Este mini relato se passa 6 anos depois do início das minhas histórias. Tinha passado uns anos, eu já era mais velha, mas pouco mais experiente. Tinha saído com alguns caras, mas nunca ao ponto de tocar em nada íntimo, muito menos me tocar. Eu estava solteira quando meus pais discutiram, e a verdade é que me senti bem ferida por causa disso, porque me sentia culpada dessas brigas que duravam semanas. Então, pra onde eu ia? Pra casa da minha tia. Alguém duvidava?
Minha tia aceitou de boa me ter lá, mas não ia ser uma convivência curta, não. Minha tia puxou o assunto sexual porque me via saindo com vários caras diferentes em períodos bem curtos de tempo. E me tirando o que eu fiz na casa dela um tempo atrás, acabei contando: tinha deixado o cara me apalpar os peitos e lamber meu pênis...
— Também deu seu cabaço pra ele?
— Não, tia, eu não faria isso.
— Por quê? O que você fez também não é algo que você faria.
— Que vergonha.
Minha tia apoiou a mão no meu joelho. — Calma, não sou sua mãe, não vou te dar bronca. É natural, você tá se tornando mulher e tem muitos desejos e confusão... Melhor assim, né?
— Eu... — já tava chorando, sempre fui de chorar fácil.
— Vou deixar você respirar bem antes de a gente conversar. Você tá esperando o cara certo, por quem vai se apaixonar pra sempre... — Balancei a cabeça negando, porque nunca pensei nisso, só no medo de doer como diziam. — Pois ainda bem, porque isso é uma puta besteira.
Minha tia bebia cerveja muitas vezes, várias seguidas, mas nunca a vi bêbada.
— Então me diz o que que tá rolando com você. Se você tá chorando, alguma coisa tá acontecendo.
— Tenho medo! — e desabei a chorar.
Minha tia chegou perto de mim e me abraçou. — Poxa, me desculpa, Amanda, que bruta que sou. Te disseram que dói, né?
— Sim... é verdade?
— Um pouquinho. Quer dizer, dói, mas não tanto. Além disso, é só uma vez na vida.
— Você fez?
— Se não, não te falaria nada, não acha?
— É verdade.
— Olha, se você tem desejos, se segurar é pior. Você poderia... explodir
—Você não tá me ajudando assim
—Tira o cabaço você mesma... ele disse na minha cara de surpresa... ajudei mais agora?
—Sim... mas como é que faz isso...
—Calma, é fácil, você sabe o que é um consolo?
—Não... respondi com sinceridade
—Beleza, espera que eu te mostro
Minha tia trouxe uma caixa com o objeto e me explicou como fazer, além de me dar uma camisinha. Não era a melhor forma de fazer, mas pensando bem, se eu conseguisse, teria algo muito bom: nunca poderia me arrepender de ter perdido a virgindade comigo mesma. E foi assim que fiz... já fiz muitas coisas ruins e boas, mas essa decisão não é nem uma coisa nem outra.
Bom, acho que vou poupar vocês dos detalhes menos interessantes e só dizer que na primeira vez dá uma sensação estranha, tipo uma picada e uma certa pressão. Cada mulher costuma descrever de um jeito, mas pelo menos concordamos que "vale a pena".
Bom, é isso, muitos beijos e na próxima chega minha primeira vez com outra pessoa.
Minha tia aceitou de boa me ter lá, mas não ia ser uma convivência curta, não. Minha tia puxou o assunto sexual porque me via saindo com vários caras diferentes em períodos bem curtos de tempo. E me tirando o que eu fiz na casa dela um tempo atrás, acabei contando: tinha deixado o cara me apalpar os peitos e lamber meu pênis...
— Também deu seu cabaço pra ele?
— Não, tia, eu não faria isso.
— Por quê? O que você fez também não é algo que você faria.
— Que vergonha.
Minha tia apoiou a mão no meu joelho. — Calma, não sou sua mãe, não vou te dar bronca. É natural, você tá se tornando mulher e tem muitos desejos e confusão... Melhor assim, né?
— Eu... — já tava chorando, sempre fui de chorar fácil.
— Vou deixar você respirar bem antes de a gente conversar. Você tá esperando o cara certo, por quem vai se apaixonar pra sempre... — Balancei a cabeça negando, porque nunca pensei nisso, só no medo de doer como diziam. — Pois ainda bem, porque isso é uma puta besteira.
Minha tia bebia cerveja muitas vezes, várias seguidas, mas nunca a vi bêbada.
— Então me diz o que que tá rolando com você. Se você tá chorando, alguma coisa tá acontecendo.
— Tenho medo! — e desabei a chorar.
Minha tia chegou perto de mim e me abraçou. — Poxa, me desculpa, Amanda, que bruta que sou. Te disseram que dói, né?
— Sim... é verdade?
— Um pouquinho. Quer dizer, dói, mas não tanto. Além disso, é só uma vez na vida.
— Você fez?
— Se não, não te falaria nada, não acha?
— É verdade.
— Olha, se você tem desejos, se segurar é pior. Você poderia... explodir
—Você não tá me ajudando assim
—Tira o cabaço você mesma... ele disse na minha cara de surpresa... ajudei mais agora?
—Sim... mas como é que faz isso...
—Calma, é fácil, você sabe o que é um consolo?
—Não... respondi com sinceridade
—Beleza, espera que eu te mostro
Minha tia trouxe uma caixa com o objeto e me explicou como fazer, além de me dar uma camisinha. Não era a melhor forma de fazer, mas pensando bem, se eu conseguisse, teria algo muito bom: nunca poderia me arrepender de ter perdido a virgindade comigo mesma. E foi assim que fiz... já fiz muitas coisas ruins e boas, mas essa decisão não é nem uma coisa nem outra.
Bom, acho que vou poupar vocês dos detalhes menos interessantes e só dizer que na primeira vez dá uma sensação estranha, tipo uma picada e uma certa pressão. Cada mulher costuma descrever de um jeito, mas pelo menos concordamos que "vale a pena".
Bom, é isso, muitos beijos e na próxima chega minha primeira vez com outra pessoa.
1 comentários - Dejo atrás mi virginidad(mini-relato)