Tia Elena 7 - Buceta Gostosa

Bom, essa é a penúltima parte dessa história, é difícil resumir, mas vamos ver se dá pra entender.

Trabalhar em Antofagasta pra uma das maiores mineradoras do Chile foi uma experiência profissional das mais enriquecedoras, ganha-se bem, trabalha-se duro, mas a vida familiar é uma merda.

Fomos eu e a Alejandra morar juntos enquanto eu trabalhava, ela se dedicava a trabalhar numa empresa de vendas e eu entre Calama e Antofagasta. Depois de dois anos começaram os problemas: ela queria casar primeiro e depois mudou de humor, se irritava por tudo, dizia que eu ganhava pouco, que não via a mãe dela, que queria ter filhos, e eu não queria nada, não tava a fim de casar e muito menos de ter filhos.

Foi num verão — bom, lá é verão o ano inteiro — mas foi num verão que me suspenderam um turno e consegui voltar 2 dias antes de Calama pro nosso apartamento em Antofagasta, sem avisar… que pecado maior é esse, chegar de surpresa e descobrir que tudo que viveu é uma fantasia…

Cheguei muito tarde, porque viemos de caminhonete no fim do turno, entrei devagar no apartamento, como sempre tudo impecavelmente arrumado, deixei minhas coisas na sala e entrei sem fazer barulho. No nosso quarto ainda tinha luz, na TV tava passando um filme “Velozes e Furiosos” que dava pra ver do corredor, a Alejandra falava com alguém no telefone, frases curtas que eu não conseguia entender enquanto caminhava por um corredor que pareceu eterno, as vozes do filme continuavam. Ao chegar na porta, vi a Alejandra deitada nua de barriga pra cima com o telefone no ouvido, tinha os joelhos levantados e as pernas um pouco afastadas, os peitos pequenos apontando pro teto e estranhamente se mexendo sem motivo aparente, até que senti meu celular vibrar no bolso — sempre deixo assim no turno porque é proibido usar celular enquanto trabalha na mineradora. Ao olhar, vejo que é a Alejandra me ligando, e pra dar uma surpresa nela, decidi não atender. desligar o telefone na cara dela.

Ela, furiosa, joga o celular na cama e grita:

— Esse filho da puta onde será que tá que não me atende...

E quando vou responder pra ela, vejo as pernas dela se abrirem e, de entre elas, aparece uma cabeça preta que com certeza tá fazendo sexo oral nela. O arrombado eu reconheci na hora, era o chefe dela. Ele se levanta, ergue a bunda da Alejandra e mete com tudo, de uma só vez.

Fiquei paralisado, não conseguia acreditar no que tava vendo. O chefe dela tava comendo ela, e a putinha gritava de prazer. Não consegui evitar: fui até a cama e vi o olhar de terror do arrombado quando me viu entrando. Foi a imagem que mais curti nos últimos anos. Ele só parou e, quando tentou falar, enchi a boca dele de porrada. Ele caiu no chão e, de quebra, ficou enfiado no armário.

Alejandra não entendia o que tinha acontecido. Primeiro, pensou que era um assalto, começou a gritar pra eu levar o dinheiro e as coisas se quisesse, mas quando me viu, cagou de medo literalmente. Entrou em choque, o queixo tremia e ela gaguejava...

Foi uma semana muito dolorosa. Peguei algumas coisas e fui pra um hotel. Na mesma semana, pedi transferência pra Santiago, desfiz os aluguéis e voltei sozinho. Alejandra me ligou centenas de vezes, nunca atendi. Troquei o número do celular, nunca mais tive contato. Pelo menos, não fui atrás dela.

Nossa empresa tem várias gerências ou departamentos, e pela minha experiência em mineração e meio ambiente, me alocaram nessa unidade, no departamento de novos negócios regionais. Então, me dediquei a pegar todos os trabalhos que os engenheiros seniores não queriam. Por isso fui seis meses pro Peru, tava começando as primeiras explorações lá e precisava fazer questões de engenharia ambiental.

Outro projeto interessante começou em San Juan-Mendoza. Pra isso, tive várias reuniões em Buenos Aires, Córdoba e Mendoza. Finalmente, na etapa de estudos ambientais, ficava com frequência num hotelzinho a umas quadras do obelisco. As livrarias preenchiam meus dias solitários, relembrando os velhos tempos de rato de biblioteca, e eu podia caminar à vontade, entrar num café e conversar com alguma portenha, que tinha muitas, foi a época em que mais gozei na minha vida.

Em meio a tantas viagens, recebi um telefonema avisando que minha mãe tinha morrido, um infarto levou minha velhinha. No dia seguinte, consegui chegar em Curicó, minhas lembranças de infância voltaram, pude ver centenas de pessoas que já tinham passado pela minha casa. Meu pobre velho estava arrasado, o velório foi no dia seguinte, cumprimentei tanta gente que nem lembrava os nomes. No meio da multidão, estava Alejandra, ela se aproximou tímida, me abraçou e disse algo que não entendi, estava sozinha, mas não me preocupei em saber mais detalhes.

Fiquei uns dias em Curicó, vendo como meu velho ia viver. Uma das minhas tias do campo se ofereceu para acompanhá-lo, já que estava sozinha há muitos anos, foi morar com ele, aliviando a solidão dos dois. Quando estávamos arrumando as coisas da minha mãe, encontrei umas cartas bem organizadas, todas fechadas, menos uma, e tinham meu nome, todas da minha tia Elena. Fiquei petrificado, eram cinco cartas, organizei pelas datas dos carimbos e fui para o quintal lê-las.

A que estava aberta tinha a data do dia em que ela foi para La Serena, acho que minha mãe recebeu e abriu, nunca me disse que tinham chegado cartas da Elena. Li uma por uma entre lágrimas, e alegria de saber dela, sua tristeza por ter me deixado, que me amava, mas que não tinha futuro com uma velha e um garoto. Enfim, ela me avisava que tinha se apaixonado e que ia casar de novo.

A última me escreveu para contar o que sentiu quando nos vimos na minha formatura, para me dar apoio quando decidi terminar com Alejandra e, o mais importante, na última colocou seu endereço e telefone na cidade de Buenos Aires, caso algum dia o destino me levasse para lá. Já tinham passado Três anos desde aquela carta, e eu rezava para que o telefone funcionasse.
Voltei ao meu trabalho em Santiago, criei coragem e liguei para o número que estava na carta. Do outro lado da linha, ouvi a voz de uma mulher mais velha, com um forte sotaque portenho. Não sabia o que dizer, só consegui perguntar pela Elena e, ao saber que ela não estava, deixei um recado com a mulher:

- Pode dizer à senhora que ligou o sobrinho dela, Armando, do Chile. Diga que minha mãe morreu há alguns dias, que ela gostava muito dela.

Deixei o número do meu celular e me despedi.

Fiquei com uns colegas até tarde na Plaza Ñuñoa, bebendo e conversando. Tinha muito barulho e não percebi que tinha cinco chamadas perdidas de um celular que não conhecia, com números demais para ser chileno.

No dia seguinte, meu celular tocou às 7 da manhã. Meio dormido, atendi. Do outro lado da linha, uma voz de mulher repetia meu nome, mas eu não reconhecia a voz. Levantei rápido, lavei o rosto, peguei o celular de novo e, um pouco mais acordado, reconheci a voz da Elena. Meu coração voltou a bater a mil, igual no dia em que a vi se despedir e a gente conversou.

Dois meses se passaram conversando quase todos os dias. As ligações dela eram constantes. Bem cedo, meu celular tocava e a gente batia papo por pelo menos uma hora. Ela me contava as coisas dela, dos filhos – o mais velho tinha meu nome. Dois meses depois, já no fim da tarde, a gente se encontrou no aeroporto de Santiago. Ela viajava sozinha por uns dias para Chile, para resolver uns negócios do marido.

Peguei a mala dela e, de braço dado, fomos caminhando até o estacionamento coberto. Na minha caminhonete, tinha tudo pronto para ir para Viña del Mar. No estacionamento, a gente se beijou como nunca. Minhas mãos percorreram aquele corpo que ainda estava como eu lembrava. O vestido largo dela escondia a silhueta excepcional. Quando toquei os quadris dela, ela estremeceu. E quando desci minhas mãos pelas bundas dela, ela sorriu. Não estava de calcinha. A buceta depilada dela pedia aos berros para eu devorar. No entanto... Foi a Elena quem levou as mãos e o rosto até a altura da minha calça, puxou meu pau com uma rapidez absurda e sua boca o devorou como nunca. Na real, fazia tantos anos que consegui lembrar dos costumes dela de lamber e morder. Eu estava tipo em transe, sentindo os lábios e dentes dela comerem meu pau, enquanto isso, minhas mãos seguravam a cabeça dela e eu violentava a boca dela com força, do jeito que ela gostava. Sentia minhas bolas inchando, prestes a gozar, e mais uma vez Elena percebeu que eu tava no limite e parou. Tirou o pau da boca e se levantou. Foi nesse momento que, virando ela, apoiei ela no capô, levantei o vestido dela e as bundas dela ficaram na mira. Apontei pra buceta dela, encostando meu pau nos lábios dela, e de uma só vez penetrei. Senti o gemido saindo da garganta dela e, na buceta, o som do ar escapando enquanto o pau ia entrando.

A buceta quente dela me chupava, sentia que espremia meu membro enquanto entrava e saía. Com meu dedão, procurei o cu. Com um pouco de saliva, coloquei o polegar na entrada daquele rabo e enfiei quase inteiro, enquanto a penetrava, meu dedo abria caminho pro ataque final. Elena gemia e levantava a raba cada vez com mais força. O cheiro de mulher enchia minhas narinas, sentia as nádegas nas minhas bolas e isso me excitava ainda mais. Tirei o pau quente, molhado, apontei pro cu dela. Elena deu um pulinho como se fosse fugir, mas isso foi a perdição dela: ao descer, meu pau entrou até a metade, de uma vez, doloroso. Os gemidos dela se misturaram com a decolagem dos aviões, e sem soltar, penetrei até o fundo. A respiração dela era de maratonista, e nós dois estávamos suados por inteiro do esforço. Não queria me mexer dali pra não causar mais dor, mas foi ela quem mexeu aquela raba que não me deixava dormir quando era estudante. Cego de tesão, segurei ela com o braço direito e ataquei a raba dela. Sem piedade, meti forte, do jeito que sabia que a deixava com tesão. Ela murmurava palavras que eu não conseguia entender. enquanto a penetrava, seu calor derretia minha pica, e cavalgando como nunca senti os fluidos escorrendo pelas minhas pernas, o orgasmo dela, dessa vez silencioso, me molhou até os tornozelos, minha pica empoderada entrava e saía como uma fera, não demorou pra chegar o vulcão de porra que inundou a caverna dela, deitado sobre as costas dela terminei de gozar, fiquei imóvel, respirando ou tentando pegar ar, depois de uns segundos tirei a pica inundada dos meus fluidos e dolorida depois do esforço. Depois de uns minutos pra nos recuperar, saímos dos estacionamentos rapidamente em direção à costa, as luzes de Viña del Mar apareceram depois de uma hora e meia, começavam assim os melhores dias ao lado da minha amada Elena. Mais uma vez, nada seria igual… Continua…

2 comentários - Tia Elena 7 - Buceta Gostosa