30 de Abril, a tarde anterior ao Dia do Trabalhador, eu e meus colegas de trabalho decidimos fazer um "after office" pra comemorar a chegada do 1º de Maio. Claro que uma celebração começando tão cedo acabaria com um bando de gente completamente bêbada.
Entre meus colegas, se destacava Tamara, uma mulher de 35 anos, recentemente divorciada e com um filho. A Tammy é pequena, morena, com peitos pequenos e empinados, e uma bundinha com um contorno muito agradável.
Já fazia um tempo que eu tava focado nela, fazendo um trabalho bem sutil, jogando indiretas e tentando gravar no subconsciente dela minhas intenções. Essa festa era minha oportunidade e eu não ia deixar passar.
Algumas horas depois de começar o Dia do Trabalhador, totalmente animados por tantas horas de álcool, decidimos ir pra uma balada perto dali pra terminar nossa longa jornada. A partir daí, comecei a provocar a Tamara com dança, esfregações e mais álcool pra deixá-la pronta pra noite terminar com chave de ouro.
Por volta das 3 da madrugada, me aproximei dela e disse que já tava pensando em ir embora, se ela queria sair comigo, já que a gente fazia o mesmo caminho de volta pra casa. Sem desconfiar das minhas verdadeiras intenções, ela topou. E considerando a tranquilidade que tava lá fora, decidimos ir a pé em vez de pegar um táxi.
Tudo tava se encaixando perfeitamente. Uma boa conversa logo antes de chegar na casa dela era o que eu precisava pra completar minha missão. Mas alguma coisa deu errado. Quando chegamos na porta, não recebi nenhum convite pra entrar e terminar nossa conversa. Pelo contrário, ela já tava se despedindo.
Vendo minha oportunidade escapar, recorri a um plano de emergência: pedi permissão pra usar o banheiro (justificando com a quantidade de bebida que tinha tomado). A Tammy generosamente concordou e entramos.
Quando saí do banheiro, ela parecia à vontade, bebendo água de uma garrafa, e com vontade de conversar mais um pouco. Nós... Nos sentamos e eu toquei no assunto do estado sentimental dela depois do divórcio. Ela tinha ficado muito marcada por essa situação e se sentia um pouco deprimida e com baixa autoestima, por isso, em sua confissão, em algum momento seus olhos se encheram de lágrimas. Eu precisava dizer algo antes de cair na "friend zone".
- Você é uma mulher muito atraente, Tamara, não deve sofrer assim por nenhum homem.
Ela concordou com a cabeça.
- Você tem que tirar o que há de bom em cada experiência. Agora é sua chance de sair, como fez hoje, se divertir, pegar algum cara que você goste - completei.
- Sim, é o que tento, mas sei que é um processo e não vou ficar bem como por mágica - ela disse uma palavra que seria chave para alcançar meu objetivo.
- Hahaha!
Interrompi sem dizer mais nada, com a intenção de gerar curiosidade.
- Do que você está rindo?
- Nada. Quando você disse mágica, me lembrei de um vídeo que vi. Era um truque meio picante. Topa que eu faça em você?
- Hmmm. O que será? Tá bom.
- É simples: vou anotar num papel a quantidade de calcinhas que você tem na gaveta. Se estiver certo, você me dá um beijo; caso contrário, eu pago a prenda que você quiser.
Convencida de sua vitória, enquanto pensava em qual prenda eu teria que cumprir, Tammy aceitou o desafio e me passou um bloco e um lápis.
Repeti as regras para não restarem dúvidas sobre o verdadeiro desafio e, assim que parei de escrever, Tamara arrancou o bloco da minha mão. Sua confiança durou pouco ao ver escrito corretamente no papel a frase "a quantidade de calcinhas que você tem na gaveta".
- Hahaha, isso é trapaça!
- Não, é exatamente o que eu disse que faria. Agora quero meu beijo - exigi, levantando da cadeira e fazendo com que ela fizesse o mesmo.
- Tá bem...
Ela fechou os olhos e se aproximou. O beijo começou num toque modesto de lábios, mas logo se transformou num beijo apaixonado e demorado.
- Vamos continuar brincando? - perguntei com tom sarcástico.
O segundo beijo partiu dela, agora colada no meu corpo e me abraçando. força.
O que aconteceu depois foi incrível, beijos e carícias desenfrenados como eu não sentia há muitos anos. Uma paixão que depois descreveríamos como adolescente.
Consegui! Ainda beijando-a, guiei-a até o quarto para começar a despi-la, primeiro tirando e removendo sua blusa; depois, com mais pele à vista, meus lábios começaram a descer pelo seu pescoço e pararam ali por alguns segundos, o destino eram seus peitinhos pequenos, então conduzi meus beijos até eles. Era a hora de soltar seu sutiã e revelar uns mamilos lindos, escuros e muito salientes que devorei com luxúria, o sabor era delicioso.
Depois de alguns minutos imóvel pelo prazer intenso que sentia, Tamara reagiu, tirando minha blusa rapidamente para exigir novos beijos de língua, desta vez com nossos corpos semidespidos e ardentes unidos por carícias sensuais.
Tammy tomou a iniciativa para terminar a tarefa de nos despir. Desabotoou sua calça, depois a minha, e enquanto tirava a dela, desceu com os lábios percorrendo do meu peito até minha barriga. Ali parou, ajoelhada, pronta para fazer meu membro totalmente inchado e desejoso de ser devorado seu; não precisei pedir, de uma puxada ela baixou minha calça junto com a cueca, mal fez uma pausa para apreciá-lo e, segurando-o com a mão esquerda, levou-o à boca e imediatamente o engoliu até a garganta. A sensação foi indescritível, me fez temer que duraria pouco com esse nível de excitação, mesmo assim aproveitei e deixei ela continuar. Ela, muito mais solta ao notar meu estado, começou a acariciar a parte de trás da minha perna esquerda e timidamente roçar minha bunda de vez em quando. Depois de alguns minutos, levou a mão direita ao meu pau e a esquerda às minhas bolas para começar a me masturbar enquanto continuava chupando freneticamente. Eu estava no paraíso, curtia o jogo de suas mãos, de sua língua, e também a cena da tremenda boquete que ela me oferecia; mas já era hora de agir. de novo. Eu a segurei gentilmente e me recostei na cama dela.
- Agora quero que você coloque sua buceta na minha boca enquanto continua chupando meu pau.
- Parece que você gostou da minha chupadinha — disse ela sorridente.
- Sim! E agora quero retribuir o favor.
Obediente, ela ajoelhou-se de cada lado da minha cabeça e aproximou sua vulva completamente encharcada da minha boca. No momento em que meus lábios beijaram os dela, senti um dos sabores mais viciantes que já experimentei na vida. Não conseguia fazer nada além de saborear aquela iguaria, desejoso de consumir até a última gota de seus sucos. Minha língua percorria toda a extensão de seus lábios, demorava-se em seu clitóris e voltava para sua vagina de forma descontrolada.
- Puta que pariu — ela gemeu inconscientemente.
Alternando entre beijos, lambidas e chupadas fortes, eu a impedia de continuar com o que fazia minutos antes. Diminuí um pouco o ritmo, e Tammy entendeu o que eu precisava naquele momento: sua boca envolvendo meu pau.
Agora meu prazer era duplo: meu pau entrando e saindo de sua boca e minha boca desfrutando de seu néctar abundante.
Mas eu sempre queria mais. Por isso, segurei-a firmemente pelos quadris e posicionei seu ânus na altura da minha língua.
- Caralho! — ela gritou.
Senti seu corpo se contorcer enquanto ela continuava gemendo. Percebi que ela adorava aquilo e que, se conseguisse mantê-la daquela maneira, poderia fazer o que quisesse naquela noite.
Ao mesmo tempo, minha excitação aumentava ao sentir aquela mulher se contorcendo com o movimento da minha boca, que chupava sua buceta e voltava para tentar penetrar seu cu com a língua.
Após um breve momento, senti meu pau envolto por uma mão que me masturbava freneticamente. Isso me deixou à beira do orgasmo.
- Ahhhhh! Isso! — gritei.
Sem hesitar, ela se inclinou novamente e me deu uma chupada final. Não consegui me segurar mais e explodi dentro de sua boca.
- Mmmmmm — ela suspirou, continuando a engolir as últimas gotas de sêmen que jorravam do meu pau.
Quando já não havia mais... Com mais porra do que saco, ela se virou sorrindo e se deitou ao meu lado, voltando aos nossos beijos adolescentes do começo. E eu estava tão excitado que, mesmo tendo gozado recentemente, meu pau continuava totalmente duro. Então, procurei no bolso da calça uma caixa de preservativos e rapidamente peguei e coloquei um.
Ela estava deitada de costas, sorridente, ansiosa pelo que estava por vir. E foi. Posicionei-me sobre ela e a beijei intensamente enquanto aproximava meu pau da sua buceta. Entrou com muita facilidade; quase não sentia dentro de sua vagina completamente encharcada. As bombadas foram suaves no início e, conforme o ritmo de sua respiração aumentava, eu acelerava a velocidade das minhas investidas.
— Ahhhhhhh! Que gostoso — disse ela suspirando.
— Parece que você está gostando. Está muito molhada.
— Ai! Sim! Estou muito excitada... Ahhhh!
Estávamos a mil, eu ofegante, metendo com todas as minhas forças. Ela rindo e gemendo ao mesmo tempo, totalmente extasiada.
— Sim! Sim! Sim! Ai, puta que pariu! Ahhhhhhh!
Fui diminuindo o ritmo até parar completamente, com meu pau ainda dentro de sua buceta encharcada. Beijei-a luxuriosamente um pouco mais e depois desci para saborear os líquidos que continuavam a escorrer.
Mas isso não podia acabar aí. Peguei a caixa de preservativos e abri um dos sachês de gel que vinha junto.
— O que você está fazendo? — perguntou retoricamente.
— Estou preparando algo que vai te deixar louca.
— Mmmmmm, mas olha que meu cu é só meu.
— É? Já vamos ver isso — respondi, sem dúvida alguma do que estava fazendo. Confia em mim, sei que você vai adorar isso.
— Mmmmm, gosto da segurança que você tem ao me propor essas coisas.
Isso era tudo o que eu precisava saber para continuar com meu plano. Coloquei meu dedo médio na entrada de seu cu e comecei a massagear suavemente em círculos, aplicando uma leve pressão que, em poucos segundos, resultaria em tê-lo todo dentro de sua bunda. Esse foi o momento para começar a meter e tirar lentamente ao mesmo tempo. que preparava o dedo indicador para enfiá-lo na sua buceta deliciosamente molhada. No instante em que sentiu meus dois dedos em seus dois buracos, ela gemeu grosseiramente de novo.
- Ai, usa a palavra: buceta...! Como eu gosto!
Girei meu dedo indicador para apoiar a ponta no seu ponto G e com o polegar comecei a massagear seu clitóris. Três dedos lhe davam prazer.
- Ahhhhh! Isso -exclamava com uma expressão de felicidade incontrolável no rosto-!
Isso me animou a continuar o vai e vem da minha mão com mais veemência, preparando sua bunda apetitosa para o que viria. E depois de alguns minutos já não podia esperar mais, retirei docemente minha mão da zona, me posicionei entre suas pernas enquanto lubrificava meu membro com outro sachê de gel. Peguei-a pela cintura e a levantei até a altura certa para apoiar o pau em seu buraco dilatado. Minha surpresa foi enorme quando senti aquele cuzinho deixar meu pau passar sem nenhuma resistência. Sua bunda já era minha.
Ela não mostrava expressão alguma de dor, muito pelo contrário. Mesmo assim fui cuidadoso e meus movimentos eram lentos e pausados; mas ao mesmo tempo podia sentir um prazer enorme devido ao aperto em volta do meu pau. Foram alguns minutos de grande deleite para mim. Vê-la por inteiro, sua vulva brilhante com a mistura de seus fluidos e minha saliva, sua bunda recebendo pau, seus peitinhos e aqueles mamilos bem durinhos que mal se moviam com seu corpo, e a expressão de seu rosto cheio de felicidade. Eu teria gostado de ficar assim por horas, porém estava no clímax. Precisava de uma bombeada forte para gozar, então tirei meu pau e com uma mão rapidamente tirei a camisinha para me masturbar ferozmente sobre seu ventre, onde derramei tudo em um intenso orgasmo que ela acompanhou com um olhar lascivo.
Ambos estávamos mais relaxados. Nos beijamos muito novamente e depois tomamos um banho com muitas carícias.
Com Tamara entendi o conceito de "ter química". Transamos loucamente no trabalho e na casa dela por um tempo. No entanto não pude aproveitar muito mais, a Tammy conhecia minha esposa e não quis participar de um relacionamento desse tipo...
Entre meus colegas, se destacava Tamara, uma mulher de 35 anos, recentemente divorciada e com um filho. A Tammy é pequena, morena, com peitos pequenos e empinados, e uma bundinha com um contorno muito agradável.
Já fazia um tempo que eu tava focado nela, fazendo um trabalho bem sutil, jogando indiretas e tentando gravar no subconsciente dela minhas intenções. Essa festa era minha oportunidade e eu não ia deixar passar.
Algumas horas depois de começar o Dia do Trabalhador, totalmente animados por tantas horas de álcool, decidimos ir pra uma balada perto dali pra terminar nossa longa jornada. A partir daí, comecei a provocar a Tamara com dança, esfregações e mais álcool pra deixá-la pronta pra noite terminar com chave de ouro.
Por volta das 3 da madrugada, me aproximei dela e disse que já tava pensando em ir embora, se ela queria sair comigo, já que a gente fazia o mesmo caminho de volta pra casa. Sem desconfiar das minhas verdadeiras intenções, ela topou. E considerando a tranquilidade que tava lá fora, decidimos ir a pé em vez de pegar um táxi.
Tudo tava se encaixando perfeitamente. Uma boa conversa logo antes de chegar na casa dela era o que eu precisava pra completar minha missão. Mas alguma coisa deu errado. Quando chegamos na porta, não recebi nenhum convite pra entrar e terminar nossa conversa. Pelo contrário, ela já tava se despedindo.
Vendo minha oportunidade escapar, recorri a um plano de emergência: pedi permissão pra usar o banheiro (justificando com a quantidade de bebida que tinha tomado). A Tammy generosamente concordou e entramos.
Quando saí do banheiro, ela parecia à vontade, bebendo água de uma garrafa, e com vontade de conversar mais um pouco. Nós... Nos sentamos e eu toquei no assunto do estado sentimental dela depois do divórcio. Ela tinha ficado muito marcada por essa situação e se sentia um pouco deprimida e com baixa autoestima, por isso, em sua confissão, em algum momento seus olhos se encheram de lágrimas. Eu precisava dizer algo antes de cair na "friend zone".
- Você é uma mulher muito atraente, Tamara, não deve sofrer assim por nenhum homem.
Ela concordou com a cabeça.
- Você tem que tirar o que há de bom em cada experiência. Agora é sua chance de sair, como fez hoje, se divertir, pegar algum cara que você goste - completei.
- Sim, é o que tento, mas sei que é um processo e não vou ficar bem como por mágica - ela disse uma palavra que seria chave para alcançar meu objetivo.
- Hahaha!
Interrompi sem dizer mais nada, com a intenção de gerar curiosidade.
- Do que você está rindo?
- Nada. Quando você disse mágica, me lembrei de um vídeo que vi. Era um truque meio picante. Topa que eu faça em você?
- Hmmm. O que será? Tá bom.
- É simples: vou anotar num papel a quantidade de calcinhas que você tem na gaveta. Se estiver certo, você me dá um beijo; caso contrário, eu pago a prenda que você quiser.
Convencida de sua vitória, enquanto pensava em qual prenda eu teria que cumprir, Tammy aceitou o desafio e me passou um bloco e um lápis.
Repeti as regras para não restarem dúvidas sobre o verdadeiro desafio e, assim que parei de escrever, Tamara arrancou o bloco da minha mão. Sua confiança durou pouco ao ver escrito corretamente no papel a frase "a quantidade de calcinhas que você tem na gaveta".
- Hahaha, isso é trapaça!
- Não, é exatamente o que eu disse que faria. Agora quero meu beijo - exigi, levantando da cadeira e fazendo com que ela fizesse o mesmo.
- Tá bem...
Ela fechou os olhos e se aproximou. O beijo começou num toque modesto de lábios, mas logo se transformou num beijo apaixonado e demorado.
- Vamos continuar brincando? - perguntei com tom sarcástico.
O segundo beijo partiu dela, agora colada no meu corpo e me abraçando. força.
O que aconteceu depois foi incrível, beijos e carícias desenfrenados como eu não sentia há muitos anos. Uma paixão que depois descreveríamos como adolescente.
Consegui! Ainda beijando-a, guiei-a até o quarto para começar a despi-la, primeiro tirando e removendo sua blusa; depois, com mais pele à vista, meus lábios começaram a descer pelo seu pescoço e pararam ali por alguns segundos, o destino eram seus peitinhos pequenos, então conduzi meus beijos até eles. Era a hora de soltar seu sutiã e revelar uns mamilos lindos, escuros e muito salientes que devorei com luxúria, o sabor era delicioso.
Depois de alguns minutos imóvel pelo prazer intenso que sentia, Tamara reagiu, tirando minha blusa rapidamente para exigir novos beijos de língua, desta vez com nossos corpos semidespidos e ardentes unidos por carícias sensuais.
Tammy tomou a iniciativa para terminar a tarefa de nos despir. Desabotoou sua calça, depois a minha, e enquanto tirava a dela, desceu com os lábios percorrendo do meu peito até minha barriga. Ali parou, ajoelhada, pronta para fazer meu membro totalmente inchado e desejoso de ser devorado seu; não precisei pedir, de uma puxada ela baixou minha calça junto com a cueca, mal fez uma pausa para apreciá-lo e, segurando-o com a mão esquerda, levou-o à boca e imediatamente o engoliu até a garganta. A sensação foi indescritível, me fez temer que duraria pouco com esse nível de excitação, mesmo assim aproveitei e deixei ela continuar. Ela, muito mais solta ao notar meu estado, começou a acariciar a parte de trás da minha perna esquerda e timidamente roçar minha bunda de vez em quando. Depois de alguns minutos, levou a mão direita ao meu pau e a esquerda às minhas bolas para começar a me masturbar enquanto continuava chupando freneticamente. Eu estava no paraíso, curtia o jogo de suas mãos, de sua língua, e também a cena da tremenda boquete que ela me oferecia; mas já era hora de agir. de novo. Eu a segurei gentilmente e me recostei na cama dela.
- Agora quero que você coloque sua buceta na minha boca enquanto continua chupando meu pau.
- Parece que você gostou da minha chupadinha — disse ela sorridente.
- Sim! E agora quero retribuir o favor.
Obediente, ela ajoelhou-se de cada lado da minha cabeça e aproximou sua vulva completamente encharcada da minha boca. No momento em que meus lábios beijaram os dela, senti um dos sabores mais viciantes que já experimentei na vida. Não conseguia fazer nada além de saborear aquela iguaria, desejoso de consumir até a última gota de seus sucos. Minha língua percorria toda a extensão de seus lábios, demorava-se em seu clitóris e voltava para sua vagina de forma descontrolada.
- Puta que pariu — ela gemeu inconscientemente.
Alternando entre beijos, lambidas e chupadas fortes, eu a impedia de continuar com o que fazia minutos antes. Diminuí um pouco o ritmo, e Tammy entendeu o que eu precisava naquele momento: sua boca envolvendo meu pau.
Agora meu prazer era duplo: meu pau entrando e saindo de sua boca e minha boca desfrutando de seu néctar abundante.
Mas eu sempre queria mais. Por isso, segurei-a firmemente pelos quadris e posicionei seu ânus na altura da minha língua.
- Caralho! — ela gritou.
Senti seu corpo se contorcer enquanto ela continuava gemendo. Percebi que ela adorava aquilo e que, se conseguisse mantê-la daquela maneira, poderia fazer o que quisesse naquela noite.
Ao mesmo tempo, minha excitação aumentava ao sentir aquela mulher se contorcendo com o movimento da minha boca, que chupava sua buceta e voltava para tentar penetrar seu cu com a língua.
Após um breve momento, senti meu pau envolto por uma mão que me masturbava freneticamente. Isso me deixou à beira do orgasmo.
- Ahhhhh! Isso! — gritei.
Sem hesitar, ela se inclinou novamente e me deu uma chupada final. Não consegui me segurar mais e explodi dentro de sua boca.
- Mmmmmm — ela suspirou, continuando a engolir as últimas gotas de sêmen que jorravam do meu pau.
Quando já não havia mais... Com mais porra do que saco, ela se virou sorrindo e se deitou ao meu lado, voltando aos nossos beijos adolescentes do começo. E eu estava tão excitado que, mesmo tendo gozado recentemente, meu pau continuava totalmente duro. Então, procurei no bolso da calça uma caixa de preservativos e rapidamente peguei e coloquei um.
Ela estava deitada de costas, sorridente, ansiosa pelo que estava por vir. E foi. Posicionei-me sobre ela e a beijei intensamente enquanto aproximava meu pau da sua buceta. Entrou com muita facilidade; quase não sentia dentro de sua vagina completamente encharcada. As bombadas foram suaves no início e, conforme o ritmo de sua respiração aumentava, eu acelerava a velocidade das minhas investidas.
— Ahhhhhhh! Que gostoso — disse ela suspirando.
— Parece que você está gostando. Está muito molhada.
— Ai! Sim! Estou muito excitada... Ahhhh!
Estávamos a mil, eu ofegante, metendo com todas as minhas forças. Ela rindo e gemendo ao mesmo tempo, totalmente extasiada.
— Sim! Sim! Sim! Ai, puta que pariu! Ahhhhhhh!
Fui diminuindo o ritmo até parar completamente, com meu pau ainda dentro de sua buceta encharcada. Beijei-a luxuriosamente um pouco mais e depois desci para saborear os líquidos que continuavam a escorrer.
Mas isso não podia acabar aí. Peguei a caixa de preservativos e abri um dos sachês de gel que vinha junto.
— O que você está fazendo? — perguntou retoricamente.
— Estou preparando algo que vai te deixar louca.
— Mmmmmm, mas olha que meu cu é só meu.
— É? Já vamos ver isso — respondi, sem dúvida alguma do que estava fazendo. Confia em mim, sei que você vai adorar isso.
— Mmmmm, gosto da segurança que você tem ao me propor essas coisas.
Isso era tudo o que eu precisava saber para continuar com meu plano. Coloquei meu dedo médio na entrada de seu cu e comecei a massagear suavemente em círculos, aplicando uma leve pressão que, em poucos segundos, resultaria em tê-lo todo dentro de sua bunda. Esse foi o momento para começar a meter e tirar lentamente ao mesmo tempo. que preparava o dedo indicador para enfiá-lo na sua buceta deliciosamente molhada. No instante em que sentiu meus dois dedos em seus dois buracos, ela gemeu grosseiramente de novo.
- Ai, usa a palavra: buceta...! Como eu gosto!
Girei meu dedo indicador para apoiar a ponta no seu ponto G e com o polegar comecei a massagear seu clitóris. Três dedos lhe davam prazer.
- Ahhhhh! Isso -exclamava com uma expressão de felicidade incontrolável no rosto-!
Isso me animou a continuar o vai e vem da minha mão com mais veemência, preparando sua bunda apetitosa para o que viria. E depois de alguns minutos já não podia esperar mais, retirei docemente minha mão da zona, me posicionei entre suas pernas enquanto lubrificava meu membro com outro sachê de gel. Peguei-a pela cintura e a levantei até a altura certa para apoiar o pau em seu buraco dilatado. Minha surpresa foi enorme quando senti aquele cuzinho deixar meu pau passar sem nenhuma resistência. Sua bunda já era minha.
Ela não mostrava expressão alguma de dor, muito pelo contrário. Mesmo assim fui cuidadoso e meus movimentos eram lentos e pausados; mas ao mesmo tempo podia sentir um prazer enorme devido ao aperto em volta do meu pau. Foram alguns minutos de grande deleite para mim. Vê-la por inteiro, sua vulva brilhante com a mistura de seus fluidos e minha saliva, sua bunda recebendo pau, seus peitinhos e aqueles mamilos bem durinhos que mal se moviam com seu corpo, e a expressão de seu rosto cheio de felicidade. Eu teria gostado de ficar assim por horas, porém estava no clímax. Precisava de uma bombeada forte para gozar, então tirei meu pau e com uma mão rapidamente tirei a camisinha para me masturbar ferozmente sobre seu ventre, onde derramei tudo em um intenso orgasmo que ela acompanhou com um olhar lascivo.
Ambos estávamos mais relaxados. Nos beijamos muito novamente e depois tomamos um banho com muitas carícias.
Com Tamara entendi o conceito de "ter química". Transamos loucamente no trabalho e na casa dela por um tempo. No entanto não pude aproveitar muito mais, a Tammy conhecia minha esposa e não quis participar de um relacionamento desse tipo...
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