Brenda - Comendo um professor

Tudo começa quando Anita, a filha da Brenda, chegou muito nervosa e preocupada porque não tinha ido bem na prova de matemática e já era fim de ano. Anita não tinha tido um bom ano na escola porque era muito distraída e não fazia as tarefas, passava o tempo conversando e falando de meninos com as amigas, e agora estava pagando o preço com as notas vermelhas que tinha no boletim. Se não passasse nessa prova, repetiria o ano. E foi exatamente o que ela mais temia: reprovou no exame final e agora não sabia o que fazer. Toda nervosa e com medo, teve que contar pra mãe, que ficou muito brava e reclamou que ela não prestava atenção nas aulas.

Assim, Brenda precisava dar um jeito pra Anita não repetir de ano, e tinha que ser urgente, antes que a escola acabasse.

No dia seguinte, Brenda foi até a escola e falou com o diretor sobre as notas de Anita. Ele recomendou que ela conversasse melhor com o professor de matemática. O diretor a levou até onde o professor estava, revisando as provas numa sala vazia.

— Professor Marcos, aqui está a mãe da Ana, que quer falar sobre as notas dela — disse o diretor.
— Claro, muito prazer, senhora — disse Marcos.
— O prazer é meu, professor — respondeu ela.

O professor Marcos não era nada do que Anita tinha contado — que ele era muito feio, muito problemático, muito ranzinza e sempre pegava no pé dela. Era o oposto: um homem de origem asiática, com 1,73m, muito simpático e agradável de se conversar, dava pra ver que era alegre e compreensivo.

Ela tentou conseguir uma chance pra filha passar de ano, mas era impossível, não tinha mais o que fazer — as notas dela eram muito baixas. Brenda percebeu que, enquanto falava com o professor, ele não parava de olhar pras suas tetonas, já que ela estava com uma blusa com alguns botões soltos. Mas ela ignorou, porque as notas da filha eram o mais importante.

— Sinto muito, senhora, mas a Ana foi muito descuidada com os estudos e não posso ajudá-la — dizia o professor

- por favor, professor, eu vou fazer ela estudar e conseguir passar no curso – implorava Brenda

Quando de repente tocou o sinal do recreio e os alunos estavam voltando para suas salas, e Brenda já tinha que sair. Enquanto ela começava a se afastar por entre os alunos, dizia:

- por favor, professor, dá uma chance pra ela
- sinto muito, senhora, já não dá mais – repetia ele
- por favor, amanhã eu volto pra conversar melhor
- senhora, já não dá mais, não tem o que falar.

Brenda foi embora preocupada e triste por não ter conseguido nada, mas não ia ficar de braços cruzados. Ela voltaria no dia seguinte pra insistir de novo.

Quando ia se dirigir à escola novamente, lembrou como o professor não parava de olhar pros peitos dela, e aí teve uma ideia meio ousada, mas tudo pela filha passar de ano. Brenda pegou umas roupas sexy, colocou um sutiã bem apertado pra apertar e levantar ainda mais os peitos dela, deixando eles incríveis, e por cima vestiu uma blusa também meio justa, mas com todos os botões fechados. Foi pra escola e falou de novo com o diretor, que indicou o número da sala onde estava o professor Marcos. Quando ela já estava perto de chegar na sala, desabotoou vários botões da blusa e ajeitou bem os peitos pra dar uma boa vista pro professor, pra ele amolecer e dar uma chance pra Anita.

Assim que o professor viu Brenda, repetiu a mesma coisa:

- por favor, senhora, entenda que já não tem mais tempo
- não seja malzinho, professor, só uma ajudinha, nada mais – implorava ela

Marcos notou o belo decote que Brenda tinha e começou a olhar de novo. Brenda percebeu e, enquanto conversava, disfarçava e apertava os peitos com os braços. Marcos já não conseguia disfarçar, era muito óbvio que ele tava babando por aqueles peitões enormes da Brenda.

Até que Brenda de repente reagiu:

- professor! O que o senhor tá olhando? – disse ela, ofendida
- não, não... eu... – gaguejava o professor, muito envergonhado
- não se faça de louco! – dizia Brenda
- me desculpe, senhora – disse Marcos, já sem ter o que falar
- você estava olhando pros meus peitos! – ela continuava reclamando
- desculpe, senhora, me perdoe – implorava Marcos
- NÃO!… Pelo menos… que eu possa dar uma chance pra Ana – dizia ela com um sorrisinho
- não, senhora, também não se aproveite da situação, as duas coisas são muito diferentes – disse ele, bem seguro
- não estou me aproveitando de nada!! É o senhor que se aproveitou pra olhar pros meus peitos! – respondeu irritada – e eu posso simplesmente falar com o diretor sobre seu comportamento
Marcos já não sabia mais o que fazer e, com os gritos de Brenda, ficou nervoso, então foi e fechou a porta.
- senhora, por favor, se acalme, tá bem, vamos conversar e chegar a um acordo – disse ele, rendido
- tá bem – aceitou Brenda
- senhora, na verdade, se eu pudesse, daria uma nova prova pra Ana e deixaria ela passar, mas não é só sobre essa prova, é sobre as outras notas anteriores dela, que são muito baixas, e eu não posso fazer nada – disse Marcos, sabendo que podia sim
- mas devia ter uma solução, professor – disse ela, desesperada
- como eu já disse, não tem
- tem sim!! O senhor tá mentindo! Senão vou contar pro diretor o que aconteceu – disse ela, já ameaçando
Marcos perdeu a linha e foi direto ao ponto com as intenções que tinha em relação a Brenda. Se aproximou rápido, apertou os dois braços dela e começou a beijar seu pescoço e depois a apalpar. Ela tentou se livrar dele
- o que cê tá fazendo! Sou casada! – disse ela
- e daí? – disse ele, enquanto colocava uma mão na bunda dela
- me solta! Vou gritar, to avisando! – dizia Brenda
- se quer que sua filhinha passe, então coopere – disse ele, tomando autoridade

Ela pensou em fazer um escândalo e reclamar com o diretor, mas de que adiantaria se, no fim das contas, a Anita não melhoraria as notas e só traria problemas e perda de tempo.
Enquanto ela pensava no que fazer nessa situação, o professor Marcos não parava de passar as mãos por todo o corpo dela, e Brenda já estava ficando com tesão, começando a sentir excitação e soltando pequenos suspiros de prazer. Marcos levantou um pouco a minissaia justa que ela usava e começou a acariciar a buceta dela por cima da calcinha. Ela começou a suspirar muito mais e já estava meio molhada, adorando como o professor a tocava. Ele segurou a cintura dela com uma mão e a guiou até a mesa, enquanto com a outra continuava a masturbá-la. Quando chegaram, Marcos jogou todos os papéis e outras coisas que estavam em cima da mesa no chão, pegou ela pelas duas pernas e sentou-a em cima da mesa, abrindo as pernas dela. Brenda não impediu nem reclamou nada, estava se deixando levar pelo prazer. Marcos tirou a calcinha dela e, sem pedir permissão, aproximou o rosto da entreperna de Brenda e começou a fazer um boquete gostoso nela. Ela gemia e se arqueava de tão delicioso que era, enquanto Marcos não parava de passar a língua em toda a boceta dela. Ficou assim até que Marcos abaixou o zíper e puxou o pau dele, já bem duro. Brenda se surpreendeu — não era tão grande, digamos, mas comparado ao que falavam dos asiáticos, tinha um tamanho bom. Ele olhou nos olhos dela, dizendo com o olhar "quero te comer", e colocou o pau na entrada da buceta dela. Ela sentiu que o pinto dele estava muito duro e muito quente, dava pra ver que queria penetrá-la de uma vez.

— Mas professor... o que a gente tá fazendo?... — disse ela, recobrando a consciência.

— Desde que te vi, tava morrendo de vontade de te comer — disse ele.

Ela se sentiu muito desejada e super excitada por causa do proibido que iam fazer. O prazer estava controlando ela demais, e ela nunca tinha se sentido assim. Além disso, estava tendo problemas com o marido, porque ele suspeitava que ela estava traindo ele com a amiga, e o sexo já não era mais o mesmo.

— Mas eu nunca fui infiel ao meu... Aaah! — gemeu de prazer porque Marcos estava enfiando um pouco da cabeça do pau, que já estava aparecendo. líquido pré-seminal
– Quero comer essa senhora, e prometo que faço o que você pedir – ele disse
Ela estava muito indecisa, não sabia o que fazer: se parava com aquela situação e colocava tudo no lugar, ou se deixava levar pelos prazeres e comia aquele professor que a fazia se sentir muito desejada, algo que há muito tempo não sentia. Mas a segunda opção já estava vencendo, e ela já estava prestes a passar, não faltava nada, então não dava mais pra voltar atrás. Porém, pra já estar completamente decidida, fez uma última pergunta:
– Vai aprovar a Anita? – ela perguntou, olhando pra ele de um jeito bem safado
– Vou – respondeu sem hesitar nem um segundo
– Então… – disse a Brendita, toda provocante

Ela desceu da carteira e começou a desabotoar a camisa dele, e ele também fazia o mesmo, desesperado. Enquanto isso, Brenda tirou o cinto dele, baixou a calça com a cueca até os joelhos, se agachou, cuspiu no pau dele e começou a passar a língua desde as bolas até a cabeça. Marcos suspirava de tão gostoso que tava sentindo e olhava pro teto. Brenda meteu o pau na boca e começou a chupar do jeito que só ela sabe: enfiava e tirava, e de vez em quando entalava bem no fundo da garganta, fazendo ela tossir, mas ela aguentava só pra fazer o amante aproveitar. E cada vez mais rápido, ele não parava de gemer, agarrou o cabelo dela e ajudava pra ela continuar o serviço. Ela já tava fazendo um boquete descontrolado, Marcos tava comendo ela pela boca, mas parou porque não queria gozar tão cedo.

Brenda foi e se apoiou na carteira, ficando de quatro, e Marcos chegou perto, baixou a minissaia que ela tava usando e, sem pedir permissão, meteu o pau inteiro. Brenda suspirava e se arqueava de prazer por estar sendo penetrada por outro homem, mesmo sendo casada. Marcos começou a meter e não acreditava que tava comendo aquela bunda enorme que a Brenda tinha.

– Ahhh, sim… que bunda boa que você tem – ele dizia
– Humm, assim… não para, continua… é tudo seu
Marcos começou a Penetrá-la mais rápido e agressivo, saía e entrava a cada segundo enquanto as nádegas dela batiam na pélvis dele, fazendo um barulhão.

- Ah... ah... que gostosa... – ele dizia enquanto dava tapas fortes na bunda dela de vez em quando.

- Mm sim sisi... ah ah... AAAAHHH!!... – Brenda teve um orgasmo poderoso.

Marcos sentiu os fluidos de Brenda e isso o excitou ainda mais, e ele não parava de foder ela. Brenda começou a tirar a pouca roupa que ainda tinha, tirou a blusa, e Marcos, enquanto a penetrava, desabotoou o sutiã dela, que caiu no chão, e agarrou os peitos dela, apalpando com muita força.

- Mmm... sisi... ahah... continua, professor – ela dizia, toda descontrolada.

- Que rabo gostoso a senhora tem.

- Me chama de Brenda.

Só então Marcos soube o nome da morenaça que estava comendo.

- Aah si... adoro seus peitos, Brenda.

- São todos seus...

Marcos não parava de tocar os peitos dela desenfreadamente enquanto o pau dele entrava e saía de Brenda.

- Mmm assim... sisisi... – ela gemia.

Marcos saiu dela, deu um tapa forte na bunda dela e se sentou na cadeira. Brenda foi até ele e começou a sentar no pau dele, cara a cara. Ele a agarrou pela cintura e começou a movê-la para cima e para baixo.

- Ooh si... que bem você faz isso – ele dizia.

- Mmm assim? Você gosta?... Si... sii...

- Ah ah... siasi... como você se mexe bem, Brendita...

Ela dava sentadas fortes, as nádegas batendo nas bolas de Marcos, ou se mexia em círculos para esfregar nele.

Enquanto Marcos e Brenda "conversavam sobre as notas da Ana", Anita estava no pátio da escola com as amigas e se perguntava por que a mãe não tinha ido falar com o professor de matemática. Lembrou que tinha esquecido de entregar um trabalho. Ela foi pegar o trabalho e perguntou ao diretor onde Marcos estava, e ele indicou. Ela foi correndo antes que o recreio acabasse. Tentou abrir a porta, mas estava trancada por dentro, e ouviu gemidos de dor. Então, por curiosidade, subiu e olhou por uma pequena fresta na janela, e viu a... A mãe dela, completamente nua, sentada em cima do professor enquanto ele comia ela e mordia os bicos dos peitos dela.

- Ah ahsiisi... que gostoso ele tá me comendo – disse Brenda toda puta
- Mm sim... já vem sua porra, Brenda
- Sim, sim... ah... ah... quero minha porra, professor Marcos

Marcos pegou ela no colo e jogou em cima da carteira, abriu as pernas dela e continuou comendo ela com muito mais força, já estava quase gozando.

- Ohh sim, sim... aqui vem... sua porra, Brendinha – disse Marcos dando as últimas estocadas
- Mmm sim, Marcos, continua assim... sim, sim... não para...

Ele tinha planejado tirar o pau e gozar fora, e quando sentiu que o pau dele inchou, ia fazer isso, mas a vontade foi mais forte que o Marcos e, por instinto, ele meteu o mais fundo possível e começou a soltar vários jatos de porra dentro da buceta da Brenda.

- AAAAH SIM... AAAAAHHH... – gemeu Marcos enquanto gozava
- Mmm... aaah... que gostoso... – disse Brenda sentindo uma substância muito quente dentro dela

Ficaram imóveis por um tempo pra recuperar as forças enquanto a boa quantidade de esperma que o Marcos tinha depositado dentro da Brenda lutava pelo seu "objetivo".

A Anita viu o espetáculo todo e sorria de forma muito safada pela travessura que a mãe dela tinha feito pra ela conseguir passar de ano, e também ficou muito excitada vendo a mãe dela transar com o professor.

O sinal tocou e a Anita foi embora rapidinho. Brenda e Marcos começaram a se vestir apressados. Brenda saiu toda correndo, muito suada e desarrumada, e deu de cara com a Anita, que com vergonha cumprimentou ela e se despediu rápido. E a Anita sorria pelo que tinha visto.

Umas semanas depois, faltando alguns dias pra acabar o ano letivo, estavam na aula do professor Marcos. A Anita se aproximou dele e agradeceu muito por ter dado outra chance e ter aprovado ela na matéria dele.

- Muito obrigada, professor, por tudo – disse ela
- Fica tranquila, Anita, como qualquer outra aluna, você merece outra chance – disse Marcos, que desde aquele dia que comeu a Brenda ficou muito compreensivo com Ana.
— Como é que tá sua mãe? — perguntou Marcos, curioso.
— Ela tá muito bem e agora tá super feliz, “esperando” — respondeu Ana.
— Esperando? — estranhou Marcos.
— É, ela tá grávida.
— Ah, que legal, manda meus parabéns — disse Marcos, sabendo no fundo que aquele filho era dele.
— Aliás, minha mãe perguntou muito por você — falou Anita.
— Por mim? — Marcos ficou confuso.
— É, ela quer saber de você e quer conversar contigo em breve.
Disse Anita, toda sorridente, com uma ideia grande e morbidamente excitante na cabeça.

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