Sinopse
Relato fantasioso usando a personagem de videogame DJ Sona, ambientado num show. Nosso personagem principal vai assistir a uma apresentação da sua artista favorita. O resto você vai ter que ler.
Dicas
É altamente recomendado ler o conto com a música tocando, só deixa o vídeo com a música de fundo, link aqui embaixo, no final dou os créditos correspondentes.
https://youtu.be/gqikttAjCOg
Ainda rodeado pela multidão, cada vez me sinto mais e mais sozinho, como se a música abrisse um espaço entre ela e eu. A cada batida, sinto o show ficando vazio, e só restamos nós duas. Já não consigo parar de olhar pro corpo dela, rebolando em cada nota. A cada segundo que passa, sinto ela mais perto de mim e consigo apreciar melhor a silhueta dela.
O cabelo dela são duas maria-chiquinhas soltas que vão até a altura das coxas e balançam com a menor brisa. Essas maria-chiquinhas saem dos lados de um capacete de DJ que ela usa nos shows. O capacete cobre quase toda a cabeça, mas deixa o queixo e a boca de fora. Dá pra ver uma pele bem branca nessa área. Ela usa um macacão coladinho, que mostra cada curva do corpo dela, cobrindo tudo do pescoço aos pés. Só separa nas mãos, onde usa luvas do mesmo estilo. Ela é até que alta, tem a altura padrão de um homem médio, e não é magra, não. Tem um quadril largo. que só podem ser ofuscadas pelo tamanho dos peitos dela, que são tão grandes que talvez o motivo de usar um macacão tão justo seja pra manter tudo no lugar, o que fica ainda mais evidente com a cintura fina e as coxas grossas.
Agora mesmo sinto como se ela estivesse na minha frente, rebolando no ritmo da música, sinto que se eu esticar as mãos consigo pegar nos rabos de cavalo dela, então é isso que eu faço, estico os braços e ao sentir um roçar hesito por um segundo se senti algo, vejo as mãos dela vindo em direção às minhas e, embora isso me cause uma sensação estranha, o que me deixa de queixo caído é conseguir sentir o que estava vendo, podia sentir as mãos dela guiando as minhas, levanto o máximo que consigo e ela se cola no meu corpo, parecia que tentava acariciar meu rosto mas sem encostar, então tirou as luvas e colocou as mãos na altura das minhas pernas, começou a acariciar meu corpo subindo cada vez mais, tocando meu peito e passando pelo meu rosto até alcançar minhas mãos que ainda estavam levantadas, segurou elas e começou a abaixar guiando sobre o capacete dela e depois na boca, pude sentir com meus dedos a maciez dos lábios dela, estavam molhados e molharam meus dedos, minhas mãos continuaram descendo e com elas pude apreciar melhor o formato dos peitos dela, eram tão grandes mas ao mesmo tempo as tetas dela eram tão redondas, cheguei até a cintura dela e pude sentir melhor a rebolada que ela mantinha constante no ritmo da música, ao chegar no quadril dela quase sem querer puxei ela pra mim o que pareceu arrancar um sorrisinho, ela passou o dedo indicador entre meus lábios e com um movimento suave mas rápido enfiou e tirou da minha boca pra depois levar até a dela e provar minha saliva, soltou um pequeno som de aprovação e virou de costas, colou as costas no meu peito e a bunda na minha pélvis sem parar de rebolar, colocou a mão esquerda no meu rosto e a direita no zíper, abriu minha calça sem problemas e ela caiu no chão, minha cueca ainda estava no lugar mas ela enfiou a mão Mano, eu tava só de cueca, e ela começou a tocar o pano. Ela esticou o braço e, naquele momento, começou a se abaixar sem perder aquele rebolado. Enquanto a mão esquerda dela ia acariciando do meu rosto até o meu peito, a mão direita ia descendo com a minha cueca. Quando chegou no chão, ela colocou minha mão no zíper do traje dela, que pelo visto tava na nuca dela. Ela posicionou minha mão com firmeza, me dando a entender que eu não podia mexer, e então começou a se levantar. O zíper do traje, preso na minha mão, ia abrindo a roupa dela enquanto o corpo dela subia de novo. Fazendo isso, com ela tão colada em mim, meu pau ia roçando nas costas dela enquanto eu via a figura branca dela cada vez mais. Aí eu percebi que aquele traje era a única coisa que ela vestia. O zíper parou bem no meio da bunda dela, e ela ficou parada por uns instantes, como se esperasse alguma coisa. Foi aí que eu enfiei minhas mãos entre a borda do traje e a bunda dela. Apertei cada uma das nádegas dela com as mãos e, com um movimento de alavanca pra baixo, libertei elas do traje, que já só segurava nos pés dela. Sona começou a mexer os pés como se estivesse marchando no mesmo lugar, mas sem levantar eles. Parecia que ela queria tirar o traje de vez, mas como não levantava os pés o suficiente, não conseguia. Talvez tenha sido a primeira vez que eu consegui comunicar algo pra ela, o que me fez entender que ela tava me ensinando a língua dela. Dei um tapa na bunda dela, forte e firme, mas com um aperto no final. Naquela hora, ela levantou os pés e deixou o traje cair completamente quase na mesma hora. Ela colocou os braços em volta do meu pescoço, ainda de costas pra mim, arqueou o corpo de um jeito que a cabeça e a bunda dela ficaram coladas em mim, mas a cintura não. Não consegui me segurar e comecei a acariciar os peitões dela. Eu tinha me enganado: eles eram bem firmes mesmo sem o traje. Não era só que, pelo tamanho, não cabiam nas minhas mãos, mas a firmeza deles resistia a ser apertada. apertados, então coloquei um dos mamilos dela entre meus dedos enquanto apertava a bucetinha dela, e o mamilo da outra teta peguei direto entre meus dedos indicador e polegar. Comecei a acariciar os mamilos dela, a reação foi imediata: ela jogava a cabeça pra trás e pros lados, sem parar de empurrar a bunda contra minha pélvis. Meu pau já tinha se acomodado entre as nádegas dela, e ela foi se inclinando cada vez mais, arqueando as costas e abaixando a cabeça. Quando já tava totalmente curvada, parei um segundo pra tirar o que restava da minha roupa, e ela se virou e sentou na minha frente. Pude admirar o corpo lindo dela nu de frente: uns peitões brancos com mamilos rosados que quase não tinham auréola, uma cintura fina e a buceta dela com pouquíssimos pelinhos pubianos, natural. Ela colocou as mãos no capacete e levantou devagar. O rosto dela era fino, nariz pequeno e olhos puxados mas grandes, lábios carnudos numa boca de tamanho médio. Quando sorria, semicerrava os olhos. Ela me olhou e levou a mão pro meu pau, acariciou um pouco, usando os dedos indicador, médio e polegar, quase como se tivesse muito cuidado. Depois passou o dedo indicador da base do meu pau até a ponta, pra finalmente levar à boca. Logo depois de provar assim, pegou meu pau com a mão toda e começou a masturbar, de trás pra frente. Se aproximou mais e eu vi como ela me olhava enquanto ia colocando na boca. Era quente e bem molhada, parecia que acumulava saliva de propósito pra esfregar no meu pau com a língua. Enquanto mantinha na boca, a língua dela roçava meu pau em círculos: a parte de cima da língua roçava a parte de baixo do meu pau, e a parte de baixo roçava a parte de cima. Fazia isso até ter saliva suficiente, depois metia e tirava meu pau da boca pra lambuzar tudo com a saliva dela. Fez isso constantemente e sem parar. Depois de um tempo, fechou os olhos e começou a ficar mais agressiva e rápida. Não Consegui me segurar e enchi a boca dela de porra, quando fiz isso parei um instante e olhei pra ela, ela tava me encarando com os lábios inchados pela boca cheia de sêmen e com meu pau dentro, foi uma delícia ver as bochechas dela desinchando e quando tirei meu pau da boca dela ela me mostrou que não tinha mais porra dentro, ela tava toda suada e exausta, se deixou cair pra trás e eu conseguia ver a buceta dela pronta, rosada, molhada e muito quente, dava pra ver a buceta dela pulsando, quando me aproximei da Sona, ela virou de costas e levantou um pouco a bunda, me lançou um olhar quase exigente, me posicionei por cima dela, apontei meu pau com a mão e segurando ela pelas marias-chiquinhas enfiei meu pau no cu dela, ela abriu a boca como se fosse gemer mas não soltou nenhum som, comecei a meter bem devagar, porque o cu dela era bem apertado mas tava muito molhado, soltei uma das marias-chiquinhas que eu tava segurando e comecei a acariciar a bunda dela e toda vez que ela baixava a cabeça eu dava um tapa na bunda, mas a Sona foi arqueando o corpo cada vez mais, até ficar com a bunda empinada e a cabeça baixa, foi aí que peguei uma das pernas dela e levantei por cima do meu ombro enquanto a outra perna dela descansava no chão, deixando ela de lado, tirar meu pau do cu dela não foi fácil, as pulsações dela me faziam querer enfiar de novo, mas quando finalmente consegui tirar, penetrar a buceta dela foi extremamente gostoso, não dava pra dizer que tava molhada, tava encharcada, toda vez que meu pau entrava dava pra ouvir o som líquido de uma buceta inundada, os mamilos dela ficaram ainda mais duros e a pele dela se arrepiou, eu não conseguia parar de meter, o sabor delicioso da boceta dela tomava conta de todo meu ser, comecei a gozar e enquanto gozava e ainda metia com tudo dava pra sentir a buceta dela pulsando me recebendo, a Sona esticou a mão e eu estiquei a minha pra segurar a dela, olhei pra ela e ela fez o mesmo comigo, sorria quase como se estivesse se despedindo, sentia que Tudo foi ficando nublado aos poucos e quando cheguei ao êxtase e parei, a Sona estava com os olhos fechados, um sorrisão no rosto, junto com um gesto estranho que ela fazia com as mãos bem perto do rosto e que eu não reconhecia. De repente, olhei pra ela de novo ali, no palco, senti a galera ao meu redor de novo. Ela parecia cansada, mas estava de volta com o traje, e o show tinha acabado. Eu tava vendo a pose final dela, com um sorrisão no rosto e um gesto com as mãos. Depois, ela mandou um beijo pro público que pareceu ser na minha direção, mas nunca pude ter certeza.
Depois daquele show, fiquei um tempão sem conseguir ouvir a música dela, pelo menos sozinho, no meu quarto, do jeito que eu gosto. Mas uma noite resolvi fazer isso. Não sei o que pensar. Fecho os olhos e aperto PLAY.CréditosApesar de a história ser de minha total autoria, o personagem "DJ Sona" pertence à empresa RIOT GAMES.
As músicas e sons usados como fundo musical pertencem à Riot Games e podem ser encontrados no canal do YouTube deles, "RiotGamesLatino" (sem as aspas).ComentáriosÉ meu primeiro post, então qualquer erro ou sugestão, por favor comentem, vou agradecer demais.valeu por ler
Relato fantasioso usando a personagem de videogame DJ Sona, ambientado num show. Nosso personagem principal vai assistir a uma apresentação da sua artista favorita. O resto você vai ter que ler.
Dicas
É altamente recomendado ler o conto com a música tocando, só deixa o vídeo com a música de fundo, link aqui embaixo, no final dou os créditos correspondentes.
https://youtu.be/gqikttAjCOg
Em Concerto Com DJ SONA
E o show começou. Finalmente eu tava lá, demorei pra juntar a grana do ingresso, mas valeu cada centavo. Tava ouvindo ao vivo a Sona, a melhor DJ de todos os tempos — pelo menos pra mim. Que estranho, jurei que ouvi uma voz falando comigo. Devia vir do palco, faria sentido, mas ali só tinha a minha DJ favorita, a Sona, e ela é muda. O estádio tava cheio, mas não lotado. Acho que é uma das poucas artistas que se importa em não vender mais ingressos do que o lugar aguenta. Ela sempre pareceu se preocupar com os fãs. A música dela é tão harmoniosa, tão cheia de sentimento e ao mesmo tempo tão explosiva — uma contradição linda que diz muito sobre ela. E mesmo que eu nunca consiga encará-la de frente, quando ela te envolve com a música, parece que vocês tão tendo uma conversa, mesmo a Sona sendo muda.Ainda rodeado pela multidão, cada vez me sinto mais e mais sozinho, como se a música abrisse um espaço entre ela e eu. A cada batida, sinto o show ficando vazio, e só restamos nós duas. Já não consigo parar de olhar pro corpo dela, rebolando em cada nota. A cada segundo que passa, sinto ela mais perto de mim e consigo apreciar melhor a silhueta dela.
O cabelo dela são duas maria-chiquinhas soltas que vão até a altura das coxas e balançam com a menor brisa. Essas maria-chiquinhas saem dos lados de um capacete de DJ que ela usa nos shows. O capacete cobre quase toda a cabeça, mas deixa o queixo e a boca de fora. Dá pra ver uma pele bem branca nessa área. Ela usa um macacão coladinho, que mostra cada curva do corpo dela, cobrindo tudo do pescoço aos pés. Só separa nas mãos, onde usa luvas do mesmo estilo. Ela é até que alta, tem a altura padrão de um homem médio, e não é magra, não. Tem um quadril largo. que só podem ser ofuscadas pelo tamanho dos peitos dela, que são tão grandes que talvez o motivo de usar um macacão tão justo seja pra manter tudo no lugar, o que fica ainda mais evidente com a cintura fina e as coxas grossas.
Agora mesmo sinto como se ela estivesse na minha frente, rebolando no ritmo da música, sinto que se eu esticar as mãos consigo pegar nos rabos de cavalo dela, então é isso que eu faço, estico os braços e ao sentir um roçar hesito por um segundo se senti algo, vejo as mãos dela vindo em direção às minhas e, embora isso me cause uma sensação estranha, o que me deixa de queixo caído é conseguir sentir o que estava vendo, podia sentir as mãos dela guiando as minhas, levanto o máximo que consigo e ela se cola no meu corpo, parecia que tentava acariciar meu rosto mas sem encostar, então tirou as luvas e colocou as mãos na altura das minhas pernas, começou a acariciar meu corpo subindo cada vez mais, tocando meu peito e passando pelo meu rosto até alcançar minhas mãos que ainda estavam levantadas, segurou elas e começou a abaixar guiando sobre o capacete dela e depois na boca, pude sentir com meus dedos a maciez dos lábios dela, estavam molhados e molharam meus dedos, minhas mãos continuaram descendo e com elas pude apreciar melhor o formato dos peitos dela, eram tão grandes mas ao mesmo tempo as tetas dela eram tão redondas, cheguei até a cintura dela e pude sentir melhor a rebolada que ela mantinha constante no ritmo da música, ao chegar no quadril dela quase sem querer puxei ela pra mim o que pareceu arrancar um sorrisinho, ela passou o dedo indicador entre meus lábios e com um movimento suave mas rápido enfiou e tirou da minha boca pra depois levar até a dela e provar minha saliva, soltou um pequeno som de aprovação e virou de costas, colou as costas no meu peito e a bunda na minha pélvis sem parar de rebolar, colocou a mão esquerda no meu rosto e a direita no zíper, abriu minha calça sem problemas e ela caiu no chão, minha cueca ainda estava no lugar mas ela enfiou a mão Mano, eu tava só de cueca, e ela começou a tocar o pano. Ela esticou o braço e, naquele momento, começou a se abaixar sem perder aquele rebolado. Enquanto a mão esquerda dela ia acariciando do meu rosto até o meu peito, a mão direita ia descendo com a minha cueca. Quando chegou no chão, ela colocou minha mão no zíper do traje dela, que pelo visto tava na nuca dela. Ela posicionou minha mão com firmeza, me dando a entender que eu não podia mexer, e então começou a se levantar. O zíper do traje, preso na minha mão, ia abrindo a roupa dela enquanto o corpo dela subia de novo. Fazendo isso, com ela tão colada em mim, meu pau ia roçando nas costas dela enquanto eu via a figura branca dela cada vez mais. Aí eu percebi que aquele traje era a única coisa que ela vestia. O zíper parou bem no meio da bunda dela, e ela ficou parada por uns instantes, como se esperasse alguma coisa. Foi aí que eu enfiei minhas mãos entre a borda do traje e a bunda dela. Apertei cada uma das nádegas dela com as mãos e, com um movimento de alavanca pra baixo, libertei elas do traje, que já só segurava nos pés dela. Sona começou a mexer os pés como se estivesse marchando no mesmo lugar, mas sem levantar eles. Parecia que ela queria tirar o traje de vez, mas como não levantava os pés o suficiente, não conseguia. Talvez tenha sido a primeira vez que eu consegui comunicar algo pra ela, o que me fez entender que ela tava me ensinando a língua dela. Dei um tapa na bunda dela, forte e firme, mas com um aperto no final. Naquela hora, ela levantou os pés e deixou o traje cair completamente quase na mesma hora. Ela colocou os braços em volta do meu pescoço, ainda de costas pra mim, arqueou o corpo de um jeito que a cabeça e a bunda dela ficaram coladas em mim, mas a cintura não. Não consegui me segurar e comecei a acariciar os peitões dela. Eu tinha me enganado: eles eram bem firmes mesmo sem o traje. Não era só que, pelo tamanho, não cabiam nas minhas mãos, mas a firmeza deles resistia a ser apertada. apertados, então coloquei um dos mamilos dela entre meus dedos enquanto apertava a bucetinha dela, e o mamilo da outra teta peguei direto entre meus dedos indicador e polegar. Comecei a acariciar os mamilos dela, a reação foi imediata: ela jogava a cabeça pra trás e pros lados, sem parar de empurrar a bunda contra minha pélvis. Meu pau já tinha se acomodado entre as nádegas dela, e ela foi se inclinando cada vez mais, arqueando as costas e abaixando a cabeça. Quando já tava totalmente curvada, parei um segundo pra tirar o que restava da minha roupa, e ela se virou e sentou na minha frente. Pude admirar o corpo lindo dela nu de frente: uns peitões brancos com mamilos rosados que quase não tinham auréola, uma cintura fina e a buceta dela com pouquíssimos pelinhos pubianos, natural. Ela colocou as mãos no capacete e levantou devagar. O rosto dela era fino, nariz pequeno e olhos puxados mas grandes, lábios carnudos numa boca de tamanho médio. Quando sorria, semicerrava os olhos. Ela me olhou e levou a mão pro meu pau, acariciou um pouco, usando os dedos indicador, médio e polegar, quase como se tivesse muito cuidado. Depois passou o dedo indicador da base do meu pau até a ponta, pra finalmente levar à boca. Logo depois de provar assim, pegou meu pau com a mão toda e começou a masturbar, de trás pra frente. Se aproximou mais e eu vi como ela me olhava enquanto ia colocando na boca. Era quente e bem molhada, parecia que acumulava saliva de propósito pra esfregar no meu pau com a língua. Enquanto mantinha na boca, a língua dela roçava meu pau em círculos: a parte de cima da língua roçava a parte de baixo do meu pau, e a parte de baixo roçava a parte de cima. Fazia isso até ter saliva suficiente, depois metia e tirava meu pau da boca pra lambuzar tudo com a saliva dela. Fez isso constantemente e sem parar. Depois de um tempo, fechou os olhos e começou a ficar mais agressiva e rápida. Não Consegui me segurar e enchi a boca dela de porra, quando fiz isso parei um instante e olhei pra ela, ela tava me encarando com os lábios inchados pela boca cheia de sêmen e com meu pau dentro, foi uma delícia ver as bochechas dela desinchando e quando tirei meu pau da boca dela ela me mostrou que não tinha mais porra dentro, ela tava toda suada e exausta, se deixou cair pra trás e eu conseguia ver a buceta dela pronta, rosada, molhada e muito quente, dava pra ver a buceta dela pulsando, quando me aproximei da Sona, ela virou de costas e levantou um pouco a bunda, me lançou um olhar quase exigente, me posicionei por cima dela, apontei meu pau com a mão e segurando ela pelas marias-chiquinhas enfiei meu pau no cu dela, ela abriu a boca como se fosse gemer mas não soltou nenhum som, comecei a meter bem devagar, porque o cu dela era bem apertado mas tava muito molhado, soltei uma das marias-chiquinhas que eu tava segurando e comecei a acariciar a bunda dela e toda vez que ela baixava a cabeça eu dava um tapa na bunda, mas a Sona foi arqueando o corpo cada vez mais, até ficar com a bunda empinada e a cabeça baixa, foi aí que peguei uma das pernas dela e levantei por cima do meu ombro enquanto a outra perna dela descansava no chão, deixando ela de lado, tirar meu pau do cu dela não foi fácil, as pulsações dela me faziam querer enfiar de novo, mas quando finalmente consegui tirar, penetrar a buceta dela foi extremamente gostoso, não dava pra dizer que tava molhada, tava encharcada, toda vez que meu pau entrava dava pra ouvir o som líquido de uma buceta inundada, os mamilos dela ficaram ainda mais duros e a pele dela se arrepiou, eu não conseguia parar de meter, o sabor delicioso da boceta dela tomava conta de todo meu ser, comecei a gozar e enquanto gozava e ainda metia com tudo dava pra sentir a buceta dela pulsando me recebendo, a Sona esticou a mão e eu estiquei a minha pra segurar a dela, olhei pra ela e ela fez o mesmo comigo, sorria quase como se estivesse se despedindo, sentia que Tudo foi ficando nublado aos poucos e quando cheguei ao êxtase e parei, a Sona estava com os olhos fechados, um sorrisão no rosto, junto com um gesto estranho que ela fazia com as mãos bem perto do rosto e que eu não reconhecia. De repente, olhei pra ela de novo ali, no palco, senti a galera ao meu redor de novo. Ela parecia cansada, mas estava de volta com o traje, e o show tinha acabado. Eu tava vendo a pose final dela, com um sorrisão no rosto e um gesto com as mãos. Depois, ela mandou um beijo pro público que pareceu ser na minha direção, mas nunca pude ter certeza.
Depois daquele show, fiquei um tempão sem conseguir ouvir a música dela, pelo menos sozinho, no meu quarto, do jeito que eu gosto. Mas uma noite resolvi fazer isso. Não sei o que pensar. Fecho os olhos e aperto PLAY.CréditosApesar de a história ser de minha total autoria, o personagem "DJ Sona" pertence à empresa RIOT GAMES.
As músicas e sons usados como fundo musical pertencem à Riot Games e podem ser encontrados no canal do YouTube deles, "RiotGamesLatino" (sem as aspas).ComentáriosÉ meu primeiro post, então qualquer erro ou sugestão, por favor comentem, vou agradecer demais.valeu por ler
1 comentários - Relato Erótico: No Show com a DJ Sona