As coisas da vida IV: Tudo muda, transformação

Partimos rumbo ao shopping. Em vez de entrar numa loja geral, depois de muito tempo nos demos ao luxo de entrar numa de roupas de banho exclusivas. Pra ser sincero, já tinha esquecido como era aquela sensação. Enquanto as garotas procuravam, fui escolhendo umas havaianas que tava precisando mesmo. De quebra, peguei uma sunga que fosse mais a cara dos novos tempos, porque a minha parecia dos anos 80. As meninas riam e comentavam sobre os modelos, cada uma pegou uma e notei que a Naty parecia meio envergonhada. Perguntei pro Nico qual era a dele, e ele disse que não fazia ideia do que tava rolando. Criei coragem e perguntei o que havia. Ela ficou vermelha e falou que tava com vergonha da sunguinha dela comparada com as que as meninas escolheram. Tomei a liberdade, sem consultar meu sobrinho, e falei: "Escolhe uma, vamos". Ela ficou sem graça, mas como minha mulher ouviu, incentivou ela a procurar uma. De quebra, estendi o oferecimento pro Nico, mas ele se desculpou dizendo que a que tinha era nova e queria estrear. Sem mais, as três entraram nos provadores. Por falta de espaço, a Viqui e minha mulher entraram num só, e a Naty em outro. Depois de uns minutos, as meninas me chamaram e eu me aproximei. Era um espetáculo digno de ver: estavam simplesmente gostosas demais. Dois biquínis bem pequenininhos: minha mulher um branco que destacava a silhueta dela, e a Viqui um rosa muito lindo. Na verdade, era o mesmo modelo, só que de cor diferente. Quase não cobria os peitos, e a parte de baixo era um triângulo minúsculo que sumia por trás na bunda, porque era só uma tirinha. Se se abaixassem, dava pra ver o buraquinho que eu conheço tão bem e já comi. E, por via das dúvidas, levaram outro modelo azul clarinho e amarelo suave. Aproveitaram, como quem diz. Faltava a Naty, que tava no provador ao lado. Ela abriu a cortina e me encontrou de frente, já que o Nico, como sempre, tava passeando por aí. Então ela me perguntou como é que tava. Tava muito gatinha: era um conjunto de crochê bem pequenininho, muito parecido com o das meninas. Adorei como ficou nela, destacava bem a juventude dela. tetas e adivinhava uma buceta linda, mas o problema é que enquanto ela me perguntava, as duas vadias das minhas mulheres abriam as maiôs e me mostravam as conas delas enquanto se tocavam entre si pra me esquentar, sabendo que a novinha tava do lado e me perguntando minha opinião. Então, pra sair dessa e do tesão que elas tavam me dando, chamei o Nico pra dar a opinião dele pra mina dele e, de quebra, eu sair pra ajeitar a pica que tava mal colocada e doendo pra caralho.

E assim fomos, nem testei minha sunga, só levei ela. Subimos na caminhonete, no caminho passamos num supermercado e compramos mais um pouco de comida, já que o lugar era no meio do mato, com uma floresta linda do lado, então estávamos bem sozinhos. Depois de duas horas de estrada, chegamos no local. Tava chique pra caralho: uma piscina enorme, a floresta que me falaram tinha trilhas pra caminhar ou pedalar, acho que uns dez minutos tinha uma lagoazinha, e tudo muito pitoresco. A casa cumpria todas as expectativas pelo preço combinado: dois quartos no andar de cima, um banheiro enorme pra compartilhar com uma hidromassagem que parecia uma janela gigante com vista pra floresta, a sala era linda e espaçosa.

Nos acomodamos nos quartos, a pergunta era como íamos dividir. Como não tinha planejado ninguém, não pensei nessa parada de divisão, mas aí minha mulher tomou as rédeas, agindo como uma tia gente boa. Ela cedeu o quarto menor pros caras, com a desculpa de que já tínhamos dividido espaço, e ficamos nós três no maior. Ambos tinham só uma cama. Pra não levantar suspeitas, ela explicou que já tínhamos dividido barraca e tudo mais, então ninguém perguntou nada. A viagem tinha me deixado cansado, mais pelo calor do que outra coisa, então não demorei nada pra sair pra piscina de chinelo e sunga nova.

Me joguei na espreguiçadeira pra curtir o sol que ainda tinha e talvez testar aquela piscina linda, e entrei. num sonho leve mas reconfortante, ouvi uns passos e alguém me perguntou se eu queria uma bebida gelada, olhei mas o sol batia direto no meu rosto então só vi a silhueta, e era de uma mulher, sorri agradeci e estendi a mão pra pegar o copo que ela me oferecia, quando me sentei soube quem era, a atenciosa Naty me servia uma taça de bebida porque percebeu que eu tava cansado, perguntei pelo Nico e ela disse que ele tinha deitado um pouco porque também tava cansado, papeamos um tempo sobre qualquer besteira, perguntei se ela não tava com calor já que o sol tava forte, ela respondeu que sim e se levantou tirando o vestidinho que tava usando por cima da cabeça deixando ver o lindo conjunto de biquíni de crochê que eu dei pra ela, me olhou e perguntou como tava ficando nela, tava uma delícia a safada, se aproximou e me deu um beijo na bochecha porque não tinha me agradecido pelo presente, cheirava a frescor a gostosa, se virou me deixando ver a raba enorme que ela tinha e mergulhou na piscina me convidando pra entrar porque a água tava incrível, não demorei muito pra me juntar a ela dentro da piscina, parecia um moleque bobo, me jogava água e eu respondia, tentava me fazer cócegas e eu afundava ela e entre tanta brincadeira mais de uma vez roçei a bunda ou peguei um peito de passagem, sem falar de como tava a pica naquela altura e tenho certeza que a menina percebia, mas a gente continuava com o joguinho e na minha mente só tava a ideia de que ela é a namorada do meu sobrinho e o cara vale mais do que a ideia de partir essa gostosa.
Ainda bem que bem na hora apareceu minha mulher pra salvar o pouco decoro que ainda me restava, saiu com a tanga branca que ficava pintada a óleo nela e atrás a Viqui rebolando o quadril com uma caminhada de gata que me mata, as duas não demoraram pra entrar na água e de passagem a Viqui pegou na minha pica e me disse, como é que cê tá, neném.
Brincamos um tempo até que o Nico apareceu e convidou a Naty pra dar uma volta, nós três calculamos que ele queria ir transar em algum lugar, quando as duas vadias foram embora Elas riam e zoavam com a "sweet girl", tentei bancar o sério e me afastar, mas não foi muito convincente porque me conhecem bem demais. "A vontade de comer aquela mina dá pra ver de longe", falavam, e eu ria e respondia que já tinha duas belezas do meu lado. Aí a Viqui perguntou: "E a Jesy, ela não tá com a gente não?" Respondi meio sem jeito, mas a negativa foi natural. O motivo era simples: ela só transou com a gente uma vez, e pra mim é daquelas coisas que se rolar, rola, mas já passou da fase de ficar esperando ela se decidir. Elas se olharam, se aproximaram, e foi minha mulher quem tomou a iniciativa: "Olha, a gente queria falar disso. A gente conversou, fiz uma proposta pra Viqui e talvez você não tope, mas queria que você pensasse." Olhei meio estranhado pra ela, com tanta volta. Ela explicou que convidou a Viqui pra morar com a gente, mas como namorada oficial. Perguntei o que a Viqui achou, e elas riam, pareciam felizes. Fiquei meio sem reação, porque sempre sonhamos com isso, mas agora tava ali na minha frente. Elas me olhavam esperando resposta. Aí eu sorri e falei que sim. Elas se jogaram em cima de mim, me beijando com muito carinho, e só ouvi um "te amo" das duas, enquanto eu ficava ali, feito um idiota, atordoado com tanta informação.

Claro, o dia foi espetacular. Todo mundo feliz, clima bom pra caralho. Pensar que uma semana atrás eu tava afundado em problemas por não ter emprego parecia cada vez mais distante. Meu sobrinho tava cada vez mais vidrado na Viqui, que andava de fio dental, e eu sabia o quanto ele gostava. Ele disfarçava, mas não aguentava, o que era engraçado pra mim, já que não podia falar pra ele não ficar excitado com a nova tia, porque era tudo segredo. Mas a Naty percebia e só deixava rolar. Por outro lado, ela devolvia o favor pro Nico, olhando pra namorada espetacular dele, que com o conjuntinho que tava usando... Ela tava simplesmente linda.
E assim passou o primeiro dia. Quando a noite chegou, todo mundo trocou de roupa depois de se lavar, jantamos enquanto acompanhávamos tudo com uma boa rodada de vinhos que trouxemos pra animar as ceias ou refeições, dependendo da ocasião. Depois veio uma deliciosa rodada de drinks preparados que deixou tudo bem mais gostoso. A gente tava super solto, falando de esportes sociais, vida, e como sempre, tudo acabou em sexo. O Nico, que na real não bebia uma gota, não quis ficar de fora e mandou ver nos drinks, o que fez com que na hora dos preparados ele já estivesse bem bêbado. Como todo bêbado, sempre faz besteira, e isso deixou todo mundo feliz. Dava pra ver que o cara, com tanto papo de sexo e ainda por cima tendo a Viqui na frente com um conjuntinho de saia bem curta branca, tava de pau duro. Imagino que ele queria meter, mas como não tava acostumado a beber, a Naty mandou ele dormir pra não fazer papelão. Nessa altura, ele já tava passando a mão na Naty na frente de todo mundo, e acho que a mina não tava achando graça porque ele já tava exagerando. Ela acompanhou ele até o quarto e acabou ficando por lá, deixando a gente, os três, com nossos drinks e felizes da vida.

Assim que eles sumiram, propus um brinde pra comemorar a proposta que tinham me feito mais cedo. A verdade é que eu não conseguia tirar aquilo da cabeça e queria explorar quais eram minhas novas fronteiras. Tipo, a gente até transava de boa, mas tava mais acostumado a uma intimidade intensa, porém um dia a dia meio seco. Então, sem mais delongas, depois do tradicional "saúde" pelo que viria, aproximei a boca pra beijar minha mulher. Mas ela colocou um dedo na minha boca e pediu que dessa vez eu começasse pela nossa nova parceira, pra dar um nome. Então peguei a Viqui e beijei ela com toda a vontade que guardei o dia inteiro. A língua dela brincava com a minha com uma puta vontade louca. Ela segurou minha cabeça e parecia que ia sugar minha alma naquele beijo. Eu tava segurando ela pela cintura, na metade da bunda, e... cintura média, me afastei da boca dela sem soltar ela pela cintura e fui comer a boca da minha mulher, ela veio pra cima de mim e me comeu a boca como não fazia há muito tempo, segurei ela pela cintura sem soltar a viqui enquanto massageava a bunda da minha mulher, nisso entrou a Naty que, por sorte, me viu beijando minha mulher, mas imagino que suspeitou de algo ao ver que eu segurava a viqui pela cintura.
Perguntei pra Naty o que houve com o Nico e ela respondeu que ele tinha dormido e ela pensou em passar mais um tempinho com a gente, mas se atrapalhasse, ia dormir, foi bem claro que ela suspeitava de algo, mas não demos muita importância, sentamos pra conversar enquanto continuávamos bebendo, mas a essa altura já era só champanhe.
As línguas, por causa do álcool, estavam bem enroladas, as minhas estavam deitadas juntas, como se apoiassem uma na outra, eu sentado à direita delas e a Naty na minha frente, ela mais jogada pra lá, falando meio balbuciando, e eu já não articulava muito bem, era de cair na risada, o negócio é que, no meio disso, a Naty deitada na minha frente me dava uma vista incrível da buceta da mina que, bêbada, não fechava as pernas, era foda, ela usava uma calcinha fio dental transparente que deixava à mostra toda a buceta depilada, delicioso, como eu não tava 100% lúcido, pensei que tava vendo merda, mas era real, e isso, mesmo bêbadas, as minhas perceberam, chegaram do meu lado e sussurraram no meu ouvido pra eu fechar a boca porque tava babando, a viqui me perguntou: "Como você comeria a boceta da guria? Seu safado", me defendi dizendo que era culpa do álcool e que ela era namorada do Nico, elas riam e falavam putaria, mas o ponto é que a Naty tinha dormido ali no sofá e as minhas aproveitaram pra encher minha cabeça falando todo tipo de sacanagem, tipo: "olha que buceta, ela tem uma buceta linda, olha como ela tá molhadinha, não quer tocar nela?" Eu tava a mil por hora e a pica tava dura pra caralho. Viqui se agachou, baixou minha calça e começou a me chupar ali mesmo, engolia tudo inteiro, então se queria guerra, eu não tinha problema. Peguei ela pelo cabelo e enfiei até a garganta, pensei: "engole tudo". Minha mulher se jogou pra beijar minha boca, chupava minha língua como se quisesse arrancar. Eu continuava enfiando a pica na Viqui até onde dava, e ela só saía pra respirar. Foi tão brutal minha gozada que quase a afoguei com porra, já joguei tudo na garganta dela. Ela engasgava, mas não reclamou, só me olhava com cara de puta safada. Peguei as duas pela mão e guiei pro quarto, dando a última olhadinha na buceta da Naty. Minha surpresa foi que ela tava com a calcinha tão molhada que dava pra ver o fluxo escorrendo da buceta dela. Pensei: "será que nos viu ou é só a tesão que o Nico deixou?" Cobri ela com uma jaqueta e a gente foi pro quarto. Joguei minha mulher de quatro na cama, coloquei a Viqui debaixo na buceta dela pra chupar a buceta enquanto eu metia. Reconheço que tava com a imagem da buceta da Naty na cabeça e a vontade de comer aquele manjar, então somando tudo e o trio gostoso que a gente tava fazendo, mas agora oficialmente, foi bestial demais. Depois de umas metidas onde minha mulher gritava que nem louca com as metidas e chupadas simultâneas, ela gozou com um grito tão forte que tive medo de acordar todo mundo em casa. Aí peguei a Viqui pela cintura, arranquei o vestido dela em dois segundos, já que era a única que ainda tava vestida. Minha mulher arrancou a calcinha dela e repetimos a mesma posição: ela debaixo da Viqui e eu metendo nela de quatro. Quando comecei a meter e tirar, a quantidade de fluxo que ela tinha era descomunal. Tava tão tesudo que não aguentei e coloquei na entrada do cu dela. Ela não reclamou, pelo contrário, se ajeitou e enfiou até o fundo. Era realmente delicioso como ela engolia toda minha pica, se mexia que nem uma louca. e a minha mulher tinha se agarrado no clitóris dela igual uma louca, num momento a Viqui começou a tremer e se esparramou gozando estrepitosamente, a bunda dela pulsava e eu continuava bombando, quando senti que ia gozar avisei, nessa hora minha mulher já tinha saído e tava beijando ela, rapidinho as duas pegaram na minha pica e me sentaram pra chupar, eu sentia toda a minha porra saindo e elas chupavam igual umas loucas até minha explosão sair, foi uma experiência completa, banhei elas de porra, tava há muito tempo sem explodir assim, molhei cara, boca e cabelo delas, foi um puta prazer, mas enquanto eu gozava, tive certeza que vi uma carinha de menina na porta, acho que tavam nos espionando e não sabia desde quando nos observavam, mas o que era certo é que tivemos uma espectadora de tudo e eu não sabia se ela ia contar tudo pro Nico ou guardar o segredo.

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