Fala galera, queria contar o que rolou comigo ontem à noite.
Tava no trampo, e faltando umas duas horas pra ir embora, lá pras 22h, bateu um instinto selvagem de meter com a minha mina. Liguei pra casa e, depois de falar das coisas do dia, joguei a letra e falei: "hoje à noite se prepara que você vai sentir muito prazer..."
Ela respondeu: "adoraria, mas tô me sentindo muito mal, hoje não é um bom dia pra transar."
Uuuhhhh não, mas tudo bem, falei: "relaxa, depois do jantar te preparo um chá verde gostoso e faço umas massagens."
"Boa", ela disse. Desliguei o telefone e pensei: "é pika na mão, punheta garantida, kkkk". E foi o que fiz. Vi uns vídeos, li um conto e, num vídeo de "garganta profunda" (não lembro quem postou), a rola subiu de um jeito descomunal. Tava muito tarado e vinha de uma semana sem gozar. Abri a calça, comecei a bater uma de boa. Só pra constar, tô sozinho no escritório, que é bem escondido. Não demorei muito pra gozar, porque se fico muito tempo nisso, enjôo. Só queria esvaziar o saco. Gozei igual um cavalo, confesso que me surpreendi. Limpei tudo, deixei tudo limpinho como se nada tivesse acontecido. Valeu pra quem postou aquele vídeo.
Cheguei em casa e encontrei a prima da minha mulher. Ela me cumprimentou com um abraço forte e dois beijos, coisa que sempre faz, mas o abraço foi diferente. Notei que faz um tempo, quando a gente fica sozinho e precisa se cumprimentar, os beijos e principalmente os abraços são mais colados e duram mais. Tanto que, mais ou menos um mês atrás, eu tava muito tarado, ela veio se despedir pra dormir e eu encostei "sem querer" a pika nela. Depois pensei: "que idiota, isso não se faz"... Tava toda a família na sala. Além disso, ela é daquelas gatinhas que tenho uma puta química, mas não encosto nem com a luz de um lampião. Já trocamos ideia sobre putaria extrema, mas me quebra as bolas e eu nunca nem peguei num peito dela. Imagina se eu como ela... queima. Voltando ao assunto de ontem à noite, ela me cumprimenta na cozinha, sabendo que eu tava sozinho, e me agarra pelo pescoço, gruda no meu corpo, me dá dois beijos e fica abraçada um tempão, aí comecei a beijar o pescoço dela várias vezes, nos separamos e ela foi dormir, fica uns dias em casa sempre, fiquei com o pau duro pra caralho apesar da punheta que tinha batido no trampo, tomei um banho e fui deitar.
Daí a pouco a magrinha entra na cama depois de se lavar e começou a ação, ela tava tão tesuda quanto eu, começou a me beijar com fogo, foi descendo devagar com beijos e chupões no meu corpo até chegar na base da pica, começou a mordiscar ela até chegar na cabeça e ali começou a engolir até o fundo, uma vez e outra, de vez em quando eu lembrava da prima na cozinha e minha respiração ficava cortada com um gemido... ela ficou chupando e mordendo por um bom tempo, de vez em quando enfiava minhas bolas na boca e com a mão me batia uma punheta, depois passava a boca e a mão cheia de saliva e meus sucos por todo o comprimento da minha pica, até que soltei um jato de porra quente dentro da boca dela, ela saboreou e engoliu, subiu e nos beijamos de novo, meu pau ainda não tinha relaxado de todo, continuava bem duro, então coloquei uma mão na cabeça dela e guiei direto pra minha pica já dura de novo, ela continuou chupando e não aguentei mais de cinco minutos até que outro jato estourou, que ela saboreou e engoliu com gosto.
Talvez pra muitos isso seja normal, mas pra mim não, sempre fui de gozar uma vez só e demorar, raramente três ou mais, o que aconteceu naquela noite é fruto da paixão, confiança e desejo, claro que a prima deu uma ajudinha na libido, sei lá, acho que uma hora vai rolar algo com ela.
Valeu por estar aí do outro lado da tela.
Tava no trampo, e faltando umas duas horas pra ir embora, lá pras 22h, bateu um instinto selvagem de meter com a minha mina. Liguei pra casa e, depois de falar das coisas do dia, joguei a letra e falei: "hoje à noite se prepara que você vai sentir muito prazer..."
Ela respondeu: "adoraria, mas tô me sentindo muito mal, hoje não é um bom dia pra transar."
Uuuhhhh não, mas tudo bem, falei: "relaxa, depois do jantar te preparo um chá verde gostoso e faço umas massagens."
"Boa", ela disse. Desliguei o telefone e pensei: "é pika na mão, punheta garantida, kkkk". E foi o que fiz. Vi uns vídeos, li um conto e, num vídeo de "garganta profunda" (não lembro quem postou), a rola subiu de um jeito descomunal. Tava muito tarado e vinha de uma semana sem gozar. Abri a calça, comecei a bater uma de boa. Só pra constar, tô sozinho no escritório, que é bem escondido. Não demorei muito pra gozar, porque se fico muito tempo nisso, enjôo. Só queria esvaziar o saco. Gozei igual um cavalo, confesso que me surpreendi. Limpei tudo, deixei tudo limpinho como se nada tivesse acontecido. Valeu pra quem postou aquele vídeo.
Cheguei em casa e encontrei a prima da minha mulher. Ela me cumprimentou com um abraço forte e dois beijos, coisa que sempre faz, mas o abraço foi diferente. Notei que faz um tempo, quando a gente fica sozinho e precisa se cumprimentar, os beijos e principalmente os abraços são mais colados e duram mais. Tanto que, mais ou menos um mês atrás, eu tava muito tarado, ela veio se despedir pra dormir e eu encostei "sem querer" a pika nela. Depois pensei: "que idiota, isso não se faz"... Tava toda a família na sala. Além disso, ela é daquelas gatinhas que tenho uma puta química, mas não encosto nem com a luz de um lampião. Já trocamos ideia sobre putaria extrema, mas me quebra as bolas e eu nunca nem peguei num peito dela. Imagina se eu como ela... queima. Voltando ao assunto de ontem à noite, ela me cumprimenta na cozinha, sabendo que eu tava sozinho, e me agarra pelo pescoço, gruda no meu corpo, me dá dois beijos e fica abraçada um tempão, aí comecei a beijar o pescoço dela várias vezes, nos separamos e ela foi dormir, fica uns dias em casa sempre, fiquei com o pau duro pra caralho apesar da punheta que tinha batido no trampo, tomei um banho e fui deitar.
Daí a pouco a magrinha entra na cama depois de se lavar e começou a ação, ela tava tão tesuda quanto eu, começou a me beijar com fogo, foi descendo devagar com beijos e chupões no meu corpo até chegar na base da pica, começou a mordiscar ela até chegar na cabeça e ali começou a engolir até o fundo, uma vez e outra, de vez em quando eu lembrava da prima na cozinha e minha respiração ficava cortada com um gemido... ela ficou chupando e mordendo por um bom tempo, de vez em quando enfiava minhas bolas na boca e com a mão me batia uma punheta, depois passava a boca e a mão cheia de saliva e meus sucos por todo o comprimento da minha pica, até que soltei um jato de porra quente dentro da boca dela, ela saboreou e engoliu, subiu e nos beijamos de novo, meu pau ainda não tinha relaxado de todo, continuava bem duro, então coloquei uma mão na cabeça dela e guiei direto pra minha pica já dura de novo, ela continuou chupando e não aguentei mais de cinco minutos até que outro jato estourou, que ela saboreou e engoliu com gosto.
Talvez pra muitos isso seja normal, mas pra mim não, sempre fui de gozar uma vez só e demorar, raramente três ou mais, o que aconteceu naquela noite é fruto da paixão, confiança e desejo, claro que a prima deu uma ajudinha na libido, sei lá, acho que uma hora vai rolar algo com ela.
Valeu por estar aí do outro lado da tela.
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