Na véspera de Ano Novo, recebo uma ligação do meu amigo Daniel me cumprimentando e, além disso, me convidando para passar uns dias no campo. Sem hesitar, aceitei o convite. Fazia alguns meses que eu tinha terminado com minha namorada e não estava a fim de ir sozinho para a praia passar uns dias.
No dia 2 de janeiro, bem cedo, parti para o campo, para chegar antes do meio-dia, como havíamos combinado. A viagem foi cansativa por causa do calor intenso do verão. Quando já estava a poucos minutos do campo do meu amigo, liguei para avisar que estava chegando. Quando cheguei, Daniel estava com sua nova parceira, Patrícia. Desci minhas coisas do carro, nos cumprimentamos, entreguei alguns presentes que tinha trazido, quando ouvimos um carro chegando e Patrícia diz: "Chegou a Carolina!". Quando Carolina desceu do carro, vi que era uma morena linda, com quase um metro e setenta de altura, não muito magra, mas com muito peito e uma bunda boa. Patrícia também não fica atrás, tem um corpo de dar inveja, mas com menos peito e um pouco mais magra.
Nos apresentaram, nos cumprimentamos, e Daniel me disse para irmos ao quincho preparar as coisas para fazer o churrasco. Levamos os itens necessários, começamos a colocar lenha e carvão para acender o fogo e, enquanto isso, conversávamos sobre tudo um pouco. Perguntei sobre Carolina, e ele disse que não a conhecia muito bem, que ela tinha se separado recentemente e era professora, colega de trabalho da Patrícia, e que cada um tinha convidado um amigo para tornar a estadia num lugar tão isolado mais agradável. Poucos minutos depois, as duas chegaram ao quincho e começamos a conversar. Acendemos o fogo, e o calor estava realmente insuportável. Eu não parava de suar e olhava cada vez com mais vontade para a piscina. Comentei com os outros que ia colocar o traje de banho para entrar na piscina, e na hora ouvi um "para de frescura, entra pelado" do Daniel, e imediatamente Patrícia me disse para me soltar, que agora eu não tinha mais a louca da minha ex que implicava com tudo, e repetiu de novo: "se liberta". Aqui a roupa não se usa. Minha cara era de espanto, porque nunca antes tinha acontecido algo assim comigo. Hesitei por uns segundos e falei: "cê tem razão, vou me libertar". Então, na frente de todo mundo, tirei a roupa, sem prestar atenção, e fui andando pelado até a piscina. Entrei, e o prazer foi duplo: me livrar do calor e a delícia de nadar nu. Quando levanto o olhar pro quincho, vejo que Daniel e Patricia vêm pelados, e bem mais atrás, Carolina. A gente curtiu um tempo na água. Ao chegar no quincho, Patricia, meio nervosa, acende um cigarro, e perguntamos se ela tava confortável e curtindo a experiência. Ela responde que sim, que é a primeira vez que fica pelada na frente de todo mundo, que tinha sido muito oprimida pelo ex-marido e que também precisava se libertar de muitos preconceitos, e que estar tão relaxada e longe de tudo tava fazendo muito bem pra ela. Daniel e Patricia afirmam que o estilo de vida naturista ajuda a ficar mais à vontade consigo mesmo e viver tudo de forma natural, sem preconceitos, e aceitar os outros sem julgar.
Comemos o churrasco cedo, arrumamos e lavamos tudo, e depois, em casa, nos acomodamos nos nossos quartos e combinamos de nos encontrar todos no parque depois da soneca, umas 15:30, pra tomar uns mates. Quando levanto, saio pro parque e preparo, junto com Daniel e Patricia, as cadeiras, a mesa e as lonas na sombra das árvores. Já íamos tomar o primeiro mate quando vemos Carolina chegando. E, claro, todos continuávamos pelados. Antes de tomar o primeiro mate, tiro do meu bolso o protetor solar e, bem rápido, Patricia fala pra mim e pra Carolina passarmos protetor um no outro, enquanto ela e Daniel faziam o mesmo. Aos poucos, os assuntos foram rolando e, quase sem perceber, Patricia e Daniel foram conduzindo a conversa, assim como o momento de dar um mergulho. Quando o sol já não castigava tanto, eles sugeriram brincar de cavalinho na piscina. E assim fizemos: Carolina nas minhas costas. ombros e Patrícia nos ombros do Daniel e quando alguma caía na água trocávamos de parceira, as vistas das minas eram estupendas e o roçar dos corpos também, ao sair da água Carolina e Patrícia começam a nos provocar, a brincar entre elas, e nós as incentivamos a continuar, e elas foram ficando cada vez mais quentes entre si, beijos, carícias, se tocavam, se desejavam quando Carolina depois de um beijo profundo desce pela barriga da Patrícia e come a buceta dela com gosto, nessa hora Daniel e eu já estávamos com a pica mais dura que uma pedra e elas continuavam com um longo 69, metiam os dedos na buceta e no cu, Daniel se aproxima e deixa uma bolsa do lado delas, Patrícia abre e taca uma porrada de brinquedos de todos os tipos e tamanhos, então agora estavam brincando com os consolos e outros brinquedos, Daniel me fala que a Patrícia fica louca com dupla penetração, somado ao show que as minas estavam nos dando, já não aguentava mais, as minas fazem um sinal com as mãos e a gente se aproxima, elas de joelhos pegam na nossa pica e começam uma competição pra ver qual das duas chupava melhor, numa hora tive as duas juntas chupando a minha enquanto Daniel acariciava os peitos delas, fizemos um 69 com cada uma, Carolina me empurra pra eu ficar de costas e começa a me cavalgar de um jeito selvagem enquanto Patrícia fazia o mesmo com Daniel, me levanto e coloco Carolina de quatro e meto nela por trás enquanto ela gemia sem controle, Patrícia continuava cavalgando o Daniel e me pede pra meter a pica no cu da Patrícia, meto no cu da Patrícia com a ajuda da Carolina que de quebra ainda acariciava minhas bolas, quando tava quase gozando parei, e Carolina também pede sua dose dupla de pica, gozamos até ficar exaustos os quatro, fomos tomar banho e nos preparar pro jantar que o assunto foi a experiência do sexo grupal, de como foi bom pra caralho Chupavam, quantos orgasmos já tinham tido e, claro, a vontade de continuar que a Carolina e eu estávamos sentindo.
Muito educadamente, a Patrícia e o Daniel explicaram que, pra eles, aquilo era tipo brincar de esconde-esconde quando éramos crianças — um jogo de adultos, que eles se amavam e preferiam se curtir mutuamente naquela noite, o que achei super sensato. Depois do jantar, ajudamos a arrumar e limpar, então convidei a Carolina pra fumar um cigarro lá fora. Saímos, começamos a conversar e, em poucos minutos, estávamos abraçados. Demos um beijo muito apaixonado e, quase na hora, fiquei duro. Enquanto continuávamos nos beijando, percebi que a buceta dela estava encharcada, e fomos pro quarto. Transamos de forma descontrolada a noite quase toda. Era só o primeiro dia da semana inteira que íamos passar no campo; nos outros dias, não faltou sexo, nem de longe. Durante as tardes, a gente brincava de que um era diretor de filme pornô e mandava no resto, definindo qual papel cada um devia fazer e como era a cena. Foi assim que descobrimos o que nos excitava em ver o outro gozando. Antes de voltar pra casa, eu e Carolina já éramos um casal e decidimos morar juntos. E, por último, ficamos sabendo que a Patrícia estava desenvolvendo uma técnica sexual pra casais e que a gente tinha sido as cobaias dela...
No dia 2 de janeiro, bem cedo, parti para o campo, para chegar antes do meio-dia, como havíamos combinado. A viagem foi cansativa por causa do calor intenso do verão. Quando já estava a poucos minutos do campo do meu amigo, liguei para avisar que estava chegando. Quando cheguei, Daniel estava com sua nova parceira, Patrícia. Desci minhas coisas do carro, nos cumprimentamos, entreguei alguns presentes que tinha trazido, quando ouvimos um carro chegando e Patrícia diz: "Chegou a Carolina!". Quando Carolina desceu do carro, vi que era uma morena linda, com quase um metro e setenta de altura, não muito magra, mas com muito peito e uma bunda boa. Patrícia também não fica atrás, tem um corpo de dar inveja, mas com menos peito e um pouco mais magra.
Nos apresentaram, nos cumprimentamos, e Daniel me disse para irmos ao quincho preparar as coisas para fazer o churrasco. Levamos os itens necessários, começamos a colocar lenha e carvão para acender o fogo e, enquanto isso, conversávamos sobre tudo um pouco. Perguntei sobre Carolina, e ele disse que não a conhecia muito bem, que ela tinha se separado recentemente e era professora, colega de trabalho da Patrícia, e que cada um tinha convidado um amigo para tornar a estadia num lugar tão isolado mais agradável. Poucos minutos depois, as duas chegaram ao quincho e começamos a conversar. Acendemos o fogo, e o calor estava realmente insuportável. Eu não parava de suar e olhava cada vez com mais vontade para a piscina. Comentei com os outros que ia colocar o traje de banho para entrar na piscina, e na hora ouvi um "para de frescura, entra pelado" do Daniel, e imediatamente Patrícia me disse para me soltar, que agora eu não tinha mais a louca da minha ex que implicava com tudo, e repetiu de novo: "se liberta". Aqui a roupa não se usa. Minha cara era de espanto, porque nunca antes tinha acontecido algo assim comigo. Hesitei por uns segundos e falei: "cê tem razão, vou me libertar". Então, na frente de todo mundo, tirei a roupa, sem prestar atenção, e fui andando pelado até a piscina. Entrei, e o prazer foi duplo: me livrar do calor e a delícia de nadar nu. Quando levanto o olhar pro quincho, vejo que Daniel e Patricia vêm pelados, e bem mais atrás, Carolina. A gente curtiu um tempo na água. Ao chegar no quincho, Patricia, meio nervosa, acende um cigarro, e perguntamos se ela tava confortável e curtindo a experiência. Ela responde que sim, que é a primeira vez que fica pelada na frente de todo mundo, que tinha sido muito oprimida pelo ex-marido e que também precisava se libertar de muitos preconceitos, e que estar tão relaxada e longe de tudo tava fazendo muito bem pra ela. Daniel e Patricia afirmam que o estilo de vida naturista ajuda a ficar mais à vontade consigo mesmo e viver tudo de forma natural, sem preconceitos, e aceitar os outros sem julgar.
Comemos o churrasco cedo, arrumamos e lavamos tudo, e depois, em casa, nos acomodamos nos nossos quartos e combinamos de nos encontrar todos no parque depois da soneca, umas 15:30, pra tomar uns mates. Quando levanto, saio pro parque e preparo, junto com Daniel e Patricia, as cadeiras, a mesa e as lonas na sombra das árvores. Já íamos tomar o primeiro mate quando vemos Carolina chegando. E, claro, todos continuávamos pelados. Antes de tomar o primeiro mate, tiro do meu bolso o protetor solar e, bem rápido, Patricia fala pra mim e pra Carolina passarmos protetor um no outro, enquanto ela e Daniel faziam o mesmo. Aos poucos, os assuntos foram rolando e, quase sem perceber, Patricia e Daniel foram conduzindo a conversa, assim como o momento de dar um mergulho. Quando o sol já não castigava tanto, eles sugeriram brincar de cavalinho na piscina. E assim fizemos: Carolina nas minhas costas. ombros e Patrícia nos ombros do Daniel e quando alguma caía na água trocávamos de parceira, as vistas das minas eram estupendas e o roçar dos corpos também, ao sair da água Carolina e Patrícia começam a nos provocar, a brincar entre elas, e nós as incentivamos a continuar, e elas foram ficando cada vez mais quentes entre si, beijos, carícias, se tocavam, se desejavam quando Carolina depois de um beijo profundo desce pela barriga da Patrícia e come a buceta dela com gosto, nessa hora Daniel e eu já estávamos com a pica mais dura que uma pedra e elas continuavam com um longo 69, metiam os dedos na buceta e no cu, Daniel se aproxima e deixa uma bolsa do lado delas, Patrícia abre e taca uma porrada de brinquedos de todos os tipos e tamanhos, então agora estavam brincando com os consolos e outros brinquedos, Daniel me fala que a Patrícia fica louca com dupla penetração, somado ao show que as minas estavam nos dando, já não aguentava mais, as minas fazem um sinal com as mãos e a gente se aproxima, elas de joelhos pegam na nossa pica e começam uma competição pra ver qual das duas chupava melhor, numa hora tive as duas juntas chupando a minha enquanto Daniel acariciava os peitos delas, fizemos um 69 com cada uma, Carolina me empurra pra eu ficar de costas e começa a me cavalgar de um jeito selvagem enquanto Patrícia fazia o mesmo com Daniel, me levanto e coloco Carolina de quatro e meto nela por trás enquanto ela gemia sem controle, Patrícia continuava cavalgando o Daniel e me pede pra meter a pica no cu da Patrícia, meto no cu da Patrícia com a ajuda da Carolina que de quebra ainda acariciava minhas bolas, quando tava quase gozando parei, e Carolina também pede sua dose dupla de pica, gozamos até ficar exaustos os quatro, fomos tomar banho e nos preparar pro jantar que o assunto foi a experiência do sexo grupal, de como foi bom pra caralho Chupavam, quantos orgasmos já tinham tido e, claro, a vontade de continuar que a Carolina e eu estávamos sentindo.
Muito educadamente, a Patrícia e o Daniel explicaram que, pra eles, aquilo era tipo brincar de esconde-esconde quando éramos crianças — um jogo de adultos, que eles se amavam e preferiam se curtir mutuamente naquela noite, o que achei super sensato. Depois do jantar, ajudamos a arrumar e limpar, então convidei a Carolina pra fumar um cigarro lá fora. Saímos, começamos a conversar e, em poucos minutos, estávamos abraçados. Demos um beijo muito apaixonado e, quase na hora, fiquei duro. Enquanto continuávamos nos beijando, percebi que a buceta dela estava encharcada, e fomos pro quarto. Transamos de forma descontrolada a noite quase toda. Era só o primeiro dia da semana inteira que íamos passar no campo; nos outros dias, não faltou sexo, nem de longe. Durante as tardes, a gente brincava de que um era diretor de filme pornô e mandava no resto, definindo qual papel cada um devia fazer e como era a cena. Foi assim que descobrimos o que nos excitava em ver o outro gozando. Antes de voltar pra casa, eu e Carolina já éramos um casal e decidimos morar juntos. E, por último, ficamos sabendo que a Patrícia estava desenvolvendo uma técnica sexual pra casais e que a gente tinha sido as cobaias dela...
0 comentários - Patrícia a Celestina