Este relato é de quando eu estava com meus tios, já que meu pai viajou. Espero que vocês gostem.
Bom, o que acontece é que eu não tinha carro na época e, como de manhã eu ia pra faculdade e à tarde participava de um grupo de dança clássica, às vezes tinha que pegar táxis. Nessa cidade, os táxis são VW na maioria, e sempre por comodidade eles tiram o banco do carona pra gente entrar e sentar no banco de trás.
Algumas vezes depois do treino, eu percebia que os motoristas colocavam o espelho retrovisor de um jeito que dava pra ter uma boa vista das minhas pernas. Eu, particularmente, sempre curti ser um pouco provocante com os homens. Adoro o prelúdio e me sentir desejada, então a maior parte do meu guarda-roupa tem saias bem curtas, que é o que eu uso. Assim, eu adorava quando eles ficavam olhando minhas pernas pelo espelho e a cara que faziam quando se excitavam. Eu, fingindo, abria um pouco as pernas pra eles verem entre elas, até parte da calcinha.
A situação foi que um dia eu decidi seduzir um deles. Pra isso, me preparei: tomei um banho bem longo e saí um pouco mais tarde do que o normal. Escolhi uma roupa bem provocante: coloquei uma saia bem curta, sem meia, azul celeste, e uma blusa justa e decotada, branca, de material elástico que deixava ver o começo dos meus peitos e o formato do meu sutiã, que era de meia-taça, daqueles que juntam e levantam ainda mais os peitos. Uma calcinha fio dental daquelas chamadas "de cadeado", que têm uma abertura na entreperna, ambas brancas e de renda, salto alto e uma jaqueta azul celeste na cintura, desabotoada na frente. Quando saí, ainda estava com o cabelo úmido. Fui pegar meu táxi por volta das 9:30 da noite e esperei do lado de fora do local onde treinava até passar um que me agradasse, enquanto as cortinas eram fechadas, já que fui uma das últimas a sair. Depois de... Escolhi ele, entrei e indiquei pra onde ele tinha que me levar. Ele era alto, uns 1,80m, moreno, forte, com uns 35 anos, de aparência agradável sem ser muito bonito. A primeira coisa que fiz depois de dar o destino foi tirar minha jaqueta e passar óleo nos braços e pernas. Na hora, ele baixou o olhar pras minhas pernas e começou a me encarar pelo retrovisor. Eu fingi que não tava vendo. Depois, comecei a falar que a noite tava linda e que era uma pena que pra mim já ia acabar, porque eu tava indo pra casa. Ele comentou se eu não tinha nenhum convite de amigos naquele dia, e eu disse que não. Aí falei que, se não fosse incômodo, ele podia parar numa loja porque eu tava com sede e queria comprar algo pra beber. Desci, comprei um pacote de copos e voltei, subindo no carro e deixando minha saia abrir quando subi o passo. Abri uma e convidei ele pra beber comigo. Ele aceitou, mas sugeriu que o melhor era a gente parar um pouco num lugar pra tomar numa boa, e que se eu não tivesse pressa, dava pra ficar mais à vontade. Aceitei, e ele desviou um pouco entre as ruas, saindo do caminho pra minha casa e parando perto de um parque público pequeno, com pouca luz, que naquela hora tava quase vazio — só algum casal andando longe.
Depois de estacionar, ele se virou no próprio banco pra ficarmos de frente um pro outro, e começamos a tomar nossa cerveja e conversar. Ele perguntou meu nome, e eu respondi que me chamava Karla. Também perguntei o nome dele: era Javier. Contei que estudava na universidade e, de tarde, ia pra um grupo de dança. Ele perguntou se eu realmente não tinha ninguém pra sair naquele dia, e eu disse que sim, que tava meio entediada de ter que chegar em casa e dormir, e que a companhia dele tinha me feito muito bem. Enquanto isso, minha saia tinha subido um pouco mais do que o normal, e eu não fiz nada pra abaixar — inclusive, mantive as pernas um pouco abertas. pernas, apesar de eu perceber que ele não tirava os olhos das minhas pernas e tentava espiar meu decote. Isso me deixava muito excitada, porque eu tava curtindo a reação dele. Dava pra ver o volume crescendo dentro da calça dele enquanto eu sentia minha bucetinha começando a ficar molhada. Ele já tinha sacado qual era o jogo, então me perguntou se eu tinha namorado. Depois que eu falei que não, porque odeio me sentir propriedade de alguém e que na época tava sozinha (o que era verdade naqueles dias), ele me pegou pela mão e disse que não acreditava que uma mina tão gostosa tava sozinha, e que não entendia os jovens de hoje que não sabiam valorizar a beleza de uma mulher. Depois de olhar nos meus olhos, ele foi se aproximando até me dar um beijo na boca, primeiro bem suave e depois um pouco mais forte e apaixonado. Ele desceu a mão até minhas pernas e começou a acariciá-las enquanto me beijava, passou pelo meu pescoço e desceu um pouco até o começo dos meus peitos. Depois de me beijar de novo na boca, ele me pegou pela mão e levou até o pau dele, que era de um tamanho bem bom, uns 14 ou 15 cm, que dava pra sentir através da calça. Com uma mão, eu liberei ele e senti o pau endurecer na minha mão enquanto eu massageava de cima pra baixo. Depois, enfiei a mão até as bolas dele e massageava suavemente. Ele tinha subido a mão e, afastando minha calcinha fio dental, acariciava meu clitóris e alternava enfiando dois dedos que, com a lubrificação, deslizavam fácil até o fundo. Ele puxou minha blusa pelos ombros e tirou meus peitos para fora, começou a mordiscar suavemente e dava atenção especial aos meus bicos, que já estavam duros. Eu me sentia muito, muito excitada por estar com um desconhecido na rua, com a blusa e a saia amassadas na cintura. A situação de alguém poder passar e nos ver me deixava duplamente excitada. Depois, ele me pegou pela nuca e abaixou minha cabeça até meus lábios ficarem na frente do pau dele, que nessa altura Parecia uma barra de chocolate deliciosa, que não demorei pra meter na boca e aproveitar o sabor e a textura. Javier segurou minha cabeça com as mãos e ajudou a subir e descer com o pau dele na minha boca. Quando ele sentiu que ia jorrar o néctar dele na minha garganta, me separou devagar, tirou uma camisinha do porta-luvas e pediu pra eu colocar. Percebi que ele vivia essas situações direto, mas sem falar nada, coloquei. Ele me deitou no banco de trás, afastou um pouco minha calcinha e se deitou por cima de mim. Senti toda a hombridade dele entrando de uma vez, arrancando um suspiro de dor misturado com prazer, sentindo o troço todo abrindo caminho nas minhas entranhas. Aí ele perguntou: "Tá gostando, putinha?" Eu respondi com a voz trêmula que sim, e ele começou a meter e tirar, rebolando a cintura em círculo enquanto chupava meus peitos duros. Eu segurava a bunda dele, empurrando ele mais pra dentro. Depois ele disse: "Gosta do meu pau, putinha?" Falei que amava, que ele tinha uma pica linda. Passei uma mão por trás da minha perna e massageava os ovos dele com os dedos, enquanto ele gemia de prazer. Tava louca, me sentindo hiper excitada, e não aguentei mais: tive um orgasmo muito intenso, que até me deixou tonta. Depois de me recuperar, senti ele levantar minhas pernas com os braços e meter mais rápido o pau na minha carne, que escorria meus sucos pra todo lado. Isso fez minha cintura começar a tremer de novo, e eu cravei as unhas nas costas dele. Ele percebeu que eu tava gozando de novo, e terminamos juntos, muito ofegantes, abraçados e nos beijando, como se não quiséssemos que o momento acabasse. Depois de nos sentar e arrumar as roupas, conversamos enquanto bebíamos mais uns copos. Contei que estudava Direito e morava com minha Cara, ele me disse que tinha 34 anos, que era casado há 3 anos e que tinha 2 filhos, e que esperava que isso não me fizesse sair correndo. Aí eu falei que não via porquê, que por mim tudo bem, que na verdade eu preferia homens mais velhos do que os mais novos, que sempre gozam rápido e só pensam no próprio prazer. Assim se passaram uns 20 minutos, e enquanto a gente conversava, eu não tinha feito outra coisa senão massagear o pau dele até sentir que ele tava pronto de novo. Então tomei a iniciativa, me ajoelhei na frente dele, tirei o pau dele da calça e comecei a chupar com muito cuidado, primeiro na ponta e depois enfiando e tirando da minha boca várias vezes. Enquanto isso, ele enfiava a mão por cima do meu decote e beliscava de leve meus peitos, que mandavam pequenas descargas de prazer até minha buceta, que já tava louca pra sentir o Javier de novo. Ele baixou minha blusa de novo, levantou minha saia e me colocou de quatro, ajoelhada com a cabeça apoiada no banco de trás do carro.
Ele se posicionou atrás de mim e começou a passar o pau dele, deslizando do meu clitóris até minha bunda, o que me deixou muito excitada. Eu levantei um pouco mais a bunda e ele pôde ver o quanto minhas cadeiras eram brancas e duras, com meu cuzinho bem aparecendo. Pedi pra ele, por favor, me penetrar logo. Ele foi enfiando o pau devagar dentro da minha rachinha (dessa vez sem camisinha) e eu pude sentir de novo aquela barra de carne linda entrando e sumindo dentro de mim. Eu tava excitadíssima, nunca imaginei que teria uma atitude tão livre e sem preconceitos, agindo como uma verdadeira mulher sedenta de sexo. Acostumada a ser sempre a que era seduzida, agora fui eu quem tomou a iniciativa desde o começo pra conquistar aquele homem que, pra minha surpresa e alegria, era um verdadeiro mestre nesse negócio. Ele me deixou fora de controle, eu tremia. constantemente sentindo pequenos arrepios por todo o corpo cada vez que ele empurrava, as mãos dele percorriam meus peitos ou massageavam sem parar meu clitóris, então depois de um tempo senti de novo minha buceta se contraindo de prazer e tive outro orgasmo enquanto descia minha mão entre minhas pernas e apertava suavemente os colhões dele, que estavam enormes. Ele me disse então: "empurra, amor, que agora vou te dar no cu até deixar escaldado".
Eu estava muito lubrificada (além de já ter dado o cu outras vezes). Ele colocou um dos dedos no meu ânus e começou a enfiar devagar, sem parar de meter o pau dentro da minha buceta. Depois, ele tirou o pênis e colocou na entrada do meu cu, começou a enterrar suavemente a rola enquanto eu segurava uma das mãos dele. Era muito excitante sentir aquele pedaço enorme de aço entrando no meu cu. Depois que ele estava todo dentro, ficou parado por uns instantes, me deixando me acostumar com o troço. Então ele começou a entrar e sair de dentro de mim enquanto eu sentia a cabeça do pau dele tocando até meus intestinos. Ele massageava meu clitóris e eu passava a mão entre minhas pernas nos colhões inchados dele. Javier aumentou o ritmo de vai e vem, e eu senti que vinha outro orgasmo, que ele percebeu. Quando notou, apertou minhas coxas com as mãos até marcar os dedos, soltando um jato de porra que inundou meu cu e escorreu pelas minhas nádegas, enquanto eu caía depois desse último orgasmo, exausta de prazer e feliz por ter sido corajosa o suficiente para aproveitar uma experiência tão magnífica como aquela, que até então eu nunca tinha vivido.
Foi a melhor coisa que podia ter me acontecido. Depois de nos vestirmos, terminamos nossas taças no caminho para minha casa. Quando cheguei, já eram 2 da manhã, e na casa dos meus tios ninguém notou nada estranho. Ainda nos vimos algumas vezes, Javier e eu, mas ele sempre insistiu que o melhor era que... fôssemos para um hotel por conforto e segurança, que ele fazia aquilo por mim e argumentos desse tipo, mas a verdade é que o momento que mais curti foi quando a gente transou no carro dele na rua, com a pressão de podermos ser descobertos a qualquer instante. Depois de um tempo, a gente se despediu de vez e nunca mais ouvi falar dele.
Bom, o que acontece é que eu não tinha carro na época e, como de manhã eu ia pra faculdade e à tarde participava de um grupo de dança clássica, às vezes tinha que pegar táxis. Nessa cidade, os táxis são VW na maioria, e sempre por comodidade eles tiram o banco do carona pra gente entrar e sentar no banco de trás.
Algumas vezes depois do treino, eu percebia que os motoristas colocavam o espelho retrovisor de um jeito que dava pra ter uma boa vista das minhas pernas. Eu, particularmente, sempre curti ser um pouco provocante com os homens. Adoro o prelúdio e me sentir desejada, então a maior parte do meu guarda-roupa tem saias bem curtas, que é o que eu uso. Assim, eu adorava quando eles ficavam olhando minhas pernas pelo espelho e a cara que faziam quando se excitavam. Eu, fingindo, abria um pouco as pernas pra eles verem entre elas, até parte da calcinha.
A situação foi que um dia eu decidi seduzir um deles. Pra isso, me preparei: tomei um banho bem longo e saí um pouco mais tarde do que o normal. Escolhi uma roupa bem provocante: coloquei uma saia bem curta, sem meia, azul celeste, e uma blusa justa e decotada, branca, de material elástico que deixava ver o começo dos meus peitos e o formato do meu sutiã, que era de meia-taça, daqueles que juntam e levantam ainda mais os peitos. Uma calcinha fio dental daquelas chamadas "de cadeado", que têm uma abertura na entreperna, ambas brancas e de renda, salto alto e uma jaqueta azul celeste na cintura, desabotoada na frente. Quando saí, ainda estava com o cabelo úmido. Fui pegar meu táxi por volta das 9:30 da noite e esperei do lado de fora do local onde treinava até passar um que me agradasse, enquanto as cortinas eram fechadas, já que fui uma das últimas a sair. Depois de... Escolhi ele, entrei e indiquei pra onde ele tinha que me levar. Ele era alto, uns 1,80m, moreno, forte, com uns 35 anos, de aparência agradável sem ser muito bonito. A primeira coisa que fiz depois de dar o destino foi tirar minha jaqueta e passar óleo nos braços e pernas. Na hora, ele baixou o olhar pras minhas pernas e começou a me encarar pelo retrovisor. Eu fingi que não tava vendo. Depois, comecei a falar que a noite tava linda e que era uma pena que pra mim já ia acabar, porque eu tava indo pra casa. Ele comentou se eu não tinha nenhum convite de amigos naquele dia, e eu disse que não. Aí falei que, se não fosse incômodo, ele podia parar numa loja porque eu tava com sede e queria comprar algo pra beber. Desci, comprei um pacote de copos e voltei, subindo no carro e deixando minha saia abrir quando subi o passo. Abri uma e convidei ele pra beber comigo. Ele aceitou, mas sugeriu que o melhor era a gente parar um pouco num lugar pra tomar numa boa, e que se eu não tivesse pressa, dava pra ficar mais à vontade. Aceitei, e ele desviou um pouco entre as ruas, saindo do caminho pra minha casa e parando perto de um parque público pequeno, com pouca luz, que naquela hora tava quase vazio — só algum casal andando longe.
Depois de estacionar, ele se virou no próprio banco pra ficarmos de frente um pro outro, e começamos a tomar nossa cerveja e conversar. Ele perguntou meu nome, e eu respondi que me chamava Karla. Também perguntei o nome dele: era Javier. Contei que estudava na universidade e, de tarde, ia pra um grupo de dança. Ele perguntou se eu realmente não tinha ninguém pra sair naquele dia, e eu disse que sim, que tava meio entediada de ter que chegar em casa e dormir, e que a companhia dele tinha me feito muito bem. Enquanto isso, minha saia tinha subido um pouco mais do que o normal, e eu não fiz nada pra abaixar — inclusive, mantive as pernas um pouco abertas. pernas, apesar de eu perceber que ele não tirava os olhos das minhas pernas e tentava espiar meu decote. Isso me deixava muito excitada, porque eu tava curtindo a reação dele. Dava pra ver o volume crescendo dentro da calça dele enquanto eu sentia minha bucetinha começando a ficar molhada. Ele já tinha sacado qual era o jogo, então me perguntou se eu tinha namorado. Depois que eu falei que não, porque odeio me sentir propriedade de alguém e que na época tava sozinha (o que era verdade naqueles dias), ele me pegou pela mão e disse que não acreditava que uma mina tão gostosa tava sozinha, e que não entendia os jovens de hoje que não sabiam valorizar a beleza de uma mulher. Depois de olhar nos meus olhos, ele foi se aproximando até me dar um beijo na boca, primeiro bem suave e depois um pouco mais forte e apaixonado. Ele desceu a mão até minhas pernas e começou a acariciá-las enquanto me beijava, passou pelo meu pescoço e desceu um pouco até o começo dos meus peitos. Depois de me beijar de novo na boca, ele me pegou pela mão e levou até o pau dele, que era de um tamanho bem bom, uns 14 ou 15 cm, que dava pra sentir através da calça. Com uma mão, eu liberei ele e senti o pau endurecer na minha mão enquanto eu massageava de cima pra baixo. Depois, enfiei a mão até as bolas dele e massageava suavemente. Ele tinha subido a mão e, afastando minha calcinha fio dental, acariciava meu clitóris e alternava enfiando dois dedos que, com a lubrificação, deslizavam fácil até o fundo. Ele puxou minha blusa pelos ombros e tirou meus peitos para fora, começou a mordiscar suavemente e dava atenção especial aos meus bicos, que já estavam duros. Eu me sentia muito, muito excitada por estar com um desconhecido na rua, com a blusa e a saia amassadas na cintura. A situação de alguém poder passar e nos ver me deixava duplamente excitada. Depois, ele me pegou pela nuca e abaixou minha cabeça até meus lábios ficarem na frente do pau dele, que nessa altura Parecia uma barra de chocolate deliciosa, que não demorei pra meter na boca e aproveitar o sabor e a textura. Javier segurou minha cabeça com as mãos e ajudou a subir e descer com o pau dele na minha boca. Quando ele sentiu que ia jorrar o néctar dele na minha garganta, me separou devagar, tirou uma camisinha do porta-luvas e pediu pra eu colocar. Percebi que ele vivia essas situações direto, mas sem falar nada, coloquei. Ele me deitou no banco de trás, afastou um pouco minha calcinha e se deitou por cima de mim. Senti toda a hombridade dele entrando de uma vez, arrancando um suspiro de dor misturado com prazer, sentindo o troço todo abrindo caminho nas minhas entranhas. Aí ele perguntou: "Tá gostando, putinha?" Eu respondi com a voz trêmula que sim, e ele começou a meter e tirar, rebolando a cintura em círculo enquanto chupava meus peitos duros. Eu segurava a bunda dele, empurrando ele mais pra dentro. Depois ele disse: "Gosta do meu pau, putinha?" Falei que amava, que ele tinha uma pica linda. Passei uma mão por trás da minha perna e massageava os ovos dele com os dedos, enquanto ele gemia de prazer. Tava louca, me sentindo hiper excitada, e não aguentei mais: tive um orgasmo muito intenso, que até me deixou tonta. Depois de me recuperar, senti ele levantar minhas pernas com os braços e meter mais rápido o pau na minha carne, que escorria meus sucos pra todo lado. Isso fez minha cintura começar a tremer de novo, e eu cravei as unhas nas costas dele. Ele percebeu que eu tava gozando de novo, e terminamos juntos, muito ofegantes, abraçados e nos beijando, como se não quiséssemos que o momento acabasse. Depois de nos sentar e arrumar as roupas, conversamos enquanto bebíamos mais uns copos. Contei que estudava Direito e morava com minha Cara, ele me disse que tinha 34 anos, que era casado há 3 anos e que tinha 2 filhos, e que esperava que isso não me fizesse sair correndo. Aí eu falei que não via porquê, que por mim tudo bem, que na verdade eu preferia homens mais velhos do que os mais novos, que sempre gozam rápido e só pensam no próprio prazer. Assim se passaram uns 20 minutos, e enquanto a gente conversava, eu não tinha feito outra coisa senão massagear o pau dele até sentir que ele tava pronto de novo. Então tomei a iniciativa, me ajoelhei na frente dele, tirei o pau dele da calça e comecei a chupar com muito cuidado, primeiro na ponta e depois enfiando e tirando da minha boca várias vezes. Enquanto isso, ele enfiava a mão por cima do meu decote e beliscava de leve meus peitos, que mandavam pequenas descargas de prazer até minha buceta, que já tava louca pra sentir o Javier de novo. Ele baixou minha blusa de novo, levantou minha saia e me colocou de quatro, ajoelhada com a cabeça apoiada no banco de trás do carro.
Ele se posicionou atrás de mim e começou a passar o pau dele, deslizando do meu clitóris até minha bunda, o que me deixou muito excitada. Eu levantei um pouco mais a bunda e ele pôde ver o quanto minhas cadeiras eram brancas e duras, com meu cuzinho bem aparecendo. Pedi pra ele, por favor, me penetrar logo. Ele foi enfiando o pau devagar dentro da minha rachinha (dessa vez sem camisinha) e eu pude sentir de novo aquela barra de carne linda entrando e sumindo dentro de mim. Eu tava excitadíssima, nunca imaginei que teria uma atitude tão livre e sem preconceitos, agindo como uma verdadeira mulher sedenta de sexo. Acostumada a ser sempre a que era seduzida, agora fui eu quem tomou a iniciativa desde o começo pra conquistar aquele homem que, pra minha surpresa e alegria, era um verdadeiro mestre nesse negócio. Ele me deixou fora de controle, eu tremia. constantemente sentindo pequenos arrepios por todo o corpo cada vez que ele empurrava, as mãos dele percorriam meus peitos ou massageavam sem parar meu clitóris, então depois de um tempo senti de novo minha buceta se contraindo de prazer e tive outro orgasmo enquanto descia minha mão entre minhas pernas e apertava suavemente os colhões dele, que estavam enormes. Ele me disse então: "empurra, amor, que agora vou te dar no cu até deixar escaldado".
Eu estava muito lubrificada (além de já ter dado o cu outras vezes). Ele colocou um dos dedos no meu ânus e começou a enfiar devagar, sem parar de meter o pau dentro da minha buceta. Depois, ele tirou o pênis e colocou na entrada do meu cu, começou a enterrar suavemente a rola enquanto eu segurava uma das mãos dele. Era muito excitante sentir aquele pedaço enorme de aço entrando no meu cu. Depois que ele estava todo dentro, ficou parado por uns instantes, me deixando me acostumar com o troço. Então ele começou a entrar e sair de dentro de mim enquanto eu sentia a cabeça do pau dele tocando até meus intestinos. Ele massageava meu clitóris e eu passava a mão entre minhas pernas nos colhões inchados dele. Javier aumentou o ritmo de vai e vem, e eu senti que vinha outro orgasmo, que ele percebeu. Quando notou, apertou minhas coxas com as mãos até marcar os dedos, soltando um jato de porra que inundou meu cu e escorreu pelas minhas nádegas, enquanto eu caía depois desse último orgasmo, exausta de prazer e feliz por ter sido corajosa o suficiente para aproveitar uma experiência tão magnífica como aquela, que até então eu nunca tinha vivido.
Foi a melhor coisa que podia ter me acontecido. Depois de nos vestirmos, terminamos nossas taças no caminho para minha casa. Quando cheguei, já eram 2 da manhã, e na casa dos meus tios ninguém notou nada estranho. Ainda nos vimos algumas vezes, Javier e eu, mas ele sempre insistiu que o melhor era que... fôssemos para um hotel por conforto e segurança, que ele fazia aquilo por mim e argumentos desse tipo, mas a verdade é que o momento que mais curti foi quando a gente transou no carro dele na rua, com a pressão de podermos ser descobertos a qualquer instante. Depois de um tempo, a gente se despediu de vez e nunca mais ouvi falar dele.
10 comentários - Sexo no táxi
es para felicitarlo y envidiarlo
sos bastante putita por lo visto. te dejo 10 puntos por el relato