias, ya estoy comenzando con el borrador 🙂
diosaaa geniaa me calentAS A MILLL..CUANDO QUIERAS TE CUENTO MI HISTORIA REAL DE INCESTO!!!
jaja, creo que tengo suficiente inspiracion con mi propia historia, y gracias por leer 🙂
Muy bueno, me quede sin puntos para dar
jeje no te preocupes, me gustan mas los comentarios
muy bueno van 9 porque no puedo enviar 10 que se traba la pagina
gracias jeje y no importan mucho los puntos, asi que no hay problema
Rubmor
Genial Diosa, esperamos ansiosos la continuación. Como siempre me dejas caliente y erotizado.
Estefy me hace acordar a Laurita jeje inocente pero picara
dmn94rp +1
Lo mismo digo XD
@dmn94rp jaja imaginen que si fuera una serie seria la misma actriz
Vas a seguir con la otra historia? Genial este nuevo relato por cierto
Ehm pues creo que no, porque la historia culminó allí y quisiera explorar otras cositas xD pero disfruta esta
@hammer30 como que no, porque? me re enganche una lastima la verdad. Pero vas a seguir haciendo relatos?
@dmn94rp si, seguire con esta de hermanos, la de laura pues ya pasó jeje pero me gusto mucho escribirla
Me calentó mas que nos pidas muchas pajas y semen, que la historia en si....espero los prox capítulos con la pija ( polla ) dura
HDP!!! no lo podes cortar ahi! jajaj muy bueno +10
Me voy a tomar el trabajo de seguir tu historia y dejarte puntos, una primera parte muy buena +10 PD: yo tambien escribo sobre incesto, y tambien tengo uno sobre gemelas, te invito a que pases por mis post cuando gustes
Excelente de nuevo por aca para dejarte los merecidos puntos muchas gracias por compartir este relato tan espectacular y como dije en la parte final que increible y genial seria una familia asi
Una fortaleza en la union y en el amor gracias por compartir