Tudo começa quando Anita, a filha da Brenda, chegou toda nervosa e preocupada porque não tinha ido bem na prova de matemática e já era fim de ano. Anita não tinha tido um bom ano na escola porque era muito distraída, não fazia as tarefas e passava o tempo conversando e falando de garotos com as amigas. Agora estava pagando o preço com as notas vermelhas no boletim e, se não passasse nessa prova, repetiria o ano. Mas o que ela mais temia aconteceu: reprovou no exame final e agora não sabia o que fazer. Toda nervosa e com medo, teve que contar pra mãe, que ficou muito brava e reclamou que ela não prestava atenção nas aulas.
Assim, Brenda precisava dar um jeito pra Anita não repetir de ano, e tinha que ser urgente, antes que a escola acabasse. No dia seguinte, Brenda foi até a escola e falou com o diretor sobre as notas de Anita, que recomendou conversar com o professor de matemática. O diretor a levou até onde o professor estava, revisando as provas numa sala vazia.
- Professor Marcos, aqui está a mãe da Ana, que quer falar sobre as notas dela – disse o diretor.
- Claro, prazer em conhecê-la, senhora – disse Marcos.
- O prazer é meu, professor – respondeu ela.
O professor Marcos não era nada do que Anita tinha contado, que ele era muito feio, muito problemático, muito ranzinza e sempre pegava no pé dela. Era o oposto: um homem de origem asiática, com 1,73m, muito simpático e agradável de conversar, dava pra ver que era alegre e compreensivo.
Ela tentou conseguir uma chance pra filha passar de ano, mas era impossível, não tinha mais o que fazer – as notas estavam muito baixas. Brenda percebeu que, enquanto falava com o professor, ele não parava de olhar pras peitolas enormes que ela tinha, já que estava usando uma blusa com alguns botões soltos. Mas ela ignorou, porque as notas da filha eram o mais importante.
- Sinto muito, senhora, mas a Ana foi muito descuidada com os estudos e não posso ajudá-la – dizia o professor
- por favor, professor, eu vou fazer ela estudar e conseguir passar no curso – implorava Brenda
Quando de repente tocou o sinal do recreio e os alunos estavam voltando pras salas, e Brenda já tinha que sair. Ela, enquanto começava a ir embora no meio dos alunos, dizia
- por favor, professor, dá uma chance pra ela
- sinto muito, senhora, já não dá mais – repetia ele
- por favor, amanhã eu volto pra conversar melhor
- senhora, já não dá mais, não tem o que conversar.
Brenda foi embora preocupada e triste por não ter conseguido nada, mas não ia ficar de braços cruzados, ela voltaria no dia seguinte pra insistir de novo.
Quando ia se dirigir pra escola de novo, lembrou como o professor não parava de olhar pras tetas dela e aí teve uma ideia meio ousada, mas tudo pela filha passar de ano. Brenda pegou umas roupas sexy, colocou um sutiã bem justinho pra apertar e levantar ainda mais as tetas, deixando elas incríveis, e por cima vestiu uma blusa também meio justa, mas com todos os botões abotoados. Foi pro colégio e falou de novo com o diretor, que indicou o número da sala onde o professor Marcos estava. Quando ela já tava perto de chegar na sala, desabotoou vários botões da blusa e ajeitou bem as tetas pra dar uma boa vista pro professor, assim ele amolecia e dava uma chance pra Anita.
Assim que o professor viu Brenda, repetiu a mesma coisa
- por favor, senhora, entenda que já não tem mais tempo
- não seja malzinho, professor, só uma ajudinha, nada mais – implorava ela
Marcos notou o belo decote que Brenda tinha e começou a olhar de novo. Brenda percebeu e, enquanto conversava, disfarçava e apertava as tetas com os braços. Marcos já não conseguia disfarçar, tava na cara que ele babava por aquelas tetonas que Brenda tinha.
Até que Brenda de repente reagiu
- professor! O que o senhor tá olhando? – disse ela ofendida
- não, não... eu... – gaguejava o professor envergonhado
- não se faça de louco! – dizia Brenda
- me desculpe, senhora – disse Marcos, já sem ter o que falar
- você estava olhando pros meus peitos! – ela continuava reclamando
- desculpe, senhora, me perdoe – implorava Marcos
- NÃO!… Pelo menos… que eu possa dar uma chance pra Ana – dizia ela com um sorrisinho
- não, senhora, também não se aproveite da situação, as duas coisas são bem diferentes – falou ele, bem seguro
- não estou me aproveitando de nada!! É o senhor que se aproveitou pra olhar pros meus peitos! – respondeu irritada – e eu posso simplesmente falar com o diretor sobre seu comportamento
Marcos já não sabia mais o que fazer e, com os gritos de Brenda, ficou nervoso, então foi e fechou a porta.
- senhora, por favor, se acalme, tá bom, a gente conversa e chega a um acordo – disse ele, já rendido
- tá bom – aceitou Brenda
- senhora, na verdade, se eu pudesse, daria uma nova prova pra Ana e ela passaria, mas não é só sobre essa prova, é sobre as outras notas anteriores dela, que são muito baixas, e eu não posso fazer nada – disse Marcos, sabendo que podia sim
- mas devia ter uma solução, professor – disse ela, desesperada
- como eu já disse, não tem
- tem sim!! O senhor tá mentindo! Senão eu conto pro diretor o que aconteceu – disse ela, já ameaçando
Marcos perdeu a linha e foi direto ao ponto com as intenções que tinha em relação a Brenda. Chegou perto rápido, apertou os dois braços dela e começou a beijar o pescoço dela e depois a apalpar. Ela tentou se livrar dele
- o que cê tá fazendo! Sou casada! – disse ela
- e daí? – disse ele, enquanto colocava a mão na bunda dela
- me solta! Vou gritar, tô avisando! – dizia Brenda
- se quer que sua filhinha passe, então coopere – disse ele, tomando autoridade
Ela pensou em fazer um escândalo e reclamar com o diretor, mas de que adiantaria isso se, no fim das contas, a Anita não melhoraria as notas e só traria problemas e seria perda de tempo.
Enquanto ela pensava no que fazer nessa situação, o professor Marcos não parava de passar as mãos por todo o corpo dela, e Brenda já estava ficando com tesão, começando a sentir excitação e soltando pequenos suspiros de prazer. Marcos levantou um pouco a minissaia justa que ela usava e começou a acariciar a buceta dela por cima da calcinha. Ela começou a suspirar muito mais, já estava meio molhada e adorava como o professor a tocava. Ele segurou a cintura dela com uma mão e a guiou até a mesa, enquanto com a outra continuava a masturbá-la. Quando chegaram, Marcos jogou todos os papéis e outras coisas que estavam em cima da mesa no chão, pegou ela pelas duas pernas e sentou-a na mesa, abrindo as pernas dela. Brenda não impediu nem reclamou nada, estava se deixando levar pelo prazer. Marcos tirou a calcinha dela e, sem pedir permissão, aproximou o rosto da entreperna de Brenda e começou a fazer um boquete gostoso. Ela gemia e se arqueava com o delicioso que sentia, enquanto Marcos não parava de passar a língua por toda a buceta dela. Ficou assim até que Marcos abaixou o zíper e tirou o pau dele, bem duro. Brenda se surpreendeu — não era tão grande, digamos, mas comparado ao que falavam dos asiáticos, tinha um tamanho bom. Ele olhou nos olhos dela, dizendo com o olhar "quero te foder", e colocou o pau na entrada da buceta dela. Ela sentiu que o pinto dele estava muito duro e muito quente, dava pra ver que queria penetrá-la de uma vez.
— Mas, professor… o que a gente tá fazendo?... — disse ela, recobrando a consciência.
— Desde que te vi, tava com uma vontade danada de te comer — disse ele.
Ela se sentiu muito desejada e super excitada pelo proibido que iam fazer. O prazer estava controlando ela demais, e ela nunca tinha se sentido assim. Além disso, estava tendo problemas com o marido, porque ele suspeitava que ela estava traindo ele com a amiga, e o sexo já não era mais o mesmo.
— Mas eu nunca fui infiel ao meu… Aaah!! — gemeu de prazer porque Marcos estava enfiando um pouco da cabeça do pau que já estava aparecendo. líquido pré-seminal
- Quero comer ela, senhora, e prometo que faço o que a senhora pedir – disse ele
Ela estava muito indecisa, não sabia o que fazer: parar com aquela situação e colocar tudo no lugar, ou se deixar levar pelos prazeres e comer aquele professor que a fazia se sentir muito desejada, algo que não sentia há muito tempo. Mas a segunda opção já estava ganhando, e ela já estava prestes a passar, não faltava nada, então não dava mais pra voltar atrás. Porém, pra ficar completamente decidida, fez uma última pergunta:
- Vai aprovar a Anita? – perguntou ela, olhando pra ele de um jeito bem safado
- Vou – respondeu sem hesitar nem um segundo
- Então… – disse Brendita, toda provocante
Ela desceu da carteira e começou a desabotoar a camisa dele, enquanto ele fazia o mesmo, desesperado. Enquanto isso, Brenda tirou o cinto dele, abaixou a calça junto com a cueca até os joelhos, se ajoelhou, cuspiu no pau dele e começou a passar a língua desde as bolas até a cabeça. Marcos suspirava de tão gostoso que tava, olhando pro teto. Brenda meteu o pau na boca e começou a chupar do jeito que só ela sabe: enfiava e tirava, e de vez em quando enfiava tudo na garganta, fazendo ela tossir, mas ela aguentava só pra fazer o amante gozar. Cada vez mais rápido, ele não parava de gemer e agarrou o cabelo dela pra ajudar no serviço. Já tava uma mamada sem controle, Marcos tava comendo a boca dela, mas parou porque não queria gozar tão cedo.
Brenda foi e se apoiou na carteira, de quatro, e Marcos se aproximou, abaixou a minissaia que ela tava usando e, sem pedir permissão, enfiou o pau inteiro. Brenda suspirava e se arqueava de prazer por estar sendo penetrada por outro homem, mesmo sendo casada. Marcos começou a meter e não acreditava que tava comendo aquela bunda enorme que a Brenda tinha.
- Ahhh, sim… que bunda gostosa você tem – dizia ele
- Mm assim… não para, continua… é tudo seu
Marcos começou a Penetrá-la mais rápido e agressivo, saía e entrava a cada segundo enquanto as bundas dela batiam na pélvis dele e faziam um barulhão.
- ah..ah.. que gostosa... – ele dizia enquanto dava umas palmadas fortes de vez em quando
- mm sim sisi... ah ah... AAAAHHH!!... – Brenda teve um orgasmo poderoso
Marcos sentiu os fluidos de Brenda e isso o excitou ainda mais, e não parava de foder ela. Brenda começou a tirar a pouca roupa que ainda tinha, tirou a blusa e Marcos, enquanto a penetrava, desabotoou o sutiã dela, que caiu no chão, e agarrou os peitos dela, apalpando com muita força.
- mmm..sisi.. ahah.. continua, professor – ela dizia toda descontrolada
- que rabo gostoso a senhora tem
- me chama de Brenda
Só então Marcos soube o nome da morenaça que estava comendo.
- aah sim... adoro seus peitos, Brenda
- são todos seus...
Marcos não parava de tocar os peitos dela desenfreadamente enquanto o pau dele entrava e saía de Brenda.
- mmm assim..sisisi... – ela gemia
Marcos saiu dela, deu uma palmada forte e sentou na cadeira. Brenda foi até ele e começou a sentar no pau dele, de frente um pro outro. Ele agarrou a cintura dela e começou a mover ela pra cima e pra baixo.
- ooh sim... que bem você faz – ele dizia
- mmm assim? você gosta?... sim..sii..
- ah ah..sisi, como você se mexe bem, Brendita...
Ela dava sentadas fortes, a bunda dela batia nas bolas de Marcos ou ela se mexia em círculos pra esfregar nele.
Enquanto Marcos e Brenda “conversavam sobre as notas da Ana”, a Anita tava no pátio da escola com as amigas e se perguntava por que a mãe dela não tinha ido falar com o professor de matemática. Lembrou que tinha esquecido de entregar um trabalho, foi pegar o trabalho e perguntou ao diretor onde o Marcos estava. Ele indicou. Ela foi correndo antes do recreio acabar. Tentou abrir a porta, mas tava trancada por dentro e ouviu gemidos de dor. Aí, curiosa, subiu e olhou por uma fresta na janela, e viu a A mãe dela, completamente nua, sentada em cima do professor enquanto ele a comia e mordia os bicos dos peitos dela.
- Ah ahsiisi... que gostoso ele tá me comendo – disse Brenda, toda puta.
- Mm sim... já vem sua porra, Brenda.
- Sim, sim... ah... ah... quero minha porra, professor Marcos.
Marcos a pegou no colo e a colocou em cima da mesa, abriu as pernas dela e continuou comendo ela com muito mais força, já estava quase gozando.
- Ohh sim, sim... aqui vem... sua porra, Brendinha – disse Marcos dando as últimas enfiadas.
- Mmm sim, Marcos, continua assim... sim, sim... não para...
Ele tinha planejado tirar o pau e gozar fora, e quando sentiu que o pau dele inchou, ia fazer isso, mas a vontade foi mais forte que Marcos e, por instinto, ele enfiou o mais fundo possível e começou a soltar vários jatos de porra dentro da buceta da Brenda.
- AAAAH SIM... AAAAAHHH... – gemeu Marcos enquanto gozava.
- Mmm... aaah... que gostoso... – disse Brenda sentindo uma substância muito quente dentro dela.
Ficaram imóveis por um tempo para recuperar as forças enquanto a boa quantidade de esperma que Marcos tinha depositado dentro de Brenda lutava pelo seu "objetivo".
Anita viu todo o espetáculo e sorria de forma muito safada pela travessura que a mãe tinha feito para que ela pudesse passar de ano, e também a excitou muito ver a mãe dela transando com o professor.
O sinal tocou e Anita foi embora rapidamente. Brenda e Marcos começaram a se vestir apressados. Brenda saiu toda apressada, muito suada e despenteada, e deu de cara com Anita, que, com vergonha, a cumprimentou e se despediu rápido. Ana sorria pelo que tinha visto.
Algumas semanas depois, faltando poucos dias para o fim do ano letivo, estavam na aula do professor Marcos. Ana se aproximou dele e agradeceu muito por ter lhe dado outra chance e aprovado na matéria.
- Muito obrigada, professor, por tudo – disse ela.
- Não se preocupe, Anita, como qualquer outra aluna, você merece outra chance – disse Marcos, que desde o dia em que comeu Brenda se tornou muito compreensivo com Ana.
— Como é que tá sua mãe? — perguntou Marcos, curioso.
— Ela tá muito bem e agora tá super feliz “esperando”.
— Esperando? — perguntou Marcos.
— Sim, ela tá grávida.
— Ah, que legal, manda meus parabéns — disse Marcos, sabendo no fundo que aquele filho era dele.
— Aliás, minha mãe perguntou muito por você — disse Anita.
— Por mim? — Marcos ficou confuso.
— Sim, ela quer saber de você e quer conversar contigo em breve.
Disse Anita, toda sorridente, com uma ideia grande e morbidamente excitante na cabeça.
Assim, Brenda precisava dar um jeito pra Anita não repetir de ano, e tinha que ser urgente, antes que a escola acabasse. No dia seguinte, Brenda foi até a escola e falou com o diretor sobre as notas de Anita, que recomendou conversar com o professor de matemática. O diretor a levou até onde o professor estava, revisando as provas numa sala vazia.
- Professor Marcos, aqui está a mãe da Ana, que quer falar sobre as notas dela – disse o diretor.
- Claro, prazer em conhecê-la, senhora – disse Marcos.
- O prazer é meu, professor – respondeu ela.
O professor Marcos não era nada do que Anita tinha contado, que ele era muito feio, muito problemático, muito ranzinza e sempre pegava no pé dela. Era o oposto: um homem de origem asiática, com 1,73m, muito simpático e agradável de conversar, dava pra ver que era alegre e compreensivo.
Ela tentou conseguir uma chance pra filha passar de ano, mas era impossível, não tinha mais o que fazer – as notas estavam muito baixas. Brenda percebeu que, enquanto falava com o professor, ele não parava de olhar pras peitolas enormes que ela tinha, já que estava usando uma blusa com alguns botões soltos. Mas ela ignorou, porque as notas da filha eram o mais importante.
- Sinto muito, senhora, mas a Ana foi muito descuidada com os estudos e não posso ajudá-la – dizia o professor
- por favor, professor, eu vou fazer ela estudar e conseguir passar no curso – implorava Brenda
Quando de repente tocou o sinal do recreio e os alunos estavam voltando pras salas, e Brenda já tinha que sair. Ela, enquanto começava a ir embora no meio dos alunos, dizia
- por favor, professor, dá uma chance pra ela
- sinto muito, senhora, já não dá mais – repetia ele
- por favor, amanhã eu volto pra conversar melhor
- senhora, já não dá mais, não tem o que conversar.
Brenda foi embora preocupada e triste por não ter conseguido nada, mas não ia ficar de braços cruzados, ela voltaria no dia seguinte pra insistir de novo.
Quando ia se dirigir pra escola de novo, lembrou como o professor não parava de olhar pras tetas dela e aí teve uma ideia meio ousada, mas tudo pela filha passar de ano. Brenda pegou umas roupas sexy, colocou um sutiã bem justinho pra apertar e levantar ainda mais as tetas, deixando elas incríveis, e por cima vestiu uma blusa também meio justa, mas com todos os botões abotoados. Foi pro colégio e falou de novo com o diretor, que indicou o número da sala onde o professor Marcos estava. Quando ela já tava perto de chegar na sala, desabotoou vários botões da blusa e ajeitou bem as tetas pra dar uma boa vista pro professor, assim ele amolecia e dava uma chance pra Anita.
Assim que o professor viu Brenda, repetiu a mesma coisa
- por favor, senhora, entenda que já não tem mais tempo
- não seja malzinho, professor, só uma ajudinha, nada mais – implorava ela
Marcos notou o belo decote que Brenda tinha e começou a olhar de novo. Brenda percebeu e, enquanto conversava, disfarçava e apertava as tetas com os braços. Marcos já não conseguia disfarçar, tava na cara que ele babava por aquelas tetonas que Brenda tinha.
Até que Brenda de repente reagiu
- professor! O que o senhor tá olhando? – disse ela ofendida
- não, não... eu... – gaguejava o professor envergonhado
- não se faça de louco! – dizia Brenda
- me desculpe, senhora – disse Marcos, já sem ter o que falar
- você estava olhando pros meus peitos! – ela continuava reclamando
- desculpe, senhora, me perdoe – implorava Marcos
- NÃO!… Pelo menos… que eu possa dar uma chance pra Ana – dizia ela com um sorrisinho
- não, senhora, também não se aproveite da situação, as duas coisas são bem diferentes – falou ele, bem seguro
- não estou me aproveitando de nada!! É o senhor que se aproveitou pra olhar pros meus peitos! – respondeu irritada – e eu posso simplesmente falar com o diretor sobre seu comportamento
Marcos já não sabia mais o que fazer e, com os gritos de Brenda, ficou nervoso, então foi e fechou a porta.
- senhora, por favor, se acalme, tá bom, a gente conversa e chega a um acordo – disse ele, já rendido
- tá bom – aceitou Brenda
- senhora, na verdade, se eu pudesse, daria uma nova prova pra Ana e ela passaria, mas não é só sobre essa prova, é sobre as outras notas anteriores dela, que são muito baixas, e eu não posso fazer nada – disse Marcos, sabendo que podia sim
- mas devia ter uma solução, professor – disse ela, desesperada
- como eu já disse, não tem
- tem sim!! O senhor tá mentindo! Senão eu conto pro diretor o que aconteceu – disse ela, já ameaçando
Marcos perdeu a linha e foi direto ao ponto com as intenções que tinha em relação a Brenda. Chegou perto rápido, apertou os dois braços dela e começou a beijar o pescoço dela e depois a apalpar. Ela tentou se livrar dele
- o que cê tá fazendo! Sou casada! – disse ela
- e daí? – disse ele, enquanto colocava a mão na bunda dela
- me solta! Vou gritar, tô avisando! – dizia Brenda
- se quer que sua filhinha passe, então coopere – disse ele, tomando autoridade
Ela pensou em fazer um escândalo e reclamar com o diretor, mas de que adiantaria isso se, no fim das contas, a Anita não melhoraria as notas e só traria problemas e seria perda de tempo.
Enquanto ela pensava no que fazer nessa situação, o professor Marcos não parava de passar as mãos por todo o corpo dela, e Brenda já estava ficando com tesão, começando a sentir excitação e soltando pequenos suspiros de prazer. Marcos levantou um pouco a minissaia justa que ela usava e começou a acariciar a buceta dela por cima da calcinha. Ela começou a suspirar muito mais, já estava meio molhada e adorava como o professor a tocava. Ele segurou a cintura dela com uma mão e a guiou até a mesa, enquanto com a outra continuava a masturbá-la. Quando chegaram, Marcos jogou todos os papéis e outras coisas que estavam em cima da mesa no chão, pegou ela pelas duas pernas e sentou-a na mesa, abrindo as pernas dela. Brenda não impediu nem reclamou nada, estava se deixando levar pelo prazer. Marcos tirou a calcinha dela e, sem pedir permissão, aproximou o rosto da entreperna de Brenda e começou a fazer um boquete gostoso. Ela gemia e se arqueava com o delicioso que sentia, enquanto Marcos não parava de passar a língua por toda a buceta dela. Ficou assim até que Marcos abaixou o zíper e tirou o pau dele, bem duro. Brenda se surpreendeu — não era tão grande, digamos, mas comparado ao que falavam dos asiáticos, tinha um tamanho bom. Ele olhou nos olhos dela, dizendo com o olhar "quero te foder", e colocou o pau na entrada da buceta dela. Ela sentiu que o pinto dele estava muito duro e muito quente, dava pra ver que queria penetrá-la de uma vez.
— Mas, professor… o que a gente tá fazendo?... — disse ela, recobrando a consciência.
— Desde que te vi, tava com uma vontade danada de te comer — disse ele.
Ela se sentiu muito desejada e super excitada pelo proibido que iam fazer. O prazer estava controlando ela demais, e ela nunca tinha se sentido assim. Além disso, estava tendo problemas com o marido, porque ele suspeitava que ela estava traindo ele com a amiga, e o sexo já não era mais o mesmo.
— Mas eu nunca fui infiel ao meu… Aaah!! — gemeu de prazer porque Marcos estava enfiando um pouco da cabeça do pau que já estava aparecendo. líquido pré-seminal
- Quero comer ela, senhora, e prometo que faço o que a senhora pedir – disse ele
Ela estava muito indecisa, não sabia o que fazer: parar com aquela situação e colocar tudo no lugar, ou se deixar levar pelos prazeres e comer aquele professor que a fazia se sentir muito desejada, algo que não sentia há muito tempo. Mas a segunda opção já estava ganhando, e ela já estava prestes a passar, não faltava nada, então não dava mais pra voltar atrás. Porém, pra ficar completamente decidida, fez uma última pergunta:
- Vai aprovar a Anita? – perguntou ela, olhando pra ele de um jeito bem safado
- Vou – respondeu sem hesitar nem um segundo
- Então… – disse Brendita, toda provocante
Ela desceu da carteira e começou a desabotoar a camisa dele, enquanto ele fazia o mesmo, desesperado. Enquanto isso, Brenda tirou o cinto dele, abaixou a calça junto com a cueca até os joelhos, se ajoelhou, cuspiu no pau dele e começou a passar a língua desde as bolas até a cabeça. Marcos suspirava de tão gostoso que tava, olhando pro teto. Brenda meteu o pau na boca e começou a chupar do jeito que só ela sabe: enfiava e tirava, e de vez em quando enfiava tudo na garganta, fazendo ela tossir, mas ela aguentava só pra fazer o amante gozar. Cada vez mais rápido, ele não parava de gemer e agarrou o cabelo dela pra ajudar no serviço. Já tava uma mamada sem controle, Marcos tava comendo a boca dela, mas parou porque não queria gozar tão cedo.
Brenda foi e se apoiou na carteira, de quatro, e Marcos se aproximou, abaixou a minissaia que ela tava usando e, sem pedir permissão, enfiou o pau inteiro. Brenda suspirava e se arqueava de prazer por estar sendo penetrada por outro homem, mesmo sendo casada. Marcos começou a meter e não acreditava que tava comendo aquela bunda enorme que a Brenda tinha.
- Ahhh, sim… que bunda gostosa você tem – dizia ele
- Mm assim… não para, continua… é tudo seu
Marcos começou a Penetrá-la mais rápido e agressivo, saía e entrava a cada segundo enquanto as bundas dela batiam na pélvis dele e faziam um barulhão.
- ah..ah.. que gostosa... – ele dizia enquanto dava umas palmadas fortes de vez em quando
- mm sim sisi... ah ah... AAAAHHH!!... – Brenda teve um orgasmo poderoso
Marcos sentiu os fluidos de Brenda e isso o excitou ainda mais, e não parava de foder ela. Brenda começou a tirar a pouca roupa que ainda tinha, tirou a blusa e Marcos, enquanto a penetrava, desabotoou o sutiã dela, que caiu no chão, e agarrou os peitos dela, apalpando com muita força.
- mmm..sisi.. ahah.. continua, professor – ela dizia toda descontrolada
- que rabo gostoso a senhora tem
- me chama de Brenda
Só então Marcos soube o nome da morenaça que estava comendo.
- aah sim... adoro seus peitos, Brenda
- são todos seus...
Marcos não parava de tocar os peitos dela desenfreadamente enquanto o pau dele entrava e saía de Brenda.
- mmm assim..sisisi... – ela gemia
Marcos saiu dela, deu uma palmada forte e sentou na cadeira. Brenda foi até ele e começou a sentar no pau dele, de frente um pro outro. Ele agarrou a cintura dela e começou a mover ela pra cima e pra baixo.
- ooh sim... que bem você faz – ele dizia
- mmm assim? você gosta?... sim..sii..
- ah ah..sisi, como você se mexe bem, Brendita...
Ela dava sentadas fortes, a bunda dela batia nas bolas de Marcos ou ela se mexia em círculos pra esfregar nele.
Enquanto Marcos e Brenda “conversavam sobre as notas da Ana”, a Anita tava no pátio da escola com as amigas e se perguntava por que a mãe dela não tinha ido falar com o professor de matemática. Lembrou que tinha esquecido de entregar um trabalho, foi pegar o trabalho e perguntou ao diretor onde o Marcos estava. Ele indicou. Ela foi correndo antes do recreio acabar. Tentou abrir a porta, mas tava trancada por dentro e ouviu gemidos de dor. Aí, curiosa, subiu e olhou por uma fresta na janela, e viu a A mãe dela, completamente nua, sentada em cima do professor enquanto ele a comia e mordia os bicos dos peitos dela.
- Ah ahsiisi... que gostoso ele tá me comendo – disse Brenda, toda puta.
- Mm sim... já vem sua porra, Brenda.
- Sim, sim... ah... ah... quero minha porra, professor Marcos.
Marcos a pegou no colo e a colocou em cima da mesa, abriu as pernas dela e continuou comendo ela com muito mais força, já estava quase gozando.
- Ohh sim, sim... aqui vem... sua porra, Brendinha – disse Marcos dando as últimas enfiadas.
- Mmm sim, Marcos, continua assim... sim, sim... não para...
Ele tinha planejado tirar o pau e gozar fora, e quando sentiu que o pau dele inchou, ia fazer isso, mas a vontade foi mais forte que Marcos e, por instinto, ele enfiou o mais fundo possível e começou a soltar vários jatos de porra dentro da buceta da Brenda.
- AAAAH SIM... AAAAAHHH... – gemeu Marcos enquanto gozava.
- Mmm... aaah... que gostoso... – disse Brenda sentindo uma substância muito quente dentro dela.
Ficaram imóveis por um tempo para recuperar as forças enquanto a boa quantidade de esperma que Marcos tinha depositado dentro de Brenda lutava pelo seu "objetivo".
Anita viu todo o espetáculo e sorria de forma muito safada pela travessura que a mãe tinha feito para que ela pudesse passar de ano, e também a excitou muito ver a mãe dela transando com o professor.
O sinal tocou e Anita foi embora rapidamente. Brenda e Marcos começaram a se vestir apressados. Brenda saiu toda apressada, muito suada e despenteada, e deu de cara com Anita, que, com vergonha, a cumprimentou e se despediu rápido. Ana sorria pelo que tinha visto.
Algumas semanas depois, faltando poucos dias para o fim do ano letivo, estavam na aula do professor Marcos. Ana se aproximou dele e agradeceu muito por ter lhe dado outra chance e aprovado na matéria.
- Muito obrigada, professor, por tudo – disse ela.
- Não se preocupe, Anita, como qualquer outra aluna, você merece outra chance – disse Marcos, que desde o dia em que comeu Brenda se tornou muito compreensivo com Ana.
— Como é que tá sua mãe? — perguntou Marcos, curioso.
— Ela tá muito bem e agora tá super feliz “esperando”.
— Esperando? — perguntou Marcos.
— Sim, ela tá grávida.
— Ah, que legal, manda meus parabéns — disse Marcos, sabendo no fundo que aquele filho era dele.
— Aliás, minha mãe perguntou muito por você — disse Anita.
— Por mim? — Marcos ficou confuso.
— Sim, ela quer saber de você e quer conversar contigo em breve.
Disse Anita, toda sorridente, com uma ideia grande e morbidamente excitante na cabeça.
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