Micol, Solana e Rodrigo (Parte 1)

Minha história com meu cunhado começou há alguns anos, mas, na real, ela remonta a quando eu tinha 15 anos e suspirava pelo dia em que meus peitos começassem a crescer e eu finalmente tivesse um corpo de mulher. Naquela época, minha casa virou um verdadeiro caos quando minha irmã Solana, que tinha 18 anos na época, disse que estava namorando... para meus pais, foi um trauma ver a "princesinha" deles com um cara. Ela sempre foi obediente e responsável, mas naquela ocasião, Solana estava disposta a tudo pra ficar com ele, então meus pais tiveram que engolir o choro e ficar quietos.

Conheci ele dias depois... o nome era Rodrigo. Minha irmã me apresentou num dia em que eles nos viram no parque com minhas amigas. A verdade é que ele me encantou pra caralho. Era um cara charmoso, gostoso, e quando me deu dois beijos e piscou o olho, fiquei vermelha que nem um tomate. Rodri era um cara de 1,90m, grandalhão, forte, dava pra ver que passava horas na academia, com cabelo castanho e um olhar que fazia qualquer uma corar. Desde o primeiro momento, soube que ia gostar dele, e não me enganei.

A partir daquele dia, me tornei a sombra deles. Adorava ir com eles pra todo canto. Sinceramente, Ro não parecia se incomodar, e se incomodava, nunca me deixou perceber. Ele me tratava como uma criança, zoava comigo e me fazia raiva. Pra mim, ele virou o irmão que nunca tive, e foi impossível não me apaixonar por ele feito uma idiota...

Provavelmente era uma paixão de criança, daquelas típicas pelo professor, pelo amigo do irmão ou por qualquer adulto que você admira... era aquela paixão platônica, mas no fundo, eu me sentia apaixonada de verdade. A real é que nunca tentaria seduzir ele. Minha irmã era a coisa mais importante do mundo pra mim, e eu valorizava o que tinha com ela acima de tudo.

O que mais me angustiava era não poder contar pra minha irmã como eu me sentia naquele momento... enquanto eu aproveitava qualquer chance. Pra ficar perto do Rodrigo, a gente se fazia cócegas, eu vivia subida no pescoço dele e direto ele me provocava mordiscando minha nuca, me dando uns arrepios maravilhosos que eu tentava disfarçar.

Minha irmã nunca desconfiou de nada do que eu podia estar sentindo pelo Rodrigo, ela, igual a ele, me via como uma criança... e realmente eu era uma criança, com 15 anos meu corpo, ao contrário do corpo das minhas amigas, ainda não tinha se desenvolvido e continuava sendo mais menina do que mulher.

Toda essa situação não passou despercebida pra maioria das minhas amigas, que, ao contrário da minha irmã, viam como meus olhos brilhavam quando eu o via e, mais de uma vez, não hesitavam em comentar..

· Nossa, quanto tempo você passa com o namorado da sua irmã, hahaha

· Que isso!!! tá maluca? Ele é meu cunhado...

· Tá, tá, coisas mais estranhas já aconteceram... além disso, tem um puta tesão, eu já dava pra ele... hahahahaha

A verdade é que eu daria tudo pra saber o que passava na cabeça do Rodrigo, queria saber se era só carinho o que ele sentia por mim, aquele carinho que se sente por uma irmã mais nova, ou se, pelo contrário, tinha algo mais... mesmo sabendo que era algo impossível, era muito difícil parar de fantasiar com tudo que envolvia ele. Direto eu tentava me maquiar e me vestir bem sexy com o único objetivo de ele reparar em mim, mas a real é que por mais que eu tentasse, o olhar dele nunca desenhava outro sorriso que não fosse de amizade e carinho, provavelmente porque meu corpo ainda não tinha se formado e não tinha quase nada pra ele reparar... isso me frustrava pra caralho.

Teve um dia que tudo que ainda restava de menina em mim ficou pra trás... eu tinha 15 anos, um dos nossos professores tinha ficado doente e eu voltei pra casa uma hora mais cedo do colégio, me troquei pra ficar confortável e, apesar de ser um dia de primavera maravilhoso, comecei a estudar porque as provas finais estavam chegando. Não tinha nem 10 minutos quando Ouvi alguém abrindo a porta de casa, as vozes eram do Rodrigo e da Solana.. pulei da minha cadeira e corri pra me esconder dentro do armário do meu quarto, minha intenção era me vingar do Rodrigo pelos sustos que ele vivia me dando, ele tinha mania de se esconder e me assustar com algum sustinho e quase fazia meu coração sair do lugar, essa ia ser a minha chance...

Me escondi no armário do meu quarto, esperando eles passarem por ali pra poder dar o susto da vida dele, mas a verdade é que ninguém passou, fiquei esperando por vários minutos, até que finalmente ouvi umas risadas seguidas de silêncio, e no segundo seguinte vi os dois entrarem no quarto da Solana, que fica na frente do meu, e pela fresta do meu armário, pude ver os dois de pé na frente da cama dela, se beijando de cueca e calcinha, o Rodrigo soltando o sutiã enquanto os peitos da minha irmã ficavam nus na frente dele... meu deus!!! e eu escondida no armário!!

Não dava pra sair... agora era impossível, enquanto eu ficava observando o espetáculo, o Rodrigo segurava os peitos lindos e grandes da minha irmã com as mãos, enquanto enfiava os bicos na boca, mordiscando e lambendo uma e outra vez com os lábios, a Solana se arqueava pra trás se deixando fazer enquanto fechava os olhos aproveitando cada chupada. Meus olhos tinham grudado naquela cena, a Solana era realmente uma gostosa, tinha uns peitos firmes e grandes, a pele dela era delicada e as curvas eram muito bonitas, os olhos verdes imensos dela eram alucinantes e não me surpreendia nem um pouco que o Rodrigo não reparasse em mim, tendo a Solana como namorada.

Dava pra ouvir as batidas do meu coração que naquela hora já batia forte, tão forte que pensei que podiam ouvir do outro quarto

Minha respiração começou a acelerar no ritmo do meu coração quando minha irmã se ajoelhou e enquanto fazia isso, puxava a cueca dele pra baixo e enfiava a rola na boca, era a primeira vez que eu vi, era grande, duro e ficava de pau duro olhando pro teto, lembro que a primeira coisa que pensei foi —como era possível que algo assim pudesse entrar num lugar tão apertado quanto minha... quando a Solana colocou na boca dele, o Rodrigo soltou um suspiro abafado e as mãos dele se agarraram na cabeça da minha irmã, guiando ela enquanto ela saboreava e passava a língua nele, segurava com a mão direita enquanto a língua percorria acariciando a cabeça bem devagar, de um jeito muito doce e depois de uns instantes colocava bem devagar na boca e começava a chupar com força...

Senti a excitação tomando conta do meu corpo, o que tava acontecendo comigo? Não conseguia parar de olhar pra eles... estavam deitados na cama e o Rodrigo enfiava a língua na buceta da minha irmã, a Solana gemia sem parar com a respiração ofegante... enquanto isso, as mãos dela se agarravam com força nos lençóis, os lábios do Rodrigo se enterravam no mais íntimo dela, o rosto da minha irmã era a cara da luxúria, os olhos dela injetados de desejo faziam ela muito diferente da Solana que eu conhecia, aquela garota comportada e meiga que nunca tinha quebrado um prato.

Não consegui evitar... meus dedos começaram a roçar bem devagar na minha buceta molhada, era a primeira vez que eu fazia aquilo e senti um gosto maravilhoso, ninguém tinha me ensinado mas agi quase por instinto, meus dedos anelar e médio entraram por baixo da calça e começaram a roçar o clitóris, sentia ele inchado e cada roçada me fazia tremer de prazer, sentia meus peitinhos pequenos e durinhos e com a outra mão comecei a beliscar os bicos duros.

Enquanto no quarto ao lado a poucos 5 metros, o Rodrigo estava prestes a penetrar minha irmã, ela acariciava bem docemente as costas dele enquanto abria as pernas o máximo que podia, as mãos dela se agarravam na bunda dele puxando ele pra perto, fazendo ele saber com os movimentos de quadril que ela tava pronta pra receber ele, ele roça a bucetinha dela com o... pau grande e potente, resiste a penetrá-la fazendo ela sofrer, Solana implora...

· Te desejo... preciso disso, não aguento mais. Meu amor entra em mim...

Suas palavras são pura súplica, ela está de pernas abertas com os joelhos encolhidos enquanto... naquele instante, com uma forte estocada, Rodrigo a penetra com força, Solana solta um gemido alto e ele começa a se mover bem devagar dentro dela. Observo como os músculos da bunda dela se contraem uma e outra vez a cada movimento, Solana levanta os pés e os entrelaça em volta da cintura dele, facilitando os movimentos, as mãos dela roçam nele suavemente. Me excita pra caralho ver como minha irmã respira ofegante enquanto o recebe... meu dedo entra em mim, sinto a pressão das paredes da minha buceta virgem apertando meu dedo do meio, enfio com medo, mas entra sem problemas... enquanto no outro quarto, os gemidos de Solana se transformaram em pequenos gritos abafados.

As mãos de Solana se agarram com força nos lençóis enquanto ela começa a se mexer com pequenas sacudidas, observo o rosto dela no travesseiro aproveitando o momento ao máximo, enfiando os dedos de Rodrigo na boca dele enquanto chupava sem parar...

· Continua, meu amor, continua, não para, vou gozar... já já... ahh ahhh ahhhhh

Os quadris dela sobem e descem tentando apagar o desejo, as mãos dela arranham as costas dele e a cabeça dele começa a bater de um lado para o outro no travesseiro enquanto a boca entreaberta não parava de gemer.

Eu estava dentro do armário, respirando com dificuldade, tinha tido meu primeiro orgasmo, era a primeira vez que me masturbava e tinha feito isso enquanto via minha irmã e meu cunhado transando, não era o que eu imaginava, mas com o tempo descobri que aquilo não era a coisa mais estranha que ia me acontecer...

Aquele dia ficou gravado na minha memória, com o tempo eu gostei dessa parada de me masturbar, era uma experiência muito excitante e sempre Eu adorava relembrar nos meus sonhos mais molhados as imagens que tinha vivido naquele quarto... me excitava quando o pau duro dele entrava uma e outra vez, penetrando ela, adorava lembrar como a Solana tremia e se agarrava nele... todas essas lembranças me acompanhavam nos meus momentos molhados e solitários...

Três anos depois, quando eu já tinha 18, teve uma grande polêmica em casa. Minha irmã estava obstinada em ir de férias com o Rodrigo, mas meus pais não deixavam. Sempre foram muito rígidos com tudo que envolvia horários e viagens com caras. Então a única solução pra eles poderem ir era eu ir junto como "carabina". A verdade é que eu tava encantada, não só ia passar uma semana de férias, mas também ia poder aproveitar a companhia do Rodrigo do meu jeito...

Comprei um biquíni de amarrar laranja e preto que me caía perfeitamente... enquanto me trocava no provador da loja, observava no espelho como meu corpo tinha mudado nos últimos anos... já não era mais a garota magricela e chata de dois anos atrás. Agora meus peitos tinham crescido, não eram tão grandes quanto os da Solana, mas eram bonitos e firmes, tamanho 90. Tinham mamilos rosados e pequenos que tendiam a endurecer com o frio, e isso me fazia corar mais de uma vez. Sou magra e meus quadris são levemente largos, o suficiente pra despertar as mais baixas paixões dos colegas da minha classe. Durante o último ano, vários caras no colégio tinham tentado me pegar. A verdade é que eu tinha fama de "fechada" no colégio, coisa que não me importava nem um pouco.

A data de partida era 15 de agosto. Saímos pra Lobos com o Renault Clio do meu cunhado. Rodrigo tinha comprado uma barraca com dois compartimentos, e em pouco mais de 2 horas a gente já tava lá... o problema era achar camping com vaga livre, a maioria tava lotada no auge de agosto. Depois de várias tentativas falhas, conseguimos uma vaga, era um camping bem normalzinho.

Naquele primeiro dia no camping, depois do jantar, fomos logo pra barraca. A verdade é que o lugar onde a barraca estava era bem escuro, e eu tava com muito medo de ficar sozinha num dos quartos... falei pra Sol que tava com medo de dormir sozinha, ela entendeu e comentou com o Rodrigo. Quando ela contou, a cara dele era um poema, mas o coitado não pôde dizer nada além de sim, então ele aceitou que eu dormisse no mesmo quarto. Entramos primeiro nós duas pra colocar o pijama enquanto ele ficou esperando do lado de fora com cara de resignado. Colocamos o pijama e, depois de alguns minutos, chamamos o Rodrigo pra entrar... o olhar dele ficou preso em mim por uns segundos pela segunda vez no mesmo dia. Meu pijama era justo, e eu percebi que meus pezinhos estavam durinhos e tinham marcado bem claramente na camiseta. Não consegui evitar ficar vermelha e mudei de posição disfarçadamente. Fiquei excitada ao sentir como o olhar do meu cunhado tinha ficado lascivo por um segundo.

Demorei pra dormir. A gente tava em cima de umas esteirinhas, mas o chão era bem duro e eu não tava acostumada com nada que não fosse minha cama. Ficamos um tempinho conversando e brincando com as lanternas, aproveitando aqueles primeiros momentos fora de casa e fazendo planos pro dia seguinte. Depois de mais de uma hora de papo, acabei dormindo... lá pelas 2 da manhã, acordei sentindo movimento do meu lado. Geralmente, meu sono é bem leve e acordo com qualquer mosca passando. Tava escuro, e demorei um pouco pra minhas pupilas se acostumarem com a escuridão. Senti alguém se mexendo do meu lado, bem onde minha irmã estava. Quando consegui enxergar através da escuridão, vi a Solana se movendo com movimentos leves e ritmados enquanto o Rodrigo enfiava as mãos dentro do saco de dormir dela... passava os dedos na bucetinha dela. Enquanto ela subia e descia os quadris no ritmo das carícias dele, ela tentava prender a respiração com gemidos abafados, seus lindos peitos inchavam e desinchavam uma e outra vez enquanto a camisa só conseguia cobrir parte dos quadris.

Meu coração começou a bater forte ao ver aquela cena, eu olhava extasiada pra eles sem que percebessem nada, não ousava mexer um único músculo do meu corpo, em poucos minutos minha boca tinha secado de tesão, sentia minha buceta molhada e quente, precisava apagar todo o fogo que me queimava por dentro, mas... não podia, não ousava me mexer... se naquela hora eu fizesse isso, eles iam perceber, enquanto... a poucos centímetros,

Não tinha passado nem 10 segundos quando Solana se deita sobre Rodrigo e, levantando a camisa, segura o pau dele com a mão e o coloca na boca, estava completamente ereto e inchado, dava pra ver as veias saltando e a cabecinha vermelha bem madura, Solana o colocava na boca enquanto segurava com a mão, parecia uma verdadeira expert, eu ficava fascinada vendo aquela garota doce e delicada se comportando como uma autêntica profissional do sexo, a língua dela lambia a glande e aos poucos ela o metia na boca, chupando e fazendo ele desaparecer uma e outra vez. Rodrigo tinha muita dificuldade pra não gemer, respirava acelerado enquanto minha irmã não parava de chupar ele...

Naquele instante não consigo evitar levar minha mão até o meio das minhas coxas, me atrevi porque eles estavam muito empolgados... meus dedos se enfiaram por baixo da calcinha e acariciam minha bucetinha molhada, um arrepio percorre minhas costas ao sentir a doce pressão dos meus dedos nela, eles se molham com os fluidos quentes enquanto roçam meu clitóris inchado. Tento prender a respiração, tento não me mexer, só meus dedos dentro da calcinha acariciam minha buceta uma e outra vez, enquanto... eu observo.

Rodrigo começa a gemir e ser arrastrada pelo clímax, minha irmã não para de enfiar o pau na boca e agora mexe pra cima e pra baixo com a mão enquanto saboreia o esperma que sai em pequenos jatos... ver o Rodrigo me enlouquece, a excitação percorre meu corpo em pequenas ondas e eu começo a tremer com espasmos leves, tentando segurar toda a vontade de gritar e de me mexer, depois de alguns segundos tudo passou, eles conversam rindo baixinho, a Solana fala que é uma loucura o que acabaram de fazer, mas eles não sabem toda a verdade...

Depois daquele primeiro dia vieram outros, toda noite praticavam um novo jogo de apalpadas e carícias, cada dia um pouco mais ousado, cada dia um pouco mais longe... enquanto isso, eu ficava ali olhando no escuro, brincando com meu corpo e desejando no fundo da minha alma ser eu quem estivesse ali aproveitando o Rodrigo.

Era o penúltimo dia das férias, era segunda-feira e decidimos ir mais pra lagoa já que seria provavelmente o dia com menos gente, estava calor, coloquei uma regata e um short, não curto muito andar nos brinquedos então enquanto ela via a apresentação dos papagaios eu fui com Rodrigo no Tutuki Splash. Por acaso, quando a gente subia, um barco caiu e bateu na água, chegando até nós uma onda que nos encharcou por completo, o formato dos meus peitinhos e meus mamilos apareciam perfeitamente através da regata molhada, o Rodrigo não conseguiu evitar de cravar o olhar enquanto a luxúria começava a encher os olhos dele...

Quando encontramos a Solana e ela me viu assim... me chamou de boba, disse que quem que ia se meter num brinquedo daquele com uma regata branca, que agora tava marcando tudo... Me dava raiva que fosse justamente ela, a me criticar por isso, a doce Solana que nunca quebrou um prato e que toda noite eu ouvia gemer como uma verdadeira puta, enquanto eu fingia que tava dormindo, a verdade é que me dava Fiquei com uma raiva danada de ser justamente ela que viesse encher meu saco por causa da camiseta, dava vontade de mandar umas verdades... mas não falei nada e voltamos pro acampamento emburrados, e depois do jantar fui antes pra barraca.

A real é que nem sei por que tava mais puta: se pelo que aconteceu ou por me sentir muito frustrada por não poder ter o Rodrigo, eu desejava ele mais do que já desejei qualquer pessoa, e toda essa situação tinha me deixado louca.

Pra ser sincera, fiquei com um pouco de medo de ir pra barraca sozinha, mas depois de ter saído emburrada, meu orgulho não deixava eu voltar. Quando cheguei na barraca, vesti o pijama e me enfiei no saco de dormir, mas em vez de deitar no meu lugar, fui pro outro lado de onde eu dormia sempre. Os minutos passaram e logo eles chegaram, o Rodrigo se deitou no meio das duas e eu, como sempre, fingi que tava dormindo. Ouvi eles cochichando alguma coisa, a Solana falando que não tava a fim naquela noite e, depois de uns instantes de conversa, todo mundo dormiu.

Tava cansada e naquela noite também peguei no sono rápido, dormi por umas duas horas e lá pela 1 da madrugada acordei assustada...

Quase por instinto, virei a cabeça pro lado onde o Rodrigo estava. No começo, mal dava pra enxergar ele, mas depois de alguns segundos minhas pupilas foram se acostumando e eu pude ver a cena... O Rodrigo estava se masturbando, o saco de dormir dele subia e descia numa velocidade danada enquanto ele ficava de olhos fechados, respirando com dificuldade. Fiquei observando o rosto dele, extasiada, olhando com os olhos arregalados, sem conseguir tirar o olhar daquela cara embriagada de prazer. Fiquei olhando enquanto sonhava com as carícias dele, imaginava ele por cima de mim me penetrando, ver ele se masturbar tava me excitando pra caralho...

Cada vez o interior do saco se mexia mais rápido, até que num instante, sem eu esperar, ele abriu os olhos... eu fechei os meus. O mais rápido que pude e fiquei de olhos fechados, com o coração batendo tão forte que achei que ia ouvir ele... teve uma calma tensa, por uns segundos fiquei de olhos fechados, mas no fundo sabia que ele tinha me visto e, depois de um minuto, abri eles de novo. Rodrigo me olhava sem dizer uma palavra, meus olhos se cravaram nos dele e ficamos assim por um tempão, de repente ele chegou mais perto de mim, a gente tava a uns 30cm de distância, a mão dele veio na minha direção e entrou por dentro da camiseta do meu pijama.

O primeiro toque me fez tremer e senti toda a pele arrepiar com aquele contato inicial, meus peitinhos endureceram e um suspiro abafado saiu do fundo de mim... senti o toque suave das mãos dele percorrendo devagar cada cantinho do meu corpo, fechei os olhos enquanto as pontas dos dedos dele roçavam em mim subindo, pela barriga e chegando logo depois nos meus peitos inchados... afff, queria morrer, minha respiração ficava cada vez mais acelerada, tava difícil não gemer igual uma louca, comecei a sentir como se minha buceta começasse a ficar mais e mais molhada... abri os olhos por um instante e vi o rosto dele, era a cara do desejo, sentia ele apertando de leve meus peitos, acariciando eles, beliscando meus bicos e roçando as auréolas, por dentro eu queria que ele pulasse em cima de mim e me penetrasse uma vez atrás da outra, precisava sentir ele dentro de mim, sentir o pau dele mergulhando sem parar na minha bucetinha virgem, mas sabia que, mesmo ele estando completamente fora de si, a gente não podia...

Depois de uns minutos, a mão dele começou a descer, eu queria que chegasse na minha buceta, precisava sentir os carinhos dele, precisava saber como era ter os dedos de um homem brincando com ela pela primeira vez... meu corpo inteiro tremeu quando ele roçou meu clitóris, um espasmo de prazer começou a me percorrer, não consegui evitar de seguir os dedos dele com movimentos da minha cintura. Por um instante ele parou e o dedo do meio começou a entrar. Na minha buceta, no começo soltei um gemido, mais de susto do que de dor, sentia ele entrando bem devagar enquanto as paredes da minha buceta apertavam o dedo dele com força.

Eu tava escorrendo, quase me senti envergonhada de estar daquele jeito, os dedos dele encharcados com meus fluidos deslizavam uma e outra vez em mim, brincavam com meus lábios vaginais e pressionavam meu clitóris... não conseguia parar de abrir as pernas enquanto minha mão pousava sobre a dele, ao mesmo tempo que apertava tentando acalmar o desejo que me consumia por dentro.

Depois de alguns instantes, minha respiração se transformou em gemidos, gemidos abafados que mal conseguia reprimir, fechei os olhos e comecei a me deixar levar por um orgasmo maravilhoso, ele começou a percorrer meu corpo com pequenos espasmos que foram aumentando a cada segundo, até que perdi completamente o controle. Quando voltei à realidade, meu coração ainda batia forte, abri os olhos e vi ele me olhando, me senti envergonhada e não consegui dizer nada, depois de alguns instantes me virei e, apesar de não ter pregado o olho a noite toda, fiquei imóvel lembrando do que tinha acontecido.

No dia seguinte era o último, eu já estava acordada quando Solana se levantou, sei que Rodrigo não tinha dormido muito, ouvi ele virar de um lado para o outro várias vezes durante a noite, verdade seja dita, queria muito saber o que passava pela cabeça dele naqueles momentos... queria saber se ele se arrependia do que tinha acontecido, queria ter trocado algumas palavras com ele na noite passada... mas a verdade é que eu estava envergonhada demais para falar.

Solana se levantou e foi para o banheiro tomar um banho, eu fiquei imóvel fingindo que dormia dentro do meu saco de dormir, sabia que estávamos sozinhos os dois, mas não ousava olhar, meu corpo tremia só de pensar que ele podia estar pensando a mesma coisa que eu. Não tinham passado nem dois minutos desde que minha irmã saiu pela porta, quando pude sentir Rodrigo se mexer, o coração começou a pulsar forte de novo ao sentir que estava sobre mim, puxou o saco de dormir e deixou meu corpo exposto... não disse uma única palavra quando puxou minha calcinha de renda rosa pra baixo e deixou ela caída nos joelhos, no segundo seguinte comecei a sentir a língua dele se enfiando na minha bunda e percorrendo tudo, era uma sensação nova e maravilhosa, logo meus quadris começaram a acompanhar com movimentos leves e ritmados, minhas coxas foram se abrindo, facilitando o trabalho da língua quente dele. Aos poucos, ele começou a me percorrer por completo, indo do meu cu, passando pelos meus lábios molhados e terminando no clitóris, que naquele momento já estava inchado e super sensível.

Levantei os quadris pra facilitar os movimentos dele e deixei a bunda empinada, enquanto a língua maravilhosa dele não parava de explorar cada cantinho mais escondido da minha buceta, minha respiração, que até então tinha sido abafada e silenciosa, virou gemidos de puro prazer, eu não conseguia pensar em nada além do que estava sentindo naquele instante, era impossível parar de mexer os quadris no ritmo daquelas lambidas...

Eu já estava a ponto de gozar quando os lábios dele largaram minha bucetinha, senti o corpo dele por cima do meu enquanto as mãos macias dele deslizavam por dentro do meu pijama e chegavam até meus peitos, amei sentir de novo as mãos dele cobrindo eles e acariciando bem devagar enquanto beliscava meus mamilos duros. Naquele momento, minha boca falou, foi um verdadeiro pedido...

· Preciso sentir você... me faz sua, por favor...

Ele aproximou o pau inchado da minha bucetinha, roçava e se molhava com meus fluidos, passava a ponta dele uma vez e outra, eu precisava sentir ele me preenchendo por dentro, precisava sentir a pressão do pau dele em mim, precisava sentir como pela primeira vez um homem estava dentro de mim... como se lesse minha mente, a ponta do pau dele Ela se apoiou na minha buceta e começou a pressionar, no começo senti só a ponta entrando, mas aos poucos foi penetrando... meu hímen foi perdendo a resistência enquanto uma dor aguda me fazia tremer... de repente, uma forte sacudida fez o pau inteiro dele entrar em mim por completo, minhas mãos se agarraram com força no saco de dormir enquanto um grito de dor ecoou no ambiente ao sentir minha inocência sendo rasgada por completo.

Rodrigo parou, parou enquanto o pau dele estava dentro de mim, sentia como ele me preenchia por inteiro e depois de alguns instantes parado, comecei a sentir o movimento, comecei a sentir a pressão do pau dele roçando uma e outra vez nas paredes da minha buceta. Quase sem perceber, a dor deu lugar ao prazer, as mãos dele seguram minha cintura com firmeza enquanto as estocadas dele me fazem gemer de prazer de novo...

· Não para, por favor não para...
· Tô sentindo você, não para, continua, continua...
· ahhh ahhh ahhhh

Dentro da barraca, os gemidos dos dois se misturam com o barulho do corpo dele batendo na minha bunda, sinto o corpo todo dele tenso, sinto as mãos dele se agarrando em mim com força, enquanto Rodrigo solta um grito de prazer depois de várias estocadas fortes, o esperma quente dele me enche por completo... é uma sensação maravilhosa, uma sensação que me prende e me faz ter um orgasmo incrível, enquanto Rodrigo continua entrando em mim uma e outra vez, meu corpo inteiro começa a tremer enquanto minha cabeça descansa no travesseiro e minhas mãos se agarram forte no saco, por alguns segundos meu corpo todo me abandona, por uns instantes o prazer foi minha única companhia...

Por um minuto ele fica imóvel dentro de mim, continua por cima enquanto eu continuo de bruços, as mãos dele pousaram sobre as minhas e eu posso sentir o coração dele batendo forte nas minhas costas... é nesse momento que, depois da nossa transa, se ouve alguém chorando baixinho. afogada... é a Solana!!!CONTINUA!!!O QUE VAI ACONTECER COM A SOLANA???

RODRIGO VAI DEIXAR A SOLANA, POR CAUSA DA MICOL???

A CHEGADA DE UM NOVO PERSONAGEM VAI MUDAR O RUMO DA HISTÓRIA...

É SÓ ESPERAR!!!

5 comentários - Micol, Solana e Rodrigo (Parte 1)

bien quiero leer la 2da parte... pero mejorá la adaptación! en Lobos en agosto hace un frio tremendo!