Chegaram os preparativos das festas de verão. O bairro tava todo alvoroçado, porque tinha campeonatos de vários jogos, tanto pra adultos quanto pra crianças. Deixando as finais pra época das festas.
Uma tarde fui na reunião do time de futebol que me inscrevi. Entre os jogadores estavam o Adrián e o Antonio, esse último foi quem me apresentou pro resto do time, alguns eu já conhecia de vista. Eu era de longe o mais novo. Os outros eram bem mais velhos que eu e quase todos com barriga de chope, embora pra alguns esse comentário fosse muito generoso.
O Adolfo, que tinham acabado de me apresentar, era pelo visto quem mandava. Fazia de técnico, capitão e o que precisasse. De uma caixa ele tirou o uniforme do time: calção azul e camiseta amarela. Todo mundo começou a escolher e ficou só de cueca pra experimentar.
Então eu fiz a mesma coisa. Teve zoação porque se a camiseta ficava apertada em mim, o calção era de cair o cu da bunda. Todo mundo ria de como meu "pacote" aparecia, com comentários de todo tipo. O Adolfo disse que antes do primeiro jogo eu teria o uniforme certo.
Na manhã antes do primeiro jogo, o Antonio me trouxe o uniforme. A gente jogava às oito da noite, pra evitar o calor o máximo possível. A verdade é que cheguei bem em cima da hora. Todo mundo já tava pronto. O público era família dos jogadores, mas também tinha vizinhos e vizinhas. O uniforme que me deram era um pouco maior que o do primeiro dia, mas não muito.
Quando tava lá, percebi que a Bárbara estava, o que me deixou muito feliz. Fui cumprimentá-la, notei ela meio seca e rapidamente me apresentou um moleque, dizendo que era o cara com quem ela tava saindo. Falando isso com um olhar tenso.
Esses jogos uniram bastante o time, porque depois da partida a gente sempre ia tomar alguma coisa junto. Chegamos na final, que ia rolar no primeiro dia da festa. Todo mundo tava super animado por ter chegado lá.
Me explicaram que as festas eram principalmente à noite. O pessoal alugava mesas e ou levava a janta de casa, ou pedia em algum dos bares que tinha. Quase todo o time combinou de pegar mesas juntas, mas alguns tinham convidados e aí alugavam separado.
Eu, lógico, não ia alugar uma mesa, porque seria idiota pagar uma só pra mim. Mas o pessoal que alugou junto insistiu e me incentivou a sentar com eles. No começo fiquei na dúvida, mas os caras que iam alugar eram uns manos que eu tinha achado bem legais. No fim, decidi ir, sempre com aquele receio se a festa ia ser boa ou não.
Naquela noite, desci pra jogar a partida. Tinha muito mais gente do que eu esperava. O jogo começou uma hora mais cedo do que o normal, pra acabar logo e dar tempo de começar a festa. O jogo foi bem disputado, mas, por sorte, a gente ganhou por um gol de diferença. Todo mundo feliz, muita alegria, talvez até exagerada. Uma coisa que nem eu nem Adrián entendíamos. Até descobrirmos que era a primeira vez que eles chegavam na final e, ainda por cima, venciam.
Cada um foi pra sua casa tomar um banho e se arrumar pra janta. O telefone tocou, era a Sofi, contando e desabafando que a doença do pai dela tava complicando a cada momento — bom, pelo que ela dizia, mais pela teimosia do velho do que pela doença em si.
Essa conversa me fez demorar mais do que devia, então me vesti do jeito mais simples possível e desci. Minha surpresa foi quando cheguei nas mesas ocupadas pelo time de futebol: as mulheres estavam todas muito bem vestidas, os homens mais na deles, mas eu, de calça jeans.
Como cheguei por último, tive que me desculpar. O Antônio, de novo, fez as honras e me apresentou pras mulheres que eu não conhecia. Além do Antônio e a mulher dele, o Adriano e a mulher dele; estavam o Alejandro (Alex) e a Teresa, o Adolfo e a Martina, o Manolo e a Maria, o Pedro e a Susi.
Pra ser sincero, todas eram muito gostosas e, com as roupas que estavam vestindo, era difícil dizer quem estava melhor. A mais nova tinha pelo menos 16 anos a menos que eu. Isso era estar no paraíso. Mas, se for sincero, quem me atraiu desde o início, ali em pé assim que cheguei e antes de qualquer apresentação, foi a Maria. Quando vi aquela silhueta tão feminina, com cara de braba, uns quadris poderosos, bem definidos, coroados por uma bunda firme e mais que soberba. Além disso, ela era morena, com uns olhões pretos e grandes, olhos que examinavam, porque enquanto não fomos apresentados, nos pegamos nos olhando com interesse mútuo. Ela também me pegou olhando pro decote que ela usava, que deixava ver dois peitos como potes.
Sabia que aquela noite e as seguintes seriam um inferno pra mim, com uma mulher dessas tão perto. Mas isso não quer dizer que as outras fossem feias. Sentamos pra jantar e tudo estava perfeito; eu fiquei sentado na frente do Manolo e da Maria — eu mesmo tratei de me posicionar. Coisa que me deu a impressão de que não agradou a Begoña onde eu tinha me sentado.
Depois do jantar, que foi bem regado a vinho, começaram as doses da longa noite que se aproximava. Os únicos que não bebíamos éramos eu e a Maria, embora o marido dela, o Manolo, tenha bebido muito pouco. Mas os outros, que estavam bem animados, começaram com a putaria de sacanagem, num tom de brincadeira.
Durante todo o jantar, eu e a Maria não paramos de nos olhar; ela não se inibia, parecia muito decidida. O Manolo se deu bem comigo, tínhamos uma boa conversa. Num dado momento, apareceu uma mulher de uns cinquenta e poucos anos, com um carrinho de bebê, deu boa-noite, todos cumprimentaram ela, e ela se dirigiu à Maria dizendo que o pestinha, pelo visto, estava com fome. Ela tirou ele do carrinho, não sei dizer quanto tempo ele tinha, depois fiquei sabendo que estava quase fazendo 6 meses. Maria o acomodou no colo e, com toda naturalidade, puxou um peito pra fora, com um mamilo escuro e enorme, na hora o bebê começou a mamar. Eu não conseguia evitar de olhar, sabia que não devia, mas quem me dera ser aquele bebê.
Estava vidrado na Maria e no bebê, aí alguém falou alguma coisa e todo mundo riu, e eu nem percebi, mas sabia que era de mim. Fiquei sem graça por não saber se era por causa do jeito que eu olhava pra Maria. Mas não, era pela história do primeiro dia, quando a gente experimentou o equipamento, a bebida soltou a língua de alguém e começaram a zoar meu "pacote", algumas mulheres diziam que eles eram exagerados e eles falavam que não. No fim, Alex, num tom bem sério, me perguntou quanto media, eu disse que não fazia ideia.
Nisso tudo, percebi que Maria me olhava, brincando com os lábios, mordiscando eles como quem não quer nada. Eu comecei a ficar nervoso, era estranho o Manolo não perceber.
Meia-noite em ponto, a orquestra começa a tocar e o pessoal se anima pra sair pra dançar. A música não era exatamente a que eu gostava, mas... não podia ser tudo perfeito. As mulheres saíram pra dançar, mas dos homens, os únicos que saímos pra dançar fomos eu e o Adolfo.
A coisa tava bem animada e a gente se roçou mais de uma vez, as mulheres não sei se por causa da bebida ou se estavam meio sem vergonha, amanhã com certeza alguma ia estar morrendo de vergonha, mas eu decidi não me segurar. Mesmo sabendo que no fim seria pior pra mim, que eu ia ficar com um tesão danado.
E foi isso, às 4 da manhã a orquestra se despediu e como no dia seguinte alguns tinham que trabalhar, só restaram poucos ali. Eu fui pra casa com um tesão do caralho. No caminho, encontrei a Bárbara que ia pra casa dela. Acelerei o passo pra alcançá-la, quando cheguei perto, cumprimentei ela e ela me respondeu com um sorrisão. Sorriso.
No elevador, tentei beijar ela, mas ela virou o rosto, dizendo… “que tinha namorado, que não queria trair ele”, a verdade é que fiquei… no fim a gente se despediu e, uma vez na cama, não conseguia tirar da cabeça a Begoña, mas principalmente a María, pensando nas duas, não deu pra evitar e tive que me masturbar igual um desesperado.
No dia seguinte acordei tarde pra caralho, não tava a fim de ir pra academia, fiquei em casa de boa. A paz durou pouco, bateram na porta, era o Adrián, falando que já tinham colocado os móveis novos, e se eu podia descer pra terminar a instalação. Descemos juntos, lá estava a Begoña, com uma saia curta e uma camiseta, arrumando umas paradas nos móveis, subida numa escada.
Já na instalação, percebi que não ia ter os conectores que eu precisava, falei pro Adrián que voltava daqui a pouco, ele se ofereceu pra ir na loja de ferragens pegar, encheu tanto o saco que dei um de amostra, assim eu continuava fazendo as coisas e adiantando o serviço.
Assim que ele saiu, fiquei colocando a fiação atrás do rodapé, num momento, sem pensar, olhei pra cima, e tive uma visão perfeita da bunda da Begoña, que tava praticamente no ar. Desviei o olhar, não falamos nada, mas foi ela quem quebrou o silêncio no fim.
— Como o Adrián te enganou, agora ele vai se enrolar com qualquer uma que aparecer e nos deixou na mão com tudo parado.
— Aí é problema dele, quando eu terminar o que tô fazendo, se ele não voltou, vou embora e pronto.
— Uai, como você tá nervoso, eu não como ninguém, não.
— Isso é problema seu.
— Cê tá puto comigo?
— Tô sim, não gosto que me façam de otário e muito menos que me chamem de porco, igual você fez outro dia.
— É que me deixou muito bolada, sabe que eu perdi a linha, mas no fundo eu tava certa.
— Não tava certa nem no fundo nem na forma. Além de que você sabe muito bem que não está falando a verdade.
– Por que não estou falando a verdade?
– Porque você sabia que eu viria e colocou uma saia curta, sabendo que eu estaria por baixo e te veria. E isso só quer dizer três coisas. Mas vou ficar calado, não quero que a "senhora" se ofenda.
– Que três coisas? (ela perguntou, toda nervosa e corada)
– Ou você é uma provocadora, muito puta, ou está precisando muito de uma boa pica. Mas isso só você sabe, embora eu desconfie. Acho que fui bem claro.
– Com certeza ninguém pode dizer que você não se explica bem. Mas pra você ver que não quero te faltar dessa vez, vou te dizer que não era necessário você ser tão "claro".
Quando eu ia responder, ouvi o trinco da porta, dessa vez ela não tinha se enganado, não tinha se distraído com ninguém. Mandei ele para a televisão do quarto dele, e fiquei na sala, na tomada principal. Expliquei o que ele tinha que fazer, toda vez que eu avisasse. Nisso, com voz baixinha, Begoña me perguntou…
– Então, segundo você, o que é que eu sou?
– Uma puta com necessidade urgente de uma boa pica.
– Como você está enganado.
– Seus mamilos te entregam, estão marcando pra caralho, e aposto que você está encharcada.
– Imaginação sua.
Enfiei minha mão por baixo da saia, sabendo que ou ela gritava ou ficava quieta. Eu estava certo, ela estava molhadíssima. Ela tentou se soltar de mim, mas eu não deixei. Enquanto mantinha minha mão entre as pernas dela, falei alto pro Adrián sintonizar e me avisar.
Peguei a mão dela e coloquei em cima da minha pica, ela fez menção de tirar a mão, mas como se fosse sem querer, apalpou bem minha pica. Adrián disse que já estava, e eu falei que ia. Antes de ir pro quarto, disse pra Begoña que quando eu voltasse, queria ela sem nada por baixo da saia.
Aí eu errei, porque ela veio pro quarto e não saía de lá. Eu olhava pra ela com olhos... acesos da mesma excitação que eu sentia, mas ela foi mais forte que eu e se segurou. No final, terminei a instalação e me despedi até a noite.
Desci cedo, pra não acontecer o mesmo da noite anterior. Quando cheguei na altura do bar e das mesas, vi que o Manolo também tava chegando, a gente se cumprimentou e, em vez de ir pra mesa, fomos pro balcão tomar um negócio e esperar. Ele me disse que tinha deixado a mulher dele se arrumando, já sabe como são as mulheres, ele falou.
A gente mal tinha começado a conversar, quando o Manolo virou o papo pra um rumo que, no começo, eu não tava entendendo.
— Sabe que você foi o assunto do dia hoje de manhã pra todo mundo?
— Eu? Por quê?
— Porra, e ainda pergunta. Ontem à noite você foi o show dançando, mais de uma se pudesse… hahaha.
— Pois não entendi, dancei normal, sem gracinha.
— Com esse corpo que você tem, a calça justa… cara, se eu tivesse isso, não parava…
— Que exagerado você é.
— Exagerado? Pois olha como todo mundo reparou em você no dia que ficou de cueca.
— Pois igual aos outros, um pouco maior, um pouco menor, o tamanho não importa, todo mundo é igual. Já sabe o ditado… “mais vale pequena mas brincalhona”.
— Hahaha, pergunta pra qualquer mulher.
Enquanto a gente tava nessa conversa, que eu ainda não entendia pra onde ia, alguém tapou meus olhos com as mãos, mas não falava nada, eu sabia que era mulher. Quando tirou as mãos e eu me virei, era a Maria. Hoje ela tava totalmente discreta, nem decote, nem saia, bem normalzinha. Mas o Manolo disse…
MANOLO — Não é possível que você não sabia quem era.
EU — Pois não, não sou adivinho.
MANOLO — Com esses peitões colados nas suas costas…
MARIA — Manu, você é bruto como sempre.
MANOLO — Não sou bruto, é verdade.
Nisso chegaram outros casais, como se fôssemos água e óleo, de repente as mulheres estavam separadas da gente. Enquanto Vários homens estavam conversando, e eu não parava de matutar na minha cabeça. Manolo e María estavam tramando alguma coisa, só não sabia se era só "se divertir" às minhas custas ou se era algo mais.
Eu tinha certeza de que, do jeito que as coisas estavam e por sermos vizinhos, seria melhor tomar cuidado. Teria sido diferente se tivéssemos nos conhecido em outras circunstâncias. Vieram nos avisar que todo mundo já estava lá, então fomos para a mesa. Mais ou menos nos sentamos como no dia anterior. Begoña, que estava mais perto de mim, me olhava com uma cara estranha. Principalmente quanto mais eu falava com María e Manolo.
Tudo aconteceu como na noite anterior: a janta acabou, chegaram as bebidas e a música começou a tocar. As mulheres se levantaram super animadas pra dançar e chamaram os homens pra irem junto, mas todos deram desculpas, inclusive o Adolfo, que tinha dançado na noite anterior. Elas vieram na minha direção, me pegaram pela mão, me levantaram e fomos dançar.
No começo, fiquei meio encabulado por causa do que o Manolo tinha me dito, mas no final tanto fez e eu resolvi aproveitar. Todo mundo ria e eu acho que a gente foi se esquentando. Muito roçar "casual". Depois de um bom tempo dançando, dei uma pausa e voltei pra mesa.
Quando cheguei, vi vários grupos de homens conversando, quase todos de pé. Manolo saiu do grupinho dele e sentou comigo. E rindo, me disse: "Se essas lobas te pegam, elas acabam com você". De novo ele voltava ao assunto. Já tava bem encucado, então decidi descobrir o que estava rolando ou o que ele queria.
— Ó Manolo, a gente mal se conhece. Eu sei que sou bem mais novo, vocês têm o dobro da minha idade, mas sem stress nem briga. Tem alguma coisa que você queira me dizer ou perguntar?
— Não, por quê? (Falou hesitante, como se a pergunta tivesse pegado ele de surpresa)
— Ah, tá, então tá tudo esclarecido.
— Isso é coisa de ser tão novo, você fica remoendo as coisas, tem que se deixar levar.
— Não te entendo, de novo, não te entendo. — Com o tamanhão que você tem, é muito inocente. É igual aquela história de que tamanho não importa, isso é coisa de otário.
Quando eu ia responder, a Maria apareceu e me deu uma vergonha continuar o assunto na frente dela.
MARIA — Do que vocês estavam falando?
EU — Seu marido, que nem muitos adultos, quando algo não encaixa, dizem que por ser jovem a gente é inocente. (Falei isso porque me irritam essas atitudes ou afirmações.)
MARIA — É assim mesmo, Manu. Se algo não encaixa ou não sai do jeito que ele quer, ele sempre dá um jeito de alcançar o objetivo. (Ela falou com muita ironia, com segundas intenções para o marido, como se estivesse reprovando algo.)
MANOLO — Falei porque o assunto do tamanho surgiu na conversa. Ele diz que é melhor pequenininha mas brincalhona.
MARIA — Kkkkk, isso quem fala é quem tem pinto pequeno, kkkkk, mas as mulheres preferem os grandes, que a gente ensina eles a serem brincalhões. Kkkkk, mas com certeza foi o tarado do meu marido que disse isso, primeiro porque combina mais com ele e segundo porque ele vive nessa pira o dia inteiro.
EU — Eu não vou opinar mais... me desculpem, vou ao banheiro.
Me afastei deles, já estava com a cabeça cheia de confusão. Por um lado, tinha a sensação de que eles queriam alguma coisa comigo. Mas agora eu achava que era ele quem estava atrás de algo, e a mulher não estava convencida. Ou então era tudo imaginação minha.
Como tinha muita gente na festa, no banheiro estava cheio, esperando para entrar. Aproveitei e fiquei olhando para onde eles estavam. Mal conseguia ouvi-los e, pra piorar, começaram a falar em valenciano, o que dificultava ainda mais, porque eu sabia poucas palavras.
Mas o que me dava a impressão era que ele comandava tudo, e ela não estava nada, nada convencida. Porém, conforme as confidências rolavam, a cara dela mudava e ficava cada vez mais com cara de "vampira". Tava claro que o Manolo conhecia bem a mulher dele. Mas isso era só minha impressão, porque eu não entendia nem um quarto do que eles falavam. Uma coisa me chamou muito a atenção: o Manolo enfiou os Dedos no drink dela, dando pra esposa dele chupar, que me deixou... mas depois fez a mesma coisa de novo, só que dessa vez sacudiu os dedos e sujou a camisa dela. Ela nem piscou.
Quando voltei pra mesa, ela tava se levantando, com a desculpa de que tinha se sujado e ia em casa trocar de roupa. Quando voltou, veio com um vestido mais explosivo que o da noite anterior, meu pau ficou durasso. Agora não conseguia levantar, porque tava de calça social, não jeans, e ia aparecer demais.
Ela tinha se transformado. No jantar, tava super agradável, simpática, mas normal. Mas não sei o que conversaram, mas o que ele disse pra ela e aquele vestido mudaram ela completamente. Ela olhava de um jeito diferente, cara de loba total.
A noite continuou, a bebida corria solta por todo lado. O pessoal tava cada vez mais animado. Antonio chegou perto de mim, me chamou pra acompanhar ele e me apresentou pra vários vizinhos, alguns já bem além da conta. Falou que eu era o cara que arrumei o computador dele, que instalei o sistema pra fulano... e teve um, um tal de Luis, completamente doidão, que começou a me contar um problema que tava tendo no computador. Eu falava que outro dia, que tinha que ver no local, que não tava entendendo... mas ele insistia, insistia. Até queria que a gente subisse no apartamento dele naquela hora pra ver. No fim, pra me livrar, falei que daqui a pouco a gente podia ir.
Quando consegui me livrar dele, percebi que o clima tava meio pesado pro meu gosto, me sentia meio deslocado. Porque a maioria do pessoal era bem mais velho que eu, ou os filhos pequenos de quem tava lá. Reparei que Maria tava com outra mulher, que não era das que eu conhecia. Mas não via o Manolo, até que dei uma olhada e vi ele num grupinho bem entretido, pelo visto a conversa devia ser muito interessante, principalmente pelos gestos que faziam. Tava tentando entender o que era tão interessante, quando ouço uma voz... —Daria qualquer coisa pra saber o que você tá pensando agora. (Disse Maria)
—Que susto, sempre tão sorrateira. Bom, o que eu tô pensando é fácil: queria saber o que parece tão interessante no grupinho do seu marido.
—Ah, fácil: o papo é política, futebol, mulher ou os três juntos.
—Kkkkk...
—É que te vi há pouco com cara de pensativa.
—É que eu não me encaixo aqui nem com reza braba. E já tava de saída.
—Uuuummmm (Ela disse com cara de quem tava matutando algo)
—Bom, já falei: divirtam-se aí que eu vou nessa.
—Já vai pra casa?
—Não, vou dar um rolê por aí.
—Uuuummmm (Ela disse de novo)
—O que você quer dizer com tanto uuuummmm?
—Você faria algo por mim sem perguntar nada?
—Mulher, depende. Me fala antes.
—Sabe qual é o meu prédio?
—Não.
Ela me disse o número, pra eu ir pra lá e, quando ela passasse, segui-la. Não falou mais nada. Foi até onde o marido estava, sussurrou algo no ouvido dele, ele sorriu e respondeu alguma coisa também. Ela deu um gole grande na bebida que ele segurava, e ele deu um tapinha na bunda dela, antes de continuar conversando com o pessoal.
Lá do meu lugar, vi tudo: ela vindo em direção ao prédio, sorrindo pra mim quando passou na minha altura. Assim que me ultrapassou, fiquei de olho na rebolada da bunda dela — era perfeita e excitante.
Ela abriu o portão e, antes da porta fechar, eu já tava dentro. Subimos no elevador sem falar nada. Ela tava de cabeça baixa, parecia pensativa, meio na dúvida. Eu não fazia ideia de que surpresa me esperava, ainda mais com a cara que ela tava.
Chegamos na casa dela. Ela abriu a porta, acendeu a luz e entramos. Ficamos na entrada (hall). Tinha duas portas, igual na minha casa: uma dava pra cozinha, outra pra sala. Tinha um móvel pequeno com um espelho e uma cadeira estofada num canto.
Assim que a porta fechou, ela ficou de pé, sem dizer nada. Muito na dela. Nervosa e com o rosto todo corado. A gente ficou ali, parados, sem falar nada, feito uns bobos, então eu quebrei o silêncio.
— Bom, Maria, já te segui, agora estamos aqui… O que é que eu deveria fazer sem perguntar?
— Olha, acho… acho que me enganei, melhor a gente voltar pra festa. (Ela falou tudo muito nervosa, meio gaguejando, as palavras saindo com dificuldade)
— Tudo bem, mas seria justo você me explicar alguma coisa antes da gente ir. Já perguntei pro seu marido antes o que você queria me dizer ou perguntar, que eu até sou novo, mas não sou otário.
— E o que ele respondeu? (Com os olhos bem arregalados e cara de surpresa)
— Nada, besteiras, e além do mais você chegou e o assunto morreu. Sê mais corajosa e conta você mesma.
— Então… a gente é um casal bem aberto, bem liberal, mas sempre na conversa. Antes da minha gravidez, a gente tava decidido a dar o passo de conhecer outra pessoa, mas quando engravidei, a gente adiou. Mas isso só fez o Manu ficar com mais vontade a cada dia. Desde que ele te conheceu e te viu quando vocês estavam se trocando, virou uma obsessão. E como eu falei que você parecia ser gente boa, ele não parou mais. (Ela falou tudo de uma vez, sem olhar na minha cara, quase sem fôlego)
— E o que é que devia acontecer agora?
— Então, ele disse, e vou te falar exatamente o que ele falou… “Como eu sei que você não vai ter coragem de fazer muito, pelo menos deixa ele de pau duro e esquenta, que depois…” (Parecia que a qualquer momento ia desmaiar de falta de ar) Mas agora que a gente tá aqui… NÃO CONSIGO, É IMPOSSÍVEL PRA MIM.
— Fica tranquila, por mim não precisa se preocupar, não me escandalizou nada nem me incomodou. Além do mais, nesse tipo de coisa não dá pra forçar ninguém. Até porque ninguém pode mandar em quem você tem que gostar ou não. E eu, mesmo que minha mãe diga que sou o mais gostoso, ninguém é obrigado a concordar com isso, nem você.
— Kkkk, mas não é isso, se você é muito, mas muito gostoso mesmo. (Ela ficou mais vermelha ainda)
— Beleza, vamos embora, que com certeza você vai ficar melhor. embaixo, menos apressada. Mas foi uma pena. Porque desde que te vi… bom, vamos embora, anda. (Dizia isso enquanto, com um dedo, fazia um carinho no seu nariz empinado)
Naquele momento, ela levantou a cabeça, o olhar dela era penetrante, não pensei duas vezes e beijei ela. É verdade que esperava uma rejeição, mas ela acolheu minha língua dentro da boca dela com avidez. Nós nos abraçamos, nos acariciamos. Eu mordia e lambia o pescoço e a orelha dela. Dizia o tesão que me deu só de ver ela, muito mais quando vi ela amamentar o filho, aqueles peitos tão perfeitos.
Ela só gemia e dizia que já tinha percebido, que com ela aconteceu o mesmo. Cada vez ela estava mais ousada, já não a via mais inquieta, ela me empurrou para a cadeira, e eu fiquei sentado. Ela, com total descaramento e muito decidida, me beijou, e depois, com cara de estar muito excitada, me disse… “Agora vou descobrir se você guarda um tesouro ou não”, desabotoando meu cinto e a calça.
Meu pau aparecia por cima da cueca e ela disse… SIM, SIM, SIM… tirou ele completamente, dizendo que era muito melhor do que ela imaginou. E na sequência, nem pensou, começou a chupar com desespero. Era uma verdadeira mestra, dava pra ver que tinha experiência e que gostava. Enquanto ela continuava com o boquete, eu ia dizendo como ela fazia bem, a vontade de foder ela desde que a vi, a vontade que tinha de comer aqueles peitões que ela tinha e, principalmente, a vontade de foder aquele cu.
Conforme eu dizia, percebia que ela ficava mais excitada. Eu levantei ela, queria foder ela, ela entendeu e rapidamente tirou a calcinha que estava usando. Se aproximou, levantou o vestido e se sentou de pernas abertas em cima de mim, colocando meu pau na entrada da bucetinha dela. Depois que fez isso, passou os braços no meu pescoço e, com o olhar penetrante, foi enfiando ele aos poucos, sem pressa, aproveitando.
Ela soltava gemidos e me dizia que o combinado com o marido era uma masturbação ou, no máximo, um boquete, mas dizia… Foda-se" e enfiei até o fundo, ela ficou parada. Mesmo depois de ter um filho, ela ainda era apertada, o que me dava ainda mais prazer.
Tirei os peitos dela do vestido, os mamilos eram quase pretos e enormes, passei a língua neles e ela se contorcia. Por todos os gestos, movimentos, olhares, dava pra ver que era super gostosa. A gente transava bem devagar, era o ritmo que ela queria.
— Não goza dentro de mim, goza na minha boca.
— Ou no teu cu.
— Na minha boca, quero sentir teu gosto, quando a gente descer e eu der um beijo no meu marido. Mas no cu quando você quiser, também curto. Só que a gente vai ter que tomar cuidado, porque a rola do meu marido não tem nada a ver com a tua. (Dessa vez ela tava com dificuldade de falar, mas era do tesão que tava)
— A gente vai preparando aos poucos.
— (Ela me sorriu) Me fala mais o que você gosta em mim?
— Olha, o que mais tá me deixando louco é essa cara de puta que você tem. Me enlouquece.
Falei isso e... ela começou a subir e descer desesperada, até esticar as pernas e enfiar de vez, gozando sem parar. Diminui o ritmo, ela se levantou e se agachou, metendo meu pau de novo na boca, enquanto me batia uma punheta a toda velocidade. Não me fiz de rogado, avisei que ia gozar e ela enfiou bem o pau, acolhendo com os lábios. Foi uma gozada do caralho, ela chupava como ninguém. Passou a língua nos lábios, deixando um pouco da minha porra neles. Não se limpou.
Vestiu a calcinha de novo. Ajeitou o vestido e a gente foi embora. Ela me disse que isso tinha que ser feito com mais calma, quisesse ou não o marido dela.
Chegamos na festa, eu fui pra um lado e ela foi pra onde o marido tava. Eu não tirava os olhos dela. Manolo quando viu ela, se afastou do grupinho onde tava e foi ao encontro dela. Quando se encontraram, ela deu um puta beijão nele e quando terminou, eles se sorriram.
Eu fiquei Fui até a mesa, me sentei, e depois de um tempo apareceram a Carmen e a Begoña. Me perguntando onde eu tinha me metido, se tinha pegado alguém… tudo na brincadeira. Respondi que fui dar uma arejada. Carmen falou pra eu me preparar porque amanhã, sexta e sábado, são os dois dias mais puxados da festa.
Com a Carmen eu até respondia, mas com a Begoña, tentava evitar e, quando respondia, era só com monossílabos, e dava pra ver na cara dela que isso a irritava. Aí chegaram o Manolo e a Maria, sentando com a gente.
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Uma tarde fui na reunião do time de futebol que me inscrevi. Entre os jogadores estavam o Adrián e o Antonio, esse último foi quem me apresentou pro resto do time, alguns eu já conhecia de vista. Eu era de longe o mais novo. Os outros eram bem mais velhos que eu e quase todos com barriga de chope, embora pra alguns esse comentário fosse muito generoso.
O Adolfo, que tinham acabado de me apresentar, era pelo visto quem mandava. Fazia de técnico, capitão e o que precisasse. De uma caixa ele tirou o uniforme do time: calção azul e camiseta amarela. Todo mundo começou a escolher e ficou só de cueca pra experimentar.
Então eu fiz a mesma coisa. Teve zoação porque se a camiseta ficava apertada em mim, o calção era de cair o cu da bunda. Todo mundo ria de como meu "pacote" aparecia, com comentários de todo tipo. O Adolfo disse que antes do primeiro jogo eu teria o uniforme certo.
Na manhã antes do primeiro jogo, o Antonio me trouxe o uniforme. A gente jogava às oito da noite, pra evitar o calor o máximo possível. A verdade é que cheguei bem em cima da hora. Todo mundo já tava pronto. O público era família dos jogadores, mas também tinha vizinhos e vizinhas. O uniforme que me deram era um pouco maior que o do primeiro dia, mas não muito.
Quando tava lá, percebi que a Bárbara estava, o que me deixou muito feliz. Fui cumprimentá-la, notei ela meio seca e rapidamente me apresentou um moleque, dizendo que era o cara com quem ela tava saindo. Falando isso com um olhar tenso.
Esses jogos uniram bastante o time, porque depois da partida a gente sempre ia tomar alguma coisa junto. Chegamos na final, que ia rolar no primeiro dia da festa. Todo mundo tava super animado por ter chegado lá.
Me explicaram que as festas eram principalmente à noite. O pessoal alugava mesas e ou levava a janta de casa, ou pedia em algum dos bares que tinha. Quase todo o time combinou de pegar mesas juntas, mas alguns tinham convidados e aí alugavam separado.
Eu, lógico, não ia alugar uma mesa, porque seria idiota pagar uma só pra mim. Mas o pessoal que alugou junto insistiu e me incentivou a sentar com eles. No começo fiquei na dúvida, mas os caras que iam alugar eram uns manos que eu tinha achado bem legais. No fim, decidi ir, sempre com aquele receio se a festa ia ser boa ou não.
Naquela noite, desci pra jogar a partida. Tinha muito mais gente do que eu esperava. O jogo começou uma hora mais cedo do que o normal, pra acabar logo e dar tempo de começar a festa. O jogo foi bem disputado, mas, por sorte, a gente ganhou por um gol de diferença. Todo mundo feliz, muita alegria, talvez até exagerada. Uma coisa que nem eu nem Adrián entendíamos. Até descobrirmos que era a primeira vez que eles chegavam na final e, ainda por cima, venciam.
Cada um foi pra sua casa tomar um banho e se arrumar pra janta. O telefone tocou, era a Sofi, contando e desabafando que a doença do pai dela tava complicando a cada momento — bom, pelo que ela dizia, mais pela teimosia do velho do que pela doença em si.
Essa conversa me fez demorar mais do que devia, então me vesti do jeito mais simples possível e desci. Minha surpresa foi quando cheguei nas mesas ocupadas pelo time de futebol: as mulheres estavam todas muito bem vestidas, os homens mais na deles, mas eu, de calça jeans.
Como cheguei por último, tive que me desculpar. O Antônio, de novo, fez as honras e me apresentou pras mulheres que eu não conhecia. Além do Antônio e a mulher dele, o Adriano e a mulher dele; estavam o Alejandro (Alex) e a Teresa, o Adolfo e a Martina, o Manolo e a Maria, o Pedro e a Susi.
Pra ser sincero, todas eram muito gostosas e, com as roupas que estavam vestindo, era difícil dizer quem estava melhor. A mais nova tinha pelo menos 16 anos a menos que eu. Isso era estar no paraíso. Mas, se for sincero, quem me atraiu desde o início, ali em pé assim que cheguei e antes de qualquer apresentação, foi a Maria. Quando vi aquela silhueta tão feminina, com cara de braba, uns quadris poderosos, bem definidos, coroados por uma bunda firme e mais que soberba. Além disso, ela era morena, com uns olhões pretos e grandes, olhos que examinavam, porque enquanto não fomos apresentados, nos pegamos nos olhando com interesse mútuo. Ela também me pegou olhando pro decote que ela usava, que deixava ver dois peitos como potes.
Sabia que aquela noite e as seguintes seriam um inferno pra mim, com uma mulher dessas tão perto. Mas isso não quer dizer que as outras fossem feias. Sentamos pra jantar e tudo estava perfeito; eu fiquei sentado na frente do Manolo e da Maria — eu mesmo tratei de me posicionar. Coisa que me deu a impressão de que não agradou a Begoña onde eu tinha me sentado.
Depois do jantar, que foi bem regado a vinho, começaram as doses da longa noite que se aproximava. Os únicos que não bebíamos éramos eu e a Maria, embora o marido dela, o Manolo, tenha bebido muito pouco. Mas os outros, que estavam bem animados, começaram com a putaria de sacanagem, num tom de brincadeira.
Durante todo o jantar, eu e a Maria não paramos de nos olhar; ela não se inibia, parecia muito decidida. O Manolo se deu bem comigo, tínhamos uma boa conversa. Num dado momento, apareceu uma mulher de uns cinquenta e poucos anos, com um carrinho de bebê, deu boa-noite, todos cumprimentaram ela, e ela se dirigiu à Maria dizendo que o pestinha, pelo visto, estava com fome. Ela tirou ele do carrinho, não sei dizer quanto tempo ele tinha, depois fiquei sabendo que estava quase fazendo 6 meses. Maria o acomodou no colo e, com toda naturalidade, puxou um peito pra fora, com um mamilo escuro e enorme, na hora o bebê começou a mamar. Eu não conseguia evitar de olhar, sabia que não devia, mas quem me dera ser aquele bebê.
Estava vidrado na Maria e no bebê, aí alguém falou alguma coisa e todo mundo riu, e eu nem percebi, mas sabia que era de mim. Fiquei sem graça por não saber se era por causa do jeito que eu olhava pra Maria. Mas não, era pela história do primeiro dia, quando a gente experimentou o equipamento, a bebida soltou a língua de alguém e começaram a zoar meu "pacote", algumas mulheres diziam que eles eram exagerados e eles falavam que não. No fim, Alex, num tom bem sério, me perguntou quanto media, eu disse que não fazia ideia.
Nisso tudo, percebi que Maria me olhava, brincando com os lábios, mordiscando eles como quem não quer nada. Eu comecei a ficar nervoso, era estranho o Manolo não perceber.
Meia-noite em ponto, a orquestra começa a tocar e o pessoal se anima pra sair pra dançar. A música não era exatamente a que eu gostava, mas... não podia ser tudo perfeito. As mulheres saíram pra dançar, mas dos homens, os únicos que saímos pra dançar fomos eu e o Adolfo.
A coisa tava bem animada e a gente se roçou mais de uma vez, as mulheres não sei se por causa da bebida ou se estavam meio sem vergonha, amanhã com certeza alguma ia estar morrendo de vergonha, mas eu decidi não me segurar. Mesmo sabendo que no fim seria pior pra mim, que eu ia ficar com um tesão danado.
E foi isso, às 4 da manhã a orquestra se despediu e como no dia seguinte alguns tinham que trabalhar, só restaram poucos ali. Eu fui pra casa com um tesão do caralho. No caminho, encontrei a Bárbara que ia pra casa dela. Acelerei o passo pra alcançá-la, quando cheguei perto, cumprimentei ela e ela me respondeu com um sorrisão. Sorriso.
No elevador, tentei beijar ela, mas ela virou o rosto, dizendo… “que tinha namorado, que não queria trair ele”, a verdade é que fiquei… no fim a gente se despediu e, uma vez na cama, não conseguia tirar da cabeça a Begoña, mas principalmente a María, pensando nas duas, não deu pra evitar e tive que me masturbar igual um desesperado.
No dia seguinte acordei tarde pra caralho, não tava a fim de ir pra academia, fiquei em casa de boa. A paz durou pouco, bateram na porta, era o Adrián, falando que já tinham colocado os móveis novos, e se eu podia descer pra terminar a instalação. Descemos juntos, lá estava a Begoña, com uma saia curta e uma camiseta, arrumando umas paradas nos móveis, subida numa escada.
Já na instalação, percebi que não ia ter os conectores que eu precisava, falei pro Adrián que voltava daqui a pouco, ele se ofereceu pra ir na loja de ferragens pegar, encheu tanto o saco que dei um de amostra, assim eu continuava fazendo as coisas e adiantando o serviço.
Assim que ele saiu, fiquei colocando a fiação atrás do rodapé, num momento, sem pensar, olhei pra cima, e tive uma visão perfeita da bunda da Begoña, que tava praticamente no ar. Desviei o olhar, não falamos nada, mas foi ela quem quebrou o silêncio no fim.
— Como o Adrián te enganou, agora ele vai se enrolar com qualquer uma que aparecer e nos deixou na mão com tudo parado.
— Aí é problema dele, quando eu terminar o que tô fazendo, se ele não voltou, vou embora e pronto.
— Uai, como você tá nervoso, eu não como ninguém, não.
— Isso é problema seu.
— Cê tá puto comigo?
— Tô sim, não gosto que me façam de otário e muito menos que me chamem de porco, igual você fez outro dia.
— É que me deixou muito bolada, sabe que eu perdi a linha, mas no fundo eu tava certa.
— Não tava certa nem no fundo nem na forma. Além de que você sabe muito bem que não está falando a verdade.
– Por que não estou falando a verdade?
– Porque você sabia que eu viria e colocou uma saia curta, sabendo que eu estaria por baixo e te veria. E isso só quer dizer três coisas. Mas vou ficar calado, não quero que a "senhora" se ofenda.
– Que três coisas? (ela perguntou, toda nervosa e corada)
– Ou você é uma provocadora, muito puta, ou está precisando muito de uma boa pica. Mas isso só você sabe, embora eu desconfie. Acho que fui bem claro.
– Com certeza ninguém pode dizer que você não se explica bem. Mas pra você ver que não quero te faltar dessa vez, vou te dizer que não era necessário você ser tão "claro".
Quando eu ia responder, ouvi o trinco da porta, dessa vez ela não tinha se enganado, não tinha se distraído com ninguém. Mandei ele para a televisão do quarto dele, e fiquei na sala, na tomada principal. Expliquei o que ele tinha que fazer, toda vez que eu avisasse. Nisso, com voz baixinha, Begoña me perguntou…
– Então, segundo você, o que é que eu sou?
– Uma puta com necessidade urgente de uma boa pica.
– Como você está enganado.
– Seus mamilos te entregam, estão marcando pra caralho, e aposto que você está encharcada.
– Imaginação sua.
Enfiei minha mão por baixo da saia, sabendo que ou ela gritava ou ficava quieta. Eu estava certo, ela estava molhadíssima. Ela tentou se soltar de mim, mas eu não deixei. Enquanto mantinha minha mão entre as pernas dela, falei alto pro Adrián sintonizar e me avisar.
Peguei a mão dela e coloquei em cima da minha pica, ela fez menção de tirar a mão, mas como se fosse sem querer, apalpou bem minha pica. Adrián disse que já estava, e eu falei que ia. Antes de ir pro quarto, disse pra Begoña que quando eu voltasse, queria ela sem nada por baixo da saia.
Aí eu errei, porque ela veio pro quarto e não saía de lá. Eu olhava pra ela com olhos... acesos da mesma excitação que eu sentia, mas ela foi mais forte que eu e se segurou. No final, terminei a instalação e me despedi até a noite.
Desci cedo, pra não acontecer o mesmo da noite anterior. Quando cheguei na altura do bar e das mesas, vi que o Manolo também tava chegando, a gente se cumprimentou e, em vez de ir pra mesa, fomos pro balcão tomar um negócio e esperar. Ele me disse que tinha deixado a mulher dele se arrumando, já sabe como são as mulheres, ele falou.
A gente mal tinha começado a conversar, quando o Manolo virou o papo pra um rumo que, no começo, eu não tava entendendo.
— Sabe que você foi o assunto do dia hoje de manhã pra todo mundo?
— Eu? Por quê?
— Porra, e ainda pergunta. Ontem à noite você foi o show dançando, mais de uma se pudesse… hahaha.
— Pois não entendi, dancei normal, sem gracinha.
— Com esse corpo que você tem, a calça justa… cara, se eu tivesse isso, não parava…
— Que exagerado você é.
— Exagerado? Pois olha como todo mundo reparou em você no dia que ficou de cueca.
— Pois igual aos outros, um pouco maior, um pouco menor, o tamanho não importa, todo mundo é igual. Já sabe o ditado… “mais vale pequena mas brincalhona”.
— Hahaha, pergunta pra qualquer mulher.
Enquanto a gente tava nessa conversa, que eu ainda não entendia pra onde ia, alguém tapou meus olhos com as mãos, mas não falava nada, eu sabia que era mulher. Quando tirou as mãos e eu me virei, era a Maria. Hoje ela tava totalmente discreta, nem decote, nem saia, bem normalzinha. Mas o Manolo disse…
MANOLO — Não é possível que você não sabia quem era.
EU — Pois não, não sou adivinho.
MANOLO — Com esses peitões colados nas suas costas…
MARIA — Manu, você é bruto como sempre.
MANOLO — Não sou bruto, é verdade.
Nisso chegaram outros casais, como se fôssemos água e óleo, de repente as mulheres estavam separadas da gente. Enquanto Vários homens estavam conversando, e eu não parava de matutar na minha cabeça. Manolo e María estavam tramando alguma coisa, só não sabia se era só "se divertir" às minhas custas ou se era algo mais.
Eu tinha certeza de que, do jeito que as coisas estavam e por sermos vizinhos, seria melhor tomar cuidado. Teria sido diferente se tivéssemos nos conhecido em outras circunstâncias. Vieram nos avisar que todo mundo já estava lá, então fomos para a mesa. Mais ou menos nos sentamos como no dia anterior. Begoña, que estava mais perto de mim, me olhava com uma cara estranha. Principalmente quanto mais eu falava com María e Manolo.
Tudo aconteceu como na noite anterior: a janta acabou, chegaram as bebidas e a música começou a tocar. As mulheres se levantaram super animadas pra dançar e chamaram os homens pra irem junto, mas todos deram desculpas, inclusive o Adolfo, que tinha dançado na noite anterior. Elas vieram na minha direção, me pegaram pela mão, me levantaram e fomos dançar.
No começo, fiquei meio encabulado por causa do que o Manolo tinha me dito, mas no final tanto fez e eu resolvi aproveitar. Todo mundo ria e eu acho que a gente foi se esquentando. Muito roçar "casual". Depois de um bom tempo dançando, dei uma pausa e voltei pra mesa.
Quando cheguei, vi vários grupos de homens conversando, quase todos de pé. Manolo saiu do grupinho dele e sentou comigo. E rindo, me disse: "Se essas lobas te pegam, elas acabam com você". De novo ele voltava ao assunto. Já tava bem encucado, então decidi descobrir o que estava rolando ou o que ele queria.
— Ó Manolo, a gente mal se conhece. Eu sei que sou bem mais novo, vocês têm o dobro da minha idade, mas sem stress nem briga. Tem alguma coisa que você queira me dizer ou perguntar?
— Não, por quê? (Falou hesitante, como se a pergunta tivesse pegado ele de surpresa)
— Ah, tá, então tá tudo esclarecido.
— Isso é coisa de ser tão novo, você fica remoendo as coisas, tem que se deixar levar.
— Não te entendo, de novo, não te entendo. — Com o tamanhão que você tem, é muito inocente. É igual aquela história de que tamanho não importa, isso é coisa de otário.
Quando eu ia responder, a Maria apareceu e me deu uma vergonha continuar o assunto na frente dela.
MARIA — Do que vocês estavam falando?
EU — Seu marido, que nem muitos adultos, quando algo não encaixa, dizem que por ser jovem a gente é inocente. (Falei isso porque me irritam essas atitudes ou afirmações.)
MARIA — É assim mesmo, Manu. Se algo não encaixa ou não sai do jeito que ele quer, ele sempre dá um jeito de alcançar o objetivo. (Ela falou com muita ironia, com segundas intenções para o marido, como se estivesse reprovando algo.)
MANOLO — Falei porque o assunto do tamanho surgiu na conversa. Ele diz que é melhor pequenininha mas brincalhona.
MARIA — Kkkkk, isso quem fala é quem tem pinto pequeno, kkkkk, mas as mulheres preferem os grandes, que a gente ensina eles a serem brincalhões. Kkkkk, mas com certeza foi o tarado do meu marido que disse isso, primeiro porque combina mais com ele e segundo porque ele vive nessa pira o dia inteiro.
EU — Eu não vou opinar mais... me desculpem, vou ao banheiro.
Me afastei deles, já estava com a cabeça cheia de confusão. Por um lado, tinha a sensação de que eles queriam alguma coisa comigo. Mas agora eu achava que era ele quem estava atrás de algo, e a mulher não estava convencida. Ou então era tudo imaginação minha.
Como tinha muita gente na festa, no banheiro estava cheio, esperando para entrar. Aproveitei e fiquei olhando para onde eles estavam. Mal conseguia ouvi-los e, pra piorar, começaram a falar em valenciano, o que dificultava ainda mais, porque eu sabia poucas palavras.
Mas o que me dava a impressão era que ele comandava tudo, e ela não estava nada, nada convencida. Porém, conforme as confidências rolavam, a cara dela mudava e ficava cada vez mais com cara de "vampira". Tava claro que o Manolo conhecia bem a mulher dele. Mas isso era só minha impressão, porque eu não entendia nem um quarto do que eles falavam. Uma coisa me chamou muito a atenção: o Manolo enfiou os Dedos no drink dela, dando pra esposa dele chupar, que me deixou... mas depois fez a mesma coisa de novo, só que dessa vez sacudiu os dedos e sujou a camisa dela. Ela nem piscou.
Quando voltei pra mesa, ela tava se levantando, com a desculpa de que tinha se sujado e ia em casa trocar de roupa. Quando voltou, veio com um vestido mais explosivo que o da noite anterior, meu pau ficou durasso. Agora não conseguia levantar, porque tava de calça social, não jeans, e ia aparecer demais.
Ela tinha se transformado. No jantar, tava super agradável, simpática, mas normal. Mas não sei o que conversaram, mas o que ele disse pra ela e aquele vestido mudaram ela completamente. Ela olhava de um jeito diferente, cara de loba total.
A noite continuou, a bebida corria solta por todo lado. O pessoal tava cada vez mais animado. Antonio chegou perto de mim, me chamou pra acompanhar ele e me apresentou pra vários vizinhos, alguns já bem além da conta. Falou que eu era o cara que arrumei o computador dele, que instalei o sistema pra fulano... e teve um, um tal de Luis, completamente doidão, que começou a me contar um problema que tava tendo no computador. Eu falava que outro dia, que tinha que ver no local, que não tava entendendo... mas ele insistia, insistia. Até queria que a gente subisse no apartamento dele naquela hora pra ver. No fim, pra me livrar, falei que daqui a pouco a gente podia ir.
Quando consegui me livrar dele, percebi que o clima tava meio pesado pro meu gosto, me sentia meio deslocado. Porque a maioria do pessoal era bem mais velho que eu, ou os filhos pequenos de quem tava lá. Reparei que Maria tava com outra mulher, que não era das que eu conhecia. Mas não via o Manolo, até que dei uma olhada e vi ele num grupinho bem entretido, pelo visto a conversa devia ser muito interessante, principalmente pelos gestos que faziam. Tava tentando entender o que era tão interessante, quando ouço uma voz... —Daria qualquer coisa pra saber o que você tá pensando agora. (Disse Maria)
—Que susto, sempre tão sorrateira. Bom, o que eu tô pensando é fácil: queria saber o que parece tão interessante no grupinho do seu marido.
—Ah, fácil: o papo é política, futebol, mulher ou os três juntos.
—Kkkkk...
—É que te vi há pouco com cara de pensativa.
—É que eu não me encaixo aqui nem com reza braba. E já tava de saída.
—Uuuummmm (Ela disse com cara de quem tava matutando algo)
—Bom, já falei: divirtam-se aí que eu vou nessa.
—Já vai pra casa?
—Não, vou dar um rolê por aí.
—Uuuummmm (Ela disse de novo)
—O que você quer dizer com tanto uuuummmm?
—Você faria algo por mim sem perguntar nada?
—Mulher, depende. Me fala antes.
—Sabe qual é o meu prédio?
—Não.
Ela me disse o número, pra eu ir pra lá e, quando ela passasse, segui-la. Não falou mais nada. Foi até onde o marido estava, sussurrou algo no ouvido dele, ele sorriu e respondeu alguma coisa também. Ela deu um gole grande na bebida que ele segurava, e ele deu um tapinha na bunda dela, antes de continuar conversando com o pessoal.
Lá do meu lugar, vi tudo: ela vindo em direção ao prédio, sorrindo pra mim quando passou na minha altura. Assim que me ultrapassou, fiquei de olho na rebolada da bunda dela — era perfeita e excitante.
Ela abriu o portão e, antes da porta fechar, eu já tava dentro. Subimos no elevador sem falar nada. Ela tava de cabeça baixa, parecia pensativa, meio na dúvida. Eu não fazia ideia de que surpresa me esperava, ainda mais com a cara que ela tava.
Chegamos na casa dela. Ela abriu a porta, acendeu a luz e entramos. Ficamos na entrada (hall). Tinha duas portas, igual na minha casa: uma dava pra cozinha, outra pra sala. Tinha um móvel pequeno com um espelho e uma cadeira estofada num canto.
Assim que a porta fechou, ela ficou de pé, sem dizer nada. Muito na dela. Nervosa e com o rosto todo corado. A gente ficou ali, parados, sem falar nada, feito uns bobos, então eu quebrei o silêncio.
— Bom, Maria, já te segui, agora estamos aqui… O que é que eu deveria fazer sem perguntar?
— Olha, acho… acho que me enganei, melhor a gente voltar pra festa. (Ela falou tudo muito nervosa, meio gaguejando, as palavras saindo com dificuldade)
— Tudo bem, mas seria justo você me explicar alguma coisa antes da gente ir. Já perguntei pro seu marido antes o que você queria me dizer ou perguntar, que eu até sou novo, mas não sou otário.
— E o que ele respondeu? (Com os olhos bem arregalados e cara de surpresa)
— Nada, besteiras, e além do mais você chegou e o assunto morreu. Sê mais corajosa e conta você mesma.
— Então… a gente é um casal bem aberto, bem liberal, mas sempre na conversa. Antes da minha gravidez, a gente tava decidido a dar o passo de conhecer outra pessoa, mas quando engravidei, a gente adiou. Mas isso só fez o Manu ficar com mais vontade a cada dia. Desde que ele te conheceu e te viu quando vocês estavam se trocando, virou uma obsessão. E como eu falei que você parecia ser gente boa, ele não parou mais. (Ela falou tudo de uma vez, sem olhar na minha cara, quase sem fôlego)
— E o que é que devia acontecer agora?
— Então, ele disse, e vou te falar exatamente o que ele falou… “Como eu sei que você não vai ter coragem de fazer muito, pelo menos deixa ele de pau duro e esquenta, que depois…” (Parecia que a qualquer momento ia desmaiar de falta de ar) Mas agora que a gente tá aqui… NÃO CONSIGO, É IMPOSSÍVEL PRA MIM.
— Fica tranquila, por mim não precisa se preocupar, não me escandalizou nada nem me incomodou. Além do mais, nesse tipo de coisa não dá pra forçar ninguém. Até porque ninguém pode mandar em quem você tem que gostar ou não. E eu, mesmo que minha mãe diga que sou o mais gostoso, ninguém é obrigado a concordar com isso, nem você.
— Kkkk, mas não é isso, se você é muito, mas muito gostoso mesmo. (Ela ficou mais vermelha ainda)
— Beleza, vamos embora, que com certeza você vai ficar melhor. embaixo, menos apressada. Mas foi uma pena. Porque desde que te vi… bom, vamos embora, anda. (Dizia isso enquanto, com um dedo, fazia um carinho no seu nariz empinado)
Naquele momento, ela levantou a cabeça, o olhar dela era penetrante, não pensei duas vezes e beijei ela. É verdade que esperava uma rejeição, mas ela acolheu minha língua dentro da boca dela com avidez. Nós nos abraçamos, nos acariciamos. Eu mordia e lambia o pescoço e a orelha dela. Dizia o tesão que me deu só de ver ela, muito mais quando vi ela amamentar o filho, aqueles peitos tão perfeitos.
Ela só gemia e dizia que já tinha percebido, que com ela aconteceu o mesmo. Cada vez ela estava mais ousada, já não a via mais inquieta, ela me empurrou para a cadeira, e eu fiquei sentado. Ela, com total descaramento e muito decidida, me beijou, e depois, com cara de estar muito excitada, me disse… “Agora vou descobrir se você guarda um tesouro ou não”, desabotoando meu cinto e a calça.
Meu pau aparecia por cima da cueca e ela disse… SIM, SIM, SIM… tirou ele completamente, dizendo que era muito melhor do que ela imaginou. E na sequência, nem pensou, começou a chupar com desespero. Era uma verdadeira mestra, dava pra ver que tinha experiência e que gostava. Enquanto ela continuava com o boquete, eu ia dizendo como ela fazia bem, a vontade de foder ela desde que a vi, a vontade que tinha de comer aqueles peitões que ela tinha e, principalmente, a vontade de foder aquele cu.
Conforme eu dizia, percebia que ela ficava mais excitada. Eu levantei ela, queria foder ela, ela entendeu e rapidamente tirou a calcinha que estava usando. Se aproximou, levantou o vestido e se sentou de pernas abertas em cima de mim, colocando meu pau na entrada da bucetinha dela. Depois que fez isso, passou os braços no meu pescoço e, com o olhar penetrante, foi enfiando ele aos poucos, sem pressa, aproveitando.
Ela soltava gemidos e me dizia que o combinado com o marido era uma masturbação ou, no máximo, um boquete, mas dizia… Foda-se" e enfiei até o fundo, ela ficou parada. Mesmo depois de ter um filho, ela ainda era apertada, o que me dava ainda mais prazer.
Tirei os peitos dela do vestido, os mamilos eram quase pretos e enormes, passei a língua neles e ela se contorcia. Por todos os gestos, movimentos, olhares, dava pra ver que era super gostosa. A gente transava bem devagar, era o ritmo que ela queria.
— Não goza dentro de mim, goza na minha boca.
— Ou no teu cu.
— Na minha boca, quero sentir teu gosto, quando a gente descer e eu der um beijo no meu marido. Mas no cu quando você quiser, também curto. Só que a gente vai ter que tomar cuidado, porque a rola do meu marido não tem nada a ver com a tua. (Dessa vez ela tava com dificuldade de falar, mas era do tesão que tava)
— A gente vai preparando aos poucos.
— (Ela me sorriu) Me fala mais o que você gosta em mim?
— Olha, o que mais tá me deixando louco é essa cara de puta que você tem. Me enlouquece.
Falei isso e... ela começou a subir e descer desesperada, até esticar as pernas e enfiar de vez, gozando sem parar. Diminui o ritmo, ela se levantou e se agachou, metendo meu pau de novo na boca, enquanto me batia uma punheta a toda velocidade. Não me fiz de rogado, avisei que ia gozar e ela enfiou bem o pau, acolhendo com os lábios. Foi uma gozada do caralho, ela chupava como ninguém. Passou a língua nos lábios, deixando um pouco da minha porra neles. Não se limpou.
Vestiu a calcinha de novo. Ajeitou o vestido e a gente foi embora. Ela me disse que isso tinha que ser feito com mais calma, quisesse ou não o marido dela.
Chegamos na festa, eu fui pra um lado e ela foi pra onde o marido tava. Eu não tirava os olhos dela. Manolo quando viu ela, se afastou do grupinho onde tava e foi ao encontro dela. Quando se encontraram, ela deu um puta beijão nele e quando terminou, eles se sorriram.
Eu fiquei Fui até a mesa, me sentei, e depois de um tempo apareceram a Carmen e a Begoña. Me perguntando onde eu tinha me metido, se tinha pegado alguém… tudo na brincadeira. Respondi que fui dar uma arejada. Carmen falou pra eu me preparar porque amanhã, sexta e sábado, são os dois dias mais puxados da festa.
Com a Carmen eu até respondia, mas com a Begoña, tentava evitar e, quando respondia, era só com monossílabos, e dava pra ver na cara dela que isso a irritava. Aí chegaram o Manolo e a Maria, sentando com a gente.
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5 comentários - putita de Barrio!
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