—Para de pensar como mãe, caralho! Aqui pensa como mulher... ou como women, melhor.
—Claro, porque eu tenho um chip, troco e pronto! Fala sério, mano, gastou essa grana toda pra isso?
Descemos do carro numa chácara nos arredores de Buenos Aires, piscina, música alta, bar de drinks e ambiente liberal, ou seja, gente que você não conhece pelada e alguns fodendo... em vez de me excitar, tô pensando que com a mesma grana a gente ia passar um fim de semana na praia com os guris... ou um monte de jogos de Play ou... me sentia ridícula, vestida como pra um casamento no meio de um monte de gostosas peladas que eram um tesão (o Pablo vai ficar com torcicolo de tanto virar o pescoço pra babar... me irrita um pouco, mas tento não demonstrar). Fazemos o que tem que fazer, chegar no bar e pedir dois drinks. O povo se amontoava e eu fiquei do lado de uma mina (claramente bêbada) de peitos de fora, era muito linda, reparei que ela tinha grama no cabelo, certeza que era de algum rala e rola. Minha cabeça já tava pensando no quão pouco higiênico era transar na grama, quando a mina perdeu o equilíbrio e caiu em cima de mim... quase não consegui segurar ela (de salto na grama foi uma acrobacia).
—Valeu, gostosa — ela disse, e me deu um beijinho antes que eu pudesse reagir.
—Ah, tá bom — meu marido vinha com os drinks e viu a cena, fiquei vermelha que nem um tomate, nunca tinha beijado uma mulher. — A gente se apresenta?
—Já nem lembro meu nome, você tem uma mulher muito gata, cuida bem dela — ela falou e foi pra frente pedir um drink. Fiquei excitada, depois do Daiquiri mais ainda.
Entramos na casa e lá dentro tinha muito mais ação, quase todo mundo transando... foi porno demais pra mim e, puxando pelo braço, tirei o Pablo de volta pro parque.
—O que foi? Tava entrando no clima!
—Já sei, tarado, mas rápido demais pra mim! Melhor a gente entrar no labirinto.
O labirinto de ligustros iluminado por tochas era bem romântico e me deixava mais no clima, entramos sem ver ninguém. Ninguém, e caminhamos um bom pedaço, risadas e gemidos chegavam pra gente igual. Num momento, entre a fresta dos arbustos, vi uma mulher de joelhos chupando dois caras. Meu marido também tava vendo, hipnotizado, e sussurrou pra mim:
—Você faria?
Não respondi nada, só fiquei olhando, e a excitação me dominou. Pus a mão na calça dele e senti que ele tava prestes a explodir. Tirei a mão e, enquanto continuávamos vendo, comecei a punhetar ele. A mulher agora montava um e continuava chupando o outro. Na luz das tochas, era o espetáculo mais erótico que eu já tinha visto. Levantei o vestido e, correndo, mal encostei a calcinha fio-dental na pica do Pablo. Tava tão molhada que entrou sem dificuldade... Ele balançava dentro de mim com o olhar fixo na cena que a gente via. As mãos dele amassavam meus peitos, minha cintura, me punhetaram e eu explodi barulhentamente. Quando abri os olhos, do outro lado não tinha mais ninguém. Olhei pro Pablo, estranhando:
—Quando foram embora? A gente fez muito barulho?
Ele deu de ombros e quis continuar me comendo, mas eu vi um homem sozinho chegando.
—Para, que vem alguém — arrumei o vestido e me apressei em virar numa curva do labirinto. O cara que vinha atrás da gente nos chamou:
—Oi, desculpa incomodar, mas resgatei uma garrafa de champanhe e beber sozinho vai me deixar fora de combate. A gente divide? — disse o cara rosto quebrado, olhando pro Pablo.
—Valeu, mas melhor não — consegui falar.
—Claro, Pablo, prazer — e ele apertou a mão.
—Esteban, às ordens — e me deu um beijo na mão, estilo cavalheiro. Devo ter ficado vermelha de novo, porque os dois riram. Como não tinha copos, beberam na boca da garrafa. Eles sem problemas, eu derrubei um pouco e um fiozinho escorreu pelo meu pescoço. Pablo se aproximou e passou a língua no rastro da bebida. Uma eletricidade percorreu meu corpo todo, e eu senti como minha calcinha fio-dental ficava encharcada. Esteban pegou a garrafa:
—Eu também quero, com licença — me deu na boca da garrafa e me beijou de língua... Agora sim, eu tava voando. Derramou no meu decote e os dois se enfiaram ali. a chupar minhas tetas, me desmontaram, todos os meus preconceitos caíram e um animal no cio se libertou. Tirei os paus das calças deles e, ajoelhada, dei uma chupada digna do pornô mais pesado enquanto me despia. Quando fiquei pelada, levantei e nos beijamos, com certeza o gosto de cock na minha boca explodiu a cabeça do Pablo. Esteban me olhava todo tesudo e eu me senti uma deusa nua sob a lua. Mandei ele deitar na grama e montei nele com gosto. Em vinte anos ninguém me comeu além do Pablo, e agora eu montava um desconhecido à luz da lua. A cada quatro ou cinco sentadas, minha pussy explodia. Tremendo, pedi pro meu marido se aproximar e aproveitei o prazer duplo de ter os dois dentro de mim. Ouvi barulhos atrás dos arbustos, alguém me olhava fuck e decidi dar um belo espetáculo. Aumentei a força com que o Esteban me enfiava e apertei os lábios pro Pablo gozar. Quase ao mesmo tempo, me encheram de cum, o da boca deixei escorrer pelo queixo, e me esfreguei bem no cock meio morto, deixando o cum escorrer (essa sensação é única). Levantei apressada, falei pros dois me levarem pra dentro do casarão, a noite tava só começando, e acenei pra mãe que olhava toda tesuda e assustada do outro lado da cerca de ligustro.
—Claro, porque eu tenho um chip, troco e pronto! Fala sério, mano, gastou essa grana toda pra isso?
Descemos do carro numa chácara nos arredores de Buenos Aires, piscina, música alta, bar de drinks e ambiente liberal, ou seja, gente que você não conhece pelada e alguns fodendo... em vez de me excitar, tô pensando que com a mesma grana a gente ia passar um fim de semana na praia com os guris... ou um monte de jogos de Play ou... me sentia ridícula, vestida como pra um casamento no meio de um monte de gostosas peladas que eram um tesão (o Pablo vai ficar com torcicolo de tanto virar o pescoço pra babar... me irrita um pouco, mas tento não demonstrar). Fazemos o que tem que fazer, chegar no bar e pedir dois drinks. O povo se amontoava e eu fiquei do lado de uma mina (claramente bêbada) de peitos de fora, era muito linda, reparei que ela tinha grama no cabelo, certeza que era de algum rala e rola. Minha cabeça já tava pensando no quão pouco higiênico era transar na grama, quando a mina perdeu o equilíbrio e caiu em cima de mim... quase não consegui segurar ela (de salto na grama foi uma acrobacia).
—Valeu, gostosa — ela disse, e me deu um beijinho antes que eu pudesse reagir.
—Ah, tá bom — meu marido vinha com os drinks e viu a cena, fiquei vermelha que nem um tomate, nunca tinha beijado uma mulher. — A gente se apresenta?
—Já nem lembro meu nome, você tem uma mulher muito gata, cuida bem dela — ela falou e foi pra frente pedir um drink. Fiquei excitada, depois do Daiquiri mais ainda.
Entramos na casa e lá dentro tinha muito mais ação, quase todo mundo transando... foi porno demais pra mim e, puxando pelo braço, tirei o Pablo de volta pro parque.
—O que foi? Tava entrando no clima!
—Já sei, tarado, mas rápido demais pra mim! Melhor a gente entrar no labirinto.
O labirinto de ligustros iluminado por tochas era bem romântico e me deixava mais no clima, entramos sem ver ninguém. Ninguém, e caminhamos um bom pedaço, risadas e gemidos chegavam pra gente igual. Num momento, entre a fresta dos arbustos, vi uma mulher de joelhos chupando dois caras. Meu marido também tava vendo, hipnotizado, e sussurrou pra mim:
—Você faria?
Não respondi nada, só fiquei olhando, e a excitação me dominou. Pus a mão na calça dele e senti que ele tava prestes a explodir. Tirei a mão e, enquanto continuávamos vendo, comecei a punhetar ele. A mulher agora montava um e continuava chupando o outro. Na luz das tochas, era o espetáculo mais erótico que eu já tinha visto. Levantei o vestido e, correndo, mal encostei a calcinha fio-dental na pica do Pablo. Tava tão molhada que entrou sem dificuldade... Ele balançava dentro de mim com o olhar fixo na cena que a gente via. As mãos dele amassavam meus peitos, minha cintura, me punhetaram e eu explodi barulhentamente. Quando abri os olhos, do outro lado não tinha mais ninguém. Olhei pro Pablo, estranhando:
—Quando foram embora? A gente fez muito barulho?
Ele deu de ombros e quis continuar me comendo, mas eu vi um homem sozinho chegando.
—Para, que vem alguém — arrumei o vestido e me apressei em virar numa curva do labirinto. O cara que vinha atrás da gente nos chamou:
—Oi, desculpa incomodar, mas resgatei uma garrafa de champanhe e beber sozinho vai me deixar fora de combate. A gente divide? — disse o cara rosto quebrado, olhando pro Pablo.
—Valeu, mas melhor não — consegui falar.
—Claro, Pablo, prazer — e ele apertou a mão.
—Esteban, às ordens — e me deu um beijo na mão, estilo cavalheiro. Devo ter ficado vermelha de novo, porque os dois riram. Como não tinha copos, beberam na boca da garrafa. Eles sem problemas, eu derrubei um pouco e um fiozinho escorreu pelo meu pescoço. Pablo se aproximou e passou a língua no rastro da bebida. Uma eletricidade percorreu meu corpo todo, e eu senti como minha calcinha fio-dental ficava encharcada. Esteban pegou a garrafa:
—Eu também quero, com licença — me deu na boca da garrafa e me beijou de língua... Agora sim, eu tava voando. Derramou no meu decote e os dois se enfiaram ali. a chupar minhas tetas, me desmontaram, todos os meus preconceitos caíram e um animal no cio se libertou. Tirei os paus das calças deles e, ajoelhada, dei uma chupada digna do pornô mais pesado enquanto me despia. Quando fiquei pelada, levantei e nos beijamos, com certeza o gosto de cock na minha boca explodiu a cabeça do Pablo. Esteban me olhava todo tesudo e eu me senti uma deusa nua sob a lua. Mandei ele deitar na grama e montei nele com gosto. Em vinte anos ninguém me comeu além do Pablo, e agora eu montava um desconhecido à luz da lua. A cada quatro ou cinco sentadas, minha pussy explodia. Tremendo, pedi pro meu marido se aproximar e aproveitei o prazer duplo de ter os dois dentro de mim. Ouvi barulhos atrás dos arbustos, alguém me olhava fuck e decidi dar um belo espetáculo. Aumentei a força com que o Esteban me enfiava e apertei os lábios pro Pablo gozar. Quase ao mesmo tempo, me encheram de cum, o da boca deixei escorrer pelo queixo, e me esfreguei bem no cock meio morto, deixando o cum escorrer (essa sensação é única). Levantei apressada, falei pros dois me levarem pra dentro do casarão, a noite tava só começando, e acenei pra mãe que olhava toda tesuda e assustada do outro lado da cerca de ligustro.
13 comentários - Pensamento de mãe
Me encantó el relato!!!
me quede con ganas de mas!!!
que calentura me agarre y que ganas de agarrarte desnuda bajo la luna!
buenisimo!!