Há vários anos atrás, lá por 98, eu trabalhava em Buenos Aires numa gráfica muito conhecida que faz livros de leis e o diário oficial. Todo ano, no fim do ano, eles ofereciam uma festa daquelas para o pessoal, onde gastavam uma grana preta, mas pouca gente ia. Naquele ano que comecei a trabalhar lá, quando chegou a data da festa, nosso chefe deixou bem claro que era melhor a gente ir, porque a gerência ia ficar de olho em quem aparecia, já que também iam trazer todo o pessoal das filiais do interior.
Chegado o dia da festa, peguei um táxi para não levar o carro e poder tomar cerveja à vontade. A festa era num salão enorme na zona de Avellaneda, Piñeiro pra ser mais exato, perto da fábrica. Quando cheguei e vi o lugar e a quantidade de gente, foi impressionante.
Depois de tomar umas, chegou a hora do jantar e todo mundo tinha lugares marcados em mesas, misturando o pessoal da fábrica com os das filiais do interior, que quase todas eram mulheres. Na minha mesa, que era de 8 pessoas, éramos 4 operários da fábrica e 4 mulheres que vinham da filial de Neuquén. Uma era uma senhora mais velha, muito educada e simpática. Outras duas eram bem gostosas, entre 25 e 30 anos, e tinham se vestido pra parecer bem putinhas, faltando só a placa dizendo que queriam transar. E a outra era uma magricela raquítica de uns 20 anos, com cabelo bem curto e preto, linda pra caralho, com um vestidinho minúsculo que mal marcava os biquinhos do peito porque ela era uma tábua sem peitos, e a bunda pequena e muito magra.
Quando fomos sentar, depois das apresentações, tentei me sentar do lado de alguma das que pareciam querer trepar. Mas fui mais lento e acabei entre a senhora e a magricela. A senhora, muito simpática, já na mesa começou a falar comigo enquanto comíamos, e meus colegas conversavam cada um com as outras duas garotas. A magricela mal olhava. Como me ensinaram que antes de tudo é preciso ser um cavalheiro, comecei a puxar papo com ela e ela disse que se chamava Anahí e que... Assim, mal trabalha na empresa.
O jantar acabou e eu continuei conversando com a senhora e a magrela, enquanto mostrávamos fotos das nossas famílias e outras coisas banais.
No momento em que as luzes se apagaram para o show de um cara que contava piadas e cantava, meus colegas já estavam se pegando com as outras duas magrelas.
Assim que a dança começou, o salão virou uma festa total.
Convidei a senhora para dançar, ela aceitou, e a magrela ficou sozinha na mesa.
Pouco depois, a senhora já não aguentava mais de cansada, então vi que a magrela ainda estava sentada sozinha na mesa, e ninguém tinha chamado ela pra dançar.
Cheguei perto, peguei na mão dela e a levei pra pista, e começamos a dançar.
Na pista, ela parecia que ia se quebrar de tão magra que era.
Ficamos assim quase a noite toda, rindo, bebendo e dançando.
Meus colegas já tinham sumido, e a senhora tinha voltado pro hotel onde estavam.
Antes da festa acabar, fizeram uns sorteios e a Anahí ganhou uma televisão de 14 polegadas, que na época era um baita prêmio.
Quando já éramos poucos na festa, a Anahí estava preocupada com as amigas, e eu disse pra ela ficar tranquila, porque com certeza meus colegas levariam elas pro hotel.
Sem perceber, de repente eu estava sentado conversando com outras pessoas de outras filiais do interior, e a Anahí sentou em cima de uma das minhas pernas e passou um braço por cima do meu ombro. Enquanto conversávamos, ela, que parecia estar um pouco de porre igual a mim, acariciava meu pescoço com os dedos.
De repente, a Anahí olhou a hora e eram 6 da manhã, e ela ficou preocupada em como ia chegar no hotel com a televisão.
Então eu disse que a levava de táxi, pra ela não se preocupar.
Enquanto esperava o táxi com a televisão dela, ela foi ao banheiro e voltou rápido.
Tinha passado batom de novo e se perfumado.
Quando sentamos no táxi, ficamos bem juntinhos porque de um lado do banco estava a caixa da televisão, e nossas pernas ficaram encostadas uma na outra.
O hotel ficava na rua Corrientes, perto do... obelisco
No táxi ela me contava que tinha 21 anos, que era casada e tinha uma filha de quase 2 anos, e perguntou quantos anos eu tinha, respondi 35, que era o que eu tinha na época
Eu já tava começando a ficar excitado com o perfume dela e olhava o peito dela com os bicos bem durinhos, enquanto ela respirava meio acelerada
Quando chegamos no hotel, ela me pergunta se posso ajudar ela a subir a caixa e
se depois de deixar a tv se eu queria ir tomar um café ou fazer alguma coisa
Respondi –fala, o que você quiser
Ao entrar no hotel, ela se surpreende que deram a chave do quarto pra ela porque a colega de quarto ainda não tinha chegado
Já dentro do quarto, deixo a tv numa mesa e peço pra ir no banheiro pra mijar tudo que tinha bebido.
Ao sair do banheiro, percebo que a Anahí tinha tirado as sandálias e tava descalça, e a chave do quarto tava na porta
Ela me diz: que tal a gente ficar aqui no quarto?
Eu respondo enquanto apago a luz que tava de boa
Pego ela pela mão e puxo pro meu corpo, encosto meu rosto pra beijar ela e ela me ganha na mão e me beija de boca aberta
Começamos a nos beijar bem devagar e fomos aumentando o tesão
Ela de repente se afasta de mim, levanta o vestido e tira, ficando só de calcinha preta
Eu tirei minha camisa e enquanto nos beijávamos, eu sentia os bicos dela durinhos nos peitos pequenos
Abaixei a cabeça e comecei a chupar os bicos dela, e ela suspirava de prazer enquanto me dizia o quanto gostava, mas que eu não mordesse nem deixasse marcas pra não dar na vista pro marido dela
Com as mãos, apertava as bundinhas duras dela, que era bem pequena, redondinha e empinada
Levei ela pra beira da cama e deitei ela enquanto tirava a calcinha
Coloquei as pernas dela nos meus ombros e mergulhei de cabeça na buceta dela, com só um pouquinho de pelo
Enquanto chupava ela, enfiava um e outro dedo na buceta dela e mordia de leve o clitóris dela
Até que notei que ela se contorcia cada vez mais e apertou minha cabeça contra a pussy dela e teve um orgasmo na minha boca. Depois de sentir ela gozar, continuei chupando e meu pau tava explodindo. Me levantei, tirei umas camisinhas da carteira, me despi todo e me ajoelhei na cama na frente dela, que só olhava exausta. Com a camisinha colocada no meu pau, penetrei ela bem devagar. As pernas finas dela pareciam que iam quebrar quando me apoiei em cima dela pra entrar mais fundo no corpo dela. Ela se arqueava igual uma puta e tremia a cada estocada do meu pau. Era tão magra que dava pra ver meu pau marcando dentro da barriga dela e inchando o abdômen dela. A pussy apertada dela soltava uns peidos de vez em quando. Dava pra ver, pela luz fraca que entrava pela janela, meu pau se marcando dentro da barriga dela quando eu penetrava até o fundo. Isso me esquentava mais e a gente gozou quase junto. Quando tirei meu pau do corpo dela, ela pediu pra eu lavar bem, porque não gosta do gosto de camisinha. Fui pro banheiro, sem fechar a porta, joguei a camisinha cheia de porra e me lavei bem no bidê, enquanto ela acendia um cigarro. Quando saí do banheiro, ela me ofereceu um cigarro e eu respondi que não fumo. Ela sentou na beira da cama e eu agarrei ela pela cintura pra levar a boca dela até meu pau, que tava mole. Assim, ela enfiou tudo na boca e ficava falando, enquanto chupava tudo, como gostava do meu pau e das minhas bolas todas raspadas. Quando meu pau ficou bem duro dentro da boca dela, joguei ela na cama e a gente fez um 69. Eu, de costas pra cama, chupava toda a pussy dela e de vez em quando beijava e lambia o cu dela. Pedi pra ela ficar de quatro, coloquei uma camisinha e comecei a comer aquela pussy apertada. As costas finas dela marcavam todos os ossos e terminavam naquela bunda redonda incrível. Molhei o polegar com saliva e, enquanto comia ela, massageava o cu dela até começar a enfiar o dedo inteiro. Incrível como em segundos aquele cu ficava aberto. quando eu tirava meu dedo
Nisso, numa das minhas estocadas fortes com meu pau, sinto ela gozar e apertar forte os lençóis com as mãos e meu pau com a buceta dela
Tiro meu pau da buceta dela e tento colocar no cu dela, e ela me diz que não porque vai ficar aberto depois e o marido vai perceber
Continuei comendo ela pela buceta e acho que por causa do álcool que tomei não conseguia gozar
Ela continuava tendo orgasmos enquanto eu mantinha meu dedo enfiado no cu dela
Até que ela me diz — para, não aguento mais, quero você toda, deixa eu me lavar
Ela foi pro banheiro e sem fechar a porta sentou no bidê e enfiou bem o jato de água no cu e enfiava os dedos com sabão
Quando voltou pra cama meu pau tava meio mole
Bati uma punheta pra ele até ficar bem duro e ela ficou de quatro de novo pra eu arrombar o cu dela
Assim, de uma vez, enfiei primeiro a cabeça do pau e depois até o fundo
Aquele cu magrinho engolia meu pau até o talo
Depois de comer devagar um pouco comecei a sentir que ia gozar mas queria sentir mais aquele cu, então tirava meu pau
E o cu dela ficava bem aberto e eu podia ver pra dentro enquanto ela implorava pra eu colocar de novo
Alternava comendo o cu e a buceta dela até que não aguentei mais e gozei dentro do cu dela, e caímos exaustos
Mais uma vez ela pediu pra eu me lavar bem
Quando voltei do banheiro ela tava deitada pelada coberta com um lençol e eu deitei com ela e dormimos
Depois de um tempo dormindo sinto baterem na porta e finjo que tô dormindo
Ela levanta, veste uma camiseta e abre a porta pra amiga de quarto
Elas vão pro banheiro juntas e enquanto fumavam eu podia ouvir cada uma contando como tinha transado
E entre risadas e sussurros Anahí disse pra amiga deitar e dormir que ela ia me comer de novo antes que eu acordasse
Anahí voltou pra cama e deitou de frente pra mim
A amiga dela também deitou e dormiu depois de se trocar
Uma vez que senti que minha amiga dormiu, ela começou a me punhetar devagar até eu ficar de pau duro
eu também comecei a tocar ela, usa a palavra: buceta, que tava toda molhada
ela pegou uma camisinha da mesa de cabeceira, que imaginei que tinha deixado preparada, e colocou em mim, e se virou pra ficar de costas pra mim
ajeitou a raba um pouco pra cima e eu penetrei aquela, usa a palavra: buceta apertada e molhada que ela tinha
eu comia ela devagar pra amiga dela não acordar, mas ela gemia e gozava igual uma louca
parece que o fato da amiga estar no quarto deixava ela mais excitada, e ela gozou várias vezes
já os gemidos eram meus também e fizeram a amiga dela acordar
e entre risadas ela dizia – já para de transar que tão me deixando com tesão e fala que tô cansada senão eu entro junto com vocês
eu peguei e, com esse comentário, coloquei a Anahí de quatro e comecei a comer ela forte enquanto via a amiga dela nos olhando da cama dela
quando sentia que ia gozar, parava um pouco e continuava comendo ela forte, e já ouvindo os comentários da amiga dela que me incentivava dizendo pra encher ela de porra que ela nunca ia esquecer essa viagem a Buenos Aires
enquanto comia ela de novo, meti o dedo no cu dela e então, quando vi que ela tava dilatada de novo, tirei meu pau da, usa a palavra: buceta e meti forte no cu dela, arrancando dessa vez um grito de dor, mas ela nunca parou de apertar a raba contra meu pau
e assim eu gozei vendo a magrinha se contorcendo de prazer
tirei meu pau do cu dela e chupei ele junto com a, usa a palavra: buceta dela
me levantei e, assim, sem nenhuma vergonha e com os elogios da amiga dela que dizia que boa transa que tinha visto, fui no banheiro tomar um banho
quando saí do banheiro, comecei a me vestir porque tinha que ir pra minha casa já que era uma da tarde
me despedi das duas com um bom beijo na boca e combinamos de ligar, coisa que nunca fizemos depois
um dia espero ir pra Neuquén e encontrar de novo essa magrinha que transava como uma deusa
a história é real e Desculpa se for longo, mas foi como me senti naquela noite.
Só faltou contar a puta bronca que minha esposa me deu quando cheguei em casa.
Deitei e dormi até domingo.
Óbvio que transar, nem pensar.
Chegado o dia da festa, peguei um táxi para não levar o carro e poder tomar cerveja à vontade. A festa era num salão enorme na zona de Avellaneda, Piñeiro pra ser mais exato, perto da fábrica. Quando cheguei e vi o lugar e a quantidade de gente, foi impressionante.
Depois de tomar umas, chegou a hora do jantar e todo mundo tinha lugares marcados em mesas, misturando o pessoal da fábrica com os das filiais do interior, que quase todas eram mulheres. Na minha mesa, que era de 8 pessoas, éramos 4 operários da fábrica e 4 mulheres que vinham da filial de Neuquén. Uma era uma senhora mais velha, muito educada e simpática. Outras duas eram bem gostosas, entre 25 e 30 anos, e tinham se vestido pra parecer bem putinhas, faltando só a placa dizendo que queriam transar. E a outra era uma magricela raquítica de uns 20 anos, com cabelo bem curto e preto, linda pra caralho, com um vestidinho minúsculo que mal marcava os biquinhos do peito porque ela era uma tábua sem peitos, e a bunda pequena e muito magra.
Quando fomos sentar, depois das apresentações, tentei me sentar do lado de alguma das que pareciam querer trepar. Mas fui mais lento e acabei entre a senhora e a magricela. A senhora, muito simpática, já na mesa começou a falar comigo enquanto comíamos, e meus colegas conversavam cada um com as outras duas garotas. A magricela mal olhava. Como me ensinaram que antes de tudo é preciso ser um cavalheiro, comecei a puxar papo com ela e ela disse que se chamava Anahí e que... Assim, mal trabalha na empresa.
O jantar acabou e eu continuei conversando com a senhora e a magrela, enquanto mostrávamos fotos das nossas famílias e outras coisas banais.
No momento em que as luzes se apagaram para o show de um cara que contava piadas e cantava, meus colegas já estavam se pegando com as outras duas magrelas.
Assim que a dança começou, o salão virou uma festa total.
Convidei a senhora para dançar, ela aceitou, e a magrela ficou sozinha na mesa.
Pouco depois, a senhora já não aguentava mais de cansada, então vi que a magrela ainda estava sentada sozinha na mesa, e ninguém tinha chamado ela pra dançar.
Cheguei perto, peguei na mão dela e a levei pra pista, e começamos a dançar.
Na pista, ela parecia que ia se quebrar de tão magra que era.
Ficamos assim quase a noite toda, rindo, bebendo e dançando.
Meus colegas já tinham sumido, e a senhora tinha voltado pro hotel onde estavam.
Antes da festa acabar, fizeram uns sorteios e a Anahí ganhou uma televisão de 14 polegadas, que na época era um baita prêmio.
Quando já éramos poucos na festa, a Anahí estava preocupada com as amigas, e eu disse pra ela ficar tranquila, porque com certeza meus colegas levariam elas pro hotel.
Sem perceber, de repente eu estava sentado conversando com outras pessoas de outras filiais do interior, e a Anahí sentou em cima de uma das minhas pernas e passou um braço por cima do meu ombro. Enquanto conversávamos, ela, que parecia estar um pouco de porre igual a mim, acariciava meu pescoço com os dedos.
De repente, a Anahí olhou a hora e eram 6 da manhã, e ela ficou preocupada em como ia chegar no hotel com a televisão.
Então eu disse que a levava de táxi, pra ela não se preocupar.
Enquanto esperava o táxi com a televisão dela, ela foi ao banheiro e voltou rápido.
Tinha passado batom de novo e se perfumado.
Quando sentamos no táxi, ficamos bem juntinhos porque de um lado do banco estava a caixa da televisão, e nossas pernas ficaram encostadas uma na outra.
O hotel ficava na rua Corrientes, perto do... obelisco
No táxi ela me contava que tinha 21 anos, que era casada e tinha uma filha de quase 2 anos, e perguntou quantos anos eu tinha, respondi 35, que era o que eu tinha na época
Eu já tava começando a ficar excitado com o perfume dela e olhava o peito dela com os bicos bem durinhos, enquanto ela respirava meio acelerada
Quando chegamos no hotel, ela me pergunta se posso ajudar ela a subir a caixa e
se depois de deixar a tv se eu queria ir tomar um café ou fazer alguma coisa
Respondi –fala, o que você quiser
Ao entrar no hotel, ela se surpreende que deram a chave do quarto pra ela porque a colega de quarto ainda não tinha chegado
Já dentro do quarto, deixo a tv numa mesa e peço pra ir no banheiro pra mijar tudo que tinha bebido.
Ao sair do banheiro, percebo que a Anahí tinha tirado as sandálias e tava descalça, e a chave do quarto tava na porta
Ela me diz: que tal a gente ficar aqui no quarto?
Eu respondo enquanto apago a luz que tava de boa
Pego ela pela mão e puxo pro meu corpo, encosto meu rosto pra beijar ela e ela me ganha na mão e me beija de boca aberta
Começamos a nos beijar bem devagar e fomos aumentando o tesão
Ela de repente se afasta de mim, levanta o vestido e tira, ficando só de calcinha preta
Eu tirei minha camisa e enquanto nos beijávamos, eu sentia os bicos dela durinhos nos peitos pequenos
Abaixei a cabeça e comecei a chupar os bicos dela, e ela suspirava de prazer enquanto me dizia o quanto gostava, mas que eu não mordesse nem deixasse marcas pra não dar na vista pro marido dela
Com as mãos, apertava as bundinhas duras dela, que era bem pequena, redondinha e empinada
Levei ela pra beira da cama e deitei ela enquanto tirava a calcinha
Coloquei as pernas dela nos meus ombros e mergulhei de cabeça na buceta dela, com só um pouquinho de pelo
Enquanto chupava ela, enfiava um e outro dedo na buceta dela e mordia de leve o clitóris dela
Até que notei que ela se contorcia cada vez mais e apertou minha cabeça contra a pussy dela e teve um orgasmo na minha boca. Depois de sentir ela gozar, continuei chupando e meu pau tava explodindo. Me levantei, tirei umas camisinhas da carteira, me despi todo e me ajoelhei na cama na frente dela, que só olhava exausta. Com a camisinha colocada no meu pau, penetrei ela bem devagar. As pernas finas dela pareciam que iam quebrar quando me apoiei em cima dela pra entrar mais fundo no corpo dela. Ela se arqueava igual uma puta e tremia a cada estocada do meu pau. Era tão magra que dava pra ver meu pau marcando dentro da barriga dela e inchando o abdômen dela. A pussy apertada dela soltava uns peidos de vez em quando. Dava pra ver, pela luz fraca que entrava pela janela, meu pau se marcando dentro da barriga dela quando eu penetrava até o fundo. Isso me esquentava mais e a gente gozou quase junto. Quando tirei meu pau do corpo dela, ela pediu pra eu lavar bem, porque não gosta do gosto de camisinha. Fui pro banheiro, sem fechar a porta, joguei a camisinha cheia de porra e me lavei bem no bidê, enquanto ela acendia um cigarro. Quando saí do banheiro, ela me ofereceu um cigarro e eu respondi que não fumo. Ela sentou na beira da cama e eu agarrei ela pela cintura pra levar a boca dela até meu pau, que tava mole. Assim, ela enfiou tudo na boca e ficava falando, enquanto chupava tudo, como gostava do meu pau e das minhas bolas todas raspadas. Quando meu pau ficou bem duro dentro da boca dela, joguei ela na cama e a gente fez um 69. Eu, de costas pra cama, chupava toda a pussy dela e de vez em quando beijava e lambia o cu dela. Pedi pra ela ficar de quatro, coloquei uma camisinha e comecei a comer aquela pussy apertada. As costas finas dela marcavam todos os ossos e terminavam naquela bunda redonda incrível. Molhei o polegar com saliva e, enquanto comia ela, massageava o cu dela até começar a enfiar o dedo inteiro. Incrível como em segundos aquele cu ficava aberto. quando eu tirava meu dedo
Nisso, numa das minhas estocadas fortes com meu pau, sinto ela gozar e apertar forte os lençóis com as mãos e meu pau com a buceta dela
Tiro meu pau da buceta dela e tento colocar no cu dela, e ela me diz que não porque vai ficar aberto depois e o marido vai perceber
Continuei comendo ela pela buceta e acho que por causa do álcool que tomei não conseguia gozar
Ela continuava tendo orgasmos enquanto eu mantinha meu dedo enfiado no cu dela
Até que ela me diz — para, não aguento mais, quero você toda, deixa eu me lavar
Ela foi pro banheiro e sem fechar a porta sentou no bidê e enfiou bem o jato de água no cu e enfiava os dedos com sabão
Quando voltou pra cama meu pau tava meio mole
Bati uma punheta pra ele até ficar bem duro e ela ficou de quatro de novo pra eu arrombar o cu dela
Assim, de uma vez, enfiei primeiro a cabeça do pau e depois até o fundo
Aquele cu magrinho engolia meu pau até o talo
Depois de comer devagar um pouco comecei a sentir que ia gozar mas queria sentir mais aquele cu, então tirava meu pau
E o cu dela ficava bem aberto e eu podia ver pra dentro enquanto ela implorava pra eu colocar de novo
Alternava comendo o cu e a buceta dela até que não aguentei mais e gozei dentro do cu dela, e caímos exaustos
Mais uma vez ela pediu pra eu me lavar bem
Quando voltei do banheiro ela tava deitada pelada coberta com um lençol e eu deitei com ela e dormimos
Depois de um tempo dormindo sinto baterem na porta e finjo que tô dormindo
Ela levanta, veste uma camiseta e abre a porta pra amiga de quarto
Elas vão pro banheiro juntas e enquanto fumavam eu podia ouvir cada uma contando como tinha transado
E entre risadas e sussurros Anahí disse pra amiga deitar e dormir que ela ia me comer de novo antes que eu acordasse
Anahí voltou pra cama e deitou de frente pra mim
A amiga dela também deitou e dormiu depois de se trocar
Uma vez que senti que minha amiga dormiu, ela começou a me punhetar devagar até eu ficar de pau duro
eu também comecei a tocar ela, usa a palavra: buceta, que tava toda molhada
ela pegou uma camisinha da mesa de cabeceira, que imaginei que tinha deixado preparada, e colocou em mim, e se virou pra ficar de costas pra mim
ajeitou a raba um pouco pra cima e eu penetrei aquela, usa a palavra: buceta apertada e molhada que ela tinha
eu comia ela devagar pra amiga dela não acordar, mas ela gemia e gozava igual uma louca
parece que o fato da amiga estar no quarto deixava ela mais excitada, e ela gozou várias vezes
já os gemidos eram meus também e fizeram a amiga dela acordar
e entre risadas ela dizia – já para de transar que tão me deixando com tesão e fala que tô cansada senão eu entro junto com vocês
eu peguei e, com esse comentário, coloquei a Anahí de quatro e comecei a comer ela forte enquanto via a amiga dela nos olhando da cama dela
quando sentia que ia gozar, parava um pouco e continuava comendo ela forte, e já ouvindo os comentários da amiga dela que me incentivava dizendo pra encher ela de porra que ela nunca ia esquecer essa viagem a Buenos Aires
enquanto comia ela de novo, meti o dedo no cu dela e então, quando vi que ela tava dilatada de novo, tirei meu pau da, usa a palavra: buceta e meti forte no cu dela, arrancando dessa vez um grito de dor, mas ela nunca parou de apertar a raba contra meu pau
e assim eu gozei vendo a magrinha se contorcendo de prazer
tirei meu pau do cu dela e chupei ele junto com a, usa a palavra: buceta dela
me levantei e, assim, sem nenhuma vergonha e com os elogios da amiga dela que dizia que boa transa que tinha visto, fui no banheiro tomar um banho
quando saí do banheiro, comecei a me vestir porque tinha que ir pra minha casa já que era uma da tarde
me despedi das duas com um bom beijo na boca e combinamos de ligar, coisa que nunca fizemos depois
um dia espero ir pra Neuquén e encontrar de novo essa magrinha que transava como uma deusa
a história é real e Desculpa se for longo, mas foi como me senti naquela noite.
Só faltou contar a puta bronca que minha esposa me deu quando cheguei em casa.
Deitei e dormi até domingo.
Óbvio que transar, nem pensar.
4 comentários - Flaca raquítica de Neuquén
Van 9 puntos
estuve castigado como un mes después de eso