Olá, sou a Karla, espero que vocês gostem desse relato.
Eu estava cursando o 10º ano (5º do ensino médio), precisava passar o ano sem reprovar em nenhuma matéria pra meus pais me levarem pra San Andrés com eles; eu tava doida por essa viagem, então me esforcei pra caralho em todas as matérias, menos em Trigonometria, porque não entendia muito bem a matéria e o professor era um cara de 59 anos muito tarado, que eu não suportava, porque ele vivia olhando pra todas as meninas da turma; eu não achava ele nada atraente, e detestava ele.
A gente tava fazendo as provas finais de todas as matérias, e eu sabia que só tava indo mal naquela, então fiquei preocupada e no final das aulas fui até a mesa do meu professor na sala dos professores. Lá ele tava corrigindo várias provas e ainda não tinha aplicado a prova pra minha turma; então eu cumprimentei ele, perguntei como ele tava e pedi o favor de me ajudar na matéria, de me dar um trabalho ou algo assim, porque eu precisava passar o ano sem dever nada e só tava mal naquela matéria; ele me olhou e disse: "Karlita, não conheço nenhum jeito de você passar na minha matéria, sinto muito, gata."
Eu falei: "Professor, me ajuda, por favor, preciso passar; faço qualquer coisa pra passar nessa matéria."
Ele respondeu: "Qualquer coisa?"
Eu disse: "Sim, qualquer coisa; preciso passar."
E ele falou: "Então vou te ajudar a passar na prova final, você só precisa ir hoje na minha casa pra estudar um pouco lá."
Eu respondi que sim, super feliz porque ia passar na matéria (na minha cabeça já tinha imaginado que aquele professor tarado queria me comer; e mesmo ele sendo nojento, eu adoro uns coroas e obviamente tinha que passar na matéria, então faria o que fosse preciso).
Eram 3 horas da tarde e eu tava em casa, me vesti com uma saia curta, uma blusa com decote bem cavado, e uma calcinha e sutiã vermelhos de renda muito bonitos. Falei pra minha mãe que ia sair com uma amiga e ficaria com ela a tarde toda.
Andei 6 quarteirões e cheguei na casa dele, era grande, bonita, e tinha dois andares. Ele morava sozinho, era divorciado e os filhos dele tinham esposa e moravam em outras cidades; apertei a campainha e na hora ele abriu a porta, me olhou de cima a baixo e disse como eu estava gostosa, mandou eu entrar, e sentamos no escritório dele, estava bem limpo e arrumado, ele tinha empregada, mas naquele momento ela não estava em casa; sentamos um de frente pro outro.
Ele falou: Karlita, você tá muito gostosa, adoro essa roupinha, mas adoraria mais tirar ela de você e te fazer minha, mamacita.
Eu disse: Professor, foi pra isso que eu vim, tô pronta pra passar na prova, faço o que o senhor pedir.
Ele levantou da cadeira, mandou eu levantar, eu obedeci, começou a apertar meus peitos (que por sinal são bem grandes, igual minha bunda) me beijou e me abraçou forte, eu acariciava o pau dele e ele crescia na minha mão; nós dois ficamos muito excitados; ele me levantou e me deitou na mesa, levantou minha saia e apertou minhas nádegas; ele dizia: Que bundinha gostosa, e que pernão que você tem, Karlita, adoro seu corpo, sempre gostei, desde que comecei a dar aula já queria te foder. Tirou a camisa e puxou minha saia pra baixo. Me beijou as pernas e depois tirou minha blusa; fiquei de lingerie na frente dele, me senti muito tesuda e aquele professor nojento e tarado começou a parecer o homem mais gato de todos, ele abaixou a calça e puxou o pau pra fora; eu, por instinto, me ajoelhei e comecei a chupar ele, ele segurou minha cabeça e me ajudava no vai e vem, enquanto dizia: ahh isso, Karlita! Que puta você é, mami! Que gostoso! Como você chupa.
Ele me deitou de novo na mesa e terminou de tirar minha roupa, deitou em cima de mim e apontou a cabeça do pau na entrada da minha buceta, eu tava muito molhada, então ele meteu, a penetração foi fácil e deliciosa! Ele começou a meter e tirar de um jeito selvagem; ficamos assim uns 10 minutos e eu não aguentei mais e gozei muito. delicioso que me fez soltar um grito de prazer, na mesma hora ele também não aguentou e gozou dentro de mim... Nunca vou esquecer o gostoso que foi sentir ele despejar toda aquela porra gostosa em mim... aproveitei até o final.
Nós levantamos e eu limpei o pau dele que estava cheio de porra e dos meus fluidos vaginais, engoli tudo aquilo.
Nós dois nos vestimos, e ele me disse: Que sexo gostoso, gata, vou ficar com sua calcinha fio dental, tudo bem? Respondi que sim.
Pedi o banheiro emprestado pra arrumar o cabelo, tava todo bagunçado depois daquela trepada. Fui até a mesa dele de novo e agradeci por ter me emprestado o banheiro.
Falei: Professor, que nota vou tirar na prova e na matéria?
Ele respondeu: Karlita, depois dessa tarde deliciosa com você transando gostoso, você merece a nota mais alta, então vou te dar 5.0 nas duas. Mas você sabe que ninguém pode ficar sabendo do nosso segundinho sexual, gata.
Falei: Pode ficar tranquilo com isso, professor, não vou contar pra ninguém, e a nota tá perfeita.
A gente se despediu e eu fui pra casa, no dia seguinte voltei pro colégio muito feliz porque passei em todas as matérias e conferi naquele mesmo dia quando vi todas as minhas notas no boletim final.
Meus pais ficaram muito felizes com minhas notas e a primeira coisa que me disseram foi: Filha, arruma suas malas que em 5 dias vamos pra San Andrés nas férias em família. Lá eu fiz outras coisinhas com um velho também, que vou contar em outro relato.
Espero seus comentários, e espero que compartilhem, beijinhos molhados.
Eu estava cursando o 10º ano (5º do ensino médio), precisava passar o ano sem reprovar em nenhuma matéria pra meus pais me levarem pra San Andrés com eles; eu tava doida por essa viagem, então me esforcei pra caralho em todas as matérias, menos em Trigonometria, porque não entendia muito bem a matéria e o professor era um cara de 59 anos muito tarado, que eu não suportava, porque ele vivia olhando pra todas as meninas da turma; eu não achava ele nada atraente, e detestava ele.
A gente tava fazendo as provas finais de todas as matérias, e eu sabia que só tava indo mal naquela, então fiquei preocupada e no final das aulas fui até a mesa do meu professor na sala dos professores. Lá ele tava corrigindo várias provas e ainda não tinha aplicado a prova pra minha turma; então eu cumprimentei ele, perguntei como ele tava e pedi o favor de me ajudar na matéria, de me dar um trabalho ou algo assim, porque eu precisava passar o ano sem dever nada e só tava mal naquela matéria; ele me olhou e disse: "Karlita, não conheço nenhum jeito de você passar na minha matéria, sinto muito, gata."
Eu falei: "Professor, me ajuda, por favor, preciso passar; faço qualquer coisa pra passar nessa matéria."
Ele respondeu: "Qualquer coisa?"
Eu disse: "Sim, qualquer coisa; preciso passar."
E ele falou: "Então vou te ajudar a passar na prova final, você só precisa ir hoje na minha casa pra estudar um pouco lá."
Eu respondi que sim, super feliz porque ia passar na matéria (na minha cabeça já tinha imaginado que aquele professor tarado queria me comer; e mesmo ele sendo nojento, eu adoro uns coroas e obviamente tinha que passar na matéria, então faria o que fosse preciso).
Eram 3 horas da tarde e eu tava em casa, me vesti com uma saia curta, uma blusa com decote bem cavado, e uma calcinha e sutiã vermelhos de renda muito bonitos. Falei pra minha mãe que ia sair com uma amiga e ficaria com ela a tarde toda.
Andei 6 quarteirões e cheguei na casa dele, era grande, bonita, e tinha dois andares. Ele morava sozinho, era divorciado e os filhos dele tinham esposa e moravam em outras cidades; apertei a campainha e na hora ele abriu a porta, me olhou de cima a baixo e disse como eu estava gostosa, mandou eu entrar, e sentamos no escritório dele, estava bem limpo e arrumado, ele tinha empregada, mas naquele momento ela não estava em casa; sentamos um de frente pro outro.
Ele falou: Karlita, você tá muito gostosa, adoro essa roupinha, mas adoraria mais tirar ela de você e te fazer minha, mamacita.
Eu disse: Professor, foi pra isso que eu vim, tô pronta pra passar na prova, faço o que o senhor pedir.
Ele levantou da cadeira, mandou eu levantar, eu obedeci, começou a apertar meus peitos (que por sinal são bem grandes, igual minha bunda) me beijou e me abraçou forte, eu acariciava o pau dele e ele crescia na minha mão; nós dois ficamos muito excitados; ele me levantou e me deitou na mesa, levantou minha saia e apertou minhas nádegas; ele dizia: Que bundinha gostosa, e que pernão que você tem, Karlita, adoro seu corpo, sempre gostei, desde que comecei a dar aula já queria te foder. Tirou a camisa e puxou minha saia pra baixo. Me beijou as pernas e depois tirou minha blusa; fiquei de lingerie na frente dele, me senti muito tesuda e aquele professor nojento e tarado começou a parecer o homem mais gato de todos, ele abaixou a calça e puxou o pau pra fora; eu, por instinto, me ajoelhei e comecei a chupar ele, ele segurou minha cabeça e me ajudava no vai e vem, enquanto dizia: ahh isso, Karlita! Que puta você é, mami! Que gostoso! Como você chupa.
Ele me deitou de novo na mesa e terminou de tirar minha roupa, deitou em cima de mim e apontou a cabeça do pau na entrada da minha buceta, eu tava muito molhada, então ele meteu, a penetração foi fácil e deliciosa! Ele começou a meter e tirar de um jeito selvagem; ficamos assim uns 10 minutos e eu não aguentei mais e gozei muito. delicioso que me fez soltar um grito de prazer, na mesma hora ele também não aguentou e gozou dentro de mim... Nunca vou esquecer o gostoso que foi sentir ele despejar toda aquela porra gostosa em mim... aproveitei até o final.
Nós levantamos e eu limpei o pau dele que estava cheio de porra e dos meus fluidos vaginais, engoli tudo aquilo.
Nós dois nos vestimos, e ele me disse: Que sexo gostoso, gata, vou ficar com sua calcinha fio dental, tudo bem? Respondi que sim.
Pedi o banheiro emprestado pra arrumar o cabelo, tava todo bagunçado depois daquela trepada. Fui até a mesa dele de novo e agradeci por ter me emprestado o banheiro.
Falei: Professor, que nota vou tirar na prova e na matéria?
Ele respondeu: Karlita, depois dessa tarde deliciosa com você transando gostoso, você merece a nota mais alta, então vou te dar 5.0 nas duas. Mas você sabe que ninguém pode ficar sabendo do nosso segundinho sexual, gata.
Falei: Pode ficar tranquilo com isso, professor, não vou contar pra ninguém, e a nota tá perfeita.
A gente se despediu e eu fui pra casa, no dia seguinte voltei pro colégio muito feliz porque passei em todas as matérias e conferi naquele mesmo dia quando vi todas as minhas notas no boletim final.
Meus pais ficaram muito felizes com minhas notas e a primeira coisa que me disseram foi: Filha, arruma suas malas que em 5 dias vamos pra San Andrés nas férias em família. Lá eu fiz outras coisinhas com um velho também, que vou contar em outro relato.
Espero seus comentários, e espero que compartilhem, beijinhos molhados.
4 comentários - Meu professor velhinho
Entonces, entre las características que definen a este tipo de población se cuentan una edad que oscilará entre los 65 y 70 años para arriba
Linda historia
Van puntos...