CONTINUAÇÃO.
Pra dar um foco maior na nossa vida agora, vou fazer uma descrição atual. A Juli tá perto de fazer 30 anos e eu, Javi, acabei de fazer. Os dois formados na faculdade. A Juli trabalha numa multinacional, é tipo uma secretária com um salário bom. Eu sou profissional autônomo. Pra decepção dos leitores talvez, o rolê a três com o Rober acabou há alguns anos. A verdadeira razão de termos parado com nossas práticas foi basicamente da Juli, ela quis cortar tudo pra tentar ter uma vida de casal normal, só nós dois. A gente tava tão viciado nos menages que, por mim, rolava umas propostas mais ousadas que ela não topou, e como a gente se ama muito, ela decidiu que era melhor pro casal deixar essa parte da nossa vida como uma lembrança gostosa, tudo contra minha vontade. A decisão de contar nossa história foi basicamente minha, na esperança de que os comentários e propostas do Poringa acendessem de novo a chama da minha mina, mas até agora só divertiu ela, não passou disso. A Juli lê cada comentário e de vez em quando conversa com algum Poringa boy. Mas os planos dela são outros, agora ela quer ser mãe, então descartou qualquer encontro extra. Quanto ao Rober, ele tá namorando e tem um filho, não sabe que a gente publicou a história. Ele vem direto em casa com a família ou sozinho, e já fez comentários sobre repetir a dose, mas entre risadas a Juli nega qualquer possibilidade. No máximo, passa a mão na bunda dela quando cumprimenta com um beijo no rosto.
Voltando ao nosso passado lindo, com o tempo, a Juli e eu sentíamos tanta necessidade de ter um lugar só nosso que decidimos conversar especialmente com os pais dela pra contar nossas preocupações. Tínhamos que fazer isso com cuidado, já que os pais dela ainda tratavam a Juli como se fosse uma criança. Neném. A Juli já tinha 24 anos, mas pra eles ela continuava sendo a bebezinha deles. A gente conversou com o Jorge e a Paula, falando que tava morrendo de vontade de testar a convivência entre nós dois. A notícia não foi tão boa pra eles, pra ser sincero, foi um balde de água fria pros dois. Eles ficaram sérios quando ouviram a gente e depois começaram com o papo de qual era a necessidade?... se na casa deles a gente tinha tudo, que eles não eram pais intrometidos e essas coisas. E a real era essa, meus sogros são bem modernos no relacionamento com a filha. Pra vocês terem uma ideia, foi a Paula quem começou com o assunto de que a Juli devia ir no ginecologista mais vezes, principalmente pelos cuidados na hora de transar comigo, e foi aí que a Juli começou a tomar anticoncepcional. Depois de uma longa conversa, eles se convenceram meio sem vontade, mas aceitaram depois das insistências apavorantes da princesinha deles. Quem botou todas as condições foi o Jorge: ele queria que a gente ficasse o mais perto possível da casa deles. Então, nos dias seguintes, ele mesmo tratou de buscar várias opções de aluguel perto da casa deles. Pouco tempo depois, a gente escolheu entre as possibilidades que meu sogro trouxe uma casa muito linda, a só quatro quadras da casa deles. Era uma casa meio grande pra nós dois, a gente teria se virado com uma menor, mas o Jorge dizia que a Juli tava acostumada com ambientes amplos e teve que me ajudar financeiramente um pouco com os gastos iniciais do aluguel. Meus pais estavam encantados de ver o filho tão bem estabelecido, tanto no trabalho quanto no amor. Mais ainda, meus pais já estavam falando que eu tinha que dar um neto pra eles, ideia que tava longe de mim naquela idade.
Em apenas um mês, eu e a Juli já estávamos morando juntos. Imaginem como a gente tava feliz. A casa era linda, moderna, dois quartos, uma cozinha-sala de estar-sala de jantar num espaço só e enorme, garagem pro carro, e quintal com churrasqueira e um quiosque. Eu tava vivendo um sonho verdadeiro. Os primeiros dias foram de transar quase todo dia, em todos os cantos da casa, a gente adorava ficar sozinho. A mãe e o pai da Juli tinham contato diário com a princesinha deles, se não passavam um tempo tomando mate, ligavam no telefone, pra falar a verdade a Juli também curtia a companhia, principalmente da Paula, elas eram muito parceiras e amigas, e o fato de se separar do dia pra noite fazia com que essa transição fosse levada e assumida desse jeito.
O tempo que passou desde o relato anterior até o momento em que fomos morar juntos, foi de repetir os menages com intervalos de meses. A gente traz eles pra história porque toda vez que algo rolava era parecido nas sequências, vários e vários casais passaram pelas nossas vidas, onde o Rober se cansava de arrebentar a buceta da minha mina, e de tanta prática a gente tinha encontrado um jeito de dupla penetração que a Juli curtia mais do que sentia dor. A gente não conta cada encontro porque não quer repetir as histórias, e só contar as que achamos mais interessantes pra vocês.
Voltando à boa nova, ter esse lugar novo pra gente, vocês imaginam o que causou na história taboo, o Rober já não tava mais naquela relação de amizade colorida com a Lore, eles tinham decidido cortar essa parada principalmente porque a Lore queria algo mais sério com ele e ele não tava afim de compromisso, foi difícil no começo, mas com o passar de uns meses eles conseguiram se ver de novo como amigos, e um tempo depois a Lore começou um relacionamento sério com um cara novo. O Rober continuava sozinho, a gente costumava sair com outros amigos em grupos de várias pessoas, mas ter casa própria com o tempo fez com que os menages entre o Rober, a Juli e eu se intensificassem. Se a gente saía nos fins de semana, certeza que terminava em casa transando os três, às vezes também rolava alguma coisa durante a semana e até o Rober dormia aqui de vez em quando. Pelo menos uma vez por semana a Juli comia duas picas ao mesmo tempo. Eu tinha Encontrei esse novo tesão de deixar eles sozinhos em algumas gozadas, onde eu batia uma sendo um espectador VIP de como meu amigo comia minha namorada do jeito que ele queria, adorava ver ela com outro pau, coisa que eu curtia pra caralho batendo uma em cada cena. Pra vocês entenderem bem, o Rober só esperava nosso sinal e se a gente propunha algo, era só ir pra casa e pronto. A situação tinha simplificado nos cuidados, já tínhamos lugar, e nossa relação entre os três era de tanta amizade que ninguém, mas ninguém desconfiava de nos ver juntos a qualquer hora. Podia rolar do Rober passar todas as tardes em casa pra tomar uma cerveja depois do trabalho, e não acontecer nada, e ele também não mostrar nenhuma intenção de fazer algo. A verdade é que tudo estava totalmente estabelecido. Ninguém que nos visse juntos podia imaginar o que a gente fazia na intimidade, principalmente porque pra fora eu era um senhor inglês, a Juli uma verdadeira dama fina, patricinha e delicada, e o Rober um brotherzão.
Pra falar um pouco da Juli, ela tinha engordado uns dois ou três quilinhos desde que a conheci, por causa de uma particularidade nela: ela adora comer, hehe... segundo ela, tem alma de gordinha (sem intenção de ofender ninguém nem discriminar). O fato de morarmos juntos fazia a gente curtir as comidas que mais gostávamos, imaginem que a Juli não era uma grande cozinheira, então o telefone do delivery era uma ferramenta essencial nas nossas vidas. Segundo ela, tava gorda, mas imaginem que 51 quilos distribuídos em pouco mais de um metro e sessenta de altura tava longe disso, eu via ela linda como sempre, com os peitos um pouco mais inchados e uma rabeta maior, abdômen sem marca mas reto, uma putaria de curvas e carne. Ela não trabalhava, só estudava na faculdade, os pais dela, apesar da minha recusa, costumavam dar dinheiro pra todos os gostos dela, eu dizia que agora essa responsabilidade era minha. obrigação, mas não podia fazer nada a respeito. Os pais dela praticamente pagavam um salário parecido com o meu, então problemas financeiros não existiam na nossa vida. A vida dela era estudar três tardes por semana e, de manhã, duas horas de academia. Ela visitava aqueles lugares clássicos de beleza feminina com a mãe: massagens, cremes, eletrodos, cabeleireiro. Tava acostumada com aquela vida de grana boa. Do meu lado, eu também tinha começado a fazer faculdade, coisa que nunca tinha passado pela minha cabeça, mas a maturidade foi caindo nos meus neurônios e me deu vontade de estudar. Eu estudava nos mesmos horários que a minha namorada, e depois passava pra buscá-la na faculdade dela.
Como eu tava contando, os trios tinham se intensificado. A gente comia a minha namorada sem parar. Os fins de semana eram verdadeiras maratonas sexuais: transar quando voltávamos das baladas e continuar no domingo. Tava tudo descontrolado, pra falar bem a verdade. E uma particularidade é que a gente já não precisava tanto da coragem que o álcool dá pra transar entre os três. O fato de ter casa pra isso já nos deixava loucos de tesão. Mas esse capítulo é muito especial, e vou contar baseado numa longa conversa que tive com a minha namorada, hoje minha esposa. As confissões mais sinceras dela resultaram nesse capítulo, depois de uma coleta cuidadosa e minuciosa de dados sobre o que aconteceu. Capítulo que eu não tinha certeza se contaria, mas aqui estamos.
Era uma tarde de verão, terça-feira. A gente tinha acabado de voltar das férias com a minha namorada. Passamos três semanas sozinhos no litoral argentino, e a faculdade ainda não tinha começado. Ela, todas as tardes, se não saísse com alguma amiga ou a mãe, ficava em casa sozinha, me esperando chegar do trabalho pra ver se a gente saía pra algum lugar ou ia pra piscina na casa dos meus sogros, já que eles estavam de férias. Quando meu sogro faltava no trabalho, era eu quem ficava no mando de tudo, então minhas responsabilidades tinham aumentado. Jorge tinha encontrado e desenvolvido em mim uma grande capacidade de trabalho, organização e liderança, apesar da minha idade, uma qualidade que eu desconhecia em mim. Eu saía do trabalho às 17h e em 20 minutos estava em casa. Naquela tarde, como de costume, fui do trabalho para casa. Assim que cheguei, deixei o carro estacionado na rua e entrei em casa pela porta da garagem. O primeiro sinal de surpresa foi ver a moto do Rober estacionada dentro da nossa garagem. Embora não tenha me estranhado tanto, porque ele costumava vir sempre, o fato é que quando vinha, me avisava. Atravessei a garagem de casa, cheguei ao quintal para entrar pela porta dos fundos, que estava aberta. Entrei e não vi ninguém na cozinha nem na sala. Aí a coisa já me pareceu estranha demais, principalmente porque a Juli nunca ficava sozinha com o Rober. Eu não sabia se eles estavam em casa ou se ele tinha acabado de chegar e saíram para comprar algo para beber ou comer. Isso passou pela minha cabeça, juro. Mas quando entrei na nossa casa, ouvi vozes que vinham inevitavelmente do quarto. Aí, sinceramente, senti um arrepio no corpo, um medo de encontrar o que primeiro veio à minha mente. Me aproximei ainda mais da porta do nosso quarto, e a porta estava aberta. Um verdadeiro soco na cabeça foi o que senti ao ver o que estava acontecendo. Aproximei bem os olhos da porta e o mundo desabou. A Juli estava totalmente nua, de quatro na cama, com a bunda virada para mim, e o Rober atrás, com as pernas de cada lado das coxas da minha namorada, metendo nela com tudo...
Rober — Como eu adoro arrebentar essa sua buceta, garota. Que surpresa gostosa vamos dar pro Javi... ahah... toma, toma... (a pica dele entrava e saía devagar, mas sem parar, da bunda da minha namorada enquanto ele segurava ela pelos quadris)... você é uma viciada na minha pica, anã... olha como sua buceta chupa minha pica...
Juli — ah ah ah ah ah ah ah ah... (eu podia ver a penetração anal que meu amigo dava na minha namorada)
Entendam novamente, queridos leitores, não havia nada que eu gostasse mais do que compartilhar minha namorada com o Rober, ver como ele comia ela e ela chupava a pica dele, mas sempre com meu consentimento. Dessa vez foi diferente, eles tinham feito sem mim, me senti traído e verdadeiramente corno, senti raiva... ciúme... medo... ódio... tudo junto. Fiquei paralisado por alguns segundos pensando em entrar, quebrar a cara do meu amigo e mandar a Juli pra merda. Devem ter sido os segundos mais longos e reflexivos da minha vida. Eu tava puto pra caralho, mas não consegui evitar ficar com a pica dura na hora, uma verdadeira mistura de sentimentos que me paralisava. Mas o que aconteceu foi que fiquei olhando sem eles saberem por vários minutos, tirei a pica da calça e comecei a bater uma vendo a cena mais dolorosa da minha vida. Tava com muita raiva, mas não parava de me masturbar vendo minha namorada dando o cu na minha ausência. Passaram vários minutos até eu entrar e me juntar à festa... o que vou contar no final deste capítulo. No próximo parágrafo, vou detalhar cronologicamente cada ato do que aconteceu naquela tarde na minha ausência, tudo o mais explicitamente explicado segundo o que minha namorada disse e os dados que ela me deu durante o interrogatório mais minucioso que fiz, no qual ela jurou pela morte dos pais dela que o que me contaria seria a verdade e nada mais que a verdade de tudo o que aconteceu...
ENJOY...
Naquela tarde, seriam umas três da tarde e tocou a campainha na minha casa. A Juli tava vendo TV e não esperava ninguém. A gente tinha se falado por mensagem de texto de manhã, mas não tinha nenhum plano específico pra tarde. Ela tinha ido pra academia de manhã, depois almoçou sozinha em casa e ficou vendo TV sentada no sofá da sala com o ar-condicionado no talo por causa do calor que tava fazendo. Tava descalça, com um short de lycra de uma legging velha cortada na altura da bunda, de cor cinza e que tá tão gastadinho que entra no rabo dela e dá pra ver a calcinha fio dental perfeitamente, bem estilo caseiro, uma regata branca completava o look, naquela época ela tinha o cabelo liso e comprido como sempre, mas tingido de castanho claro com alguns reflexos mais claros, e uma franja que dá aquele toque de putinha na carinha de boneca que ela ainda tem. O som da campainha surpreendeu ela, já que naquela hora não tinha ninguém na rua por causa do calor, também não esperava ninguém e não era normal alguém aparecer em casa sem avisar. Ela olhou pelas cortinas da janela da rua e viu o Rober na calçada. Se sentiu realmente intrigada pelo motivo da visita, já que isso nunca tinha acontecido antes. Nem preciso dizer que ela abriu a porta e deixou ele entrar.....
Rober - Enana, o que cê tá fazendo? Desculpa te incomodar, mas pelo amor, me deixa ir no banheiro que tô me segurando pra mijar faz meia hora... passei aqui por perto e então... te encho o saco dois minutos e vou embora... (uma situação nunca vivida antes, mas normal entre a gente, que tinha uma confiança extrema)
Juli - Ah, mano, claro... de onde cê vem, por que não parou em algum lugar?
Essa foi a introdução com que o Rober entrou na minha casa na minha ausência. O Rober entrou e colocou a moto na garagem com medo de roubarem. Foi pro banheiro e quando saiu, ficaram conversando uns minutos....
Rober - Uhhh, mano, quase me mijei na moto, não aguentava mais, juro, e justo vim comprar uns negócios de moto por aqui perto (era verdade, porque ele tinha umas caixas com peças de moto) e tava rezando pra você estar em casa, senão eu me mijava... haha
Juli - hahaha... tava vendo TV à toa. Tá muito calor pra sair. Quando o Javi chegar, a gente vai pra piscina, te aviso qualquer coisa....
Rober - Beleza, show...
Juli - Quer um pouco de água gelada? Ou refrigerante... álcool não tem, haha...
Rober - Fecha! Tô com uma sede do caralho. Vim comprar uns negócios pra moto... mais tarde vou arrumar ela. Também tava À toa, então vim comprar isso que faz tempo que tenho que arrumar a moto e tava enrolando....
Assim, ficaram conversando normal por uns minutos, os dois parados na bancada da cozinha. Pelo que a Juli falou, tavam de boa, e o Rober puxou o assunto das férias, como a gente tinha passado e tal, trocaram uma ideia assim....
Rober- Eu... e aí, qual é? Saímos sábado, falaram algo com o Javi? (primeiro sinal de que escondia algo, o Rober não era de puxar esse assunto, nunca, mas nunca, a gente sabia muito bem o que significava naqueles momentos "sair os três"...)
Juli- Ahhh, nem ideia, sei lá... depois pergunta pro seu amigo...
Rober- Vai, digo, sei lá... tomar alguma coisa, talvez... umas cervejinhas geladas, por aí... ou não, anã? (enquanto tomava o último copo d'água)
Juli- Alguma coisa a gente vai fazer com certeza, não dá pra ficar em casa (segundo ela, falou algo assim, mas sem mencionar o tal "final da noite", embora os três soubessem como tudo terminava)... o Javi tava afim de jantar e depois tomar alguma coisa... fala com ele... (ela também tava bebendo água)
Rober- Você alegrou minha tarde hahaha... já tô na expectativa pra esse fim de semana...
Juli- haha... nem vem com ideia absurda, porque senão já era, hein... falei que a gente vai sair, só isso...
Rober- Anã, não viaja, eu... falei que fico feliz em sair com vocês, só isso...
Juli- Ah, claro... sabe como eu te conheço, cara... essas coisas você fala com seu amigo...
Rober- Puta merda, adoro sair com vocês... não tem nada de errado nisso...
Juli- haha... para de enrolar, Rober... que enganador que você é... vou fazer um mate, melhor...
Rober- Te acompanho num mate, se não se importar... já são quase quatro horas, daqui a pouco o Javi chega. Vai incomodar se eu tiver aqui? Acho que ele não vai ficar puto, né?
Juli- Manda uma mensagem pra ele e fala que tá aqui... e pronto... eu tô na minha casa... você é quem devia avisar ele...
Rober- Nada... ele tá trampando e não quero atrapalhar. Porra.....vamos ver se ela esquenta, porque vim sem avisar....de qualquer forma, vou tomar dois mates e vazar....depois me avisem se vão pra piscina dos teus pais... Nesse momento, Juli virou as costas sem querer, mas começou a preparar o mate na bancada, e imaginem que ela estava com a legging enfiada na bunda e deixando transparecer a pressão que aquela fio dental fazia nas nádegas dela (já vou avisando que a raba da Juli hoje tem 102 cm firmes de pura bunda redonda, dura e empinada...imaginação voa longe, e ela mantém quase o peso daquela época, então imaginem como era aquela bundona da mina), continuaram conversando... ela de costas.... Rober - Agora tô mais feliz que o fim de semana tá chegando....impressionante....uma salva de palmas pro churrasqueirooo.... Juli - Robeeer....para com isso, idiota.... Rober - Anã, não vai ficar brava porque eu olhei pra sua bunda, né....acho que a gente tem intimidade pra isso, não? Tô levando um adianto pra esperar o fim de semana haha... Juli - Eu sei que tem intimidade, mas não é legal você falar essas coisas se o Javi não tá aqui...tô falando sério...não rola... Rober - Não esquenta, idiota, para....o que acontece é que sua legging não ajuda muito....pelo contrário....não consigo parar de olhar pra ela.... Juli - Bom...faz um esforço e pensa em outra coisa....senão vai embora e tchau.... Rober - É foda como a fio dental te come, como você consegue manter assim? Me conta o segredo pra eu passar pras gatinhas que eu como haha Juli - Chegaaa....o segredo é dieta, genética e academia....mas chega, tô falando sério....(foram uns cinco minutos que Juli ficou de costas pro Rober) Juli se virou depois de preparar o mate, e quando olhou pro Rober não conseguiu evitar de ver que ele tava com o pau duro no short de futebol, impossível disfarçar, tava durasso de tanto olhar pra bunda da minha namorada e falar sobre isso. Juli - Naaaaa...cara, você vai longe demais....olha como você tá....absurdo....melhor pegar sua motinha e vazar antes que o Javi chegue. Javi vai pensar qualquer coisa...
Rober- Para, anã, não esquenta, burra. Você sabe como eu sou e que isso às vezes eu não consigo controlar... me espera baixar e vou embora... sério, te juro, foi sem querer...
Os dois continuavam de frente um pro outro, Juli tinha apoiado a chaleira e o mate na mesa...
Juli- Você é um sem noção, Rober... além do que a gente faz, às vezes você sabe do que a gente sempre fala, burro... do respeito... você estar em casa assim não dá... e muito menos se o Javi não tá... eu não quero confusão com ele... você sabe como a gente é...
Rober- Burra, já sei... mas você mais que ninguém sabe que isso não se controla, anã... me perdoa... me dá um mate e vou indo...
Juli- Toma... vê se baixa com um mate quente, haha...
Rober- Haha... acho que não vai baixar com isso... bom, vou indo... mas me perdoa por perguntar, hein... tem festa sábado ou não? (o filho da puta falava numa boa com o pau duro na frente da minha mina)
Juli- Para, burro... sei lá... a gente sai, óbvio...
Rober- E depois...?
Juli- Rober... burro, depois da quantidade de vezes que a gente fez, a essa altura você faz essas perguntas, moleque? Para de encher o saco, vai... toma o mate e vai andando que você já tá meio chato... sei lá o que vai rolar sábado...
Rober- Então quer dizer que sábado eu te como? (aí o filho da puta passou do limite)
Juli- Já tá passando do limite, viu? Chega... vai embora agora... (segundo Juli, ela falou sério)
Rober- Ah, burra, por que você se irrita se a gente transa os três toda semana? Vai me dizer que o Javi te obriga? Que você não gosta? Tô conversando, anã... só isso... (tomava mate com o pau duro na frente dela)
Juli- Claro que não me obriga... nunca fez isso... mas não curto a gente conversando aqui sozinho... os três é outra coisa... assim não rola...
Rober- Javi não vai ficar puto por me ver aqui, pode crer... se cada vez que a gente transa ele fica doido... Olhando um pro outro... ou não...? Ele gosta de ver você comendo comigo.....ou tô enganada..?
Juli- Sabe que não tá enganada, Rober....mas não sei aonde quer chegar com essa conversa.....desculpa, sei sim aonde quer chegar e isso só com o Javi presente....eu não minto nem engano ele.....você sabe muito bem disso...tô esclarecendo, caso ainda não saiba, que a gente faz isso porque eu e o Javi gostamos....e de certa forma ele te escolheu...eu não....mas não se engana, porque você não me atrai nem um pouco, hein.....aconteceu e pronto....eu nunca teria te dado bola se não fosse pelo Javi......acho que isso já tava mais que claro, não..?
Rober- Mas se eu não falei em nenhum momento pra você mentir pra ele, nem fodendo, sua burra, depois do bem que a gente se divertiu juntos, imagina se vou te pedir isso, jamais, Javi é tipo meu irmão....e você também é como uma irmã pra mim......burra, não esquenta assim.....cê tá viajando, cara....sabe que por vocês eu corto um braço.....
Juli- E então...
Rober- Na lata, burra....sabe que o Javi curte isso mais do que a gente.....talvez a gente possa esperar ele com uma surpresa boa....sei lá...tô falando...me veio agora....(pegou na rola por cima do short)....
Juli- Queee...? Quer que a gente espere ele transando..? Cê tá louco, moleque..?
Rober- Calmaaa....também não é algo que a gente nunca fez, cara....como você fala....a essa altura acho que não vamos nos assustar com isso......só tô dizendo que a gente podia esperar ele com uma surpresa.....pode crer que vai explodir a cabeça dele, burra....sabe que ele curte toda essa putaria......e você também adora, anã.....os três.....não tem nada de estranho...só mudamos o começo.....olha como eu tô...(pegou na rola de novo que, segundo a Juli, ia rasgar o short)...bom, sei lá se você quer..? pra mim o Javi vai pirar....tô falando pra variar um pouco do que a gente sempre faz.....não tô dando em cima de você sozinha...nem fodendo....tô dizendo que talvez a gente dê uma surpresa do caralho a Javi... pra mim ele vai ficar louco quando chegar...
Juli- Para... não sei... eu não quero confusão, você sabe... manda uma mensagem pra ele e a gente espera pra ver o que ele diz... depois a gente vê...
Rober- Ahhh, burra, se eu mandar mensagem estraga a surpresa... eu tô falando em esperar ele na ação... ou você não tá afim...? (Falou isso e abaixou o short, deixando o pau dele à mostra, durasso)
Juli- Paraaaa, idiota... não sei... não dá... não curto assim... avisa ele por mensagem que você tá aqui... e se ele ficar bravo... guarda essa loucura aí...
Rober- Fala sério, burra, pra que tanta enrolação... se já te comi um monte de vezes... vai me dizer que não gosta do meu pau... sei que você não gosta de mim, mas do meu pau você gosta... olha que duro você me deixou... (ele batia uma lentamente na frente da Juli)... acredita, o cabeção vai adorar a surpresa... duvido que ele vai ficar bravo da gente esperar ele assim, depois de tantas vezes que a gente te encheu o saco... e se não me engano, é ele quem arma toda a putaria... relaxa, vai ser bom, pode crer...
Juli- E se ele ficar bravo...? (A Juli já tava na dúvida com a lábia do meu amigo, mas segundo ela, nunca pensou nisso como uma traição, ele só convencia ela de que eu ia gostar)
Um pequeno parágrafo: vou falar que a Juli, mesmo tendo quase trinta anos, mantém uma inocência estranha, tipo muito inteligente pra um monte de coisas e meio bobinha e ingênua ao mesmo tempo (coisa que eu adoro nela), é difícil de explicar... como se tivesse uns toques de Karina Jelinek, pros argentinos...
Rober- Sério, burra, lembra que quando o Javi chegar e nos ver, ele vai pirar... a gente espera ele esquentando um pouco...
Juli- Mano, não sei... não sei... espera uma hora que ele já chega... assim não dá...
Rober- Anã, você fala "não sei", mas não para de olhar pro meu pau... fala sério, relaxa... aposto minha cabeça que você tá molhada de ver minha rola... mostra essa bunda um pouco, vai... só um pouquinho... a gente não faz nada além de amassar um pouco e ele esperamos assim...se quiser, a gente não tira a roupa...
Juli jurou pela morte dos pais dela (ela sempre faz isso quando fala a verdade) que nessa altura da conversa, o Rober já tinha convencido ela de que a ideia dele ia me agradar, obviamente sabendo que no sábado a gente ia transar os três, ela não pensou que dessa vez seria algo tão louco. Embora no começo ela recusasse fazer uma parada dessas, ele convenceu ela de que isso não era mentir pra mim, mas sim me dar uma surpresa dentro do nosso relacionamento a três. Ela jurou e rejurou pelos pais que jamais teria partido dela propor algo assim...
Juli — Mas não se empolga, hein... não tira minha roupa... a gente vê... se eu não curtir, a gente para e você vaza, ok? (ela foi pra sala e baixou as persianas da casa, foi até o sofá e ficou de quatro, com a bunda virada pro outro lado do encosto)... a gente espera ele aqui, de roupa, ok?
Rober — Sim, anã, do jeito que você quiser... (quando ela ficou de quatro com a bunda virada pra ele)... Caralho... que bunda linda que você tem, anã... impressionante... como a tanga entra na sua racha é foda... (ele apoiou a pica nua no meio da racha dela e começou a esfregar)... sabia que você ia gostar da ideia...
Juli — Calma, hein... só esfregar... mas guarda essa pica... a gente combinou só de apalpar, nada mais.
Rober — Você não faz ideia do tesão que é comer a namorada do meu amigo... (enquanto passava a pica nos lábios da buceta dela por trás)... Além disso, você é a gostosa com a melhor raba que já vi na vida... a que mais me excita... nunca imaginei que você ia gostar tanto de pica... você adora, e isso te deixa ainda mais linda... (a esfregada era devagar)...
Juli me disse que no começo ela não falava, só ouvia ele falar, que se sentia estranha por fazer aquilo sem a minha presença, como se não tivesse certeza do que estava fazendo, com uma espécie de medo, principalmente da minha reação quando eu descobrisse aquilo, mas cada segundo que, irremediavelmente, começou a esquentar ela, mas ela não queria deixar ele saber....
Rober - Desde que te vi no quiosque, fico batendo uma pensando nessa bunda, me deixa louco, você é a bunda mais gostosa que já vi na vida... cê gosta dessa pica, anã? (ele encostava firme, mas ela não respondia, e o tesão só aumentava)... eu te comeria todo dia...
De repente, Rober parou de encostar e passou a apalpar ela, as mãos dele percorreram cada parte da bunda dela, apertou, pegou os glúteos e separou apertando, tocava a buceta dela por trás com a palma inteira da mão, ficou assim por vários minutos apalpando a bunda da minha namorada, ele a apalpou como quis, me disse que esfregava a buceta dela com a mão num vai e vem, tava punhetando ela com a roupa, e sem mentir, me disse que a situação tava esquentando ela pra caralho, mas ela não queria ir além...
Rober - Mmmm... anã... cê tem a buceta quentinha, porra... aposto minha cabeça que cê tá toda molhada... não sabe como tá minha pica... dura que nem pedra... (ele esfregava cada vez mais rápido a buceta dela, o que, segundo Juli, tava deixando ela louca de tesão)... quer tocar um pouco nela?
Ela não respondeu, e ele continuou com o jogo de apalpação e palavras, assim foram passando minutos de uma apalpação cada vez mais quente, pela finura do tecido da legging, dava pra sentir a mão do meu amigo na buceta já molhada dela, Rober oferecia a pica a cada segundo diante do silêncio dela, ele me disse que num momento ela fechou os olhos e começou a curtir a apalpação, foi se sentindo mais relaxada... com tesão... e perdendo a tensão que tinha, os medos sobre minha reação estavam indo embora... as mãos de Rober iam dos glúteos dela pra buceta... e também fazia pressão no cuzinho dela com um dedo...
Rober - Ahh... como cê me excita, Julieta... me dá um tesão que nenhuma outra gostosa me dá calento nunca....sabes que cuando me cogia a lore pensaba en tu culo....imaginava que era essa bunda que eu tava comendo.....uuhhh....boluda, te queima a pussy.....olha como você ficou..(ele pressionava com um dedo na racha da pussy)....quer tocar nela..? (ela não respondeu, mas sentiu que ele parou de apalpar e de repente o viu se aproximar de frente por trás do encosto do sofá e aproximou a cock).......toca ela, anã....tá morrendo de vontade...devagar, vai....javi já deve estar chegando....
Embora ela tenha dito que tava com vontade de agarrar ele (foi sincera), o medo tomou conta de novo, ela saiu da posição, se levantou e foi rapidinho pra cozinha, pegou a garrafa d'água que tava na pia e começou a beber água direto da garrafa, dando as costas pro rober de novo, bebeu água e sentiu meu amigo encostar nela por trás...ela sem se mexer...
Juli- Para, boludo....melhor a gente parar e esperar o javi, né....já já ele vem....aí a gente continua....(mas ela não saía do lugar, me confessou que tava com tesão, queria parar mas ao mesmo tempo a putaria não deixava ela se mexer)
Rober encostou a cock bem no meio da bunda e enfiou a mão na pussy dela por baixo....
Rober- Anãã...fica tranquila, boluda....o javi vai adorar, lembra....além disso, você tá com um tesão danado....conheço sua cara de safada...se deixa levar, boluda...(ele fazia movimentos de bombada na bunda da minha namorada enquanto apalpava a pussy dela, ela disse sentir a cock dele duríssima entrando nas bochechas dela)....
As apalpadas e as encostadas começaram a ficar mais intensas, ele cada vez mais enfiava a poronga dura feito ferro na leggins dela, e a mão dele não parava de estimular a pussy da minha namorada, segundo juli, ela já não conseguia mais parar, tinha entrado num jogo quente do qual não conseguia sair, a mão do rober foi além e enfiou por dentro da leggins e da calcinha fio dental pra tocar ela de verdade depilada buceta, isso fez ela perder a noção do tempo, do ato e do lugar... ela tava toda molhada.. (naquela época que a gente morava sozinho, nós dois vivíamos no fogo, não sei por quê, mas a gente transava quase todo dia, e qualquer coisa virava motivo pra gente acabar trepando, então aquela mãozada fez a Juli perder a sanidade rapidinho)
Rober- Eu sabia......tá toda ensopada, gostosa.....olha como você gostou da ideia que você tem a buceta toda molhada....tá toda babada..... (ele esfregava os lábios e o clitóris enquanto continuava bombando..)...
Aí a Juli, com o último fio de sanidade, exclamou...
Juli- Paraaa......vamos esperar um pouco, vai.....não seja assim
Rober- Por que você me manda parar se a sua buceta não diz a mesma coisa..... (aí ele sentiu que enfiou dois dedos na buceta).....você tá com tanta vontade de ser comida que não aguenta mais....tá morrendo pra eu comer essa buceta....essa buceta de menina safada que você tem.....olha como você molhou minha mão...(ele tirou a mão da buceta e mostrou os dedos todos molhados)
Ela sentiu as mãos dele abandonarem as partes íntimas e ele a pegou pela cintura, virando ela de frente. Ele pegou a mão dela e levou até o pau, ela segurou. Estavam separados por centímetros, muito perto um do outro. Ele enfiou a mão de novo dentro da legging dela e começou a punhetar devagar..
Rober- Assim, anã....assim a gente se masturba junto, vai....me punheta, vai....
Ela, sem falar, começou a punhetar ele enquanto ficava cada vez mais excitada com a punheta que ele dava nela. O tesão que a Juli sentia já não deixava ela pensar....a mão do Rober na buceta dela e ela com um pau grosso e duro na mão tava enlouquecendo ela.....ficaram se punhetando um ao outro por um tempo até que ele falou...colocou as mãos nos ombros dela, convidando ela a descer...
Rober- Por que você não chupa um pouco, linda......vai, que eu sei que você tá encanta....
Ela hesitou por alguns segundos... olhou pro pau dele bem duro e inchado, a cabeça do pau dele livre... o desejo carnal tomou conta da mente dela... Juli foi se abaixando devagar até ficar de frente pra pica do Rober... abriu as pernas pra ficar mais perto... abriu bem a boca e colocou ele pra dentro... fechou os olhos e o gosto do pau do Rober queimou a cabeça dela... ela se sentia quente como nunca... talvez o fato de ser proibido a excitou ainda mais... começou a chupar o pau dele devagar, aproveitando cada lambida... enfiava ele inteiro na boca o mais fundo possível pra tirar de novo e chupar a cabeça com a língua... babar ele e chupar de novo... sentiu as mãos dele na cabeça dela marcando o ritmo da chupada... sentia a pressão do Rober querendo enfiar o pau cada vez mais fundo, o que fazia ela soltar mais e mais saliva...
Rober - Ahhhhhh... como você gosta... assim gostosa... come ele todo que você adora... você tem uma boquinha muito quente... assim assim... chupa ele bem... saboreia ele...
Juli ficou chupando o pau do Rober agachada na cozinha da minha casa por vários minutos, fez devagar e aproveitando cada chupada que dava naquele pau grosso... ela sentiu que ele foi aumentando a entrada e saída da boca dela... cada vez um pouco mais... sentia a dureza daquele pau na boca... ela achava que ele ia encher a boca dela de porra a qualquer momento... mas isso não aconteceu, ele pegou ela pelos braços e a fez ficar de pé, de frente... com um puxão deixou o short dela nos tornozelos... ficou só com uma calcinha fio dental preta... ele se abaixou e ela, sabendo a intenção dele, só abriu um pouco as pernas... sem tirar a calcinha, puxando ela pro lado, Rober descobriu a buceta dela... aproximou o rosto da buceta dela... esticou a língua e deu uma lambida lenta em toda a extensão dos lábios vaginais dela... saboreando cada parte da buceta dela... fez isso de novo devagar... e olhou pra ela... Rober - Essa buceta é uma delícia.....você tem um cheirinho gostoso.....tá toda molhada, anã.... (Juli já olhava pra ele sem falar nada, de boca aberta, se entregando a cada chupada na buceta que ele dava)....
Rober levou as mãos por trás, agarrando as nádegas de Juli pra levar a buceta dela até a boca, chupou devagar... quase pausado... usava mais a língua do que a boca, prendia o clitóris dela com os lábios e puxava pra fora..... alternava de chupar pra meter a língua só um pouquinho dentro da buceta.... ela sentiu um dos dedos de Rober entrando devagar na calcinha dela pra tocar no cuzinho.... Rober alternava lambidas com abrir a boca e meter a buceta inteira da minha namorada.... enquanto continuava chupando a buceta dela do jeito mais pornô possível, foi estimulando a bunda dela com movimentos circulares... intercalando com pequenas penetrações.... isso deixou Juli com um tesão tremendo e extremo.... Rober se levantou.....pegou a pica dele e encostou na buceta da minha namorada.... ela esperou cada movimento sem falar nada.... ele passava a cabeça da pica pelos lábios vaginais dela.... assim começou uma fricção, agarrando a bunda dela com as duas mãos.... não penetrava, mas passava a pica duríssima na xereca dela.... aí Juli me disse que não aguentava mais tanto tesão..... se sentiu perdida... muito excitada.... jogou a cabeça pra trás... fechando os olhos.... aproveitando com um pouco de culpa a masturbação que Rober fazia com a pica dele.... sentia a pica percorrendo os lábios dela e as mãos de Rober apertando forte as nádegas dela.... separando.... abrindo.... empurrando elas pra perto dele....
Rober - Vou te comer......vou te comer agora....não aguento mais.... (acelerou mais a fricção)....
Juli - Nãooo....por favor nãoooo......comer nãooooo....vamos esperar um pouquinho ahaha.... (Juli dizia isso, segundo ela, com a cabeça ainda jogada pra trás)....
Nenhum dos pedidos dela impediu que a A calentura do Rober não ia aumentar mais, pelo contrário, acho que isso só deixou ele mais excitado. Juli sentiu as mãos dele descerem um pouco abaixo da bunda dela, ele pegou ela pelas pernas e levantou levemente... sentiu a cabeça da porra do Rober se encostar na entrada da buceta dela...
Rober — ...me fala pra não fazer, anã... me fala se você não quer...
Juli — Por favor, nãoooo faz issooo... vamos esperaaaar... ahahahhahahhahhahahha... (Rober nem terminou de ouvir e enfiou meia pica dentro da buceta dela)... ahahah nãooooooooooo
Rober — Você fala que não e adoraaaaa... tomaaaa... bem fundooo... (aí Juli sentiu que a penetração foi completa, tinha a pica inteira do Rober dentro da buceta dela, sentiu as mãos dele apertarem bem a bunda dela, empurrando ela com força contra a pica dele)...
Juli — nãoooooooooo... ahahahhahahhaa...
Aí Rober levantou ela... ela, com medo de cair e por causa da posição, cruzou as pernas na cintura do Rober e se abraçou nos ombros dele, colocando a cabeça pro lado da dele. Ele segurava ela pela bunda e começou a foder ela com tudo... ela é pequenininha e ele tem quase um metro e oitenta, então vocês imaginam que não foi difícil segurar ela no colo... ele levantava e abaixava ela, segurando pelo rabo, fazendo a pica dele entrar e sair por completo na buceta dela... começou uma foda forte... quase batendo com a pélvis nela...
Rober — Tomaaa tomaa tomaa anã... toma pica puta... como você gosta da minha pica, filha da puta... (segundo a Juli, ele estava fodendo ela de um jeito selvagem e muito rápido, com tudo, ela disse sentir a pica dele mais grossa que o normal, que enchia a buceta dela)...
Juli — Paraaaa... ahahahaha... ahahha... paraaaaaa...
Nada disso aconteceu, Rober comeu ela assim na cozinha de casa, matando ela de pica na buceta, estava fodendo ela de um jeito tão safado que Juli me disse que começou a sentir vontade de gozar... que sentia que a qualquer momento o Rober faria ela gozar... a a visão dela se nublou e ela fechou os olhos... só sentia que ele falava todo tipo de putaria enquanto não parava de meter com força... a penetração foi ficando cada vez mais violenta... ela se agarrou forte nos ombros dele... sentindo que o orgasmo dela vinha... mas ao mesmo tempo não chegava... talvez a culpa não deixava ela gozar completamente... ela estava se deixando comer na minha ausência... algo que nunca tinha acontecido entre a gente apesar da nossa vida sexual... sentiu que rober andava... mas ela não abriu os olhos... só continuava gozando daquela trepada do caralho... de repente rober foi deixando ela cair na nossa cama... ela se jogou abrindo completamente as pernas mas sem abrir os olhos... sentiu como rober tirou a regata e o sutiã dela... pra depois se deitar em cima dela... ele comeu e comeu ela na minha própria cama... ela me confessou que nunca sentiu rober tão tarado... como se estivesse louco... ele chupou os peitos e o pescoço dela sem parar de meter... a putaria foi tanta nela que em nenhum momento ela conseguiu reagir que rober poderia gozar dentro da pussy... sentia a língua dele no pescoço... peitos e até meteu uma linguada na boca aberta dela... que segundo ela ao sentir isso escorreu pelo rosto... ele comeu ela como um verdadeiro filho da puta... e quando ela estava sentindo que o orgasmo era iminente ela ouviu...
Rober- ahahahhahahhahah... tomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa... (rober começou a gozar dentro da pussy dela segurando ela forte pela cintura e fazendo muita força)... tomaaa o leiteeeeeeee...
Juli- Ahhhhhhhhh... nãooooooooooooo...
Juli sentiu ser inundada pelo nosso amigo, que ficou dentro dela até deixar a última gota de sêmen dentro da minha namorada, mas o pior de tudo que juli me disse foi que quando sentiu rober saindo de dentro dela... ela ainda estava com o orgasmo incompleto... queria continuar trepando... não ficar com essa vontade... e ainda mais conhecendo minha namorada que pode te matar se deixar assim.....
Juli- ahahah.....me come....agora me come filho da puta que não aguento mais.....(levantei a vista e vi o Rober parar na cama com o pau todo manchado de porra, ele apoiou cada joelho do lado da cabeça dela e colocou o pau ainda duro a centímetros da boca)
Rober- Come anã....limpa meu pau e continuo te comendo que o Javi já vem, vai....
Ela olhou pro pau dele, esticou o pescoço e o Rober enfiou na boca dela.....a Juli chupou a pica até deixar limpinha....cada parte daquele pau foi lambida pela boca da minha namorada, engolindo os restos de porra do Rober...
Rober- ahahha.....você é a puta mais gostosa que tem.....patricinha e puta.....quer que eu continue te comendo.....? (ele falava enquanto enfiava o pau na boca dela)...gozou...?..(a Juli tirou o pau da boca)
Juli- Não consegui gozar.....por favor me faz gozar que não aguento maaais.....vai filho da puta termina o que começou......
Rober saiu da posição, a Juli continuava de pernas abertas, não aguentava mais esperar aquele orgasmo intenso que tava chegando, o Rober agarrou ela pelas pernas e levou como se fosse uma boneca até a beira da cama, ajudou ela a se levantar e ficar de pé, tocou na buceta dela e enfiou dois dedos dentro....
Rober- Te deixei muita porra dentro.....gostosa......
A Juli tava alucinada segundo ela, só queria que continuassem comendo ela, o tesão dela é anormal, tipo uma droga que não deixa ela pensar em outra coisa, o Rober tirou os dedos cheios de porra da boceta dela e ofereceu pra ela....a Juli abriu a boca aceitando a oferenda...
Rober- Assim gostosa....come a porra do Rober.....agora vou te comer o cu.....ainda tô com tesão....vou te comer o rabo pra quando o Javi chegar ver o quanto você é puta....vem...(levou ela contra a parede do quarto e fez ela ficar de costas com a bunda pra fora) assim...pra deixar essa bunda bem gostosa que vou arrebentar.....
A Juli já não falou mais nada, se deixou fazer de tudo por esse cara animal no cio, sentiu como a pica dele procurou a bunda dela, a pressão no esfínter apareceu, entrou a cabeça e ela sentiu dor por falta de lubrificação, mas a penetração foi ficando funda... inteira... completa... até que, segundo ela, sentiu como se o Rober estivesse abrindo o cu dela por completo... sentiu ela enorme... deixou ela um tempo dentro do cu pra dilatar...
Rober - Ahhhh... nada se compara com essa bunda enorme... tô com ela toda dentro de você, gostosa...
Sentiu as mãos dele pegarem na cintura dela e começar a meter devagar no cu, tirava e colocava devagar... a dor da Juli aos poucos foi se transformando de novo em prazer... a pica do Rober entrava e saía da bunda da minha namorada...
Rober - Você gosta, Juli? Gosta da porra da pica grossa na bunda, não gosta? Que foda gostosa que tô te dando... vamos te comer o dia inteiro hoje... (metia cada vez mais fundo)...
Juli - Arrebenta meu cu, filho da puta, vai... me faz gozar jáááá...
Rober - É isso que você quer, putinha... vou destruir teu rabo de tão puta que você é... o Javi vai te encontrar com o cu bem arrombado... como eu gosto de você... vou te comer a vida toda... sempre... de namorada... casada... grávida... sempre vou te comer...
Juli - Para de falar e me faz gozar, seu idiota...
Aí o Rober começou uma foda do caralho, segundo minha namorada, sentia que tava queimando o cu dela, mas tava super excitada, tava partindo ela de pica na parede... vários minutos de porrada no cu... assim ele tava arrombando a bunda da minha namorada e na minha própria casa e sem eu estar lá... até que ela sentiu que ele, sem tirar a pica do cu, foi levando ela pra cama... mandou ela subir devagar até chegar no meio da cama... tirou a pica do cu e ela sentiu ele cuspir no buraquinho dela...
Rober - Agora você vai gozar, garota... agora sim vou te comer...
Rober meteu a pica na bunda dela, penetrou até o fundo e aí começou a comer o cu dela com tudo letras, de trás parado com cada perna dos lados da bunda da minha namorada, comecei a arrebentar o cu dela mal, ela disse que sentia que ia sangrar o cu do jeito que eu tava comendo ela, tava descosturando o cu dela igual um selvagem....metendo e tirando a pica inteira do cu a toda velocidade....segundo ela, nunca tinha sido comida com tanta violência....como se eu quisesse machucar ela....sentia fogo no cu de tão forte que o Rober tava comendo ela....e ainda mais com a grossura dessa porra....
Rober- Toma toma toma.....vou te arrebentar o cu, anã...(ele penetrava ela de um jeito impressionantemente violento)....olha se teu pai visse como você entrega a raba pro amigo do teu namorado....olha se ele visse a puta que a filha dele é....puta do caralho a menina....adora uma pica no cu.....por isso vou te arrebentar...toma toma...tomaaaaa
Naquele exato momento, eu me aproximei da porta e presenciei a foda mais pesada e dolorosa pros meus olhos, com a pica dura eu tava vendo minha namorada ser comida brutalmente pelo cu, sinceramente não sei como a Juli aguentou tanta submissão anal....nunca vi o Rober comer o cu dela daquele jeito, posso dizer que depois daquela tarde, a Juli ficou dois dias sem sair de casa, com uma dor do caralho no cu, e que por vergonha não foi no médico, mas merecia. Eu não consegui comer o cu dela por um bom tempo, porque ela negava, aquela foda fez ela pegar medo de sentir uma dor daquele tamanho de novo. Pensei em contar o que aconteceu depois, mas vou deixar isso pra escolha do leitor. Só posso dizer que depois que entrei na festa e comi a Juli também naquela tarde, onde ela ficou com o cu arrebentado como nunca, assim que terminamos todos, quase quebrei a cara do Rober. Sem falar nada, expulsei ele da minha casa e a Juli se meteu no meio, porque senão eu matava ele naquela tarde com minhas próprias mãos. Discuti com a Juli e ficamos brigados por mais de duas semanas, dormindo em camas separadas, e ela chorava todo dia. pedindo desculpas. Senti vontade de me separar dela pela traição de não ter me contado nada, mas o tempo e o amor que a gente tem até hoje fizeram a gente voltar. Fiquei brigado com o Rober por meses, ele mandou mensagens e ligações que nunca atendi. Depois de um bom tempo, a gente teve uma conversa onde ele confessou que a tesão que ele sentia pela minha mina era tão grande que o fez ultrapassar aquela linha tão fina da nossa amizade. Ele reconheceu o erro e confessou, chorando, que ele tinha tramado tudo, levando a Juli a fazer o que fez.
CONTINUA
Pra dar um foco maior na nossa vida agora, vou fazer uma descrição atual. A Juli tá perto de fazer 30 anos e eu, Javi, acabei de fazer. Os dois formados na faculdade. A Juli trabalha numa multinacional, é tipo uma secretária com um salário bom. Eu sou profissional autônomo. Pra decepção dos leitores talvez, o rolê a três com o Rober acabou há alguns anos. A verdadeira razão de termos parado com nossas práticas foi basicamente da Juli, ela quis cortar tudo pra tentar ter uma vida de casal normal, só nós dois. A gente tava tão viciado nos menages que, por mim, rolava umas propostas mais ousadas que ela não topou, e como a gente se ama muito, ela decidiu que era melhor pro casal deixar essa parte da nossa vida como uma lembrança gostosa, tudo contra minha vontade. A decisão de contar nossa história foi basicamente minha, na esperança de que os comentários e propostas do Poringa acendessem de novo a chama da minha mina, mas até agora só divertiu ela, não passou disso. A Juli lê cada comentário e de vez em quando conversa com algum Poringa boy. Mas os planos dela são outros, agora ela quer ser mãe, então descartou qualquer encontro extra. Quanto ao Rober, ele tá namorando e tem um filho, não sabe que a gente publicou a história. Ele vem direto em casa com a família ou sozinho, e já fez comentários sobre repetir a dose, mas entre risadas a Juli nega qualquer possibilidade. No máximo, passa a mão na bunda dela quando cumprimenta com um beijo no rosto.
Voltando ao nosso passado lindo, com o tempo, a Juli e eu sentíamos tanta necessidade de ter um lugar só nosso que decidimos conversar especialmente com os pais dela pra contar nossas preocupações. Tínhamos que fazer isso com cuidado, já que os pais dela ainda tratavam a Juli como se fosse uma criança. Neném. A Juli já tinha 24 anos, mas pra eles ela continuava sendo a bebezinha deles. A gente conversou com o Jorge e a Paula, falando que tava morrendo de vontade de testar a convivência entre nós dois. A notícia não foi tão boa pra eles, pra ser sincero, foi um balde de água fria pros dois. Eles ficaram sérios quando ouviram a gente e depois começaram com o papo de qual era a necessidade?... se na casa deles a gente tinha tudo, que eles não eram pais intrometidos e essas coisas. E a real era essa, meus sogros são bem modernos no relacionamento com a filha. Pra vocês terem uma ideia, foi a Paula quem começou com o assunto de que a Juli devia ir no ginecologista mais vezes, principalmente pelos cuidados na hora de transar comigo, e foi aí que a Juli começou a tomar anticoncepcional. Depois de uma longa conversa, eles se convenceram meio sem vontade, mas aceitaram depois das insistências apavorantes da princesinha deles. Quem botou todas as condições foi o Jorge: ele queria que a gente ficasse o mais perto possível da casa deles. Então, nos dias seguintes, ele mesmo tratou de buscar várias opções de aluguel perto da casa deles. Pouco tempo depois, a gente escolheu entre as possibilidades que meu sogro trouxe uma casa muito linda, a só quatro quadras da casa deles. Era uma casa meio grande pra nós dois, a gente teria se virado com uma menor, mas o Jorge dizia que a Juli tava acostumada com ambientes amplos e teve que me ajudar financeiramente um pouco com os gastos iniciais do aluguel. Meus pais estavam encantados de ver o filho tão bem estabelecido, tanto no trabalho quanto no amor. Mais ainda, meus pais já estavam falando que eu tinha que dar um neto pra eles, ideia que tava longe de mim naquela idade.
Em apenas um mês, eu e a Juli já estávamos morando juntos. Imaginem como a gente tava feliz. A casa era linda, moderna, dois quartos, uma cozinha-sala de estar-sala de jantar num espaço só e enorme, garagem pro carro, e quintal com churrasqueira e um quiosque. Eu tava vivendo um sonho verdadeiro. Os primeiros dias foram de transar quase todo dia, em todos os cantos da casa, a gente adorava ficar sozinho. A mãe e o pai da Juli tinham contato diário com a princesinha deles, se não passavam um tempo tomando mate, ligavam no telefone, pra falar a verdade a Juli também curtia a companhia, principalmente da Paula, elas eram muito parceiras e amigas, e o fato de se separar do dia pra noite fazia com que essa transição fosse levada e assumida desse jeito.
O tempo que passou desde o relato anterior até o momento em que fomos morar juntos, foi de repetir os menages com intervalos de meses. A gente traz eles pra história porque toda vez que algo rolava era parecido nas sequências, vários e vários casais passaram pelas nossas vidas, onde o Rober se cansava de arrebentar a buceta da minha mina, e de tanta prática a gente tinha encontrado um jeito de dupla penetração que a Juli curtia mais do que sentia dor. A gente não conta cada encontro porque não quer repetir as histórias, e só contar as que achamos mais interessantes pra vocês.
Voltando à boa nova, ter esse lugar novo pra gente, vocês imaginam o que causou na história taboo, o Rober já não tava mais naquela relação de amizade colorida com a Lore, eles tinham decidido cortar essa parada principalmente porque a Lore queria algo mais sério com ele e ele não tava afim de compromisso, foi difícil no começo, mas com o passar de uns meses eles conseguiram se ver de novo como amigos, e um tempo depois a Lore começou um relacionamento sério com um cara novo. O Rober continuava sozinho, a gente costumava sair com outros amigos em grupos de várias pessoas, mas ter casa própria com o tempo fez com que os menages entre o Rober, a Juli e eu se intensificassem. Se a gente saía nos fins de semana, certeza que terminava em casa transando os três, às vezes também rolava alguma coisa durante a semana e até o Rober dormia aqui de vez em quando. Pelo menos uma vez por semana a Juli comia duas picas ao mesmo tempo. Eu tinha Encontrei esse novo tesão de deixar eles sozinhos em algumas gozadas, onde eu batia uma sendo um espectador VIP de como meu amigo comia minha namorada do jeito que ele queria, adorava ver ela com outro pau, coisa que eu curtia pra caralho batendo uma em cada cena. Pra vocês entenderem bem, o Rober só esperava nosso sinal e se a gente propunha algo, era só ir pra casa e pronto. A situação tinha simplificado nos cuidados, já tínhamos lugar, e nossa relação entre os três era de tanta amizade que ninguém, mas ninguém desconfiava de nos ver juntos a qualquer hora. Podia rolar do Rober passar todas as tardes em casa pra tomar uma cerveja depois do trabalho, e não acontecer nada, e ele também não mostrar nenhuma intenção de fazer algo. A verdade é que tudo estava totalmente estabelecido. Ninguém que nos visse juntos podia imaginar o que a gente fazia na intimidade, principalmente porque pra fora eu era um senhor inglês, a Juli uma verdadeira dama fina, patricinha e delicada, e o Rober um brotherzão.
Pra falar um pouco da Juli, ela tinha engordado uns dois ou três quilinhos desde que a conheci, por causa de uma particularidade nela: ela adora comer, hehe... segundo ela, tem alma de gordinha (sem intenção de ofender ninguém nem discriminar). O fato de morarmos juntos fazia a gente curtir as comidas que mais gostávamos, imaginem que a Juli não era uma grande cozinheira, então o telefone do delivery era uma ferramenta essencial nas nossas vidas. Segundo ela, tava gorda, mas imaginem que 51 quilos distribuídos em pouco mais de um metro e sessenta de altura tava longe disso, eu via ela linda como sempre, com os peitos um pouco mais inchados e uma rabeta maior, abdômen sem marca mas reto, uma putaria de curvas e carne. Ela não trabalhava, só estudava na faculdade, os pais dela, apesar da minha recusa, costumavam dar dinheiro pra todos os gostos dela, eu dizia que agora essa responsabilidade era minha. obrigação, mas não podia fazer nada a respeito. Os pais dela praticamente pagavam um salário parecido com o meu, então problemas financeiros não existiam na nossa vida. A vida dela era estudar três tardes por semana e, de manhã, duas horas de academia. Ela visitava aqueles lugares clássicos de beleza feminina com a mãe: massagens, cremes, eletrodos, cabeleireiro. Tava acostumada com aquela vida de grana boa. Do meu lado, eu também tinha começado a fazer faculdade, coisa que nunca tinha passado pela minha cabeça, mas a maturidade foi caindo nos meus neurônios e me deu vontade de estudar. Eu estudava nos mesmos horários que a minha namorada, e depois passava pra buscá-la na faculdade dela.
Como eu tava contando, os trios tinham se intensificado. A gente comia a minha namorada sem parar. Os fins de semana eram verdadeiras maratonas sexuais: transar quando voltávamos das baladas e continuar no domingo. Tava tudo descontrolado, pra falar bem a verdade. E uma particularidade é que a gente já não precisava tanto da coragem que o álcool dá pra transar entre os três. O fato de ter casa pra isso já nos deixava loucos de tesão. Mas esse capítulo é muito especial, e vou contar baseado numa longa conversa que tive com a minha namorada, hoje minha esposa. As confissões mais sinceras dela resultaram nesse capítulo, depois de uma coleta cuidadosa e minuciosa de dados sobre o que aconteceu. Capítulo que eu não tinha certeza se contaria, mas aqui estamos.
Era uma tarde de verão, terça-feira. A gente tinha acabado de voltar das férias com a minha namorada. Passamos três semanas sozinhos no litoral argentino, e a faculdade ainda não tinha começado. Ela, todas as tardes, se não saísse com alguma amiga ou a mãe, ficava em casa sozinha, me esperando chegar do trabalho pra ver se a gente saía pra algum lugar ou ia pra piscina na casa dos meus sogros, já que eles estavam de férias. Quando meu sogro faltava no trabalho, era eu quem ficava no mando de tudo, então minhas responsabilidades tinham aumentado. Jorge tinha encontrado e desenvolvido em mim uma grande capacidade de trabalho, organização e liderança, apesar da minha idade, uma qualidade que eu desconhecia em mim. Eu saía do trabalho às 17h e em 20 minutos estava em casa. Naquela tarde, como de costume, fui do trabalho para casa. Assim que cheguei, deixei o carro estacionado na rua e entrei em casa pela porta da garagem. O primeiro sinal de surpresa foi ver a moto do Rober estacionada dentro da nossa garagem. Embora não tenha me estranhado tanto, porque ele costumava vir sempre, o fato é que quando vinha, me avisava. Atravessei a garagem de casa, cheguei ao quintal para entrar pela porta dos fundos, que estava aberta. Entrei e não vi ninguém na cozinha nem na sala. Aí a coisa já me pareceu estranha demais, principalmente porque a Juli nunca ficava sozinha com o Rober. Eu não sabia se eles estavam em casa ou se ele tinha acabado de chegar e saíram para comprar algo para beber ou comer. Isso passou pela minha cabeça, juro. Mas quando entrei na nossa casa, ouvi vozes que vinham inevitavelmente do quarto. Aí, sinceramente, senti um arrepio no corpo, um medo de encontrar o que primeiro veio à minha mente. Me aproximei ainda mais da porta do nosso quarto, e a porta estava aberta. Um verdadeiro soco na cabeça foi o que senti ao ver o que estava acontecendo. Aproximei bem os olhos da porta e o mundo desabou. A Juli estava totalmente nua, de quatro na cama, com a bunda virada para mim, e o Rober atrás, com as pernas de cada lado das coxas da minha namorada, metendo nela com tudo...
Rober — Como eu adoro arrebentar essa sua buceta, garota. Que surpresa gostosa vamos dar pro Javi... ahah... toma, toma... (a pica dele entrava e saía devagar, mas sem parar, da bunda da minha namorada enquanto ele segurava ela pelos quadris)... você é uma viciada na minha pica, anã... olha como sua buceta chupa minha pica...
Juli — ah ah ah ah ah ah ah ah... (eu podia ver a penetração anal que meu amigo dava na minha namorada)
Entendam novamente, queridos leitores, não havia nada que eu gostasse mais do que compartilhar minha namorada com o Rober, ver como ele comia ela e ela chupava a pica dele, mas sempre com meu consentimento. Dessa vez foi diferente, eles tinham feito sem mim, me senti traído e verdadeiramente corno, senti raiva... ciúme... medo... ódio... tudo junto. Fiquei paralisado por alguns segundos pensando em entrar, quebrar a cara do meu amigo e mandar a Juli pra merda. Devem ter sido os segundos mais longos e reflexivos da minha vida. Eu tava puto pra caralho, mas não consegui evitar ficar com a pica dura na hora, uma verdadeira mistura de sentimentos que me paralisava. Mas o que aconteceu foi que fiquei olhando sem eles saberem por vários minutos, tirei a pica da calça e comecei a bater uma vendo a cena mais dolorosa da minha vida. Tava com muita raiva, mas não parava de me masturbar vendo minha namorada dando o cu na minha ausência. Passaram vários minutos até eu entrar e me juntar à festa... o que vou contar no final deste capítulo. No próximo parágrafo, vou detalhar cronologicamente cada ato do que aconteceu naquela tarde na minha ausência, tudo o mais explicitamente explicado segundo o que minha namorada disse e os dados que ela me deu durante o interrogatório mais minucioso que fiz, no qual ela jurou pela morte dos pais dela que o que me contaria seria a verdade e nada mais que a verdade de tudo o que aconteceu...
ENJOY...
Naquela tarde, seriam umas três da tarde e tocou a campainha na minha casa. A Juli tava vendo TV e não esperava ninguém. A gente tinha se falado por mensagem de texto de manhã, mas não tinha nenhum plano específico pra tarde. Ela tinha ido pra academia de manhã, depois almoçou sozinha em casa e ficou vendo TV sentada no sofá da sala com o ar-condicionado no talo por causa do calor que tava fazendo. Tava descalça, com um short de lycra de uma legging velha cortada na altura da bunda, de cor cinza e que tá tão gastadinho que entra no rabo dela e dá pra ver a calcinha fio dental perfeitamente, bem estilo caseiro, uma regata branca completava o look, naquela época ela tinha o cabelo liso e comprido como sempre, mas tingido de castanho claro com alguns reflexos mais claros, e uma franja que dá aquele toque de putinha na carinha de boneca que ela ainda tem. O som da campainha surpreendeu ela, já que naquela hora não tinha ninguém na rua por causa do calor, também não esperava ninguém e não era normal alguém aparecer em casa sem avisar. Ela olhou pelas cortinas da janela da rua e viu o Rober na calçada. Se sentiu realmente intrigada pelo motivo da visita, já que isso nunca tinha acontecido antes. Nem preciso dizer que ela abriu a porta e deixou ele entrar.....
Rober - Enana, o que cê tá fazendo? Desculpa te incomodar, mas pelo amor, me deixa ir no banheiro que tô me segurando pra mijar faz meia hora... passei aqui por perto e então... te encho o saco dois minutos e vou embora... (uma situação nunca vivida antes, mas normal entre a gente, que tinha uma confiança extrema)
Juli - Ah, mano, claro... de onde cê vem, por que não parou em algum lugar?
Essa foi a introdução com que o Rober entrou na minha casa na minha ausência. O Rober entrou e colocou a moto na garagem com medo de roubarem. Foi pro banheiro e quando saiu, ficaram conversando uns minutos....
Rober - Uhhh, mano, quase me mijei na moto, não aguentava mais, juro, e justo vim comprar uns negócios de moto por aqui perto (era verdade, porque ele tinha umas caixas com peças de moto) e tava rezando pra você estar em casa, senão eu me mijava... haha
Juli - hahaha... tava vendo TV à toa. Tá muito calor pra sair. Quando o Javi chegar, a gente vai pra piscina, te aviso qualquer coisa....
Rober - Beleza, show...
Juli - Quer um pouco de água gelada? Ou refrigerante... álcool não tem, haha...
Rober - Fecha! Tô com uma sede do caralho. Vim comprar uns negócios pra moto... mais tarde vou arrumar ela. Também tava À toa, então vim comprar isso que faz tempo que tenho que arrumar a moto e tava enrolando....
Assim, ficaram conversando normal por uns minutos, os dois parados na bancada da cozinha. Pelo que a Juli falou, tavam de boa, e o Rober puxou o assunto das férias, como a gente tinha passado e tal, trocaram uma ideia assim....
Rober- Eu... e aí, qual é? Saímos sábado, falaram algo com o Javi? (primeiro sinal de que escondia algo, o Rober não era de puxar esse assunto, nunca, mas nunca, a gente sabia muito bem o que significava naqueles momentos "sair os três"...)
Juli- Ahhh, nem ideia, sei lá... depois pergunta pro seu amigo...
Rober- Vai, digo, sei lá... tomar alguma coisa, talvez... umas cervejinhas geladas, por aí... ou não, anã? (enquanto tomava o último copo d'água)
Juli- Alguma coisa a gente vai fazer com certeza, não dá pra ficar em casa (segundo ela, falou algo assim, mas sem mencionar o tal "final da noite", embora os três soubessem como tudo terminava)... o Javi tava afim de jantar e depois tomar alguma coisa... fala com ele... (ela também tava bebendo água)
Rober- Você alegrou minha tarde hahaha... já tô na expectativa pra esse fim de semana...
Juli- haha... nem vem com ideia absurda, porque senão já era, hein... falei que a gente vai sair, só isso...
Rober- Anã, não viaja, eu... falei que fico feliz em sair com vocês, só isso...
Juli- Ah, claro... sabe como eu te conheço, cara... essas coisas você fala com seu amigo...
Rober- Puta merda, adoro sair com vocês... não tem nada de errado nisso...
Juli- haha... para de enrolar, Rober... que enganador que você é... vou fazer um mate, melhor...
Rober- Te acompanho num mate, se não se importar... já são quase quatro horas, daqui a pouco o Javi chega. Vai incomodar se eu tiver aqui? Acho que ele não vai ficar puto, né?
Juli- Manda uma mensagem pra ele e fala que tá aqui... e pronto... eu tô na minha casa... você é quem devia avisar ele...
Rober- Nada... ele tá trampando e não quero atrapalhar. Porra.....vamos ver se ela esquenta, porque vim sem avisar....de qualquer forma, vou tomar dois mates e vazar....depois me avisem se vão pra piscina dos teus pais... Nesse momento, Juli virou as costas sem querer, mas começou a preparar o mate na bancada, e imaginem que ela estava com a legging enfiada na bunda e deixando transparecer a pressão que aquela fio dental fazia nas nádegas dela (já vou avisando que a raba da Juli hoje tem 102 cm firmes de pura bunda redonda, dura e empinada...imaginação voa longe, e ela mantém quase o peso daquela época, então imaginem como era aquela bundona da mina), continuaram conversando... ela de costas.... Rober - Agora tô mais feliz que o fim de semana tá chegando....impressionante....uma salva de palmas pro churrasqueirooo.... Juli - Robeeer....para com isso, idiota.... Rober - Anã, não vai ficar brava porque eu olhei pra sua bunda, né....acho que a gente tem intimidade pra isso, não? Tô levando um adianto pra esperar o fim de semana haha... Juli - Eu sei que tem intimidade, mas não é legal você falar essas coisas se o Javi não tá aqui...tô falando sério...não rola... Rober - Não esquenta, idiota, para....o que acontece é que sua legging não ajuda muito....pelo contrário....não consigo parar de olhar pra ela.... Juli - Bom...faz um esforço e pensa em outra coisa....senão vai embora e tchau.... Rober - É foda como a fio dental te come, como você consegue manter assim? Me conta o segredo pra eu passar pras gatinhas que eu como haha Juli - Chegaaa....o segredo é dieta, genética e academia....mas chega, tô falando sério....(foram uns cinco minutos que Juli ficou de costas pro Rober) Juli se virou depois de preparar o mate, e quando olhou pro Rober não conseguiu evitar de ver que ele tava com o pau duro no short de futebol, impossível disfarçar, tava durasso de tanto olhar pra bunda da minha namorada e falar sobre isso. Juli - Naaaaa...cara, você vai longe demais....olha como você tá....absurdo....melhor pegar sua motinha e vazar antes que o Javi chegue. Javi vai pensar qualquer coisa...
Rober- Para, anã, não esquenta, burra. Você sabe como eu sou e que isso às vezes eu não consigo controlar... me espera baixar e vou embora... sério, te juro, foi sem querer...
Os dois continuavam de frente um pro outro, Juli tinha apoiado a chaleira e o mate na mesa...
Juli- Você é um sem noção, Rober... além do que a gente faz, às vezes você sabe do que a gente sempre fala, burro... do respeito... você estar em casa assim não dá... e muito menos se o Javi não tá... eu não quero confusão com ele... você sabe como a gente é...
Rober- Burra, já sei... mas você mais que ninguém sabe que isso não se controla, anã... me perdoa... me dá um mate e vou indo...
Juli- Toma... vê se baixa com um mate quente, haha...
Rober- Haha... acho que não vai baixar com isso... bom, vou indo... mas me perdoa por perguntar, hein... tem festa sábado ou não? (o filho da puta falava numa boa com o pau duro na frente da minha mina)
Juli- Para, burro... sei lá... a gente sai, óbvio...
Rober- E depois...?
Juli- Rober... burro, depois da quantidade de vezes que a gente fez, a essa altura você faz essas perguntas, moleque? Para de encher o saco, vai... toma o mate e vai andando que você já tá meio chato... sei lá o que vai rolar sábado...
Rober- Então quer dizer que sábado eu te como? (aí o filho da puta passou do limite)
Juli- Já tá passando do limite, viu? Chega... vai embora agora... (segundo Juli, ela falou sério)
Rober- Ah, burra, por que você se irrita se a gente transa os três toda semana? Vai me dizer que o Javi te obriga? Que você não gosta? Tô conversando, anã... só isso... (tomava mate com o pau duro na frente dela)
Juli- Claro que não me obriga... nunca fez isso... mas não curto a gente conversando aqui sozinho... os três é outra coisa... assim não rola...
Rober- Javi não vai ficar puto por me ver aqui, pode crer... se cada vez que a gente transa ele fica doido... Olhando um pro outro... ou não...? Ele gosta de ver você comendo comigo.....ou tô enganada..?
Juli- Sabe que não tá enganada, Rober....mas não sei aonde quer chegar com essa conversa.....desculpa, sei sim aonde quer chegar e isso só com o Javi presente....eu não minto nem engano ele.....você sabe muito bem disso...tô esclarecendo, caso ainda não saiba, que a gente faz isso porque eu e o Javi gostamos....e de certa forma ele te escolheu...eu não....mas não se engana, porque você não me atrai nem um pouco, hein.....aconteceu e pronto....eu nunca teria te dado bola se não fosse pelo Javi......acho que isso já tava mais que claro, não..?
Rober- Mas se eu não falei em nenhum momento pra você mentir pra ele, nem fodendo, sua burra, depois do bem que a gente se divertiu juntos, imagina se vou te pedir isso, jamais, Javi é tipo meu irmão....e você também é como uma irmã pra mim......burra, não esquenta assim.....cê tá viajando, cara....sabe que por vocês eu corto um braço.....
Juli- E então...
Rober- Na lata, burra....sabe que o Javi curte isso mais do que a gente.....talvez a gente possa esperar ele com uma surpresa boa....sei lá...tô falando...me veio agora....(pegou na rola por cima do short)....
Juli- Queee...? Quer que a gente espere ele transando..? Cê tá louco, moleque..?
Rober- Calmaaa....também não é algo que a gente nunca fez, cara....como você fala....a essa altura acho que não vamos nos assustar com isso......só tô dizendo que a gente podia esperar ele com uma surpresa.....pode crer que vai explodir a cabeça dele, burra....sabe que ele curte toda essa putaria......e você também adora, anã.....os três.....não tem nada de estranho...só mudamos o começo.....olha como eu tô...(pegou na rola de novo que, segundo a Juli, ia rasgar o short)...bom, sei lá se você quer..? pra mim o Javi vai pirar....tô falando pra variar um pouco do que a gente sempre faz.....não tô dando em cima de você sozinha...nem fodendo....tô dizendo que talvez a gente dê uma surpresa do caralho a Javi... pra mim ele vai ficar louco quando chegar...
Juli- Para... não sei... eu não quero confusão, você sabe... manda uma mensagem pra ele e a gente espera pra ver o que ele diz... depois a gente vê...
Rober- Ahhh, burra, se eu mandar mensagem estraga a surpresa... eu tô falando em esperar ele na ação... ou você não tá afim...? (Falou isso e abaixou o short, deixando o pau dele à mostra, durasso)
Juli- Paraaaa, idiota... não sei... não dá... não curto assim... avisa ele por mensagem que você tá aqui... e se ele ficar bravo... guarda essa loucura aí...
Rober- Fala sério, burra, pra que tanta enrolação... se já te comi um monte de vezes... vai me dizer que não gosta do meu pau... sei que você não gosta de mim, mas do meu pau você gosta... olha que duro você me deixou... (ele batia uma lentamente na frente da Juli)... acredita, o cabeção vai adorar a surpresa... duvido que ele vai ficar bravo da gente esperar ele assim, depois de tantas vezes que a gente te encheu o saco... e se não me engano, é ele quem arma toda a putaria... relaxa, vai ser bom, pode crer...
Juli- E se ele ficar bravo...? (A Juli já tava na dúvida com a lábia do meu amigo, mas segundo ela, nunca pensou nisso como uma traição, ele só convencia ela de que eu ia gostar)
Um pequeno parágrafo: vou falar que a Juli, mesmo tendo quase trinta anos, mantém uma inocência estranha, tipo muito inteligente pra um monte de coisas e meio bobinha e ingênua ao mesmo tempo (coisa que eu adoro nela), é difícil de explicar... como se tivesse uns toques de Karina Jelinek, pros argentinos...
Rober- Sério, burra, lembra que quando o Javi chegar e nos ver, ele vai pirar... a gente espera ele esquentando um pouco...
Juli- Mano, não sei... não sei... espera uma hora que ele já chega... assim não dá...
Rober- Anã, você fala "não sei", mas não para de olhar pro meu pau... fala sério, relaxa... aposto minha cabeça que você tá molhada de ver minha rola... mostra essa bunda um pouco, vai... só um pouquinho... a gente não faz nada além de amassar um pouco e ele esperamos assim...se quiser, a gente não tira a roupa...
Juli jurou pela morte dos pais dela (ela sempre faz isso quando fala a verdade) que nessa altura da conversa, o Rober já tinha convencido ela de que a ideia dele ia me agradar, obviamente sabendo que no sábado a gente ia transar os três, ela não pensou que dessa vez seria algo tão louco. Embora no começo ela recusasse fazer uma parada dessas, ele convenceu ela de que isso não era mentir pra mim, mas sim me dar uma surpresa dentro do nosso relacionamento a três. Ela jurou e rejurou pelos pais que jamais teria partido dela propor algo assim...
Juli — Mas não se empolga, hein... não tira minha roupa... a gente vê... se eu não curtir, a gente para e você vaza, ok? (ela foi pra sala e baixou as persianas da casa, foi até o sofá e ficou de quatro, com a bunda virada pro outro lado do encosto)... a gente espera ele aqui, de roupa, ok?
Rober — Sim, anã, do jeito que você quiser... (quando ela ficou de quatro com a bunda virada pra ele)... Caralho... que bunda linda que você tem, anã... impressionante... como a tanga entra na sua racha é foda... (ele apoiou a pica nua no meio da racha dela e começou a esfregar)... sabia que você ia gostar da ideia...
Juli — Calma, hein... só esfregar... mas guarda essa pica... a gente combinou só de apalpar, nada mais.
Rober — Você não faz ideia do tesão que é comer a namorada do meu amigo... (enquanto passava a pica nos lábios da buceta dela por trás)... Além disso, você é a gostosa com a melhor raba que já vi na vida... a que mais me excita... nunca imaginei que você ia gostar tanto de pica... você adora, e isso te deixa ainda mais linda... (a esfregada era devagar)...
Juli me disse que no começo ela não falava, só ouvia ele falar, que se sentia estranha por fazer aquilo sem a minha presença, como se não tivesse certeza do que estava fazendo, com uma espécie de medo, principalmente da minha reação quando eu descobrisse aquilo, mas cada segundo que, irremediavelmente, começou a esquentar ela, mas ela não queria deixar ele saber....
Rober - Desde que te vi no quiosque, fico batendo uma pensando nessa bunda, me deixa louco, você é a bunda mais gostosa que já vi na vida... cê gosta dessa pica, anã? (ele encostava firme, mas ela não respondia, e o tesão só aumentava)... eu te comeria todo dia...
De repente, Rober parou de encostar e passou a apalpar ela, as mãos dele percorreram cada parte da bunda dela, apertou, pegou os glúteos e separou apertando, tocava a buceta dela por trás com a palma inteira da mão, ficou assim por vários minutos apalpando a bunda da minha namorada, ele a apalpou como quis, me disse que esfregava a buceta dela com a mão num vai e vem, tava punhetando ela com a roupa, e sem mentir, me disse que a situação tava esquentando ela pra caralho, mas ela não queria ir além...
Rober - Mmmm... anã... cê tem a buceta quentinha, porra... aposto minha cabeça que cê tá toda molhada... não sabe como tá minha pica... dura que nem pedra... (ele esfregava cada vez mais rápido a buceta dela, o que, segundo Juli, tava deixando ela louca de tesão)... quer tocar um pouco nela?
Ela não respondeu, e ele continuou com o jogo de apalpação e palavras, assim foram passando minutos de uma apalpação cada vez mais quente, pela finura do tecido da legging, dava pra sentir a mão do meu amigo na buceta já molhada dela, Rober oferecia a pica a cada segundo diante do silêncio dela, ele me disse que num momento ela fechou os olhos e começou a curtir a apalpação, foi se sentindo mais relaxada... com tesão... e perdendo a tensão que tinha, os medos sobre minha reação estavam indo embora... as mãos de Rober iam dos glúteos dela pra buceta... e também fazia pressão no cuzinho dela com um dedo...
Rober - Ahh... como cê me excita, Julieta... me dá um tesão que nenhuma outra gostosa me dá calento nunca....sabes que cuando me cogia a lore pensaba en tu culo....imaginava que era essa bunda que eu tava comendo.....uuhhh....boluda, te queima a pussy.....olha como você ficou..(ele pressionava com um dedo na racha da pussy)....quer tocar nela..? (ela não respondeu, mas sentiu que ele parou de apalpar e de repente o viu se aproximar de frente por trás do encosto do sofá e aproximou a cock).......toca ela, anã....tá morrendo de vontade...devagar, vai....javi já deve estar chegando....
Embora ela tenha dito que tava com vontade de agarrar ele (foi sincera), o medo tomou conta de novo, ela saiu da posição, se levantou e foi rapidinho pra cozinha, pegou a garrafa d'água que tava na pia e começou a beber água direto da garrafa, dando as costas pro rober de novo, bebeu água e sentiu meu amigo encostar nela por trás...ela sem se mexer...
Juli- Para, boludo....melhor a gente parar e esperar o javi, né....já já ele vem....aí a gente continua....(mas ela não saía do lugar, me confessou que tava com tesão, queria parar mas ao mesmo tempo a putaria não deixava ela se mexer)
Rober encostou a cock bem no meio da bunda e enfiou a mão na pussy dela por baixo....
Rober- Anãã...fica tranquila, boluda....o javi vai adorar, lembra....além disso, você tá com um tesão danado....conheço sua cara de safada...se deixa levar, boluda...(ele fazia movimentos de bombada na bunda da minha namorada enquanto apalpava a pussy dela, ela disse sentir a cock dele duríssima entrando nas bochechas dela)....
As apalpadas e as encostadas começaram a ficar mais intensas, ele cada vez mais enfiava a poronga dura feito ferro na leggins dela, e a mão dele não parava de estimular a pussy da minha namorada, segundo juli, ela já não conseguia mais parar, tinha entrado num jogo quente do qual não conseguia sair, a mão do rober foi além e enfiou por dentro da leggins e da calcinha fio dental pra tocar ela de verdade depilada buceta, isso fez ela perder a noção do tempo, do ato e do lugar... ela tava toda molhada.. (naquela época que a gente morava sozinho, nós dois vivíamos no fogo, não sei por quê, mas a gente transava quase todo dia, e qualquer coisa virava motivo pra gente acabar trepando, então aquela mãozada fez a Juli perder a sanidade rapidinho)
Rober- Eu sabia......tá toda ensopada, gostosa.....olha como você gostou da ideia que você tem a buceta toda molhada....tá toda babada..... (ele esfregava os lábios e o clitóris enquanto continuava bombando..)...
Aí a Juli, com o último fio de sanidade, exclamou...
Juli- Paraaa......vamos esperar um pouco, vai.....não seja assim
Rober- Por que você me manda parar se a sua buceta não diz a mesma coisa..... (aí ele sentiu que enfiou dois dedos na buceta).....você tá com tanta vontade de ser comida que não aguenta mais....tá morrendo pra eu comer essa buceta....essa buceta de menina safada que você tem.....olha como você molhou minha mão...(ele tirou a mão da buceta e mostrou os dedos todos molhados)
Ela sentiu as mãos dele abandonarem as partes íntimas e ele a pegou pela cintura, virando ela de frente. Ele pegou a mão dela e levou até o pau, ela segurou. Estavam separados por centímetros, muito perto um do outro. Ele enfiou a mão de novo dentro da legging dela e começou a punhetar devagar..
Rober- Assim, anã....assim a gente se masturba junto, vai....me punheta, vai....
Ela, sem falar, começou a punhetar ele enquanto ficava cada vez mais excitada com a punheta que ele dava nela. O tesão que a Juli sentia já não deixava ela pensar....a mão do Rober na buceta dela e ela com um pau grosso e duro na mão tava enlouquecendo ela.....ficaram se punhetando um ao outro por um tempo até que ele falou...colocou as mãos nos ombros dela, convidando ela a descer...
Rober- Por que você não chupa um pouco, linda......vai, que eu sei que você tá encanta....
Ela hesitou por alguns segundos... olhou pro pau dele bem duro e inchado, a cabeça do pau dele livre... o desejo carnal tomou conta da mente dela... Juli foi se abaixando devagar até ficar de frente pra pica do Rober... abriu as pernas pra ficar mais perto... abriu bem a boca e colocou ele pra dentro... fechou os olhos e o gosto do pau do Rober queimou a cabeça dela... ela se sentia quente como nunca... talvez o fato de ser proibido a excitou ainda mais... começou a chupar o pau dele devagar, aproveitando cada lambida... enfiava ele inteiro na boca o mais fundo possível pra tirar de novo e chupar a cabeça com a língua... babar ele e chupar de novo... sentiu as mãos dele na cabeça dela marcando o ritmo da chupada... sentia a pressão do Rober querendo enfiar o pau cada vez mais fundo, o que fazia ela soltar mais e mais saliva...
Rober - Ahhhhhh... como você gosta... assim gostosa... come ele todo que você adora... você tem uma boquinha muito quente... assim assim... chupa ele bem... saboreia ele...
Juli ficou chupando o pau do Rober agachada na cozinha da minha casa por vários minutos, fez devagar e aproveitando cada chupada que dava naquele pau grosso... ela sentiu que ele foi aumentando a entrada e saída da boca dela... cada vez um pouco mais... sentia a dureza daquele pau na boca... ela achava que ele ia encher a boca dela de porra a qualquer momento... mas isso não aconteceu, ele pegou ela pelos braços e a fez ficar de pé, de frente... com um puxão deixou o short dela nos tornozelos... ficou só com uma calcinha fio dental preta... ele se abaixou e ela, sabendo a intenção dele, só abriu um pouco as pernas... sem tirar a calcinha, puxando ela pro lado, Rober descobriu a buceta dela... aproximou o rosto da buceta dela... esticou a língua e deu uma lambida lenta em toda a extensão dos lábios vaginais dela... saboreando cada parte da buceta dela... fez isso de novo devagar... e olhou pra ela... Rober - Essa buceta é uma delícia.....você tem um cheirinho gostoso.....tá toda molhada, anã.... (Juli já olhava pra ele sem falar nada, de boca aberta, se entregando a cada chupada na buceta que ele dava)....
Rober levou as mãos por trás, agarrando as nádegas de Juli pra levar a buceta dela até a boca, chupou devagar... quase pausado... usava mais a língua do que a boca, prendia o clitóris dela com os lábios e puxava pra fora..... alternava de chupar pra meter a língua só um pouquinho dentro da buceta.... ela sentiu um dos dedos de Rober entrando devagar na calcinha dela pra tocar no cuzinho.... Rober alternava lambidas com abrir a boca e meter a buceta inteira da minha namorada.... enquanto continuava chupando a buceta dela do jeito mais pornô possível, foi estimulando a bunda dela com movimentos circulares... intercalando com pequenas penetrações.... isso deixou Juli com um tesão tremendo e extremo.... Rober se levantou.....pegou a pica dele e encostou na buceta da minha namorada.... ela esperou cada movimento sem falar nada.... ele passava a cabeça da pica pelos lábios vaginais dela.... assim começou uma fricção, agarrando a bunda dela com as duas mãos.... não penetrava, mas passava a pica duríssima na xereca dela.... aí Juli me disse que não aguentava mais tanto tesão..... se sentiu perdida... muito excitada.... jogou a cabeça pra trás... fechando os olhos.... aproveitando com um pouco de culpa a masturbação que Rober fazia com a pica dele.... sentia a pica percorrendo os lábios dela e as mãos de Rober apertando forte as nádegas dela.... separando.... abrindo.... empurrando elas pra perto dele....
Rober - Vou te comer......vou te comer agora....não aguento mais.... (acelerou mais a fricção)....
Juli - Nãooo....por favor nãoooo......comer nãooooo....vamos esperar um pouquinho ahaha.... (Juli dizia isso, segundo ela, com a cabeça ainda jogada pra trás)....
Nenhum dos pedidos dela impediu que a A calentura do Rober não ia aumentar mais, pelo contrário, acho que isso só deixou ele mais excitado. Juli sentiu as mãos dele descerem um pouco abaixo da bunda dela, ele pegou ela pelas pernas e levantou levemente... sentiu a cabeça da porra do Rober se encostar na entrada da buceta dela...
Rober — ...me fala pra não fazer, anã... me fala se você não quer...
Juli — Por favor, nãoooo faz issooo... vamos esperaaaar... ahahahhahahhahhahahha... (Rober nem terminou de ouvir e enfiou meia pica dentro da buceta dela)... ahahah nãooooooooooo
Rober — Você fala que não e adoraaaaa... tomaaaa... bem fundooo... (aí Juli sentiu que a penetração foi completa, tinha a pica inteira do Rober dentro da buceta dela, sentiu as mãos dele apertarem bem a bunda dela, empurrando ela com força contra a pica dele)...
Juli — nãoooooooooo... ahahahhahahhaa...
Aí Rober levantou ela... ela, com medo de cair e por causa da posição, cruzou as pernas na cintura do Rober e se abraçou nos ombros dele, colocando a cabeça pro lado da dele. Ele segurava ela pela bunda e começou a foder ela com tudo... ela é pequenininha e ele tem quase um metro e oitenta, então vocês imaginam que não foi difícil segurar ela no colo... ele levantava e abaixava ela, segurando pelo rabo, fazendo a pica dele entrar e sair por completo na buceta dela... começou uma foda forte... quase batendo com a pélvis nela...
Rober — Tomaaa tomaa tomaa anã... toma pica puta... como você gosta da minha pica, filha da puta... (segundo a Juli, ele estava fodendo ela de um jeito selvagem e muito rápido, com tudo, ela disse sentir a pica dele mais grossa que o normal, que enchia a buceta dela)...
Juli — Paraaaa... ahahahaha... ahahha... paraaaaaa...
Nada disso aconteceu, Rober comeu ela assim na cozinha de casa, matando ela de pica na buceta, estava fodendo ela de um jeito tão safado que Juli me disse que começou a sentir vontade de gozar... que sentia que a qualquer momento o Rober faria ela gozar... a a visão dela se nublou e ela fechou os olhos... só sentia que ele falava todo tipo de putaria enquanto não parava de meter com força... a penetração foi ficando cada vez mais violenta... ela se agarrou forte nos ombros dele... sentindo que o orgasmo dela vinha... mas ao mesmo tempo não chegava... talvez a culpa não deixava ela gozar completamente... ela estava se deixando comer na minha ausência... algo que nunca tinha acontecido entre a gente apesar da nossa vida sexual... sentiu que rober andava... mas ela não abriu os olhos... só continuava gozando daquela trepada do caralho... de repente rober foi deixando ela cair na nossa cama... ela se jogou abrindo completamente as pernas mas sem abrir os olhos... sentiu como rober tirou a regata e o sutiã dela... pra depois se deitar em cima dela... ele comeu e comeu ela na minha própria cama... ela me confessou que nunca sentiu rober tão tarado... como se estivesse louco... ele chupou os peitos e o pescoço dela sem parar de meter... a putaria foi tanta nela que em nenhum momento ela conseguiu reagir que rober poderia gozar dentro da pussy... sentia a língua dele no pescoço... peitos e até meteu uma linguada na boca aberta dela... que segundo ela ao sentir isso escorreu pelo rosto... ele comeu ela como um verdadeiro filho da puta... e quando ela estava sentindo que o orgasmo era iminente ela ouviu...
Rober- ahahahhahahhahah... tomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa... (rober começou a gozar dentro da pussy dela segurando ela forte pela cintura e fazendo muita força)... tomaaa o leiteeeeeeee...
Juli- Ahhhhhhhhh... nãooooooooooooo...
Juli sentiu ser inundada pelo nosso amigo, que ficou dentro dela até deixar a última gota de sêmen dentro da minha namorada, mas o pior de tudo que juli me disse foi que quando sentiu rober saindo de dentro dela... ela ainda estava com o orgasmo incompleto... queria continuar trepando... não ficar com essa vontade... e ainda mais conhecendo minha namorada que pode te matar se deixar assim.....
Juli- ahahah.....me come....agora me come filho da puta que não aguento mais.....(levantei a vista e vi o Rober parar na cama com o pau todo manchado de porra, ele apoiou cada joelho do lado da cabeça dela e colocou o pau ainda duro a centímetros da boca)
Rober- Come anã....limpa meu pau e continuo te comendo que o Javi já vem, vai....
Ela olhou pro pau dele, esticou o pescoço e o Rober enfiou na boca dela.....a Juli chupou a pica até deixar limpinha....cada parte daquele pau foi lambida pela boca da minha namorada, engolindo os restos de porra do Rober...
Rober- ahahha.....você é a puta mais gostosa que tem.....patricinha e puta.....quer que eu continue te comendo.....? (ele falava enquanto enfiava o pau na boca dela)...gozou...?..(a Juli tirou o pau da boca)
Juli- Não consegui gozar.....por favor me faz gozar que não aguento maaais.....vai filho da puta termina o que começou......
Rober saiu da posição, a Juli continuava de pernas abertas, não aguentava mais esperar aquele orgasmo intenso que tava chegando, o Rober agarrou ela pelas pernas e levou como se fosse uma boneca até a beira da cama, ajudou ela a se levantar e ficar de pé, tocou na buceta dela e enfiou dois dedos dentro....
Rober- Te deixei muita porra dentro.....gostosa......
A Juli tava alucinada segundo ela, só queria que continuassem comendo ela, o tesão dela é anormal, tipo uma droga que não deixa ela pensar em outra coisa, o Rober tirou os dedos cheios de porra da boceta dela e ofereceu pra ela....a Juli abriu a boca aceitando a oferenda...
Rober- Assim gostosa....come a porra do Rober.....agora vou te comer o cu.....ainda tô com tesão....vou te comer o rabo pra quando o Javi chegar ver o quanto você é puta....vem...(levou ela contra a parede do quarto e fez ela ficar de costas com a bunda pra fora) assim...pra deixar essa bunda bem gostosa que vou arrebentar.....
A Juli já não falou mais nada, se deixou fazer de tudo por esse cara animal no cio, sentiu como a pica dele procurou a bunda dela, a pressão no esfínter apareceu, entrou a cabeça e ela sentiu dor por falta de lubrificação, mas a penetração foi ficando funda... inteira... completa... até que, segundo ela, sentiu como se o Rober estivesse abrindo o cu dela por completo... sentiu ela enorme... deixou ela um tempo dentro do cu pra dilatar...
Rober - Ahhhh... nada se compara com essa bunda enorme... tô com ela toda dentro de você, gostosa...
Sentiu as mãos dele pegarem na cintura dela e começar a meter devagar no cu, tirava e colocava devagar... a dor da Juli aos poucos foi se transformando de novo em prazer... a pica do Rober entrava e saía da bunda da minha namorada...
Rober - Você gosta, Juli? Gosta da porra da pica grossa na bunda, não gosta? Que foda gostosa que tô te dando... vamos te comer o dia inteiro hoje... (metia cada vez mais fundo)...
Juli - Arrebenta meu cu, filho da puta, vai... me faz gozar jáááá...
Rober - É isso que você quer, putinha... vou destruir teu rabo de tão puta que você é... o Javi vai te encontrar com o cu bem arrombado... como eu gosto de você... vou te comer a vida toda... sempre... de namorada... casada... grávida... sempre vou te comer...
Juli - Para de falar e me faz gozar, seu idiota...
Aí o Rober começou uma foda do caralho, segundo minha namorada, sentia que tava queimando o cu dela, mas tava super excitada, tava partindo ela de pica na parede... vários minutos de porrada no cu... assim ele tava arrombando a bunda da minha namorada e na minha própria casa e sem eu estar lá... até que ela sentiu que ele, sem tirar a pica do cu, foi levando ela pra cama... mandou ela subir devagar até chegar no meio da cama... tirou a pica do cu e ela sentiu ele cuspir no buraquinho dela...
Rober - Agora você vai gozar, garota... agora sim vou te comer...
Rober meteu a pica na bunda dela, penetrou até o fundo e aí começou a comer o cu dela com tudo letras, de trás parado com cada perna dos lados da bunda da minha namorada, comecei a arrebentar o cu dela mal, ela disse que sentia que ia sangrar o cu do jeito que eu tava comendo ela, tava descosturando o cu dela igual um selvagem....metendo e tirando a pica inteira do cu a toda velocidade....segundo ela, nunca tinha sido comida com tanta violência....como se eu quisesse machucar ela....sentia fogo no cu de tão forte que o Rober tava comendo ela....e ainda mais com a grossura dessa porra....
Rober- Toma toma toma.....vou te arrebentar o cu, anã...(ele penetrava ela de um jeito impressionantemente violento)....olha se teu pai visse como você entrega a raba pro amigo do teu namorado....olha se ele visse a puta que a filha dele é....puta do caralho a menina....adora uma pica no cu.....por isso vou te arrebentar...toma toma...tomaaaaa
Naquele exato momento, eu me aproximei da porta e presenciei a foda mais pesada e dolorosa pros meus olhos, com a pica dura eu tava vendo minha namorada ser comida brutalmente pelo cu, sinceramente não sei como a Juli aguentou tanta submissão anal....nunca vi o Rober comer o cu dela daquele jeito, posso dizer que depois daquela tarde, a Juli ficou dois dias sem sair de casa, com uma dor do caralho no cu, e que por vergonha não foi no médico, mas merecia. Eu não consegui comer o cu dela por um bom tempo, porque ela negava, aquela foda fez ela pegar medo de sentir uma dor daquele tamanho de novo. Pensei em contar o que aconteceu depois, mas vou deixar isso pra escolha do leitor. Só posso dizer que depois que entrei na festa e comi a Juli também naquela tarde, onde ela ficou com o cu arrebentado como nunca, assim que terminamos todos, quase quebrei a cara do Rober. Sem falar nada, expulsei ele da minha casa e a Juli se meteu no meio, porque senão eu matava ele naquela tarde com minhas próprias mãos. Discuti com a Juli e ficamos brigados por mais de duas semanas, dormindo em camas separadas, e ela chorava todo dia. pedindo desculpas. Senti vontade de me separar dela pela traição de não ter me contado nada, mas o tempo e o amor que a gente tem até hoje fizeram a gente voltar. Fiquei brigado com o Rober por meses, ele mandou mensagens e ligações que nunca atendi. Depois de um bom tempo, a gente teve uma conversa onde ele confessou que a tesão que ele sentia pela minha mina era tão grande que o fez ultrapassar aquela linha tão fina da nossa amizade. Ele reconheceu o erro e confessou, chorando, que ele tinha tramado tudo, levando a Juli a fazer o que fez.
CONTINUA
36 comentários - Cuck: A Origem. XV. Linha Fina.
Considerando que esta historia sea cierta, y ya que viví una muy parecida: Al amigo se lo perdona, lo cual significa que me libero auténticamente de mi rencor hacia él por el daño que me hizo. Pero no vuelvo a tener una relación de amistad, cada uno por su camino. Porque por mucha calentura que haya tenido, traicionó tu amistad y puso en riesgo una buena relación.
A la novia también se la perdona (para liberarnos a nosotros del rencor, resentimiento que no nos dejaría vivir) y luego seguiría o no con ella en función de varios puntos, el más importante: el amor.
Saludos.
Nosotros tambien nos alejamos del tema por varios años, y en nuestra primera madurez, 39, 40 volvimos con todo. claro que me costo un peru convencerla de nuevo y un viaje inolvidable a Jamaica. Ayudo terriblemente, que nuestros hijos ya eran medio independientes, por edad, en esa época.
Lo tuyo espectacular, porque esas vivencias y salidas locas, la experimentamos muchos, son normales, gracias y a seguir, abrazos
Saludos.-
Si quieren volver a los tríos mejor busquen gente nueva, sin compromisos, algo de toco-disfruto- me voy, acá en Poringa van a encontrar muchos voluntarios! je, je!
saludos
Saludos
Pero en mi opinión (la de un humilde poringuero) vos le diste una mano a tu amigo y te agarro el codo! Eso es una tracicón que yo no hubiera perdonado! ... y encima lastimo a tu novia, no da!
pero bue, una vez mas MUY BUEN RELATO!! a x mas!
Un beso para ambos, saludos Nissan
Obvio que nos gusto y gusta lo que hicimos. A mi me encanta. Ojala juli afloje ja....
-Emik
acá esperamos ansiosos
saludos RORO
un abrazo
no fue consensuado entre uds 2 y siempre había sido así, si bien Robert chamuyo e insistió, tu novia se dejó llevar y decidió dar un paso sin consultarte en ese momento