Depois do que rolou na festa à fantasia, a gente combinou de encontrar o Juan num feriadão. Não nos vimos logo, mas o encontro foi um mês e meio depois. Marcamos de nos encontrar em Santa Fe, cidade onde ele mora, sábado umas oito da noite, na costanera. A Luján tava de legging preta, botas, uma regatinha colada no corpo, vermelha, e um casaco, tava bem frio, por sinal.
Durante a viagem curta de Paraná a Santa Fe, comecei a conversar com ela sobre o que cada um esperava desse encontro. A cada comentário meu, via ela mordendo o lábio inferior, como se tivesse imaginando e curtindo. Os lábios dela pintados de vermelho forte e os olhos verdes delineados me deixavam muito excitado. Até pensei em parar no acostamento da estrada e mandar ela me chupar, mas me segurei, queria ela bem molhadinha.
Quando chegamos no Farol, na costanera, ele já tava nos esperando, mas não tava sozinho: tava com uma morena de corpo exuberante, da nossa idade. A gente se cumprimentou e o Juan apresentou a morena: "Galera, essa é a Marcela, minha amiga". Linda de verdade: olhos azuis, lábios carnudos, cabelo preto quase até a cintura. Ela também tava de legging, mas branca. Quando começamos a andar pela costanera, as duas iam na nossa frente, e aí eu vi a bunda dela, um rabo espetacular pra caralho!!!
Não dava pra comentar outra coisa senão os dois rabos que balançavam a cada passo na nossa frente. Mas tive que perguntar o que a gente ia fazer, se a Marcela sabia de algo e tal, e ele respondeu: "Ela sabe de tudo, aliás, ela implorou pra estar aqui hoje comigo. Me disse que a gostosa é casada com um otário, que prefere ir pro estádio ver o time dele e deixar ela sozinha. Fazia uns meses que ele tava comendo ela e que era sensacional transando. O que ele deixou claro é que ela primeiro ia só olhar, sem participar, e se gostasse, entrava. Ela tava doida com o que a gente fez na festa à fantasia, e no dia que ele contou, transaram a tarde quase toda."
Deve ter passado meia hora do encontro, e cada casal... Subiu no carro dele e o Juan pede pra gente segui-lo, a gente vai pra Rincón, onde ele tem uma casa. Lugar lindo pra caralho, já tinha escurecido, mas a iluminação do lugar entregava o quão bonito era. O Juan tratou de esclarecer umas paradas, a Marcela não tinha muito tempo. Então tinha que acelerar as coisas, além disso a gente sabia por que tinha se juntado. A Luján pegou a bolsa dela e foi pro banheiro, enquanto a Marcela sentou no colo do Juan e começaram a se beijar, a sala tava na penumbra e tocava uma música bem baixinho.
Uns minutos depois aparece a Luji, tinha se trocado e agora tava de salto alto, meia de rede branca, junto com um corset e Booty less. Ela chega perto de mim e senta no meu colo também, e eu começo a beijar o pescoço dela e acariciar a bunda dela. A gente ficou um tempão assim os quatro, gemendo.
Quem toma a iniciativa é a Luján, ela levanta e se junta com a Marcela e o Juan, se ajoelha e começa a acariciar por cima da calça a pica dele, a Marcela levanta e senta do lado dela, e vê como a Luji tira o pauzão do Juan, fica olhando hipnotizada e começa a passar a língua desde a base até a cabeça, de vez em quando também chupa os ovos dele, tudo bem devagar. Igual a Marcela, eu olho, levanto depois de um tempo e fico atrás da Marce, ela não tira os olhos de nada, tá como se tivesse hipnotizada. Apoio as duas mãos nos ombros dela e ela não faz nenhum movimento, aí eu meto uma mão nos peitos dela, bem devagar. Aí ela solta um gemido longo e enfia a mão direita no meio das pernas dela.
Quem não ia agir, aparentemente, parece que mudou de ideia. Ela se virou e puxou minha pica e começou a chupar, parecia que ia ficar louca, tava realmente com tesão. Eu agarrei a cabeça dela e comecei a foder ela como se fosse uma pussy, tava tão extasiado que nem percebi quando o Juan e a Luji tinham levantado olhando o espetáculo. O Juan se ajoelha atrás da Marce e começa a chupar o cu dela, a Luji fica do meu lado e também começa a passar a língua no comprimento da minha pica, até que chegou um momento que ela beija a Marce, as duas se enroscam e começam a se amassar, já estão abraçadas, esfregando os peitos e com as mãos na bunda uma da outra. Se jogam no tapete e começam um sessenta e nove perfeito, as caras das duas enfiadas na buceta da outra.
Eu e Juan só olhávamos, os gemidos das duas eram intensos, parecia que no mundo só existiam elas. Tudo isso durou cerca de uma hora, a gente se aproximava de vez em quando e acariciava elas, metia algum dedo. Depois dessa hora, os gemidos começaram a acalmar e a gente se aproximou, a Luji pegou no meu pau e a Marce no do Juan, bastaram minutos pra gente afogar elas de porra, uma porra tremenda.
A gente tomou um banho rápido e o Juan levou a Marce pra casa. O pouco que conversamos com a Marcela, ela adorou, que era a primeira vez que ela transava assim, ainda mais com uma gostosa. Deixamos a portinha aberta pra outro encontro futuro.
Quanto a nós, depois que o Juan levou a Marce, quando ele voltou a gente teve nosso trio, mas isso eu deixo pra um próximo post.
Durante a viagem curta de Paraná a Santa Fe, comecei a conversar com ela sobre o que cada um esperava desse encontro. A cada comentário meu, via ela mordendo o lábio inferior, como se tivesse imaginando e curtindo. Os lábios dela pintados de vermelho forte e os olhos verdes delineados me deixavam muito excitado. Até pensei em parar no acostamento da estrada e mandar ela me chupar, mas me segurei, queria ela bem molhadinha.
Quando chegamos no Farol, na costanera, ele já tava nos esperando, mas não tava sozinho: tava com uma morena de corpo exuberante, da nossa idade. A gente se cumprimentou e o Juan apresentou a morena: "Galera, essa é a Marcela, minha amiga". Linda de verdade: olhos azuis, lábios carnudos, cabelo preto quase até a cintura. Ela também tava de legging, mas branca. Quando começamos a andar pela costanera, as duas iam na nossa frente, e aí eu vi a bunda dela, um rabo espetacular pra caralho!!!
Não dava pra comentar outra coisa senão os dois rabos que balançavam a cada passo na nossa frente. Mas tive que perguntar o que a gente ia fazer, se a Marcela sabia de algo e tal, e ele respondeu: "Ela sabe de tudo, aliás, ela implorou pra estar aqui hoje comigo. Me disse que a gostosa é casada com um otário, que prefere ir pro estádio ver o time dele e deixar ela sozinha. Fazia uns meses que ele tava comendo ela e que era sensacional transando. O que ele deixou claro é que ela primeiro ia só olhar, sem participar, e se gostasse, entrava. Ela tava doida com o que a gente fez na festa à fantasia, e no dia que ele contou, transaram a tarde quase toda."
Deve ter passado meia hora do encontro, e cada casal... Subiu no carro dele e o Juan pede pra gente segui-lo, a gente vai pra Rincón, onde ele tem uma casa. Lugar lindo pra caralho, já tinha escurecido, mas a iluminação do lugar entregava o quão bonito era. O Juan tratou de esclarecer umas paradas, a Marcela não tinha muito tempo. Então tinha que acelerar as coisas, além disso a gente sabia por que tinha se juntado. A Luján pegou a bolsa dela e foi pro banheiro, enquanto a Marcela sentou no colo do Juan e começaram a se beijar, a sala tava na penumbra e tocava uma música bem baixinho.
Uns minutos depois aparece a Luji, tinha se trocado e agora tava de salto alto, meia de rede branca, junto com um corset e Booty less. Ela chega perto de mim e senta no meu colo também, e eu começo a beijar o pescoço dela e acariciar a bunda dela. A gente ficou um tempão assim os quatro, gemendo.
Quem toma a iniciativa é a Luján, ela levanta e se junta com a Marcela e o Juan, se ajoelha e começa a acariciar por cima da calça a pica dele, a Marcela levanta e senta do lado dela, e vê como a Luji tira o pauzão do Juan, fica olhando hipnotizada e começa a passar a língua desde a base até a cabeça, de vez em quando também chupa os ovos dele, tudo bem devagar. Igual a Marcela, eu olho, levanto depois de um tempo e fico atrás da Marce, ela não tira os olhos de nada, tá como se tivesse hipnotizada. Apoio as duas mãos nos ombros dela e ela não faz nenhum movimento, aí eu meto uma mão nos peitos dela, bem devagar. Aí ela solta um gemido longo e enfia a mão direita no meio das pernas dela.
Quem não ia agir, aparentemente, parece que mudou de ideia. Ela se virou e puxou minha pica e começou a chupar, parecia que ia ficar louca, tava realmente com tesão. Eu agarrei a cabeça dela e comecei a foder ela como se fosse uma pussy, tava tão extasiado que nem percebi quando o Juan e a Luji tinham levantado olhando o espetáculo. O Juan se ajoelha atrás da Marce e começa a chupar o cu dela, a Luji fica do meu lado e também começa a passar a língua no comprimento da minha pica, até que chegou um momento que ela beija a Marce, as duas se enroscam e começam a se amassar, já estão abraçadas, esfregando os peitos e com as mãos na bunda uma da outra. Se jogam no tapete e começam um sessenta e nove perfeito, as caras das duas enfiadas na buceta da outra.
Eu e Juan só olhávamos, os gemidos das duas eram intensos, parecia que no mundo só existiam elas. Tudo isso durou cerca de uma hora, a gente se aproximava de vez em quando e acariciava elas, metia algum dedo. Depois dessa hora, os gemidos começaram a acalmar e a gente se aproximou, a Luji pegou no meu pau e a Marce no do Juan, bastaram minutos pra gente afogar elas de porra, uma porra tremenda.
A gente tomou um banho rápido e o Juan levou a Marce pra casa. O pouco que conversamos com a Marcela, ela adorou, que era a primeira vez que ela transava assim, ainda mais com uma gostosa. Deixamos a portinha aberta pra outro encontro futuro.
Quanto a nós, depois que o Juan levou a Marce, quando ele voltou a gente teve nosso trio, mas isso eu deixo pra um próximo post.
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