Bom, pra ser meu primeiro conto, vou falar sobre quando minha vida sexual começou aos 18 anos. Pra quem quiser saber como sou fisicamente, tem fotos minhas no perfil, mas mais nova — hoje tenho 24 anos. Vou começar, obviamente os nomes são falsos, kkk.
Minha vida sexual foi algo bem estranho e quente. Eu guardei minha virgindade até os 18 porque era algo que eu queria, mas com tanta hormônio louco, vocês já sabem como eu tava. Fazia um tempo que, na faculdade, meu professor de álgebra me olhava como se me despisse com os olhos, e não culpo ele, porque meu corpo não dava pra esconder fácil, e com as blusas que eu usava, sempre tinha um decote bem cavado pra mostrar bem meus peitos. Bom, o professor, que se chama João, sempre fazia provas individuais, tipo, 41 provas diferentes, e por algum motivo, sempre me caía a prova mais difícil. Consegui passar duas, mas no final do semestre acabei reprovando. Um dia, quando todo mundo saiu da sala, já era tarde, umas 10 da noite, mas eu tinha carro. Encarei ele pra me explicar por que eu sempre pegava as provas mais difíceis, já que fui a única que reprovou a matéria (que ingênua). Tava puta, porque se eu não passasse, ia atrasar a faculdade, que era cara, e se meu pai descobrisse, me matava e tirava celular, carro, dinheiro, tudo. Ele disse:
João: Bom, eu não vejo assim. Cada prova foi sorteada, com o mesmo nível de dificuldade. Da próxima vez, você tem que se esforçar mais e aí não vai achar tão difícil. Boa sorte no próximo semestre.
Eu: Não, João, eu estudava pra caralho e vi as provas das minhas amigas, eram super fáceis.
João: Bom, mesmo assim, não tem mais o que fazer. Já passei os aprovados hoje de manhã.
Eu: João, por favor, se meu pai descobrir, ele me mata. Deve ter um jeito de me colocar entre os aprovados.
João: Bom, talvez tenha um.
Eu: Qual? Faço qualquer coisa.
João: Você pode ser minha hoje e amanhã, e aí eu digo que esqueci de passar um aluno.
Eu: Não seja porco, tchau! (e me virei pra ir embora)
João: Sorte explicando pra ele. Pô, pai, por que você me reprovou? Se você contar a verdade, ele vai achar que você inventou tudo isso pra não perder nada, hahaha.
Eu: (Pois é, ele tinha razão, parei na hora, pensei e talvez tivesse uma ideia pra me livrar dessa enrascada) Beleza, vamos fazer um trato: vou te chupar 5 vezes, quando e onde você quiser, mas nada de sexo. (Juan devia ter uns 38 anos, não era feio, mas também não era bonito.)
Juan: 10 vezes, e quero uma aqui mesmo.
Eu: AQUI!? CÊ TÁ MALUCO?
Juan: Você disse onde e quando quiser. (Droga, minhas palavras.)
Eu: Tá bom, então.
Juan: Ok, ajoelha e vem rastejando pra debaixo da minha mesa.
Eu fui me ajoelhando, morrendo de medo, porque nunca tinha chupado um pau. Me ajoelhei, rastejei, entrei debaixo da mesa dele e olhei pra ele. Peguei o zíper, puxei pra baixo, enfiei a mão, senti uma coisa mole e tirei pra fora. Comecei a masturbar ele, igual tinha visto em uns vídeos pornô, e aí foi endurecendo. Não sei se era grande ou não, porque nunca tinha visto um de verdade, só em vídeo, como falei. Lambi em círculos, olhava pra ele e ele dizia: "Uff, isso, putinha, começa a chupar." Como vi que ele tava gostando, comecei a lamber dos lados, de cima pra baixo e na ponta. Depois, coloquei na boca e fiz o que faço quando chupo pirulito: com o pau dele na boca, comecei a passar a língua em círculos e pelos lados, lambendo a ponta da rola com a ponta da língua. Ele suspirava, e nisso entra alguém.
Dona Júlia: Seu Juan, o senhor ainda está aqui?
Juan: Ah, sim, é que eu tava revisando umas notas, cometi um erro com uma aluna e vou passar ela pra aprovada amanhã.
E eu debaixo, ele segurou minha cabeça e enfiou o pau dele até a garganta. Minha boca tava toda ocupada, eu tava me engasgando, mas ele parecia estar adorando.
Dona Júlia: Ah, que bom, seu Juan. Então me avisa quando sair pra eu limpar a sala.
Juan: Não falta muito, dona Júlia, eu aviso.
Nisso ela vai embora, e ele solta minha cabeça. Eu tirei o pau dele da boca, respirei fundo e tossi. Falei: "Idiota, quase me afogou!" E ele disse: "Isso foi excitante, vagabunda." Olhei pra ele com cara de ódio, e ele me colocou... a mamar, mas dessa vez enfiando e tirando o pau da minha boca uma hora e outra até que começou a me comer mais forte pela boca e falou "abre grande ou te reprovo, engole, puta", e de medo eu abri grande e ele começou a gozar na minha boca, 4 jatos de porra meio grossos, e me fez limpar e tive que engolir, tinha gosto salgado e ruim, mas fazer o quê, e ainda faltavam outras 9. Saí, me arrumei e limpei a baba de tanto mamar.
Juan: "que delícia, Foxy. Amanhã é sábado, vai lá em casa, não vamos transar, mas vou te fazer mamar o dia todo."
Eu: "ok" (não queria admitir, mas tava super quente, adorei mamar o pau dele, mesmo não gostando muito do sêmen, e gostava de como ele me tratava, hahaha, e acho que ele sabia).
E fui embora, mas feliz, porque passei na matéria dele. Cheguei em casa e não tinha ninguém, mas o carro do meu tio, irmão da minha mãe, tava lá. Entrei e vi ele vendo TV, cumprimentei. Ele me olhou de cima a baixo e disse:
Tio Carlos: "Gaby, que linda você tá. Seus pais foram pra uma festa com sua tia, mas eu não tava a fim de socializar hoje, então fiquei. Seu irmão foi com os amigos beber. Como foi na facul?"
Eu: "Muito bem, tio, passei em todas as matérias e saí feliz." E meus peitos balançavam, e meu tio não perdia um detalhe.
Tio: "Então, parabéns." E me abraçou, apertou forte, e as mãos dele quase tocavam minha bunda.
Eu: "Valeu, tio" (já tava me esquentando demais). "Vou me trocar e preparar algo pra comer, aí vemos um filme."
Fui me trocar, coloquei uma camisola de alças que mal cobria meus bicos e chegava no começo da minha bunda, com uma calcinha fio dental preta. Fui preparar uns bolinhos com uma bebida de chocolate pra ele. Quando ficou pronto, fui pra sala, que tinha um sofá grande com uma mesinha na frente e a TV. Sem dobrar as pernas, me abaixei pra deixar os bolinhos e a bebida de chocolate, virei rápido e vi ele olhando pra minha bunda, nem percebeu que eu vi, hahaha. E disse:
Tio: "Gaby, você cresceu bastante, essa camisola já não te serve mais, hahaha." E ele segurava o pau.
Eu: "Haha, é, tio, mas eu adoro ela. bata é bem fresquinha e confortável
Tio: pois claro que é fresca, quase não tapa nada hahaha
Eu: ah tio, não seja antiquado, é assim que se usa kkk e sentei do lado dele, bem coladinha, pra ele ver bem meus peitos (tava muito louca, muito excitada, não sabia mais o que fazia, só sabia que queria pica)
Colocamos um filme e assistimos por uma hora, certeza que ele olhando meus peitos e pernas, e a pica dele não baixava nada, ele usava calça mas dava pra notar, não tava assim quando chegou kkkkkk levantei pra pegar água, e nem percebi que meu tio vinha atrás, parou bem atrás de mim e encostou a pica entre minhas nádegas, e falou no meu ouvido: sobrinha, me dá um pouco também? e eu respondi: claro tio, eu dou o que você pedir. E sem disfarçar, ele esfregava a pica na minha bunda e passou as mãos pela minha cintura, subiu até meus peitos, agarrou eles, eu gemi e ele rapidinho se despiu, mas não virei pra olhar, levantei mais a bunda e devia dar pra ver metade dela, ele colocou a pica entre minhas nádegas e ficava enfiando e tirando sem penetrar, e falava: que sobrinha mais putinha que tenho, esquentando o tio, nunca te deram pica, vagabunda? e eu só suspirava, me excitava com o que ele dizia. Me fez ajoelhar e me pôs pra chupar pica, a segunda pica do dia, e foi quando vi, a pica dele era um pouco menor que a do Juan, mas com uns 6 cm de largura, depois medi, e cheirei, cheirava a macho, passei a língua e masturbava rápido enquanto chupava a pontinha, coloquei metade na boca porque era o que cabia, e chupava enfiando e tirando, era um banquete. Depois me levantou, me colocou na mesa com as costas deitadas e a bunda à disposição dele, foi quando soube o que ia rolar e falei: tio, não tão forte, é minha primeira vez. E ele disse: sério? nunca te deram pica? pois hoje isso acaba, de agora em diante eu vou te dar. E foi enfiando devagar, na metade parou porque doía um pouco, e falou: caramba, sério que era virgem? tá sangrando kkk e o que faltava ele enfiou de uma vez, e uma onda de prazer e dor tomou meu corpo, e deixei escapar um gemido. Grande gemido, me agarrou pelo cabelo e começou a me comer devagar, vendo como entrava e saía o pau dele da minha buceta, me dava tapas na bunda e já era puro prazer, amava tudo que ele fazia comigo. "Mete o pau, tio", falei, e ele começou a me comer mais forte enquanto me segurava pelas nádegas e batia nelas, me chamava de sua puta, que de hoje em diante nunca me faltaria um pau e que sempre que ele quisesse me comeria, e eu respondia: "Sim, tio, sou sua puta, me come, mete o pau, ah ah sim, titio, mete o pau na puta da sua sobrinha". Ele mudou minha posição e me encostou na parede enquanto me comia com força e beijava minhas costas. "Que gostosa", ele me comia gostoso, sabia que era assim que se transava e que eu já fazia isso desde os 14, hahaha. Depois de me comer tanto, me levou pro sofá com o pau dele na minha buceta, tirou, sentou e disse: "Mamãe, vou gozar". Eu comecei a chupar ele rápido enquanto masturbava, ele gozou e eu saboreei a segunda gozada da noite. Limpei ele e ele disse: "Deus, você vai ser uma boa puta mesmo". Me deu um tapa na bunda e mandou eu me vestir, porque não sabia a que horas os outros que moram na casa chegariam, já que eram 4 da manhã. Fui dormir, e amanhã às 10 tinha que ir na casa do meu professor, hahaha. Me deitei feliz e pelo que viria.
Minha vida sexual foi algo bem estranho e quente. Eu guardei minha virgindade até os 18 porque era algo que eu queria, mas com tanta hormônio louco, vocês já sabem como eu tava. Fazia um tempo que, na faculdade, meu professor de álgebra me olhava como se me despisse com os olhos, e não culpo ele, porque meu corpo não dava pra esconder fácil, e com as blusas que eu usava, sempre tinha um decote bem cavado pra mostrar bem meus peitos. Bom, o professor, que se chama João, sempre fazia provas individuais, tipo, 41 provas diferentes, e por algum motivo, sempre me caía a prova mais difícil. Consegui passar duas, mas no final do semestre acabei reprovando. Um dia, quando todo mundo saiu da sala, já era tarde, umas 10 da noite, mas eu tinha carro. Encarei ele pra me explicar por que eu sempre pegava as provas mais difíceis, já que fui a única que reprovou a matéria (que ingênua). Tava puta, porque se eu não passasse, ia atrasar a faculdade, que era cara, e se meu pai descobrisse, me matava e tirava celular, carro, dinheiro, tudo. Ele disse:
João: Bom, eu não vejo assim. Cada prova foi sorteada, com o mesmo nível de dificuldade. Da próxima vez, você tem que se esforçar mais e aí não vai achar tão difícil. Boa sorte no próximo semestre.
Eu: Não, João, eu estudava pra caralho e vi as provas das minhas amigas, eram super fáceis.
João: Bom, mesmo assim, não tem mais o que fazer. Já passei os aprovados hoje de manhã.
Eu: João, por favor, se meu pai descobrir, ele me mata. Deve ter um jeito de me colocar entre os aprovados.
João: Bom, talvez tenha um.
Eu: Qual? Faço qualquer coisa.
João: Você pode ser minha hoje e amanhã, e aí eu digo que esqueci de passar um aluno.
Eu: Não seja porco, tchau! (e me virei pra ir embora)
João: Sorte explicando pra ele. Pô, pai, por que você me reprovou? Se você contar a verdade, ele vai achar que você inventou tudo isso pra não perder nada, hahaha.
Eu: (Pois é, ele tinha razão, parei na hora, pensei e talvez tivesse uma ideia pra me livrar dessa enrascada) Beleza, vamos fazer um trato: vou te chupar 5 vezes, quando e onde você quiser, mas nada de sexo. (Juan devia ter uns 38 anos, não era feio, mas também não era bonito.)
Juan: 10 vezes, e quero uma aqui mesmo.
Eu: AQUI!? CÊ TÁ MALUCO?
Juan: Você disse onde e quando quiser. (Droga, minhas palavras.)
Eu: Tá bom, então.
Juan: Ok, ajoelha e vem rastejando pra debaixo da minha mesa.
Eu fui me ajoelhando, morrendo de medo, porque nunca tinha chupado um pau. Me ajoelhei, rastejei, entrei debaixo da mesa dele e olhei pra ele. Peguei o zíper, puxei pra baixo, enfiei a mão, senti uma coisa mole e tirei pra fora. Comecei a masturbar ele, igual tinha visto em uns vídeos pornô, e aí foi endurecendo. Não sei se era grande ou não, porque nunca tinha visto um de verdade, só em vídeo, como falei. Lambi em círculos, olhava pra ele e ele dizia: "Uff, isso, putinha, começa a chupar." Como vi que ele tava gostando, comecei a lamber dos lados, de cima pra baixo e na ponta. Depois, coloquei na boca e fiz o que faço quando chupo pirulito: com o pau dele na boca, comecei a passar a língua em círculos e pelos lados, lambendo a ponta da rola com a ponta da língua. Ele suspirava, e nisso entra alguém.
Dona Júlia: Seu Juan, o senhor ainda está aqui?
Juan: Ah, sim, é que eu tava revisando umas notas, cometi um erro com uma aluna e vou passar ela pra aprovada amanhã.
E eu debaixo, ele segurou minha cabeça e enfiou o pau dele até a garganta. Minha boca tava toda ocupada, eu tava me engasgando, mas ele parecia estar adorando.
Dona Júlia: Ah, que bom, seu Juan. Então me avisa quando sair pra eu limpar a sala.
Juan: Não falta muito, dona Júlia, eu aviso.
Nisso ela vai embora, e ele solta minha cabeça. Eu tirei o pau dele da boca, respirei fundo e tossi. Falei: "Idiota, quase me afogou!" E ele disse: "Isso foi excitante, vagabunda." Olhei pra ele com cara de ódio, e ele me colocou... a mamar, mas dessa vez enfiando e tirando o pau da minha boca uma hora e outra até que começou a me comer mais forte pela boca e falou "abre grande ou te reprovo, engole, puta", e de medo eu abri grande e ele começou a gozar na minha boca, 4 jatos de porra meio grossos, e me fez limpar e tive que engolir, tinha gosto salgado e ruim, mas fazer o quê, e ainda faltavam outras 9. Saí, me arrumei e limpei a baba de tanto mamar.
Juan: "que delícia, Foxy. Amanhã é sábado, vai lá em casa, não vamos transar, mas vou te fazer mamar o dia todo."
Eu: "ok" (não queria admitir, mas tava super quente, adorei mamar o pau dele, mesmo não gostando muito do sêmen, e gostava de como ele me tratava, hahaha, e acho que ele sabia).
E fui embora, mas feliz, porque passei na matéria dele. Cheguei em casa e não tinha ninguém, mas o carro do meu tio, irmão da minha mãe, tava lá. Entrei e vi ele vendo TV, cumprimentei. Ele me olhou de cima a baixo e disse:
Tio Carlos: "Gaby, que linda você tá. Seus pais foram pra uma festa com sua tia, mas eu não tava a fim de socializar hoje, então fiquei. Seu irmão foi com os amigos beber. Como foi na facul?"
Eu: "Muito bem, tio, passei em todas as matérias e saí feliz." E meus peitos balançavam, e meu tio não perdia um detalhe.
Tio: "Então, parabéns." E me abraçou, apertou forte, e as mãos dele quase tocavam minha bunda.
Eu: "Valeu, tio" (já tava me esquentando demais). "Vou me trocar e preparar algo pra comer, aí vemos um filme."
Fui me trocar, coloquei uma camisola de alças que mal cobria meus bicos e chegava no começo da minha bunda, com uma calcinha fio dental preta. Fui preparar uns bolinhos com uma bebida de chocolate pra ele. Quando ficou pronto, fui pra sala, que tinha um sofá grande com uma mesinha na frente e a TV. Sem dobrar as pernas, me abaixei pra deixar os bolinhos e a bebida de chocolate, virei rápido e vi ele olhando pra minha bunda, nem percebeu que eu vi, hahaha. E disse:
Tio: "Gaby, você cresceu bastante, essa camisola já não te serve mais, hahaha." E ele segurava o pau.
Eu: "Haha, é, tio, mas eu adoro ela. bata é bem fresquinha e confortável
Tio: pois claro que é fresca, quase não tapa nada hahaha
Eu: ah tio, não seja antiquado, é assim que se usa kkk e sentei do lado dele, bem coladinha, pra ele ver bem meus peitos (tava muito louca, muito excitada, não sabia mais o que fazia, só sabia que queria pica)
Colocamos um filme e assistimos por uma hora, certeza que ele olhando meus peitos e pernas, e a pica dele não baixava nada, ele usava calça mas dava pra notar, não tava assim quando chegou kkkkkk levantei pra pegar água, e nem percebi que meu tio vinha atrás, parou bem atrás de mim e encostou a pica entre minhas nádegas, e falou no meu ouvido: sobrinha, me dá um pouco também? e eu respondi: claro tio, eu dou o que você pedir. E sem disfarçar, ele esfregava a pica na minha bunda e passou as mãos pela minha cintura, subiu até meus peitos, agarrou eles, eu gemi e ele rapidinho se despiu, mas não virei pra olhar, levantei mais a bunda e devia dar pra ver metade dela, ele colocou a pica entre minhas nádegas e ficava enfiando e tirando sem penetrar, e falava: que sobrinha mais putinha que tenho, esquentando o tio, nunca te deram pica, vagabunda? e eu só suspirava, me excitava com o que ele dizia. Me fez ajoelhar e me pôs pra chupar pica, a segunda pica do dia, e foi quando vi, a pica dele era um pouco menor que a do Juan, mas com uns 6 cm de largura, depois medi, e cheirei, cheirava a macho, passei a língua e masturbava rápido enquanto chupava a pontinha, coloquei metade na boca porque era o que cabia, e chupava enfiando e tirando, era um banquete. Depois me levantou, me colocou na mesa com as costas deitadas e a bunda à disposição dele, foi quando soube o que ia rolar e falei: tio, não tão forte, é minha primeira vez. E ele disse: sério? nunca te deram pica? pois hoje isso acaba, de agora em diante eu vou te dar. E foi enfiando devagar, na metade parou porque doía um pouco, e falou: caramba, sério que era virgem? tá sangrando kkk e o que faltava ele enfiou de uma vez, e uma onda de prazer e dor tomou meu corpo, e deixei escapar um gemido. Grande gemido, me agarrou pelo cabelo e começou a me comer devagar, vendo como entrava e saía o pau dele da minha buceta, me dava tapas na bunda e já era puro prazer, amava tudo que ele fazia comigo. "Mete o pau, tio", falei, e ele começou a me comer mais forte enquanto me segurava pelas nádegas e batia nelas, me chamava de sua puta, que de hoje em diante nunca me faltaria um pau e que sempre que ele quisesse me comeria, e eu respondia: "Sim, tio, sou sua puta, me come, mete o pau, ah ah sim, titio, mete o pau na puta da sua sobrinha". Ele mudou minha posição e me encostou na parede enquanto me comia com força e beijava minhas costas. "Que gostosa", ele me comia gostoso, sabia que era assim que se transava e que eu já fazia isso desde os 14, hahaha. Depois de me comer tanto, me levou pro sofá com o pau dele na minha buceta, tirou, sentou e disse: "Mamãe, vou gozar". Eu comecei a chupar ele rápido enquanto masturbava, ele gozou e eu saboreei a segunda gozada da noite. Limpei ele e ele disse: "Deus, você vai ser uma boa puta mesmo". Me deu um tapa na bunda e mandou eu me vestir, porque não sabia a que horas os outros que moram na casa chegariam, já que eram 4 da manhã. Fui dormir, e amanhã às 10 tinha que ir na casa do meu professor, hahaha. Me deitei feliz e pelo que viria.
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