Naquele verão, Aldana e o pai Adolfo tinham combinado de passar uns dias juntos na casa da praia. No último ano eles se viram pouco, porque Aldana trabalhava em Mendoza e o pai ficou em Buenos Aires, e só conseguiram ficar juntos quatro dias no Natal.
Adolfo já estava há uma semana na casa da praia, tinha um mês de férias e estava empolgado para passar uns dias com sua "filhinha". Era um homem atraente, sempre praticou natação e, para seus 55 anos, tinha um corpo definido.
Era bem mulherengo, tinha uma vida sexual bem ativa e não dispensava nenhuma mulher, independentemente da idade. Tinha alguns fios grisalhos e a pele morena de tanto pegar sol.
O telefone tocou, ele atendeu apressado pensando que era Aldana, mas era um número que ele não conhecia.
— Alô?
— Pai!! Sou eu, Aldana! Meu celular quebrou...
— Oi, querida!! Onde você está?
— Acabei de chegar na estação de trem.
— Vou agora mesmo.
Não demorou nem 10 minutos para chegar, estava ansioso para ver sua "filhinha". Lá estava ela com as malas, sentada no terraço do bar da estação. Sua "filhinha" era toda uma mulher de 19 anos, ele a viu maravilhosa com um vestido curto branco, tinha cortado o cabelo castanho. Cada vez mais parecida com a mãe, estava muito gostosa. Ele se aproximou, deram um beijo no rosto e se abraçaram. Ajudou com as malas e entraram no carro conversando, colocando o papo em dia. No caminho para casa, passaram por uma pizzaria que Aldana adorava, compraram uma pizza e foram para casa comer.
Tiraram um cochilo — o calor daquele verão era de matar, e ninguém aguentava ficar na rua ao meio-dia. Aldana acordou ensopada de suor por causa da umidade e do calor, foi para o jardim e encontrou o pai tomando sol.
— Pai!! Você não está com calor?
— Oi, filha! Agora o sol está mais fraco e a gente tem que aproveitar. Vem aqui, dá um mergulho.
— Já vou... mas não trouxe o biquíni, preciso comprar um.
Adolfo ficou pensativo e disse:
— Por que você não... Põe um da sua mãe, ainda tem umas roupas dela no armário.
Tem certeza, papai? – Pergunto com dúvida.
Sim, vem... fuck, um...
A mãe da Aldana já tinha falecido há alguns anos, e o Adolfo guardava algumas coisas, não tinha coragem de jogar fora. Depois de um tempo, ela apareceu de dentro de casa com um biquíni vermelho. Adolfo tirou os óculos de sol pra ver melhor, ela estava uma gostosa, tinha herdado o corpo da mãe, mas com um peito maior. Aldana sorriu pra ele e perguntou:
Ficou bom em mim?
Tá uma delícia. – Exclamou. – Cada dia você parece mais com sua mãe, ficou muito bem.
Aldana sorriu, largou a toalha na espreguiçadeira e foi se jogar na piscina. O pai não tirava os olhos dela, que corpo lindo a filha tinha, uns peitos impressionantes, a pele lisa e uma bunda bem empinada e redondinha, era uma garota que também malhava, principalmente spinning, conseguindo umas pernas bem definidas. Aldana percebeu os olhares do pai, mas não deu importância. Depois do mergulho, foi pra espreguiçadeira junto com o pai pegar um sol.
No dia seguinte, o calor era infernal, foi o dia mais quente do verão, até em casa tava abafado e decidiram ir pra praia, que pelo menos batia uma brisa. Alfredo adorava observar sua “princesinha”, ela lembrava a esposa quando tinha a mesma idade.
Ei, Aldana, tava pensando que você pode ficar com as roupas da sua mãe.
Sério? Tem certeza?
Sim, não vão ficar lá pra sempre, você prova e o que não servir ou não gostar, a gente leva pra igreja.
Tem umas coisas bonitas, depois vou dar uma olhada...
Já te falei, mas cada dia você parece mais com sua mãe.
Ela sorriu e se deitou de barriga pra cima na toalha, enquanto o pai observava, um desses peitos lindos escapava um pouco do biquíni. Aldana sabia dos olhares do pai, não sabia se era porque lembrava a mãe ou porque desejava aquele corpo... ou os dois, mas adorava ser o centro das atenções do pai. Ela se virou de lado. Virou de barriga pra baixo pra ele ver a bunda dela. Depois de mais um tempo na praia, foram pra casa. Adolfo em casa só de sunga, enquanto a filha também tava leve, só de biquíni. Tomaram um banho no jardim, se secaram e entraram na sala. Aldana na sala começou a passar hidratante, passou as mãos nos peitos, nos braços, no rosto... passou mais creme nas mãos e, bem sensual, apoiou a perna direita no sofá e se massageou até cobrir tudo de creme, enquanto o pai não tirava o olho. Levantou a outra perna e fez a mesma coisa.
— Papai!! Papai!! cê tá bobão?
— Que que cê disse? Desculpa, tava viajando...
— Se você passa creme nas minhas costas...
Adolfo chegou perto, Aldana passou creme na mão dele e virou de costas, ele espalhou o creme nas costas dela, o contato com a pele da filha excitou ele, dando uma leve ereção.
— Vira pra cá, que agora eu passo na sua costa.
Ele obedeceu, virou de costas e sentiu as mãos da filha apertando forte as costas dele, não sabia o que tava rolando, mas se continuasse assim, ia ficar duro de vez. Quando terminou as costas, devolveu o pote pro pai pra ele continuar e foi preparar uma salada. Durante o almoço, Adolfo tocou de novo no assunto da roupa e Aldana topou. Depois de comer, o pai sentou no sofá vendo TV meio sonolento, enquanto a filha olhava as roupas da mãe.
— Olha, papai!! O que cê acha?!
Apareceu na sala com um vestido vermelho justo que marcava as curvas dela.
— Uau, cê tá gostosa!! — exclamou. — Ficou muito bem em você.
— É? Cê gostou?
E virou de costas pra ele ver bem o corpo dela.
— Tem mais coisa, vou provar e você me diz o que acha.
— Ok. Te espero aqui...
Depois de cinco minutos, apareceu de novo, dessa vez com outro biquíni branco. O pai ficou besta, só conseguia sorrir.
— Esse também vou ficar. — disse com um sorriso.
Voltou pro quarto e, depois de alguns minutos, Adolfo viu a filha chegar e ficou estupefato. Ela apareceu com uns saltos altos, meia-calça preta até a coxa e um conjunto preto de calcinha e sutiã.
Fiquei sem palavras... você está muito gostosa....
Aldana andou um pouco na frente do pai, imitando uma modelo na passarela. Essa visão já tinha feito o pau dele endurecer.
O que achou? Ficou bom, né?
Muito bom... você está divina...
Obrigada, papai.
Adoro te ver assim, por que não fica um pouco com ele?
Te lembra a mamãe?
Sim, muito... vejo ela refletida em você.
É bonito você lembrar da mamãe, sei que sente falta dela... eu também...
Estar perto de você traz de volta as lembranças daqueles anos que passávamos aqui no verão...
Aldana sentou ao lado dele no sofá e segurou a mão dele.
Se quiser, finjo que sou a mamãe, isso te faria se sentir mais à vontade?
Adolfo ficou hesitante e, após um longo silêncio, respondeu:
Isso seria muito bonito, faz tempo que não compartilho minha vida com ninguém... e poderia ser divertido. — Disse sorrindo.
Aldana abraçou ele e deu um beijo na bochecha. O pai não parava de sorrir, sem palavras de tanta alegria. Aldana se inclinou e, com um movimento rápido, montou no pai, que ainda estava sentado no sofá. Segurou o rosto dele com carinho. Ele correspondeu segurando a cintura dela.
E que tal a gente sair por aí como marido e mulher? — Propôs Aldana.
Genial!! E pra onde você quer ir?
Pra onde você quiser... a gente podia se perder, num lugar onde ninguém nos conheça, e passar nossa lua de mel. — Aldana já tinha entrado rápido no personagem.
Algum hotel? Um cruzeiro?
Mmmmm... soa muito bem... o cruzeiro... mas talvez seja muita enrolação...
A gente olha na internet, com um pouco de sorte, quem sabe tem alguma vaga.
Adolfo fez um gesto com as mãos pra ela sair de cima, levantou e foi pegar o notebook. Sentou numa cadeira da mesa da sala e começou a navegar. Aldana ficou ao lado dele, colocando Uma mão no ombro dela. E comentando o que viam.
— Olha, querida, esse aqui já foi!
— Sim, e sai hoje à noite... Tem vagas?
— Olha! Aqui estão aparecendo algumas... Vamos nos inscrever? Estamos a pouco mais de uma hora do porto.
Aldana sentou no colo do pai, colocando a bunda em cima da pica que não demorou a ficar dura. Adolfo segurou ela pela cintura, adorava roçar a ponta dos dedos no corpo da filha. Aldana se inclinou e ficou de pé, apoiada na mesa com as pernas ligeiramente afastadas enquanto digitava. Adolfo tinha uma vista erótica da bunda de Aldana, a calcinha preta sumia na fenda do cu. Acariciou a bunda dela umas duas vezes até ter que parar porque ela pediu o número do cartão.
Fizeram as malas correndo, entraram no carro e foram a toda velocidade para o porto. Chegaram em cima da hora, depois de fazer os trâmites do embarque e passar pela alfândega, subiram no navio. Era incrível, horas atrás estavam na praia e agora estavam indo num cruzeiro. Chegaram ao camarote, do que tinha sobrado era um dos melhores e ainda por cima com bom preço, era amplo, com janela para o exterior, uma cama de casal e um banheiro pequeno. Desfizeram as malas, tomaram um banho e se vestiram para ir jantar. Adolfo saiu na frente enquanto ela se arrumava, estava no bar tomando uma cerveja quando viu a filha aparecer, com o cabelo preso e um vestido preto que ia até os joelhos. Aldana se aproximou sorrindo, ele se levantou, segurou ela pela cintura e beijou sua bochecha, sussurrando no ouvido:
— Você está espetacular, querida.
Pegou ela pela mão e foi até o maître do bar, que os levou até a mesa. Jantaram leve e beberam uma garrafa de vinho. O álcool tinha desinibido eles, e conversaram animadamente durante todo o jantar. Chegou a hora dos drinques, ele pediu um uísque, ela um gin-tônica. A orquestra começou a tocar. Aldana sentou ao lado do pai, enquanto acariciava o cabelo dele, e ele... correspondia com uma mão na coxa dela.
Vamos dançar?
Amor, seu pai é meio desengonçado...
Tô de lua de mel, tem que dançar sim ou sim.
Aldana levantou, pegou Adolfo pela mão e levou ele pra pista de dança. Ele custou a se soltar no ritmo de tão desajeitado que era, mas aos poucos foi perdendo a vergonha e se soltou. Dançavam como dois jovens, fazendo bagunça no som da música. Adolfo não perdia chance de agarrar Aldana e tocar a bunda dura dela, ela se deixava e até tentava se colar nele. Chegou uma música lenta, eles se abraçaram e juntaram os corpos, ela se segurava nos ombros dele, enquanto ele a pegava pela cintura e apoiava a cabeça no peito do pai dela. Sentia o peito da filha contra o corpo e o perfume o embriagava, teve a sensação de estar com a esposa. Aldana levantou a cabeça, fechou os olhos e beijou o pai, foi um beijo curto, mal roçaram os lábios. Ela sentiu o volume na virilha dele. A música acabou, tocaram uma de salsa e Aldana se virou, colocou a bunda contra a cintura dele e começou a dançar seguindo o ritmo. Ele só conseguiu afastá-la e tentar acompanhar o ritmo. Depois de algumas danças, Adolfo pediu trégua.
Buufff, amor... isso não é pra mim, tô suando, vamos descansar um pouco.
Já tá velho ou o quê?
A gente tem uma idade, hahaha... — respondeu soltando uma gargalhada.
Ficaram mais um tempo sentados terminando a bebida e foram pro camarote. Aldana pediu pra ele carregá-la no colo como uns recém-casados, ele beijou ela, agarrou e a levou no colo pro camarote, deixando-a suavemente na cama. Ajoelhou-se na frente dela e se fundiram num beijo, juntando as línguas e brincando com elas.
Te amo, meu amor. — disse Adolfo.
Quem você ama...? Sua filha? Ou sua esposa?
As duas... você é uma só, é minha filha safada...
E começou a fazer cócegas nela, enquanto ela gritava e tentava se soltar.
Você é uma filha safada, muito safada, e o papai vai te castigar!!
Não... não pra... hahahahaha...
Conseguiu se soltar das mãos do pai, levantou com o rosto vermelho e o cabelo bagunçado e com um sorriso safado disse:
Vai me castigar?
Sim!!
Ele agarrou ela com força pela mão, puxou ela pra cima dele e sentou na cama. Obrigou ela a ficar de bruços nas pernas dele, pra dar uns tapas nela.
Não papai não... vou ser boazinha, por favor...
Você merece um castigo.
E pá!! deu um tapa na bunda dela, fazendo a filha dar risada.
Não me doeu nada!!
Ele levantou o vestido dela, deixando a bunda com a tanga à mostra, e pá!! outro tapa. Aldana não disse nada... pá!! mais um, e assim mais três.
Sim papai, fui malvada... me castiga...
Vai se comportar?
Sim, o que você mandar...
Ela tava com a bunda vermelha, e ele massageou suavemente com a mão que tava livre. Enfiou a mão entre as coxas e chegou a roçar a buceta quente, fazendo a filha ter um espasmo. Acariciou de novo e Aldana soltou um gemido. Enfiou o dedo por baixo do pano e acariciou a buceta molhada, fez círculos enquanto enfiava o dedo devagar.
Aaaahhhhh... – gemeu Aldana mais alto.
Ela jogou as mãos pra trás e se agarrou na bunda, abrindo as nádegas pra facilitar o trabalho do pai que tava masturbando ela, tava tão molhada e excitada que saíam líquidos da buceta dela e Adolfo tinha os dedos encharcados de líquido branco. Ele tirou a tanga e subiu os dedos até o cu, deixou cair um pouco de saliva e enfiou o dedo de leve, os dedos estavam molhados mas o cu dela resistia enquanto ele ouvia os gemidos mais de dor do que de prazer. Depois que enfiou meio dedo, ele tirava e enfiava devagar entre os gemidos da “filhinha”, Aldana tentou se levantar mas Adolfo colocou a mão na cabeça dela.
Você tá castigada, minha vida... até eu terminar seu castigo não vou te soltar.
Ai... papai, vou me comportar... aaaahhh...
Tem certeza?
Sim...
Tá bom.
Adolfo tirou o dedo e deixou ela se levantar, deu um tapa na bunda dela. ombro e disse:
Você é bobo...
Se olharam e riram, Aldana se aproximou e beijou ele, brincando com as línguas enquanto apalpava os peitos dela por cima do vestido. Ela se levantou, Adolfo atrás dela enquanto continuavam se beijando, tirou o vestido dela e ele ficou completamente nu. Aldana sentou na cama e soltou o sutiã:
Caralho, que peitão do caralho você tem, meu amor! – Ele disse enquanto apalpava eles.
Uuuffff.....
Ela se deitou de barriga pra cima enquanto ele chupava os peitos e mordiscava os bicos, deixando a filha ainda mais excitada. Largou os peitos, Aldana abriu as pernas, mostrando a buceta com um pouco de pelo. Ele abaixou a cabeça e chupou a rachinha, colocou a boca contra a buceta molhada enquanto passava a língua e ela gemia. Roçava a área do clitóris, descia pelos lábios vaginais e enfiava a língua na buceta, de vez em quando enfiava um dedo, fazendo a respiração da filha ficar ofegante e os gemidos aumentarem de intensidade. Ele chupava a linda bucetinha rosada da filha enquanto ela se agarrava na colcha com força e, de olhos fechados, mexia a cabeça de prazer. Quando tirava a língua da buceta, um líquido viscoso grudava nela, mas ele queria mais e não parou até ouvir gritos de prazer. Levantou a cabeça e a primeira imagem foi a filha se apalpando os peitos, com o rosto vermelho e uma expressão de prazer que excitou Adolfo.
Ele aproximou o pau duro da rachinha e penetrou:
Aaaahhhhh....... – Aldana gritou.
Ele agarrou ela pela cintura e meteu com força, de cima via o pau entrando e saindo da buceta. Ela estava de pernas abertas com os braços pra cima, se deixando foder sem parar, como nunca antes tinham comido ela, e ainda mais com o pauzão do pai, ela estava aproveitando 100%, os peitos dela balançavam livres no ritmo das estocadas do pai. Eram dois corpos suados aproveitando o sexo, gotas de suor escorriam da cabeça de Adolfo, a penetração era num ritmo constante, tentando roçar a parte de cima da buceta. Um torrente de prazer inundava a buceta dela, subindo pelo corpo todo, causando um prazer indescritível enquanto era penetrada pelo pai dela.
Sim, sim, sim... me fode... siiiim
Você gosta, filha!!
Aaahh... sim, sim!!
Você gosta da pica do seu pai!!!
EU AMO!.
Aldana chegava ao clímax, ia gozar:
Adolfo soltou a cintura dela, se posicionou por cima e continuou penetrando enquanto se beijavam. Aldana agarrou ele com os braços, envolveu com as pernas, se fundiram num corpo só. Aldana sentiu uma descarga de prazer que percorreu o corpo, soltou um gemido abafado de prazer e o corpo dela teve uns espasmos incontroláveis. Teve um orgasmo que deixou ela sem forças por uns segundos, o pai dela se retirou e beijou ela.
Você é uma menina muito safada. – E sorriu pra ela.
Ela devolveu o sorriso, enquanto recuperava o fôlego ficou imóvel e o pai dela do lado acariciava o cabelo dela. Depois de alguns segundos, ela se inclinou, chegou perto da pica do pai e colocou na boca, começou a chupar, estava dura e molhada dos líquidos dela. Enquanto Adolfo observava como ela com uma mão masturbava ele e colocava na boca enquanto os peitos balançavam. Não demorou pra ele gozar, Aldana tirou a pica da boca e moveu a mão vigorosamente até conseguir os gemidos de prazer do pai e ele soltar toda a porra que espirrou pra todo lado. Ela foi pro banheiro, limpou a mão e se deitou junto com o pai até pegar no sono.
Uma sensação de prazer acordou ela, teve um sonho molhado, veio na mente o que aconteceu e ainda tinha sensações gostosas.
Mmmmmm.... – Ela deixou escapar.
Foi se tocar na buceta, e encontrou um obstáculo que impediu... abriu os olhos e viu a sombra de uma cabeça que estava chupando a xota dela. Adolfo tinha acordado de madrugada e queria mais sexo com a filha. Ela agarrou a cabeça dele convidando pra continuar, abriu as pernas e o pai meteu a língua até o fundo da buceta. Aaaahhhh..... Ela segurou as coxas, levantou as pernas e puxou elas pro corpo, deixando uma vista bonita da buceta e do cuzinho dela. Enquanto Adolfo chupava a boceta dela, com um dedo ele estimulava o ânus dela. Não podia acreditar que tava sentindo prazer com o pai de novo, parecia insaciável. Adolfo levantou a cabeça, fez ela virar de lado e, deitada de bruços, penetrou ela devagar. Os dois tavam muito excitados, Adolfo não aguentou muito, tirou a pica e gozou no cu da filha, esfregando o leite com a mão. Pai, o que cê tem? Tá insaciável... Aldana, querida, cê me deixa muito tarado, transar com você é muito safado. Se continuar nesse ritmo, vou ter que voltar pra casa com você, hahaha...
Adolfo já estava há uma semana na casa da praia, tinha um mês de férias e estava empolgado para passar uns dias com sua "filhinha". Era um homem atraente, sempre praticou natação e, para seus 55 anos, tinha um corpo definido.
Era bem mulherengo, tinha uma vida sexual bem ativa e não dispensava nenhuma mulher, independentemente da idade. Tinha alguns fios grisalhos e a pele morena de tanto pegar sol.
O telefone tocou, ele atendeu apressado pensando que era Aldana, mas era um número que ele não conhecia.
— Alô?
— Pai!! Sou eu, Aldana! Meu celular quebrou...
— Oi, querida!! Onde você está?
— Acabei de chegar na estação de trem.
— Vou agora mesmo.
Não demorou nem 10 minutos para chegar, estava ansioso para ver sua "filhinha". Lá estava ela com as malas, sentada no terraço do bar da estação. Sua "filhinha" era toda uma mulher de 19 anos, ele a viu maravilhosa com um vestido curto branco, tinha cortado o cabelo castanho. Cada vez mais parecida com a mãe, estava muito gostosa. Ele se aproximou, deram um beijo no rosto e se abraçaram. Ajudou com as malas e entraram no carro conversando, colocando o papo em dia. No caminho para casa, passaram por uma pizzaria que Aldana adorava, compraram uma pizza e foram para casa comer.
Tiraram um cochilo — o calor daquele verão era de matar, e ninguém aguentava ficar na rua ao meio-dia. Aldana acordou ensopada de suor por causa da umidade e do calor, foi para o jardim e encontrou o pai tomando sol.
— Pai!! Você não está com calor?
— Oi, filha! Agora o sol está mais fraco e a gente tem que aproveitar. Vem aqui, dá um mergulho.
— Já vou... mas não trouxe o biquíni, preciso comprar um.
Adolfo ficou pensativo e disse:
— Por que você não... Põe um da sua mãe, ainda tem umas roupas dela no armário.
Tem certeza, papai? – Pergunto com dúvida.
Sim, vem... fuck, um...
A mãe da Aldana já tinha falecido há alguns anos, e o Adolfo guardava algumas coisas, não tinha coragem de jogar fora. Depois de um tempo, ela apareceu de dentro de casa com um biquíni vermelho. Adolfo tirou os óculos de sol pra ver melhor, ela estava uma gostosa, tinha herdado o corpo da mãe, mas com um peito maior. Aldana sorriu pra ele e perguntou:
Ficou bom em mim?
Tá uma delícia. – Exclamou. – Cada dia você parece mais com sua mãe, ficou muito bem.
Aldana sorriu, largou a toalha na espreguiçadeira e foi se jogar na piscina. O pai não tirava os olhos dela, que corpo lindo a filha tinha, uns peitos impressionantes, a pele lisa e uma bunda bem empinada e redondinha, era uma garota que também malhava, principalmente spinning, conseguindo umas pernas bem definidas. Aldana percebeu os olhares do pai, mas não deu importância. Depois do mergulho, foi pra espreguiçadeira junto com o pai pegar um sol.
No dia seguinte, o calor era infernal, foi o dia mais quente do verão, até em casa tava abafado e decidiram ir pra praia, que pelo menos batia uma brisa. Alfredo adorava observar sua “princesinha”, ela lembrava a esposa quando tinha a mesma idade.
Ei, Aldana, tava pensando que você pode ficar com as roupas da sua mãe.
Sério? Tem certeza?
Sim, não vão ficar lá pra sempre, você prova e o que não servir ou não gostar, a gente leva pra igreja.
Tem umas coisas bonitas, depois vou dar uma olhada...
Já te falei, mas cada dia você parece mais com sua mãe.
Ela sorriu e se deitou de barriga pra cima na toalha, enquanto o pai observava, um desses peitos lindos escapava um pouco do biquíni. Aldana sabia dos olhares do pai, não sabia se era porque lembrava a mãe ou porque desejava aquele corpo... ou os dois, mas adorava ser o centro das atenções do pai. Ela se virou de lado. Virou de barriga pra baixo pra ele ver a bunda dela. Depois de mais um tempo na praia, foram pra casa. Adolfo em casa só de sunga, enquanto a filha também tava leve, só de biquíni. Tomaram um banho no jardim, se secaram e entraram na sala. Aldana na sala começou a passar hidratante, passou as mãos nos peitos, nos braços, no rosto... passou mais creme nas mãos e, bem sensual, apoiou a perna direita no sofá e se massageou até cobrir tudo de creme, enquanto o pai não tirava o olho. Levantou a outra perna e fez a mesma coisa.
— Papai!! Papai!! cê tá bobão?
— Que que cê disse? Desculpa, tava viajando...
— Se você passa creme nas minhas costas...
Adolfo chegou perto, Aldana passou creme na mão dele e virou de costas, ele espalhou o creme nas costas dela, o contato com a pele da filha excitou ele, dando uma leve ereção.
— Vira pra cá, que agora eu passo na sua costa.
Ele obedeceu, virou de costas e sentiu as mãos da filha apertando forte as costas dele, não sabia o que tava rolando, mas se continuasse assim, ia ficar duro de vez. Quando terminou as costas, devolveu o pote pro pai pra ele continuar e foi preparar uma salada. Durante o almoço, Adolfo tocou de novo no assunto da roupa e Aldana topou. Depois de comer, o pai sentou no sofá vendo TV meio sonolento, enquanto a filha olhava as roupas da mãe.
— Olha, papai!! O que cê acha?!
Apareceu na sala com um vestido vermelho justo que marcava as curvas dela.
— Uau, cê tá gostosa!! — exclamou. — Ficou muito bem em você.
— É? Cê gostou?
E virou de costas pra ele ver bem o corpo dela.
— Tem mais coisa, vou provar e você me diz o que acha.
— Ok. Te espero aqui...
Depois de cinco minutos, apareceu de novo, dessa vez com outro biquíni branco. O pai ficou besta, só conseguia sorrir.
— Esse também vou ficar. — disse com um sorriso.
Voltou pro quarto e, depois de alguns minutos, Adolfo viu a filha chegar e ficou estupefato. Ela apareceu com uns saltos altos, meia-calça preta até a coxa e um conjunto preto de calcinha e sutiã.
Fiquei sem palavras... você está muito gostosa....
Aldana andou um pouco na frente do pai, imitando uma modelo na passarela. Essa visão já tinha feito o pau dele endurecer.
O que achou? Ficou bom, né?
Muito bom... você está divina...
Obrigada, papai.
Adoro te ver assim, por que não fica um pouco com ele?
Te lembra a mamãe?
Sim, muito... vejo ela refletida em você.
É bonito você lembrar da mamãe, sei que sente falta dela... eu também...
Estar perto de você traz de volta as lembranças daqueles anos que passávamos aqui no verão...
Aldana sentou ao lado dele no sofá e segurou a mão dele.
Se quiser, finjo que sou a mamãe, isso te faria se sentir mais à vontade?
Adolfo ficou hesitante e, após um longo silêncio, respondeu:
Isso seria muito bonito, faz tempo que não compartilho minha vida com ninguém... e poderia ser divertido. — Disse sorrindo.
Aldana abraçou ele e deu um beijo na bochecha. O pai não parava de sorrir, sem palavras de tanta alegria. Aldana se inclinou e, com um movimento rápido, montou no pai, que ainda estava sentado no sofá. Segurou o rosto dele com carinho. Ele correspondeu segurando a cintura dela.
E que tal a gente sair por aí como marido e mulher? — Propôs Aldana.
Genial!! E pra onde você quer ir?
Pra onde você quiser... a gente podia se perder, num lugar onde ninguém nos conheça, e passar nossa lua de mel. — Aldana já tinha entrado rápido no personagem.
Algum hotel? Um cruzeiro?
Mmmmm... soa muito bem... o cruzeiro... mas talvez seja muita enrolação...
A gente olha na internet, com um pouco de sorte, quem sabe tem alguma vaga.
Adolfo fez um gesto com as mãos pra ela sair de cima, levantou e foi pegar o notebook. Sentou numa cadeira da mesa da sala e começou a navegar. Aldana ficou ao lado dele, colocando Uma mão no ombro dela. E comentando o que viam.
— Olha, querida, esse aqui já foi!
— Sim, e sai hoje à noite... Tem vagas?
— Olha! Aqui estão aparecendo algumas... Vamos nos inscrever? Estamos a pouco mais de uma hora do porto.
Aldana sentou no colo do pai, colocando a bunda em cima da pica que não demorou a ficar dura. Adolfo segurou ela pela cintura, adorava roçar a ponta dos dedos no corpo da filha. Aldana se inclinou e ficou de pé, apoiada na mesa com as pernas ligeiramente afastadas enquanto digitava. Adolfo tinha uma vista erótica da bunda de Aldana, a calcinha preta sumia na fenda do cu. Acariciou a bunda dela umas duas vezes até ter que parar porque ela pediu o número do cartão.
Fizeram as malas correndo, entraram no carro e foram a toda velocidade para o porto. Chegaram em cima da hora, depois de fazer os trâmites do embarque e passar pela alfândega, subiram no navio. Era incrível, horas atrás estavam na praia e agora estavam indo num cruzeiro. Chegaram ao camarote, do que tinha sobrado era um dos melhores e ainda por cima com bom preço, era amplo, com janela para o exterior, uma cama de casal e um banheiro pequeno. Desfizeram as malas, tomaram um banho e se vestiram para ir jantar. Adolfo saiu na frente enquanto ela se arrumava, estava no bar tomando uma cerveja quando viu a filha aparecer, com o cabelo preso e um vestido preto que ia até os joelhos. Aldana se aproximou sorrindo, ele se levantou, segurou ela pela cintura e beijou sua bochecha, sussurrando no ouvido:
— Você está espetacular, querida.
Pegou ela pela mão e foi até o maître do bar, que os levou até a mesa. Jantaram leve e beberam uma garrafa de vinho. O álcool tinha desinibido eles, e conversaram animadamente durante todo o jantar. Chegou a hora dos drinques, ele pediu um uísque, ela um gin-tônica. A orquestra começou a tocar. Aldana sentou ao lado do pai, enquanto acariciava o cabelo dele, e ele... correspondia com uma mão na coxa dela.
Vamos dançar?
Amor, seu pai é meio desengonçado...
Tô de lua de mel, tem que dançar sim ou sim.
Aldana levantou, pegou Adolfo pela mão e levou ele pra pista de dança. Ele custou a se soltar no ritmo de tão desajeitado que era, mas aos poucos foi perdendo a vergonha e se soltou. Dançavam como dois jovens, fazendo bagunça no som da música. Adolfo não perdia chance de agarrar Aldana e tocar a bunda dura dela, ela se deixava e até tentava se colar nele. Chegou uma música lenta, eles se abraçaram e juntaram os corpos, ela se segurava nos ombros dele, enquanto ele a pegava pela cintura e apoiava a cabeça no peito do pai dela. Sentia o peito da filha contra o corpo e o perfume o embriagava, teve a sensação de estar com a esposa. Aldana levantou a cabeça, fechou os olhos e beijou o pai, foi um beijo curto, mal roçaram os lábios. Ela sentiu o volume na virilha dele. A música acabou, tocaram uma de salsa e Aldana se virou, colocou a bunda contra a cintura dele e começou a dançar seguindo o ritmo. Ele só conseguiu afastá-la e tentar acompanhar o ritmo. Depois de algumas danças, Adolfo pediu trégua.
Buufff, amor... isso não é pra mim, tô suando, vamos descansar um pouco.
Já tá velho ou o quê?
A gente tem uma idade, hahaha... — respondeu soltando uma gargalhada.
Ficaram mais um tempo sentados terminando a bebida e foram pro camarote. Aldana pediu pra ele carregá-la no colo como uns recém-casados, ele beijou ela, agarrou e a levou no colo pro camarote, deixando-a suavemente na cama. Ajoelhou-se na frente dela e se fundiram num beijo, juntando as línguas e brincando com elas.
Te amo, meu amor. — disse Adolfo.
Quem você ama...? Sua filha? Ou sua esposa?
As duas... você é uma só, é minha filha safada...
E começou a fazer cócegas nela, enquanto ela gritava e tentava se soltar.
Você é uma filha safada, muito safada, e o papai vai te castigar!!
Não... não pra... hahahahaha...
Conseguiu se soltar das mãos do pai, levantou com o rosto vermelho e o cabelo bagunçado e com um sorriso safado disse:
Vai me castigar?
Sim!!
Ele agarrou ela com força pela mão, puxou ela pra cima dele e sentou na cama. Obrigou ela a ficar de bruços nas pernas dele, pra dar uns tapas nela.
Não papai não... vou ser boazinha, por favor...
Você merece um castigo.
E pá!! deu um tapa na bunda dela, fazendo a filha dar risada.
Não me doeu nada!!
Ele levantou o vestido dela, deixando a bunda com a tanga à mostra, e pá!! outro tapa. Aldana não disse nada... pá!! mais um, e assim mais três.
Sim papai, fui malvada... me castiga...
Vai se comportar?
Sim, o que você mandar...
Ela tava com a bunda vermelha, e ele massageou suavemente com a mão que tava livre. Enfiou a mão entre as coxas e chegou a roçar a buceta quente, fazendo a filha ter um espasmo. Acariciou de novo e Aldana soltou um gemido. Enfiou o dedo por baixo do pano e acariciou a buceta molhada, fez círculos enquanto enfiava o dedo devagar.
Aaaahhhhh... – gemeu Aldana mais alto.
Ela jogou as mãos pra trás e se agarrou na bunda, abrindo as nádegas pra facilitar o trabalho do pai que tava masturbando ela, tava tão molhada e excitada que saíam líquidos da buceta dela e Adolfo tinha os dedos encharcados de líquido branco. Ele tirou a tanga e subiu os dedos até o cu, deixou cair um pouco de saliva e enfiou o dedo de leve, os dedos estavam molhados mas o cu dela resistia enquanto ele ouvia os gemidos mais de dor do que de prazer. Depois que enfiou meio dedo, ele tirava e enfiava devagar entre os gemidos da “filhinha”, Aldana tentou se levantar mas Adolfo colocou a mão na cabeça dela.
Você tá castigada, minha vida... até eu terminar seu castigo não vou te soltar.
Ai... papai, vou me comportar... aaaahhh...
Tem certeza?
Sim...
Tá bom.
Adolfo tirou o dedo e deixou ela se levantar, deu um tapa na bunda dela. ombro e disse:
Você é bobo...
Se olharam e riram, Aldana se aproximou e beijou ele, brincando com as línguas enquanto apalpava os peitos dela por cima do vestido. Ela se levantou, Adolfo atrás dela enquanto continuavam se beijando, tirou o vestido dela e ele ficou completamente nu. Aldana sentou na cama e soltou o sutiã:
Caralho, que peitão do caralho você tem, meu amor! – Ele disse enquanto apalpava eles.
Uuuffff.....
Ela se deitou de barriga pra cima enquanto ele chupava os peitos e mordiscava os bicos, deixando a filha ainda mais excitada. Largou os peitos, Aldana abriu as pernas, mostrando a buceta com um pouco de pelo. Ele abaixou a cabeça e chupou a rachinha, colocou a boca contra a buceta molhada enquanto passava a língua e ela gemia. Roçava a área do clitóris, descia pelos lábios vaginais e enfiava a língua na buceta, de vez em quando enfiava um dedo, fazendo a respiração da filha ficar ofegante e os gemidos aumentarem de intensidade. Ele chupava a linda bucetinha rosada da filha enquanto ela se agarrava na colcha com força e, de olhos fechados, mexia a cabeça de prazer. Quando tirava a língua da buceta, um líquido viscoso grudava nela, mas ele queria mais e não parou até ouvir gritos de prazer. Levantou a cabeça e a primeira imagem foi a filha se apalpando os peitos, com o rosto vermelho e uma expressão de prazer que excitou Adolfo.
Ele aproximou o pau duro da rachinha e penetrou:
Aaaahhhhh....... – Aldana gritou.
Ele agarrou ela pela cintura e meteu com força, de cima via o pau entrando e saindo da buceta. Ela estava de pernas abertas com os braços pra cima, se deixando foder sem parar, como nunca antes tinham comido ela, e ainda mais com o pauzão do pai, ela estava aproveitando 100%, os peitos dela balançavam livres no ritmo das estocadas do pai. Eram dois corpos suados aproveitando o sexo, gotas de suor escorriam da cabeça de Adolfo, a penetração era num ritmo constante, tentando roçar a parte de cima da buceta. Um torrente de prazer inundava a buceta dela, subindo pelo corpo todo, causando um prazer indescritível enquanto era penetrada pelo pai dela.
Sim, sim, sim... me fode... siiiim
Você gosta, filha!!
Aaahh... sim, sim!!
Você gosta da pica do seu pai!!!
EU AMO!.
Aldana chegava ao clímax, ia gozar:
Adolfo soltou a cintura dela, se posicionou por cima e continuou penetrando enquanto se beijavam. Aldana agarrou ele com os braços, envolveu com as pernas, se fundiram num corpo só. Aldana sentiu uma descarga de prazer que percorreu o corpo, soltou um gemido abafado de prazer e o corpo dela teve uns espasmos incontroláveis. Teve um orgasmo que deixou ela sem forças por uns segundos, o pai dela se retirou e beijou ela.
Você é uma menina muito safada. – E sorriu pra ela.
Ela devolveu o sorriso, enquanto recuperava o fôlego ficou imóvel e o pai dela do lado acariciava o cabelo dela. Depois de alguns segundos, ela se inclinou, chegou perto da pica do pai e colocou na boca, começou a chupar, estava dura e molhada dos líquidos dela. Enquanto Adolfo observava como ela com uma mão masturbava ele e colocava na boca enquanto os peitos balançavam. Não demorou pra ele gozar, Aldana tirou a pica da boca e moveu a mão vigorosamente até conseguir os gemidos de prazer do pai e ele soltar toda a porra que espirrou pra todo lado. Ela foi pro banheiro, limpou a mão e se deitou junto com o pai até pegar no sono.
Uma sensação de prazer acordou ela, teve um sonho molhado, veio na mente o que aconteceu e ainda tinha sensações gostosas.
Mmmmmm.... – Ela deixou escapar.
Foi se tocar na buceta, e encontrou um obstáculo que impediu... abriu os olhos e viu a sombra de uma cabeça que estava chupando a xota dela. Adolfo tinha acordado de madrugada e queria mais sexo com a filha. Ela agarrou a cabeça dele convidando pra continuar, abriu as pernas e o pai meteu a língua até o fundo da buceta. Aaaahhhh..... Ela segurou as coxas, levantou as pernas e puxou elas pro corpo, deixando uma vista bonita da buceta e do cuzinho dela. Enquanto Adolfo chupava a boceta dela, com um dedo ele estimulava o ânus dela. Não podia acreditar que tava sentindo prazer com o pai de novo, parecia insaciável. Adolfo levantou a cabeça, fez ela virar de lado e, deitada de bruços, penetrou ela devagar. Os dois tavam muito excitados, Adolfo não aguentou muito, tirou a pica e gozou no cu da filha, esfregando o leite com a mão. Pai, o que cê tem? Tá insaciável... Aldana, querida, cê me deixa muito tarado, transar com você é muito safado. Se continuar nesse ritmo, vou ter que voltar pra casa com você, hahaha...
1 comentários - Aldana volta pra casa