Quando eu era cross 7

Já tinham se passado uns 2 ou 3 meses e eu tava namorando oficialmente com o vizinho, mas escondido respondia as mensagens do Sebastian. A gente tinha se visto poucas vezes depois que eu formalizei um pouco com o vizinho, dessa vez queria fazer as coisas direito, já que o vizinho tava bem na minha frente. Mesmo sendo uma guerreira na cama e bem putinha, queria algo mais tranquilo. Raramente me encontrava com o Sebastian, bem na correria, e às vezes a gente transava rápido no carro dele, ou um boquete, já que era mais rápido e evitava evidências de atraso. O cheiro de porra na boca sumia com Listerine, e na bunda, um banho caprichado com um clister caseiro.

Era inverno e eu tinha ido ao centrinho da cidade perto da minha (uns 10 km) quase de noite, antes das lojas fecharem. Lembro que fui com uma legging jeans, uma tanga, meia-calça de inverno, botas, uma camiseta e um cinto grosso apertando na cintura, e um casaquinho. Óbvio, de peruca e toda produzida.

Fiquei passeando e comprando umas roupas, lingerie, maquiagem, umas besteiras que fui vendo por ali no centro. Parei na vitrine de uma loja de lingerie, olhando um conjunto lindo quando...

— Oi, faz umas quadras que tô te vendo, tá comprando?

— Ah, oi! Tô sim, comprando umas roupas...

A gente continuou conversando um tempão ali na porta. Ele às vezes ficava envergonhado porque as pessoas olhavam pra gente. No fim das contas, eu era cross (parecia travesti, mas delicada, nada de Moria Casán nem coisas estranhas), e o povo é muito cuzão e discrimina...

— O que você tava olhando que ficou parada aqui na vitrine?

— Nada, um conjunto... aquele ali (e apontei pra um conjunto preto rendado com detalhes lilás, que vinha com meias 7/8, cinta-liga e um corset. Era um conjunto lindo, do jeito que eu gosto).

— Ah, você tem bom gosto, é bem sexy, muito lindo. Dá pra ver que você é bem sedutora.

Resumindo, a gente continuou conversando e... ofereceu me levar pra casa no carro dele, primeiro fiquei na dúvida, mas ele ficou conversando mais um tempo comigo e eu aceitei, já que era tarde, o lugar tinha fechado as portas, tava frio, e o busão era mais perigoso!.

Subimos no carro dele e continuamos conversando, ele parecia muito gente boa e simpático, paramos num posto de gasolina e ele desceu pra comprar um refrigerante pra mim e outro pra ele, dirigimos devagar, num semáforo atrás de outros carros ele me diz..

-Gostei que você aceitou que eu te levasse, é perigoso a essa hora, além disso tenho a desculpa pra te conhecer melhor, você é muito gostosa.

Valeu! (e sorri) é, é perigoso a essa hora.

-Você se sente segura?

Sim.. tudo bem e você? kkk

- Claro que sim!, pô... a verdade é que tô nervoso..

Nervoso? por quê?

-É que tô com muita vontade de te dar um beijo, e não sei se você vai querer..

Ah... e isso não se pergunta, se você quer me dar, me dá...

Ele se aproximou e começou a me dar selinhos devagar, roçando os lábios dele nos meus que grudavam por causa do batom.. tocou uma buzinada e tivemos que arrancar...

-uff... suspirou, e parou no canto da avenida, debaixo de uma árvore, onde tava bem escuro..

Ele se aproximou e começou a me beijar de novo, começou suave, me tocando na cintura, eu me ajeitei um pouco pra ele e deixei metade da bunda exposta pra mão dele, ele aproveitou e começou a apalpar, quando apoiou a mão soltou um "mmmm"... eu tocava a perna dele enquanto nos beijávamos e dava uma roçada no volume dele, depois fui mais fundo tocando o contorno do pau dele que marcava na calça....

-Adoraria te levar pra minha casa..

Mas tenho que ir pra minha.. se quiser outro dia a gente pode se ver..

- Mas moro aqui perto, bem perto da sua casa..

Tá bom, mas se apressa..

Com certeza ele se apressou, chegamos logo na casa dele, ele colocou o carro na garagem e abriu a porta da entrada, me deixando passar primeiro.

-Que leggins linda que você vestiu, adorei...

É uma barbada! parece uma calça jeans - falei conteste (Além disso, eu tinha aproveitado os momentos e puxado o leggins bem pra cima, pra ele enfiar tudo na bunda junto com a calcinha, que separava mais minha bunda e me deixava com mais quadril, o cinto grosso segurava tudo e fazia o corte da bunda com a cintura, eu adorava como a calça ficava enfiada, e imagino que os homens gostassem muito mais)

Ele entrou atrás de mim e começamos a nos apertar de pé, ele passava a mão na minha bunda toda, acariciando, com um ou dois dedos ele aproveitava e acariciava todo o meio da minha bunda, sentindo também minha calcinha fio dental, eu do meu lado aproveitava pra brincar com meu brinquedo favorito, tinha desabotoado a calça dele e enfiado a mão dentro da cueca, batendo uma punheta pra ele com um pouco da minha saliva que tinha passado na mão.

Fomos pro quarto dele, ele sentou na beirada pra tirar o tênis e não dei tempo, subi em cima dele, sentada em cima dele, e continuamos nos apertando, ele começou a chupar meu pescoço e apertar forte minha bunda, enfiou a mão dentro da minha calça e acariciava minhas nádegas, eu aproveitei e coloquei meus peitinhos na boca dele, ele começou a chupá-los, coisa que eu amo.

Aproveitei uns segundos da mão na bunda que ele tava me dando e de como ele chupava meus bicos, eu tava super excitada, tava durona pra caralho e toda marcada no meu leggins, sobressaía da minha calcinha fio dental e continuava se agarrando no meu leggins.

Levantei e abaixei o leggins e a calcinha, deixei meu pau à mostra e ele não falou nada, olhou pra ele e eu fiquei só com a calcinha fio dental preta bem apertada enfiada na bunda e a camiseta.

Abaixei e cuspi no pau dele, comecei a chupar...
O que eu gostava era que conforme eu experimentava paus, descobri que tinha maiores, esse era um pouco maior que o do meu vizinho e do Sebastião, era mais largo mas mais curto... ou pelo menos parecia, já que era mais grosso.

Me coloquei na frente do pau dele e cuspi na cabeça, deixei a saliva lubrificar a cabeça do pau dele. enquanto da minha, saíam gotinhas do tesão que eu tava sentindo, também, tava com muita adrenalina, nem sabia o nome dele.
Me aproximei mais e senti o cheiro de homem dele, aquele cheiro de pica (limpa) de macho.
Enfiei ela toda na boca até onde dava e comecei a chupar do começo ao fim, de olhos fechados, aproveitando a pica dele, acariciando as pernas dele, ele acariciava meu pescoço e minhas costas e de vez em quando segurava minha cabeça e comandava a situação do boquete.

Levantei, já que tava ajoelhada na beirada da cama dele, e ele me colocou de quatro no meio da cama,
mostrei minha bunda pra ele, ele tirou minha calcinha fio dental e começou a chupar o meio da minha racha, e com uma das mãos me batia uma punheta, com a outra mão apertava meus peitos e o outro braço dele ficava debaixo do meu braço, aproveitando aquele prazer que ele tava me fazendo sentir.

— Adoro como você deixa essa bunda aberta, você tá me deixando louco — ele falou enquanto me chupava e dava uns tapas na minha bunda de vez em quando, enquanto também me batia uma punheta.

Ele desceu um pouco e começou a chupar minhas bolas, por baixo da bunda... enquanto tinha tirado a mão da minha pica, e com aquela mesma mão cheia de saliva começou a dedar minha bunda.
Ele abriu ela e ficou uma auréola na minha bunda, aberta, exposta pra ele, esperando pra ser comida por qualquer pica que naquele momento quisesse me dar gozo.

Ele me colocou de joelhos contra a parede e ele atrás de mim, enfiou a pica até o fundo e com movimentos curtos e profundos começou a comer minha bunda, eu virei a cabeça e a gente se beijava com as línguas roçando os lábios, e com a outra mão ele me batia uma punheta...
Eu já tava com vontade de gozar e tinha que me segurar um pouco mais, o que é mais gostoso do que ter sua bunda comida? Nada!... A não ser que doa e você queira chupar uma pica.

Ele começou a gemer e a fazer movimentos mais longos e mais lentos, eu aproveitei e gozei na minha mão fazendo conchinha, e com a outra me masturbando, sentindo a pica dele deslizando na Minha buceta cheia de porra.
Aproveitei e fiz o que mais amo fazer quando terminam de me foder..
me virei e com a mão cheia da minha porra, passei tudo no pau dele e chupei bem devagar, aproveitando as duas gozadas e deixando ele completamente limpinho, e minha boca também, porque tinha engolido tudo.

Limpei minha buceta e fiz um enxaguante bucal, me troquei e ele me levou pra casa...

Meu "namorado", o vizinho, não tinha me descoberto, mas eu tinha encontrado outro jeito de curtir o sexo, já que esse cara também gostava de brincar com meu pau enquanto me comia, gostava que eu aproveitasse o dobro.

3 comentários - Quando eu era cross 7

Como me gusta esas historias con chicas cross, me identifico con el activo, aunque siempre lo hice y salí 100% satisfecho siendo activo y pasivo.
Muy buena serie de relatos y los otros también, me pusieron al palo, saludos!!