Fala galera, esse é meu segundo conto, espero que gostem.
Era um domingo de verão, tava um calorão e minha família tinha decidido ir pra praia. Eu tinha ficado porque no sábado à noite saí e voltei tarde pra caralho, aí fui dormir.
Todo domingo, lá pras 9 da manhã, uma ex-colega do colégio vem aqui em casa limpar. Ela sabia que minha família não ia estar, mas não sabia que eu tinha ficado, então veio com roupa leve, um minishort bem justinho e um top. Ela entra em casa, bota música na TV.
Eu acordo com a música e levanto, pensei que no fim minha família não tinha viajado e meu irmão tinha colocado uma música, tinha esquecido completamente que naquele dia iam limpar. Então levanto e vou até a sala de jantar, que é onde tava a TV, e quando vejo ela, falo: — Ah, era você, tudo bem? — e ela se assusta, se vira e ao me ver se surpreende e começa a dar uns sorrisinhos safados. Graças a isso eu reajo, e percebo que, como todo homem ao acordar, tô com uma ereção. Aí peço desculpas e vou pro meu quarto me vestir, ela me segue e quando tô entrando no quarto ela fala: — Tá calor, Lu, fica assim, não me incomoda não — aí eu respondo: — Mas tô de cueca, não posso ficar assim com você aqui, não fica legal — e ela fala: — Pra mim sim... estaria melhor sem isso — e eu olhei nos olhos dela, me aproximei e dei um beijo. Levanto ela no colo e levo até a sala de jantar, coloco ela na mesa, abro as pernas dela e tiro o minishort, beijo ela de novo e ela fala: — Beija os outros lábios, eles tão com ciúmes — aí eu me agachei e comecei a chupar ela. Tinha uns poucos pelos, mas não liguei. Depois de chupar ela, devagar eu levanto, dou um beijo nela e falo: — E essas não ficam com ciúmes? — enquanto pego uma das tetonas dela. Ela começa a rir e tira o top, aí eu começo a chupar os peitos dela, mordia os bicos e ela... Ela gemia baixinho. Depois ela me diz: "Agora é minha vez, fica aí e deixa eu me apresentar pro seu amigo." Ela pega minha pica com a mão direita e com a esquerda esfrega a própria buceta, e começa a chupar devagar, a língua dela e minha glande brincavam juntos dentro da boca dela, e aos poucos ela ia enfiando cada vez mais fundo, eu sentia que tocava a campainha dela e ela engasgava, mas continuava e eu puxava o cabelo dela, sabia que ela gostava.
"Já tá bem molhada, entra sozinha", falei e levantei ela, coloquei de quatro no chão, agarrei o cabelo dela de novo e quando ia meter, pronto pra arrebentar toda aquela pussy gostosa que ela tinha, ela me diz: "Por aí não, quero que você arrombe meu cu." Aí perguntei se ela tinha certeza, porque sendo a primeira vez ia doer e eu não queria que ela passasse mal, mas ela insistiu, então soltei o cabelo dela e comecei a lamber o cu dela pra facilitar a entrada e meti dois dedos pra ir dilatando. Depois falei: "Pronta?" e ela responde: "Pra você, sempre pronta." Então peguei o cabelo dela de novo e devagar, suavemente, encostei a ponta da pica no cu dela, começou a entrar devagarinho, apertava em mim e ela sentia, os gemidos dela eram fortes, gemidos de dor e prazer misturados, e entre eles ela dizia: "Mais fundo, até o fundo, não para." E eu continuava metendo suave e devagar. Já tinha meia pica dentro quando ela fala: "Isso é mais gostoso do que sentir uma pica na pussy, por favor não para." E eu continuei. Quando entrou toda, falei: "Já entrou toda, agora se segura porque a diversão vai começar." E comecei a meter com mais força e velocidade.
E como o cu dela era apertado e eu tava metendo bem forte, não aguentei mais, tirei a pica e falei: "Bota a cara que vou gozar." E gozei na cara dela, ela ficou com o rosto todo coberto de porra e um sorriso de orelha a orelha.
"Que pena que você não aguentou mais, minha xereca ficou com fome. então eu falei pra ela —Acaba, mas ainda aguento mais um round—.
Deitei ela no chão de barriga pra cima, coloquei as pernas dela no ombro e comecei a meter com força. Foi um pouco estranho porque ela também não aguentava mais e gozou.
Quando terminamos, ela me pede permissão pra tomar um banho, e eu começo a limpar a bagunça que a gente fez na sala. Ela sai do chuveiro e eu falo —Vai pra sua casa se quiser, eu limpo, você deve estar muito cansada— então ela pega as coisas dela, chega perto de mim e sussurra no meu ouvido —Domingo que vem eu venho mais preparada— me dá um beijo e vai embora.
É isso aí, galera, aquela vez foi uma das melhores transas que já tive até hoje. Espero que vocês curtam e que se molhem bem com isso hahaha
Era um domingo de verão, tava um calorão e minha família tinha decidido ir pra praia. Eu tinha ficado porque no sábado à noite saí e voltei tarde pra caralho, aí fui dormir.
Todo domingo, lá pras 9 da manhã, uma ex-colega do colégio vem aqui em casa limpar. Ela sabia que minha família não ia estar, mas não sabia que eu tinha ficado, então veio com roupa leve, um minishort bem justinho e um top. Ela entra em casa, bota música na TV.
Eu acordo com a música e levanto, pensei que no fim minha família não tinha viajado e meu irmão tinha colocado uma música, tinha esquecido completamente que naquele dia iam limpar. Então levanto e vou até a sala de jantar, que é onde tava a TV, e quando vejo ela, falo: — Ah, era você, tudo bem? — e ela se assusta, se vira e ao me ver se surpreende e começa a dar uns sorrisinhos safados. Graças a isso eu reajo, e percebo que, como todo homem ao acordar, tô com uma ereção. Aí peço desculpas e vou pro meu quarto me vestir, ela me segue e quando tô entrando no quarto ela fala: — Tá calor, Lu, fica assim, não me incomoda não — aí eu respondo: — Mas tô de cueca, não posso ficar assim com você aqui, não fica legal — e ela fala: — Pra mim sim... estaria melhor sem isso — e eu olhei nos olhos dela, me aproximei e dei um beijo. Levanto ela no colo e levo até a sala de jantar, coloco ela na mesa, abro as pernas dela e tiro o minishort, beijo ela de novo e ela fala: — Beija os outros lábios, eles tão com ciúmes — aí eu me agachei e comecei a chupar ela. Tinha uns poucos pelos, mas não liguei. Depois de chupar ela, devagar eu levanto, dou um beijo nela e falo: — E essas não ficam com ciúmes? — enquanto pego uma das tetonas dela. Ela começa a rir e tira o top, aí eu começo a chupar os peitos dela, mordia os bicos e ela... Ela gemia baixinho. Depois ela me diz: "Agora é minha vez, fica aí e deixa eu me apresentar pro seu amigo." Ela pega minha pica com a mão direita e com a esquerda esfrega a própria buceta, e começa a chupar devagar, a língua dela e minha glande brincavam juntos dentro da boca dela, e aos poucos ela ia enfiando cada vez mais fundo, eu sentia que tocava a campainha dela e ela engasgava, mas continuava e eu puxava o cabelo dela, sabia que ela gostava.
"Já tá bem molhada, entra sozinha", falei e levantei ela, coloquei de quatro no chão, agarrei o cabelo dela de novo e quando ia meter, pronto pra arrebentar toda aquela pussy gostosa que ela tinha, ela me diz: "Por aí não, quero que você arrombe meu cu." Aí perguntei se ela tinha certeza, porque sendo a primeira vez ia doer e eu não queria que ela passasse mal, mas ela insistiu, então soltei o cabelo dela e comecei a lamber o cu dela pra facilitar a entrada e meti dois dedos pra ir dilatando. Depois falei: "Pronta?" e ela responde: "Pra você, sempre pronta." Então peguei o cabelo dela de novo e devagar, suavemente, encostei a ponta da pica no cu dela, começou a entrar devagarinho, apertava em mim e ela sentia, os gemidos dela eram fortes, gemidos de dor e prazer misturados, e entre eles ela dizia: "Mais fundo, até o fundo, não para." E eu continuava metendo suave e devagar. Já tinha meia pica dentro quando ela fala: "Isso é mais gostoso do que sentir uma pica na pussy, por favor não para." E eu continuei. Quando entrou toda, falei: "Já entrou toda, agora se segura porque a diversão vai começar." E comecei a meter com mais força e velocidade.
E como o cu dela era apertado e eu tava metendo bem forte, não aguentei mais, tirei a pica e falei: "Bota a cara que vou gozar." E gozei na cara dela, ela ficou com o rosto todo coberto de porra e um sorriso de orelha a orelha.
"Que pena que você não aguentou mais, minha xereca ficou com fome. então eu falei pra ela —Acaba, mas ainda aguento mais um round—.
Deitei ela no chão de barriga pra cima, coloquei as pernas dela no ombro e comecei a meter com força. Foi um pouco estranho porque ela também não aguentava mais e gozou.
Quando terminamos, ela me pede permissão pra tomar um banho, e eu começo a limpar a bagunça que a gente fez na sala. Ela sai do chuveiro e eu falo —Vai pra sua casa se quiser, eu limpo, você deve estar muito cansada— então ela pega as coisas dela, chega perto de mim e sussurra no meu ouvido —Domingo que vem eu venho mais preparada— me dá um beijo e vai embora.
É isso aí, galera, aquela vez foi uma das melhores transas que já tive até hoje. Espero que vocês curtam e que se molhem bem com isso hahaha
3 comentários - Família saiu e fiquei só com a faxineira gostosa