Há vários anos atrás, lá por 98, eu trabalhava em Buenos Aires numa gráfica muito conhecida que faz livros de leis e o diário oficial. Todo ano, no fim do ano, eles ofereciam uma festa daquelas para o pessoal, onde gastavam uma grana preta, mas ia pouca gente. Naquele ano que comecei a trabalhar lá, quando chegou a data da festa, nosso chefe deixou bem claro que era melhor a gente ir, porque a gerência ia ficar de olho em quem aparecia, já que também iam trazer todo o pessoal das filiais do interior.
Chegado o dia da festa, peguei um táxi pra não levar o carro e poder beber cerveja sossegado. A festa era num salãozão da área de Avellaneda, Piñeiro pra ser mais exato, perto da fábrica. Quando cheguei e vi o lugar e a quantidade de gente, era impressionante.
Depois de tomar umas, chegou a hora do jantar e todo mundo tinha lugar marcado em mesas, misturando o pessoal da fábrica com os das filiais do interior, que quase tudo era mulher. Na minha mesa, que era de 8 pessoas, éramos 4 operários da fábrica e 4 mulheres que vinham da filial de Neuquén. Uma era uma senhora mais velha, muito educada e simpática. Outras duas eram bem gostosas, entre 25 e 30 anos, e tinham se vestido pra parecer bem putinhas, faltando só a placa dizendo que queriam transar. E a outra era uma magricela raquítica de uns 20 anos, com cabelo bem curto e preto, linda pra caralho, com um vestidinho minúsculo que mal marcava os bicos dos peitos porque era uma tábua sem tetas, e a bunda minúscula e muito magra.
Na hora de sentar, depois das apresentações, tentei sentar do lado de alguma das que pareciam querer transar, mas fui mais lento e acabei entre a senhora e a magricela. A senhora, muito simpática, já na mesa começou a falar comigo enquanto comíamos, e meus colegas conversavam cada um com as outras duas garotas. A magricela mal olhava.
Como me ensinaram que acima de tudo tem que ser um cavalheiro, comecei a puxar conversa com ela e ela disse que se chamava Anahí e que Assim, mal trabalha na empresa.
O jantar acabou e eu continuei conversando com a senhora e a magrinha, enquanto mostrávamos fotos das nossas famílias e outras coisas banais.
No momento em que as luzes se apagaram para começar o show de um cara que contava piadas e cantava,
meus colegas já estavam se pegando com as outras duas magrinhas.
Assim que a dança começou, o salão virou uma festa completa.
Convidei a senhora pra dançar, ela aceitou, e a magrinha ficou sozinha na mesa.
Depois de um tempo, a senhora não aguentava mais de cansada, aí vi que a magrinha ainda estava sentada sozinha na mesa e ninguém tinha chamado ela pra dançar.
Cheguei perto, peguei na mão dela e levei pra pista, e começamos a dançar.
Na pista, ela parecia que ia se quebrar de tão magra que era.
Ficamos assim quase a noite toda, rindo, bebendo e dançando.
Meus colegas já tinham sumido e a senhora tinha voltado pro hotel onde estavam hospedados.
Antes da festa acabar, fizeram uns sorteios e a Anahí ganhou uma televisão de 14 polegadas, que na época era um baita prêmio.
Quando já éramos poucos na festa, a Anahí tava preocupada com as amigas, e eu falei pra ela ficar tranquila, porque com certeza meus colegas levariam elas pro hotel.
Sem perceber, de repente eu tava sentado conversando com outras pessoas de outras filiais do interior, e a Anahí sentou em cima de uma das minhas pernas e passou um braço por cima do meu ombro. Enquanto a gente conversava, ela, que parecia estar meio bêbada igual a mim, acariciava meu pescoço com os dedos.
De repente, a Anahí olhou a hora e eram 6 da manhã, e ela ficou preocupada em como ia chegar no hotel com a televisão.
Então falei pra ela que eu levava ela de táxi, que não precisava se preocupar.
Enquanto esperava o táxi com a televisão dela, ela foi no banheiro e voltou rápido.
Tinha passado batom de novo e se perfumado.
Quando sentamos no táxi, ficamos bem juntinhos, porque de um lado do banco estava a caixa da televisão e nossas pernas ficaram encostadas uma na outra.
O hotel ficava na rua Corrientes, perto do... obelisco
No táxi ela me contava que tinha 21 anos, que era casada e tinha uma filha de quase 2 anos, e perguntou quantos anos eu tinha. Respondi 35, que era o que eu tinha na época.
Eu já tava começando a me excitar com o perfume dela e olhava pro peito dela com os mamilos bem durinhos, enquanto ela respirava meio acelerada.
Quando chegamos no hotel, ela me pergunta se posso ajudar ela a subir a caixa e, depois de deixar a TV, se eu queria ir tomar um café ou fazer alguma coisa.
Respondi: – Fala, o que você quiser.
Ao entrar no hotel, ela se surpreendeu por terem dado a chave do quarto, porque a colega de quarto dela ainda não tinha chegado.
Já dentro do quarto, deixei a TV em cima de uma mesa e pedi pra ir ao banheiro pra mijar, por causa de tudo que tinha bebido.
Quando saí do banheiro, notei que a Anahí tinha tirado as sandálias e tava descalça, e a chave do quarto estava na porta.
Ela me diz: – Que tal a gente ficar aqui no quarto?
Eu respondi, enquanto apagava a luz, que achava uma boa.
Pego ela pela mão e puxo pra perto do meu corpo, aproximo meu rosto pra beijar ela, mas ela me ganha na mão e começa a me beijar de boca aberta.
Começamos a nos beijar bem devagar e fomos aumentando o tesão.
De repente, ela se afasta de mim, levanta o vestido e tira, ficando só de calcinha preta.
Eu tirei minha camisa e, enquanto nos beijávamos, dava pra sentir os mamilos dela durinhos nos peitos pequenos.
Baixei a cabeça e comecei a chupar os mamilos dela, e ela suspirava de prazer enquanto me dizia o quanto gostava, mas que eu não mordesse nem deixasse marcas pra não dar na vista pro marido dela.
Com as mãos, apertava as nádegas duras dela, que eram bem pequenas, redondinhas e empinadas.
Levei ela até a beirada da cama e deitei ela, enquanto tirava a calcinha.
Coloquei as pernas dela sobre meus ombros e mergulhei de cabeça na buceta dela, que tinha só um pouquinho de pelo.
Enquanto chupava ela, enfiava um e outro dedo na buceta dela e mordia de leve o clitóris dela.
Até que noto que ela se retorcia cada vez mais e apertou minha cabeça contra a pussy dela e teve um orgasmo na minha boca
Depois de sentir ela gozar, continuei chupando e meu pau tava explodindo
Me levanto e tiro umas camisinhas da carteira, me desnudo todo e ajoelho na cama na frente dela, que só olhava exausta
Com a camisinha já no meu pau, penetro ela bem devagar
As pernas finas dela pareciam quebrar quando subi em cima dela pra entrar mais fundo no corpo dela
Ela se arqueava igual uma puta e tremia a cada estocada do meu pau
Era tão magra que dava pra ver meu pau marcando dentro da barriga dela e inchando o abdômen
A pussy apertada dela soltava uns peidos de vez em quando
Dava pra ver, pela luz fraca que entrava pela janela, meu pau marcando dentro da pança dela quando eu penetrava até o fundo
Isso me esquentava mais e a gente gozou quase junto
Quando tiro meu pau do corpo dela, ela pede pra eu lavar bem, porque não gosta do gosto da camisinha
Fui no banheiro e, sem fechar a porta, joguei a camisinha cheia de porra e me lavei bem no bidê enquanto ela acendia um cigarro
Quando saí do banheiro, ela me ofereceu um cigarro e eu respondi que não fumo
Ela sentou na beira da cama e eu agarrei ela pela cintura pra levar a boca dela até meu pau, que tava mole
Assim, ela enfiou tudo na boca e ficava falando, enquanto me chupava inteiro, como gostava do meu pau e das bolas todas raspadas
Quando meu pau ficou bem duro dentro da boca dela, joguei ela na cama e a gente fez um 69
Eu, de costas pra cama, chupava toda a pussy dela e de vez em quando beijava e lambia o cu dela
Pedi pra ela ficar de quatro, coloquei uma camisinha e comecei a foder aquela pussy apertada
As costas finas dela marcavam todos os ossos e terminavam naquela bunda redonda incrível
Molhei o polegar com saliva e, enquanto comia ela, massageava o cu dela até começar a enfiar o dedo inteiro
Incrível como em segundos aquele cu ficava aberto quando eu tirava meu dedo
Nisso, numa das minhas enfiadas fortes com meu pau, sinto ela gozar e apertar forte com as mãos os lençóis e meu pau com a buceta dela
Tiro meu pau da buceta dela e tento colocar no cu dela, e ela me diz que não porque vai ficar aberto depois e o marido vai perceber
Continuei comendo ela pela buceta e acho que por causa do álcool que tomei não conseguia gozar
Ela continuava tendo orgasmos enquanto eu mantinha meu dedo enfiado no cu dela
Até que ela me diz — para, não aguento mais, quero você inteiro, deixa eu me lavar
Ela foi pro banheiro e sem fechar a porta sentou no bidê e enfiou bem o jato de água no cu e enfiava os dedos com sabão
Quando voltou pra cama meu pau tava meio mole
Bati uma pra ele até ficar bem duro e ela ficou de quatro de novo pra eu arrombar o cu dela
Assim, de uma vez, enfiei primeiro a cabeça do pau e depois até o fundo
Aquele cu magrinho engolia meu pau até a base
Depois de comer devagar um pouco, comecei a sentir que ia gozar mas queria sentir mais aquele cu, então tirava meu pau
E o cu dela ficava bem aberto e eu podia ver lá dentro enquanto ela implorava pra eu colocar de novo
Alternava comendo o cu e a buceta dela até que não aguentei mais e gozei dentro do cu dela, e caímos exaustos
Mais uma vez ela pediu pra eu me lavar bem
Quando voltei do banheiro ela tava deitada nua coberta com um lençol e deitei com ela e dormimos
Depois de um tempo dormindo, sinto baterem na porta e finjo que tô dormindo
Ela levanta, veste uma camiseta e abre a porta pra amiga de quarto
Elas vão pro banheiro juntas e enquanto fumavam eu podia ouvir cada uma contando como tinham transado
E entre risadas e sussurros, Anahí disse pra amiga deitar e dormir que ela ia me comer de novo antes que eu acordasse
Anahí voltou pra cama e deitou de frente pra mim
A amiga dela também deitou e dormiu depois de se trocar
Assim que Senti que minha amiga dormiu, aí ela começou a me punhetar devagar até eu ficar de pau duro.
Eu também comecei a tocar ela, use a palavra: buceta, que tava toda molhada.
Ela pegou uma camisinha do criado-mudo, que imagino que tinha deixado preparada, e colocou em mim, depois se virou pra ficar de costas.
Ela levantou um pouco a raba e eu penetrei aquela use a palavra: buceta apertada e molhada que ela tinha.
Eu comia ela devagar pra amiga não acordar, mas ela gemia e gozava igual uma louca.
Parece que o fato da amiga estar no quarto deixava ela mais excitada, e ela gozou várias vezes.
Já os gemidos também eram meus e fizeram a amiga dela acordar.
E entre risadas ela dizia – “Parem de transar, tão me deixando com tesão, e diz que tô cansada senão eu entro junto com vocês.”
Eu peguei e, com esse comentário, coloquei a Anahí de quatro e comecei a comer ela com força enquanto via a amiga nos olhando da cama dela.
Quando sentia que ia gozar, parava um pouco e continuava comendo ela forte, já ouvindo os comentários da amiga que me incentivava, dizendo pra encher ela de porra, que ela nunca ia esquecer essa viagem a Buenos Aires.
Enquanto comia ela de novo, meti o dedo no cu dela, e aí, quando vi que ela tava dilatada de novo, tirei meu pau da use a palavra: buceta e enfiei com força no cu dela, arrancando um grito de dor dessa vez, mas ela nunca parou de apertar a raba contra meu pau.
E assim gozei vendo a magrinha se contorcendo de prazer.
Tirei meu pau do cu dela e chupei ele junto com a use a palavra: buceta dela.
Levantei e, sem nenhuma vergonha, com os elogios da amiga que dizia que tinha visto uma boa transa, fui no banheiro tomar um banho.
Quando saí do banheiro, comecei a me vestir porque tinha que ir pra casa, já que era uma da tarde.
Me despedi das duas com um bom beijo na boca e combinamos de ligar, coisa que nunca fizemos depois.
Um dia espero ir pra Neuquén e encontrar de novo essa magrinha que comia como uma deusa.
A história é real e ponto final. Sinto muito se for longo, mas foi assim que me senti naquela noite.
Só faltou contar a puta bronca que minha esposa me deu quando cheguei em casa.
Deitei e dormi até domingo.
Óbvio que transar, nem pensar.
Chegado o dia da festa, peguei um táxi pra não levar o carro e poder beber cerveja sossegado. A festa era num salãozão da área de Avellaneda, Piñeiro pra ser mais exato, perto da fábrica. Quando cheguei e vi o lugar e a quantidade de gente, era impressionante.
Depois de tomar umas, chegou a hora do jantar e todo mundo tinha lugar marcado em mesas, misturando o pessoal da fábrica com os das filiais do interior, que quase tudo era mulher. Na minha mesa, que era de 8 pessoas, éramos 4 operários da fábrica e 4 mulheres que vinham da filial de Neuquén. Uma era uma senhora mais velha, muito educada e simpática. Outras duas eram bem gostosas, entre 25 e 30 anos, e tinham se vestido pra parecer bem putinhas, faltando só a placa dizendo que queriam transar. E a outra era uma magricela raquítica de uns 20 anos, com cabelo bem curto e preto, linda pra caralho, com um vestidinho minúsculo que mal marcava os bicos dos peitos porque era uma tábua sem tetas, e a bunda minúscula e muito magra.
Na hora de sentar, depois das apresentações, tentei sentar do lado de alguma das que pareciam querer transar, mas fui mais lento e acabei entre a senhora e a magricela. A senhora, muito simpática, já na mesa começou a falar comigo enquanto comíamos, e meus colegas conversavam cada um com as outras duas garotas. A magricela mal olhava.
Como me ensinaram que acima de tudo tem que ser um cavalheiro, comecei a puxar conversa com ela e ela disse que se chamava Anahí e que Assim, mal trabalha na empresa.
O jantar acabou e eu continuei conversando com a senhora e a magrinha, enquanto mostrávamos fotos das nossas famílias e outras coisas banais.
No momento em que as luzes se apagaram para começar o show de um cara que contava piadas e cantava,
meus colegas já estavam se pegando com as outras duas magrinhas.
Assim que a dança começou, o salão virou uma festa completa.
Convidei a senhora pra dançar, ela aceitou, e a magrinha ficou sozinha na mesa.
Depois de um tempo, a senhora não aguentava mais de cansada, aí vi que a magrinha ainda estava sentada sozinha na mesa e ninguém tinha chamado ela pra dançar.
Cheguei perto, peguei na mão dela e levei pra pista, e começamos a dançar.
Na pista, ela parecia que ia se quebrar de tão magra que era.
Ficamos assim quase a noite toda, rindo, bebendo e dançando.
Meus colegas já tinham sumido e a senhora tinha voltado pro hotel onde estavam hospedados.
Antes da festa acabar, fizeram uns sorteios e a Anahí ganhou uma televisão de 14 polegadas, que na época era um baita prêmio.
Quando já éramos poucos na festa, a Anahí tava preocupada com as amigas, e eu falei pra ela ficar tranquila, porque com certeza meus colegas levariam elas pro hotel.
Sem perceber, de repente eu tava sentado conversando com outras pessoas de outras filiais do interior, e a Anahí sentou em cima de uma das minhas pernas e passou um braço por cima do meu ombro. Enquanto a gente conversava, ela, que parecia estar meio bêbada igual a mim, acariciava meu pescoço com os dedos.
De repente, a Anahí olhou a hora e eram 6 da manhã, e ela ficou preocupada em como ia chegar no hotel com a televisão.
Então falei pra ela que eu levava ela de táxi, que não precisava se preocupar.
Enquanto esperava o táxi com a televisão dela, ela foi no banheiro e voltou rápido.
Tinha passado batom de novo e se perfumado.
Quando sentamos no táxi, ficamos bem juntinhos, porque de um lado do banco estava a caixa da televisão e nossas pernas ficaram encostadas uma na outra.
O hotel ficava na rua Corrientes, perto do... obelisco
No táxi ela me contava que tinha 21 anos, que era casada e tinha uma filha de quase 2 anos, e perguntou quantos anos eu tinha. Respondi 35, que era o que eu tinha na época.
Eu já tava começando a me excitar com o perfume dela e olhava pro peito dela com os mamilos bem durinhos, enquanto ela respirava meio acelerada.
Quando chegamos no hotel, ela me pergunta se posso ajudar ela a subir a caixa e, depois de deixar a TV, se eu queria ir tomar um café ou fazer alguma coisa.
Respondi: – Fala, o que você quiser.
Ao entrar no hotel, ela se surpreendeu por terem dado a chave do quarto, porque a colega de quarto dela ainda não tinha chegado.
Já dentro do quarto, deixei a TV em cima de uma mesa e pedi pra ir ao banheiro pra mijar, por causa de tudo que tinha bebido.
Quando saí do banheiro, notei que a Anahí tinha tirado as sandálias e tava descalça, e a chave do quarto estava na porta.
Ela me diz: – Que tal a gente ficar aqui no quarto?
Eu respondi, enquanto apagava a luz, que achava uma boa.
Pego ela pela mão e puxo pra perto do meu corpo, aproximo meu rosto pra beijar ela, mas ela me ganha na mão e começa a me beijar de boca aberta.
Começamos a nos beijar bem devagar e fomos aumentando o tesão.
De repente, ela se afasta de mim, levanta o vestido e tira, ficando só de calcinha preta.
Eu tirei minha camisa e, enquanto nos beijávamos, dava pra sentir os mamilos dela durinhos nos peitos pequenos.
Baixei a cabeça e comecei a chupar os mamilos dela, e ela suspirava de prazer enquanto me dizia o quanto gostava, mas que eu não mordesse nem deixasse marcas pra não dar na vista pro marido dela.
Com as mãos, apertava as nádegas duras dela, que eram bem pequenas, redondinhas e empinadas.
Levei ela até a beirada da cama e deitei ela, enquanto tirava a calcinha.
Coloquei as pernas dela sobre meus ombros e mergulhei de cabeça na buceta dela, que tinha só um pouquinho de pelo.
Enquanto chupava ela, enfiava um e outro dedo na buceta dela e mordia de leve o clitóris dela.
Até que noto que ela se retorcia cada vez mais e apertou minha cabeça contra a pussy dela e teve um orgasmo na minha boca
Depois de sentir ela gozar, continuei chupando e meu pau tava explodindo
Me levanto e tiro umas camisinhas da carteira, me desnudo todo e ajoelho na cama na frente dela, que só olhava exausta
Com a camisinha já no meu pau, penetro ela bem devagar
As pernas finas dela pareciam quebrar quando subi em cima dela pra entrar mais fundo no corpo dela
Ela se arqueava igual uma puta e tremia a cada estocada do meu pau
Era tão magra que dava pra ver meu pau marcando dentro da barriga dela e inchando o abdômen
A pussy apertada dela soltava uns peidos de vez em quando
Dava pra ver, pela luz fraca que entrava pela janela, meu pau marcando dentro da pança dela quando eu penetrava até o fundo
Isso me esquentava mais e a gente gozou quase junto
Quando tiro meu pau do corpo dela, ela pede pra eu lavar bem, porque não gosta do gosto da camisinha
Fui no banheiro e, sem fechar a porta, joguei a camisinha cheia de porra e me lavei bem no bidê enquanto ela acendia um cigarro
Quando saí do banheiro, ela me ofereceu um cigarro e eu respondi que não fumo
Ela sentou na beira da cama e eu agarrei ela pela cintura pra levar a boca dela até meu pau, que tava mole
Assim, ela enfiou tudo na boca e ficava falando, enquanto me chupava inteiro, como gostava do meu pau e das bolas todas raspadas
Quando meu pau ficou bem duro dentro da boca dela, joguei ela na cama e a gente fez um 69
Eu, de costas pra cama, chupava toda a pussy dela e de vez em quando beijava e lambia o cu dela
Pedi pra ela ficar de quatro, coloquei uma camisinha e comecei a foder aquela pussy apertada
As costas finas dela marcavam todos os ossos e terminavam naquela bunda redonda incrível
Molhei o polegar com saliva e, enquanto comia ela, massageava o cu dela até começar a enfiar o dedo inteiro
Incrível como em segundos aquele cu ficava aberto quando eu tirava meu dedo
Nisso, numa das minhas enfiadas fortes com meu pau, sinto ela gozar e apertar forte com as mãos os lençóis e meu pau com a buceta dela
Tiro meu pau da buceta dela e tento colocar no cu dela, e ela me diz que não porque vai ficar aberto depois e o marido vai perceber
Continuei comendo ela pela buceta e acho que por causa do álcool que tomei não conseguia gozar
Ela continuava tendo orgasmos enquanto eu mantinha meu dedo enfiado no cu dela
Até que ela me diz — para, não aguento mais, quero você inteiro, deixa eu me lavar
Ela foi pro banheiro e sem fechar a porta sentou no bidê e enfiou bem o jato de água no cu e enfiava os dedos com sabão
Quando voltou pra cama meu pau tava meio mole
Bati uma pra ele até ficar bem duro e ela ficou de quatro de novo pra eu arrombar o cu dela
Assim, de uma vez, enfiei primeiro a cabeça do pau e depois até o fundo
Aquele cu magrinho engolia meu pau até a base
Depois de comer devagar um pouco, comecei a sentir que ia gozar mas queria sentir mais aquele cu, então tirava meu pau
E o cu dela ficava bem aberto e eu podia ver lá dentro enquanto ela implorava pra eu colocar de novo
Alternava comendo o cu e a buceta dela até que não aguentei mais e gozei dentro do cu dela, e caímos exaustos
Mais uma vez ela pediu pra eu me lavar bem
Quando voltei do banheiro ela tava deitada nua coberta com um lençol e deitei com ela e dormimos
Depois de um tempo dormindo, sinto baterem na porta e finjo que tô dormindo
Ela levanta, veste uma camiseta e abre a porta pra amiga de quarto
Elas vão pro banheiro juntas e enquanto fumavam eu podia ouvir cada uma contando como tinham transado
E entre risadas e sussurros, Anahí disse pra amiga deitar e dormir que ela ia me comer de novo antes que eu acordasse
Anahí voltou pra cama e deitou de frente pra mim
A amiga dela também deitou e dormiu depois de se trocar
Assim que Senti que minha amiga dormiu, aí ela começou a me punhetar devagar até eu ficar de pau duro.
Eu também comecei a tocar ela, use a palavra: buceta, que tava toda molhada.
Ela pegou uma camisinha do criado-mudo, que imagino que tinha deixado preparada, e colocou em mim, depois se virou pra ficar de costas.
Ela levantou um pouco a raba e eu penetrei aquela use a palavra: buceta apertada e molhada que ela tinha.
Eu comia ela devagar pra amiga não acordar, mas ela gemia e gozava igual uma louca.
Parece que o fato da amiga estar no quarto deixava ela mais excitada, e ela gozou várias vezes.
Já os gemidos também eram meus e fizeram a amiga dela acordar.
E entre risadas ela dizia – “Parem de transar, tão me deixando com tesão, e diz que tô cansada senão eu entro junto com vocês.”
Eu peguei e, com esse comentário, coloquei a Anahí de quatro e comecei a comer ela com força enquanto via a amiga nos olhando da cama dela.
Quando sentia que ia gozar, parava um pouco e continuava comendo ela forte, já ouvindo os comentários da amiga que me incentivava, dizendo pra encher ela de porra, que ela nunca ia esquecer essa viagem a Buenos Aires.
Enquanto comia ela de novo, meti o dedo no cu dela, e aí, quando vi que ela tava dilatada de novo, tirei meu pau da use a palavra: buceta e enfiei com força no cu dela, arrancando um grito de dor dessa vez, mas ela nunca parou de apertar a raba contra meu pau.
E assim gozei vendo a magrinha se contorcendo de prazer.
Tirei meu pau do cu dela e chupei ele junto com a use a palavra: buceta dela.
Levantei e, sem nenhuma vergonha, com os elogios da amiga que dizia que tinha visto uma boa transa, fui no banheiro tomar um banho.
Quando saí do banheiro, comecei a me vestir porque tinha que ir pra casa, já que era uma da tarde.
Me despedi das duas com um bom beijo na boca e combinamos de ligar, coisa que nunca fizemos depois.
Um dia espero ir pra Neuquén e encontrar de novo essa magrinha que comia como uma deusa.
A história é real e ponto final. Sinto muito se for longo, mas foi assim que me senti naquela noite.
Só faltou contar a puta bronca que minha esposa me deu quando cheguei em casa.
Deitei e dormi até domingo.
Óbvio que transar, nem pensar.
4 comentários - Flaca raquitica de Neuquen
Van 9 puntos
estuve castigado como un mes después de eso