História Universitária I

Fala, galera! Essa é a minha primeira história, espero que vocês gostem. Mandem críticas construtivas aí. Valeu!Esta é a história mais incrível que aconteceu na minha curta vida. Vou contar como conheci uma garota inocente e acabei transformando ela numa puta inimaginável.

Tudo começou alguns anos atrás, quando eu estudava na faculdade e costumava andar com os caras pelo campus inteiro, olhando as gostosas pra fazer nosso "concurso de bucetas", o pretexto pra soltar nossa perversão sexual...

Pessoalmente, sou um homem muito normal no meu comportamento com os outros, muito respeitoso e responsável, mas com os pensamentos mais sujos e pervertidos quando só minha consciência é testemunha. De tal forma que essa era uma maneira de liberar um pouco dessa perversão com o Mati e o Javier, dois tão loucos quanto eu.

Passávamos horas numa varanda da faculdade, olhando os jardins onde as gostosas passeavam; umas incríveis, outras boas e outras pra esquecer. As da nossa escola (Direito) eram maravilhosas, quase sempre se destacavam das outras, já que as que competiam com elas, as enfermeiras, ficavam em outro lugar. Assim, conversávamos e olhávamos, dando nota pras bucetas, pras pernas, pros peitos e pra cintura, e também pro rosto às vezes. Enfim, era nisso que consistia nosso "concurso de bucetas".

Um dia de primavera, quase os primeiros raios de sol depois do inverno e das chuvas, estávamos lá, comemorando que as gostosas iam começar a se vestir mais leves. Já estávamos terminando nosso concursinho, elegendo a Cony como vencedora, uma loira incrível da escola que nos deixava loucos. Ela tinha uns peitos de infarto e uma bunda que dava vontade de comer. A cara de puta dela se escondia atrás de uns óculos que só aumentavam a pilha de fantasias de sexo com ela. Além disso, diziam na faculdade que a Cony era uma verdadeira puta no cio quando tomava uns drinks, mas que era muito difícil vê-la sem o namorado, um gorila de dois metros que conhecia mais a academia do que a própria casa, ou sem as amigas que cuidavam dela. A verdade é que na faculdade... Parecia uma mina séria e gente boa, além disso tinha um sorriso muito lindo.

Naquele momento, quando a Cony tinha ido embora e a gente já tava indo pra aula, foi que eu vi ela (ou melhor, a gente viu). Foi de longe, uns 70 metros mais ou menos, e ela vinha se aproximando. Eu só dei uma cotovelada no Javier e nós três voltamos pro nosso trampo, só que dessa vez não teve nota, nem palavra, nem comparação. Só o Mati murmurou baixinho um sutil:

— Porra, que merda, mano!

Não teve mais palavras. Ela se aproximava devagar, nós três de olho fixo. Vinha com um grupo grande, provavelmente a turma dela, pelo jeito e pelos gritos era caloura de algum curso de humanas (a gente já tava no quarto ano de Direito). Duas amigas, que pareciam não existir pra gente, vinham conversando com ela.

Era uma gostosa exquisita, um vestidinho curto florido de primavera, daqueles que você usa com leggins pra não mostrar a bunda diretamente. O peito dela quase aparecendo, o vestido só destacava os seios que eram perfeitos, daqueles que você só vê na TV, redondos e grandes mas que não caem, se sustentam sozinhos (só depois fui saber que era assim mesmo). A cintura dela era algo infernal, o vestido tinha dois recortes que deixavam a cintura de fora, quase morri com esses detalhes. Só vou dizer que se eu colocasse minhas mãos ali, provavelmente teria ido embora sem mais. O rosto dela era de te fazer bater uma até não aguentar mais, aquela mistura perfeita entre adolescente e mulher que te deixa com muito tesão mas ao mesmo tempo te passa uma ternura daquelas que faz apaixonar. Uns olhos castanhos que te perdem porque brilham sozinhos, grandes, numa pele morena suave. O cabelo castanho aparecia por baixo de uma tintura loira que predominava. Era de traços finos, mas a altura dela, 1,75 ou por aí, deixava as pernas perfeitas. As leggins não mostravam nada, mas marcavam a figura dela.

O grupo continuou andando, ela exalava sensualidade. Os passos dela davam a sensação de que ela tava desfilando aquela figura perfeita e que fazia isso de propósito. Ela se aproximou de nós pra passar direto na saída da universidade, conforme se aproximavam, só melhorava a situação: magreza perfeita pra não ser considerada magricela, com aquelas tetas não dava pra ser magra, um abdômen de modelo; lindo, liso, sem nada a mais. Se já tava perfeita até ali, imaginem só o que vimos quando passaram direto.
Ali estava a bunda mais linda e avantajada que eu já tinha visto ao vivo em toda minha existência, de uma gostosa de dezessete ou dezoito anos com umas calças legging pretas que se enfiavam na rachinha dela. Era tão grande e perfeitamente redonda que o vestido florido por cima da legging também se enfiava no meio, destacando ainda mais as duas bandas. Quis comer ela, e todo mundo que via aquela raba ficava hipnotizado. Imagina uma gostosa dessas pulando na sua cama, aquela cintura rodeada pelas suas mãos. Ficava me perguntando se dava pra girar ela só com as mãos naquela cintura, aff, fiquei todo tesudo só de pensar, de imaginar meu pau dormindo no meio daquela rachinha, de fazer um anal nesse monumento de mina, mãe santa, meu pau foi a mil.
Ela passou e sumiu no meio de um monte de babões que iam atrás dela se fazendo de desentendidos pra poder ver a rabetão que ela carregava. Na rua, ela sumiu de vez e acordamos do transe. Aníbal fica me olhando, e Mati vira pra gente, e entre nós três soubemos que não tinha mais competição possível, pelo menos na nossa facul.
Mati: Santa merda!
Aníbal: Fodeu, não vai ser mais a mesma coisa o concurso de rabetas.
Eu (Seba): Viados, me apaixonei, tenho nova obsessão, quero nome, escola e horário (o horário dela pra saber quando poderia trombar com ela de novo).
Os três soltamos uma risada e continuamos contando o que faríamos com aquela gostosa, e ao mesmo tempo decidindo que era impossível pra nós ter uma mulher dessas, nem pra conversar.
Eu sou do Chile, e isso aconteceu no Sul, uma cidade grande, grande o suficiente pra não encontrar alguém tão fácil assim. Sempre falei que aqui as gostosas e os jovens são muito tarados, tímidos e covardes pra socializar, ou pelo menos meu círculo funcionava assim, e por isso eu também tinha um pouco disso, era covarde pra chegar numa gostosa de cara limpa, sempre precisava ter uma desculpa convincente pra puxar papo.
Mas não ia nada mal com as gostosas, nem com o sexo, na cama a coisa mudava, era outro cara, e quem provava comigo sempre voltava, tinha um histórico bem completo, na faculdade tinha várias que já tinham me servido, mas com mais calma mais pra frente eu contaria umas histórias, agora vou pra outro lado.

Assim o tempo passou e não vi a gostosa por semanas, foram memoráveis as punhetas no nome dela mas não insisti em procurá-la, além disso tinha uma espécie de namorada, que não me dava muito espaço, era uma puta ou melhor, eu fiz dela uma puta, mas era ciumenta e não gosto de ciumentas.

Aí aconteceu que passaram vários meses e um dia saímos pra festa com os caras e como de costume, bebemos tudo, passamos por quase 4 lugares já que ainda era dia de semana e fechava cedo em quase todo canto, no último bar a gente começou a brigar com os seguranças, estávamos com o Miguel (o irmão mais velho do Mati) que tem uns trinta e é um filho da puta do full contact, então isso nos deu coragem e quebramos os seguranças na porrada naquela noite, nós éramos quatro, eles uns 7, rasgaram meu lábio de baixo num canto e me amassaram as costelas, com um ferro, surra nos caras também, se não fosse pelo Miguel íamos parar no hospital, saímos na rua e quebramos tudo que era vidro do lugar e saímos correndo, o Mati morava a 10 quarteirões, então dormimos lá naquela noite mortos de bêbados, chegamos umas 6 da manhã.

No outro dia 11 da manhã acordei, tínhamos aula à 1, ainda bêbados, tínhamos tomado muito tequila na noite.
Normalmente eu mataria a aula e continuaria dormindo, mas só o o destino quis que eu acordasse e levantasse os caras naquele dia:

- Já, putas, não gostaram da merda de ontem à noite? Levantem o corpo que temos que ir pra aula, -

O Mati nos ofereceu um café da manhã e fomos andando sem grana pra passagem, ainda meio bêbados e moídos pela surra da noite anterior. Era 1 da tarde, com um sol que pegava foda, e a gente ia em direção à aula.

Pra nossa má sorte, naquele dia tinha passeata de estudantes e, quando chegamos, a faculdade inteira estava tomada por encapuzados brigando com a polícia, que da rua jogava água nesses outros que atiravam pedras e bombas de gasolina (depois eu concluí que foi a melhor sorte da minha vida).

Ficamos os três vendo o espetáculo, meio tontos de álcool, morrendo de rir lembrando da briga histórica, quando de trás da gente aparecem duas minas andando em direção à batalha, provavelmente pra ver de perto. Não vimos os rostos, só vimos algo que calou nossa conversa na hora: uns jeans vestindo uma bunda de proporções mais absurdas que você podia imaginar, misturada com uma regatinha curta grudada na pele, com a cintura de fora. Aquele corpo só podia ser de uma pessoa naquela faculdade.

Dela, a mesma com quem a gente tinha sonhado acordado há um tempo. De novo, uma cotovelada – nem lembro de quem – e o silêncio caiu.

A amiga parou uns dois metros na nossa frente e ela avançou mais dois.

Era uma visão impagável: todo mundo ali, homens e mulheres, viraram pra ver aquela gostosa.

Ela era tão boa, a putinha, que podia provocar isso e muito mais. Agora, quem sabe o que as mulheres sentem quando viram pra ver outra gostosa, mas sempre pensei que é inveja de existirem monumentos como aquele.

Eu estava de novo hipnotizado olhando aquele pedaço de bunda, senti meu pau começar a pressionar a calça, querendo escapar – uma ereção que doía de tão apertada. O mundo parou por um instante, e acho que todo homem ali presente que podia ver aquele pedaço de mulher, esqueci tudo por uns segundos.
E digo uns segundos não porque cansasse de ver aquela bunda… podia ter ficado horas olhando sem piscar.
O que acontece é que no meio da nossa catarse, ouve-se o estouro de dois ou três tiros pro alto e aparecem três carros de polícia espalhando bombas de fumaça pelo pátio da faculdade, na verdade por toda a universidade. De repente, reagi de susto e vi todo mundo correndo pra se refugiar nos prédios, tentando fugir das lacrimogêneas que fazem arder até o cu se você respirar.
Foi aí que aconteceu a parte mais mágica e romântica da história: a gatinha se vira, me olha e fica parada, imóvel, me encarando. Foi tipo uns três segundos, mas o que aquele olhar expressou fez o tempo parar pra mim. Era o olhar de uma puta, o corpo de uma puta, mas escondido numa jovem estudante, recém-saída do ensino médio. Ela me olhou como se fosse me devorar, mas de um jeito inconsciente pra ela. O corpo dela reagiu, mas ela não sabia. As pernas dela se cruzaram, a buceta apareceu naqueles jeans, aquele triângulo se formou de um jeito foda e lindo que me fez tremer e bombar de novo meu pau, que foi a mil. Foram um milhão de sensações em três segundos. Era a cara mais gostosa que eu podia imaginar no mundo, mas ainda era de uma menina.
Depois veio o despertar. Vinham uns trinta policiais correndo pra levar todo mundo que pegassem. Ela tirou o olhar de mim e eu descongelei na hora. A amiga com quem ela tava gritando:
– Maluca, vamos pra dentro que vão nos pegar!
Ela concordou na hora e foi com a amiga, que só então lembrei que existia e percebi que a gatinha tava grávida.
Elas ficaram uma fração de segundo com uma cara de medo e desespero, tipo perguntando o que fazer. Aí eu atinei:
– Ei, meninas, aqui, vamos por aqui.
E entramos na minha faculdade, que era a mais perto. Na porta, já tinha um grupo. cuidando pra não entrar a polícia e dar tempo pros encapuzados se trocarem pra escapar, a gente entrou e correu pro terceiro andar — não ia ser idiota de mandar elas na frente na escada e me acabei de ver aquele rabo subindo. Tava mais que dura, o olho fixo na virilha dela, pensei que queria passar o resto da vida lambendo aquela bunda. Aquela buceta proeminente esmagada pela calça jeans, passar meu pau naquela rachinha perfeita, comer ela com minha língua, bombear aquela buceta com meu pau e derramar meu leite naquelas costas, naquele abdômen e naquela cintura tão fodidamente gostosas. A gente escapou da fumaça, e nisso meus amigos se perderam, nem sei quando. — Com tudo que tinha rolado, nem sei o que aconteceu com eles depois que a Claudia apareceu. Esse era o nome dela, e perguntei na hora assim que a gente terminou de correr. Aqui quero parar pra comentar o orgasmo que a voz dela me deu, quando falou o nome dela era a coisa mais doce e foda que eu podia ouvir de uma gatinha daquelas, a voz de uma menina inocente no corpo da puta mais perfeita que eu podia imaginar. De novo meu pau se animou só de imaginar como seria aquela voz gemendo, pedindo mais pau, ou implorando pra não ser tão bruto (nunca imaginei que minha imaginação tão pervertida seria superada pela realidade). Pra não parecer óbvio, quis perguntar também o nome da amiga grávida pra parecer amigável, e só aí percebi quem era. Sofi era uma colega de colégio do ensino médio, que foi super amiga de uma das minhas ex-namoradas da infância e, por isso, a gente passou muito tempo junto, também tínhamos uma espécie de amizade ou pelo menos uma boa vibe, embora desde que saí do colégio a gente não se falava. A verdade é que ela sempre foi muito gostosa e era uma puta completa, não comi ela no colégio só porque era amiga da minha ex, embora ela sempre mexesse a bunda pra mim, deixando claro que se eu quisesse podia arrebentar aquela buceta dela, acho que Eu tava começando a esquentar com a ideia de que o namorado da amiga dela comesse ela, isso me excitava. Mabel (minha ex) não era discreta e com certeza contava tudo que a gente fazia pra Sofi, além dos detalhes da minha anatomia (outro dia conto sobre os atributos do meu pau). Enfim, em algum momento dessa história eu ia ter a segunda chance de aproveitar a tesão que eu causava na Sofi por dar o pau pro namorado de uma amiga.

Obviamente, foi aí que vi a oportunidade da minha vida de tentar pegar a gostosa mais linda da universidade.

Abracei a Sofi, cumprimentei ela direitinho e perguntei como tava a gravidez e um monte de outras besteiras que nem lembro. Enfim, puxei conversa com as minas, e meu interrogatório com a Claudia passou totalmente despercebido. Descobri que elas eram do primeiro ano e que a Claudia tinha acabado de fazer 18. Como eu conhecia a Sofi e sabia que a safada tinha saído como uma bomba pro pau e tava grávida, pensei que a Claudia também era uma putinha e que, se eu me esforçasse, teria alguma chance (depois descobri que não podia estar mais enganado).

Enquanto a gente conversava com a Sofi, a Claudia me olhava com um sorriso tímido, os olhos brilhando, e a gente não parava de se encarar. Ela via meus olhos e eu via ela inteira. Tudo nela era perfeito: a pele morena que dá vontade de arrepiar só de tocar, os peitões marcados naquela regatinha curta, uff!!!

Nessa cara de pau toda, ajudou meu estado etílico, que não era nada menos que "mamado". Meus olhares sem vergonha quando elas se viravam pra ver o show dos polícias na faculdade pegando os doidos no pátio. Eu tinha meu próprio show: aquela calça jeans colada naquela bunda, aquela cintura de fora, aquelas pernas torneadas e marcadas, o cheiro dela... puta que pariu, o cheiro dela era o paraíso na terra.

Enfim, quando tudo acabou, nossos olhares eram de dois loucos querendo se pegar. Mas eu ainda não conseguia enxergar nela a putinha que eu imaginava. Imaginava (porque o corpo dela sugeria e o olhar também), mas não dava mais sinais, não falava muito, na verdade só olhava. Se minha mente não estivesse cega de tanto ver a bunda e os peitos dela, o corpo dela, eu teria percebido que a atitude dela era mais de timidez, recatada, mas eu só via uma coisa…

O jeito de penetrar ela. Tava perdido no desejo, naquela bunda, naquela figura, nos peitos dela, naquele cheiro, imaginando meu pau na boca dela.

Enfim, quando tudo passou e eu voltei a olhar pros caras, a Sofi e a Claudia já estavam indo embora.

As caras que o Mati e o Javier fizeram eram de dois moleques que percebem que o filme acabou e eles não viram nada.

Me despedi das minas do Javi com um abraço e da Claudia com um beijo na bochecha. Pra aproveitar a primeira e possivelmente última chance de tocar nela, coloquei minhas duas mãos de cada lado da cintura dela. Foi incrivelmente excitante só colocar meus dedos naquela pele, meu pau foi pras nuvens. A curva perfeita dela, magrinha, imaginá-la de quatro e eu segurando aquela cintura, por deus, era irresistível. Me segurei pra não tentar enfiar o pau nela com roupa e tudo, e nem me preocupei em disfarçar minha ereção. Direto com minha boca machucada e tudo, tentei chegar o mais perto possível do lábio dela, não consegui, mas foi suficiente pra ela notar minha intenção e sorriu. Com certeza também sentiu meu pau roçando a perna dela, porque o sorriso veio antes do rosto envergonhado.

Depois que as duas foram embora, ela virou o rosto pra sorrir de novo. Os caras vêm e falam: "Loco, ela te olhou…"

E nós três já sabíamos o que tínhamos que fazer sem falar mais nada. Começamos a andar atrás delas. Antes de começar a descer de novo, a Claudia virou o rosto e percebeu que a gente tava seguindo elas.

Pelas escadas, Javier completa:

— Loco, a grávidinha não tá, mas não é nada de ruim, não me importaria de ser padrasto.

Nós três soltamos uma gargalhada e seguimos.

Era verdade, a Sofi era uma gostosa, só que já tava aparecendo a barriga dela. gravidez e ficava meio ofuscada diante daquele puta babaca que era a Claudia
Saíram do prédio, caminharam até a rua pelo pátio, e a gente seguia elas, de olho naquele rabo maravilhoso que já tinha virado nossa obsessão. Ela se vira pra olhar de novo e dá um sorriso.
Atravessar a rua foi muito, mas muito descarado, então vimos as duas cruzarem e pegarem o busão no ponto da frente. Foram uns 10 minutos em que a gente olhava de longe, ela conversava com a amiga e também olhava de vez em quando.
No fim, a Sofi foi embora num busão e ela ficou sozinha.
Pra surpresa da gente, ela volta pra facul, atravessa a rua e entra no banheiro da facul. A gente, nesse meio tempo, olhando descaradamente pra bunda dela, sem saber o que pensar. Será que a gatinha era tão puta que queria continuar mostrando a buceta? Por que passou devagar caminhando do nosso lado?
Na minha cabeça, não tinha muito tempo pra reagir. De qualquer jeito, ela tava sozinha na facul e, se tudo fosse como eu imaginava, logo voltaria pra rebolar. E foi o que aconteceu.
Minha chance perfeita de atacar minha presa. Esperei ela passar de volta em direção à rua, e enquanto vinha, falei pros caras:
— Galera, é agora ou nunca.
Se eu não falar com ela agora, vou ter falhado como homem. E os três rimos na mesma hora.
— Foda-se se ela me rejeitar, pelo menos vou tentar — e eles me incentivaram: "Vai, viado, do jeito que te ensinei".

Nunca teria feito o que vem a seguir se não estivesse realmente meio bêbado ainda, e é por isso que justifica eu ter contado esse preâmbulo…
Fui até onde ela tava e, de uns 10 metros, comecei a falar. Ela já tinha me visto, então parou na hora:
Eu: Com licença, posso... quero te falar umas coisas.
Claudia: Haha, sim, fala. Aconteceu algo? — (com cara e voz bem tímidas, meio trêmulas)
Eu: É... sim, hmm...
Lembrei na hora que não fazia a menor puta ideia de que merda inventar pra... justificar por que falei com ela.
não sabia se ser legal e convidar ela pra beber algo ou pedir o número dela pra marcar algo. ou, por último, inventar alguma merda qualquer.
mas eu tava tão desesperadamente louco por essa mina que me deu uma puta preguiça de tanto preâmbulo, e o álcool da noite anterior me ajudou:

Eu: foda-se, sabe, o único motivo pelo qual eu tô falando contigo é porque você me deixa doido, me deixa maluco, sua puta, me deixa a mil com esse corpinho que você tem e essa carinha de bebê.
Sinceramente, tava pensando em pintar uma história bonitinha, fazer a típica, a do príncipe encantado, sua loka, mas você não faz ideia da preguiça que me dá mentir assim, se nesse momento a única coisa que eu quero é comer sua boca, gostosa, ter você comigo pra te comer até cair o pau, porque você não pode ser tão gostosa assim, meu amor. Essa bunda, esses peitos que você tem, sua cintura... eu gozaria na sua carinha, faria você gritar de prazer, faria você chorar por pica, por prazer. Deixa eu te mostrar o que é meu, gostosa, deixa eu te comer e fazer de você minha puta por uma noite. Se você gostar, sou seu, amor.

A cara da Cláudia quando eu disse isso ficou branca. O cara gente boa e amigo da amiga dela, que ela tinha conhecido mais ou menos meia hora atrás, tava tratando ela como uma puta e falando como e de que jeito ele usaria ela.
Aquela cara foi o começo de algo grande, porque, como um raio rápido e quase imperceptível, ela deixou escapar uma expressão de tesão, de algo desconhecido pra ela, de algo que assustava, mas que era interessante por ser desconhecido. No fundo dela, talvez no subconsciente, a ideia tinha excitado ela...

Depois de branca, ela ficou vermelha, se afastou apressada, me olhou fixo sem expressar emoção no rosto, virou as costas e começou a andar.

Naquele momento, me deu um surto de consciência, e percebi que o que eu tinha feito era a coisa mais idiota que um cara podia fazer pra pegar uma mina.
— Porra, seu merda, você assustou ela, seu imbecil! — me repreendi. Os caras ficaram vidrados no que, pros olhos deles, foi uma rejeição memorável; ela tava indo embora. Eu olhei pros caras, fiz sinal pra não me seguirem e saí atrás da Claudia, até alcançar ela.

Eu: Claudia, espera, espera... desculpa, tá bom, fui um idiota, não sei o que deu em mim.
É que não consegui me controlar, cansei de bancar o bonzinho com as gatinhas se no final tanta boa vontade e respeito é pra mesma coisa: levar pra cama, só que é mais cínico e chato.

Claudia: Tá bom, Seba, deixa pra lá, já chega (ela tava puta, mas insegura de si mesma).

Eu: Aposto que mil babacas bancam o maduro, o bonitinho e o legal contigo.
Todo santo dia...
Eu não queria ser mais um desses idiotas que tentam te conquistar com chocolatinho e cinema.

– Claudia me olhou e concordou com os olhos, ficou com o olhar perdido, como se tivesse pensando em algum cara que se encaixava na minha descrição.

– Nessa altura, já tinha percebido que a Claudia tava longe de ser uma gostosa (nem tão longe assim), e que era ainda uma menina, que eu tinha afugentado com minhas palavras cheias de putaria e perversão.
Mas já tinha cagado com tudo e nunca mais ia limpar minha imagem, então preferi me afogar no meu próprio tesão.

Peguei ela pelo braço pra parar, ela parou e me olhou meio irritada.

Eu: Não sei por que, mas você também tava me olhando, Claudia, também se ligou em mim, não dá pra negar.

Eram umas três da tarde, a gente parou debaixo de uma árvore gigante que tampava boa parte da rua, do outro lado tinha um muro, não passava ninguém. Olhei pros dois lados, me entreguei aos deuses e falei:

Desculpa ter te feito passar por isso, e sei que a gente nunca mais vai se falar, mas preciso fazer uma coisa:

– Ainda nem tinha terminado de falar quando me joguei nela e comecei a devorar a boca dela inteira, minha língua percorreu tudo, subi e desci pelos lábios dela, minhas mãos chegaram no corpo dela antes da minha boca e prenderam ela naquela cintura perfeita, a Pele suave descoberta, pude sentir os peitos dela no meu peito, ela era um pouco mais baixa que eu, minha pica subiu em um milésimo de segundo, e minha calça não ajudava em nada a disfarçar minha ereção, que bateu bem embaixo do umbigo dela.

Ela sentiu na hora que eu tava duro, senti o corpo dela ficar vermelho ao sentir, e soltou um gemidinho quase imperceptível, que passava um certo medo. Claudia tremeu toda e, antes que ela reagisse de vez, fiz o que qualquer um com um pedaço de mulher daquele faria: cravei minhas duas mãos na bunda dela e apertei, tentando esticar meus dedos até os confins daquele rabo. Depois, separei as duas nádegas e levantei. Minha pica não aguentava mais, estávamos no meio da rua, só carros, ninguém a pé, só nós. Os automóveis passavam quase sem nos ver, um buzinou, e eu ali, comendo a bunda dela com as duas mãos, era perfeito, minhas mãos não davam conta.

Queria enfiar a pica nela ali mesmo, ela se deixou levar por uns segundos e, antes de perder minha chance, tirei a mão direita da bunda dela, afastei um pouco meu corpo, passei pelo quadril, apalpei a barriga e, antes que ela sentisse qualquer coisa, coloquei quatro dedos no meio da buceta dela, por cima da calça. O que senti foi indescritível em palavras, uma mistura de esperança, felicidade e explosão de porra quando percebi que, mesmo de jeans, Claudia estava ensopada. Minha mão direita ficou molhada com uma umidade que não encharcava, mas que arrebentava a pica, aquele cheiro de buceta delicioso. Não consegui segurar a pica, com roupa e tudo, gozei na minha calça. Mesmo assim, o melhor foi que senti Claudia tremer as pernas, fraquejar o equilíbrio, se apoiar um pouco em mim e soltar um gemido de prazer misturado com vergonha. Ela apertou meus dedos com as pernas para eu pressionar a buceta, eu sacudi duas vezes e soube que a Claudinha tinha gozado comigo no meio da rua... Uma vadiazinha de 18 anos molhada. até molhar a calça jeans dela no meio da cidade por culpa de um completo desconhecido, isso e o que ele tinha dito momentos antes conseguiu excitá-la a ponto de gozar na rua igual uma verdadeira puta, o que por dentro deu um plus na gozada dela.
Antes que ela saísse da excitação e caísse na real do que a gente tinha feito, eu me afastei e pedi desculpa, falei que nunca mais ia incomodar ela e que ela nunca mais ouviria falar de mim se fosse isso que ela quisesse...

...mas não era isso que ela queria

Espero que tenham gostado, é meu primeiro conto, e aguardo os comentários de vocês pra saber se querem a segunda parte, valeu.

1 comentários - História Universitária I

Me gustó, interesante la historia ! Ojalá subas la siguiente parte pronto. Saludos