Com o Marcos, a gente não voltou a falar do assunto até aquele sábado que ficou bem gravado na minha memória. Já tinha rolado aquele roçada inesperada com o Juan, e o Marcos, nesse meio tempo, continuou na dele, meloso, super atento, mas não tocou mais no assunto. Provavelmente tava esperando eu puxar o papo. E naquela tarde de sábado, enquanto a gente tomava alguma coisa na varanda — tava começando a fazer calor em Buenos Aires —, me deu na telha de puxar o assunto. O fato dele ter se segurado pra não tocar no assunto de novo, desde a última vez que a gente conversou, me agradou.
eu: vejo que, por sorte, passou a sua loucura de me ver com outro cara, haha
ele: de jeito nenhum, love, só tô respeitando o que você falou na última vez que a gente tocou no assunto
mas continuo louco e cada vez mais, você não faz ideia das punhetas que eu bato te vendo pelada e pensando que mais alguém pode te curtir, continuo louco??? hahaha
eu: sim, e muito louco, não acredito que você chega a bater uma pensando nisso, então é mais grave do que eu pensava, hahahaha
ele: Ana, as fantasias alimentam o casal, e essa é a minha. Você não tem fantasias eróticas além de foder comigo normalmente???
A verdade é que a conversa tava ficando estranha, porque, apesar de nunca ter tido fantasias fora do casamento, o episódio com o Juan me fez repensar minhas crenças sexuais. Duas vezes eu acordei no meio da noite, molhada e tesuda, e me via com o sorriso na cara do meu colega de trabalho. Algo tinha mudado.
eu: bom, às vezes tenho fantasias, e desde a nossa última conversa, alguma apareceu
ele: sério? sorrindo, me conta, isso me excita...
eu: nada, só pensei nessa parada de estar com outro na cama e, pra ser sincera, me deu tesão. Olha, sem pensar em ninguém em particular — menti.
ele: você não sabe a alegria que me dá, e se a gente botar em prática?
eu: você é maluco, assim, do nada? Sai na rua e propõe pra qualquer um: "Moço, passa aqui, quer comer minha mulher?? Que tá com tesão."
ele: não, não é assim, a gente conversa mais, procura a pessoa. Sei que não é fácil, mas só o fato de tô procurando ela, me excita, vai, me dá esse gostinho, a gente só vai até onde você permitir e quiser.....
eu:sei não, deixa eu pensar mais um pouco
ele:quando mais?
eu:não seja ansioso, eu digiro e te falo, e além disso nem ideia de quem seria, mentira.
ele:me veio na cabeça algum amigo meu, ou alguém da internet, você não sabe os candidatos que se oferecem.
eu: não vou pra cama com ninguém que eu não tenha total confiança, de que não é um doente, no mínimo e muito mais coisas, você sabe que sou doida por higiene. por exemplo, com qualquer um não, a gente vai vendo por enquanto, vai procurando, que tal, sem pressa
ele: do jeito que você quiser, te amo.
Como vocês podem imaginar, decidida a dar o primeiro passo, não hesitei em quem seria o candidato, claro que tinha que estudar ele bem, muito bem, parecia que sim, Juan um cara reservado, embora eu soubesse que ele tinha estado com alguma colega de trabalho, com comentários muito bons, além disso, a fofoca sempre vinha do lado delas, dele nunca nada, isso somava pontos pra ele, também somava o fato de que eu me sentia atraída fisicamente por ele, e ultimamente mais, mas claro, depois do episódio da cozinha, quase falava só o básico com ele, como qualquer mulher casada séria que se preze pra continuar sendo.
Na segunda, decidi ir vestida um pouquinho mais ousada que de costume, tipo um vestido mais justo, não muito, mas que destacava minha bunda, que como vocês podem imaginar é uma das minhas virtudes físicas. maçã deliciosa, como o Marcos chama. Cheguei e a Laura, minha colega, me avisou que eu estava diferente, resolvi inventando um aniversário de família na saída do trabalho, então me arrumava um pouco mais, mentira.
Juan na mesa dele me olhava como sempre esperando encontrar meu olhar que desde nossa briga, nunca recebia. mas naquela segunda, me propus a voltar ao que era antes, e foi assim que aconteceu.
Fui pra cozinha com toda intenção, mexendo um pouco meus quadris e passando do lado do Juan, quase roçando nele, ele percebe rápido algo diferente, e como eu imaginava, em 5 minutos ele já estava lá. A cozinha.
Ele: Não fica brava se eu disser que hoje você tá mais gostosa do que nunca?
Eu: Não fico brava, obrigada.
Ele: Podemos fazer as pazes?
Eu: Não temos o que fazer, aconteceu alguma coisa? Riso.
Ele: Qual é, Ana, você me ignora desde aquele dia, e a verdade é que me faz sentir um merda, como faço pra você me perdoar?
Eu: Não tenho nada pra te perdoar, já esqueci, tá tudo bem.
Ele: Tá falando sério? Já alegrou meu dia.
Eu: Ainda tá namorando?
Ele: Com a Marisa? Terminei faz três meses, uma histérica, kkkk.
Eu: Sweetie, você é terrível, gosta de todas, na sua idade é normal, faz bem, aproveita.
Ele: Eu aproveitaria se tivesse alguma chance com você, que é a mais gostosa de todas e sabe que me deixa louco.
Eu: Viu, não pode dar confiança, kkkk.
Ele: É assim, é o que sinto, me desculpa, sei que você é casada, mas tento não olhar muito pra você, e principalmente hoje, porque aquela noite eu bati uma (são dois pensamentos).
Eu: Seu porquinho, vai ver você fala a mesma coisa pra todas.
Ele: Juro que não, Ana, sei que não tenho chance com você, porque você é uma gatinha muito séria, mas é a verdade, fico feliz que não levou a mal, gosto muito de você, talvez seja porque passamos tantas horas juntos, sei lá, me desculpa, não vou continuar.
Eu: Isso é normal, a gente passa mais tempo no trabalho do que em casa, bom, vamos ficar como bons amigos, que acha?
Ele: Nem uma aproximação? Adoraria sentir você perto.
Eu: Você é maluco e um porquinho.
Ele: Você não sabe o porco que posso ser, essa bunda me deixa louco, me excita pra caralho...
Ele começou a se aproximar, quase em cima de mim, sentia o perfume dele, masculino, já quase não resistia, e pra piorar, ele tava com a barba de uns dias, ficava terrivelmente sedutor. Viu que eu não resistia, me pegou pela cintura e me deu um beijo suave, mas lindo. Me afastei rápido, como se fosse repreendê-lo, devia ter dado um tapa na cara dele, não fiz nada disso, fugi dos braços dele, podia acontecer qualquer coisa, ele já tinha me pegado, eu tinha que fugir.
Continua...
eu: vejo que, por sorte, passou a sua loucura de me ver com outro cara, haha
ele: de jeito nenhum, love, só tô respeitando o que você falou na última vez que a gente tocou no assunto
mas continuo louco e cada vez mais, você não faz ideia das punhetas que eu bato te vendo pelada e pensando que mais alguém pode te curtir, continuo louco??? hahaha
eu: sim, e muito louco, não acredito que você chega a bater uma pensando nisso, então é mais grave do que eu pensava, hahahaha
ele: Ana, as fantasias alimentam o casal, e essa é a minha. Você não tem fantasias eróticas além de foder comigo normalmente???
A verdade é que a conversa tava ficando estranha, porque, apesar de nunca ter tido fantasias fora do casamento, o episódio com o Juan me fez repensar minhas crenças sexuais. Duas vezes eu acordei no meio da noite, molhada e tesuda, e me via com o sorriso na cara do meu colega de trabalho. Algo tinha mudado.
eu: bom, às vezes tenho fantasias, e desde a nossa última conversa, alguma apareceu
ele: sério? sorrindo, me conta, isso me excita...
eu: nada, só pensei nessa parada de estar com outro na cama e, pra ser sincera, me deu tesão. Olha, sem pensar em ninguém em particular — menti.
ele: você não sabe a alegria que me dá, e se a gente botar em prática?
eu: você é maluco, assim, do nada? Sai na rua e propõe pra qualquer um: "Moço, passa aqui, quer comer minha mulher?? Que tá com tesão."
ele: não, não é assim, a gente conversa mais, procura a pessoa. Sei que não é fácil, mas só o fato de tô procurando ela, me excita, vai, me dá esse gostinho, a gente só vai até onde você permitir e quiser.....
eu:sei não, deixa eu pensar mais um pouco
ele:quando mais?
eu:não seja ansioso, eu digiro e te falo, e além disso nem ideia de quem seria, mentira.
ele:me veio na cabeça algum amigo meu, ou alguém da internet, você não sabe os candidatos que se oferecem.
eu: não vou pra cama com ninguém que eu não tenha total confiança, de que não é um doente, no mínimo e muito mais coisas, você sabe que sou doida por higiene. por exemplo, com qualquer um não, a gente vai vendo por enquanto, vai procurando, que tal, sem pressa
ele: do jeito que você quiser, te amo.
Como vocês podem imaginar, decidida a dar o primeiro passo, não hesitei em quem seria o candidato, claro que tinha que estudar ele bem, muito bem, parecia que sim, Juan um cara reservado, embora eu soubesse que ele tinha estado com alguma colega de trabalho, com comentários muito bons, além disso, a fofoca sempre vinha do lado delas, dele nunca nada, isso somava pontos pra ele, também somava o fato de que eu me sentia atraída fisicamente por ele, e ultimamente mais, mas claro, depois do episódio da cozinha, quase falava só o básico com ele, como qualquer mulher casada séria que se preze pra continuar sendo.
Na segunda, decidi ir vestida um pouquinho mais ousada que de costume, tipo um vestido mais justo, não muito, mas que destacava minha bunda, que como vocês podem imaginar é uma das minhas virtudes físicas. maçã deliciosa, como o Marcos chama. Cheguei e a Laura, minha colega, me avisou que eu estava diferente, resolvi inventando um aniversário de família na saída do trabalho, então me arrumava um pouco mais, mentira.
Juan na mesa dele me olhava como sempre esperando encontrar meu olhar que desde nossa briga, nunca recebia. mas naquela segunda, me propus a voltar ao que era antes, e foi assim que aconteceu.
Fui pra cozinha com toda intenção, mexendo um pouco meus quadris e passando do lado do Juan, quase roçando nele, ele percebe rápido algo diferente, e como eu imaginava, em 5 minutos ele já estava lá. A cozinha.
Ele: Não fica brava se eu disser que hoje você tá mais gostosa do que nunca?
Eu: Não fico brava, obrigada.
Ele: Podemos fazer as pazes?
Eu: Não temos o que fazer, aconteceu alguma coisa? Riso.
Ele: Qual é, Ana, você me ignora desde aquele dia, e a verdade é que me faz sentir um merda, como faço pra você me perdoar?
Eu: Não tenho nada pra te perdoar, já esqueci, tá tudo bem.
Ele: Tá falando sério? Já alegrou meu dia.
Eu: Ainda tá namorando?
Ele: Com a Marisa? Terminei faz três meses, uma histérica, kkkk.
Eu: Sweetie, você é terrível, gosta de todas, na sua idade é normal, faz bem, aproveita.
Ele: Eu aproveitaria se tivesse alguma chance com você, que é a mais gostosa de todas e sabe que me deixa louco.
Eu: Viu, não pode dar confiança, kkkk.
Ele: É assim, é o que sinto, me desculpa, sei que você é casada, mas tento não olhar muito pra você, e principalmente hoje, porque aquela noite eu bati uma (são dois pensamentos).
Eu: Seu porquinho, vai ver você fala a mesma coisa pra todas.
Ele: Juro que não, Ana, sei que não tenho chance com você, porque você é uma gatinha muito séria, mas é a verdade, fico feliz que não levou a mal, gosto muito de você, talvez seja porque passamos tantas horas juntos, sei lá, me desculpa, não vou continuar.
Eu: Isso é normal, a gente passa mais tempo no trabalho do que em casa, bom, vamos ficar como bons amigos, que acha?
Ele: Nem uma aproximação? Adoraria sentir você perto.
Eu: Você é maluco e um porquinho.
Ele: Você não sabe o porco que posso ser, essa bunda me deixa louco, me excita pra caralho...
Ele começou a se aproximar, quase em cima de mim, sentia o perfume dele, masculino, já quase não resistia, e pra piorar, ele tava com a barba de uns dias, ficava terrivelmente sedutor. Viu que eu não resistia, me pegou pela cintura e me deu um beijo suave, mas lindo. Me afastei rápido, como se fosse repreendê-lo, devia ter dado um tapa na cara dele, não fiz nada disso, fugi dos braços dele, podia acontecer qualquer coisa, ele já tinha me pegado, eu tinha que fugir.
Continua...
1 comentários - Meus Dois Maridos II