Olá amigos e amigas do poringa.net.
Aqui estamos de volta com mais uma das minhas histórias.
Espero que gostem e comentem.
Hoje vou apresentar minha professora de matemática.
Ela foi minha obsessão por meses.
Quando comecei o ano, nunca imaginei que fosse ficar tão excitado com uma professora.
Mas não era pra menos.
Ela chamava completamente minha atenção e acho que a de todos.
Ela era provocante, se vestia de um jeito muito sensual e era muito gostosa, como vocês vão ver.
Ela se chama Amelia, uma loira de 50 anos e, pelo que pude descobrir, separada.
Depois de meses vendo ela com frequência, não conseguia pensar em nada além de ter algo com ela.
Um dia, aproveitando que estávamos sozinhos, perguntei se ela tinha e-mail.
Assim poderíamos conversar quando ela estivesse estudando.
Ela me olhou com cara fechada e disse que não.
Aquilo me matou, queria me aproximar mas não conseguia.
Não ia ficar de braços cruzados e conseguiria de qualquer jeito.
Um dia, conversando com um colega, ele me disse que tinha o e-mail dela, mas ela nunca respondeu nenhuma mensagem dele.
Tirando conclusões, pensamos que era por causa da nossa juventude ou para não se envolver com alunos.
Para evitar problemas, eu tinha 19 anos na época e ela 50.
Com o e-mail dela anotado num papel, fui ver se teria mais sorte que meu amigo.
Cheguei em casa e mandei o pedido de contato.
Esperei uma semana para ela aceitar, mas nada.
Tirando algumas fotos do meu tio, que tinha a mesma idade dela, mesmo desconfiando porque ele é parecido comigo.
Criei um novo e-mail com dados falsos, esperando pelo menos conseguir uma conversa com ela.
Exatamente como imaginei, em algumas horas ela aceitou o pedido.
Com um "oi", começamos a conversar.
Os dias foram passando e a conversa foi ficando cada vez mais quente e excitante.
Começamos a trocar fotos.
Os dias passaram e nossa tesão só aumentava.
Dava pra ver que ela tinha experiência nisso.
Ela pediu uma foto do meu corpo, queria me ver mais intimamente.
Aceitei e mandei uma foto do meu corpo, claro, sem o rosto.
Para que ela não percebesse que estava falando comigo.
Ela respondeu com outra foto, pra dar um infarto.
Quase caí da cadeira quando vi, não conseguia acreditar no que tava vendo.
Ali estava, do jeito que sempre quis ver.
Ela elogiou minha foto, adorou meu pau grande e grosso pendurado entre minhas pernas.
Fiquei um pouco inseguro com minhas fotos porque meu corpo não parece ser de alguém da idade que eu disse ter.
Finalizando com outra foto.
Elogiei sua figura linda e bem cuidada para a idade dela.
Ela comentou que nunca tinha visto um pau como o meu.
Isso a fascinava, já que sempre ficou com caras de pinto médio pra pequeno.
Depois do ex-marido, saiu com dois caras de pinto parecido e sempre sonhou com um pau grande como o meu.
Aproveitei para oferecer quando ela quisesse.
Ela disse que teria que pensar, já que não me conhecia.
Para tirar as dúvidas, pediu que eu tirasse uma foto do meu pau, mas como ela ia saber que era eu?
"Você manda", eu disse.
Ela pediu para eu escrever o nome dela no meu pau e mandar a foto.
Com uma caneta, escrevi o nome dela no meu pau e mandei a foto como ela pediu.
Fascinada, ela disse: "Agora sim acredito e morro de vontade de ter esse pau dentro de mim".
Eu não acreditava no que lia e adorava saber que aquela mulher me queria na cama dela.
Enquanto eu pensava nisso, ela finalizou: "Quando a gente pode se ver? Estou muito excitada".
Não sabia como responder, já que ela pensava que estava falando com meu tio, um homem mais velho, e não com seu aluno.
Estava num dilema.
Respondi sem perder o interesse: disse que iria quando ela quisesse, que em casa não tinha lugar porque meu irmão estava de visita — uma mentira deslavada, esperando que ela adiasse para depois.
Mas, para minha surpresa, ela respondeu: "Em duas horas, no meu apartamento", e me passou o endereço.
"Tá bom? Ou não tá a fim?", perguntou.
Eu disse que estava bem e que em duas horas estaria lá.
As horas viraram minutos, tomei banho e fui para a casa dela, que ficava a meia hora da minha.
Liguei antes de chegar e ela disse que me esperava ansiosa.
"Que putaria eu me meti", pensei enquanto ia para a casa dela.
Com um medo terrível de levar um chute quando ela me visse.
Não sabia como me apresentar naquela porta.
Tomei coragem e bati.
Uma voz sexy respondeu: "Pode entrar, está aberto".
E lá estava ela, no sofá.
Ao me ver, não sabia como se esconder e me dizia: "Que caralhos você está fazendo aqui? e que não olhasse pra ela, que morria de vergonha.
Eu não sabia o que fazer nem como explicar.
Então abri minha calça e mostrei meu pau, onde ainda dava pra ver o nome dela, que tinha marcado com caneta como ela pediu.
Eu: Sou o cara que te deixava com tanto tesão e que há meses tá morrendo de vontade de ficar com você.
Ela ficou em um silêncio mortal, com cara de choque.
Queria que a terra me engolisse, e ela com certeza também.
Caindo de joelhos, pedi perdão.
Eu: Sei que fiz errado. Te peço mil desculpas.
O homem da foto é meu tio, o perfil é falso. Só queria conversar com você e te conhecer mais.
Mas bom, a coisa fugiu do controle, me perdoa por favor.
Aí, ajoelhado na frente dela, fiquei com a cabeça bem na frente da sua bucetinha depilada e suculenta.
A tentação tomou conta de mim.
Abri suas pernas e comecei a chupá-la com muita vontade, quase com desespero.
Ela tentou resistir.
Amélia: O que você tá fazendo, cara? Não...
Não me faça isso... Ai... Deus... espera... não...
Uff... ai... ah...
Mas minha língua e meus lábios estavam fazendo ela explodir de prazer.
Ela parou de empurrar minha cabeça e começou a gemer como uma puta no cio.
Sem dizer nada, peguei meu pau e, brincando com seus lábios e seu grelinho, fiz ele entrar bem devagar.
Não demoro muito para explotar de prazer em um orgasmo terrível.
Seus gritos ecoavam pelo apartamento.
Minha pica invadia aquela buceta faminta por um pau grande que a enchesse.
Ela balbuciava que doía, mas que ao mesmo tempo gostava tanto.
Que a queria toda bem dentro.
Jamais pude esquecer quando dizia, com a voz entrecortada:
Amelia: Maury, seu pau está partindo minha buceta e eu adoro.
Mesmo te odiando por ter me enganado, cara...
mmm... ai... que prazer mmm...
Que bem você se move... mmm... isso, mete toda...
A... a... ufa... meu senhor... a...
ufa... a... a...
Dando gemidos, eu a comia com vontade.
Depois de várias gozadas, ela fica satisfeita.
Com um empurrão, me tirou de cima.
Como recompensa, se ajoelha na minha frente.
Com sua melhor cara de puta, diz:
Amelia: Por mentiroso, vou tomar todo seu leite.
Vou esvaziar suas bolas, cara.
Começou chupando minhas bolas, que estouravam de porra jovem que ela queria provar com muita vontade.
Brincava com meu pau, media com seu rosto.
Amelia: Olha, Maury, suas bolas tocam meu queixo e a cabeça passa da minha testa...
Com razão dói tanto minha buceta, safado...
mmm... isso é o que eu tanto queria...
Brincava com sua língua em todo meu pau.
Então ela enfiou na boca e, com toda sua experiência oral, me deu uma aula de como uma mulher pode chupar um pau e te dar prazer.
Continuou com chupadas cada vez mais profundas.
Tentava engolir o máximo que podia, fazendo ânsias.
Bem gulosa, chupava e pedia porra.
Eu a ajudava e comecei a foder sua boca de cabeleireira.
Até que não aguentei mais e deixei que todo meu sêmen se derramasse em sua boca.
Ela tentava engolir tudo que eu dava a ela.
Limpo meu pau com a boca dela e, antes que ela descesse, sentou em cima cavalgando até que ele entrasse por completo.
Essa noite a passamos juntos e transamos a noite toda.
Nos esquecemos de tudo.
Assim ela virou minha professora de dia e minha putinha de noite.
Continua.........
PS: espero que tenham gostado dessa história e, se gostou, deixa seu comentário. Para continuar essa história.
Saudações: Maury-solo-yo.
Ela se chama Amelia, uma loira de 50 anos e, pelo que pude descobrir, separada.Depois de meses vendo ela com frequência, não conseguia pensar em nada além de ter algo com ela.
Um dia, aproveitando que estávamos sozinhos, perguntei se ela tinha e-mail.
Assim poderíamos conversar quando ela estivesse estudando.
Ela me olhou com cara fechada e disse que não.
Aquilo me matou, queria me aproximar mas não conseguia.
Não ia ficar de braços cruzados e conseguiria de qualquer jeito.
Um dia, conversando com um colega, ele me disse que tinha o e-mail dela, mas ela nunca respondeu nenhuma mensagem dele.
Tirando conclusões, pensamos que era por causa da nossa juventude ou para não se envolver com alunos.
Para evitar problemas, eu tinha 19 anos na época e ela 50.
Com o e-mail dela anotado num papel, fui ver se teria mais sorte que meu amigo.
Cheguei em casa e mandei o pedido de contato.
Esperei uma semana para ela aceitar, mas nada.
Tirando algumas fotos do meu tio, que tinha a mesma idade dela, mesmo desconfiando porque ele é parecido comigo.
Criei um novo e-mail com dados falsos, esperando pelo menos conseguir uma conversa com ela.
Exatamente como imaginei, em algumas horas ela aceitou o pedido.
Com um "oi", começamos a conversar.
Os dias foram passando e a conversa foi ficando cada vez mais quente e excitante.
Começamos a trocar fotos.
Os dias passaram e nossa tesão só aumentava.
Dava pra ver que ela tinha experiência nisso.
Ela pediu uma foto do meu corpo, queria me ver mais intimamente.
Aceitei e mandei uma foto do meu corpo, claro, sem o rosto.
Para que ela não percebesse que estava falando comigo.
Ela respondeu com outra foto, pra dar um infarto.Quase caí da cadeira quando vi, não conseguia acreditar no que tava vendo.
Ali estava, do jeito que sempre quis ver.
Ela elogiou minha foto, adorou meu pau grande e grosso pendurado entre minhas pernas.Fiquei um pouco inseguro com minhas fotos porque meu corpo não parece ser de alguém da idade que eu disse ter.
Finalizando com outra foto.
Elogiei sua figura linda e bem cuidada para a idade dela. Ela comentou que nunca tinha visto um pau como o meu.
Isso a fascinava, já que sempre ficou com caras de pinto médio pra pequeno.
Depois do ex-marido, saiu com dois caras de pinto parecido e sempre sonhou com um pau grande como o meu.
Aproveitei para oferecer quando ela quisesse.
Ela disse que teria que pensar, já que não me conhecia.
Para tirar as dúvidas, pediu que eu tirasse uma foto do meu pau, mas como ela ia saber que era eu?
"Você manda", eu disse.
Ela pediu para eu escrever o nome dela no meu pau e mandar a foto.
Com uma caneta, escrevi o nome dela no meu pau e mandei a foto como ela pediu.
Fascinada, ela disse: "Agora sim acredito e morro de vontade de ter esse pau dentro de mim".
Eu não acreditava no que lia e adorava saber que aquela mulher me queria na cama dela.
Enquanto eu pensava nisso, ela finalizou: "Quando a gente pode se ver? Estou muito excitada".
Não sabia como responder, já que ela pensava que estava falando com meu tio, um homem mais velho, e não com seu aluno.
Estava num dilema.
Respondi sem perder o interesse: disse que iria quando ela quisesse, que em casa não tinha lugar porque meu irmão estava de visita — uma mentira deslavada, esperando que ela adiasse para depois.
Mas, para minha surpresa, ela respondeu: "Em duas horas, no meu apartamento", e me passou o endereço.
"Tá bom? Ou não tá a fim?", perguntou.
Eu disse que estava bem e que em duas horas estaria lá.
As horas viraram minutos, tomei banho e fui para a casa dela, que ficava a meia hora da minha.
Liguei antes de chegar e ela disse que me esperava ansiosa.
"Que putaria eu me meti", pensei enquanto ia para a casa dela.
Com um medo terrível de levar um chute quando ela me visse.
Não sabia como me apresentar naquela porta.
Tomei coragem e bati.
Uma voz sexy respondeu: "Pode entrar, está aberto".
E lá estava ela, no sofá.
Ao me ver, não sabia como se esconder e me dizia: "Que caralhos você está fazendo aqui? e que não olhasse pra ela, que morria de vergonha.
Eu não sabia o que fazer nem como explicar.
Então abri minha calça e mostrei meu pau, onde ainda dava pra ver o nome dela, que tinha marcado com caneta como ela pediu.
Eu: Sou o cara que te deixava com tanto tesão e que há meses tá morrendo de vontade de ficar com você.
Ela ficou em um silêncio mortal, com cara de choque.
Queria que a terra me engolisse, e ela com certeza também.
Caindo de joelhos, pedi perdão.
Eu: Sei que fiz errado. Te peço mil desculpas.
O homem da foto é meu tio, o perfil é falso. Só queria conversar com você e te conhecer mais.
Mas bom, a coisa fugiu do controle, me perdoa por favor.
Aí, ajoelhado na frente dela, fiquei com a cabeça bem na frente da sua bucetinha depilada e suculenta.
A tentação tomou conta de mim.
Abri suas pernas e comecei a chupá-la com muita vontade, quase com desespero.
Ela tentou resistir.
Amélia: O que você tá fazendo, cara? Não...
Não me faça isso... Ai... Deus... espera... não...
Uff... ai... ah...
Mas minha língua e meus lábios estavam fazendo ela explodir de prazer.
Ela parou de empurrar minha cabeça e começou a gemer como uma puta no cio.
Sem dizer nada, peguei meu pau e, brincando com seus lábios e seu grelinho, fiz ele entrar bem devagar.
Não demoro muito para explotar de prazer em um orgasmo terrível.Seus gritos ecoavam pelo apartamento.
Minha pica invadia aquela buceta faminta por um pau grande que a enchesse.
Ela balbuciava que doía, mas que ao mesmo tempo gostava tanto.
Que a queria toda bem dentro.
Jamais pude esquecer quando dizia, com a voz entrecortada:
Amelia: Maury, seu pau está partindo minha buceta e eu adoro.
Mesmo te odiando por ter me enganado, cara...
mmm... ai... que prazer mmm...
Que bem você se move... mmm... isso, mete toda...
A... a... ufa... meu senhor... a...
ufa... a... a...
Dando gemidos, eu a comia com vontade.
Depois de várias gozadas, ela fica satisfeita.
Com um empurrão, me tirou de cima.
Como recompensa, se ajoelha na minha frente.
Com sua melhor cara de puta, diz:
Amelia: Por mentiroso, vou tomar todo seu leite.
Vou esvaziar suas bolas, cara.
Começou chupando minhas bolas, que estouravam de porra jovem que ela queria provar com muita vontade.
Brincava com meu pau, media com seu rosto.
Amelia: Olha, Maury, suas bolas tocam meu queixo e a cabeça passa da minha testa...
Com razão dói tanto minha buceta, safado...
mmm... isso é o que eu tanto queria...
Brincava com sua língua em todo meu pau.
Então ela enfiou na boca e, com toda sua experiência oral, me deu uma aula de como uma mulher pode chupar um pau e te dar prazer. Continuou com chupadas cada vez mais profundas.
Tentava engolir o máximo que podia, fazendo ânsias.
Bem gulosa, chupava e pedia porra.
Eu a ajudava e comecei a foder sua boca de cabeleireira.
Até que não aguentei mais e deixei que todo meu sêmen se derramasse em sua boca.
Ela tentava engolir tudo que eu dava a ela.
Limpo meu pau com a boca dela e, antes que ela descesse, sentou em cima cavalgando até que ele entrasse por completo.Essa noite a passamos juntos e transamos a noite toda.
Nos esquecemos de tudo.
Assim ela virou minha professora de dia e minha putinha de noite.
Continua.........
PS: espero que tenham gostado dessa história e, se gostou, deixa seu comentário. Para continuar essa história.
Saudações: Maury-solo-yo.
8 comentários - mi profe de dia y mi puta de noche
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