Sempre agradeço pelos comentários que vocês fazem nos meus contos. Como costumo dizer, leiam Chifrudinho 1 antes de ler este conto pra entender bem a história.
Essa é uma das minhas anedotas favoritas, com temperos impensados que foram deixando ela cada vez mais perfeita. Os anos passam e acho que não tem um único dia em que pelo menos um instante não vem à minha cabeça algo de tudo que vivi nessas aventuras terríveis.
Espero que curtam.
Quando já fazia quase dois anos que a gente brincava com isso e no auge da loucura, surgiram umas férias no sul com a família da minha namorada. Os velhos dela alugaram três cabanas num complexo em San Martín de Los Andes pra família, amigos dos filhos, etc.
Minhas férias não batiam exatamente com as datas organizadas e eu podia ir uma semana depois da minha namorada.
Obviamente, ao me despedir dela, falei: imagino que nessa semana sozinha você vai fazer pelo menos uma bagunça como Deus manda. Nem preciso contar como foi positiva a resposta dela.
Três dias demorou a putinha pra fazer meu estômago se revirar que nem um bucho dentro de uma máquina de lavar. No mesmo tempo que Jesus levou pra ressuscitar, ela tratou de preparar uma nova façanha. Me mandou um e-mail avisando que vinha uma debacle de proporções interessantes. Pediu pra gente conversar por telefone porque ela tinha umas dúvidas, mas eu tava preso no escritório e não podia falar, então os primeiros detalhes do estado de situação chegaram por e-mail.
Ela tava hospedada naquele complexo de cabanas naquele lugar paradisíaco. Tinham viajado os pais dela, irmãos, amigos dos irmãos, primos, era umas 20 pessoas.
Ainda guardo o e-mail em que minha namorada explicava os planos dela, resumi, dei uma ajeitada, tirei umas partes que não têm nada a ver com essa história e tá assim:
---Tamo todo mundo aqui, o lugar é incrível e formou um grupo foda. A gente passa o dia todo se acabando de rir. A história é a seguinte, minha Primos se encontraram com um grupo de amigos que jogavam rúgbi com eles. Tão hospedados no mesmo complexo. Eu peguei uma puta química com um desses caras, muita mesmo. É um personagem digno de filme, mó gente boa, divertido, um sem-vergonha. Você já vai conhecer, divertidíssimo e mó cara legal. Esse cara tá muito, mas muito afim de mim. Ele tem uma arte especial pra falar na minha cara que ontem à noite bateu uma pensando em mim e sai como um campeão falando isso, não como um punheteiro... não dá pra explicar por e-mail. O detalhe é que esse cara é um virjão, tenho quase certeza de que é virgem kkkk. Olha, não imagina um moleque de 12 anos, o arrombado é enorme, tem uns 1,90m kkkk mas é virjão. A tesão que esse cara tem no geral e, nesse caso, direcionada pra mim, juro que dá uma mistura de espanto e ternura. Se prepara pra algo incrível, acho que esse personagem vai nos dar uma alegria do tamanho das montanhas que nos cercam. É muito louco o que tá rolando, ele fica o dia inteiro perto de mim e o tempo todo de pau duro, muito duro, não tô mentindo. Tá rolando uma confiança inédita, cheguei a falar pra ele... mano, disfarça que tu tá parecendo um tarado na frente da família toda. Ele não liga pra nada, te compra com um humor espetacular e uma cara de pau raríssima. Como você sabe, minha atitude não ajuda o cara a parar, ele tá percebendo que tem muita chance e eu sem me jogar de vez, sempre escondida atrás do humor... tô deixando ele louco. Finjo que dou conselhos pra ele comer qualquer mina por aí pra baixar o pau e coisas assim. Tenho que disfarçar porque todo mundo sabe que eu tô namorando e esse cara tão em cima de mim fica feio kkkk. Vamos falar por telefone e se você curtir a história, a gente avança mais um passo pra ver no que dá.----
Bom... era assim que terminava aquele e-mail, o resto do meu dia no escritório foi impossível. De novo essa maldita droga que controla meu cérebro como quer.
Agora mesmo Na saída do trabalho, consegui falar com ela no telefone. Fiquei em êxtase total. Agradecia, parabenizava, tava alucinado, não conseguia parar de imaginar. Na ligação, ela me deu mais detalhes. O cara já tinha começado com o contato físico pesado. Na mesma tarde, ela ficou uma hora sentada "no colo" dele numa rede, com a pica dura feito um paralelepípedo, obviamente. Esse detalhe me fascinou, e minha mina também. "Quase pegou fogo na minha buceta" foram as palavras que ela escolheu pra descrever o episódio da rede e me fazer levitar no telefone.
Embora naquele momento já estivéssemos nessa loucura há dois anos e minha mina soubesse perfeitamente que eu sou um doente por isso, sem limites nem ciúmes, ela sempre busca aprovação em qualquer situação. Nós dois sabemos muito bem que eu sou maluco, não tem chance de ciúme, não tem limites... não me incomoda se ela se apegar a um cara, se eles se beijam apaixonadamente e dormem de conchinha, não me incomoda se ela quiser viajar 15 dias com alguém, se trocarem cartas de amor... qualquer coisa me excita. Minha loucura é avançada, eu sei. Nesse caso, as dúvidas dela eram porque o cara era gente boa e porque tinha muita família e amigos envolvidos. Simplesmente combinamos de fazer na maciota, só isso.
Antes de desligar, fiz uma série de perguntas sobre esse cara. Quando ela terminou de responder, fiquei em silêncio e soltei uma frase certeira: "É agora ou nunca, né?"
Ela não entendeu. Eu não tava falando só pra ela ir em frente, era óbvio que eu me referia a algo mais. Nas nossas infinitas e eternas tesões e loucuras, sempre houve e vai ter algo que potencializa tudo ao infinito, mas que é quase impossível de concretizar nos dias de hoje: é o que na gíria científica especializada chamamos de "lavagem de útero com solução láctea".
Na hora ela entendeu o que eu queria dizer e, pegando fogo, começou com aquele clássico e perturbador "não, nooo, hahaha, nãoo, que loucura, não dá... he-he ho-ho"... saca... Eu falei... pra mim, foi demais... como nunca antes e provavelmente como nunca mais...
Antes de desligar, combinamos dar um ritmo específico pra essa história não virar algo óbvio, tipo sair correndo de mãos dadas pro quarto e transar de papai e mamãe. A ideia era que ela continuasse comandando esses picos extremos de tesão em lugares inapropriados e que eu sempre desse a entender que ela tava passando dos limites e dificultasse as coisas pra ela.
Desliguei a chamada com muita felicidade e um tesão do caralho, imaginando o quanto essa aventura poderia nos render, inclusive com minha aparição em cena uma semana depois. Diferente de outras vezes em que minha namorada fica excitada principalmente com minhas reações, sem se importar muito com quem é o dono da pica que a faz gozar, dessa vez eu sabia que minha mina tava desesperada pra tirar leite daquela pica. Já conhecia ela demais, esses casos são meus favoritos.
Vocês já sabem que na hora do vamos ver meus relatos ficam secos e diretos. Saibam que no dia seguinte acordei com as novidades que todo mundo espera.
Como sempre digo, os detalhes que consegui foram os do dia seguinte, pela boca e pelos e-mails da minha mina, e umas 70 mil vezes mais em que relembramos essa putaria.
Naquela mesma noite, depois de um churrasco em família, ela ficou lendo um livro na famosa rede de vime com almofadas, onde esse safado tinha passado uma hora enfiando a pica nela. Esse personagem demorou pra aparecer, mas logo surgiu uma situação pior — ou melhor — do que qualquer outra antes, porque era muito tarde e eles estavam muito sozinhos. A habilidade desse sem-vergonha de levar as coisas pro terreno que ele queria era admirável pra idade tão nova.
De novo as risadas, as cócegas, de novo a pica do cara dura feito um mastro debaixo de uma calça de tecido bem fino. De novo ela em cima dele e o cara segurando ela por todos os lados. As risadas param de repente e o cara enfia a língua até a garganta dela. Ela entra na brincadeira por uns segundos e faz a cena de... pra Pra que não dá. Em menos de um segundo, ela olha pra baixo e vê a pica do cara pra fora da calça, apontando pro céu, dura e vermelha como se fosse explodir. Ela tava sentada em cima dele, a pica duríssima do mano aparecendo entre as pernas dos dois.
Por favor, por favor, ele dizia de um jeito que dava vontade de dar um abraço nele. Minha namorada zoou um pouco ele, o coitado do mano ofegava, não aguentava mais. De um jeito que ela explica e eu faço esforço pra não desmaiar, ela levou a buceta dela tampada pela calcinha até em cima da pica do jovem sortudo, numa pose quase de ioga.
Por favor… ele continuava falando, desesperado.
Por favor o quê? Ela falava pra ele, tirando uma onda e já esfregando a buceta na pica com o tecido da calcinha como única divisão. O que você quer, muleque? Meter? Tá louco? O coitado do mano já tava sofrendo, não era mais engraçado. Vamos fazer uma coisa, ela disse, vou deixar você encostar a pontinha, quer?
Ele: sim, quero, acompanhado de novo por um por favor.
Ok, mas só a pontinha encostada e depois você vai dormir, prometido?
-Sim, sim, sim, sim
Na hora, ela se colocou numa posição fascinante, como se tivesse cagando num banheiro sujo e não quisesse encostar a bunda no vaso, a putinha afasta a calcinha e encosta de leve a buceta dela na ponta da pica, fazendo o pobre garoto acreditar que mais uma vez a vida ia negar a felicidade absoluta e completa pra ele. Cinco segundos depois, num gesto típico dela, mórbido, irônico e terrível… ela senta violentamente em cima da piroca e fala: ai, desculpa, tropecei!!
Ela conta com um realismo assustador que o moleque fez a cara que quase todos os heróis de filme fazem quando, saindo de um tiroteio – aparentemente ilesos – olham pro acompanhante com uma cara muito particular e juntos descobrem que o herói levou um tiro na barriga e vai morrer. Essa cara o garoto fez quando as bolas dele frearam o percurso da pica. em direção ao infinito. Nunca saberemos o que foi aquela cara, provavelmente era a cara de "caramba, finalmente isso é transar", ou cara de "segurar pra não gozar"..ou cara de "tô efetivamente no fundo da buceta dela".
Suas próximas palavras foram deus, deus.
Minha namorada estava numa atitude cruel, soberba e vingativa. Ela zoava ele com gosto.
—Qual é, cara? Não aguenta? Queria buceta? Vai ver como eu vou te abaixar a pica pra você se acalmar um pouco.
Não exagero, acreditem, os filmes pornô ficam devendo nos diálogos comparados com o que minha namorada fala quando se inspira.
Nosso herói continuava agonizando, realmente parecia que estavam abrindo o estômago dele com um facão. A mina estava no ponto de não retorno. Sem piedade..não se senta assim em cima da pica de um pobre coitado que só fez escolher a pessoa errada.
Minha namorada continuava cavalgando—(do jeito que eu gosto de descrever aquela pose magistral) em cima da pica do garoto. A pica do cara estava fervendo, ela realmente insiste muito nesse detalhe…queimava como uma chaleira quente. Não custa lembrar que não tinha camisinha. O cara era um boneco de bolo novinho em folha e minha namorada tomava pílula.
O desfecho dessa transa linda é realmente inesquecível e digno de um filme da série American Pie. Esse desfecho é um dos meus favoritos e é composto por vários ingredientes excitantes misturados com outros hilariamente constrangedores.
Tudo aconteceu num intervalo de 10 segundos. Já sabemos que minha namorada estava cavalgando uma pica enquanto aproveitava pra humilhar o cara, sei lá por quê. Já sabemos que o cara estava desorientado, sem dizer uma palavra...ofegando como um cachorro sedento. Não fazia nem um minuto que tinham começado a transar....nisso o cara —numa atitude que eu acho engraçado pensar que foi como vingança pelas provocações dela—passa um braço por cima e joga ela pra trás como quem dá um abraço por trás, mas com um braço só. e enfiando a pica até o estômago, com a mão livre enfia um dedo no cu dela digno do maior filho da puta dos proctologistas e começa a encher o tanque de porra super como pra chegar em Mar del Plata sem parar em Dolores. Espera aí, amigos, se isso tá te excitando, lembra que falta a parte engraçada. Nesse exato instante, enquanto minha namorada tenta reagir porque tem duas coisas muito erradas (um dedo bem fundo no cu dela e muita, mas muita porra lavando o útero dela igual hidrolavadora)...chega uma amiga da irmã da minha namorada, bêbada, com uma garrafa de vinho na mão e solta uma gargalhada ao ver a cena. Minha namorada entra em pânico, tenta sair e não consegue..ela tá literalmente empalada na pica de um cara que tá gozando igual um desgraçado... o cara tira o dedo do intestino dela mas não tira a pica da buceta enquanto tenta a péssima estratégia de fingir que só "tá com ela no colo" e continua soltando porra fervendo inevitavelmente. A cena é impossível. Por sorte a bêbada passa da risada pro respeito e vai embora. Minha namorada fica muito nervosa mas logo nota algo atípico: mesmo o cara tendo dado uma foda irracional, a pica dele continua dura e o coelhinho duracel continua bombando num caldo já vergonhoso de porra e lubrificação. Ela já não tá mais cheia de si nem metida a gostosa. Tá calada. Não consegue ficar com raiva, não se preocupa muito por terem sido descobertos...um formigamento mortal toma o corpo dela..os olhos ficam brancos e ela começa a xingar o pobre coitado. Quando a mina xinga assim é porque tá dando uma foda do caralho. Desmaiada pela foda que acabou de dar, teve que pedir pra ele parar porque o cara parecia querer continuar comendo. Ela se levantou..tinha porra pra todo lado. A felicidade do cara era de tirar foto, ficou largado pelado naquele sofá, ainda com a pica dura como se nada tivesse acontecido...vocês já vão ver as consequências desse detalhe. Minha namorada também tava muito feliz com aquilo O que tinha acontecido? Um pouco preocupada com a mina que viu eles, mas nem tanto, sabendo que comigo tava tudo certo.*
Sorridente e relaxada, ela ajeitou a roupa (nunca chegou a ficar pelada) e, entre brincadeiras — como sempre — foi dar um beijo de despedida. Ele se levantou, abraçou ela... e deu um beijo de língua bem profundo. O beijo durou mais do que o esperado... as coisas saíram do controle de novo... ela se ajoelhou, quase obrigada por ele, e começou a chupar a rola dele. Uma mamada foda, ela começou a notar algo estranho... esse cara não é normal... ou será que é a primeira vez dele e ele tá super motivado? Enquanto ela fazia essas contas, o cara colocou ela de quatro no sofá, puxou a calcinha dela e começou a meter como um desgraçado. A mina começou a gozar como poucas vezes, e um tempo depois chegou a me confessar que sentiu algo muito estranho, algo parecido com se sentir enganchada. Eles gozaram juntos, gritando igual dois gatos no telhado. Se olharam, riram... conversaram, riram de novo... mas tinha um problema, sério, preocupante. A rola do cara não baixava. Não é brincadeira, e ele não tomou viagra. Minha namorada fez graça, zoou ele, mas algo nela começou a deixar ela doidinha. O cara da bunda puxou papo, nada apressava eles, eram 3 da manhã e não tinha pressa. Entraram num tesão e numa confiança perigosa. Começou a se formar um ciclo vicioso que parecia infinito. Minha namorada contou que sentia o cheiro de rola vindo da própria buceta dela e ficava ainda mais excitada. O cara continuava quente como se nada tivesse acontecido.
Alguém chegou perto do lugar de novo, e eles perceberam que tinham que vazar dali. Levantaram juntos e andaram uns metros... descobriram um galpãozinho onde guardavam as coisas do jardim. Lá dentro. Dentro do galpão e dentro da boca da minha namorada, a rola inteira e durona do cara. De novo beijos de língua... de novo gemidos. Ele colocou minha namorada de frente, em cima de uma mesa, e deu uma chupada de buceta daquelas. Assim, de frente e na mesa... aposto que não Adivinha o quê? Lá dentro, de novo, pica. Minha namorada fascinada e já metida num clima de tesão diferente das outras vezes, parecido com quando a gente começou a transar e ficava horas fazendo maratona de sexo. Ela nega, mas tava se enganchando e isso me fascina.
O que veio depois foi emocionante, mágico, perfume pra vida. Esse cara, um nabo com cara de virgem, ficou das 12 da noite até as 6 da manhã bombando a buceta da minha namorada. Se fosse por ele, continuava, não exagero.
Faltavam 4 dias pra eu chegar de Buenos Aires. Eu tava desesperado. O relatório diário da minha namorada, que me ligava às 7 da tarde, era de infarto. Já vai ter uma segunda parte desse relato contando tudo que rolou quando eu cheguei e o tanto que o cara comeu ela nesses quatro dias que faltavam.-
*A "pescada" inesperada da amiga da irmã teve seu lance legal, mas nada que tenha nos abalado demais.
Essa é uma das minhas anedotas favoritas, com temperos impensados que foram deixando ela cada vez mais perfeita. Os anos passam e acho que não tem um único dia em que pelo menos um instante não vem à minha cabeça algo de tudo que vivi nessas aventuras terríveis.
Espero que curtam.
Quando já fazia quase dois anos que a gente brincava com isso e no auge da loucura, surgiram umas férias no sul com a família da minha namorada. Os velhos dela alugaram três cabanas num complexo em San Martín de Los Andes pra família, amigos dos filhos, etc.
Minhas férias não batiam exatamente com as datas organizadas e eu podia ir uma semana depois da minha namorada.
Obviamente, ao me despedir dela, falei: imagino que nessa semana sozinha você vai fazer pelo menos uma bagunça como Deus manda. Nem preciso contar como foi positiva a resposta dela.
Três dias demorou a putinha pra fazer meu estômago se revirar que nem um bucho dentro de uma máquina de lavar. No mesmo tempo que Jesus levou pra ressuscitar, ela tratou de preparar uma nova façanha. Me mandou um e-mail avisando que vinha uma debacle de proporções interessantes. Pediu pra gente conversar por telefone porque ela tinha umas dúvidas, mas eu tava preso no escritório e não podia falar, então os primeiros detalhes do estado de situação chegaram por e-mail.
Ela tava hospedada naquele complexo de cabanas naquele lugar paradisíaco. Tinham viajado os pais dela, irmãos, amigos dos irmãos, primos, era umas 20 pessoas.
Ainda guardo o e-mail em que minha namorada explicava os planos dela, resumi, dei uma ajeitada, tirei umas partes que não têm nada a ver com essa história e tá assim:
---Tamo todo mundo aqui, o lugar é incrível e formou um grupo foda. A gente passa o dia todo se acabando de rir. A história é a seguinte, minha Primos se encontraram com um grupo de amigos que jogavam rúgbi com eles. Tão hospedados no mesmo complexo. Eu peguei uma puta química com um desses caras, muita mesmo. É um personagem digno de filme, mó gente boa, divertido, um sem-vergonha. Você já vai conhecer, divertidíssimo e mó cara legal. Esse cara tá muito, mas muito afim de mim. Ele tem uma arte especial pra falar na minha cara que ontem à noite bateu uma pensando em mim e sai como um campeão falando isso, não como um punheteiro... não dá pra explicar por e-mail. O detalhe é que esse cara é um virjão, tenho quase certeza de que é virgem kkkk. Olha, não imagina um moleque de 12 anos, o arrombado é enorme, tem uns 1,90m kkkk mas é virjão. A tesão que esse cara tem no geral e, nesse caso, direcionada pra mim, juro que dá uma mistura de espanto e ternura. Se prepara pra algo incrível, acho que esse personagem vai nos dar uma alegria do tamanho das montanhas que nos cercam. É muito louco o que tá rolando, ele fica o dia inteiro perto de mim e o tempo todo de pau duro, muito duro, não tô mentindo. Tá rolando uma confiança inédita, cheguei a falar pra ele... mano, disfarça que tu tá parecendo um tarado na frente da família toda. Ele não liga pra nada, te compra com um humor espetacular e uma cara de pau raríssima. Como você sabe, minha atitude não ajuda o cara a parar, ele tá percebendo que tem muita chance e eu sem me jogar de vez, sempre escondida atrás do humor... tô deixando ele louco. Finjo que dou conselhos pra ele comer qualquer mina por aí pra baixar o pau e coisas assim. Tenho que disfarçar porque todo mundo sabe que eu tô namorando e esse cara tão em cima de mim fica feio kkkk. Vamos falar por telefone e se você curtir a história, a gente avança mais um passo pra ver no que dá.----
Bom... era assim que terminava aquele e-mail, o resto do meu dia no escritório foi impossível. De novo essa maldita droga que controla meu cérebro como quer.
Agora mesmo Na saída do trabalho, consegui falar com ela no telefone. Fiquei em êxtase total. Agradecia, parabenizava, tava alucinado, não conseguia parar de imaginar. Na ligação, ela me deu mais detalhes. O cara já tinha começado com o contato físico pesado. Na mesma tarde, ela ficou uma hora sentada "no colo" dele numa rede, com a pica dura feito um paralelepípedo, obviamente. Esse detalhe me fascinou, e minha mina também. "Quase pegou fogo na minha buceta" foram as palavras que ela escolheu pra descrever o episódio da rede e me fazer levitar no telefone.
Embora naquele momento já estivéssemos nessa loucura há dois anos e minha mina soubesse perfeitamente que eu sou um doente por isso, sem limites nem ciúmes, ela sempre busca aprovação em qualquer situação. Nós dois sabemos muito bem que eu sou maluco, não tem chance de ciúme, não tem limites... não me incomoda se ela se apegar a um cara, se eles se beijam apaixonadamente e dormem de conchinha, não me incomoda se ela quiser viajar 15 dias com alguém, se trocarem cartas de amor... qualquer coisa me excita. Minha loucura é avançada, eu sei. Nesse caso, as dúvidas dela eram porque o cara era gente boa e porque tinha muita família e amigos envolvidos. Simplesmente combinamos de fazer na maciota, só isso.
Antes de desligar, fiz uma série de perguntas sobre esse cara. Quando ela terminou de responder, fiquei em silêncio e soltei uma frase certeira: "É agora ou nunca, né?"
Ela não entendeu. Eu não tava falando só pra ela ir em frente, era óbvio que eu me referia a algo mais. Nas nossas infinitas e eternas tesões e loucuras, sempre houve e vai ter algo que potencializa tudo ao infinito, mas que é quase impossível de concretizar nos dias de hoje: é o que na gíria científica especializada chamamos de "lavagem de útero com solução láctea".
Na hora ela entendeu o que eu queria dizer e, pegando fogo, começou com aquele clássico e perturbador "não, nooo, hahaha, nãoo, que loucura, não dá... he-he ho-ho"... saca... Eu falei... pra mim, foi demais... como nunca antes e provavelmente como nunca mais...
Antes de desligar, combinamos dar um ritmo específico pra essa história não virar algo óbvio, tipo sair correndo de mãos dadas pro quarto e transar de papai e mamãe. A ideia era que ela continuasse comandando esses picos extremos de tesão em lugares inapropriados e que eu sempre desse a entender que ela tava passando dos limites e dificultasse as coisas pra ela.
Desliguei a chamada com muita felicidade e um tesão do caralho, imaginando o quanto essa aventura poderia nos render, inclusive com minha aparição em cena uma semana depois. Diferente de outras vezes em que minha namorada fica excitada principalmente com minhas reações, sem se importar muito com quem é o dono da pica que a faz gozar, dessa vez eu sabia que minha mina tava desesperada pra tirar leite daquela pica. Já conhecia ela demais, esses casos são meus favoritos.
Vocês já sabem que na hora do vamos ver meus relatos ficam secos e diretos. Saibam que no dia seguinte acordei com as novidades que todo mundo espera.
Como sempre digo, os detalhes que consegui foram os do dia seguinte, pela boca e pelos e-mails da minha mina, e umas 70 mil vezes mais em que relembramos essa putaria.
Naquela mesma noite, depois de um churrasco em família, ela ficou lendo um livro na famosa rede de vime com almofadas, onde esse safado tinha passado uma hora enfiando a pica nela. Esse personagem demorou pra aparecer, mas logo surgiu uma situação pior — ou melhor — do que qualquer outra antes, porque era muito tarde e eles estavam muito sozinhos. A habilidade desse sem-vergonha de levar as coisas pro terreno que ele queria era admirável pra idade tão nova.
De novo as risadas, as cócegas, de novo a pica do cara dura feito um mastro debaixo de uma calça de tecido bem fino. De novo ela em cima dele e o cara segurando ela por todos os lados. As risadas param de repente e o cara enfia a língua até a garganta dela. Ela entra na brincadeira por uns segundos e faz a cena de... pra Pra que não dá. Em menos de um segundo, ela olha pra baixo e vê a pica do cara pra fora da calça, apontando pro céu, dura e vermelha como se fosse explodir. Ela tava sentada em cima dele, a pica duríssima do mano aparecendo entre as pernas dos dois.
Por favor, por favor, ele dizia de um jeito que dava vontade de dar um abraço nele. Minha namorada zoou um pouco ele, o coitado do mano ofegava, não aguentava mais. De um jeito que ela explica e eu faço esforço pra não desmaiar, ela levou a buceta dela tampada pela calcinha até em cima da pica do jovem sortudo, numa pose quase de ioga.
Por favor… ele continuava falando, desesperado.
Por favor o quê? Ela falava pra ele, tirando uma onda e já esfregando a buceta na pica com o tecido da calcinha como única divisão. O que você quer, muleque? Meter? Tá louco? O coitado do mano já tava sofrendo, não era mais engraçado. Vamos fazer uma coisa, ela disse, vou deixar você encostar a pontinha, quer?
Ele: sim, quero, acompanhado de novo por um por favor.
Ok, mas só a pontinha encostada e depois você vai dormir, prometido?
-Sim, sim, sim, sim
Na hora, ela se colocou numa posição fascinante, como se tivesse cagando num banheiro sujo e não quisesse encostar a bunda no vaso, a putinha afasta a calcinha e encosta de leve a buceta dela na ponta da pica, fazendo o pobre garoto acreditar que mais uma vez a vida ia negar a felicidade absoluta e completa pra ele. Cinco segundos depois, num gesto típico dela, mórbido, irônico e terrível… ela senta violentamente em cima da piroca e fala: ai, desculpa, tropecei!!
Ela conta com um realismo assustador que o moleque fez a cara que quase todos os heróis de filme fazem quando, saindo de um tiroteio – aparentemente ilesos – olham pro acompanhante com uma cara muito particular e juntos descobrem que o herói levou um tiro na barriga e vai morrer. Essa cara o garoto fez quando as bolas dele frearam o percurso da pica. em direção ao infinito. Nunca saberemos o que foi aquela cara, provavelmente era a cara de "caramba, finalmente isso é transar", ou cara de "segurar pra não gozar"..ou cara de "tô efetivamente no fundo da buceta dela".
Suas próximas palavras foram deus, deus.
Minha namorada estava numa atitude cruel, soberba e vingativa. Ela zoava ele com gosto.
—Qual é, cara? Não aguenta? Queria buceta? Vai ver como eu vou te abaixar a pica pra você se acalmar um pouco.
Não exagero, acreditem, os filmes pornô ficam devendo nos diálogos comparados com o que minha namorada fala quando se inspira.
Nosso herói continuava agonizando, realmente parecia que estavam abrindo o estômago dele com um facão. A mina estava no ponto de não retorno. Sem piedade..não se senta assim em cima da pica de um pobre coitado que só fez escolher a pessoa errada.
Minha namorada continuava cavalgando—(do jeito que eu gosto de descrever aquela pose magistral) em cima da pica do garoto. A pica do cara estava fervendo, ela realmente insiste muito nesse detalhe…queimava como uma chaleira quente. Não custa lembrar que não tinha camisinha. O cara era um boneco de bolo novinho em folha e minha namorada tomava pílula.
O desfecho dessa transa linda é realmente inesquecível e digno de um filme da série American Pie. Esse desfecho é um dos meus favoritos e é composto por vários ingredientes excitantes misturados com outros hilariamente constrangedores.
Tudo aconteceu num intervalo de 10 segundos. Já sabemos que minha namorada estava cavalgando uma pica enquanto aproveitava pra humilhar o cara, sei lá por quê. Já sabemos que o cara estava desorientado, sem dizer uma palavra...ofegando como um cachorro sedento. Não fazia nem um minuto que tinham começado a transar....nisso o cara —numa atitude que eu acho engraçado pensar que foi como vingança pelas provocações dela—passa um braço por cima e joga ela pra trás como quem dá um abraço por trás, mas com um braço só. e enfiando a pica até o estômago, com a mão livre enfia um dedo no cu dela digno do maior filho da puta dos proctologistas e começa a encher o tanque de porra super como pra chegar em Mar del Plata sem parar em Dolores. Espera aí, amigos, se isso tá te excitando, lembra que falta a parte engraçada. Nesse exato instante, enquanto minha namorada tenta reagir porque tem duas coisas muito erradas (um dedo bem fundo no cu dela e muita, mas muita porra lavando o útero dela igual hidrolavadora)...chega uma amiga da irmã da minha namorada, bêbada, com uma garrafa de vinho na mão e solta uma gargalhada ao ver a cena. Minha namorada entra em pânico, tenta sair e não consegue..ela tá literalmente empalada na pica de um cara que tá gozando igual um desgraçado... o cara tira o dedo do intestino dela mas não tira a pica da buceta enquanto tenta a péssima estratégia de fingir que só "tá com ela no colo" e continua soltando porra fervendo inevitavelmente. A cena é impossível. Por sorte a bêbada passa da risada pro respeito e vai embora. Minha namorada fica muito nervosa mas logo nota algo atípico: mesmo o cara tendo dado uma foda irracional, a pica dele continua dura e o coelhinho duracel continua bombando num caldo já vergonhoso de porra e lubrificação. Ela já não tá mais cheia de si nem metida a gostosa. Tá calada. Não consegue ficar com raiva, não se preocupa muito por terem sido descobertos...um formigamento mortal toma o corpo dela..os olhos ficam brancos e ela começa a xingar o pobre coitado. Quando a mina xinga assim é porque tá dando uma foda do caralho. Desmaiada pela foda que acabou de dar, teve que pedir pra ele parar porque o cara parecia querer continuar comendo. Ela se levantou..tinha porra pra todo lado. A felicidade do cara era de tirar foto, ficou largado pelado naquele sofá, ainda com a pica dura como se nada tivesse acontecido...vocês já vão ver as consequências desse detalhe. Minha namorada também tava muito feliz com aquilo O que tinha acontecido? Um pouco preocupada com a mina que viu eles, mas nem tanto, sabendo que comigo tava tudo certo.*
Sorridente e relaxada, ela ajeitou a roupa (nunca chegou a ficar pelada) e, entre brincadeiras — como sempre — foi dar um beijo de despedida. Ele se levantou, abraçou ela... e deu um beijo de língua bem profundo. O beijo durou mais do que o esperado... as coisas saíram do controle de novo... ela se ajoelhou, quase obrigada por ele, e começou a chupar a rola dele. Uma mamada foda, ela começou a notar algo estranho... esse cara não é normal... ou será que é a primeira vez dele e ele tá super motivado? Enquanto ela fazia essas contas, o cara colocou ela de quatro no sofá, puxou a calcinha dela e começou a meter como um desgraçado. A mina começou a gozar como poucas vezes, e um tempo depois chegou a me confessar que sentiu algo muito estranho, algo parecido com se sentir enganchada. Eles gozaram juntos, gritando igual dois gatos no telhado. Se olharam, riram... conversaram, riram de novo... mas tinha um problema, sério, preocupante. A rola do cara não baixava. Não é brincadeira, e ele não tomou viagra. Minha namorada fez graça, zoou ele, mas algo nela começou a deixar ela doidinha. O cara da bunda puxou papo, nada apressava eles, eram 3 da manhã e não tinha pressa. Entraram num tesão e numa confiança perigosa. Começou a se formar um ciclo vicioso que parecia infinito. Minha namorada contou que sentia o cheiro de rola vindo da própria buceta dela e ficava ainda mais excitada. O cara continuava quente como se nada tivesse acontecido.
Alguém chegou perto do lugar de novo, e eles perceberam que tinham que vazar dali. Levantaram juntos e andaram uns metros... descobriram um galpãozinho onde guardavam as coisas do jardim. Lá dentro. Dentro do galpão e dentro da boca da minha namorada, a rola inteira e durona do cara. De novo beijos de língua... de novo gemidos. Ele colocou minha namorada de frente, em cima de uma mesa, e deu uma chupada de buceta daquelas. Assim, de frente e na mesa... aposto que não Adivinha o quê? Lá dentro, de novo, pica. Minha namorada fascinada e já metida num clima de tesão diferente das outras vezes, parecido com quando a gente começou a transar e ficava horas fazendo maratona de sexo. Ela nega, mas tava se enganchando e isso me fascina.
O que veio depois foi emocionante, mágico, perfume pra vida. Esse cara, um nabo com cara de virgem, ficou das 12 da noite até as 6 da manhã bombando a buceta da minha namorada. Se fosse por ele, continuava, não exagero.
Faltavam 4 dias pra eu chegar de Buenos Aires. Eu tava desesperado. O relatório diário da minha namorada, que me ligava às 7 da tarde, era de infarto. Já vai ter uma segunda parte desse relato contando tudo que rolou quando eu cheguei e o tanto que o cara comeu ela nesses quatro dias que faltavam.-
*A "pescada" inesperada da amiga da irmã teve seu lance legal, mas nada que tenha nos abalado demais.
26 comentários - Cuernitos 4.1
Tu pluma es un deleite. Gracias
Cero huevos pra bancar nada, necesito de esto para vivir. Algun dia contare el backstage, el crudo...no todo es color de rosa y como toda Droga ataca la abstinencia 🙂
ahora a esperar nuevos, una pregunta tu novia, lee o sabe de tus relatos, que opina, 2da pregunta, nunca participaste vos en alguna de las enfiestadas de tu novia? bueno, saludos y espero q escribas mas seguiudo, sino somos nosotros los q quedamos con astinencia !!!
Respuesta 2: diría unas 650 veces jajaja. Son muchos años, realmente hay miles de historias para contar y después de unos años de historias como las que leíste, vinieron también las enfiestadas mas convencionales.Ya les contare. Saludos
Espero ancioso una continuacion
Saludos