Olá, pessoal! Aqui vou contar uma sequência inesperada que acabou em um ménage e estreia.
Isso aconteceu quando eu tinha 18 anos. Na época, eu namorava uma morena, a Pato, que era colega de colégio.
Uma mina simples, peitão era o atributo que se destacava nela.
Às vezes, ela saía com a amiga Vane, uma loira gostosa, magrinha, linda, e um amigo gay, o Dario, pra dançar ou ir pro pool.
Numa dessas noites, ela me ligou umas 2h30/3h da manhã perguntando se eu podia ir buscá-las, porque estavam meio bebadas — era o aniversário da Vane, uns dias antes.
Não me incomodei, já que tava vendo um filme repetido. Quando cheguei no lugar, vi as duas morrendo de rir, abraçadas, zuando tudo que se mexia, e o Dario abraçado num poste (imagina, haha).
Coloquei o Dario no banco de trás, a Vane do lado, e minha namorada na frente. Arranquei pra casa dela. Minha namorada apagou, olhei pro Dario e ele continuava na mesma. Quando olhei pra Vane, ela tava toda largada, com as pernas abertas.
Que vista linda! Um fio dental sumido entre os lábios dela. Ajeitei melhor o espelho e reduzi a velocidade.
Parei pra comprar cigarros e fingi que tava procurando o isqueiro entre os bancos pra chegar mais perto. Nisso, ela acordou e, com cara de nada, só olhou e fechou as pernas.
Quando cheguei, ajudei minha namorada e deixei ela no sofá. Voltei pra pegar o Dario, que já tava parecendo um saco de batatas, e fui buscar a Vane. Ela tinha se esticado no meio tempo que desci o Dario.
Fingindo que tava ajudando, ajeitei o vestido dela, aproveitando pra passar a mão naquela bunda e em tudo que desse (naquela idade, eu era muito punheteiro). Nisso, mão pra cá, mão pra lá, ela meio que acordou e deu uma risada. Fechei o carro e abracei ela pra ajudar a andar, e ela disse: "Vai deixar meu vestido parecendo touca de bola?"
"Relaxa, voltei mais devagar", falei, acariciando, e escapou um "mm mm" dela.
"Valeu, camisinha, eu gosto, mas tira a mão", ela falou.
Entramos, e minha namorada tava tirando a calça, de sutiã, de olhos fechados, e me disse: "Me traz um short pra dormir."
Voltei com dois e deixei pra ela. Ajudei o Dario a improvisar um sofá-cama e fui pegar um. Cerveja, Van e no banheiro e minha mina sem sutiã e a camiseta pela metade, deixei só a luz de um abajur e montei o outro sofá pra Van e.
Nós no sofá do meio, que era o grande, deixei minha mina com os peitos de fora e eu pelado, mas com um lençol até a cintura.
Quando ouvi a porta do banheiro, me ajeitei e comecei a acariciar os peitos da Pato. Ela se deitou olhando pra gente. Enquanto chupava aqueles bicos, ela começou a gemer baixinho e soltou: "traz ela pra mim". Levantei e me posicionei pra que a Vea (Pato) nunca abriu os olhos, só fez a boca dizendo "o", e eu comi a boca dela devagar.
Em minutos, vi ela começar a se tocar disfarçadamente. Parei e tive que sair porque o cachorro não parava de latir. Quando voltei, a Vane estava se cobrindo com o lençol, mas notei que a camiseta que eu tinha dado pra ela estava no chão.
Rápido, fiquei pelado e descobri a Pato, tirei a calcinha fio dental e comecei a chupar ela. Ela começou a se mexer e, com o olhar na Vane, devagar foi puxando o lençol dela pra trás. Quando chegou na metade da barriga, parei e fui meter, já perdendo a esperança, me concentrei no meu.
Em minutos, ela se virou e, com o giro, ficou de bruços, raba pro alto e a mão pendurada, palma pra cima.
Na hora, virei a Pato, levantei a bunda dela como se fosse estacionar, deixei minhas bolas na mão dela e fiz ela acariciar do tronco até o cu várias vezes. Mesmo assim, ela não moveu um dedo. Virei a Pato de novo e descarreguei todo o leite nos peitos dela. Quando sentei, ia ligar o ventilador e no caminho derrubei a mesinha de centro.
Joguei tudo rápido, me virei e nada, nenhum sinal. Elas estavam apagadas. Foi aí que me arrisquei.
Voltei e, com a ponta dos dedos, separei as nádegas da Vane. Ela sozinha ajudou, abrindo as pernas. Só vi aquele buraco e ela já ficou dura. Brinquei suave com a língua e ouvi a Dari tentar se levantar, com certeza pra ir ao banheiro.
Mandei um puta pra dentro e me joguei. Demorei tanto que acabei dormindo.
Horas depois, senti alguém chupando meu pau, muito gostoso. Não queria abrir os olhos e a Pato me diz: "te incomoda se eu ajudar de novo? Língua?
Falei: "Fica tranquila"
Pato, fecha os olhos e aproveita
Eu não paro, pelo amor de Deus
Pato sobe e começa a me comer, nisso sinto a língua nos meus ovos, se movendo rápido
Pato avisa antes de gozar
Eu: "Agora vem"
Pato: "Fica assim" – ele se levantou e eu senti duas línguas brincando com minha pica e, antes de soltar a porra fervendo, abri os olhos e a segunda língua era do Dari.
Não acreditei quando saíram dois jatos potentes.
Eles continuaram como se nada, e eu, todo confuso.
Reconheço que gostei, e muito, mas mesmo assim nunca mais repetimos.
Espero que tenham gostado, e se alguém já passou por algo assim, adoraria saber.
Até o próximo relato.
Salve, poringeros e poringeras, pra todo mundo.
Isso aconteceu quando eu tinha 18 anos. Na época, eu namorava uma morena, a Pato, que era colega de colégio.
Uma mina simples, peitão era o atributo que se destacava nela.
Às vezes, ela saía com a amiga Vane, uma loira gostosa, magrinha, linda, e um amigo gay, o Dario, pra dançar ou ir pro pool.
Numa dessas noites, ela me ligou umas 2h30/3h da manhã perguntando se eu podia ir buscá-las, porque estavam meio bebadas — era o aniversário da Vane, uns dias antes.
Não me incomodei, já que tava vendo um filme repetido. Quando cheguei no lugar, vi as duas morrendo de rir, abraçadas, zuando tudo que se mexia, e o Dario abraçado num poste (imagina, haha).
Coloquei o Dario no banco de trás, a Vane do lado, e minha namorada na frente. Arranquei pra casa dela. Minha namorada apagou, olhei pro Dario e ele continuava na mesma. Quando olhei pra Vane, ela tava toda largada, com as pernas abertas.
Que vista linda! Um fio dental sumido entre os lábios dela. Ajeitei melhor o espelho e reduzi a velocidade.
Parei pra comprar cigarros e fingi que tava procurando o isqueiro entre os bancos pra chegar mais perto. Nisso, ela acordou e, com cara de nada, só olhou e fechou as pernas.
Quando cheguei, ajudei minha namorada e deixei ela no sofá. Voltei pra pegar o Dario, que já tava parecendo um saco de batatas, e fui buscar a Vane. Ela tinha se esticado no meio tempo que desci o Dario.
Fingindo que tava ajudando, ajeitei o vestido dela, aproveitando pra passar a mão naquela bunda e em tudo que desse (naquela idade, eu era muito punheteiro). Nisso, mão pra cá, mão pra lá, ela meio que acordou e deu uma risada. Fechei o carro e abracei ela pra ajudar a andar, e ela disse: "Vai deixar meu vestido parecendo touca de bola?"
"Relaxa, voltei mais devagar", falei, acariciando, e escapou um "mm mm" dela.
"Valeu, camisinha, eu gosto, mas tira a mão", ela falou.
Entramos, e minha namorada tava tirando a calça, de sutiã, de olhos fechados, e me disse: "Me traz um short pra dormir."
Voltei com dois e deixei pra ela. Ajudei o Dario a improvisar um sofá-cama e fui pegar um. Cerveja, Van e no banheiro e minha mina sem sutiã e a camiseta pela metade, deixei só a luz de um abajur e montei o outro sofá pra Van e.
Nós no sofá do meio, que era o grande, deixei minha mina com os peitos de fora e eu pelado, mas com um lençol até a cintura.
Quando ouvi a porta do banheiro, me ajeitei e comecei a acariciar os peitos da Pato. Ela se deitou olhando pra gente. Enquanto chupava aqueles bicos, ela começou a gemer baixinho e soltou: "traz ela pra mim". Levantei e me posicionei pra que a Vea (Pato) nunca abriu os olhos, só fez a boca dizendo "o", e eu comi a boca dela devagar.
Em minutos, vi ela começar a se tocar disfarçadamente. Parei e tive que sair porque o cachorro não parava de latir. Quando voltei, a Vane estava se cobrindo com o lençol, mas notei que a camiseta que eu tinha dado pra ela estava no chão.
Rápido, fiquei pelado e descobri a Pato, tirei a calcinha fio dental e comecei a chupar ela. Ela começou a se mexer e, com o olhar na Vane, devagar foi puxando o lençol dela pra trás. Quando chegou na metade da barriga, parei e fui meter, já perdendo a esperança, me concentrei no meu.
Em minutos, ela se virou e, com o giro, ficou de bruços, raba pro alto e a mão pendurada, palma pra cima.
Na hora, virei a Pato, levantei a bunda dela como se fosse estacionar, deixei minhas bolas na mão dela e fiz ela acariciar do tronco até o cu várias vezes. Mesmo assim, ela não moveu um dedo. Virei a Pato de novo e descarreguei todo o leite nos peitos dela. Quando sentei, ia ligar o ventilador e no caminho derrubei a mesinha de centro.
Joguei tudo rápido, me virei e nada, nenhum sinal. Elas estavam apagadas. Foi aí que me arrisquei.
Voltei e, com a ponta dos dedos, separei as nádegas da Vane. Ela sozinha ajudou, abrindo as pernas. Só vi aquele buraco e ela já ficou dura. Brinquei suave com a língua e ouvi a Dari tentar se levantar, com certeza pra ir ao banheiro.
Mandei um puta pra dentro e me joguei. Demorei tanto que acabei dormindo.
Horas depois, senti alguém chupando meu pau, muito gostoso. Não queria abrir os olhos e a Pato me diz: "te incomoda se eu ajudar de novo? Língua?
Falei: "Fica tranquila"
Pato, fecha os olhos e aproveita
Eu não paro, pelo amor de Deus
Pato sobe e começa a me comer, nisso sinto a língua nos meus ovos, se movendo rápido
Pato avisa antes de gozar
Eu: "Agora vem"
Pato: "Fica assim" – ele se levantou e eu senti duas línguas brincando com minha pica e, antes de soltar a porra fervendo, abri os olhos e a segunda língua era do Dari.
Não acreditei quando saíram dois jatos potentes.
Eles continuaram como se nada, e eu, todo confuso.
Reconheço que gostei, e muito, mas mesmo assim nunca mais repetimos.
Espero que tenham gostado, e se alguém já passou por algo assim, adoraria saber.
Até o próximo relato.
Salve, poringeros e poringeras, pra todo mundo.
4 comentários - Trio inesperado e gostoso