De repente começou uma confusão e ouvi um monte de gritos. Na frente do bar, rolou uma briga, daquelas que sempre acontecem em festas. Eu tava conversando com uma mina, então não liguei muito, até que um amigo gritou da porta:
— Lucas!!! É sua mãe!!
Meu coração deu um pulo e veio uma descarga de adrenalina. Não lembro direito o que aconteceu naqueles 15 segundos, mas o que vi soltou uma fera dentro de mim que até quem me conhece se assustou. Um cara tinha empurrado e batido na minha mãe, que tava caída no chão, gritando e xingando igual uma louca. Um amigo entrou na briga e tava batendo em outro sujeito, e o que tinha agredido minha mãe tava sendo segurado por um conhecido. Com a raiva que tava, fui direto nele e dei um soco na cara que deixou ele atordoado. Ele se jogou pra trás e eu acertei outro que derrubou ele. Enquanto ele caía, fui dar um chute, mas os vizinhos me seguraram e, por mais que tentasse, não consegui. Meu amigo, enquanto isso, tava dando conta do outro cara. Voltei pra minha mãe, que tava sentada na calçada chorando. Abracei ela e falei que tinha acabado.
Um palhaço deve ter passado a mão na bunda da minha mãe. Ela deu um tapa na cara dele e aí a merda virou. Fomos parar no posto de saúde e depois registrar um BO na delegacia. Minha mãe se fodeu mais: ficou com a perna engessada e um baita susto.
Vou falar: meu nome é Lucas, tenho 26 anos, e minha mãe chama Asunción, mas todo mundo chama ela de Asun. Moramos juntos desde que o filho da puta do meu pai nos largou por outra mulher, mas graças ao bom emprego da minha mãe e aos negócios da família que sempre renderam grana, nunca faltou nada. Minha mãe, além de ser a melhor mãe do mundo, é uma senhora de cinquenta anos que tá uma gostosa. Sempre foi muito vaidosa e se cuidou pra caralho. É uma mulher que chama atenção dos homens... e dos meus amigos. No começo, me incomodava, até que tive que aceitar que tinha uma mãe que era “muito boa”... como eles diziam. amigos.
A Asun tinha uma juba curta e preta que contrastava com a pele branquinha dela. Tinha um rostinho redondo com olhos claros e um nariz com "personalidade", meio grandinho, mas que dava um toque sexy, pelo menos pra mim era isso. Era magra, com um corpo bem agradecido graças à academia, mas o que ela não tinha conseguido parar era o tempo passando, e os quadris tinham alargado um pouco. Tinha um peito médio com uma bunda generosa e umas pernas torneadas, pra ser sincero, melhor que algumas minas com quem eu tinha transado.
Era verão, e por causa do acidente não pude viajar com uns amigos de férias. Minha mãe até insistiu pra eu ir, mas não tava a fim de deixar ela sozinha com minha tia. Os primeiros dias eu tava meio dolorida e foram os piores, não conseguia dormir direito, tudo que tinha acontecido tinha assustado ela e ela não gostava de ficar sozinha. Tive que cuidar dela, por sorte vinha uma moça limpar duas vezes por semana e minha atenção ficava nela e em deixar tudo mais ou menos arrumado. O mais constrangedor foi ter que ajudar ela a trocar de roupa, no início a gente passou mal os dois, ficamos nervosos até virar rotina. Com a perna engessada, eu tinha que ajudar a tirar e colocar calças, saias ou calcinhas, na primeira vez, de vergonha, olhava pra outro lado pra não ver a buceta dela, depois de umas duas vezes, dei uma olhadinha furtiva vendo os pelos que escondiam a racha da minha mãe, desde pequeno não via ela pelada.
No terceiro dia, ela tomou banho sozinha, não queria que eu ajudasse porque dizia se sentir um inútil, mas não foi muito bem e saiu mal-humorada. Então, na próxima vez que ela tomou banho, tive que ajudar. Ela saiu do quarto com um roupão e com as muletas veio até o banheiro, onde tirou o roupão, ficando pelada. Ajudei ela a colocar uma capa especial que comprei numa ortopedia pra não molhar o gesso e ela entrou na banheira.
— Lucas, já posso sozinha. — Disse ela. enquanto tomava banho.
É melhor eu te ajudar. – insisti
Regulei a temperatura e, com um jato bem fino, enquanto ela estava reclinada com a perna levantada apoiada na borda, fui molhando o corpo com cuidado. Comecei pelos ombros, passando pelos peitos e descendo pela barriga, molhei levemente a buceta dela e passei para a perna. Pra não respingar, passava a mão na coxa dela, enquanto, sem perceber, fazia uma massagem. Peguei o gel, coloquei na mão e passei pra minha mãe. Enquanto eu passava na perna, ela se ensaboava pelo corpo. Cheguei na coxa, mas quando fiquei perto da buceta, parei. E aí tive uma das cenas mais eróticas da minha vida: ela levou a mão até a buceta e se limpou um pouco. Senti um arrepio no corpo que me deixou nervoso. Acho que minha mãe percebeu meu nervosismo e, sem dizer nada, passei a água de novo pra tirar o sabão. Não sei se minha imaginação pregou uma peça, mas me pareceu que os mamilos dela tinham endurecido. Quando cheguei com a água na buceta, ela passou a mão de novo pra tirar bem o sabão, e depois voltei a passar a mão nas pernas. Eu tava mole que nem gelatina, a mão tremeu um pouco enquanto eu tentava disfarçar.
– Agora passa a esponja nas minhas costas.
Ajudei ela a se levantar, ela virou de costas e esfreguei suavemente as costas. Quando a esponja secava, molhava de novo e continuava. O que mais gostei foi esfregar a bunda, vendo a carne balançar a cada passada. Passei sabão na esponja e ensaboei as costas dela. Pra se ajustar, ela se apoiou na parede, deixando a bunda levemente pra fora, e não sei por que me deu na telha molhar a esponja de novo com sabão e apertar ela enquanto as gotas escorriam pelo rabo da minha mãe. Que bunda!!! que minha mãe tinha. Terminei de enxaguar ela e ajudei a sair da banheira. Enquanto ela se equilibrava, passei uma toalha pra ela se secar. Com dificuldade, ela se virava, então tive que secar as costas e a perna dela.
– Agora me ajuda a passar o creme. Para o corpo?
Sim, claro...
Foda-se esse pote marrom e vamos pro quarto.
Foi assim que fizemos: ela foi nua com as muletas e eu atrás. Sentou na cama e passou creme nos peitos, depois desceu pela barriga. Aí eu tive que passar nela pela perna, comecei pelo pé e fui subindo com as duas mãos pela perna, até chegar na coxa. Não sei se foi sem querer, mas cheguei na virilha e senti os pelinhos da buceta. Depois me coloquei atrás dela e foi a vez das costas.
Muito obrigada, filho!! Que sorte ter você em casa. – Disse alegremente.
Você precisar de qualquer coisa, é só pedir...
Me ajuda a me vestir. – Disse piscando o olho.
Tanto ela quanto eu gostamos. Minha mãe pedia pra eu dar banho nela todo dia, e eu adorava poder passar meus dedos pelo corpo dela. Viver uma situação tão íntima foi nos unindo, tínhamos mais confiança e contávamos coisas que antes nem se falavam. Ela me elogiava, dizendo que eu era um cavalheiro, muito bom e que era o homem da casa. Eu também elogiava ela, dizendo como ela acordava gostosa de manhã e que era uma sorte ter uma mulher assim como mãe. Tenho que dizer também que algumas noites eu batia uma pensando nela, ela era o centro das minhas fantasias eróticas.
Assim passaram três semanas. No último dia antes de ir ao médico, ela estava de muito bom humor. Começou a brincar que alguma amiga dela já gostaria de estar na situação dela. Eu respondia que era homem de uma mulher só, enquanto ríamos. Ao ajudá-la a entrar na banheira, dei um tapa nela dizendo:
Vamos, senhora, se apresse!!
Uii!! Não bate na bunda gorda da sua mãe.
Que gorda o quê!! Muitas mulheres mais novas iam querer ter essa bunda.
Que coisas você fala, bobo...
Continuamos conversando entre brincadeiras enquanto eu dava banho nela, até que ela pegou o chuveiro e me molhou toda, soltando uma gargalhada.
Você vai... sua safada...
Ei!! Respeito com sua mãe. – Disse entre risos.
Levantei para tirar a camiseta molhada e aproveitei para molhar a cueca enquanto continuava rindo.
—Você é safada! — falei brincando.
—Vai, tira a roupa, senão vai pegar um resfriado.
Tirei a camiseta e depois a cueca, ficando completamente nu. Ela fixou o olhar no meu pau, que já estava meio grosso, e disse:
—Fazia anos que não te via pelado...
—Pois eu, você desde ontem. — cortando ela.
—É, verdade, você conhece meu corpo todinho... vamos, entra na banheira.
Sentei atrás da minha mãe, abri as pernas e ela se acomodou no meu tronco. Por trás, eu molhava o peito e a barriga dela, enquanto apoiava a cabeça no ombro dela. Dava pra sentir a respiração dela, nossas bocas estavam bem perto, e isso fez meu pau ficar meio duro. Minha mãe, ao sentir meu membro nas costas dela, teve os mamilos endurecidos. Peguei a esponja pra ensaboar, passei pelo tronco roçando nos peitos, depois desci direto pra barriga e, depois de brincar um pouco, coloquei mais gel e molhei a esponja. Coloquei minha mão na altura do queixo dela, apertando a esponja, e molhei os peitos dela de sabão enquanto ela se apalpava e esfregava o sabão. Sem perceber, ela abriu as pernas, e repeti a jogada: eu jogava o sabão e ela passava a mão. As risadas pararam, nós dois curtimos em silêncio. Dessa vez, quem tava meio nervosa era ela, dava pra sentir o corpo dela tremendo.
A punheta daquela noite foi especial. Tava tão excitado que não conseguia dormir e tive que bater mais uma. Minha mãe não saía da minha cabeça, queria possuir o corpo dela. Mas não era só eu: ela também teve uma noite prazerosa, molhou a calcinha enquanto dormia. Na manhã seguinte, fui ajudar ela e, como todo dia, fui tirar a calcinha dela, que tava resistindo por causa dos fluidos que tinham secado e grudado nos pelos. Assim que tirei a peça, vi que tava manchada de um líquido branco seco, e o cheiro forte de sexo chegou no meu nariz. Até ela sentiu o cheiro e passou um mau momento. Depois de ajudar ela a se vestir, fui ao banheiro jogar a calcinha no cesto de roupa suja, e não consegui resistir a cheirar ela, “mmmmmm”, “que cheirinho gostoso” pensei
No médico, disseram que já podiam tirar o gesso, ela tinha que tomar cuidado na primeira semana, mas já estava boa. Desde que saímos do consultório, minha mãe percebeu que eu estava sério enquanto dirigia, “já não poderia mais dar banho na minha mãe” eu pensava...
O que foi, meu amor? – Perguntou enquanto acariciava meu cabelo.
Nada – Respondi seco.
Conta, vai...
Depois de um tempo em silêncio, falei:
Essas últimas semanas foram muito gostosas com você, cuidando de você e tal.
Amor, sua mãe ainda está aqui, não vai a lugar nenhum.
Já... mas você não precisa mais de mim.
Agora preciso mais do que nunca.
Essas palavras viraram meu coração, não respondi, tentava não me distrair mais do que o necessário enquanto dirigia.
Como você se comportou foi maravilhoso, você agiu como um homem. Cuidou de mim e me mimou, me fez sentir especial. Sei que posso contar com você, e você, claro, pode contar comigo.
Não sabia se essas palavras tinham segundas intenções, minha mente quente interpretava o que eu queria ouvir.
Por minha culpa você ficou sem férias, pensei em irmos os dois juntos de férias uns dias, o que acha?
Genial, mãe!! Para onde?
Pensei em ir para um hotel na costa, o que acha?
Tudo mudou, fiquei super animado em ir e aproveitar os últimos dias de férias com ela. Quando chegamos em casa, ela pesquisou na internet e fez umas ligações, em 30 minutos já tínhamos reserva de avião e hotel, ela não poupou gastos, como ela disse “eram umas férias especiais e a gente tinha que aproveitar”. Em dois dias já estávamos no hotel, era cinco estrelas, tinha de tudo e o quarto era dos melhores. Bem amplo, com cama de casal e uma varanda separada por um muro das outras para manter a privacidade.
Descemos para o buffet do hotel pra comer enquanto planejávamos o que íamos fazer, minha mãe tava toda animada, não parava de falar e rir. Enquanto conversávamos, ela segurava minha mão em cima da mesa, e eu achava estranho sentir aquele afeto em público.
— Já reparou, filho, como eles tão olhando pra gente?
— Tão olhando pra você, mãe, que tá muito gostosa.
— Não me chama de mãe, me chama pelo meu nome.
— Você prefere assim?
— Sim, tamo de férias como se fosse um casal, né? Lucas?
— Tá bom, senhorita Asun — respondi com sarcasmo.
— Senhorita não, senhora. Que eu tô com o homem mais gato.
Rimos juntos, a cumplicidade era total, parecíamos mais um casal do que mãe e filho. Depois de comer, demos uma volta pela cidade, não andamos muito porque ela cansava com a perna, então paramos num terraço pra tomar um café.
— Lucas, para de me olhar assim...
— Desculpa, é que você tá linda demais com esse vestido.
— Valeu! — respondeu sorrindo.
— A verdade é que você é linda sempre, foi uma sorte ver esse corpo tão gostoso.
— Bom, esse corpo já tá decaindo com a idade.
— Eu acho que curto mais corpos maduros do que os de novinhas, olha só! Vou sentir falta de te dar banho.
— A gente mora junto, Lucas, quando quiser pode me ajudar a tomar banho, não precisa parar de tomar banho junto. Eu sem o gesso poderia te dar banho como quando você era pequeno.
Ela segurou minha mão e me deu um beijo na bochecha, dizendo:
— Te amo, querido, você é o amor da minha vida. Eu soube na hora que você se jogou naquele babaca e depois cuidou de mim todo esse tempo, sei que sempre vai estar do meu lado. O tempo vai passar, você vai fazer sua própria vida, mas sempre vai me ter em casa pro que precisar.
As palavras da minha mãe ficaram gravadas a fogo na minha mente.
— Eu também te amo, Asun.
Voltamos pro hotel, o resto da tarde passamos na piscina. Como minha mãe ainda andava meio desengonçada, tive que ajudá-la um pouco na água, aproveitando pra tocar na cintura e nos quadris dela com a aprovação dela. Quando subimos pro quarto pra Tomar banho e nos vestir pra janta, ligaram da recepção por um engano com a reserva. Minha mãe foi tomar banho, fiquei puto porque queria ficar com ela, e desci meio emburrado. Depois de 30 minutos de espera, finalmente me atenderam, resolvi a parada e voltei rapidão pro quarto. Encontrei minha mãe já pronta.
Asun!! Você tá gostosa pra caralho
Ela tinha vestido um preto até o joelho que marcava a silhueta dela, com uns sapatos de salto combinando. Cheguei perto, peguei na mão dela e repeti como ela tava linda. Ela respondeu com um abraço de agradecimento, e eu senti os peitos dela contra o meu peito e o cheiro do perfume no meu nariz. Ela se afastou e falou:
Quer que a gente jante no quarto? Um jantar romântico?
Perfeito!! – Respondi todo animado.
Toma um banho e fica bonito pra sua mulher.
Chamamos o serviço de quarto, pedimos uns pratos de petiscos e sushi. Pra beber, uma garrafa de vinho reserva e champanhe. Enquanto traziam, tomei um banho e me vesti pra ocasião, com um shorts e uma camiseta colada no corpo. Montaram a janta na mesa da varanda, dei uma gorjeta e sentamos, abrindo a garrafa de vinho.
Vamos fazer um brinde. – Disse minha mãe enquanto enchia duas taças.
Por nós?
Sim, por nós e nossas férias românticas.
Juntamos as taças, demos um gole e começamos a jantar. Foi um momento mágico, com uma temperatura gostosa debaixo das estrelas e o som da orquestra do hotel ao fundo, com uma mulher linda e uma conversa animada. Terminamos a comida e quase a garrafa toda. Minha mãe começou a rir à toa, não sei se por causa do vinho ou se ela tava tão nervosa quanto eu.
Asun, tu ficou corada.
Deve ser do vinho. – Respondeu sorrindo.
Quer dançar?
Uau! Que surpresa, Lucas!! – Exclamou – Sabe dançar?
Não muito, mas contigo com certeza vou me sair bem.
Levantei e estendi a mão pra ela. Aceitou o convite. Peguei ela na cintura e ela passou Mãos nos ombros, demorei pra pegar o ritmo suave da música, mas com a ajuda dela tudo ficou mais fácil. A gente se olhava sério, ninguém falava nada, sentia o hálito dela no meu rosto. Criei coragem e fui dar um beijo, e bem nessa hora ela encostou a cabeça no meu peito, senti o calor do corpo dela contra o meu, naquele instante me senti o cara mais sortudo do mundo. Apertava ela pela cintura contra o meu corpo, tentando fazer ela sentir meu volume, até cheguei a colocar as mãos na bunda dela. A gente dançou duas músicas sem falar nada, roçando nossos corpos quentes até que ela me disse:
— Lucas, eu te amo...
Ela se afastou, pegou a garrafa e encheu as duas taças, me deu uma e virou a outra de uma vez. Se apoiou no que era o muro do mirante da sacada, me encarando, esperando eu chegar perto. Também virei a taça de vinho de um gole e fui até ela.
— Te amo, Asun.
Passei a mão no rosto dela, tirei o cabelo que o vento balançava e aproximei minha boca da dela. Teve um momento de dúvida, a gente parou no meio do caminho enquanto sentia a respiração. Juntei meus lábios nos dela e dei um selinho, depois um segundo beijo que foi correspondido. No terceiro beijo que dei, ela abriu os lábios, sentindo a umidade da boca dela. Nossas línguas se roçaram, causando um tesão no estômago que nunca tinha sentido antes, nossos corpos tremiam de excitação enquanto eu segurava ela pela cintura. A gente se beijou com doçura e muito amor, depois de cada beijo a gente se olhava e soltava um sorriso bobo. Depois de nos abraçar de novo, com uma mão passei pelo peito dela, com a ponta dos dedos rocei o contorno dos peitos, senti como os mamilos estavam duros, então apertei um peito, fazendo ela soltar um gemidinho. Desci a mão pela barriga dela até chegar na buceta, passando de novo com delicadeza os dedos, acariciei a buceta por cima do vestido, fazendo com que minha mãe abrisse as pernas e com as mãos... Levantou devagar o vestido até a cintura. Tava com as pernas abertas, as coxas brancas e lisas, com uma calcinha fio dental bordada onde dava pra ver os pelinhos. Fiquei na frente da buceta dela pra tocar com os dedos, enquanto ela continuava segurando a barra do vestido com as mãos e tinha jogado a cabeça pra trás, submissa, recebendo prazer. Agarrei as coxas dela, enfiei a cabeça e beijei a buceta, ela gemeu enquanto eu chupava a xota por cima da calcinha preta, o calor e o cheiro que saía me deixavam louco. A calcinha ficou molhada, não sei se pela minha baba ou pelos fluidos dela... ou pelos dois.
Ela se afastou com a mão e, sem parar de me olhar, foi andando até o quarto. Quando chegou na altura da porta, deslizou as alças do vestido pelos ombros e deixou cair. Foi até a cama de salto alto e calcinha, tava um tesão, nunca tinha conhecido uma mulher tão erótica e sensual. Sentou na ponta da cama de pernas abertas, apoiada com os braços pra trás. Eu me ajoelhei, juntei as pernas dela pra tirar a calcinha e ela abriu de novo. Na minha frente, tinha a racha da minha mãe escancarada. Tava brilhando e muito molhada, enfiei a boca e chupei a buceta enquanto ela gemia e falava meu nome.
Lucas... siiiim... me deixa louca... mmmm...
Eu chupava a xota devagar, saboreava cada líquido que saía da racha dela, passando a língua pelos lábios da buceta, mordiscando o clitóris e enfiando a língua o mais fundo possível. Quando eu chupava a área do clitóris e enfiava um dedo, era quando ela mais gozava.
Enfia o dedo... que eu gosto... mmmmm... como você me deixa...
Ela segurou as próprias pernas e colocou a bunda pra cima. Agarrei a bunda dela e chupei o cu enquanto brincava com o dedo. Quando terminei, me despi e segurei a pica dura com a mão. Minha mãe se levantou e soltou o sutiã, pegou na minha pica e brincou um pouco com ela. Passou ela nos peitos, enquanto deixava cair saliva nos mamilos e deslizava a pica. Aproximou a boca e lambeu a cabecinha, brincou um pouco até enfiar na boca e depois de brincar um tempo disse:
Tava com tanta vontade de chupar essa pica..... é muito gostosa….
Enquanto me chupava a pica eu apalpava um peito dela, eles eram meio caídos, o que dava ainda mais tesão, com uns mamilos médios e durinhos. Ela se deliciou um bom tempo, enfiava até o fundo e brincava com a língua, depois passava a língua pela pica e me chupava as bolas.
Mmmm... que gostosa... como eu gosto...- Ela disse enquanto me punhetava com a mão e me olhava nos olhos.
Eu não falava nada, mal conseguia me segurar de tesão. Ver minha mãe curtindo minha pica enquanto falava comigo me deixava louco. Ela parou de chupar, se levantou e me beijou na boca, com uma mão me mandou deitar na cama, eu virei de barriga pra cima, ela encostou a buceta na minha pica e ficou esfregando enquanto gemia de prazer. Nunca vou esquecer a primeira vez que penetrei minha mãe, ela se agachou sobre meu pau ereto, com uma mão abriu os lábios da buceta e com a outra ajudou a enfiar a pica, senti a rachadura molhada e quente enquanto a pica deslizava fácil. Ver minha mãe de pernas abertas com os saltos altos montando na minha pica ia me fazer gozar pra caralho, a buceta dela escancarada enquanto a pica entrava e o balanço dos peitos dela me faziam me agarrar forte na cama enquanto ela gemia de prazer. Minha pica ficou cheia do líquido branco e viscoso do sexo feminino e ela não parava de gemer:
Aaahh,,, simsim,,, aaahh... vou gozar... vou gozaaaar....mmmmm
Ahhh... eu também Asunn.... eu também.....
Com um movimento rápido, ela tirou a pica e colocou a buceta na minha cara enquanto terminava de se masturbar e gozava gritando de prazer. Da buceta dela saiu um líquido que molhou minha cara toda, eu gozei na hora sem ela nem me tocar e de tesão ela enfiou minha cara na buceta dela provando os fluidos. Meu esperma foi parar nas costas dela, ao sentir o líquido quentinho, ela Passei a mão nas costas dela e com o dedo peguei um pouco, pra depois enfiar na boca. A gente tava exausto, nos abraçamos enquanto nos beijávamos e dissemos o quanto nos amávamos... ficamos um tempão deitados, enquanto eu acariciava o corpo dela.
A Asun foi a melhor transa da minha vida.
A minha também, amor...
Mas uma coisa... eu não coloquei camisinha...
Não se preocupa, que eu ainda tomo a pílula pra menstruação.
Tá bom, melhor.
A gente não saiu da cama a noite toda, até dormirmos profundamente depois de transar mais duas vezes.
— Lucas!!! É sua mãe!!
Meu coração deu um pulo e veio uma descarga de adrenalina. Não lembro direito o que aconteceu naqueles 15 segundos, mas o que vi soltou uma fera dentro de mim que até quem me conhece se assustou. Um cara tinha empurrado e batido na minha mãe, que tava caída no chão, gritando e xingando igual uma louca. Um amigo entrou na briga e tava batendo em outro sujeito, e o que tinha agredido minha mãe tava sendo segurado por um conhecido. Com a raiva que tava, fui direto nele e dei um soco na cara que deixou ele atordoado. Ele se jogou pra trás e eu acertei outro que derrubou ele. Enquanto ele caía, fui dar um chute, mas os vizinhos me seguraram e, por mais que tentasse, não consegui. Meu amigo, enquanto isso, tava dando conta do outro cara. Voltei pra minha mãe, que tava sentada na calçada chorando. Abracei ela e falei que tinha acabado.
Um palhaço deve ter passado a mão na bunda da minha mãe. Ela deu um tapa na cara dele e aí a merda virou. Fomos parar no posto de saúde e depois registrar um BO na delegacia. Minha mãe se fodeu mais: ficou com a perna engessada e um baita susto.
Vou falar: meu nome é Lucas, tenho 26 anos, e minha mãe chama Asunción, mas todo mundo chama ela de Asun. Moramos juntos desde que o filho da puta do meu pai nos largou por outra mulher, mas graças ao bom emprego da minha mãe e aos negócios da família que sempre renderam grana, nunca faltou nada. Minha mãe, além de ser a melhor mãe do mundo, é uma senhora de cinquenta anos que tá uma gostosa. Sempre foi muito vaidosa e se cuidou pra caralho. É uma mulher que chama atenção dos homens... e dos meus amigos. No começo, me incomodava, até que tive que aceitar que tinha uma mãe que era “muito boa”... como eles diziam. amigos.
A Asun tinha uma juba curta e preta que contrastava com a pele branquinha dela. Tinha um rostinho redondo com olhos claros e um nariz com "personalidade", meio grandinho, mas que dava um toque sexy, pelo menos pra mim era isso. Era magra, com um corpo bem agradecido graças à academia, mas o que ela não tinha conseguido parar era o tempo passando, e os quadris tinham alargado um pouco. Tinha um peito médio com uma bunda generosa e umas pernas torneadas, pra ser sincero, melhor que algumas minas com quem eu tinha transado.
Era verão, e por causa do acidente não pude viajar com uns amigos de férias. Minha mãe até insistiu pra eu ir, mas não tava a fim de deixar ela sozinha com minha tia. Os primeiros dias eu tava meio dolorida e foram os piores, não conseguia dormir direito, tudo que tinha acontecido tinha assustado ela e ela não gostava de ficar sozinha. Tive que cuidar dela, por sorte vinha uma moça limpar duas vezes por semana e minha atenção ficava nela e em deixar tudo mais ou menos arrumado. O mais constrangedor foi ter que ajudar ela a trocar de roupa, no início a gente passou mal os dois, ficamos nervosos até virar rotina. Com a perna engessada, eu tinha que ajudar a tirar e colocar calças, saias ou calcinhas, na primeira vez, de vergonha, olhava pra outro lado pra não ver a buceta dela, depois de umas duas vezes, dei uma olhadinha furtiva vendo os pelos que escondiam a racha da minha mãe, desde pequeno não via ela pelada.
No terceiro dia, ela tomou banho sozinha, não queria que eu ajudasse porque dizia se sentir um inútil, mas não foi muito bem e saiu mal-humorada. Então, na próxima vez que ela tomou banho, tive que ajudar. Ela saiu do quarto com um roupão e com as muletas veio até o banheiro, onde tirou o roupão, ficando pelada. Ajudei ela a colocar uma capa especial que comprei numa ortopedia pra não molhar o gesso e ela entrou na banheira.
— Lucas, já posso sozinha. — Disse ela. enquanto tomava banho.
É melhor eu te ajudar. – insisti
Regulei a temperatura e, com um jato bem fino, enquanto ela estava reclinada com a perna levantada apoiada na borda, fui molhando o corpo com cuidado. Comecei pelos ombros, passando pelos peitos e descendo pela barriga, molhei levemente a buceta dela e passei para a perna. Pra não respingar, passava a mão na coxa dela, enquanto, sem perceber, fazia uma massagem. Peguei o gel, coloquei na mão e passei pra minha mãe. Enquanto eu passava na perna, ela se ensaboava pelo corpo. Cheguei na coxa, mas quando fiquei perto da buceta, parei. E aí tive uma das cenas mais eróticas da minha vida: ela levou a mão até a buceta e se limpou um pouco. Senti um arrepio no corpo que me deixou nervoso. Acho que minha mãe percebeu meu nervosismo e, sem dizer nada, passei a água de novo pra tirar o sabão. Não sei se minha imaginação pregou uma peça, mas me pareceu que os mamilos dela tinham endurecido. Quando cheguei com a água na buceta, ela passou a mão de novo pra tirar bem o sabão, e depois voltei a passar a mão nas pernas. Eu tava mole que nem gelatina, a mão tremeu um pouco enquanto eu tentava disfarçar.
– Agora passa a esponja nas minhas costas.
Ajudei ela a se levantar, ela virou de costas e esfreguei suavemente as costas. Quando a esponja secava, molhava de novo e continuava. O que mais gostei foi esfregar a bunda, vendo a carne balançar a cada passada. Passei sabão na esponja e ensaboei as costas dela. Pra se ajustar, ela se apoiou na parede, deixando a bunda levemente pra fora, e não sei por que me deu na telha molhar a esponja de novo com sabão e apertar ela enquanto as gotas escorriam pelo rabo da minha mãe. Que bunda!!! que minha mãe tinha. Terminei de enxaguar ela e ajudei a sair da banheira. Enquanto ela se equilibrava, passei uma toalha pra ela se secar. Com dificuldade, ela se virava, então tive que secar as costas e a perna dela.
– Agora me ajuda a passar o creme. Para o corpo?
Sim, claro...
Foda-se esse pote marrom e vamos pro quarto.
Foi assim que fizemos: ela foi nua com as muletas e eu atrás. Sentou na cama e passou creme nos peitos, depois desceu pela barriga. Aí eu tive que passar nela pela perna, comecei pelo pé e fui subindo com as duas mãos pela perna, até chegar na coxa. Não sei se foi sem querer, mas cheguei na virilha e senti os pelinhos da buceta. Depois me coloquei atrás dela e foi a vez das costas.
Muito obrigada, filho!! Que sorte ter você em casa. – Disse alegremente.
Você precisar de qualquer coisa, é só pedir...
Me ajuda a me vestir. – Disse piscando o olho.
Tanto ela quanto eu gostamos. Minha mãe pedia pra eu dar banho nela todo dia, e eu adorava poder passar meus dedos pelo corpo dela. Viver uma situação tão íntima foi nos unindo, tínhamos mais confiança e contávamos coisas que antes nem se falavam. Ela me elogiava, dizendo que eu era um cavalheiro, muito bom e que era o homem da casa. Eu também elogiava ela, dizendo como ela acordava gostosa de manhã e que era uma sorte ter uma mulher assim como mãe. Tenho que dizer também que algumas noites eu batia uma pensando nela, ela era o centro das minhas fantasias eróticas.
Assim passaram três semanas. No último dia antes de ir ao médico, ela estava de muito bom humor. Começou a brincar que alguma amiga dela já gostaria de estar na situação dela. Eu respondia que era homem de uma mulher só, enquanto ríamos. Ao ajudá-la a entrar na banheira, dei um tapa nela dizendo:
Vamos, senhora, se apresse!!
Uii!! Não bate na bunda gorda da sua mãe.
Que gorda o quê!! Muitas mulheres mais novas iam querer ter essa bunda.
Que coisas você fala, bobo...
Continuamos conversando entre brincadeiras enquanto eu dava banho nela, até que ela pegou o chuveiro e me molhou toda, soltando uma gargalhada.
Você vai... sua safada...
Ei!! Respeito com sua mãe. – Disse entre risos.
Levantei para tirar a camiseta molhada e aproveitei para molhar a cueca enquanto continuava rindo.
—Você é safada! — falei brincando.
—Vai, tira a roupa, senão vai pegar um resfriado.
Tirei a camiseta e depois a cueca, ficando completamente nu. Ela fixou o olhar no meu pau, que já estava meio grosso, e disse:
—Fazia anos que não te via pelado...
—Pois eu, você desde ontem. — cortando ela.
—É, verdade, você conhece meu corpo todinho... vamos, entra na banheira.
Sentei atrás da minha mãe, abri as pernas e ela se acomodou no meu tronco. Por trás, eu molhava o peito e a barriga dela, enquanto apoiava a cabeça no ombro dela. Dava pra sentir a respiração dela, nossas bocas estavam bem perto, e isso fez meu pau ficar meio duro. Minha mãe, ao sentir meu membro nas costas dela, teve os mamilos endurecidos. Peguei a esponja pra ensaboar, passei pelo tronco roçando nos peitos, depois desci direto pra barriga e, depois de brincar um pouco, coloquei mais gel e molhei a esponja. Coloquei minha mão na altura do queixo dela, apertando a esponja, e molhei os peitos dela de sabão enquanto ela se apalpava e esfregava o sabão. Sem perceber, ela abriu as pernas, e repeti a jogada: eu jogava o sabão e ela passava a mão. As risadas pararam, nós dois curtimos em silêncio. Dessa vez, quem tava meio nervosa era ela, dava pra sentir o corpo dela tremendo.
A punheta daquela noite foi especial. Tava tão excitado que não conseguia dormir e tive que bater mais uma. Minha mãe não saía da minha cabeça, queria possuir o corpo dela. Mas não era só eu: ela também teve uma noite prazerosa, molhou a calcinha enquanto dormia. Na manhã seguinte, fui ajudar ela e, como todo dia, fui tirar a calcinha dela, que tava resistindo por causa dos fluidos que tinham secado e grudado nos pelos. Assim que tirei a peça, vi que tava manchada de um líquido branco seco, e o cheiro forte de sexo chegou no meu nariz. Até ela sentiu o cheiro e passou um mau momento. Depois de ajudar ela a se vestir, fui ao banheiro jogar a calcinha no cesto de roupa suja, e não consegui resistir a cheirar ela, “mmmmmm”, “que cheirinho gostoso” pensei
No médico, disseram que já podiam tirar o gesso, ela tinha que tomar cuidado na primeira semana, mas já estava boa. Desde que saímos do consultório, minha mãe percebeu que eu estava sério enquanto dirigia, “já não poderia mais dar banho na minha mãe” eu pensava...
O que foi, meu amor? – Perguntou enquanto acariciava meu cabelo.
Nada – Respondi seco.
Conta, vai...
Depois de um tempo em silêncio, falei:
Essas últimas semanas foram muito gostosas com você, cuidando de você e tal.
Amor, sua mãe ainda está aqui, não vai a lugar nenhum.
Já... mas você não precisa mais de mim.
Agora preciso mais do que nunca.
Essas palavras viraram meu coração, não respondi, tentava não me distrair mais do que o necessário enquanto dirigia.
Como você se comportou foi maravilhoso, você agiu como um homem. Cuidou de mim e me mimou, me fez sentir especial. Sei que posso contar com você, e você, claro, pode contar comigo.
Não sabia se essas palavras tinham segundas intenções, minha mente quente interpretava o que eu queria ouvir.
Por minha culpa você ficou sem férias, pensei em irmos os dois juntos de férias uns dias, o que acha?
Genial, mãe!! Para onde?
Pensei em ir para um hotel na costa, o que acha?
Tudo mudou, fiquei super animado em ir e aproveitar os últimos dias de férias com ela. Quando chegamos em casa, ela pesquisou na internet e fez umas ligações, em 30 minutos já tínhamos reserva de avião e hotel, ela não poupou gastos, como ela disse “eram umas férias especiais e a gente tinha que aproveitar”. Em dois dias já estávamos no hotel, era cinco estrelas, tinha de tudo e o quarto era dos melhores. Bem amplo, com cama de casal e uma varanda separada por um muro das outras para manter a privacidade.
Descemos para o buffet do hotel pra comer enquanto planejávamos o que íamos fazer, minha mãe tava toda animada, não parava de falar e rir. Enquanto conversávamos, ela segurava minha mão em cima da mesa, e eu achava estranho sentir aquele afeto em público.
— Já reparou, filho, como eles tão olhando pra gente?
— Tão olhando pra você, mãe, que tá muito gostosa.
— Não me chama de mãe, me chama pelo meu nome.
— Você prefere assim?
— Sim, tamo de férias como se fosse um casal, né? Lucas?
— Tá bom, senhorita Asun — respondi com sarcasmo.
— Senhorita não, senhora. Que eu tô com o homem mais gato.
Rimos juntos, a cumplicidade era total, parecíamos mais um casal do que mãe e filho. Depois de comer, demos uma volta pela cidade, não andamos muito porque ela cansava com a perna, então paramos num terraço pra tomar um café.
— Lucas, para de me olhar assim...
— Desculpa, é que você tá linda demais com esse vestido.
— Valeu! — respondeu sorrindo.
— A verdade é que você é linda sempre, foi uma sorte ver esse corpo tão gostoso.
— Bom, esse corpo já tá decaindo com a idade.
— Eu acho que curto mais corpos maduros do que os de novinhas, olha só! Vou sentir falta de te dar banho.
— A gente mora junto, Lucas, quando quiser pode me ajudar a tomar banho, não precisa parar de tomar banho junto. Eu sem o gesso poderia te dar banho como quando você era pequeno.
Ela segurou minha mão e me deu um beijo na bochecha, dizendo:
— Te amo, querido, você é o amor da minha vida. Eu soube na hora que você se jogou naquele babaca e depois cuidou de mim todo esse tempo, sei que sempre vai estar do meu lado. O tempo vai passar, você vai fazer sua própria vida, mas sempre vai me ter em casa pro que precisar.
As palavras da minha mãe ficaram gravadas a fogo na minha mente.
— Eu também te amo, Asun.
Voltamos pro hotel, o resto da tarde passamos na piscina. Como minha mãe ainda andava meio desengonçada, tive que ajudá-la um pouco na água, aproveitando pra tocar na cintura e nos quadris dela com a aprovação dela. Quando subimos pro quarto pra Tomar banho e nos vestir pra janta, ligaram da recepção por um engano com a reserva. Minha mãe foi tomar banho, fiquei puto porque queria ficar com ela, e desci meio emburrado. Depois de 30 minutos de espera, finalmente me atenderam, resolvi a parada e voltei rapidão pro quarto. Encontrei minha mãe já pronta.
Asun!! Você tá gostosa pra caralho
Ela tinha vestido um preto até o joelho que marcava a silhueta dela, com uns sapatos de salto combinando. Cheguei perto, peguei na mão dela e repeti como ela tava linda. Ela respondeu com um abraço de agradecimento, e eu senti os peitos dela contra o meu peito e o cheiro do perfume no meu nariz. Ela se afastou e falou:
Quer que a gente jante no quarto? Um jantar romântico?
Perfeito!! – Respondi todo animado.
Toma um banho e fica bonito pra sua mulher.
Chamamos o serviço de quarto, pedimos uns pratos de petiscos e sushi. Pra beber, uma garrafa de vinho reserva e champanhe. Enquanto traziam, tomei um banho e me vesti pra ocasião, com um shorts e uma camiseta colada no corpo. Montaram a janta na mesa da varanda, dei uma gorjeta e sentamos, abrindo a garrafa de vinho.
Vamos fazer um brinde. – Disse minha mãe enquanto enchia duas taças.
Por nós?
Sim, por nós e nossas férias românticas.
Juntamos as taças, demos um gole e começamos a jantar. Foi um momento mágico, com uma temperatura gostosa debaixo das estrelas e o som da orquestra do hotel ao fundo, com uma mulher linda e uma conversa animada. Terminamos a comida e quase a garrafa toda. Minha mãe começou a rir à toa, não sei se por causa do vinho ou se ela tava tão nervosa quanto eu.
Asun, tu ficou corada.
Deve ser do vinho. – Respondeu sorrindo.
Quer dançar?
Uau! Que surpresa, Lucas!! – Exclamou – Sabe dançar?
Não muito, mas contigo com certeza vou me sair bem.
Levantei e estendi a mão pra ela. Aceitou o convite. Peguei ela na cintura e ela passou Mãos nos ombros, demorei pra pegar o ritmo suave da música, mas com a ajuda dela tudo ficou mais fácil. A gente se olhava sério, ninguém falava nada, sentia o hálito dela no meu rosto. Criei coragem e fui dar um beijo, e bem nessa hora ela encostou a cabeça no meu peito, senti o calor do corpo dela contra o meu, naquele instante me senti o cara mais sortudo do mundo. Apertava ela pela cintura contra o meu corpo, tentando fazer ela sentir meu volume, até cheguei a colocar as mãos na bunda dela. A gente dançou duas músicas sem falar nada, roçando nossos corpos quentes até que ela me disse:
— Lucas, eu te amo...
Ela se afastou, pegou a garrafa e encheu as duas taças, me deu uma e virou a outra de uma vez. Se apoiou no que era o muro do mirante da sacada, me encarando, esperando eu chegar perto. Também virei a taça de vinho de um gole e fui até ela.
— Te amo, Asun.
Passei a mão no rosto dela, tirei o cabelo que o vento balançava e aproximei minha boca da dela. Teve um momento de dúvida, a gente parou no meio do caminho enquanto sentia a respiração. Juntei meus lábios nos dela e dei um selinho, depois um segundo beijo que foi correspondido. No terceiro beijo que dei, ela abriu os lábios, sentindo a umidade da boca dela. Nossas línguas se roçaram, causando um tesão no estômago que nunca tinha sentido antes, nossos corpos tremiam de excitação enquanto eu segurava ela pela cintura. A gente se beijou com doçura e muito amor, depois de cada beijo a gente se olhava e soltava um sorriso bobo. Depois de nos abraçar de novo, com uma mão passei pelo peito dela, com a ponta dos dedos rocei o contorno dos peitos, senti como os mamilos estavam duros, então apertei um peito, fazendo ela soltar um gemidinho. Desci a mão pela barriga dela até chegar na buceta, passando de novo com delicadeza os dedos, acariciei a buceta por cima do vestido, fazendo com que minha mãe abrisse as pernas e com as mãos... Levantou devagar o vestido até a cintura. Tava com as pernas abertas, as coxas brancas e lisas, com uma calcinha fio dental bordada onde dava pra ver os pelinhos. Fiquei na frente da buceta dela pra tocar com os dedos, enquanto ela continuava segurando a barra do vestido com as mãos e tinha jogado a cabeça pra trás, submissa, recebendo prazer. Agarrei as coxas dela, enfiei a cabeça e beijei a buceta, ela gemeu enquanto eu chupava a xota por cima da calcinha preta, o calor e o cheiro que saía me deixavam louco. A calcinha ficou molhada, não sei se pela minha baba ou pelos fluidos dela... ou pelos dois.
Ela se afastou com a mão e, sem parar de me olhar, foi andando até o quarto. Quando chegou na altura da porta, deslizou as alças do vestido pelos ombros e deixou cair. Foi até a cama de salto alto e calcinha, tava um tesão, nunca tinha conhecido uma mulher tão erótica e sensual. Sentou na ponta da cama de pernas abertas, apoiada com os braços pra trás. Eu me ajoelhei, juntei as pernas dela pra tirar a calcinha e ela abriu de novo. Na minha frente, tinha a racha da minha mãe escancarada. Tava brilhando e muito molhada, enfiei a boca e chupei a buceta enquanto ela gemia e falava meu nome.
Lucas... siiiim... me deixa louca... mmmm...
Eu chupava a xota devagar, saboreava cada líquido que saía da racha dela, passando a língua pelos lábios da buceta, mordiscando o clitóris e enfiando a língua o mais fundo possível. Quando eu chupava a área do clitóris e enfiava um dedo, era quando ela mais gozava.
Enfia o dedo... que eu gosto... mmmmm... como você me deixa...
Ela segurou as próprias pernas e colocou a bunda pra cima. Agarrei a bunda dela e chupei o cu enquanto brincava com o dedo. Quando terminei, me despi e segurei a pica dura com a mão. Minha mãe se levantou e soltou o sutiã, pegou na minha pica e brincou um pouco com ela. Passou ela nos peitos, enquanto deixava cair saliva nos mamilos e deslizava a pica. Aproximou a boca e lambeu a cabecinha, brincou um pouco até enfiar na boca e depois de brincar um tempo disse:
Tava com tanta vontade de chupar essa pica..... é muito gostosa….
Enquanto me chupava a pica eu apalpava um peito dela, eles eram meio caídos, o que dava ainda mais tesão, com uns mamilos médios e durinhos. Ela se deliciou um bom tempo, enfiava até o fundo e brincava com a língua, depois passava a língua pela pica e me chupava as bolas.
Mmmm... que gostosa... como eu gosto...- Ela disse enquanto me punhetava com a mão e me olhava nos olhos.
Eu não falava nada, mal conseguia me segurar de tesão. Ver minha mãe curtindo minha pica enquanto falava comigo me deixava louco. Ela parou de chupar, se levantou e me beijou na boca, com uma mão me mandou deitar na cama, eu virei de barriga pra cima, ela encostou a buceta na minha pica e ficou esfregando enquanto gemia de prazer. Nunca vou esquecer a primeira vez que penetrei minha mãe, ela se agachou sobre meu pau ereto, com uma mão abriu os lábios da buceta e com a outra ajudou a enfiar a pica, senti a rachadura molhada e quente enquanto a pica deslizava fácil. Ver minha mãe de pernas abertas com os saltos altos montando na minha pica ia me fazer gozar pra caralho, a buceta dela escancarada enquanto a pica entrava e o balanço dos peitos dela me faziam me agarrar forte na cama enquanto ela gemia de prazer. Minha pica ficou cheia do líquido branco e viscoso do sexo feminino e ela não parava de gemer:
Aaahh,,, simsim,,, aaahh... vou gozar... vou gozaaaar....mmmmm
Ahhh... eu também Asunn.... eu também.....
Com um movimento rápido, ela tirou a pica e colocou a buceta na minha cara enquanto terminava de se masturbar e gozava gritando de prazer. Da buceta dela saiu um líquido que molhou minha cara toda, eu gozei na hora sem ela nem me tocar e de tesão ela enfiou minha cara na buceta dela provando os fluidos. Meu esperma foi parar nas costas dela, ao sentir o líquido quentinho, ela Passei a mão nas costas dela e com o dedo peguei um pouco, pra depois enfiar na boca. A gente tava exausto, nos abraçamos enquanto nos beijávamos e dissemos o quanto nos amávamos... ficamos um tempão deitados, enquanto eu acariciava o corpo dela.
A Asun foi a melhor transa da minha vida.
A minha também, amor...
Mas uma coisa... eu não coloquei camisinha...
Não se preocupa, que eu ainda tomo a pílula pra menstruação.
Tá bom, melhor.
A gente não saiu da cama a noite toda, até dormirmos profundamente depois de transar mais duas vezes.
10 comentários - Filho cuida da mãe gostosa