Comecei com o tema numa das comunidades do Poringa. Em "infidelidade consentida" escrevi...
"Vamos testar sua esposa."
A ideia era a gente se encontrar num bar, fingir que éramos velhos conhecidos e eu ficar entre os dois tomando algo. Propunha buscar uns roces, olhares, tipo... seduzir a parceira dele.
Horas depois, uma DM de um Poringa boy me dizendo que a proposta tinha excitado ele pra caralho, que já tinham conversado com a namorada dele, mas não sabia se ela ia topar. Combinamos de tirar a dúvida, horas depois... na terça, no Temple Bar.
Me vesti bem, camisa polo, calça social e sapato. Pedi um uísque e esperei eles no balcão. Eram 10 horas quando apareceram. Só soube porque tinha visto fotos dela. Ele também me disse como estaria vestido. Cruzamos olhares... ele passou na minha frente e parou, eu fiquei de frente pra namorada dele... ela era melhor do que eu esperava.
O cara era bonitinho, baixinho e magro. Ela não era muito mais alta, só um pouco. A bunda que ela tinha era impressionante... pequenininha, mas empinada e redonda, apertada na saia preta que ela tava usando. Dava pra ver a tanguinha. Queria pular nela naquela hora, mas me limitei a olhar nos olhos dela e descer pro decote, depois desviei o olhar e tomei um gole de uísque. Ela me viu olhando pra ela, viu eu olhar pras tetas dela e agir como se nada.
O bar nessa hora já tá cheio de estrangeiros e geralmente não tem muito lugar. Escuto o Javier falar pra mina:
— A gente fica aqui no balcão... vai tomar cerveja? (e me olhando)... Seba! Quanto tempo, cara!
— Besteira! Tudo tranquilo?! (sim, sim... como se a gente se conhecesse)
A gente se abraçou, e essa mina? Perguntei olhando nos olhos dela.
— Vanesa, vou te apresentar... é minha namorada.
Vanesa era uma morena, de nariz pequenininho e uns lábios lindos. Não era bocuda, mas eram carnudos. Daqueles que dá vontade de morder.
A gente se deu um beijo normal, mas minha mão direita pousou na cintura dela, suave, quase chegando no fio da tanguinha. Foi só isso, a gente ficou conversando um rato.
Quando ele se virou pra pedir, eu falei com ela, perguntei sobre as coisas dela. Bem tranquilo e sem insinuar nada, já teria tempo. Javier pediu umas cervejas bem fortes pra deixar ela um pouco bêbada, e a gente conversava de boa os três. Ela tava no meio, à minha direita. Na minha esquerda ficava o balcão, eu com o cotovelo ali e a outra mão no uísque. De vez em quando eu roçava a cintura dela, ou descia pra perna e tirava. O pessoal passava por trás e empurrava ela contra a gente... era nessa hora que eu mais aproveitava. A gente continuou conversando, verdade que eu fazia um monte de piadas, era quase um monólogo e papo com ela. Javier parecia mais tímido ou calado. Com a Vanesa, verdade, a gente tava se divertindo pra caralho.
Já iam na segunda cerveja delas, eu deixo a minha no balcão e Javier avisa que vai no banheiro. Aí ficamos nós dois, a garçonete passa por trás da Vane, ela se aproxima de mim, minha mão vai na cintura dela. Firme mas suave ao mesmo tempo, e olhando nos olhos dela, continuei falando como se nada fosse...
A situação me deixava muito excitado. Eu colado na mina, bem pertinho da boquinha de head master dela, com a mão na cintura, dizendo que quando o namorado dela chegasse, ia convidar eles pra um champanhe. A uns metros, Javier de olho, tentando ver o que rolava. Ela me disse que adoraria, e aí eu retirei a mão deixando cair... roçando o fio da calcinha fio dental. Ela continuou como se nada.
Cada coisa que a gente falava, era se aproximar do outro e tocar na cintura, ela fazia o mesmo comigo também. Esse contato já tava me dando a maior certeza de que ela queria meu pau... e ia ter.
Javier chegou, e eu comecei a falar com uma mina que tava ali. Era do interior e tava rindo de um yankee todo vermelhão, muito bêbado. Fiz um comentário sobre isso e papeamos um pouco. Vane ficou à minha esquerda, de costas pra mim, e aí aconteceu algo lindo.
Conversando com a outra garota, comecei a roçar as costas da Vane, que conversava como se nada com o Javier. Aos poucos fui descendo e deixei a mão apoiada bem onde Começa a putaria... Ninguém conseguia ver o que rolava ali, nem o Javi, porque ela me tampava... então, bem devagar, começo a descer minha mão, deslizando pela bunda dela, pela nádega esquerda... ela mal se mexe... e gira a bunda, fazendo minha mão bater bem no meio... na racha, que começo a pressionar de leve. Sinto que ela também empina a bunda, enquanto conversa como se nada com o namorado, toda entregue.
A outra mina vai embora e volto a falar com eles, já tinha chegado onde queria. Estávamos os três perto, dava pra passar a mão na bunda dela e ninguém percebia. Nos roçamos algumas vezes até que ela me serviu um pouco de champanhe, encheu a taça do Javi e disse... acabou... love, é a nossa vez. E foi pro banheiro.
Conversei com o Javi e falei que sentia que tava tudo mais que certo, que quando a namorada chegasse, ele fosse pro banheiro. Quando a Vane chegou, ele foi embora, nos deixando sozinhos de novo. Ela pegou a taça já cheia e bebeu me olhando nos olhos... segurei ela pela cintura e, como se fosse falar algo no ouvido, passei a língua e me afastei. Ela me olhou assustada. O Javi olhava de longe, deve ter pensado que sussurrei algo no ouvido dela.
— Sabe que você e eu vamos acabar transando até morrer hoje?!
— hahaha. Você é louco, né?
— Agora mesmo vou falar com seu namorado. Nós dois vamos te comer.
— hahaha. O Javi vai te mandar pastar, não rola...
— Se ele me der o ok... hoje eu te como toda. shhhh
Saí colocando o dedo na boca dela enquanto ia pro banheiro onde o Javi estava...
Continua...http://www.poringa.net/posts/relatos/2801639/En-el-bar-con-el-cornudo-2-Llegamos-a-su-casa.html
"Vamos testar sua esposa."
A ideia era a gente se encontrar num bar, fingir que éramos velhos conhecidos e eu ficar entre os dois tomando algo. Propunha buscar uns roces, olhares, tipo... seduzir a parceira dele.
Horas depois, uma DM de um Poringa boy me dizendo que a proposta tinha excitado ele pra caralho, que já tinham conversado com a namorada dele, mas não sabia se ela ia topar. Combinamos de tirar a dúvida, horas depois... na terça, no Temple Bar.
Me vesti bem, camisa polo, calça social e sapato. Pedi um uísque e esperei eles no balcão. Eram 10 horas quando apareceram. Só soube porque tinha visto fotos dela. Ele também me disse como estaria vestido. Cruzamos olhares... ele passou na minha frente e parou, eu fiquei de frente pra namorada dele... ela era melhor do que eu esperava.
O cara era bonitinho, baixinho e magro. Ela não era muito mais alta, só um pouco. A bunda que ela tinha era impressionante... pequenininha, mas empinada e redonda, apertada na saia preta que ela tava usando. Dava pra ver a tanguinha. Queria pular nela naquela hora, mas me limitei a olhar nos olhos dela e descer pro decote, depois desviei o olhar e tomei um gole de uísque. Ela me viu olhando pra ela, viu eu olhar pras tetas dela e agir como se nada.
O bar nessa hora já tá cheio de estrangeiros e geralmente não tem muito lugar. Escuto o Javier falar pra mina:
— A gente fica aqui no balcão... vai tomar cerveja? (e me olhando)... Seba! Quanto tempo, cara!
— Besteira! Tudo tranquilo?! (sim, sim... como se a gente se conhecesse)
A gente se abraçou, e essa mina? Perguntei olhando nos olhos dela.
— Vanesa, vou te apresentar... é minha namorada.
Vanesa era uma morena, de nariz pequenininho e uns lábios lindos. Não era bocuda, mas eram carnudos. Daqueles que dá vontade de morder.
A gente se deu um beijo normal, mas minha mão direita pousou na cintura dela, suave, quase chegando no fio da tanguinha. Foi só isso, a gente ficou conversando um rato.
Quando ele se virou pra pedir, eu falei com ela, perguntei sobre as coisas dela. Bem tranquilo e sem insinuar nada, já teria tempo. Javier pediu umas cervejas bem fortes pra deixar ela um pouco bêbada, e a gente conversava de boa os três. Ela tava no meio, à minha direita. Na minha esquerda ficava o balcão, eu com o cotovelo ali e a outra mão no uísque. De vez em quando eu roçava a cintura dela, ou descia pra perna e tirava. O pessoal passava por trás e empurrava ela contra a gente... era nessa hora que eu mais aproveitava. A gente continuou conversando, verdade que eu fazia um monte de piadas, era quase um monólogo e papo com ela. Javier parecia mais tímido ou calado. Com a Vanesa, verdade, a gente tava se divertindo pra caralho.
Já iam na segunda cerveja delas, eu deixo a minha no balcão e Javier avisa que vai no banheiro. Aí ficamos nós dois, a garçonete passa por trás da Vane, ela se aproxima de mim, minha mão vai na cintura dela. Firme mas suave ao mesmo tempo, e olhando nos olhos dela, continuei falando como se nada fosse...
A situação me deixava muito excitado. Eu colado na mina, bem pertinho da boquinha de head master dela, com a mão na cintura, dizendo que quando o namorado dela chegasse, ia convidar eles pra um champanhe. A uns metros, Javier de olho, tentando ver o que rolava. Ela me disse que adoraria, e aí eu retirei a mão deixando cair... roçando o fio da calcinha fio dental. Ela continuou como se nada.
Cada coisa que a gente falava, era se aproximar do outro e tocar na cintura, ela fazia o mesmo comigo também. Esse contato já tava me dando a maior certeza de que ela queria meu pau... e ia ter.
Javier chegou, e eu comecei a falar com uma mina que tava ali. Era do interior e tava rindo de um yankee todo vermelhão, muito bêbado. Fiz um comentário sobre isso e papeamos um pouco. Vane ficou à minha esquerda, de costas pra mim, e aí aconteceu algo lindo.
Conversando com a outra garota, comecei a roçar as costas da Vane, que conversava como se nada com o Javier. Aos poucos fui descendo e deixei a mão apoiada bem onde Começa a putaria... Ninguém conseguia ver o que rolava ali, nem o Javi, porque ela me tampava... então, bem devagar, começo a descer minha mão, deslizando pela bunda dela, pela nádega esquerda... ela mal se mexe... e gira a bunda, fazendo minha mão bater bem no meio... na racha, que começo a pressionar de leve. Sinto que ela também empina a bunda, enquanto conversa como se nada com o namorado, toda entregue.
A outra mina vai embora e volto a falar com eles, já tinha chegado onde queria. Estávamos os três perto, dava pra passar a mão na bunda dela e ninguém percebia. Nos roçamos algumas vezes até que ela me serviu um pouco de champanhe, encheu a taça do Javi e disse... acabou... love, é a nossa vez. E foi pro banheiro.
Conversei com o Javi e falei que sentia que tava tudo mais que certo, que quando a namorada chegasse, ele fosse pro banheiro. Quando a Vane chegou, ele foi embora, nos deixando sozinhos de novo. Ela pegou a taça já cheia e bebeu me olhando nos olhos... segurei ela pela cintura e, como se fosse falar algo no ouvido, passei a língua e me afastei. Ela me olhou assustada. O Javi olhava de longe, deve ter pensado que sussurrei algo no ouvido dela.
— Sabe que você e eu vamos acabar transando até morrer hoje?!
— hahaha. Você é louco, né?
— Agora mesmo vou falar com seu namorado. Nós dois vamos te comer.
— hahaha. O Javi vai te mandar pastar, não rola...
— Se ele me der o ok... hoje eu te como toda. shhhh
Saí colocando o dedo na boca dela enquanto ia pro banheiro onde o Javi estava...
Continua...http://www.poringa.net/posts/relatos/2801639/En-el-bar-con-el-cornudo-2-Llegamos-a-su-casa.html
3 comentários - No bar com o corno. A primeira...