Agora o jardim mais precioso, aquele no meio do seu ser. Arranco dele, convulsões loucas e os gemidos inundam a sala. Uma leve brisa corre pelo exterior, cumprimentando tudo que vive. Devo voltar, e é ela quem manda agora.
(Uma aranha pega uma mosca em um canto do patio esquecido). Suas unhas me percorrem por completo e posso imaginar minha pele se abrindo sem dor alguma.
(O campo lavrado emerge no fim da tela, duelando com o céu, ali contra o horizonte).
Não posso acreditar, sou eu quem libera agora um pequeno queixume. A preciso sobre mim.
(A mosca já não luta contra a aranha).
Sua língua expertise, dedicada a mim, explora cada poro da minha pele e se mete de maneira febril nos pequenos buracos das minhas nádegas.
(Las larvas, operárias subterrâneas, dão ar para a terra bendita).
(A aranha inocula seu veneno na mosca).
Ela parece retirar-se mas continua o seu castigo excitante. Me toma da cintura e se abalança segurando meu membro com ademán perverso, sutilmente encantador.
Meu corpo entende agora a mosca. Seus olhos, cavernas de ilusão, se cravam em mim, atravessando-me. Se tiver de morrer, não me importa realmente. Vou para sua boca agora, fonte de mel pura. Sinto sua sucção e isso acaba comigo.
(onde me levas, misteriosa feiticeira?).
Alcanço seu ventre outra vez. Depois ela morda minhas orelhas. Sinto passos no jardim. E seus seios, e minha espalda, e os golpes que nos damos, quando em meio do frenetismo chocamos em suicídio estelar.
(-Oh Deus, quero entrar nela!).
(-Oh Deus, quero estar nele!).
Já conhecemos o resto as abelhas succionam o pólen. As larvas construem galerias através das quais tudo viaja, tudo flui.
A sangue se aglomera agora no meu coração, o de ela é um tambor de guerra.
Vou estimulá-la novamente. Seu clitóris é agora meu prisioneiro. Com delicada pressão, o estruo entre meus dedos para luego lamê-lo.
(Uncionio bebe às margens de um rio).
Ela se derrite agora e se sobressalta me beijando. Profundamente, deseja que eu não vá nunca. Eu quero dar-me. Sua umidade me aturdida e me hipnotiza. Agora se fixa na pele da minha glande e a retira para frente e para trás. (Cem vampiros dançam incontroláveis ao meu redor). Já não há volta atrás, tudo se torna mais rápido, os dois provocamos a penetração mais bela. Nossos líquidos se fundem e começam a se amar. Sua musculatura aperta meu pênis de maneira muito tibia, desesperante. (Uma serpente se enrola em um árvore silenciosamente). Ela flui por dentro de mim e eu surjo desde seu interior. (É este o jardim perdido?). Como posso, digo-lhe que quero ser seu, e minha sangue corre e se lança como um rio fervente pelas minhas veias tensas. O calor da sua pele. Seus pés se contraindo. Seu cérebro pensante, em mil revoluções suspensos. Minha alma, um fluxo invisível que se mete dentro de sua alma líquida. Não é dor, nem prazer, é o indescritível. Uma mão em sua costas. (Um viajero no deserto). Suas mãos nos meus pés. (O beijo de uma borboleta). Meu peito contra seus seios. (Dois frutos de um árvol besam o solo). Seus lábios em meu pescoço. (A suavidade das rosas não morrerá jamais). Meus lábios em seu pescoço. (A felicidade tem uma marca agora). Dou-me a ela. Ela me recebe. Ela me aceita. Ela me captura e eu não escapo. Lutamos em um leito de ternura até quedar sem forças, extenuados alegremente, até cair presos do sono. (Dois anjos dormem sobre uma nuvem). Eu sou ela. Ela é eu. Não importa. O sol se foi. Excepto o dela que ainda brilha. Em minutos, amanecerá novamente. Meu jardim se recuesta para esperar.
(Uma aranha pega uma mosca em um canto do patio esquecido). Suas unhas me percorrem por completo e posso imaginar minha pele se abrindo sem dor alguma.
(O campo lavrado emerge no fim da tela, duelando com o céu, ali contra o horizonte).
Não posso acreditar, sou eu quem libera agora um pequeno queixume. A preciso sobre mim.
(A mosca já não luta contra a aranha).
Sua língua expertise, dedicada a mim, explora cada poro da minha pele e se mete de maneira febril nos pequenos buracos das minhas nádegas.
(Las larvas, operárias subterrâneas, dão ar para a terra bendita).
(A aranha inocula seu veneno na mosca).
Ela parece retirar-se mas continua o seu castigo excitante. Me toma da cintura e se abalança segurando meu membro com ademán perverso, sutilmente encantador.
Meu corpo entende agora a mosca. Seus olhos, cavernas de ilusão, se cravam em mim, atravessando-me. Se tiver de morrer, não me importa realmente. Vou para sua boca agora, fonte de mel pura. Sinto sua sucção e isso acaba comigo.
(onde me levas, misteriosa feiticeira?).
Alcanço seu ventre outra vez. Depois ela morda minhas orelhas. Sinto passos no jardim. E seus seios, e minha espalda, e os golpes que nos damos, quando em meio do frenetismo chocamos em suicídio estelar.
(-Oh Deus, quero entrar nela!).
(-Oh Deus, quero estar nele!).
Já conhecemos o resto as abelhas succionam o pólen. As larvas construem galerias através das quais tudo viaja, tudo flui.
A sangue se aglomera agora no meu coração, o de ela é um tambor de guerra.
Vou estimulá-la novamente. Seu clitóris é agora meu prisioneiro. Com delicada pressão, o estruo entre meus dedos para luego lamê-lo.
(Uncionio bebe às margens de um rio).
Ela se derrite agora e se sobressalta me beijando. Profundamente, deseja que eu não vá nunca. Eu quero dar-me. Sua umidade me aturdida e me hipnotiza. Agora se fixa na pele da minha glande e a retira para frente e para trás. (Cem vampiros dançam incontroláveis ao meu redor). Já não há volta atrás, tudo se torna mais rápido, os dois provocamos a penetração mais bela. Nossos líquidos se fundem e começam a se amar. Sua musculatura aperta meu pênis de maneira muito tibia, desesperante. (Uma serpente se enrola em um árvore silenciosamente). Ela flui por dentro de mim e eu surjo desde seu interior. (É este o jardim perdido?). Como posso, digo-lhe que quero ser seu, e minha sangue corre e se lança como um rio fervente pelas minhas veias tensas. O calor da sua pele. Seus pés se contraindo. Seu cérebro pensante, em mil revoluções suspensos. Minha alma, um fluxo invisível que se mete dentro de sua alma líquida. Não é dor, nem prazer, é o indescritível. Uma mão em sua costas. (Um viajero no deserto). Suas mãos nos meus pés. (O beijo de uma borboleta). Meu peito contra seus seios. (Dois frutos de um árvol besam o solo). Seus lábios em meu pescoço. (A suavidade das rosas não morrerá jamais). Meus lábios em seu pescoço. (A felicidade tem uma marca agora). Dou-me a ela. Ela me recebe. Ela me aceita. Ela me captura e eu não escapo. Lutamos em um leito de ternura até quedar sem forças, extenuados alegremente, até cair presos do sono. (Dois anjos dormem sobre uma nuvem). Eu sou ela. Ela é eu. Não importa. O sol se foi. Excepto o dela que ainda brilha. Em minutos, amanecerá novamente. Meu jardim se recuesta para esperar.
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