Reprovada de novo, gostosa.

Tremendo de nervos e com o olhar perdido, segurei a prova entre minhas mãos, ignorando o barulhão ao meu redor causado pelo toque da sineta de saída e os outros alunos saindo correndo, sem acreditar no que estava acontecendo comigo…

"N-não pode ser… Reprovada?" Pensei, e só a palavra já me parecia inacreditável.

Ficava repetindo isso pra mim mesma, na esperança de que talvez fosse só um pesadelo do qual eu acordaria a qualquer momento, mas não… O enorme 5 marcado com um vermelho escandaloso na primeira página da prova não deixava dúvidas de que aquilo era muito, muito real.

E com essa nota humilhante, meu destino era ainda mais sombrio e cruel: repetir o ano.

"Mas como é possível?!" – Me disse, mergulhada em choque – "Se entreguei todos os trabalhos no prazo, e nas outras matérias minha média é excelente. Tem que ter um erro! Isso, com certeza é só isso. Vou falar com o professor e tudo se resolve. Não é nada demais."

Sem conseguir conter minha ansiedade, levantei da cadeira e fui até onde o professor da matéria, Héctor, ainda estava revisando uns papéis, enquanto os últimos colegas saíam da sala, nos deixando no mais absoluto e desconfortável silêncio.

"P-professor?" Perguntei meio tímida.

"Pois não, Claudia, o que você quer?" Respondeu sem levantar o olhar.

Hesitei antes de falar qualquer coisa, me sentindo muito intimidada pela presença dele, porque Héctor não era o típico professor de escola. Pra começar, ele tinha só 38 anos e era lindo pra caralho, o que, junto com a personalidade intelectual e misteriosa, deixava todas as garotas da escola praticamente loucas por ele.

Mas o problema é que ele também era incrivelmente rígido, e as provas dele sempre nos aterrorizavam.

"É que… - Procurei as palavras certas pra explicar minha situação. – N-na minha prova tem um 5 e… e-eu… eu acho que é um erro."

"Não tem erro nenhum, senhorita Claudia – Respondeu ele em voz baixa – "Ela não estudou e isso ficou claro na prova dela, então infelizmente vai ter que repetir o ano."

"N-não, olha, o que acontece é que..."

"Não tem desculpa que preste – Disse Héctor com certa exasperação enquanto largava um monte de papéis e me olhava nos olhos. – A prova não mente."

"N-não, professor, olha, deve ter um erro porque eu..."

Mas Héctor me ignorou e voltou pros afazeres dele, com uma atitude como se eu fosse a coisa mais irritante do mundo, e então apertei as mãos sem saber o que fazer, quase chorando.

"P-professor, por favor..."

"Olha, Cláudia, – Héctor respondeu ficando ainda mais sério – Você não tem nada melhor pra fazer? Tenho que revisar muitos documentos, se não se importa."

Mordi os lábios nervosa, mas sabia que repetir o ano não era uma opção pra mim, então com muito medo falei murmurando: "P-professor, e-eu... tô disposta a fazer o que for pra passar de ano."

Naquela hora, Héctor parou de escrever, e com toda a calma do mundo respondeu: "Cláudia, você tem certeza do que tá dizendo?"

"S-sim, professor..."

"Por favor, feche a porta da sala."

Rapidamente obedeci, e num segundo já tava de novo na frente dele, mas notei que ele tinha se acomodado na cadeira numa postura mais relaxada, enquanto me olhava dos pés à cabeça. "Repito: você tem certeza do que acabou de dizer?"

Assenti de leve sem ousar olhar pra ele.

"Muito bem. Então tire o uniforme."

Ouvir aquilo foi como sentir um choque de calor no corpo inteiro, e na hora minha respiração acelerou visivelmente, coisa que Héctor notou na mesma hora.

"P-professor, eu..."

"Cláudia, não tenho tempo pra joguinhos – Disse Héctor sério. – Se não tem coragem, por favor não me faça perder tempo. Pode se retirar."

"N-não, eu... vou fazer, mas... tô com vergonha."

"Você tem 10 segundos pra fazer o que pedi."

"P-por favor, eu..."

"Um... dois... Apertei as mãos com impotência, me sentindo presa, mas o tempo continuava passando, então, com toda a pressa do mundo, desabotoei minha camisa branca do uniforme e a tirei junto com a gravatinha que nos obrigavam a usar, e em seguida tirei o sutiã, deixando meus peitinhos pequenos à mostra. Então peguei minha saia preta e, de um puxão, a joguei no chão, mas quando chegou a hora de tirar a calcinha, não consegui evitar hesitar…

Mas sabia que não tinha outra escolha, então, reunindo toda minha coragem, fui deslizando ela para baixo devagar pelas minhas pernas até deixar minha intimidade completamente exposta diante do Héctor, que sorria com a mesma atitude de um lobo ao ver uma ovelhinha indefesa.

"Quem diria? — Disse Héctor com uma expressão sensual — Que por baixo dessa roupinha de colegial inocente estava uma mulherzinha com um corpo tão gostoso?"

"O-obrigada. — Respondi hesitante, mas sem conseguir esconder um sorriso tímido. — P-posso tirar também as meias pretas e os sapatos?"

"Não, prefiro assim. Mas agora, Cláudia, quero que você suba na mesa de joelhos, olhando para mim."

Obedeci sem questionar e em um segundo já estava com meus joelhos apoiados na superfície fria de madeira, com o corpo levemente arqueado maximizando o efeito das minhas formas esbeltas, e meus seios se mostrando como frutos tenros que ainda não alcançaram a maturidade, tudo isso enquanto mordia nervosamente o lábio e apertava as mãos, tão envergonhada por estar exposta daquele jeito que nem conseguia sustentar o olhar do professor Héctor.

Mas ele só me observava em silêncio, satisfeito com a visão sensual requintada que meu corpo delicado lhe proporcionava, certamente imaginando mil e uma maneiras de me submeter ao seu bel-prazer.

Até que de repente ele se levantou da cadeira, e com atitude dominante deslizou a mão pela minha nuca e me puxou até sua boca para me beijar agressivamente, com a respiração queimando meu rosto enquanto A língua dele entrava possessivamente na minha boca, como uma intrusa que, sem ser convidada, se servia à vontade e se enroscava grotescamente contra a minha própria língua, arrancando de mim gemidos ternos que não deixavam dúvidas de que meu corpo inexperiente estava mais do que disposto a se submeter e a obedecer ao que ele exigisse. “Mmfm… aah… He-Héctor…!”

E o calor no quarto parecia aumentar cada vez mais, até que, depois de vários minutos da mais perversa batalha dentro da minha boca, meu professor sussurrou no meu ouvido com voz firme e autoritária: “Quero que você se toque na minha frente.”

“H-Héctor.” Gemi com uma angústia terna ao ouvir aquilo, mas obedientemente meus dedos desceram pela minha pele até encontrar aquele pontinho molhado e sexual entre minhas pernas, que comecei a esfregar como uma desesperada enquanto me contorcia de forma sugestiva. “Aaahhh… mmmm… mmmm!”

Mas me ver tão excitada foi uma cena irresistível para Héctor, que com total voracidade começou a beijar e lamber minhas bochechas e meu pescoço até chegar aos meus peitos, que ele apertou uma e outra vez entre as mãos enquanto chupava e mordia meus mamilos sem parar.

E em resposta eu abria a boca de forma descaradamente luxuriosa, instintivamente acelerando os movimentos dos meus dedos contra minha buceta, que já derramava deliciosamente seu caldinho quente pela minha virilha. “Ah, P-professor…”

Mas Héctor não parava nem por um segundo, e mordia, beijava, puxava e lambia cada centímetro dos meus peitos com desenfreado, apertando-os uma e outra vez com suas mãos poderosas como se quisesse devorá-los, até que de repente senti seus dedos deslizando pelo meu cabelo enquanto sua voz soava no meu ouvido: “Claudia, quero ver você chupando meu pau.”

E o tom deixava claro que de jeito nenhum era uma sugestão, mas sim uma ordem.

Imediatamente a mão dele começou a me puxar lenta mas firmemente em direção ao seu membro, que ainda estava escondido debaixo da gigantesca barraca que se formava na sua virilha, e como se fosse possível me fazer Sentir ainda mais humilhada, ele esfregou agressivamente meu rosto contra a calça dele por vários segundos, até que disse: “Abra o zíper com os dentes.”

Sem hesitar, abri a boca num gesto descaradamente sexual e apertei o metal frio do zíper com os dentes, puxando-o devagar até que, de repente, algo muito grosso e duro bateu na minha bochecha, e o que vi me deixou de boca aberta…

Na minha frente estava um poderoso pau apontando direto pra minha boca, com as veias grossas inchadas de sangue, quase estourando, na expectativa do que viria.

“P-professor…” Tentei falar alguma coisa, mas sem me dar tempo, ele segurou minha cabeça com força e, com um movimento firme, o pau dele abriu caminho entre meus lábios, enchendo minha boca por completo. “Mfmfmf!”

“Isso, isso, Claudia, fica mais gostosa quando não fala e só mama.”

Mas eu tava pegando fogo, e desesperada me agarrei no pau dele como se minha vida dependesse daquilo, chupando sem parar enquanto me arqueava de quatro na mesa, e então Héctor começou a mexer as cadeiras com força pra frente e pra trás, estuprando minha boca uma e outra vez na cadência mais primitiva. “Mfmfmf… mffmfmf… mfmfmf.”

— Isso, Claudia, até o fundo, engole ele todo.

E meu mundo se resumiu a ver o corpo de Héctor indo e vindo contra meu rosto, com as mãos apertando minha cabeça enquanto o pau poderoso dele me engasgava sem piedade, enquanto a respiração do meu Professor aumentava visivelmente, sinal claro de que ele ia gozar.

Até que, depois de quase 10 minutos de estupro bucal primitivo, as mãos dele apertaram minha cabeça ainda mais forte, me imobilizando por completo, e com a voz entrecortada ele ordenou: “Claudia, engole TUDO!”

Naquele momento, uma explosão poderosa de líquido quente e grosso começou a inundar minha boca em quantidades industriais, e eu só consegui olhar pra ele com uma carinha de desespero. enquanto eu engolia sem parar a porra perversa dele, embora não conseguisse evitar que uma boa quantidade escorresse pelo canto dos meus lábios, dando a falsa impressão de que eu não tinha engolido quase nada.

Mas Héctor obviamente sabia o quanto suas descargas eram abundantes, e ao me ver sofrer tão penosamente, sorriu um pouco e então puxou lentamente seu pau da minha boca.

“Cof, cof!” Tossi fracamente enquanto olhava o fiozinho de sêmen que pendia dos meus lábios até a mesa, sentindo minha mandíbula dormente de tanto esforço.

“Claudia, você é uma aspiradorinha.” Disse Héctor me dando um tapinha na cabeça, do tipo “Bom trabalho, putinha. Você me chupou muito gostoso.”

“S-sim.” Sorri timidamente sem ousar olhar pra ele, sentindo minhas entranhas quentes com a porra que acabara de receber, e com o gosto do sêmen pegajoso dele impregnando cada centímetro da minha garganta. E com um gesto charmoso e inconsciente, usei minha língua e dedos pra comer o que tinha caído na mesa, o que me rendeu outro tapinha na cabeça, como se eu fosse uma cachorrinha.

Naquele momento, cometi o pior erro possível.

Ingenuamente, achei que, com a gozada do Héctor, tudo tinha acabado, então comecei a descer lentamente da mesa, mas ele me segurou com firmeza: “Aonde você pensa que vai?”

“N-não terminamos?” Respondi com uma carinha de inocente.

Héctor apontou pro membro dele, que continuava duro e quente, com minha saliva escorrendo por todo o comprimento e com restos de porra na ponta. “Você acha que isso está terminado?”

“E-eu… n-não…”

Com um gesto dominador, Héctor me pegou pelo cabelo e me tirou da mesa, e contra meus fracos protestos, me curvou agressivamente sobre a superfície de madeira e colocou minhas mãos nas minhas costas, segurando-as com uma mão só.

“Ai!” Reclamei fracamente com o tratamento tão bruto, mas antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, senti a grossa cabeça do pau dele esfregando entre minhas nádegas e contra minha buceta, e a sensação... Foi tão selvagem e animalesco que fiquei paradinha, gemendo na expectativa.

“Pronto, quieta, para de brigar.” Disse Héctor me dando um tapa poderoso na bunda, e naquele momento sua piroca grossa pressionou e começou a abrir caminho entre meus lábios apertados da buceta, preenchendo minha intimidade centímetro por centímetro, e instintivamente apertei minha bunda até que as bolas dele batessem descaradamente no meu clitóris.

Ai, Deus, ele meteu até o fundo.

Com um delicioso grunhidinho de impotência, me contorci contra a mesa, chutando fraquinho ao perceber que Héctor se esfregava suavemente na minha bunda, preparando meu corpo pra ser empalado sem piedade, até que de repente senti a mão do meu Professor tapando minha boca. “Fica quietinha, Claudia, não quero que ninguém te ouça quando eu tiver te montando.”

Ouvir aquilo foi incrivelmente perverso, senti que me molhava ainda mais, se é que isso era possível, e um gemido sugestivo escapou. Não sabia como tinha chegado naquilo, mas tinha me transformado numa mulher submissa a um homem da forma mais suja, selvagem e primitiva, e em resposta a isso, levantei um pouco mais a bunda e prendi a respiração, esperando o pior….

Ou o melhor.

E tudo começou brutalmente, sem cerimônia. Héctor puxou meu cabelo agressivamente e enterrou a piroca dele com brutalidade, arrancando um gemido de mim, e em menos de um segundo o corpo dele bateu de novo em mim, e de novo… mais uma vez… e mais, até que as estocadas furiosas dele alcançaram um ritmo frenético e o som da minha bunda batendo contra o quadril dele ecoava pela sala toda.

Slap, slap, slap, slap, slap!

“Ahhh… ahhhhh… ahhhhh… Siiiiim, ahhh!” Mordi meus lábios com desespero diante de um castigo tão cruel, ignorando completamente aquele “Não quero que te ouçam”, sentindo a mesa debaixo de mim tremer violentamente a cada estocada.

“Ufff, ufff!” Grunhia Héctor como se estivesse correndo uma maratona, suando pra caralho nas minhas costas, e de repente me deu uma tremenda Nalgada que quase me fez chorar. "Mexa-se como a puta que você é!"

"Ai!" Me queixei baixinho enquanto começava a girar meus quadris em círculos, levantando a bunda com ansiedade a cada estocada, como se pedisse mais, e apertando meus músculos da buceta o máximo que podia.

De repente, Héctor se inclinou sobre minhas costas e, sem parar de me montar, disse imperativamente no meu ouvido: "Cláudia, abra sua bunda com as mãos e me ofereça seu cu."

"P-professor, eu não... – respondi timidamente, sem saber o que fazer – Nunca me..."

"Nunca te comeram no cu? Pois sempre tem uma primeira vez. Obedeça."

O sangue subiu ao meu rosto enquanto meu coração batia como se fosse saltar do peito, com mil sentimentos alternando entre humilhação e excitação, até que, com um gesto submisso, agarrei minha bunda e a abri o máximo que pude, de par em par, deixando meu furinho apertado exposto e completamente vulnerável.

Héctor não perdeu tempo e começou a esfregar a grossa cabeça do pau contra meu cu, alargando-o com movimentos circulares firmes, mas, embora o caralho estivesse literalmente encharcado com meus fluidos, ele pensou que, por ser minha primeira vez, precisaria de mais lubrificação. Então, enfiou um dedo na minha boca e o molhou com minha própria saliva, depois o levou ao meu cu e o meteu fundo, dando pequenas voltas lá dentro para dilatar, até que, depois de vários segundos de preparação...

Colocou a grossa cabeça roxa contra meu cu e, com um empurrão firme, começou a meter pelo meu rabo, centímetro por centímetro, alargando-o de um jeito que eu nunca teria achado possível.

"Ai! Meu Deus – arregalei os olhos, boquiaberta. – T-tá... entrando, meu Deus, meu Deus."

E as sensações eram estranhíssimas, mas excitantes, sentindo aquele tronco grosso e venoso abrindo caminho entre minha bunda, dor misturada com prazer, multiplicada por um avanço imparável que preenchia minhas entranhas por completo, me deixando louca. quase insuportável.

Até que com um empurrão firme, o pau dele ficou completamente dentro do meu corpo.

“Ah!” Fiquei completamente imóvel, aproveitando aquela sensação nova, sentindo a dureza da rola dele dentro de mim a cada respiração.

“Uau, Claudia! – Ele me disse no ouvido – Sua buceta aperta pra caralho, quase… quase não consigo me mexer. Que gostosa!”

Gemi e me mexi com um jeito inocente, e na hora o Héctor se jogou nas minhas costas e envolveu minha cabeça entre os braços fortes dele, igual um macho que prende a mulher indefesa pra dominar, e então começou a me sodomizar com estocadas poderosas, profanando meu cu sem piedade enquanto a mesa debaixo de mim balançava violentamente de novo.

Slap, slap, slap, slap, slap.

Mas eu tava em êxtase, fascinada ao sentir o corpo pesado do Héctor esfregando pra frente e pra trás nas minhas costas num mar de suor quente, e instintivamente levantei mais a bunda pra penetração ficar ainda mais funda. “Ahh… mmmm… siim, mmmmm…!”

“Isso, Claudia, aperta essa buceta gostosa assim, já tô quase.” Rosnou o Héctor atrás de mim, me mantendo completamente imóvel enquanto me empalava, num ritual bem animal e primitivo, e em resposta eu me contorcia igual cobra debaixo dele, no mesmo ritmo que o instrumento dele batia nas minhas tripas, me arrepiando toda vez que as bolas dele batiam no meu clitóris, até que finalmente…

“Ahhhhhh!” Abri a boca e fiquei incrivelmente tensa, com o corpo todo queimando no maior êxtase orgásmico, e só consegui apertar os punhos e ofegar sem vergonha, igual uma puta, e bem na hora o Héctor apertou violentamente o quadril contra minha bunda, e eu senti o pau dele alargar e começar a cuspir jatos violentos de porra quente dentro do meu cu. “Grrr, ufff, a-assim Claudia, aperta essa buceta assim, grrrr.”

Simplesmente, era prazer demais.

Fechei os olhos e me deixei levar. me levar pelo mais requintado transe sexual, gemendo baixinho sem conseguir pensar em nada além do prazer que aquela rola me proporcionou, com Héctor firmemente dentro de mim e acariciando minhas costas e rosto suavemente com os dedos, até que depois do que pareceu uma eternidade, finalmente seu pau saiu lentamente do meu corpo, levando consigo um suspiro terno meu.

“Acho que a senhorita Claudia passou com honras nesta aula.”

Sorri fracamente, sentindo um delicioso ardor na minha bunda, peitos, lábios e até no estômago, com todo o meu corpo coberto de suor quente enquanto meu longo cabelo preto grudava no meu rosto da forma mais desconfortável possível. Então apoiei as mãos na mesa e tentei me levantar, mas ao tentar dar um passo, minhas pernas falharam e Héctor teve que me segurar.

“Cuidado!” Ele disse com um sorriso.

Mordi os lábios e as cores voltaram ao meu rosto, porque a foda que eu tinha acabado de levar foi tão intensa que até me senti fraca, e assim que meu Professor me soltou, me abaixei para pegar minhas roupas espalhadas pelo chão e comecei a me vestir de novo, embora depois de procurar um pouco, vi que minha calcinha não aparecia em lugar nenhum…

“Está procurando isso?” Disse Héctor com um olhar safado, mostrando minha peça delicada entre os dedos dele. Mas quando tentei pegá-la, ele a afastou de mim e a levou ao rosto, inalando profundamente seu aroma enquanto me encarava, e então a colocou no bolso da calça. “Considere isso uma lembrança, Claudia, a primeira de muitas.”

Fiquei levemente corada, sinal de que minha timidez habitual estava voltando, e sem conseguir olhar nos olhos dele, respondi: “S-sim, Professor.”

Héctor sorriu levemente ao ver minha reação e foi se sentar de novo em sua mesa, pegando alguns papéis na mão para continuar suas tarefas pendentes, mas antes de fazer qualquer coisa, ele disse: “Claudia, você acabou de passar no curso, mas ainda assim seu desempenho” O colégio tem que melhorar pra caralho, então todo dia depois da aula a gente vai ter uma sessão de recuperação, entendeu?”

“Sim, Professor.” Concordei com um gesto infantil.

“E mais, vão ser necessárias aulas noturnas.”

“Com certeza são necessárias pra minha educação. — Respondi com um jeito provocante, surpresa com meu inusitado ‘atrevimento’. — Então, Professor, vejo você amanhã, ok?”

“Pode ir.”

Concordei com doçura e saí da sala, sorrindo enquanto revirava na minha mente o que acabava de acontecer, as sensações físicas que ainda derretiam meu corpo, e cada palavra perversa que Héctor tinha me dito.

4 comentários - Reprovada de novo, gostosa.

Muy buen relato... muy trolita la cole
fl22lf
que linda trolITA la nena como me calento el relato